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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Galeano: Caí no Mundo e não sei como Voltar... onde estamos ...???!!!

Autoria atribuída a Eduardo Galeano,

jornalista uruguaio, escritor de "As Veias Abertas da América Latina".



O que acontece comigo, que não consigo andar pelo mundo pegando coisas

e trocando-as pelo modelo seguinte,

só porque alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco?

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos,

pendurávamos no varal junto com outras roupinhas, passávamos,

dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujas.

E eles, nossos nenês, apenas cresceram, tiveram seus próprios filhos

e se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas.

Entregaram-se, inescrupulosamente, às descartáveis!

Sim, já sei.

À nossa geração sempre foi difícil jogar fora.

Nem os defeituosos conseguíamos descartar!

E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.

Nããão!

Eu não digo que isto era melhor.

O que digo é que, em algum momento, eu me distraí, caí do mundo e,

agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto.

O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma
vez por ano,

o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.

Guardo os copos descartáveis!

Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta
dos talheres!

É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

É mais!

Compravam-se para a vida dos que vinham depois!

A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até
bacias de louça.

E acontece que em nosso, nem tão longo casamento,

tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância,

e trocamos de refrigerador três vezes.

Nos estão incomodando!

Eu descobri!

Fazem de propósito!

Tudo se lasca, se gasta, se oxida,

se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.

Nada se arruma, não se conserta.

O obsoleto é de fábrica.

Aonde estão os sapateiros fazendo meia - solas dos tênis Nike?

Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa?

Quem arruma as facas elétricas: o afiador ou o eletricista?

Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os seleiros?

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e
mais e mais lixo.

Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em
toda a história da humanidade.

Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno,

pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo!

Eu juro!

E tenho menos de ... anos!

Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro,

aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII).

Não existia o plástico, nem o nylon.

A borracha só víamos nas rodas dos carros e, as que não estavam rodando,

as queimávamos na Festa de São João.

Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais,

serviam de adubo ou se queimava.

Desse tempo venho eu.

E não que tenha sido melhor...

É que não é fácil para uma pobre pessoa,

que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa",

mudar para o "compre e jogue fora que já tem um novo modelo".

Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário,
és um pobretão.

Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado...

E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!!

Mas... por amor de Deus!

Minha cabeça não resiste tanto.

Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de
celular uma vez por semana,

como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o
endereço real.

E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número,

a mesma mulher,

a mesma e o mesmo nome?

Educaram-me para guardar tudo.

Tuuuudo!

O que servia e o que não servia.

Porque, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.

Acreditávamos em tudo.

Sim , já sei, tivemos um grande problema:

nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não.

E no afã de guardar (por que éramos de acreditar),

guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo,

os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.

Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular

poucos meses depois de o comprar?

Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente,

não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com
que foram conseguidas?

Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas.

A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato,

a segunda para os talheres.

A terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres.

E guardávamos...

Como guardávamos!!

Tuuuudo!!!

Guardávamos as tampinhas dos refrigerantes!!!

Como, para quê?

Fazíamos capachos, colocávamos diante da porta para tirar o barro dos sapatos.

Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares.

Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos

e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa
de fim de ano da escola.

Tuuudo guardávamos!

Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar isqueiros
descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para
isqueiros descartáveis.

E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por
todo o tempo escolar.

E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de fiambre,

na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.

E as pilhas!

As pilhas dos primeiros radinhos transistores passavam

do congelador ao telhado da casa.

Por que não sabíamos bem se, se devia dar calor ou frio para que
durassem um pouco mais.

Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil,

não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim.

As coisas não eram descartáveis.

Eram guardáveis.

Os jornais!!!

Serviam para tudo:

como de forro para as botas de borracha,

para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisas para enrolar.

Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um embrulho
de bananas.

E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para
fazer guias de enfeites de natal,

e as páginas dos almanaques para fazer quadros,

e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse,

e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão

(Cosmopolita era a marca de um fogão que funcionava com gás)

desde outra que estivesse acesa,

e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos

e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta,

com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de paus".

As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa

e o ganchinho de metal.

Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade,

para voltar outra vez a ser um prendedor completo.

Eu sei o que nos acontecia:

custava-nos muito declarar a morte de nossos objetos.

Assim como hoje, as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem
deixar de ser úteis.

Aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em
base, nos disseram:

comam o sorvete e depois joguem o copinho fora!

E nós dizíamos que sim, mas, imagina que a lançávamos fora!!!

As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças.

As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones.

As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de
duvidosa beleza.

As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas,

as tampas de garrafões em cinzeiros,

as primeiras latas de cerveja em porta-lápis

e as rolhas de cortiça esperavam encontrar-se com uma garrafa.

E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores

que se descartam e os que preservávamos.

Ah!!! Não vou fazer!!!

Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis;

também o casamento e até a amizade são descartáveis.

Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

Mordo-me para não falar da identidade que se vai perdendo,

da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero.

Não vou fazer!

Não vou misturar os temas,

não vou dizer que ao eterno tornaram caduco

e ao caduco fizeram eterno.

Não vou dizer que aos velhos se declara a morte

quando apenas começam a falhar em suas funções,

que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos,

que as pessoas a que lhes falta alguma função

se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos,

com brilhos, com gel no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares.

Do contrário, se misturariam as coisas,

teria que pensar seriamente em entregar à bruxa,

como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros

e alguma função nova.

Mas, como sou lento para transitar neste mundo da reposição,

corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...

Correios: Governo brasileiro que criar email antiespionagem

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(Foto: Reprodução)

Governo brasileiro que criar email antiespionagem

Por Redação Olhar Digital - em 02/09/2013 às 19h10
Avaliação:


O Governo quer lançar, por meio dos Correios, um serviço de email
nacional e criptografado. Nesta segunda-feira, 2, o secretário
executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, colocou a
proposta como uma medida às recentes acusações de espionagem
norte-americana.

"Os Correios já trabalham há bastante tempo com certificação digital e
criptografia. Daí para um serviço de e-mail de massa, com essas
características, é fácil", avaliou Lins. O sistema lucraria com
modelos de publicidade semelhantes ao do Gmail.

Além da criptografia, por medidas de segurança, todos os dados deverão
ser armazenados em servidores brasileiros.

Como há uma série de custos a serem avaliados, principalmente com
datacenters, o governo ainda não estabeleceu uma data para lançar o
serviço. No entanto, o jornal Folha de S.Paulo sugere que a novidade
deverá chegar ainda no segundo semestre de 2014.

"No ano passado, [os EUA] fizeram 311 solicitações [às empresas]. É
preciso estimular um serviço de e-mail mais seguro.", disse Paulo
Bernardo, ministro das Comunicações, ao jornal.

Bernardo ainda defende o envolvimento dos Correios no projeto. "Os
Correios têm uma bandeira de credibilidade grande. Entregam carta no
Brasil há 350 anos e ninguém acha que eles ficam bisbilhotando",
disse.

O ministro defende ainda uma alteração na legislação para que,
espionar emails seja considerando um ato tão criminoso quanto abrir
correspondências de terceiros.

Repúdio à espionagem

Após uma reportagem do Fantástico, exibida nesse domingo, 1, na TV
Globo, que reportou que o Governo brasileiro e até a presidente Dilma
foram espionados pelos EUA, os governantes convocaram uma reunião
emergencial nesta segunda-feira, 2. No início da tarde, informaram que
irão pedir explicações formais do governo norte-americano.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

MÉDICOS CUBANOS (Alexandre Garcia)

GOVERNO BRASILEIRO

Rasgando a Constituição e Dispositivos Legais

Alexandre Garcia
MÉDICOS CUBANOS

Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja
e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libertos das pequenas
confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.

Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas
universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em
servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes
são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo
toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só
republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.

E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis
competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de
pessoas, de seres humanos, de gente.

O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados
internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do
PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando
pessoas para fins econômicos. Cuba esta vendendo médicos. Cuba utiliza
de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam
enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime
internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.

E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo
protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente
aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez
assume o papel de "gato", o operador, o intermediário, aquele que
aproxima as partes, que fecha o negócio, que "lava" as mãos dos
criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o
Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão-de-obra
em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.

O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um
trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o
que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em
massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não
pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil,
deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS.
Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao
décimo-terceiro salário. Não é o que acontece. O escravo cubano não
recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como
se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer
commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de
custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à
escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das
prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e
sem nenhum direito trabalhista.

Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é
fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção
exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte
é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem
poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois
se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe
abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção
de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco.
Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes,
remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.

Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a
uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do
Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade
e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros. O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São
Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu
partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria o Rosário, está em
silêncio obsequioso.

A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo
brasileiro, nosso país terá se transformando num campo de concentração
e numa imensa prisão para escravos políticos. A nossa Constituição
será rasgada, pois:

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes
no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade,
à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

(...)
III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº
5.948, de 26 de Outubro de 2006, que trata da Política Nacional de
Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais
sobre o tema:

Art. 2°. § 4o A intermediação, promoção ou facilitação do
recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do
acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura
tráfico de pessoas.

Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro
de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para
outro, dentro do território nacional.

Art. 2o. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado
entre Estados distintos.

Art. 2° § 7o O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a
configuração do tráfico de pessoas.

Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do
escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a
integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação
configura, mediante fiscalização.

Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos. os acordos
internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão
derrogados. Não seremos mais uma democracia. Se alguém tem alguma
dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES
ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.

E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.


Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos
o seu passaporte.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma
Carteira de Trabalho.
Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em
uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.
Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas
ao médico cubano.
Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os
Tratados Internacionais.

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