Other stuff ->

Mostrando postagens com marcador Estrada Real. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estrada Real. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Rota Imperial - Vitória a Ouro Preto

O trânsito de mercadorias foi controlado pela Coroa Portuguesa, que proibiu estradas que ligassem a Capitania do Espírito Santo às Minas Gerais.

Somente com o declínio do Ciclo do Ouro e a chegada da família real, a estrada foi oficialmente aberta, ligando Vitória a Ouro Preto.

O caminho é bem bonito, passa pela Mata Atlântica e foi concluída em 1816, passando por 14 municípios do Espírito Santo e 17 de Minas Gerais.

Não sei se existe passaporte, mas a rota emula o caminho de Dom Pedro II para chegar de Ouro Preto à Santa Leopoldina.


No site tem uma planilha com os marcos da Rota Imperial, mas confesso que nunca os vi, mesmo em Ouro Preto e Mariana.

No mínimo esse rota deve ter umas tantas casas, como várias espalhadas pelo Brasil, que foram construídas para que o Imperador nelas pousasse, mas que nunca foram utilizadas.

Eu mesmo conheço várias. Ou podem ser apenas lendas...

Caminho Religioso da Estrada Real - CRER

Esse Caminho é bem bonito também. E o apelo religioso dele é bem marcante.

O passaporte será feito pela Sacrum Brasilidades, e o Circuito inicia-se na Serra da Piedade, descendo por 1032 km até a Basílica de Aparecida do Norte.

Está em fase de implantação e passa por 37 municípios, 66 pontos,  tendo que carimbar em 57 pontos, já que se incluem povoados e distritos.

O passaporte custa 26 reais e está disponível na Serra da Piedade e na Sacrum Brasilidades, na Av. Amazonas, em Belo Horizonte.


Grande parte dos marcos do CRER estão próximos aos marcos da Estrada Real, já que os trajetos se confundem em grande parte do trecho.

No trecho entre Catas Altas e Ouro Preto vi vários marcos, são menores que o da Estrada Real e tem a indicação do próximo ponto e do anterior, com as distâncias.

Dentro em breve, após a Romaria 500, os marcos e pontos de Carimbo estarão listados no site da Sacrum Brasilidades!

Foto do marco CRER: Oswaldo Buzzo


Mapa Caminho da Fé


Esse Caminho da Fé termina em Aparecida e pode ser iniciado em seus ramais: Mococa, Águas da Prata, São Carlos, Tambaú, Sertãozinho e Aguaí.

Para se obter o Certificado, somente vale o Caminho à pé ou de Bicicleta, e o mesmo deve ser pedido na Basílica de Nossa Senhora de Aparecida.

Os carimbos estão espalhados pelas pousadas nos ramais, e o último lugar que dá a credencial (passaporte) paa carimbar é em Paraisópolis. 

Depois de lá, é obrigatório o Peregrino fazer o resto do Caminho, que são 135 km.

O Certificado é bem bonito, os carimbos também, mas acho que não vou fazer esse caminho à pé não... Talvez o faça pela curtição, mas de moto, sem direito a Certificado. Paciência.

De qualquer maneira, deve ser um Caminho muito bonito!


Marco Estrada Real - Estrada de Milho Verde - Pico do Itambé


Gostei dessa foto que fiz, na volta da estrada de Milho Verde, distrito do Serro.

Bem ao longe dá para ver o pico do Itambé, com seus 2002 metros, "teto do sertão mineiro", nas coordenadas geográficas de 18¤ 23' S 43¤ 20' W.

Fica na Serra do Espinhaço, entre os municípios de Serro e Santo Antônio do Itambé.

Nas elevações próximas ao pico do Itambé originam-se as bacias dos Rios Jequitinhonha, São Francisco e Rio Doce.

O pico foi referência a muito exploradores desde o século XVI.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Balanço Geral - Estrada Real

Bom, esse sábado dia 09/09/2017, fechei o Circuito dos Diamantes.

Só perdi os carimbos de Tapera e São Gonçalo - não encarei as estradas de terra horríveis.

Rodei 742 quilômetros, pelo caminho BH-Lagoa Santa-Santana do Riacho-Morro do Pilar-Conceição do Mato Dentro-Alvorada de Minas-Serro-Milho Verde-Datas-Diamantina-Curvelo-BH.

Somando com os 1170 das primeiras viagens, já rodei 1902 quilômetros, e tenho 23 carimbos.

E vamu qui vamo!

Adorei esse negócio de Estrada Real! Da muita satisfação ir completando os carimbos!

E o que é mais legal é que os posts mais da semana, todos, acabaram se transformando em assuntos da Estrada Real. 


O que vou fazer quando acabar????????😩

Diamantina - Estrada Real - Casa da Glória

Fui batendo os ossos e meu bauleto, e cheguei na famosa Casa da Glória onde tem um museu da UFMG.

O passadiço entre as duas ruas era da época que aqui era um convento, para as monjas passarem de uma casa à outra sem ir na rua.

Fotinha e subi a rua toda e fui para o hotel pagar, abastecer e ir embora.

Quando subi, paguei o hotel e parei no posto ao lado para abastecer, abri o bauleto.

Imaginem o que aconteceu! O licor, de tanto bater a tampa de metal, perdeu a tampa, impregnou tudo de licor, as luvas, esticadores, mapa, boné, tudo!

Perdi o licor e os biscoitos que comprei em Conceição e deixei tudo para limpar em casa...

Que porcaria!

Diamantina - Estrada Real - Catedral

Bom, depois da noite de ontem, saí à caça de onde carimbar o pasaporte!

Parece simples, Diamantina é pequena, mas vai andar com uma moto pesada nesse calçamento desgramado!

Achei onde era prá carimbar e pegar o certificado: no Receptivo Minas Gerais, onde rola a Vesperata, bem na esquina da Catedral!

Mas estava fechado - acabei carimbando no Centro de Atenção ao Turista, ali pertinho. Tinha o museu do Diamante, atrás da Catedral, ou a Casa do JK, lá no ladeirão do São Francisco.

Mas Certificado, só no Receptivo e na Pousada Itambé, bem longe do centro.

Ah, deixa prá lá, pego depois em Ouro Preto! ☹️

O mais engraçado foi eu perguntar uma mulher que estava arrumando um bar onde carimbava o passaporte e ela disse estranhando que dentro do Brasil não precisava carimbar o passaporte para circular... Rachei de rir... 😂

Voltei chacoalhando e subi até o Largo São João e peguei outra rua que me levaria para o famoso passadiço da Glória, sacudindo igual louco no calçamento...

Diamantina - Estrada Real


Bom, já que eu estava em Milho Verde, peguei o asfalto até depois de Datas, para ir embora para Curvelo.

Mas ao chegar no trevo, faltavam 50 quilômetros para Diamantina, para a direita, e 150 quilômetros para Curvelo, para a esquerda, e depois outro tanto para Belo Horizonte.

Já que estou aqui mesmo, vou para Diamantina, pensei. Sem roupas, sem bagagem, sem escova de dente.

- Jodido pero contento, como dizia um amigo meu..

Cheguei em Diamantina, cansado, aquela confusão de ruas de pedras, a cidade cheia, não consegui achar o lugar do carimbo, parei no Palace Hotel e ia ter recepção de casamento, então fui procurar outra pousada.

Cheguei na Pousada do Garimpo, e achei caro demais - mais de 250 contos!

Então voltei para o Largo São João e fiquei no Esplanada - limpinho, honesto, com garagem, numa boa.

Tomei banho, três latinhas de Brahma e quando fui buscar a quarta, fico sabendo que está tendo encontro de moto na praça do Mercado Velho!

O que? Ficar aqui, nada! Desci à pé para a praça do Mercado pela Rua São Francisco, uma eternidade de calçamento, uma descida que já me fazia pensar na volta (de vez em quando eu olhava para trás para ver o quanto teria de voltar) e cheguei no Mercado Velho!

Que louco! Show de Rock, barraquinhas, um monte de gente!

Me senti o pinto no lixo! Comi um espaguete, comprei latinhas e acabei achando irmãos do motoclube Bodes do Asfalto, vindos de Governador Valadares!

Gente boa, GEAM e ZÉ Mauro!  Bebemos e confraternizamos, e começamos a beber as cervejas artesanais que estavam vendendo lá!

Quando foi a minha vez de comprar, cheguei no stand e pá: era da Diamantina, do Glauco, colegão meu de doutorado! E fui eu que falei que fazia cerveja e falei para ele fazer! QUE LOUCO!!!

Falei com a irmã dele, e pá: ele acabou chegando e batemos o maior papo! Depois de algumas cervejas, algumas lembranças, e acabei indo embora lá pela meia-noite, já que tinha de subir o ladeirão do São Francisco de volta para o hotel!

Subi bufando, o fígado quase explodindo, cheguei lá em cima e ainda comi um hamburgão do lado do hotel, depois de matar a latinha. Tava satisfeito demais da conta, sô!

Carimbo, deixa prá amanhã!

LUCREI DEMAIS NESSE PASSEIO!!!!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Milho Verde - Estrada Real

Bom, aqui nasceu Chica da Silva.

Um povoado muito alternativo, me lembrou de Arraial da Ajuda nos anos 80...

Rola umas baladinhas, fogueira, vinho e outros alucinógenos (hehehe).

Galera bonita, vista incrível, fiquei com muita vontade de pousar aqui!

O carimbo se pega na Pousada Morais, linda, muito estilosa, vou ficar lá um dia.

A estradinha foi manha, muito bonita a vista, tem marcos da Estrada Real, chega rapidinho, uns 25 quilômetros.

Dá para ver, bem longe o pico do Itambé, e imaginei que noite massa não deve ser aqui em cima.

Serro - Estrada Real

Já que eu tinha chegado até Alvorada, Serro estava perto.

E realmente chegou muito rápido.

Muito simpático lugar, uma cidadezinha muito legal. Procurei o famoso "Queijo do Serro" e pasmem. Não tinha mais em lugar nenhum!!! hahaha

Peguei o carimbo na Casa do Turista, e a menina me explicou como chegar em Milho Verde - só asfalto.

Então, já estou aqui, vou lá também!!

Uma curiosidade, em Diamantina tem Vesperata, música clássica na Rua da Quitanda, aqui no Serro tem Bolerata. Diz que é muito legal!

A foto clássica tem a Igreja com os degraus...

A Estrada Real tem caminhos lindos mesmo!

Alvorada De Minas - Estrada Real


Pois bem, encarei a MG010 até a entrada de Alvorada de Minas.

Mais atrás vi a placa de Itapanhoacanga, mas de moto resolvi não encarar - para chegar em Tapera tem muita poeira mesmo... Um carimbo que vai ficar para trás...

A MG010 está bem batida, quase não tem poeira, rodei bem pra caramba, muito suave e até bem rápido.

No entroncamento para Alvorada pensei, não pode ficar mal, e entrei. PRA QUÊ? PRA QUE MEU DEUS!

Poeira pura, medo de escorregar e cair de novo, muito tenso, cheguei lá sem cair, mas duro igual um cachorro em canoa.

Peguei o carimbo na Pousada Cardoso, e os filhos da dona começaram a carimbar as paredes com o pictograma da Estrada Real... Um caos só!

A dona reclamou que as pessoas passam por lá e não querem mais ficar. Quem sabe não está na hora de mudar o marketing, ou os produtos?

Agora restavam mais poucos quilômetros de asfalto, uns 18 até o Serro. Que alívio!

Estava um calor bem forte, bem diferente da subida da Serra do Cipó que passei até frio...

Olha na foto como o "você está aqui" que está quase no final!!! Esse marco está na saída para o Serro.

Conceição do Mato Dentro

Cidade um pouco maior, Conceição do Mato Dentro tem suas particularidades. Tem até aeroporto!

Conta-se que a primeira visita à região de Ivituruí (Serro Frio) se deu em 1573 pela bandeira de Fernandes Tourinho, mas foi em 1701 que Ponce de Leon, Gaspar Soares e outros, saíram de Sabará, rumo ao norte, pelo o que é hoje a rota da Estrada Real e em 1702, Ponce de Leon funda o arraial, após encontrarem ouro no Ribeirão Santo Antônio. Conta-se que Ponce de Leon encontrou, no minúsculo córrego Cuiabá, 20 oitavas de ouro em apenas uma bateada.

Parei no Delícias de Minas, onde o dono é nosso irmão, e comprei um licor de batata doce, biscoitos e um doce de leite muito legal. Lá tem o carimbo!

Subi no alto da rua que sai da praça e vi a igreja do Rosário lá no alto, a vista é bem legal. Visitei também o mercado, mas tava tumultuado porque parece que teve uma festa e tava cheio de barraquinhas.

Como ainda era cedo, decidi encarar a MG010 até o Serro.

Me disseram que era terra, e eu não queria mais saber de terra, mas acabei aceitando a ideia de ir até lá. Afinal ainda tava bem no começo do dia.

Então vamu qui vamu!

Alto da Serra do Cipó

Ô lugar lindo meu Deus!

A vista de lá de cima é sensacional mesmo.

As fotos não dão ideia de como é lindo o lugar!

Com certeza essa foto aí foi tirada em uma altitude de mais de 1000 metros. É bem frio, com temperaturas médias de 15-18 graus. O relevo é arenoso e foi formado por rochas do fundo do mar há mais de 1.7000.000.000 de anos!

A vegetação também é típica, com plantas endêmicas, isto é, só aparecem aqui. São campos rupestres, com plantas muito loucas como as velosias gigantes, e cerrado, com árvores retorcidas e esparsas.

Vir aqui é presenciar a natureza de uma forma muito diferente!

Morro do Pilar - Estrada Real

Feriado, sábado 9 de setembro, num tava fazendo nada mesmo, resolvi dar uma motocada.

Aí pensei, vou em Morro do Pilar pegar um carimbo da Estrada Real e depois em Conceição do Mato Dentro.

Depois volto prá casa.

Saí 8 da manhã e fui para a Serra do Cipó. Cheguei até o véu da noiva, onde conheço bem e comecei a subir a serra.

Que vista magnífica! Nunca tinha subido tanto! Só tinha ido até a estátua do Juquinha, mas tava tão cheio de gente que passei direto desa vez.

Ventava bastante e estava bem frio, mas a vista da Serra compensa tudo. É muito interessante como muda a vegetação e o relevo, se tornando bem mais pedregoso.

Cheguei em Morro do Pilar ainda bem cedo, eram 10 da manhã, peguei o carimbo na Pousada Licuri, onde o Sr. André, simpaticíssimo, me ofereceu um café.

Morro do Pilar teve o primeiro alto forno da América do Sul, em 1814, para suprir as necessidades de ferro para a mineração. Quando a primeira leva de 3 toneladas chegou no Serro, foi decretado feriado e foram rezados Te-Deuns durante três dias.

Reza a lenda que o bandeirante Gaspar Soares fundou Morro do Pilar em 1701 após encontrar ouro, que descia das encostas quando chovia. O lugar passou a se chamar Morro de Gaspar Soares, com a fundação da capela de Nossa Senhora do Pilar.

Agora, os Morrenses que me perdoem, mas a igreja tá parecendo um caixote... Que igreja mais despersonalizada!


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Balanço - Estrada Real

Bom, meu passaporte já tem um bocado de carimbos e as quilometragens que andei foram as seguintes:

BH-Sabará-Caeté-Cocais-Serra da Piedade-Caeté-Sabará-BH: 230 km

BH-Rio Acima-BH: 80 km

BH - Ouro Preto-Mariana-Ouro Preto- SESC: 190 km

SESC Ouro Preto-Mariana-(errei estrada)-Catas Altas-Santa Bárbara-Bicame-Catas Altas-Mariana-Ouro Preto-SESC: 190 km

SESC Ouro Preto-Saramenha-Lavras Novas-Itatiaia-Ouro Branco-Conselheiro Lafaiete-Congonhas-BH: 200 km

BH-Ipoema-Senhora do Carmo-Itambé do Mato Dentro- Senhora do Carmo-Itabira-BH: 280 km

Total até agora: 1170 km

E vamu qui vamu!!!

Itambé do Mato Dentro - Estrada Real

Cheguei em Itambé e a Pousada da entrada da Cidade estava sem ninguém, fechada, então rumei para o Hotel Estrela.

Lá peguei o carimbo e aproveitei para almoçar uma comidinha muito gostosa que me fez muito bem. Conversei bastante com o Dênis e fiquei sabendo que Morro do Pilar estava logo ali.

Eram 35 quilômetros, mas de terra (!) e se eu levei duas horas e dois tombos prá fazer 12km, iria levar umas seis horas e uns seis tombos até lá.

Decidi desistir. Depois caio lá e não passa ninguém, ou machuco... Não vou fazer mais boneco doido sozinho... Credo!

Fui conhecer a Igrejinha e a capelinha do cemitério, e decidi voltar em direção à Itabira e depois para BH.

Senhora do Carmo - Estrada Real

De Senhora do Carmo que só passei, tirei só a foto da saída da Estrada duzInferno de Ipoema.

Rumei para Itambé do Mato Dentro para conhecer e pegar o carimbo.

À esquerda dessa entrada tem asfalto até Itabira, que vou usar para voltar.

Ipoema - Estrada Real


No outro fim de semana, eu estava sem fazer nada mesmo e resolvi pegar a moto e ir em Ipoema, para começar a montar o Caminho dos Diamantes.

Peguei o asfalto até Caeté e segui, a BR381 sempre me deixa nos nervos, detesto aqui... e fui até a entrada para Ipoema. Tem um totem grandão da Estrada Real, e a placa é em direção à Bom Jesus do Amparo. Não lembro, mas acho que não indica Ipoema.

Ipoema é distrito de Itabira, e hoje tem asfalto até lá.

A paisagem é bonita, e vai sepenteando até chegar em Ipoema, onde tem o Museu do Tropeiro, onde parei para pegar o carimbo e visitar a exposição.

Assinei o livro do museu e disse para a dona que as coisas que lá estavam não me eram desconhecidas, já que eu já tinha andado muito de cavalo nessa vida...

Na saída peguei uma estrada errada e entrei no parque Mata do Limoeiro e numa subida desgraçada lá, tinha uma poeira de argila fininha e uns 50 centímetros de poeira e resultado: perdi a tração na subida e chão!

A moto grudou no pó..

Fiquei ali panguando até aparecer uma camionete que me forneceu ajuda prá levantar a moto e voltar para trás - eu estava no caminho errado!

Voltei devagarzinho, cortando prego ;) e chegando em Ipoema, descobri que a estrada era outra.

Igualmente desgraçada... Teve uma descida de pó lá que eu levei uns 30 minutos para descer sem cair...

Mas eis que, depois de duas horas para fazer 12 quilometros, caí de novo... Olha a quantidade de poeira no lado direito da moto..

Esperei chegar alguém e como demorou, deu até pra tirar foto.

Faltava pouquissimo para chegar em Senhora do Carmo, onde tem asfalto...

Ô estradinha horrível - muito íngreme, muita poeira, tenso demais!!!

Congonhas - Estrada Real

Voltando tudo fui em Congonhas ver os Profetas do Aleijadinho e pegar o último carimbo desse dia.

Entrei na cidade e procurei logo o Santuário de Bom Jesus do Matosinhos - a basílica, e fui tocando até lá.

O erro é que peguei uma rua de pedra muito tosca, do século 17, e saí atrás do santuário...

E quando dei a volta na igrejinha me deparei com o Armagedon!!!

Tinha ocorrido uma competição de bicicletas, e a cidade estava lotada de carros e bicicletas e separadores de rua, uma zona só.

Parei para ver os profetas mais uma vez - não canso de admirá-los e vejo que muitos estão em posições tipicamente maçônicas, mas não vou falar quais... hehehe

Vi as capelas dos passos, bebi uma água (quente) e fui carimbar o passaporte.

Eu estava guardando um quadradinho na primeira folha para Glaura, mas a mulher pufff, carimbou nele... Ah, que raiva...

Mas tá legal! Agora é chegar em casa prá tirar essa roupa ardida e ver se a dona ressaca finalmente me deixa.

Conselheiro Lafaiete - Estrada Real

Na BR040, eu pensei: pôxa, já estou tão perto, vou lá pegar o carimbo de Lafaiete...

O que eu não contava era que o calor só aumentava e a Ressaca ficava cada vez mais pesada... hahaha

Fui para Conselheiro Lafaiete, e logo na pontezinha na entrada da cidade eu vi a indicação do Hotel, mas como que decodifica essa placa inteira com trânsito atrás de você???

Tem de dar a volta na pracinha, entrar à esquerda, passar num bequinho do correio e passar por baixo da ponte. O hotel é esse mesmo da placa, só que está debaixo...

Aqui em Lafaiete tem o lugar onde expuseram uma das pernas do Tiradentes, entre outras coisas. Como já conheço, hoje não visitei nada.

Peguei o carimbo e fui embora. Queria chegar em casa prá comer algo...

Ps: como já deu para ver, a foto é do Google Street View.

Translate it!