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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Grade do Oriente

Grade do Oriente


As igrejas católicas foram, sem dúvidas, juntamente com o Parlamento
Inglês, os principais arquétipos dos Templos Maçônicos, sendo o
primeiro deles erigido na Inglaterra, em 1776.
Esses Templos tem a orientação dirigida do Ocidente para o Oriente,
tendo a direita, de quem entra, o Sul, e na esquerda, o Norte.
Normalmente, mas nem sempre é obedecido, o Ocidente é uma vez e meia
maior do que o Oriente, no comprimento. Nos Templos onde se praticam
alguns Ritos, como o R.:E.:A.:A.:, por exemplo, existe uma grade
baixa, conhecida como Balaustrada, ou Gradil, ou Grade do Oriente, com
uma passagem no meio dela, separando o Oriente do Ocidente (nos
templos onde se praticam os Ritos de York e Schroeder, ela não
existe).
Nesses Templos onde existe a Grade do Oriente, ela nada mais é, do que
uma separação física, delimitando as duas áreas citadas acima. Nas
Igrejas, existe algo semelhante, a qual separa o Presbitério da Nave,
e que a Maçonaria, sabiamente copiou.
Assim, o Oriente dos Templos Maçônicos onde ficam o Venerável Mestre,
autoridades Maçônicas, Mestres Instalados, etc, assemelha-se ao
Presbitério, onde ficam os Sacerdotes. O Ocidente, onde ficam os
demais Obreiros, assemelha-se à Nave, onde ficam os fiéis.


M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 7 de maio de 2013

Maçons Aceitos

O termo "Aceito" aparece muitas vezes nos documentos atuais da
Maçonaria Simbólica e, obviamente, é de total interesse dos maçons.
Membros da "Companhia de Maçons de Londres" e da antiga "Companhia da
Cidade" foram "aceitos na Ordem" e considerados e mantidos como Maçons
nas Lojas. Após essa "Aceitação", homens se tornavam Maçons, conforme
anotações na seção de procedimentos das citadas companhias. Elias
Ashmole, por exemplo, foi um dos "Aceitos".
O Maçom Aceito do século XVII na Inglaterra, era essencialmente
diferente de um membro operativo, e talvez até, mais importante.
Nessas companhias de Maçons deveria ter, nessa época, maçons
operativos, juntamente com os "aceitos", que eram homens que nunca
haviam tocado numa ferramenta de trabalho em toda sua vida. Eram
aristocratas, cavalheiros, que foram admitidos devido seu patrimônio
ou pela gentileza dos demais sócios. Mas, o Maçom Aceito era,
originalmente, tanto em caráter, como para todos os propósitos
práticos, um Maçom como qualquer outro.
Dessa pratica em uso, cresceu ao longo do tempo, o uso das palavras
"Aceito" ou "Adotado" para indicar um homem que tinha sido admitido
dentro da irmandade dos maçons simbólicos. Existem poucas referencias
históricas, entretanto, não há nenhuma duvida que os maçons, mais
geralmente conhecidos como Maçons Aceitos, foram se tornando bem
conhecidos no ultimo quarto do século XVII.
Nas Lojas da Maçonaria Escocesa Operativa era comum o uso do termo
"Admitido" entre os seus membros. Aliás, na pequena nobreza e nas
famílias conceituadas, também era comum o uso desse termo.

Livre e Aceito.

Apesar do termo "Maçom" estar em uso nos dias da idade média e
candidatos serem "aceitos" na Francomaçonaria, na metade do século
XVII, a primeira vez que apareceu a frase "Maçom Livre e Aceito" foi
em 1722, cinco anos após a Primeira Grande Loja ter sido fundada. Isso
ocorreu no título de um panfleto, que hoje é conhecido como "Roberts´
Pamphlet", imprimido em Londres em 1722. O título era: "As Antigas
Constituições pertencentes a Antiga e Respeitável Sociedade dos Maçons
Livres e Aceitos ". Oficialmente, a frase foi usada pelo Dr.Anderson
na segunda edição das Constituições em 1738 e ao longo do tempo, foi
adotada pelas Grandes Lojas da Irlanda, Escócia e grande numero das
Grandes Lojas dos EUA.
A teoria admitida é que as duas palavras entraram em conjunção para um
objetivo comum, pois muitas antigas Lojas tinham entre seus membros,
"Maçons Aceitos" e outros que eles chamavam de "Freemasons – Maçons
Livres".
Isso, tanto na Maçonaria Operativa, como na Especulativa. Então, foi
razoável aceitar o termo "livre e aceito" para cobrir os dois grupos
que se expandiam rapidamente e que estavam em fusão.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

Cabaré processa IGREJA UNIVERSAL!!!!!!

Aquiraz - Ceará

O Prefeito de Aquiraz, Antonio Fernando Freitas Guimarães do PSB,
veterinário, disse que ficaria neutro...

Tarcilia Bezerra começou a construção de uma expansão de seu cabaré,
para aumentar suas "atividades" em constante crescimento, após a
criação de Seguro desemprego para pescadores e vários tipos de Bolsas.

Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para
bloquear a expansão - com sessões de oração em sua igreja de manhã, a
tarde e a noite.

O trabalho da ampliação e reforma progrediu célere até a semana antes
da grande reabertura, quando um raio atingiu o cabaré da Tarcilia,
queimando as instalações elétricas provocando um incêndio que destruiu
o telhado e grande parte da construção.

Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja ficaram
bastante presunçosos e se gabavam para todos "o grande poder da
oração."

Mas na semana passada, Tarcilia, processou a igreja, o pastor e toda
a congregação com o fundamento de que a Igreja "foi a responsável pelo
fim de seu prédio e seu negócio - seja através de intervenção divina,
direta ou indireta e ações ou meios. "

Na sua resposta a ação, a igreja, veementemente e vorazmente negou
toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do
edifício.

O juiz, leu a reclamação do autor e a resposta do réu, e na audiência
de abertura, ele comentou:

"Eu não sei como diabos eu vou decidir neste caso, mas parece que a
partir do que lí até agora temos ; Uma proprietária de puteiro que
firmemente acredita no poder das orações, e uma igreja inteira que
pensa que as orações não valem nada "

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