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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Os perigos de um mundo descartável

Por Betina Barros | De São Paulo

Quando seu aspirador de pó quebrou, a italiana Giovanna Micconi se
revoltou ao saber que a peça de reposição sairia quase o preço de um
novo. Valia mais a pena comprar outro, escutou do atendente, apesar
dos poucos anos de uso do aparelho. "Algo de muito errado está
acontecendo com a nossa sociedade", postou aos amigos no Facebook.
Doutoranda em literatura africana pela Universidade de Harvard e
residente há alguns anos nos Estados Unidos, ela compartilha um
sentimento universal - o de que o tempo de duração das coisas, assim
como a percepção do nosso tempo, também parece acabar de forma bem
mais rápida.

Geladeiras que duravam 40 anos e hoje são trocadas em menos de 10, TVs
ultrapassadas de uma hora para outra por novas funções,
liquidificadores que pifam a um impacto mais forte, computadores que
envelhecem assim que saem da caixa. Não importa se esses produtos são
comercializados em Boston ou São Paulo. Os bens de consumo duráveis
nunca foram tão descartáveis. Apanhados pelo ritmo estonteante da
evolução tecnológica e por uma acessibilidade sem parâmetros às novas
gerações de produtos, os consumidores pós-modernos sofrem de males
pós-modernos. Por um lado, vivem dias de exuberância material. Por
outro, a angústia de estar preso em uma espécie de "corrida
armamentista de consumo" e na tormenta da constatação da obsolescência
acelerada e inexorável das coisas.

O intervalo de troca de refrigeradores e lavadoras de roupa, que era
de dez anos na década de 90, hoje está em cinco ou seis anos.

Dados da indústria mostram que a velocidade das substituições, medida
pelo número de lançamentos no mercado, só acelera. Tomem-se como
exemplo os últimos três anos do setor de eletrônicos e
eletrodomésticos - no qual a efemeridade seja talvez mais notável - e
o que se vê é praticamente a duplicação de novos produtos em algumas
categorias. Em 2009 foram lançados no país 163 modelos de televisores
de tela plana. O que já parecia alto subiu ainda mais em 2011, com o
auge de 256 novos modelos apresentados em um único ano (de janeiro a
novembro). Nesse mesmo período, a oferta de novos celulares saltou de
116 para 175 e a de computadores de mesa, de 476 para 835. Isso foi
somente no Brasil, desconsiderando mercados maduros de alta renda,
onde os volumes são ainda mais expressivos, segundo a consultoria GFK,
que compilou as informações a pedido do Valor.

A entrada no mercado de uma classe média mundial gigantesca e sedenta
por novidades, que vê nas aquisições desses objetos uma forma de
acesso à cidadania, fez o modelo de consumo adotado e dominado pelos
Estados Unidos no século XX - o "american way of life" - replicar em
uma escala asiática.De olho nos novos nichos de consumo, grupos que
atuam em um segmento da economia passaram a abraçar outras áreas, caso
das coreanas LG e Samsung, tradicionalmente de celulares, que avançam
rapidamente sobre produtos da
chamada linha branca. Em 2005, quando estreou aqui, a LG tinha quatro
modelos de sua primeira linha de fornos micro-ondas. Hoje, apresenta
120 novos eletrodomésticos ao ano. A rival Samsung passou de 10 para
200 novos produtos ao ano.

A taxa de obsolescência encurtou à medida que a inovação acelerou e o
processo de produção ficou mais barato. Fred Seixas, gerente de vendas
da área de eletrodomésticos da LG, afirma que o tempo das coisas está,
de fato, menor. "A gente observa que o intervalo de troca de
refrigeradores e lavadoras de roupa, que era de dez anos na década de
90, hoje está em cinco ou seis anos", diz.

Muitas vezes, porém, o salto tecnológico não existe. O poder de
transformar a relação das pessoas com o mundo - propiciado por um
smartphone, por exemplo - é visto em uma parte mínima dos lançamentos.
E não se pode explicar essa tendência somente sob a ótica dos ganhos
de eficiência dos equipamentos, com o consumo menor de energia e a
produção com materiais menos danosos ao ambiente. "Isso só é relevante
em mercados desenvolvidos", diz Seixas. Pesquisas mostram que o
primeiro ponto determinante para a troca de um bem de consumo é o que
está por fora: design.

"A gente não faz inovação para trazer tecnologia, mas a partir de
aspirações do consumidor", confirma Rogério Martins, vice-presidente
de desenvolvimento de produtos da Whirlpool, dona das marcas Brastemp,
Consul e KitchAid, que põe quatro novos produtos por semana no
mercado.

Em prol dessa inovação, tecnológica ou plástica, o mundo ficou mais
carregado de objetos que logo se tornam inúteis e são descartados na
gaveta. E, para alguns economistas, esse é o real problema. Para
Eduardo Giannetti da Fonseca, professor do Insper de São Paulo, não há
nada de errado se o consumidor escolhe um produto mais caro e de maior
durabilidade ou um mais barato e de menor durabilidade. "Num ambiente
de mudança tecnológica, faz todo o sentido preferir uma coisa que não
vá durar tanto tempo, mas que não perca tanto valor ao ser vendido",
diz. "O maior problema é que o ambiente não está nessa conta. E o
ambiente não aceita desaforos." Giannetti engrossa o coro de
economistas que afirmam que não só o modelo de produção se tornou
insustentável, mas o cálculo da saúde econômica dos países tornou-se
cego aos problemas ambientais que afetam a vida das sociedades hoje.
(Leia
entrevista à pág. 8.)

O impacto ambiental da insustentabilidade já é medido de algumas
formas. Um estudo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza
Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) mostra que a produção de lixo
no Brasil cresce a um ritmo maior do que o da população - 6,9% em
2010, provavelmente superando o da economia nacional neste ano. Os
resíduos de Nova York já são capturados por satélites no espaço. São
Paulo esconde seus restos sob uma montanha de 130 metros de lixo
compactado coberto por grama, à altura dos maiores arranha-céus da
cidade.

O embarque de resíduos com destino aos quintais da África não cessa.
Em nome da inovação, tecnológica ou plástica, o mundo ficou carregado
de objetos que logo se tornam inúteis e são descartados. Mas o que
dita essa toada? Quando passou a fazer sentido comprar um aspirador
novo e jogar o seminovo fora? Perdemos algo no caminho? Parte das
respostas está na própria cultura capitalista, cumulativa por
natureza, na inovação e nas mudanças profundas na estrutura familiar
da sociedade contemporânea. Parte no que a economia batizou como
obsolescência programada - ou a morte prematura dos produtos. Marca do
mercado de consumo no pós-Segunda Guerra, a obsolescência programada é
um conceito segundo o qual a indústria de bens prepara desgastes
artificialmente curtos para obrigar o consumidor a uma reposição mais
rápida do produto. "A lógica era simples: se não há novos consumidores
suficientes para cada produto, então é preciso fazer que os mesmos
consumidores comprem o seu produto outra vez", diz Carlota Perez,
pesquisadora venezuelana da Universidade de Cambridge especializada
nos impactos sociais e econômicos provocados pelas mudanças na
tecnologia. "A princípio isso ocorreu através de mudanças técnicas,
depois através da aparência dos produtos e dos modismos e, finalmente,
reduzindo a sua durabilidade".

Em um primeiro momento, isso parecia necessário para atender à
emergência, a partir dos anos 1950, de uma sociedade capitalista
afluente e uma classe operária bem remunerada, que impunham novos
desafios à indústria de bens. Nos anos dourados americanos, a pergunta
que passou a ser feita foi: como consumir novamente o que já se tem?
Não se tratava mais de vender a primeira geladeira, mas a segunda. O
mundo se deslocava de um padrão extensivo para um intensivo de
consumo. A pujança econômica dessa época colocou as empresas em outro
estágio de desenvolvimento. Após a revolução permitida com a
massificação de produtos, criada com o lançamento em série do Ford-T,
um ícone automobilístico, era preciso então se diferenciar da
concorrência. Henry Ford dizia que qualquer consumidor poderia comprar
um automóvel Modelo T, desde que fosse preto. Seu filho, Edsel Ford,
colocou a questão em nova perspectiva: "Mas são as cores que dão
lucro". A previsão estava correta.

Para vender a segunda geladeira ela deveria não só durar menos, mas
conter algo diverso do que estava disponível no mercado. Fosse por
mudanças radicais ou plásticas, a diferenciação resultaria no
sobrelucro embutido na competitividade capitalista. A inovação,
explica o economista João Batista Pamplona, da Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo (PUC-SP), seria uma alavanca poderosa como
estratégia de concorrência industrial para conseguir o monopólio.

Philip Kotler, um dos gurus do marketing, lembra que "muito da chamada
obsolescência programada é o trabalho das forças competitivas e
tecnológicas em uma sociedade livre, que levam a uma melhora
progressiva dos bens e dos serviços".

"Se não tivesse a intervenção da indústria, a obsolescência
aconteceria naturalmente em função do próprio consumidor", concorda a
filósofa Carla Rodrigues, da PUC-Rio.

Ávido por novidades, o consumidor contemporâneo - com muito mais
acesso ao crédito - passou a ter mais facilidade para obter o aparelho
dos sonhos, que já não precisava durar tanto, mas apresentar design
arrojado e reunir várias funções.

Com isso, a obsolescência do produto migrou para a dos serviços.
Assim, ao comprar uma cafeteira, fabricada por uma multinacional, será
informado de que ela só funcionará com os sachês de café da própria
empresa. "Você compra um celular simples. A operadora oferece então um
pacote gratuito de envio de fotos para outros celulares. Você compra
um outro celular para aproveitar essa função e um novo aparelho
permite acesso à internet, o que o leva a assinar o serviço de banda
larga que oferece uma ampla possibilidade de recursos caso tenha um
smartphone. Depois vem a videoconferência, o 3D e o ciclo nunca se
encerra", escreveu recentemente em artigo o consultor ambiental Tasso
Azevedo. "A cada passo que você dá, o aparelho anterior fica
obsoleto."

Ao mesmo tempo que a tecnologia empurrava de lado o velho em nome do
novo, a globalização puxava outra régua para cima. A descartabilidade
também está ligada ao fato de muitos bens de consumo terem se tornado
baratos hoje, a ponto de a peça de reposição de um aspirador equivaler
a mais da metade do preço de um aparelho novo, como relatou a italiana
Giovanna Micconi.

Isso é particularmente consolidado nas economias desenvolvidas, onde a
mão de obra qualificada é tão cara que impossibilita a troca de peças.
No Japão, montanhas de eletrônicos, geladeiras e bicicletas
descartados nas ruas espantam os desavisados. Cenas como essas chocam
pelo desperdício, pela desigualdade de renda, pela exaustão que impõem
ao planeta. E também pela corrida desenfreada pelo consumo, já que os
japoneses, como se sabe, estão entre as populações mais demandantes de
novas tecnologias de ponta no mundo.

Essa obsessão, intrínseca ao ser humano, nunca pode ser desprezada -
e, diga-se, desde que o mundo é mundo é assim. Já na Roma antiga há
relatos da necessidade de se sobressair em relação ao outro. Em uma
passagem do "Satiricon", do escritor Petrônio, um milionário admite
durante uma festa: "Só me interessam os bens que despertam no
populacho a inveja de mim por possuí-los". Bem mais tarde, o escritor
francês André Malraux cravou que o desejo do homem é ocupar um lugar
de honra na mente dos seus semelhantes.

O desejo do novo, daquilo que é visto como uma catapulta para a
ascensão social e nos torna supostamente superiores, é um valor
arcaico, que não só empurra os produtos para o fundo da gaveta - ou
para o lixo, elevando o passivo ambiental já monumental - como
pressiona a indústria por mais tecnologia. A efemeridade material é,
portanto, fruto também desse
consumidor inserido no que Giannetti, do Insper, chama de "corrida
armamentista de consumo".

"É do nosso passado remoto a competição por status que leve a alguma
proeminência. O valor de um produto não é o que me traz diretamente a
felicidade, mas deriva do fato de que os demais estão excluídos do
acesso a ele. A posse desses chamados bens posicionais - BMWs, TVs
planas, casas em bairros chiques - é o que passa a dominar o jogo
interpessoal. Aí você entra na corrida armamentista de consumo", diz o
economista. "Uma corrida armamentista, stricto sensu, é uma situação
em que dois ou mais países investem em armamento e, ao final, se
percebem mais inseguros do que no início. Porque ao mesmo tempo em que
um mobiliza recursos para se defender, o outro faz o mesmo. É um
paradoxo. E a indústria está sempre renovando os bens posicionais. É o
tênis de marca, o carrão. Quem não tem está fora".

Nas empresas, lucra mais quem entende essa condição humana. "Ninguém
melhor do que Steve Jobs compreendeu o conceito de fetichismo de
Marx", segundo o qual as relações sociais são mediatizadas pelos
objetos, diz Carla Rodrigues. "Ele captou o algo a mais [fetiche] que
os iPhones explicitam tão bem." O fundador da Apple talvez nunca tenha
lido Petrônio ou Malraux, mas respondeu aos anseios da sociedade
contemporânea. Desde a primeira geração de iPhones, há cinco anos, a
empresa comemora vendas recordes consecutivas, movimento seguido pela
avalanche de seus primos-irmãos (os iPads) e celulares e tablets da
concorrência.

É claro que, nesse processo, a publicidade tem desempenhado um papel
auxiliar importante, ao estimular a compra de "novos" produtos, que se
diferenciam dos anteriores basicamente no aspecto externo ou em um ou
outro acessório supervalorizado.

Em seu livro "A Cultura do Novo Capitalismo", o sociólogo americano
Richard Sennett joga luz sobre o fato de que os consumidores comuns
compram equipamentos com possibilidades que jamais utilizarão. "Discos
de memória capazes de guardar 400 livros, embora a maioria das pessoas
chegue a arquivar na melhor das hipóteses centenas de páginas, ou
programas de informática que nunca são acessados no computador",
relaciona Sennett.

Tome-se o exemplo do iPod. Em tese, esse cobiçado aparelho - fininho,
de design inovador, que transformou a indústria fonográfica - é capaz
de arquivar e reproduzir dez mil músicas digitais de três minutos. Mas
seria alguém capaz de se lembrar de todas as dez mil canções gravadas?
Não acabamos ouvindo sempre as favoritas? "E, no entanto, o fenomenal
atrativo
comercial do iPod consiste precisamente em dispor de mais do que uma
pessoa jamais seria capaz de usar. O apelo está, em parte, na ligação
entre a potência material e a aptidão potencial da própria pessoa",
diz Sennett, professor da London School of Economics (LSE) e do
Massachusetts Institute of Technology (MIT). Falado de outra forma,
ele representa a potência daquilo que podemos comprar.

A lista dos sonhos de consumo potencial foi inflada também porque o
grupo de referência dos consumidores mudou. O universo antes restrito
aos vizinhos do bairro, escola e familiares, foi escancarado pela
comunicação de massa. A explosão de informação permitiu que pessoas de
baixa renda sonhassem com a vida dos habitantes da grande cidade, seus
equipamentos eletrônicos de última geração e viagens internacionais,
intensificando a "corrida armamentista do consumo".

O problema desse movimento, diz Giannetti, é que ele não tem fim. Para
o economista, à medida que a sociedade prospera, as pessoas começam a
competir pelos bens posicionais. É aquele estágio em que as
necessidades mais básicas do ser humano, seus apetites universais, já
foram satisfeitos e passam a abrir espaço para o furor de se
distinguir em relação às pessoas comuns. É quando o foco da sociedade
volta-se para "ocupar um lugar de honra na mente dos seus
semelhantes", como afirmava o escritor francês. "E, quanto mais se
avança sobre os bens posicionais, mais as pessoas sentem que falta
algo. Não tem solução econômica para isso. Mas a conta recairá sobre o
meio ambiente, que não aceita desaforos."

Fonte:
http://www.valor.com.br/cultura/2491924/os-perigos-de-um-mundo-descartavel

Morre fundador da Kasinsky e COFAP

Morre o empresário Abraham Kasinsky

O empresário Abraham Kasinsky faleceu nesta manhã na cidade de São
Paulo. Aos 94 anos, o fundador da empresa de autopeças Cofap e da
fabricante de motocicletas Kasinski teve uma parada cardíaca. Amanhã
(10), o corpo de Kasinsky será velado no Cemitério Israelita do
Butantã, onde será sepultado às 12h.

Kasinsky manteve-se na atividade empresarial até os 92 anos, quando,
já debilitado, vendeu a indústria de motos mantida em Manaus. Quando
decidiu fabricar motos no País em 1999, o empresário, então com 82
anos, foi visto como excêntrico. Na época, recém-saído da Cofap -
empresa fundada por ele que chegou a ocupar o posto de maior
fabricante latino-americana de autopeças - o executivo decidiu voltar
a apostar no setor produtivo. O raro exemplo de persistência num ramo
similar de atividade aliou-se ao desafio de lançar modelos nacionais
num mercado dominado pelas japonesas Honda, com quase 90% de
participação, e Yamaha.

Classificado por seus funcionários de workaholic, Kasinsky não
conseguia ficar parado. Tocava os negócios de seu quartel-general, na
Avenida Pacaembu, em São Paulo. "Ele trabalha o dia todo e ainda leva
a mulher para passear à noite", contou uma assessora.

Na Cofap, que ele presidiu por 50 anos, o executivo se envolvia até na
confecção de crachás para os funcionários. Acabou saindo da empresa em
1996, depois que a Cofap foi vendida para o grupo italiano Magneti
Marelli.

Kasinsky foi o caçula de quatro filhos de um casal de imigrantes
russos. Criado na loja de autopeças do pai - que ele garante ter sido
a primeira do Brasil -, o empresário "aumentou" a idade em dois anos
para poder cursar a faculdade de Economia. Em 1951, ele pressentiu que
a empresa estava com os dias contados se continuasse dependendo de
produtos importados. Convenceu um dos irmãos - o pai já falecera - a
investir numa fábrica e com ele criou a Cofap. No início dos anos 90,
a empresa com sede no ABC paulista chegou a ter 18 unidades (nove
delas no exterior), 35 mil funcionários e faturamento anual de US$ 1
bilhão

O empresário deixa viúva, dona Ivone, e dois filhos.

O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi),
fundado por ele, emitiu "nota de pesar pelo falecimento de seu
Conselheiro Emérito, símbolo de empresário inovador e pioneiro".

Fonte: http://www.dgabc.com.br

Polícia apreende 37 motos devido a racha na BR-060

Tal rodovia fica em Goiás...

Policiais rodoviários federais apreenderam, no domingo (29/01/2012),
37 motos por excesso de velocidade e detiveram 24 pessoas em uma
operação contra rachas, na BR-060, rodovia que liga Brasília a
Goiânia. Boa parte dos infratores mora no Distrito Federal. Os agentes
ainda emitiram 90 multas, também por pneus carecas, uso do suporte da
placa em local indevido e falta de equipamentos obrigatórios, como
retrovisores.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) montou a operação após duas mortes
no mesmo local, o Km 72 da BR-060, somente neste ano. Dois
motociclistas, de 52 e 23 anos, perderam a vida após o veículo passar
direto em uma curva fechada. Ambos estavam em alta velocidade, segundo
a PRF. O ponto fica entre cidades goianas de Abadiânia e Alexânia, no
Entorno.

A blitz de ontem ocorreu das 8h às 14h. Os patrulheiros levaram os
motociclistas detidos à delegacia de Polícia Civil de Anápolis para
prestar depoimentos. Todos vão responder por crime de trânsito. Um
deles estava a mais de 200 km/h.
Segundo o inspetor Jander Costa, da PRF em Goiás, outras operações
devem ser feitas para coibir os pegas de moto na BR-060. "Como as
máquinas são muito caras, essas pessoas são sempre de boa formação
intelectual. Pegamos médicos, juízes, advogados. E eles levam a
velocidade como lazer, uma adrenalina injustificada", explicou. No ano
passado, duas blitzes ocorreram em pontos diferentes da rodovia.

Jander informou que o setor de inteligência da PRF levantou dados de
como agem, qual a intenção e qual o horário desses grupos.
Normalmente, eles se reúnem aos domingos pela manhã. O próximo passo é
conhecer quem são esses motociclistas. "A partir do momento em que
identificarmos essas pessoas, vai ser possível agravar a situação
delas junto à Justiça", afirmou o inspetor.

Fonte: Correio Braziliense e rockriders.com.br, foto ilustrativa, não
corresponde a ação citada na notícia.

Bope no Rio agora usa motos, modelo Yamaha XT 660 para segurança

Para aperfeiçoar as ações em comunidades pacificadas e de combate ao
crime, a tropa de elite agora está motorizada. Seis novas motos
adquiridas pela Secretaria de Segurança Pública passaram a integrar a
frota do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e serão
utilizadas pelos 'caveiras' em sua rotina de operações. A primeira
missão dos novos equipamentos será na recém-ocupada Rocinha, em data
ainda a ser definida, após a publicação em boletim interno da PM.


A decisão de motorizar o batalhão foi tomada para agilizar o trabalho
dos policiais, principalmente em locais onde as patrulhas têm
dificuldades para transitar, como becos e vielas. "Percebemos que a
moto poderia dar mais agilidade para checarmos denúncia e chegarmos em
locais de ocorrência. Muitas vezes, é complicado para o policial subir
um terreno muito íngreme ou distante, por exemplo, carregando vários
equipamentos", explica o tenente Soares, instrutor do curso que
capacitou os "caveiras".

De acordo com o oficial, as motos vão atuar na segunda etapa das
operações em favelas. Depois da entrada dos blindados e da tomada do
terreno pelos policiais, as motos poderão chegar aos locais pouco
acessíveis e checar informações que resultem em apreensões e prisões.

As motocicletas modelo 660 cilindradas são como toda a frota do Bope:
resistentes a qualquer tipo de missão. O DIA acompanhou um dos
treinamentos de adaptação dos policiais às motos no 24º Batalhão de
Infantaria Blindada, em Ramos, onde está sendo construída a futura
sede do Bope. Os caveiras receberam instruções teóricas durante duas
semanas e, no local, fizeram exercícios práticos com marcações de
cones. Os veículos, que são dos mesmos modelos utilizados pelo
Grupamento Tático Motociclista, podem circular em qualquer tipo de
terreno, além de subir e descer escadas e meios-fios.

Simulação de dificuldades

Cinquenta policiais do Bope participaram do curso de capacitação para
o novo equipamento, realizado dentro do batalhão, em Laranjeiras,
durante duas semanas. A prova final foi realizada no dia 19, no 24º
BIB, onde os policiais pilotaram em terreno plano e arenoso, simulando
as dificuldades que poderão ser enfrentadas durante as operações.


Os 50 homens de preto estão aptos a pilotar os equipamentos porque
possuem habilitação para motocicletas e foram aprovados no
treinamento. As motos poderão circular nas ações com dois policiais
cada, dependendo do tipo de ocorrência.

Fonte: Site sobreviventenapmerj.com.br e rockriders.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Batom no banheiro

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas
de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para
remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um
trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como
sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou
pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas
aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no
banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do
trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso
sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Site flagra nova KTM Super Duke 1300 na Espanha

O site britânico Motorcycle News divulgou uma imagem da KTM Super Duke
1300 quando ela era transportada em um trailer em Tenerife, na
Espanha.

A naked de 1290cc deverá ser lançada na Europa ainda nesse ano.

A moto conta com um novo motor LC8 de 1.290 cc em substituição ao
atual 990cc, chassi treliça de aço e braço oscilante único na
suspensão traseira.

O escapamento, montado na lateral próximo ao motor, também indica uma
preocupação em seguir a tendência atual de centralização de massas e
redução do centro de gravidade.

O design de chassi, motor e tanque são os mesmos da 1300 Adventure,
flagrada no final de janeiro, e alguns sensores aparentes indicam que
o modelo terá mais eletrônica embarcada.

Fonte: duasrodasonline.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

UPGRADE DE NAMORADO 5.0 PARA MARIDO 1.0

    UPGRADE DE NAMORADO 5.0 PARA MARIDO 1.0
     
    Caro Suporte técnico,

    Ano passado fiz um upgrade do NAMORADO 5.0 para o MARIDO 1.0 ( ou seja: casei!! ) e notei uma redução significativa de performance, principalmente nos aplicativos FLORES e JÓIAS , que operavam sem falhas no NAMORADO 5.0.

    Além disso, o MARIDO 1.0 desinstalou outros programas importantes como ROMANCE 9.5 e ATENÇÃO AO QUE EU DIGO 6.5 e instalou aplicativos indesejáveis como CAMPEONATO BRASILEIRO 5.0.

    Também não tenho conseguido rodar o programa CONVERSAÇÃO 8.0 e o LIMPANDO A CASA 2.5 pois simplesmente trava o sistema.
    Tentei rodar o RECLAMANDO 5.3 para corrigir esses bugs e não consegui nada. O que faço?

    Ass.:
    Enlouquecida.
    ----------------------

    Resposta: Suporte Técnico

    Cara Enlouquecida,

    Primeiramente, tenha em mente que o NAMORADO 5.0 é um pacote de entretenimento, enquanto MARIDO 1.0 é um sistema operacional.

    Comece fazendo o download de LÁGRIMAS 6.2 e depois digite o comando C:/EU PENSEI QUE VOCÊ ME AMAVA para instalar o CULPA 3.0. Essa operação,
    atualiza automaticamente os aplicativos
    FLORES 3.5 e JOIAS 2.0.

    Mas lembre-se que o uso em excesso desses aplicativos no MARIDO 1.0 pode ativar alguns programas indesejáveis como SILENCIO TOTAL 6.1 e FUTEBOL COM OS AMIGOS 7.0 que invariavelmente instala o CERVEJA 6.1. Este último é terrível, pois cria arquivos tipo WAV da versão RONCANDO ALTO 2.5.

    De qualquer forma, NUNCA instale SOGRA 1.0 ou reinstale qualquer versão de NAMORADO. Estes aplicativos são incompatíveis e vão travar o MARIDO 1.0.

    Em resumo, MARIDO 1.0 é um ótimo sistema, mas ele tem limitações de memória e demora a rodar certos aplicativos.

    Para o perfeito funcionamento do sistema, sugerimos que a senhora adquira alguns programas adicionais:

    Recomendamos: o JANTAR ROMÂNTICO 3.0 e o LINGERIE 6.9!!!

    Muito cuidado. Algumas clientes instalam o FILHO 1.0 para tentar dar estabilidade ao sistema e muitas vezes isso causa uns efeitos contrários,
    sendo necessária antes uma verificação total no sistema, para garantir espaço no
    HD e principalmente ter um SWAP adequado no MONEY 3.0.

    E NUNCA, mas NUNCA mesmo, instale o DOR DE CABEÇA 2.4.

    Boa Sorte.

    Atenciosamente,
    Suporte Técnico

Reclamações de clientes do mercado de duas rodas na Internet

O responsável e profissional atendimento ao cliente...

Estamos chegando no ano de 2012, as empresas do setor de duas rodas,
finalmente, estão começando a dar mais importância a Internet. Antes
tarde do que nunca, afinal, a vida de uma organização pode estar
ligada diretamente à sua presença profissional na Internet.

Depois do caso da Harley Davidson onde a sede nos EUA, através da
Internet, ficou sabendo de inúmeras reclamações de proprietários da
lendária marca insatisfeitos, e deu no que deu, a HD entrou com
processo na justiça brasileira e retirou a concessão da marca do Grupo
Izzo, a Internet vem demonstrando, dia a dia, que ignorá-la
empresarialmente, pode ser uma grande furada.

Na Internet, diferente dos meios impressos, os leitores, proprietários
de motocicletas e consumidores do setor em geral tem voz! Não são
apenas leitores passivos onde não podem interagir e mesmo gerar a
notícia. Eles tem voz ativa e estão revolucionando a maneira como as
empresas precisam dar o atendimento.

Na Internet, ainda mais agora com o crescimento da rede social
(Facebook, Twitter, dentre outros), as impressões dos clientes
repercutem com uma velocidade incrível, e as empresas mencionadas por
esses, precisam se ater a isso e dar o devido valor que o cliente
merece.

Antigamente, dava um sério problema numa moto ou produto, o cliente
ficava na mão. Só podia recorrer aos orgãos de defesa do consumidor ou
telefonar para os SAC das empresas. Hoje ele posta uma mensagem na
rede social, envia milhares de e-mails a amigos e em 24 horas,
milhares de pessoas ficam sabendo do ocorrido e interagem com a
mensagem.

Por outro lado, as empresas precisam trabalhar profissionalmente e com
seriedade com a Internet, abrindo um canal de comunicação com seus
clientes, e se manifestar na Internet, quando é citada num problema
que foi disseminado na rede.

Essa semana que passou uma proprietária brasileira de uma moto de
marca européia divulgou um sério problema que teve em sua motocicleta
em pleno Deserto de Atacama, a qual teve princípio de incêndio, e a
motociclista não teve o atendimento esperado por parte da empresa. Em
menos de 48 horas, mais de 4000 motociclistas ficaram sabendo do
ocorrido. Provavelmente você que está lendo essa notícia, ficou
sabendo do problema e do nome da empresa envolvida.

Sr. Empresário do setor de duas rodas, agora, mais do que nunca, você
precisa ter muito cuidado e dar atenção redobrada a qualidade do seu
produto, serviço e principalmente ao atendimento ao cliente, quando
ocorre um problema. Caso contrário, saiba que através da Internet a
imagem da sua empresa será negativada e acredite, isso pode gerar
grandes prejuízos financeiros para sua organização.

Fonte: Texto por Policarpo Jr - RockRiders.com.br

Triumph retornará ao Brasil em 2012

Só devemos esperar que não com o famigerado Grupo Izzo...

Em seu site internacional, a Triumph anunciou que voltará oficialmente
para o Brasil  em 2012. Segundo o comunicado da própria fabricante
britânica, as primeiras concessionárias no País devem ser abertas ao
público em julho de 2012, mas os modelos que serão comercializados por
aqui ainda não foram divulgados. Confira o comunicado oficial da
marca:

A companhia Triumph Motorcycles pretende re-entrar no mercado
Brasileiro em 2012 com uma operação gerida pela sua própria
subsidiária.

A empresa subsidiária deverá ser estabelecida em meados de 2012; as
primeiras concessionárias abrirão ao público a partir de Julho de
2012. Mais informações sobre os planos da companhia serão
disponibilizados no início de 2012.

Entretanto, os clientes que necessitem de assistência podem contactar
a sede da Triumph no Reino Unido pelo número +44 1455 251700.

A Triumph agradece aos seus clientes Brasileiros o seu apoio e aguarda
com expectativa esta oportunidade de lhes oferecer um serviço de
primeira classe em 2012.

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

Manifesto da campanha "Motos: Solução Necessária"

By Equipe Sobremotos

O site e a Revista Sobremotos apresentam o manifesto da campanha
"Motos: Solução Necessária", a qual visa colocar um novo ponto de
vista sobre o problema da mobilidade viária e apontar as verdadeiras
causas do grande número de acidentes no nosso trânsito e ainda sugere
um plano de correção.

Motos: Solução Necessária

Diariamente vemos em quase todos os meios de comunicação a veiculação
de matérias e reportagens especiais retratando a "preocupação" com o
elevado número de acidentes envolvendo motociclistas e suas possíveis
"causas".

Ao mesmo tempo, também se veem várias notícias acerca de outra
preocupação que assola as mentes dos cidadãos, os constantes
congestionamentos nas grandes cidades.

A partir destas duas premissas volta e meia somos surpreendidos com
ideias "mirabolantes" que pretendem sanar ou minimizar tanto o número
de acidentes quanto o problema do tráfego, muitas vezes indo
diretamente contra o interesse dos motociclistas.

Quem não lembra das ideias mais estapafurdias já propostas por
parlamentares e tantos outros ditos "entendidos" neste assunto que,
entre outras "pérolas", sugeriam que as motos deveriam andar ocupando
o mesmo espaço de um carro nas vias públicas, que deveria ser proibida
a circulação de motos com garupas, que o capacete deveria conter o
tipo sanguíneo do motociclista e, até mesmo, que a proibição da
circulação de motos, coisa que já acontece em alguns locais, como nas
marginais de São Paulo. A ideia básica que está por trás destas
sugestões é que, uma vez que os motociclistas se envolvem em muitos
acidentes, então estes devem ser limitados no agir e, se possível, até
excluídos, "liberando" o trânsito de "transgressores".

Propostas assim visam tão somente procurar passar para a população que
a "corriqueira" má atitude dos motociclistas deve ser punida e que se
está "procurando", um vício nacional pelo "gerundismo", encontrar uma
saída satisfatória.

O equívoco sobre esta abordagem é que ela ataca a consequencia de um
contexto formado e não suas causas, porque sobre estas últimas se
evita falar ou atacar com a profundidade que seria necessária.

Embora quase óbvia, as duas principais causas dos congestionamentos e
do elevado número de acidentes são: o ineficiente e caro sistema de
transporte público e a falta de restrições para a circulação do
elevadíssimo número de automóveis particulares em circulação.

Em primeiro lugar, é bom ter em mente que o maior número de acidentes
de trânsito se dá em meio urbano e não em estradas. Principalmente nas
grandes cidades, palco de congestionamentos crônicos, pois a razão é
simples: não há espaço físico suficiente para acomodar tantos carros
em circulação, nem construir ruas ou avenidas na mesma velocidade que
novos carros saem vendidos das concessionárias.

A desproporção entre o crescimento da frota de automóveis e o aumento
da capacidade de tráfego das vias das cidades é de tal ordem que se
torna inevitável o colapso do sistema viário, é apenas uma questão de
tempo.

Em ruas e avenidas abarrotadas, em sua maior parte, por carros com um
único ocupante dentro, as motos se tornaram não uma "mal necessário"
como alguns mal intencionados querem fazer parecer, mas "a solução
necessária" para que algum escoamento de pessoas, documentos e
serviços possa ser feito. Alguém poderia imaginar a cidade de São
Paulo se nenhum motoboy existisse para levar e trazer documentos,
pizzas, encomendas, etc? Seria uma cidade imobilizada pela sua própria
"arteriosclerose" automobilística.

Em suma, se há um grande "vilão" para o número de acidentes que
acontecem e para o tráfego parado, este vilão é o uso indiscriminado
de automóveis.

Por conta disto, apresentamos um "tripé" sobre o qual alicerçamos
nossa campanha para diminuir acidentes e melhorar o nosso trânsito:

1o) Transporte coletivo de massa bom e barato
O principal meio para se deslocar em uma cidade deveria ser o
transporte coletivo de massa. Metrôs, trens, metrobus, corredores
expressos de ônibus e integrações entre ônibus e metrôs devem ser os
primeiros privilegiados com o pouco espaço disponível existente e com
os maiores investimentos possíveis. O que não se pode ter é um sistema
de transporte coletivo que é lotado, atrasa, quebra e ainda é mais
caro do que a soma da gasolina e da prestação de financiamento de uma
moto para um mesmo percurso mensal, tal como hoje acontece no Brasil;

2o) Transporte individual sobre duas rodas
O único meio de transporte realmente democrático e apropriado para a
realidade urbana é o sobre duas rodas: motos e bicicletas.
Ao invés de se pensar em "motovias" ou restringir o uso da motocicleta
é justamente o contrário o que deveria estar sendo feito, incentivando
o seu uso maciçamente para que mais pessoas pudessem se locomover com
boa fluidez. No mesmo diapasão, o uso das bicicletas ainda traz os
benefícios de ser mais saudável e poluir menos. Enfim, se a opção não
for fazer uso do transporte público de massa, então que seja sobre
motos ou bicicletas para que não se ocupe um espaço tão grande quanto
hoje, que faz apenas que ninguém consiga se locomover;

3o) Restringir a circulação de carros
Embora pareça indigesta, a solução é, inevitavelmente, diminuir
drásticamente o uso de automóveis. Os SUV (Sport Utility Vehicle),
jipões de imponência e status para quem os usa são o ápice da
incompatibilidade entre número de pessoas normalmente transportadas,
via de regra apenas o motorista, e espaço viário disponível, mas todo
o uso de automóvel particular deve ser limitado, não há outro jeito.
São Paulo já tem rodízio, e não pode ficar sem ele mesmo em período de
férias. Outras grandes capitais mundiais como Londres, Tóquio e Cidade
do México adotam sistemas de restrição da circulação de carros por
áreas, por horários e até chegam a impor pedágios urbanos. A mensagem
"implícita" é clara: "não há espaço para o seu carro, deixe-o em
casa". Circulação de carros, somente na forma de táxi.


Falar em melhor formação do futuro condutor e fazer campanhas de
conscientização, entre outras ações, é bom e importante, mas não ataca
o cerne da questão que é o número incompatível de carros em
circulação, estas são medidas complementares não essenciais.

Enfim, mais e melhor transporte coletivo de massa, transporte
individual preferencial para duas rodas e restrições pesadas para o
tráfego de automóveis particulares, esta é a solução, moto é uma
solução necessária.

Logotipo: Site e revista Sobremotos

Moto de madeira que funciona

Não sabemos porque, mas um sujeito montou uma moto com um quadro de
madeira e aparência de sobras de caixotes ou sei lá o que. O pneu
traseiro é de carro.

A moto funciona! Chama-se rat bike.

Já o capacete da foto é novinho e de madeira também.

Fonte: RockRiders.com.br

Suzuki faz recall de motocicletas de alta cilindrada

A J. Toledo da Amazônia, responsável pelas vendas das motos Suzuki no
Brasil, iniciou campanha de recall para os modelos DL1000 V-Strom ano
modelo 2008 e 2009; GSX1300 B-King ano modelo 2010 e 2011; GSX1300R,
Bandit 650, Bandit 650S, GSX650F, Bandit 1250, Bandit 1250S ano modelo
2009 e 2010; GSX-R750 ano modelo 2010 e Boulevard M1500 com chassis de
numeração seqüencial final de 000001 até 000005.

Segundo a fabricante, os modelos podem apresentar problemas no
retificador, o que compromete o desempenho da bateria. Desta forma, a
Suzuki pede que os proprietários de motos com chassi dentro da
numeração divulgada entrem em contato com a concessionária mais
próxima para inspeção e eventual substituição da peça.

Para mais informações entre em contato com a montadora pelo número
0800-707-8020 ou pelo e-mail atendimento@suzukimotos.com.br .

Confira as numerações de chassi:

DL1000: Chassi de numeração de 9CDBS111J8M002232 até 9CDBS111J9M004152

GSX1300 B-King: JS1CR111180103290 até JS1CR111180104509 e
9CDGX71AJAM000001 até 9CDGX71AJBM100424,

GSX1300R Hayabusa: 9CDGX72AJ9M002415 até 9CDGX72AJBM103858,

BANDIT650: 9CDGP74AJ9M101040 até 9CDGP74AJAM102301,

BANDIT650S: 9CDGP74AS9M100828 até 9CDGP74ASAM101971,

GSX650F: 9CDGP74AF9M000001 até 9CDGP74AFAM101504,

BANDIT1250: 9CDGW72AJ9M000003 até 9CDGW72AJBM001026 e JS1CH122100101337,

BANDIT1250S: 9CDGW72AS9M000003 até 9CDGW72ASBM101026,

GSX-R750: 9CDGR7LAJAM004817 e 9CDGR7LAJAM004818

BOULEVARD M1500: 9CDVY55AJBM000001 até 9CDVY55AJBM000005

Fonte: moto.com.br

Mais um político quer proibir garupa em motos

Eu acho que deveriam proibir o dinheiro, os bens, o trabalho e as
roupas e casas - assim os objetos de desejo dos bandidos não
existiriam mais...

Bandido também rouba carro e usa ele prá cometer delitos - porque
sempre os motociclistas levam ferro?

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Dessa vez no estado do Paraná...

A vereadora Marly Martin (PPL) quer proibir o trânsito de motocicletas
com duas pessoas em Maringá. Por enquanto o assunto é tema de estudo,
mas caso se transforme em projeto e, posteriormente, em lei, os
motociclistas de Maringá não poderão carregar garupa em determinados
dias e horários da semana. O tema já provoca polêmica entre os
motociclistas. O Detran do Paraná contabiliza a existência de 40.122
motocicletas e 15.074 motonetas no município.

A ordem de serviço solicitando um projeto neste sentido foi
protocolada pela vereadora em 24 de novembro, sob número 17483/2011,
no setor de Redação da Divisão de Assistência Legislativa da Câmara
Municipal. No documento, ela cita o projeto de lei 485/2011, do
deputado estadual por São Paulo Jooji Hato (PMDB).

 Marly diz que a preocupação é com a criminalidade, especialmente
porque muitos marginais usam motocicletas para assaltos e
assassinatos. Mas ela faz ressalvas. "Tenho preocupação com os pais
que levam as crianças para a escola, o esposo que leva a esposa para
trabalhar e as pessoas que trabalham com isso, os mototaxistas. Quem
sabe teríamos que encontrar uma alternativa, não sei se existe. Por
isso está sendo efetuado um estudo", explica.

 A vereadora não adiantou quais critérios seriam usados, mas o projeto
do deputado de São Paulo dá algumas dicas. A proposta proíbe o
trânsito de motocicletas com dois ocupantes em dias úteis. Os caronas
ficam liberados durante os finais de semana e feriados. É obrigatório
o uso de capacetes e coletes com o número da placa em cor fluorescente
e legível. Em outra parte do projeto, o deputado ressalva que a lei
valerá apenas para áreas urbanas de municípios com população superior
a 1 milhão de habitantes.

Como justificativa, Hato cita que a primeira finalidade é proporcionar
maior segurança aos motociclistas, reduzindo acidentes e mortes no
trânsito. A segunda finalidade seria diminuir uma modalidade de crime
cada vez mais comum em São Paulo; o "assalto a mão armada, realizado
quando a moto, ocupada por dois assaltantes, aborda pessoas que deixam
estabelecimentos bancários (saidinha de banco) ou veículo (automóvel
ou outra moto) e o chamado 'garupa', armado, rende a vítima,
assaltando-a e muitas vezes matando-a."

 Enquanto o tema passa por estudos em Maringá, os motociclistas
rejeitam a ideia. "A moto é um meio de transporte familiar. Às vezes,
a pessoa compra moto para andar com a esposa, com o filho, o pai, a
mãe. Hoje, a maioria usa a moto para trabalhar", diz o vendedor
Anderson Vieira dos Santos, 34. Outro motociclista, o montador Márcio
Rogério de Mello, 33, acha que uma lei dessa natureza é "loucura".
"Não tem nem lógica uma coisa dessa. Os criminosos também usam carros.
Se for ver isso, tem que proibir passageiros nos carros também",
declara.

Fonte:
Odiario.com (Maringá/PR)
e rockriders.com.br

A partir de abril as placas das motos serão maiores

Veículos fabricados a partir de 1º de abril de 2012, obrigatoriamente,
utilizarão placas com película refletiva. A Deliberação 122 do
Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que prorrogou o antigo prazo
– 1º de janeiro –, também vale para os veículos transferidos de estado
ou município a partir do segundo trimestre do ano.

Atualmente, a exigência é facultativa para os veículos e obrigatória
para as motocicletas. De acordo com o Contran, a medida foi tomada
porque nem todos os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos
estados conseguiram se adequar à nova regra. A intenção é aumentar a
segurança no trânsito e tornar os veículos mais visíveis, em caso de
chuva ou neblina.


Às motocicletas, motonetas, ciclomotos e triciclos motorizados também
fabricados a partir do início de abril, o Contran traz outra
exigência. Eles devem se adaptar à nova dimensão das placas: a altura
passa de 13,6cm para 17cm e o comprimento de 18,7cm para 20cm. Também
aumentará o tamanho das letras e números – de 4,2cm para 5,3cm. Apenas
a informação sobre a cidade de origem não se altera.

No Distrito Federal, por exemplo, o diretor em exercício da Gerência
de Controle de Veículos e Condutores do Detran, Uelson Sousa, garante
que as normas serão cumpridas e fiscalizadas a partir da data
estipulada, conforme orientação do Contran. Segundo ele, os condutores
de veículos ou motos fabricados a partir de abril, mas que não cumprem
a lei, poderão ser autuados.

Sousa destaca que os motoristas já podem optar pela nova forma de
emplacamento. Para as transferências de município ou estado, ele
adverte que a mudança – no caso dos carros, o objeto refletivo e, para
as motos, a nova altura das placas – é obrigatória, inclusive para os
fabricados em data anterior a abril de 2012.

Durabilidade

Além da melhoria no quesito segurança, resultado do aumento da
visibilidade dos veículos, a nova placa traz outros benefícios como
maior durabilidade. "Mesmo com a lavagem frequente, o material da
placa refletiva é mais resistente e dura até dois anos, em perfeito
estado", explica Sousa à Agência CNT de Notícias.

Fonte: Agência CNT de Notícias e rockriders.com.br

Bridgestone desenvolve Pneu sem ar

Quero uns desses pra minha moto e pro carro...

Chega de calibrar pneu!!!

Já faz um tempo que esse desenho foi feito e estou esperando ele
aparecer por aqui!!!!!

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Com uma estrutura flexível única que se estende ao longo do interior
dos pneus e que suporta todo o peso do veículo, não há necessidade de
calibrá-los periodicamente, o que significa que exigem menos
manutenção.


Ao mesmo tempo, a preocupação com perfurações é eliminada. Além disso,
a estrutura interna é produzida a partir de resinas termoplásticas
reutilizáveis, e assim como a borracha da banda de rodagem, estes são
materiais 100 por cento recicláveis. Como resultado, os pneus
estabelecem um novo padrão em termos de compatibilidade ambiental,
segurança e conforto.

A empresa busca este desenvolvimento tecnológico com o objetivo de
alcançar um processo que maximiza o uso cíclico de recursos,
transformando os pneus usados em pneus novos por meio de materiais
recicláveis.
O Pneu sem ar ainda é um protótipo, mas viável para produção futura.

Fonte: Assessoria Imprensa Bridgestone
e rockriders.com.br

Triumph Bonneville SE: Versão moderna da moto clássica

Por Arthur Caldeira

Com nome inspirado nos desertos de sal de Utah, onde a Triumph quebrou
diversos recordes de velocidade nos anos 50, a Bonneville é mais que
um clássico. Originalmente lançada em 1959, a Bonneville era a moto
esportiva de sua época e se transformou em um ícone da fábrica
inglesa. Tanto que até os dias de hoje o modelo faz parte do line-up
da Triumph.

Porém, a Bonneville dos dias de hoje aproveita o estilo e o espírito
daquelas décadas de ouro mesclado com a engenharia moderna para criar
uma autêntica bicilíndrica inglesa do século XXI. E, para 2012, a
Triumph ainda criou uma edição especial (SE de special edition) com
pintura em dois tons e alguns detalhes exclusivos, além de uma
desejada série de 1.100 unidades homenageando o ator Steve McQueen,
motociclista e fã das motos Triumph.

Forma clássica, funções modernas

Para dar vida às Bonneville modernas, a Triumph utilizou um
tradicional motor de dois cilindros em linha com refrigeração a ar e
865 cm³. Projetado para parecer antigo, com um falso comando por
varetas, já que o motor é DOHC, e até mesmo a parte externa dos
carburadores, que esconde os dois bicos injetores do sistema de
alimentação. Na Bonneville SE, as tampas do motor são de aço escovado,
reforçando o visual de moto antiga.

Equipada com partida elétrica, freio a disco e rodas de liga-leve, a
Bonneville que se encontra por baixo da roupagem retro é uma moto
moderna, ideal para o uso urbano e diário ou mesmo para a estrada. O
ronco característico dos dois cilindros paralelos encanta aos mais
puristas, assim como os 68 cavalos de potência máxima satisfazem os
motociclistas mais esportivos de hoje.

Dotada de rodas de liga-leve de 17 polegadas, a Bonneville conta com
garfo telescópico tradicional na dianteira e sistema bichoque na
traseira. Uma solução clássica, mas com o toque atual da japonesa
Kayaba nos dois conjuntos.

No quesito ergonomia aparece a mesma filosofia retro: um guidão aberto
combinado a um banco reto e a somente 74 centímetros do solo, que
contribuem para garantir o conforto do piloto.


Detalhes especiais

Para agradar àqueles que buscam ainda mais exclusividade, a Triumph
criou a Bonneville SE, que se diferencia de longe com sua pintura em
dois tons – também típica de tempos passados. Além disso, a versão SE
traz conta-giros e um emblema cromado no tanque, semelhante ao usado
nas antigas motos, para se diferenciar do modelo standard.

Nas cores laranja e preto, azul e branco ou totalmente preta fosca, a
Bonneville SE não tem previsão de chegar ao Brasil. Porém, em seu site
oficial, a Triumph anuncia que deverá operar por meio de uma
subsidiária própria no País já neste ano. E certamente a icônica
Bonneville SE estará entre os modelos disponibilizados por aqui.

Steve McQueen Edition

Em conjunto com o espólio da estrela de Hollywood, Steve McQueen, a
Triumph criou ainda uma série especial e limitada em homenagem ao
ator. Fã de motos e corridas, McQueen chegou a disputar um Enduro
Internacional dos Seis Dias, o famoso Six Days, com uma Trophy 650cc
da marca inglesa.

Baseada na Bonneville T100, a edição limitada é pintada em verde
militar, lembrando a moto usada pelo ator no famoso filme "Fugindo do
Inferno" (The Great Escape. 1963). A Triumph vai fabricar somente 1100
unidades da Steve McQueen Edition, que serão vendidas a partir de
abril.

Fonte: moto.com.br

Um dos designers mais respeitados do mundo sai da BMW Motorrad

David Robb renuncia ao cargo de Diretor de Design

Num comunicado inesperado, a BMW Motorrad confirma que o responsável
pela equipe de design, o carismático David Robb, renunciou ao seu
cargo sem divulgar qualquer tipo de justificação.

David Robb é um dos designers mais respeitados no mundo das duas
rodas. Sob a sua alçada, e ao longo dos últimos 18 anos em que Robb
liderou a equipe de design, a BMW conseguiu duplicar o número de
modelos em oferta e colocou à nossa disposição motos que se tornaram
casos de sucesso por todo o mundo, como é o caso da maxitrail R1200GS,
e da superdesportiva S1000RR. Mais recentemente também esteve
envolvido no desenvolvimento das maxiscooters C600 Sport e C650 GT.

No comunicado divulgado pela BMW Motorrad consta um pequeno
agradecimento à dedicação que David Robb dedicou à revitalização da
marca, a verdade é que as razões sobre o abandono das suas funções
estão, por enquanto, envoltas em mistério.

De acordo com rumores, algumas fontes ligadas ao departamento de
design da BMW confirmam que David Robb se envolveu numa discussão com
um colega e imediatamente limpou sua sala e foi-se embora.

Fonte: RockRiders.com.br

Tradicional linha Sportster da Harley ganha novo modelo

Batizado de "72" com 1200cc...

A tradicional linha Sportster da Harley Davidson acaba de ganhar um
novo modelo, chamado de "72". Nova moto mas que como todos da marca,
remete a um estilo clásico, dessa vez como diz o nome, a autênticas
choppers da década de 70.


O motor será o de 1200cc regrigerado a ar com injeção eletrônica, a
transmissão é com correia dentada (tradição da HD) e câmbio de 5
marchas. Freios a disco na dianteira e traseira.

A Sportster 72 tem bastante peças cromadas, banda branca no pneu,
pintura perolizada (opcional) e guidão alto. A moto pesa quase 252
quilos. Nos EUA está sendo comercializada na faixa dos 10.500 dólares.
No Brasil, vamos aguardar...

Fonte: rockriders.com.br

MAÇONARIA: TEMPO x EXPERIÊNCIA

Já dizia Einstein que o tempo é relativo. Isso não se aplica apenas à
ciência, mas na vida também. E sendo o tempo relativo, não é indício
de experiência, pois enquanto o tempo é relativo, a experiência é
absoluta.

A dependência entre o tempo e a experiência é de que o tempo não
garante experiência, enquanto que para se ganhar experiência
precisa-se de tempo. Isso porque a experiência depende de atividades,
trabalhos, esforços, e esses gastam tempo para serem realizados. A
verdade é que você pode ver os anos se passarem e não ganhar
experiência alguma, ou pode agir e ganhar experiência a cada dia.

Na Maçonaria isso não é diferente. Você pode ter 40 anos de Maçonaria
e não ter experiência alguma. Basta você não visitar outras Lojas, não
conhecer outros Ritos, não visitar Obediências amigas, não participar
dos mais diversos eventos maçônicos, não ingressar nos Altos Graus,
não ler e estudar.

Você terá muito tempo de Maçonaria, mas não terá experiência alguma
além daquela obtida em sua própria Loja. Em contrapartida, a
realização de tais atividades é diretamente proporcional à experiência
maçônica, o que significa que um maçom atuante e estudioso, com o
passar dos anos, poderá acumular bagagem o bastante para ser uma boa
referência em seu meio e colaborar para o desenvolvimento de seus
irmãos.

Em outras palavras, tempo está relacionado a sobreviver, enquanto que
experiência está relacionada a viver. Se você viver a Maçonaria, você
ganhará experiência, e se você apenas sobreviver na Maçonaria, apenas
acumulará tempo. É uma questão de escolha e de vontade. Tempo só é
sinal de experiência quando bem aproveitado. Então faça a escolha
certa e aproveite o tempo, e assim você viverá experiências
maravilhosas na Maçonaria.

Fonte: http://www.noesquadro.com.br

Ritos Masónicos más conocidos

fonte: http://eruizf.com/masonico/index.html


El Rito masónico es el conjunto de ceremonias que, por una parte,
estructuran el trabajo colectivo efectuado por las logias y, por otra,
favorece el trabajo introspectivo de cada francmasón. A través de
ellos se comunican también los signos, toques, palabras y demás
instrucciones secretas. Ningún Rito tiene supremacía sobre otro.

Las diversas ceremonias que acompasan el trabajo masónico son
prescritas por rituales específicos que ponen en obra el Rito: ritual
de apertura y cierre de los trabajos de Logia, ritual de iniciación,
ritual de la cadena de unión, ritual de instalación del Venerable y de
los Oficiales de la Logia...

Un Rito masónico es un sistema independiente y distintivo, con sus
rituales, signos, palabras de pase y ceremonias y número de grados que
lo identifica. A pesar de la diversidad de grados y Ritos existe una
unidad fundamental en la masonería, llamada la Masonería Azul o
Masonería Simbólica, que comprende los tres primeros grados de
Aprendiz, Compañero y Maestro.

El ritual masónico se caracteriza por ser iniciático, esotérico y
tradicional. Es iniciático en el sentido de que es necesario haber
sido "iniciado", después de un paso voluntario, en una vía nueva y
gradual de autoconocimiento y desarrollo; lo es también en el sentido
de que permiten a aquéllos que lo viven y lo practican conocerse mejor
y progresar por un trabajo incesante y fecundo sobre ellos mismos.
Para practicarlos, hace falta haber sido iniciado después un paso
voluntario y reflexionado concienzudamente.

La comprensión de cualquier rito, sea éste masónico o de cualquier
otra naturaleza, requiere una parte importante de implicación. Un rito
al cual se asiste como espectador, como simple observador, está
desprovisto de significado y de todo impacto. Es posible incluso que
se vuelva grotesco y alienante a los ojos de aquel que no se siente
partícipe del mismo.

Es esotérico en el sentido de que se expresa mediante un lenguaje
simbólico; es el propio francmasón, mediante su experiencia personal,
el que irá desvelando el valor de los símbolos del rito en su propia
edificación moral e intelectual.

Por último, es tradicional porque emana en gran medida de tradiciones
y mitos ancestrales de la humanidad.
Existieron dos corrientes principales, que agruparon a los diferentes
ritos: la primera corriente de los "Modernos" (fundadores de la
primera Gran Logia de Londres, en 1717), y la segunda de los
"Antiguos" (los mismos que fundaron hacia 1732 la Gran Logia de
Escocia, aunque su rito fue creado anteriormente y aun se practica en
Bristol y en todas las Grandes Logias de Estados Unidos).
________________________________
Algunos ritos masónicos practicados en el mundo son:

Rito Americano
Rito de Chastanier
Rito de Fessler
Rito de la Estrella Flamígera
Rito de la Estricta Observancia
Rito de la Gran Logia de los Tres Globos
Rito de la Observancia Laxa
Rito de la Orden del Templo
Rito de los Arquitectos Africanos
Rito de los Caballeros Bienhechores de la Ciudad Santa
Rito de los Elegidos Cohens
Rito de los Emperadores del este y del Oeste
Rito de los Filaletes
Rito de los Hermanos del Asia
Rito de Menfis y Mizraím
Rito de Perfección
Rito de Permnetty
Rito de Schroeder
Rito de Swedenborg
Rito de York
Rito de Zinnendorf
Rito del capítulo de Clermont
Rito del derecho Humano
Rito del Elegido de la Verdad
Rito del Hermano Henoch
Rito del Martinismo
Rito del Velo Púrpura
Rito Egipcio de Cagliostro
Rito Egipcio o de Mizraim
Rito Escocés Antiguo y Aceptado
Rito Escocés Filosófico
Rito Escocés primitivo
Rito Escoces Rectificado
Rito Escocés Estándar
Rito Helvético Reformado
Rito Malgache
Rito Moderno o Francés
Rito Nacional Mexicano
Rito Oriental de Memphis
Rito primitivo de los Filadelfos
Rito Primitivo de Narbona
Rito Reformado
Rito Sueco
Rito Templario

Ritos derivados de los rituales de los "Modernos"

Rito de la Estricta Observancia Templaria
Rito Escocés Antiguo y Aceptado
Rito Escocés Primitivo o Early Grand Scottish Rite
Rito Escocés Rectificado
Rito Francés
Rito Nacional Mexicano
Rito Operativo de Salomón
Rito Sueco
Rito Zinnendorf

Ritos derivados de los rituales de los "Antiguos"

Rito Escocés o Rito Escocés Estándar
Rito Schröder
Rito York

Rituales de la Gran Logia Unida de Inglaterra

Emulación
Bristol
Oxford
Plymouth
Exeter
Domatic
Metropolitan
Stability
West London
South London
Humber
Taylor

Poderes do CNJ

A vergonhosa justiça brasileira, de um lado os corruptos e intocáveis
de toga, os com X vermelho e de outro lado, os coerentes e justos com
a população brasileira, aos que tem X vermelho o nosso desprezo e aos
que tem o V verde o nosso reconhecimento e aplausos.

Chega de panelinha, de quase 800 processos contra juízes, somente 11
foram á julgamento, isto é uma vergonha...

Como cuidar da motocicleta parada

Por André Jordão

Depois daquela longa (ou até mesmo curta) viagem de fim de ano,
infelizmente, chegou a hora de encostar sua motocicleta na garagem e
voltar ao batente. Certo? Não, errado. Antes de parar sua moto há
alguns cuidados importantes que devem ser tomados – não largue sua
companheira lá esquecida juntando poeira. Durante as "férias" da sua
moto, vale a pena ficar atento para não ter surpresas desagradáveis da
próxima vez que for pegar a estrada. Para isso conversamos com
especialistas e elaboramos um guia para ajudá-lo a não passar nervoso
antes de sua próxima aventura.

A primeira atitude que os mecânicos recomendam ao voltar de uma
viagem, seja praia, campo ou interior, é uma lavagem completa. Pois o
sal, lama, areia e outras sujeiras acumuladas podem deteriorar partes
de sua motocicleta. Depois de limpa, a lubrificação das articulações
deve ser minuciosa, utilizando o lubrificante adequado para cada peça.
Esse item merece um cuidado especial, pois algumas partes podem ficar
ressecadas e ter seu funcionamento comprometido da próxima vez que
você for rodar com sua moto. Peças, como eixo e rolamento, por
exemplo, terão de ser trocados muito antes da hora, caso não sejam
lubrificados adequedamente.

Outro item que sempre dá dor de cabeça aos motociclistas mais
descuidados é a bateria. Por isso Antonio Marcos Montagnana, conhecido
como Marquinhos, mecânico que já participou oito vezes do Rally dos
Sertões, aconselha deixar o componente sempre desligado. "O cabo
positivo da bateria tem que ser desconectado para que o motociclista
não tenha surpresa desagradável ao tentar dar a partida".

Segundo Marquinhos, o tanque de combustível deve ser drenado. No caso
de motos carburadas é necessário drenar também o combustível da(s)
cuba(s) do(s) carburador(es). "Outra dica é injetar um pouco de
desengripante através do tubo de alimentação de combustível, para
manter peças internas, como agulha de bóia, sempre sob efeito de uma
película lubrificante protetora", finaliza.

Outro detalhe que merece atenção é a corrente. A maioria das pessoas
usa graxa, preta ou branca, ou um lubrificante inadequado, o que para
o mecânico especializado em duas rodas, da oficina Street Fighters,
Rogério China Otani, é como passar um creme esfoliante. "A graxa
acumula poeira e com o tempo destrói os retentores e o-rings da
corrente. Deve ser utilizado um lubrificante especial para corrente,
que tem um fixador que não deixa o lubrificante se desprender ao
rodar, e também não acumula resíduos", aconselha.

Os especialistas alertam ainda para outros detalhes, como combustível
de qualidade, óleo apropriado, calibragem correta dos pneus, entre
outros, para evitar desagradáveis surpresas. Um exemplo simples, mas
que muitos se esquecem, é o aperto da moto, explica China. "Muitas
pessoas pensam que o reaperto da moto só deve ser feito quando ela é
submetida a terrenos mais irregulares, o que é errado. A vibração, que
acontece em qualquer tipo de solo, vai soltando parafusos e isso pode
se tornar um problema no futuro", avalia. Por isso mesmo, China
aconselha ao motociclista levar sua moto para um mecânico de confiança
realizar esse "reaperto" depois de uma longa viagem.

Protegida

Já que sua moto vai ficar parada por algum tempo, pelo menos até a
próxima aventura, nada mais justo que os pneus recebam uma atenção
especial. China aconselha uma calibragem extra, em torno de cinco
libras acima do recomendado pelo fabricante – porém a dica só vale se
a moto for ficar estacionada. Para evitar que os pneus apoiados no
chão por muito tempo fiquem "quadrados", os mecânicos aconselham ainda
o uso de um cavalete.

Marquinhos dá outra dica importante: "se possível, mantenha os pneus
sempre calibrados com nitrogênio, pois este gás não sofre com a ação
da temperatura, mantendo por um período muito maior a calibragem
recomendada. Porém não se deve utilizar o nitrogênio para calibragem
de motos esportivas, pois como se trata de um gás frio, pode
interferir na temperatura de aquecimento dos pneus em altas
performances".
Uma proteção, como uma capa, é recomendada. Principalmente para quem
tem cachorro em casa. A urina corrói aros e raios e é péssima para sua
moto.

Não se esqueça!

Alguns procedimentos simples ainda contribuem para que sua moto fique
sempre em ordem. A motocicleta deve ser ligada a cada dez dias, pelo
menos. Algumas voltas no quarteirão periodicamente já são suficientes
para que o combustível limpe todo o sistema de alimentação, evitando
formações de borras. Além disso, todo o sistema elétrico e eletrônico
da sua moto será revitalizado, recarregando a bateria naturalmente.
Portanto, não esqueça sua companheira de estrada largada no canto.
Moto foi feita para rodar!

Entretanto, se o descuido aconteceu e sua moto já enfrenta problemas,
Marquinhos adverte: "No caso de motocicletas com mais de um cilindro
que só possuam partida elétrica, aconselha-se nunca dar o famoso
'tranco', nem se utilizar da famosa 'chupeta'". O mecânico explica que
o tranco pode causar travamento do motor ou comprometer as bielas da
moto. Já a "chupeta" pode queimar componentes elétrico/eletrônicos
importantes da motocicleta, como módulos, relês, CDI, etc.

Se você tiver disciplina e, mais do que isso, hábito de realizar estes
procedimentos em sua motocicleta, a economia pode chegar a R$ 500.
Sim, é este o valor médio para quem liga para um mecânico de última
hora implorando socorro para poder, enfim, pegar a estrada tranquilo.

Dez dicas rápidas para quem vai deixar a moto parada
1- Sempre que voltar de uma viagem, lave sua motocicleta
2- Mantenha sua moto lubrificada
3- O pólo positivo da bateria deve ser desligado
4- É importante drenar todo o combustível do tanque de gasolina
5- A corrente deve receber um lubrificante especial
6- O reaperto da sua motocicleta deve ser feito periodicamente
7- O pneu deve receber uma calibragem extra, em torno de cinco libras
8- Use uma capa para cobrir sua moto
9- Ligue sua motocicleta a cada dez dias
10- Não dê tranco, nem faça chupeta em sua moto caso a bateria descarregue

Fonte: moto.com.br

Aposentado viaja pelo Brasil de moto com dois cachorros

O aposentado Luiz Carlos Negrini saiu de Niterói, no Rio de Janeiro, e
carrega na garupa dois passageiros diferentes. As cadelas Nani e
Catarina são suas parceiras inseparáveis nas viagens que realiza pelo
Brasil.

"Nós já fomos de Niterói até Porto Alegre, e mais 15 cidades no
interior do Estado. Já rodamos 6.140 quilômetros", conta Negrini. O
aposentado toma todos os cuidados necessários, e os animais usam
vários itens de segurança. "Elas viajam com os olhos e ouvidos
protegidos", diz o aposentado. Por onde passam, motociclista e
cachorros chamam a atenção das pessoas, que acham interessante a cena
e até tiram fotos com as cadelas na garupa da moto.


RockRiders.com.br já realizou uma entrevista com o motociclista Luiz
Carlos Negrini.

Fonte: Notícia do Site G1.com.br

Momento Moto estreia na Band

A partir de 15/1, Dinno Benzatti comandará na Band TV (São Paulo) o
programa Momento Moto. A edição de estreia terá como destaques
reportagens sobre a fábrica italiana da MV Agusta, a Apache 150cc da
Dafra, além de quadros sobre segurança e dicas de manutenção para os
motociclistas.

A linha editorial contempla mototurismo, lançamentos, curiosidades,
clássicas, testes, personalidades, equipamentos, experiência
motociclística, opções de lazer e tudo o que cerca o mundo das duas
rodas.

A atração vai ao ar às 10h00, sempre aos domingos, com reprises no
Bandsports, logo após às 11h30 e às segundas-feiras (1h e 7h30) e
quartas-feiras, às 18hs. A Band Internacional também transmitirá o
programa semanalmente, às 12h15 (horário da costa Leste dos Estados
Unidos).

Na equipe, além do próprio Dinno, estão o produtor Vinicius Gaspar e
os editores Vitor Mayer e Leo Smurf.

O programa nasceu em 2005, no Canal 21, com o nome MotoShow. Depois,
já como Momento Moto, foi transmitido pela All TV entre 2007 e 2009,
em 2010 pela CNT e exclusivamente no Bandsports no último ano. Na
Band, ele desponta como o primeiro programa 100% vivência
motociclística da TV aberta no Brasil.

Fonte: Equipe MOTO.com.br

Kasinski ocupa 3ª posição em emplacamento de motos

A marca sino-brasileira CR Zongshen alcançou a 3ª posição no ranking
nacional de motocicletas emplacadas no mês de dezembro, com 3.481
motos Kasinski e Flash, ultrapassando a Suzuki, segundo dados
divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos de
Veículos Automotores (Fenabrave).

Em 2011, a montadora comercializou mais de 59 mil motocicletas. Com
isso, a empresa registra um crescimento de 246% se comparado a 2010.

Fonte: sobremotos.com.br

Motocicleta movida a Diesel é inventada na Inglaterra

Chama-se Track 800 CDI e é um modelo Big Trail...

A empesa Ovik Special Vehicles da Inglaterra, será a encarregada a
comercializar a nova motocicleta Track 800 CDI, que se destaca por
utilizar uma mecânica diesel de origem da Mercedes Benz, que lhe
permite rodar de 30 a 65 km com um litro de combustível, é um modelo
aventureiro Big Trail.


O motor dessa motocicleta é semelhante aos utilizados nos veículos
utilitários da linha Smart do grupo Daimler-Benz, tem um propulsor de
três cilindros em linha de 799cc, com alimentação turbo e intercooler
com 54hp.
Seu preço na Inglaterra será o equivalente a 19.000 euros,
aproximadamente 46 mil reais, depois, será comercializada pelo mesmo
valor na comunidade europeia.


Fonte: RockRiders.com.br

Como abastecer motos em grupo

Sempre recomendo isso, mas poucos escutam... Economiza muito tempo.

Segue anexo uma dica de como se deve estacionar as motos para
abastecimento no posto de gasolina, quando se viaja em grupo.

É simples e todos se beneficiam com esta pratica. Se os amigos me
observassem, teriam visto que sempre estaciono desta maneira..?

Kawasaki Concours 14 chega por R$ 76.790

Apresentada para o público brasileiro em outubro, durante o Salão Duas
Rodas 2011, a Kawasaki Concours 14 chega agora às concessionárias como
uma nova opção de motocicleta touring e preço sugerido de R$ 76.790
(SP/RJ).


Com algumas concorrentes de peso no segmento, caso da BMW K 1600 GT e
da renovada Honda Gold Wing 1800, a Concours apimentará ainda mais o
mercado de luxo sobre duas rodas.


A nova touring da Kawasaki oferece controle de tração KTRC e sistema
de freios ABS, além de um motor quatro cilindros em linha e 1.352 cm³
de capacidade. A potência máxima chega a 155 cv.


Hoje, a Kawasaki tem 49 concessionárias em todo o Brasil, mas a
previsão é chegar a 60 revendas autorizadas até o final do ano.

Fonte: moto.com.br

Fwd: [MCBDA] Mercado de motos tem segundo melhor janeiro

Segundo dados divulgados pela Fenabrave (federação das
concessionárias), a venda de motocicletas em janeiro atingiu a segunda
melhor marca da história no primeiro mês do ano – perdendo apenas para
janeiro de 2008, antes da crise financeira mundial.

Com 142.222 unidades emplacadas, o setor confirma a previsão dos
fabricantes de que o mercado deve voltar a crescer no mesmo ritmo pré
crise. A marca também mostra crescimento de 6,91% em relação a janeiro
de 2011, quando 133.024 unidades foram comercializadas – porém, se
comparado a dezembro passado (193.510 unidades) houve queda de 26,5%.

De acordo com a MB associados, empresa que presta consultoria para a
Fenabrave, o mercado de motos deve superar dois milhões de motos
emplacados em 2012.

Fonte: moto.com.br

Harley-Davidson lança nova moto da família Softail

A Harley-Davidson lançou nos Estados Unidos uma nova motocicleta na
família Softail, a Softail Slim. Com pneu traseiro discreto e poucos
elementos cromados, o nome Slim foi adotado para batizar um modelo
custom que promete discrição e bom gosto.


O assento é específico da Slim e fica apenas a 65 cm de altura em
relação ao solo para oferecer uma posição de condução característica
das motos bobbers. Já o motor é um Twin Cam 103B com 1.690 cm³ de
capacidade e refrigerado a ar.


Outras características do modelo são: câmbio de seis marchas,
escapamento shotgun, velocímetro eletrônico, detalhes por toda moto em
preto metálico e fosco, e ainda os freios ABS de série. O preço ainda
não foi divulgado.


Fonte: moto.com.br

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