Other stuff ->

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Novo scooter Honda PCX 150 chega ao Brasil por R$ 8 mil

Lançamento possui sistema que desliga o motor quando o scooter fica 3
segundos sem movimento, religando quando o acelerador é acionado

Honda PCX chega às concessionárias a partir do mês de maio

A Honda anunciou nesta sexta-feira (26) a chegada do scooter PCX 150
ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 7.990, nas cores vermelho e
branco. Ele estará nas lojas a partir de maio e tem como principal
destaque o "Idling Stop System", também conhecido como start-stop,
sistema inédito no Brasil que desliga o motor após 3 segundos sem
movimento e o religa imediatamente assim que acelerador é acionado. O
scooter será montado em Manaus (AM) e a Honda prevê a venda de mais de
1 mil unidades mensais – pouco menos do que seu modelo de entrada no
segmento, o Lead 110.

O motor monocilíndrico de 153cc, com 2 válvulas e refrigeração
líquida, rende 13,6 cv e está limitado à velocidade de 120 km/h. Ele é
projetado para reduzir ruídos de funcionamento e perda de energia por
atrito de componentes. O sistema eletrônico ESP (Enhanced Smart Power)
é outro diferencial, que atua sobre o câmbio: quando o scooter
permanece em velocidade constante, câmbio e injeção eletrônica se
reajustam automaticamente para "alongar" a relação mantendo a mesma
velocidade, o que reduz as rotações.

O PCX 150 também vem equipado com rodas aro 14 polegadas, sistema de
frenagem combinada entre o disco dianteiro e o tambor traseiro e um
porta-objetos que abriga um capacete integral.

Upgrade

Durante a apresentação do novo modelo, Alfredo Guedes, engenheiro da
Honda, afirmou que a fabricante quer investir em scooters para
permitir o upgrade da base de proprietários formada pelo Lead, atual
líder de vendas no Brasil no segmento – o que insinua o futuro
lançamento do que seria o passo seguinte nessa escala, o SH 300 já
vendido na Europa.

"Acreditamos que o PCX não disputará clientes com o Lead. O
público-alvo é quem busca um produto com mais porte e design", explica
Guedes. "As rodas maiores, de aro 14 polegadas, também permitem que
sirva de upgrade para os donos de motonetas", ressalta.

Veja os detalhes técnicos do PCX 150:

Motor: 153cc, 1 cilindro
Potência: 13,6 cv
Torque: 1,41 kgf.m
Preço sugerido: R$ 7.990

Fonte: duasrodasonline.com.br

Honda CB 750F 1976, a última importada no Brasil

Com a recente divulgação do novo museu da Honda em Indaiatuba, Duas
Rodas relembra o teste com a CB 750F que antecedeu a produção nacional
da marca

Reportagem foi publicada em Duas Rodas número 12, de abril de 1976

Na última terça-feira (23), a Honda lançou em Indaiatuba (SP) o Honda
Fã Clube, museu que reúne mais de 40 modelos fabricados no Brasil
desde 1976. Este foi o ano do início da produção da CG 125, mas também
ficou lembrado pelo fechamento das importações até o começo da década
de 90. Nessa fase de transição, em abril de 1976, Duas Rodas publicou
um teste com uma das últimas importadas que desembarcaram no país: a
nova versão da CB 750F, a Super Sport.

As grandes novidades eram a rabeta integrada ao banco e pintada da cor
da moto, o escape 4 em 1, um porta-objetos sob o banco e outros
detalhes estéticos como as bengalas aparentes da suspensão dianteira e
as novas luzes de direção. Segundo a reportagem, a CB 750 se tornou
"bem mais esportiva e bastante atraente como conjunto".

O destaque era o motor de 736cc, com 4 cilindros em linha, que a fazia
atingir os 200 km/h. O conta-giros marcava 10.500 rpm e o velocímetro
acusava 162 km/h em 3ª marcha. "Em 4ª e 5ª marchas, a velocidade final
indica que a barreira dos 200 km/h foi atravessada com uma moto de
série: 201,2 km/h." A reportagem concluía que a CB tinha uma
"performance excepcional graças ao motor de 736cc" e era uma moto de
pilotagem fácil.

Mas nem tudo eram flores na versão Super Sport, segundo a avaliação: o
"sonho motorizado", como a CB de 1976 foi considerada na matéria,
recebeu críticas por causa do guidão "pouco esportivo que cansava o
piloto em altas velocidades" e da posição de pilotagem, que contribuía
para o desconforto por "atrapalhar a aerodinâmica".

A CB 750F custava 106 mil cruzeiros, o que equivalia a cinco unidades
da recém-lançada CG 125 nacional. É uma relação de preços que
permanece inalterada entre a CB 600F Hornet e a mesma CG 125.

Fonte: duasrodasonline.com.br

KTM anuncia produção do scooter elétrico E-speed

Parece que a marca austríca KTM ficou bastante satisfeita com a
repercursão da apresentação do protótipo E-Speed no salão de motos de
Tóquio, tanto que motivou o fabricante a anunciar o lançamento o
scooter elétrico para meados de 2015.

Segundo a KTM, o propulsor elétrico do E-Speed gera 11 Kw de potência
(cerca de 15 cv) e pode levar o veículo a uma velocdade máxima de até
85 km/h, com uma autonomia por carga da bateria de até 75 quilômetros.

O projeto do E-Speed inclui chassi tubular de aço, suspensão
monobraço, rodas aro 14 e freios a disco nas duas rodas. O peso
anunciado para o scooter elétrico de é 140 kg.

Outro modelo elétrico da KTM, o trail Freeride E, que segue uma
proposta mais voltada para a prática de Off Road e também para o
lazer, deve chegar ao mercado até o final de 2014, alguns meses antes
do lançamento do scooter E-Speed. A montadora austríaca não divulgou
detalhes das faixas de preço dos modelos e nem da estratégia de
comercialização.

Fonte: moto.com.br

Nova BMW F 800 GS Adventure é lançada

Moto é a versão mais aventureira da BMW com 800cc...

A BMW apresentou na Europa, a nova F 800 GS Adventure. Seguindo a R
1200 GS, que também possui essa versão aventureira. O tanque recebeu 8
litros a mais que a versão tradicional, chegando a 24 litros, seu
conjunto foi reforçado e o visual ganhou mudanças, comparando com a F
800 GS, que acaba de chegar ao Brasil.

Os diferenciais da linha Adventure são os freios ABS de série, sua
bolha dianteira também é maior e as pedaleiras mais largas para o
off-road. Para encarar terrenos acidentados, a F 800 GS Adventure
conta com protetores de motor e protetores de mão. O assento têm
opções de altura que vão de 860 mm a 890 mm. enquanto controle de
tração e suspensões eletrônicas são opcionais.

Com as alterações o peso em ordem de marcha subiu de 214 kg, na F 800
GS, para 229 kg, na Adventure. De acordo com a fabricante, o consumo
médio da Adventure é de 23,3 km/l, em velocidade média de 90 km/h, e
17,5 km/l, rodando a velocidade de 120 km/h.

Apesar de gastar mais combustível que a F 800 GS, que possui médias de
26,3 km/l e 19,2 km/l, respectivamente nas velocidades mencionadas, a
autonomia da Adventure é maior, chegando a 560 km.

Segundo a BMW Motorrad, outra novidade na motocicleta é o modo enduro
no ASC (Automatic Stability Control), conhecido como controle de
tração. Acionando esta opção, tanto o controle de tração como o ABS
mudam o modo de comportamente e se adequam especificamente para rodar
na terra.

O motor da moto segue o mesmo, com estrutura de dois cilindros,
injeção eletrônica e refrigeração líquida. Com 798 cilindradas, o
propulsor gera 85 cavalos a 7.500 rpm.

Para marcar o lançamento do modelo inédito, a BMW chama de Launch
Edition a séria inicial da Adventure, restrita a 1.000 unidades.
Apenas na cor bege, a Launch Edition possui três pacotes: "Confort"
(computador de bordo, aquecedor de manopla e cavelete central) e
"Enduro" (controle de tração, com modo Enduro). A empresa ainda
fornece as maletas para viagem e suporte para GPS como acessórios.

No Brasil ainda não sabemos quando a moto aportará.

Fonte: RockRiders.com.br

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Couro ou cordura

Couro ou sintético?

Veja a diferença entre os dois materiais mais usados

Desde os primórdios da civilização o Homem usa a pele animal para se
proteger e vestir. As características naturais da pele favorecem tanto
a resistência, quanto a versatilidade e equilíbrio térmico.

Mas foi só na Primeira Guerra Mundial que os aviadores adotaram o
casaco de couro como uniforme, tanto na versão jaqueta, curta, quando
na parca, mais comprida. E o couro bovino naturalmente ocupou a
preferência.

Com a popularização da motocicleta como meio de transporte nada mais
elementar do que buscar no couro a proteção aos ferimentos causados
pelas quedas. Afinal, o boi já cedeu sua pele para que a do
motociclista ficasse intacta.

Até o hoje o couro animal é insuperável em alguns aspectos para a
proteção de motociclistas. Mas não impede que produtos sintéticos como
náilon e poliéster tenham se popularizado em função de algumas
qualidades. Veja as principais características dos dois materiais.

Couro - Por ser um material orgânico tem prazo de validade. Que
depende basicamente dos cuidados e armazenamento. O melhor produto
para conservar couro é o mesmo que usamos em nossa pele: creme
hidratante! E nunca deixe secar no sol, sempre na sombra.

O couro tem uma amplitude térmica muito grande e permite a utilização
tanto no calor quanto no frio. Porém não é impermeável e quando
molhado absorve bastante umidade, chegando a aumentar bem o peso. Por
isso ele só deve ser usado na chuva se for coberto por uma capa
impermeável.

A grande vantagem do couro é o alto ponto de fusão. Quando o
motociclista cai e rola no asfalto esse atrito gera calor que passa
fácil dos 100ºC. O couro resiste às altas temperaturas da abrasão e
dificilmente o tecido se rompe. Ninguém nunca viu uma vaca derretendo
sob o mais tórrido sol tropical.

Poliéster - Conhecido genericamente como Cordura, na verdade esse nome
é marca registrada da DuPont. Trata-se de um tecido sintético que pode
ter seus fios mais ou menos grossos, conforme a especificação técnica.
É mais versátil do que o couro porque oferece maior impermeabilidade e
até repele a água. Alguns casos pode receber forro 100% impermeável.
No entanto tem pior troca de calor e seu uso em dias quentes provoca
muito suor e desconforto.

Alguns modelos ventilados conseguem um bom compromisso entre
resistência e troca de calor. Mas evidentemente exigem uma capa ou
forro impermeável. O que joga contra o tecido sintético é seu ponto de
fusão mais baixo. Um caso de queda o calor gerado pelo atrito
praticamente derrete o poliéster, abrindo em vários pontos. Por isso é
muito importante que as peças tenham reforços internos de espuma EVA.
São esses reforços que garantem a pele do motociclistas nos pontos
mais vulneráveis como cotovelos, ombros e costas.

Outra vantagem do material sintético é a versatilidade. Um conjunto de
couro, dependendo no nível de sofisticação, é muito específico para
uso nas motos. Dificilmente alguém sai andando pela rua vestindo uma
calça de couro, cheia de proteções externas. Já o conjunto de
poliéster pode ser usado sem deixar a pessoa com a aparência de um
astro do rock.

Uma das perguntas mais frequentes é sobre as vantagens e desvantagens
dos macacões de couro integral ou de duas peças. Basicamente a regra é
simples: se for usar em pistas de corrida, em competição, o macacão
deve obrigatoriamente ser integral, porque em caso de queda em alta
velocidade o zíper da cintura pode se abrir e expor a pele. Já para o
uso na estrada, o macacão de duas peças é mais versátil e confortável
porque permite que o motociclista retire o casaco nas paradas para
almoço, descanso etc.
Uma dica esperta para quem usa motos de alto desempenho na estrada é o
protetor de coluna, uma peça que funciona como se fosse o exoesqueleto
de um inseto e impede que a coluna vire no sentido anti-natural, assim
como em caso de impacto. Em competições já é obrigatório.

fonte: desconhecida

Translate