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quinta-feira, 21 de março de 2013

Miados pelo mundo

E em croata, gato não mia??????

Kate Moss faz pose na moto Matchless do filme O Selvagem

Fundada em 1899, ainda no século 19, o mais antigo fabricante de
motocicletas da Inglaterra, a Matchless Motorcycles, está lançando nova
coleção da sua grife de roupas e acessórios e convidou a supermodelo Kate
Moss para estrelar a campanha.

Mas não é só a beldade inglesa que chama a atenção na propaganda. A top
model aparece em fotos em preto e branco juntamente com nada mais, nada
menos que uma clássica moto Matchless do filme O Selvagem (The Wild One),
estrelado por Marlon Brando.

A volta do nome Matchless ao mundo das duas rodas é um fato positivo, mas a
opção de investimento em uma linha de roupas e acessórios e não no
lançamento de uma nova moto é frustrante. Uma jaqueta de couro da marca sai
a partir de 900 libras (cerca de R$ 2.700) e uma jaqueta de algodão sai a
partir de 600 libras (cerca de R$ 1.800).

Fonte: moto.com.br

Francisco! Enfim, um papa “negro”!

por Reinaldo Azevedo

As expectativas não se cumpriram, com exceção, talvez, de uma delas: a
Igreja Católica achou que era chegada a hora de ter um papa não europeu. E
foi buscar o jesuíta Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, que
figurava, sim, na lista dos papáveis, mas estava longe de ser considerado um
favorito.

O curioso é que ele era tido como um nome forte no conclave de
2005, justamente o que escolheu Bento XVI, a quem agora sucede.

É claro que é relevante o fato de ser o primeiro papa do continente
americano, particularmente do subcontinente latino-americano. Mas, na
Igreja, geografia diz menos do que algumas escolhas teológicas e
intelectuais.

O papa Francisco é um jesuíta, o primeiro da história da
Igreja. E isso, sim, é coisa relevante.

Santo Inácio de Loyola fundou a Companhia de Jesus em 1534. Só… 479 anos
depois, um seu sacerdote chega ao topo da Igreja. Isso não acontece por
acaso. Ao longo da história, a Companhia de Jesus se viu no centro das mais
estrambóticas teorias conspiratórias.

O Superior Geral da Ordem dos Jesuítas
tem tal poder sobre seus comandados que é chamado "Papa Negro", numa alusão
à batina preta. Também ele exerce cargo vitalício, a exemplo do papa. O
atual Superior Geral é o padre espanhol Adolfo Nicolás. Vamos ver.

Em vários momentos ao longo desses quase 500 anos, por que a Companhia de
Jesus entrou em confronto com o Vaticano, com a hierarquia católica e com
outras ordens religiosas? Um jogo de palavras do mais famoso jesuíta que
pregou no Brasil (e um dos maiores de todos os tempos), Padre Vieira,
ilustra o confronto de fundo e pode iluminar a escolha do papa Francisco.

No "Sermão da Sexagésima", Vieira faz uma distinção entre os "pregadores do
paço" e os "pregadores do passo". "Paço", como sabe o leitor, quer dizer
"palácio". Vieira, portanto, diferencia o pregador palaciano, o que fica
preso a seu conforto, daquele outro, como os jesuítas, que saíam pelo mundo
pregando a palavra de Deus.

Nesse famoso sermão — e não se esqueçam de que o próprio Vieira foi vítima
do tribunal da Inquisição —, o padre faz uma indagação com três hipóteses.
Pergunta ele por que fazia tão pouco fruto a palavra de Deus na Terra (e
olhem que estava na segunda metade do século XVII…). Poderia ser, especula,
por um desses três fatores: ou por culpa do povo, ou por culpa da Palavra de
Deus, ou por culpa dos pregadores.

Depois de um belíssima exposição sobre a
inocência do povo e da Palavra, ele conclui: "Sabeis, cristãos, por que não
faz fruto a palavra de Deus? Por culpa dos pregadores. Sabeis, pregadores,
por que não faz fruto a palavra de Deus? Por culpa nossa!".

A escolha de um jesuíta para Sumo Pontífice indica que a Igreja pretende,
sim, ser menos palaciana e mais missionária; menos apegada às pompas e
honrarias e mais voltada ao trabalho junto ao povo. Os jesuítas são a ordem
dos "sacerdotes do passo".

Mas atenção! Não se deve confundir essa vocação com qualquer tergiversação
ou fraqueza em matéria de doutrina. Isso vale para os jesuítas de maneira
geral e para o agora papa Francisco em particular. Ao contrário: jesuítas
são, por natureza, disciplinados e disciplinadores. A Companhia de Jesus
foi originalmente fundada em moldes quase militares.

Não há como ignorar que, num momento de crise da cúpula, em que se fala de
uma Cúria dividida em grupos, a escolha de um jesuíta, conhecido por seus
hábitos simples, austeros, é, em certa medida, "anticurial". A Igreja
escolhe o representante de uma ordem profundamente comprometida com o
trabalho missionário e educacional, mas famosa por seu pego férreo à
doutrina.

Mais um papado breve

Há outros sinais que não podem ser ignorados. O papa Francisco já tem 76
anos. Ao contrário do que se esperava, não se escolheu um "papa jovem". É
bem provável que a Igreja tenha decidido encurtar os papados. Como não pode
definir um tempo de mandato, escolheu como variável de ajuste o idade do
indicado.

Muito dificilmente o pontificado de Francisco durará 27 anos, como
o de João Paulo II, que, aos 76 anos, idade do atual Sumo Pontífice,
comandava a Igreja havia já 18 anos — assumiu o comando aos 58.

Os jesuítas são os mais importantes educadores da Igreja Católica. Chegaram
a ser acusados, em vários momentos da história, de ser mais apegados à
lógica do que a mística do Cristo Salvador. No mais das vezes, o que se
apresentava como conflito religioso era só mais um dos confrontos mundanos.

Esse preconceito, como qualquer outro, se assentava numa falsidade de base
verossímil: a Companhia de Jesus nunca abriu mão de suas prioridades em
benefício dos interesses nem sempre muito pios da Igreja Católica.

No Brasil, por exemplo, os jesuítas entraram em conflito com os colonizadores e
com a Coroa portuguesa. Em 1759, o Marquês de Pombal os expulsa do país,
havia perto de 700 no país, e confisca os bens da ordem. Foram levados de
navio a Portugal e presos.

Francisco agora é papa e tem autoridade sobre toda a Igreja. Mas segue sendo
um jesuíta. Que o disciplinador do passo imponha ordem às disputas do paço.

Fonte: Blog Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 20 de março de 2013

Triumph Speed Triple SE, uma edição especial

A Triumph Speed Triple 2013 SE é mais uma edição especial da conhecida Speed
Triple (já avaliada aqui). Visualmente é possível notar que esta
streetfighter apresenta uma pintura diferente daquelas oferecidas no modelo
tradicional. Essa versão especial possui chassi e braço oscilante na cor
azul e ostenta uma cor "grafite fosco".

Outras mudanças incluem algumas peças de fibra de carbono como para-lamas,
aletas laterais, painel de cobertura do tanque e painéis internos do
radiador, em conjunto com uma linha dupla em preto que vem desde o para-lama
dianteiro até o fim do banco. Além da pintura especial e das peças em fibra
de carbono, coube a marca inglesa adicionar uma nova lanterna traseira (mais
clara), bem como novas proteções para a embreagem, alternador, e pinhão.

Apesar das modificações, maior parte delas apenas estéticas, a Triumph Speed
Triple SE mantém a mesma ficha técnica do modelo tradicional com motor de
1.050 cc e 133 cv de potência máxima. Na Europa, a versão especial estará
disponível a partir de 1º de maio, enquanto no Brasil ainda não há
informação se o modelo chegará ao país.

Fonte: moto.com.br

Indian apresenta novo motor Thunder Stroke nos EUA

Aladim Lopes Gonçalves

Parece que o velho índio está fazendo a dança da guerra e planeja atacar os
caras pálidas. A centenária fabricante de motocicletas americana Indian
(marca controlada pela Polaris, juntamente com a Victory) apresentou um novo
e poderoso motor dois cilindros em "V" de 1.819 cm³ (111 polegadas cúbicas).

Desenvolvido em parceria com a Polaris, o propulsor ganhou o nome sugestivo
de Thunder Stroke (algo como pancada do trovão) e deve fazer parte do
próximo modelo da Indian. A expectativa é que a moto seja lançada no mercado
americano até o final desse ano ou ainda no início de 2014.

Mas o Thunder Stroke não foi apresentado apenas criar expectativa entre os
fãs da marca. Na verdade, a Indian pretende fazer bom dele com sua aplicação
no Streamliner Spirit of Munro em homenagem a Indian mais rápida do mundo,
pilotada pelo piloto neozelandês Burt Munro.

Burt Munro ficou mundialmente conhecido por bater o recorde mundial de
velocidade com motos até 1.000 cm³ com uma Indian Scout 1920, no dia 26 de
agosto de 1967, na pista de sal do deserto de Bonneville (Utah). O
neozelandês cravou 320 km/h, feito incrível e de extrema coragem, ainda mais
no comando de uma moto com mais de 50 anos.

Enquanto esperamos o novo lançamento da Indian no mercado americano, ao
menos por enquanto, já que a Polaris do Brasil ainda não manifesta planos de
trazer para o Brasil as máquinas da Polaris e Victory, um programa é
assistir o emocionante filme Desafiando os Limites (The World's Fastest
Indian), com Anthony Hopkins espetacular no papel de Burt Munro.

Fonte: moto.com.br

Nova versão da Ducati Multistrada é atração no Wrooom 2013

Encerrando o evento de lançamento do Wrooom 2013, a marca de Bolonha, a
Ducati Corse, apresentou um novo modelo para seu line-up de motocicletas
para 2013: a Ducati Multistrada 1200 S Dolomites Peak Edition - uma
homenagem à serra onde a Ducati Corse realiza a abertura do Campeonato
Mundial da MotoGP a cada ano.

A Ducati Multistrada 1200 S Dolomites Pico Edition não traz grandes
modificações em relação a versão tradicional, porém o modelo recebeu um novo
grafismo. No tanque antes apenas vermelho, foram adicionadas montanhas em
prata sobre um fundo branco, que segue até a rabeta , além de alguns
detalhes em preto.

Como uma autentica motocicleta italiana, a Ducati Multistrada 1200 S
Dolomites Peak Edition possui motor bibilíndrico (segunda geração do motor
Testastretta 11° DS) suspensão semi-ativa Skyhook, e feixes LED de baixo do
farol, que a deixou com uma cara bem malvada. O preço sugerido da nova
versão ainda não foi divulgado oficialmente pela marca.

Fonte: moto.com.br

O que fazer quando "levar um chão"?

Leandro Lodo



Que piloto de motocicleta nunca caiu? Independente do mundo que ele
pertence, Motocross, Supermoto ou Motovelocidade, "levar um chão" é quase
inevitável. Principalmente em esportes como estes onde há uma busca
incansável por melhores resultados, que quase sempre, se resumem em reduzir
o tempo de volta do traçado.

Devido a grande experiência dos pilotos e a alta tecnologia e qualidade
empregada nos equipamentos, na maioria das vezes, o piloto mal acaba de cair
e já está se levantando para ver se a moto ainda está funcionando para
voltar à pista. Porém, nem sempre é assim. Além disso, mesmo que
aparentemente o piloto esteja bem, algumas medidas preventivas devem ser
tomadas para assegurar a saúde do piloto.

O fato do piloto se levantar e andar pode ser interpretado pelo diretor de
prova que ele está bem. Porém, é importante que o piloto passe algumas
informações sobre seu estado para o resgate ou para a equipe de apoio, por
exemplo, estou bem, preciso de ajuda ou não preciso de ajuda, pois o médico
depende da autorização do diretor de prova para entrar em pista e iniciar os
procedimentos.

Segundo o Dr. Marcos Korukian, médico responsável pelos primeiros socorros
aos pilotos do Moto 1000 GP, pela alta frequência com que estes acidentes
ocorrem, a prioridade no atendimento e nos cuidados com o piloto acidentado
são com lesões de vias aéreas, lesões de cabeça e lesões de pescoço. "O
atendimento inicia com a observação de cada movimento, a simples observação
da cena do acidente traz ao médico informações úteis de possíveis traumas ou
lesões adquiridas mesmo antes da queda", afirma Dr. Korukian.

Diferentemente de outras modalidades esportivas, existem certas
particularidades na abordagem do piloto de motovelocidade acidentado,
especialmente relacionadas aos equipamentos de segurança que tornam o acesso
às vias aéreas e a coluna vertebral mais difícil e ainda podem agravar ao
quadro caso algumas medidas não sejam tomadas. Por exemplo, devido ao
"cupim", o pescoço deve ser aparado com a mão e posteriormente imobilizado,
mas o procedimento não é tão simples assim.

Dr. Korukian explica que "após a retirada do capacete, coloca-se o colar
cervical e os Head Block (suportes laterais), mas como tem o cupim, a cabeça
não fica apoiada na prancha rígida. Então, colocamos um bloco/travesseiro,
para apoiar a cabeça. Já que a cabeça não chega à prancha, fazemos um calço
para levar a prancha até a cabeça e oriento sempre o meu assistente a
manter a estabilização da cabeça e da coluna cervical com apoio das mãos
para evitar a lateralidade (movimento de rotação do pescoço), já que os
tirantes que irão apoiar a testa e o queixo vão estar curtos porque
levantamos a cabeça".

Outro ponto importante é o bom atendimento, que pode exercer grande
diferença na evolução clínica e evitar sequelas ao piloto acidentado. Dr.
Korukian alerta que o atendimento deve seguir uma ordem de prioridade: (A)
vias aéreas e controle da coluna cervical, (B) respiração e ventilação, (C)
controle de hemorragia, (D) avaliação neurológica e por fim (E) exposição,
despir o paciente para melhor avaliação. Além disso, por ser um esporte que
gera acidentes com alta energia, o piloto deve sempre ser posteriormente
avaliado por um médico de confiança para excluir lesões de baço e fígado,
que podem apresentar sintomas até uma semana após o acidente.

Porém, o atendimento deve ser feito sempre por um médico ou socorrista.
Dentro de um circuito fechado, há uma obrigatoriamente do apoio de uma
ambulância e um médico. Mas, caso o acidente acontece fora desse ambiente, o
ideal é que seja acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o
SAMU, através do número telefônico 192.

Dr. Korukian ainda complementa que, nesses casos, enquanto não há médicos ou
socorristas, somente se deve mexer no acidentado quando este estiver em um
local de risco iminente ou quando a sua postura estiver obstruindo as vias
aéreas, pois o quadro pode ser agravado caso os procedimentos corretos não
sejam tomados. Além disso, mesmo que após o acidente aparentemente esteja
tudo bem, passar por uma avaliação médica é sempre recomendável.


Dr. Marcos Korukian

Mestre em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo

Doutor em Medicina pela Unifesp Universidade Federal de São Paulo

Coordenador Médico do Hipismo nos Jogos Pan Americanos Rio 2007

Diretor Médico da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH)

Medico da Motovelocidade Moto 1000 GP

Fonte: moto.com.br

BMW F 800GS tem maior venda que a Triumph Tiger 800XC

A primeira concessionária da marca inglesa no país, a Triple Triumph, em São
Paulo (SP), abriu as portas no dia 10 de novembro, oferecendo ao mercado
brasileiro seis modelos, entre estes a Tiger 800XC (R$ 39.900), principal
concorrente da BMW F 800GS que possui preço público sugerido a partir de R$
42.900.

A chegada da marca inglesa no país, com certeza causou preocupação a BMW,
que não possuía grandes concorrentes em alguns segmentos de motocicletas,
como o caso da BMW F 800 GS, que até então reinava sozinha entre as big
trails de 800cc. Porém, apesar da nova marca e do novo modelo, a Triumph
Tiger 800XC ainda não conseguiu ultrapassar os números de emplacamentos
(motos novas) da sua concorrente BMW F 800 GS.

Segundo a Fenabrave – Federação Nacional de Distribuição de veículos
automotores, somente nos dois primeiros meses do ano, de Janeiro a fevereiro
de 2013, a BMW com a sua F 800 GS emplacou um total de 318 motocicletas,
enquanto a Tiger 800XC teve apenas 94 motocicletas emplacadas, um número
três vezes inferior a sua rival alemã.

Todavia, apesar dos números inferiores da Tiger 800XC em relação a F 800 GS,
devemos considerar que a Triumph acaba de chegar ao mercado nacional e
possui apenas uma concessionária em todo o território, enquanto a BMW possui
aproximadamente 30 concessionárias espalhadas pelo Brasil, sete delas
somente no estado de São Paulo.

Fonte: moto.com.br

Depois de 4 anos no exterior, a Suzuki lançará a Gladius 650cc no Brasil

A novidade ocorrerá agora em março/2013...

A J. Toledo, empresa que detém a representação da marca Suzuki no Brasil,
irá lançar oficialmente no Brasil as vendas da moto Gladius de 650cc.

A Gladius 650 foi apresentada ao grande público pela primeira vez em
setembro de 2008 em Paris. De lá para cá, essa moto já entrou em
comercialização na Ásia, Europa e até na América Latina.

A moto é equipada com um motor já consagrado na Suzuki SV 650, conhecido dos
brasileiros em outras motos em configurações similares, como na Suzuki
V-Strom 650 e na Kasinski Comet Mirage 650, nesta última advindo da Hyosung,
que têm joint-venture com a Suzuki desde 1979, tendo de 2 cilindros em "V" a
90 graus, 645 cc, 4 tempos, refrigerado por líquido e alimentado por injeção
eletrônica, câmbio de 6 marchas, sendo capaz de entregar 72 CV de potência
máxima a 8.400 rpm e torque máximo de 64 Nm a 6.400 rpm.

A Gladius chama a atenção pelo assento bicolor, grupo ótico avançado e
chassi trelissado, tendo sido projetada para oferecer comodidade no uso
diário urbano e em viagens, com peso seco de 202 quilos (std) e 208 quilos
(com ABS) e uma altura de assento ao solo de 785 mm. O comprimento é de
2.130 mm e a largura de 760 mm. O tanque de combustível tem capacidade para
14,5 litros. Os pneus são 120/70 ZR 17 M/C (58W) e 160/60 ZR 17 M/C (69W). O
freio conta com dois discos de 290 mm na dianteira e disco único de 240 mm
na traseira.

O amortecedor traseiro pode ser ajustado em sua pré-carga com sete posições
e a suspensão dianteira em 15 mm. A frenagem é garantida por dois discos de
290 mm na dianteira com pinças de dois pistões e disco de 240 mm na
traseira. Como opcional, a Gladius poderá vir equipada com sistema ABS.

Na Europa a Gladius é comercializada em quatro opções de cores: preto, preto
com detalhes em verde limão, branco pérola com detalhes em vermelho e branco
com azul. No Brasil, a Gladius 650 vem disputar mercado com a Yamaha XJ6,
Kawasaki ER6-N e Kasinski GT 650.

Ainda dentro do segmento das motos de 650cc, os fãs da V-Strom 650 ainda
precisam esperar, pois, o "novo" modelo lançado no exterior há 2 anos, ainda
não tem previsão de vir para o Brasil.

Fonte: RockRiders.com.br

segunda-feira, 18 de março de 2013

Harley-Davidson anuncia produção em série da Breakout

A Breakout foi apresentada pela Harley-Davidson no segundo semestre de 2012
nos Estados Unidos como uma opção de moto customizada de fábrica com
inspiração nos potentes hot rods americanos.

Para a versão de série, a marca americana implantou algumas mudanças, como a
utilização do motor Twin Cam 103 de 1.690 cm³, assento duplo, rodas de 21
polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira, entre outros detalhes. A
moto conta ainda com sistema de freios ABS, oferecido como opcional.

Os preços para a Breakout de série nos Estados Unidos começam em US$ 17.899
(cerca de R$ 35,8 mil) na cor Vivid Black e US$ 18.299 (cerca de R$ 36,6
mil) nas cores Big Blue Pearl ou Ember Red Sunglo.

Com as festividades de 110 anos, o anúncio de novos modelos para o mercado
brasileiro e a popularização das motos customizadas, quem sabe a
Harley-Davidson não resolve fazer uma surpresa e passa a oferecer no país a
Breackout.

Fonte: moto.com.br

Suzuki revela novo scooter de 240 cilindradas no Japão

Vem do Japão a notícia de que a Suzuki ampliou sua linha de scooters com o
lançamento do Sky Wave 250, uma versão menor do Burgman 400, mas com um novo
motor.

O Sky Wave tem como um de seus diferenciais a suspensão traseira
monoamortecida que usa o amortecedor posicionado de forma horizontal,
praticamente sob a moto e rente ao chão, conectando o bloco do motor ao
quadro. Segundo a Suzuki, este posicionamento contribui para um baixo centro
de gravidade e para ajudar na estabilidade. Além disso, a pré-carga da mola
pode ser ajustada em 7 posições.

O motor é um monocilíndrico de comando DOHC para 4 válvulas e refrigeração
líquida alimentado por injeção eletrônica capaz de entregar 25,8 HP de
potência máxima a 7.500 rpm e 25 Nm a 6.000 rpm de torque máximo com câmbio
do tipo CVT. O freio conta com disco de 260 mm na dianteira e 210 mm na
traseira e os pneus são 120/80-14M/C 58S e 150/70-13M/C 64S.

O scooter está equipado com o sistema S.A.I.S. (Sistema Imobilizador
Avançado da Suzuki). Este sistema realiza a verificação de um código de
identificação que corta a injeção de combustível e a ignição no caso de não
estar sendo usada uma chave original.

O espaço sob o assento é outra grande vantagem oferecida, pois é possível
armazenar dois capacetes integrais neste compartimento cuja capacidade
declarada é para até 10 Kg, sendo ainda dotado de iluminação automática ou
por interruptor de liga/desliga. A baixa altura do assento ao solo, apenas
710 mm, proporciona segurança e facilidade para condução.

O frontal foi idealizado para transportar vários objetos em três
compartimentos e disponibiliza uma tomada de corrente contínua. O painel de
instrumentos tem dois relógios analógicos, um para velocímetro e outro para
conta-giros, display de LCD multifuncional que fornece muitas informações
úteis e luzes-espia.

As dimensões da Sky Wave são 2.270 mm de comprimento, 760 mm de largura e
1.225 mm de altura. O peso (em ordem de marcha) é de 214 Kg. O tanque de
combustível tem capacidade para 13 litros.

O novo Sky Wave 125 já está lançada para vendas em quatro versões (Limited,
M Type, SS e S Type Basic) com opções de cores em azul, preto, branco e
vermelho a partir de 640.500 ienes, pouco mais de 13.000 reais numa
conversão direta.

Fonte: sobremotos.com.br

Big Ned, uma assustadora “V-Twin” de 3.0 litros

Vem da Austrália a notícia sobre uma moto bastante curiosa, a "Big Ned",
cujo prenome "Big" não é à toa. O criador é Mark Walker, que foi preparador
de motos de competição por muitos anos.

A Big Ned salta aos olhos pois a primeira impressão que se tem é de um
grande e estranho motor, um dois cilindros em "V" de 3 litros cujo bloco é
todo feito em alumínio e com correntes aparentes, alimentado por injeção
eletrônica capaz de entregar 200 HP de potência máxima. É uma verdadeira
"naked", pois é tão minimalista que é, basicamente, um grande motor, um
quadro discreto, suspensão extremamente simples, rodas e pneus. Apenas se
sobressai deste estilo mínimo um grande frontal com estilo de capacete
medieval.

Fonte: sobremotos.com.br

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