-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
segunda-feira, 30 de março de 2026
A era dos SEM NOÇÃO
quinta-feira, 26 de março de 2026
Exploração de Recurso Natural em área urbana - ABSURDO!!!!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Brasil Profundo
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
E o alemão falou na COP30...
sábado, 15 de novembro de 2025
Dia da Umbanda
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
Mais uma cretinice de Bebê Reborn
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Triangulo mineiro já foi paulista e goiano
Depois de ter sido meio espanhol e um tanto capixaba, o Triângulo passou por mais duas situações administrativas antes de ser mineiro: foi paulista e foi goiano.
Nos finais do século XVI, os reinos de Portugal e Espanha foram fundidos num só sob o comando do rei Fernando II, espanhol. Com isso, não havia mais razões de existir a linha demarcatória estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas. Por outro lado, os limites marcados anteriormente pelo reino de Portugal para as Capitanias Hereditárias tiveram seus interiores totalmente desrespeitados, mesmo porque os capitães governadores estavam preocupados apenas com o litoral. Como diziam os jesuítas, eles arranhavam a praia como os caranguejos.
A capitania de São Vicente, depois capitania de São Paulo, terra dos mais autênticos mamelucos, vivia momentos angustiantes de pobreza, mas valentes e dispostos a permanecer no lugar, os paulistas organizaram bandeiras que saiam a aprisionar índios para escravizá-los e vendê-los. Era o meio de vida dos primeiros bandeirantes.
Dessa forma, eles alargaram suas fronteiras interiores. A tal ponto que o Sul do país passou a ser paulista mais o Triângulo, Goiás e Mato Grosso. Tudo paulista.
Curiosa a situação das terras de Minas Gerais (que ainda não existia como Capitania) nessa época. O gado nordestino veio subindo pelas margens do São Francisco à cata de vegetação mais fresca e foi arrastando a peonada e as divisas interiores das capitanias da Bahia e de Pernambuco. Então, de Minas, pertencia a São Paulo o Sul e o Triângulo; o Leste mineiro à Bahia e o Oeste a Pernambuco.
Foi o período do Triângulo paulista. Que durou até que a exploração do ouro e seu controle exigiram a criação das capitanias das Minas e de Goiás.
Primeiro se criou a das Minas e se estabeleceram os limites com São Paulo. Ao Sul foi muito problemático, mas não nos interessa; no Triângulo foi muito fácil porque não havia riqueza nenhuma e pouco preocupou sua demarcação. Mas houve. Ela pegava da foz do rio São Marcos, no Paranaíba, e vinha em linha reta até o rio Grande, no ponto em que ele faz um ângulo quase reto ao tomar o rumo do Sul, ali pelas proximidades do Desemboque.
Com a descoberta de ouro em Goiás, com o mesmo objetivo fiscalizador, criou-se a capitania goiana. Como área saída de São Paulo, o Triângulo incorporou as terras que formaram Goiás por ficar no meio do caminho, mantendo a mesma divisa com a capitania mineira.
A passagem do Triângulo, de Goiás para Minas, é que foi curiosa. Os aventureiros do Desemboque procurando safar-se de uma derrama que se planejava para a capitania das Minas convenceram as autoridades goianas de que o Desemboque ficava dentro da área do Triângulo, quando, não ficava. Goiás mandou forças para a região, tomou posse do Desemboque e nomeou suas autoridades. Não satisfeitos com o avanço sobre parte do território mineiro os goianos invadiram Araxá e nomearam suas autoridades. Aqui, entretanto, o carro pegou porque os araxaenses não aceitaram a invasão e peticionaram ao príncipe d. João para que fosse respeitado o limite entre as duas capitanias. A essa altura, Goiás já tinha elevado o Desemboque a sede de comarca com jurisdição sobre toda a mesopotâmia formada pelos rios Grande e Paranaíba.
A situação era a seguinte: todo o Triângulo, até proximidades do Desemboque era, desde o início, goiano, passado que foi de São Paulo para Goiás. O Desemboque e Araxá eram mineiros desde a criação da capitania, porém estavam aposseados pela capitania goiana.
Os principais de Araxá requereram e foram atendidos. D. João ao determinar que as terras do Araxá e do Desemboque retornassem a Minas referiu-se não à vila do Desemboque e do Araxá, mas à comarca do Desemboque e, nessas condições, ia o Triângulo a reboque para Minas. A ganância goiana deu com os burros n'água e fez a capitania perder a enorme área do Triângulo.
Essa, pois, em linhas rápidas, a história do Triângulo paulista, goiano e, finalmente, mineiro.
Antônio Pereira da Silva
OBS IMPORTANTE: O Julgado do Desemboque, criado em 1766, atingia todo o Triângulo Mineiro mais o Sul de goiás. Dez anos mais tarde, foi criado o Julgado de Santa Cruz, no Sul de Goíás que passou a ter jurisdição sobre esta área. Ficou com o Desemboque apenas o Triângulo. (Freitas, José Ferreira, Sertão da Farinha Podre, ed. Do A., 2002)
quarta-feira, 23 de março de 2016
As diferentes maneiras de contar a mesma história...
veiculada pela imprensa brasileira?
*Jornal Nacional*
(William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um
lobo na noite de ontem…'
(Fátima Bernardes): '…mas a atuação de um caçador evitou a tragédia.'
*Programa da Hebe* (é bom lembrar que a Glória Maria é quase igual.)
"…Que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda
aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?"
*Cidade Alerta*
"…Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as
autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem
transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva…
Um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Põe a cara desse marginal
no ar, porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de
lobo, não!
Presta bastante atenção gente, essa história é impressionante! Não
saia daí: daqui a pouco eu volto nesse caso."
*Superpop*
"Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é
alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um
ano. Abafa o caso!"
*Globo Repórter*
"Tara? Fetiche? Violência?
O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente?
O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com os
amigos e parentes do Lobo em busca da resposta. Vamos viajar pela
mente do psicopata.
E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares
das vítimas, que se silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter..."
*Discovery Channel*
"Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver."
*Revista Veja*
"Lula sabia das intenções do Lobo."
*Revista Cláudia*
"Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho."
*Revista Nova*
"Dez maneiras de levar um lobo à loucura, na cama!"
*Revista Isto É*
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
*Revista Playboy*
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho no mês seguinte): "Veja o que só o
lobo viu."
*Revista Vip*
"As 100 mais sexies - Desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!"
*Revista G Magazine*
(Ensaio com o lenhador): "O lenhador mostra o machado."
*Revista Caras*
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: "Até ser
devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra
pessoa."
*Revista Superinteressante*
"Lobo Mau: mito ou verdade?"
*Revista Tititi*
"Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio."
*Folha de São Paulo*
"Lobo que devorou menina era do MST"
*O Estado de São Paulo*
"Lobo que devorou menina seria filiado ao PT."
*O Globo*
"Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para
salvar menor de idade carente."
*O Povo*
"Sangue e tragédia na casa da vovó."
*O Dia*
"Lenhador desempregado tem dia de herói."
*Extra*
"Promoção do mês: junte 20 selos, mais R$19,90 e troque por uma capa
vermelha igual a da Chapeuzinho!"
*Meia hora*
"Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!"
*Capricho*
Teste: "Seu par ideal é lobo ou lenhador?"
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Mar de Minas
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Morre Oscar Niemayer aos 105 anos
Tem gente que não gosta de suas obras, mas eu gosto muito.
Esse blog deixa uma sincera homenagem ao homem que desafiou a arquitetura que ele dizia comercial e lançou sua forma de interpretar o mundo...
Descanse em paz, Ó Grande Arquiteto!
Leilão da virgindade de Catarina Migliorin
E que fim levou o selo de Catarina?
Será que já era ou ainda resiste?
Alguém ouviu falar do que aconteceu?
Ela deve estar pensando: podem falar de mim, mas eu tenho um milhão de
reais e vocês não têm...
Andressa Urach e Camila Vernaglia
vencedoras do Miss Bumbum, a ex-latinete e vice-campeã do concurso,
Andressa Urach, decidiu não mais comentar o assunto. A beldade, no
entanto, foi flagrada em clima de romance com a terceira colocada na
competição, Camila Vernaglia, durante um passeio de lancha. A
informação é da coluna Retratos da Vida, do jornal "Extra".
As beldades estavam com algumas candidatas do concurso, no Guarujá,
litoral de São Paulo, para comemorar o resultado da competição que
escolheu o bumbum mais bonito do Brasil. E entre um churrasco e outro,
Andressa e Camila aproveitaram para namorar.
Será que é apenas fachada, para virar notícia?
fonte: Portal HD
ps: Deus no céu e essas duas na Terra... Tão tirando foto do paraíso!!!!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Tomada elétrica brasileira....
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro?
Eu acho que alguém ganhou muito com essa invencionice... Só Brasil mesmo...
Uma das maiores cretinices inventadas pelo desgoverno lulopetista foi a
nova tomada elétrica de 3 pinos, que é incompatível com TODAS as tomadas da
galáxia. Nem nas tomadas do Império Klingon ou do Império Romulano essa
bosta encaixa!
De uma hora para outra, todas as nossas tranqueiras elétricas e gadgets,
que usam plugues com o modelo universal, simplesmente ficaram imprestáveis.
Como somos brasileiros e não desistimos nunca, é chegada a hora de
invocarmos a Santa Gambiarra, a santa protetora de todos os brasileiros.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Lenda do Chimarrão / Oração do Chimarrão
Federal de Santa Maria, indica como começou o uso da erva mate. A mais
antiga aponta para a trajetória de uma tribo nômade de índios guarany.
Um dia, um velho índio, cansado das andanças, recusou-se a seguir
adiante, preferindo ficar na tapera.
A mais jovem de suas filhas, apesar do coração partido, preferiu ficar
com o pai, amparando-o até que a morte o levasse à paz do Yvi-Marai, a
seguir adiante, com os moços de sua tribo.
Essa atitude de amor rendeu-lhe uma recompensa.
Um dia um pajé desconhecido encontrou-os e perguntou à filha Jary o
que é ela queria para ser feliz.
A moça nada pediu, mas o velho pediu 'renovadas forças para poder
seguir adiante e levar Jary ao encontro da tribo'.
O pajé entregou-lhe uma planta muito verde, perfumada de bondade, e o
ensinou que, plantando e colhendo as folhas, secando-as ao fogo e as
triturando, devia colocá-las num porongo e acrescentar água quente ou
fria.
'Sorvendo essa infusão, terás nessa nova bebida uma nova companhia
saudável mesmo nas horas tristonhas da mais cruel solidão'.
O ancião se recuperou, ganhou forças e viajou até o reencontro de sua tribo.
Assim nasceu e cresceu a caá-mini, que dela resultou a bebida caá-y,
que os brancos mais tarde chamaram de chimarrão.
A origem do nome mate vem do povo espanhol, que preferiu usar a
palavra 'mati' (cuia), da língua quíchua, para se ajustar melhor à
modalidade grave do idioma.
No entanto, logo foi substituída por uma palavra guarany – caiguá –
nome composto por caá (erva), i (água) e guá (recipiente).
Mandamentos do Chimarrão
seguidos por todos que tomem a erva.
Deve ser decorado pelos iniciantes, para que os mesmos não cometam o
pecado de transgressão de nenhum deles!
Os dez mandamentos do chimarrão
1) Não peças açúcar no mate
2) Não digas que o chimarrão é anti-higiênico
3) Não digas que o mate está quente demais
4) Não deixes um mate pela metade
5) Não te envergonhes do "ronco" no fim do mate
6) NÃO MEXAS NA BOMBA!
7) Não alteres a ordem em que o mate é servido
8) Não "durmas" com a cuia na mão
9) Não condenes o dono da casa por tomar o 1º mate
10) Não digas que chimarrão dá câncer na garganta
São interessantes também os procedimentos ritualísticos a serem
seguidos pelos bebedores de mate, e que se feridos, podem gerar
incidentes diplomáticos... :-)
A mão direita – A entrega da cuia e o recebimento do mate deve ser
feito com a mão direita.
Enchendo o mate - Pega-se a cuia com a mão esquerda e o recipiente com
a direita. Após, acomoda-se o recipiente e se troca a cuia de mão para
matear ou oferecer o mate. seguindo-se, sempre, pelo lado direito, o
lado de laçar. O sentido da volta na roda de mate deverá partir pela
direita do cevador ou enchedor de mate.
A água para preparar o mate - A temperatura nunca deve estar muito
quente, pois pode queimar a erva, dando um gosto desagradável ao mate
e lavando-o rapidamente.
O pialador de mate - É o indivíduo que, chegando numa roda de mate,
posiciona-se à frente da pessoa que está mateando e à esquerda na mão
da roda. O correto é ficar antes do mateador, sempre a sua direita.
A água do mate - A água nuncadeverá ser fervida, pela perda de
oxigênio, transmitindo um sabor diferente ao mateador. O ideal é
quando a água apenas chia.
Cevar com cachaça - Quando as pessoas fecham um mate (ato de
prepará-lo), costumam, em lugar de água para inchar a erva, colocar
cachaça, pois ela fixa por mais tempo a fortidão da erva-mate, sem
deixar o gosto do álcool. Uma vez inchada a erva, cospe-se fora a
infusão até roncar bem a cuia, esgotando-se completamente o líquido.
Só o cevador pode mexer no mate - A menos que se obtenha licença, só o
cevador deve arrumar o mate, considerando-se falta de respeito mexer
sem permissão. Podemos, isto sim, ao devolver a cuia, avisá-lo do
problema.
Em roda de mate - É comum, após o primeiro mate, que sempre é do
iniciar a rodaa pelo mais velho ou por alguém a quem se queira
homenagear.
O primeiro mate - Todo aquele que fecha um mate deve tomá-lo primeiro
em presença do parceiro ou na roda de mate. Este fato se tornou
tradicional devido a épocas em que o mate serviu de veículo para
envenenamentos. Por isso, o ato do mateador tomar o primeiro indica
que o mate está em condições de ser tomado. Há a lenda jesuíta, que
atribuía valores afrodisíacos ao mate. Para evitar que os índios
passassem a maior parte do dia mateando, tentando afastá-los do
hábito, criaram o mito entre os silvícolas cristianizados que Anhangá
Pitã (diabo) estava dentro do mate.
Roncar a cuia - Uma vez servido o mate, deve ser tomado todo, até
esgotá-lo, fazendo roncar a cuia.
Enfim, o mate é toda uma cultura, uma bebida bonita, e deve ter sua
ritualística respeitada, para que todos continuem desfrutando dessa
bebida maravilhosa!
E o ditado "chimarrão tem de estar tão quente que se cuspir no
cachorro cai o pelo", de acordo com o declarado acima, não é
verdade... hehehe
segunda-feira, 26 de março de 2012
A origem do Tchê!
linguajar. Mas, se soubessem a sua origem, mudariam de opinião.
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde tempos
imemoriais: Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como
discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil não seria diferente. Quem já não ouviu um gaúcho dizer:
"Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "Bah, Tchê"?
Essa expressão, própria do sul, tem um significado muito curioso. Para
conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, de quem os gaúchos
herdaram o "Tchê".
Antigamente, o fervor religioso imposto pela igreja católica era muito
grande, notadamente entre a população mais simples. Associe-se a isso o fato
da língua oficial dela e dos cultos ser o latim.
A linguagem falada no dia-a-dia era dominada por expressões religiosas como:
"vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou
falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições
também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou
"menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no
interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de
exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (Tchê) que é a abreviatura da
palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa "do céu". Usavam essa
expressão para expressar espanto, admiração, susto.
Era uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também se serviam dela
para chamar pessoas ou animais.
Como palavra integrante da cultura espanhola, o tchê passou a ser usado
também nas colônias latino-americanas, ou seja, pelos gaúchos originais
(vaqueiros do pampa argentino, uruguaio e do Rio Grande do Sul). Estes
últimos, embora falassem português, acabaram incorporando o termo ao seu
linguajar.
Exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do
céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim, considerando uns aos
outros como gente "do céu".
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autor desconhecido
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Macunaíma
E posso dizer, que depois de muito tempo, encontrei um livro
brasileiro bem escrito, muito inovador e com lendas e folclores do
Brasil afora.
E Mário de Andrade inovou na maneira de escrever, inovou introduzindo
palavras e mais palavras do tupi no livro que narra as peripécias de
nosso "herói sem caráter", em busca de seu amuleto roubado, a
muiraquitã, vivendo as loucuras da cidade grande sem entender direito
o que significa a sociedade urbana, diferente da qual está acostumado,
na selva, em sua tribo, onde era Imperador.
Grande livro, vale a pena ler!
INMETRO cria norma para peças de freio de motocicletas
Normalização e Qualidade Industrial) passa a regulamentar os materiais
de atrito que servem de matéria-prima para as pastilhas e patins de
freio de motocicletas.
Para serem aprovados na norma ABNT 14.958-5 categoria L – específica
para veículos de duas rodas – os produtos passarão por testes de
durabilidade e desempenho, como já é feito com outros materiais.
Por enquanto, não há uma data específica para que a nova norma entre em vigor.
Com os novos padrões, o instituto planeja elevar o padrão de qualidade
das peças oferecidas, principalmente pelo mercado de reposição.
Fonte: www.moto.com.br











