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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

HINO DOS BODES DO ASFALTO

Adoro esse hino - ainda mais que conheci o irmão que o compôs e vi os irmãos cantando ele no 1o EBAN, em 2007!


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Letra.:    Gentil Fernandes Nery
Música.: Paulo Sydney Campos Amaro
Getúlio Duarte de Oliveira

 
Quem vem lá? Quem vem lá?
Fazendo poeira
Te respondo
Ao surgir a clareira

Qual sementes
Levadas pelo vento
Plantando paz
Uma fonte de alimento

Oh ! Quão bom
Viajam os irmãos
Bodes do Asfalto
Numa cadeia de união

Irmãos e cunhadas
Alinhados, no prumo
Pelas estradas
A alegria é o rumo

REFRÃO
Motos no asfalto
Bodes por paixão
O ronco do motor
Acelera o coração

Os bodes são romãs
Que sob céu azul
Unem as colunas do Brasil
De norte a sul
 
Livres, bons costumes
Rodando em liberdade
Constroem sempre
Templos à fraternidade

Além fronteiras
Léguas de amizade
Partidas e chegadas
Rastros de saudade

Numa prece rogamos
Ao GRANDE lá no alto
Que ilumine os caminhos
Do Bodes do Asfalto

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Lei Estadual Dia do Bodes do Asfalto

Coisa mais chique, agora o dia do Bodes do Asfalto, nosso motoclube amado, tem até lei estadual em São Paulo!

EEEBBBBAAA! Vida longa ao Bodes do Asfalto!!!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Diamantina - Estrada Real


Bom, já que eu estava em Milho Verde, peguei o asfalto até depois de Datas, para ir embora para Curvelo.

Mas ao chegar no trevo, faltavam 50 quilômetros para Diamantina, para a direita, e 150 quilômetros para Curvelo, para a esquerda, e depois outro tanto para Belo Horizonte.

Já que estou aqui mesmo, vou para Diamantina, pensei. Sem roupas, sem bagagem, sem escova de dente.

- Jodido pero contento, como dizia um amigo meu..

Cheguei em Diamantina, cansado, aquela confusão de ruas de pedras, a cidade cheia, não consegui achar o lugar do carimbo, parei no Palace Hotel e ia ter recepção de casamento, então fui procurar outra pousada.

Cheguei na Pousada do Garimpo, e achei caro demais - mais de 250 contos!

Então voltei para o Largo São João e fiquei no Esplanada - limpinho, honesto, com garagem, numa boa.

Tomei banho, três latinhas de Brahma e quando fui buscar a quarta, fico sabendo que está tendo encontro de moto na praça do Mercado Velho!

O que? Ficar aqui, nada! Desci à pé para a praça do Mercado pela Rua São Francisco, uma eternidade de calçamento, uma descida que já me fazia pensar na volta (de vez em quando eu olhava para trás para ver o quanto teria de voltar) e cheguei no Mercado Velho!

Que louco! Show de Rock, barraquinhas, um monte de gente!

Me senti o pinto no lixo! Comi um espaguete, comprei latinhas e acabei achando irmãos do motoclube Bodes do Asfalto, vindos de Governador Valadares!

Gente boa, GEAM e ZÉ Mauro!  Bebemos e confraternizamos, e começamos a beber as cervejas artesanais que estavam vendendo lá!

Quando foi a minha vez de comprar, cheguei no stand e pá: era da Diamantina, do Glauco, colegão meu de doutorado! E fui eu que falei que fazia cerveja e falei para ele fazer! QUE LOUCO!!!

Falei com a irmã dele, e pá: ele acabou chegando e batemos o maior papo! Depois de algumas cervejas, algumas lembranças, e acabei indo embora lá pela meia-noite, já que tinha de subir o ladeirão do São Francisco de volta para o hotel!

Subi bufando, o fígado quase explodindo, cheguei lá em cima e ainda comi um hamburgão do lado do hotel, depois de matar a latinha. Tava satisfeito demais da conta, sô!

Carimbo, deixa prá amanhã!

LUCREI DEMAIS NESSE PASSEIO!!!!

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Madrugada de Sábado

Toda vez que tem festa do Bodes do Asfalto, só sobra eu, o Fubá e o Robinho... hahahaha

Mais de 3 da manhã, e amanhã tem de ir embora!!!

Mas a noite foi ótima, muitos irmãos do motoclube, papo rolou solto, música da melhor qualidade, valeu demais!!!

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Encontro do Bodes do Asfalto - Cerveja

Só prá ter idéia do desafio à enfrentar...

Tínhamos que derrubar essas latinhas todas

E olha que tem duas filas de Brahma atrás...

(Nota posterior: E o pior que acabamos...)


terça-feira, 16 de agosto de 2011

O MARTÍRIO DE TIRADENTES, UMA FARSA CRIADA POR LÍDERES DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA- incrível!!!

MARTÍRIO DE TIRADENTES, UMA FARSA CRIADA POR LÍDERES DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA


por Guilhobel A. Camargo

Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de
abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode
expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência
Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro
Gouveia.

A mentira que criou o feriado de 21 de abril é:  Tiradentes foi
sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio
de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido
como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser
criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal
Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais,
estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo
comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes
parecida com a de Cristo e era o que bastava: um "Cristo da Multidão".
Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história "construída"
agradava tanto à elite quanto ao povo.

A vida dele em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda
do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um
pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai
aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu
padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu
ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido
pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas.
Daí veio o apelido de Tira-dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um
ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se
na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o
ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na maçonaria
pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes.
Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que
circunstâncias.

Tiradentes, maçonaria e a Inconfidência Mineira: Como era um simples
alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis,
brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes
do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve
plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os
movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os  séculos
XVIII e XIX, era comum o "dedo da maçonaria". E Tiradentes foi maçom,
mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência,
porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam
recentemente regressado "formados" da cidade de Coimbra, em Portugal.
Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as
cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que
maçons estavam envolvidos nos conluios.

Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação,
pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram  vitoriosos -
mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington,
Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possivel comprovar a
participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o
dístico maçônico do Libertas quae sera tamen, que adorna o triângulo
perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas,I,27) Tiradentes era
um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma
filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um
padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o
grupo, aquele considerado como uma "codorna no chão", o mais frágil
dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as
riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos.
Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode
expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes.

E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1789, com o
Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o
Tiradentes. Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu
julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele
admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a
promessa que  livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por
pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da
maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O
ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de
Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a
ele pela maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas
que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava
ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de 1811, de autoria de
Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a
diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril
de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu
no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício,
lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...".

O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados
pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se
desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela
para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram
condenados ao exílio ou absolvidos.

A descoberta da farsa: Há 41 anos (1969), o historiador carioca Marcos
Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença
na galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava
sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a
assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de
José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva.
Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica
e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as
semelhanças eram impressionantes.

Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons,
na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com
Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os
filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada
na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor,
desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do
Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com
Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu
correndo. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria
voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua
Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em
1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência
Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.

MAPA TOTAL DO ABRAÇANDO O BRASIL

O motoclube Bodes do Asfalto realizou o 1o abraçando o Brasil, onde os irmãos puderam se congraçar ao passarem adiante o banner do evento, que saiu de Porto Alegre e chega agora em 20 de agosto em São Paulo, finalizando o percurso, que durou 5 meses.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ENTREVISTA À TVPLAN POÇOS DE CALDAS

Entrevista sobre o III Encontro Nacional dos Bodes do Asfalto, para a TVPLAN de Poços de Caldas...



O evento foi de 12 a 15 de novembro e bombou! Tinha umas 1000 motos!



Parabéns a organização!



Segue a entrevista concedida à TVPLAN de Poços de Caldas-MG, pelos IIr.´. Márcio e Maçaneiro, a pedido dos IIr.´. Operito e Edinho.



Abraços


Ir.´. Maçaneiro



http://www.youtube.com/watch?v=cYsICd0bP7g - Parte 1



http://www.youtube.com/watch?v=FFKwD8lBCPs - Parte 2



http://www.youtube.com/watch?v=24M45TGuKx4 - Parte 3

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