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terça-feira, 14 de junho de 2011

Radar Surpresa em BH

Aparelho instalado dentro de Fiat Doblô emite ondas eletromagnéticas e
fotografa placas de infratores em BH

Os motoristas de Belo Horizonte vão precisar de uma dose a mais de
atenção, a partir de hoje. A BHTrans anunciou ontem o início do
funcionamento de um novo modelo de radar. Chamado pela empresa de
"estático", o "radar-surpresa", que começa a ser operado a partir das
9h de hoje, na avenida Cristiano Machado, na região Nordeste da
capital, opera dentro de um veículo utilitário, de onde emite ondas
eletromagnéticas e fotografa a placa dos carros que estiverem acima do
limite de velocidade permitido.

Apesar do nome, o aparelho é móvel e pode ser levado de um local ao
outro ao longo do dia. A BHTrans garante que o "radar-surpresa" só
será usado em locais onde já funcionam outros equipamentos de controle
de velocidade, devidamente sinalizados. Pelo menos 18 avenidas e ruas
da capital contam com equipamentos de controle de velocidade
atualmente.

O primeiro equipamento do tipo estático ficará em um veículo Doblô,
devidamente identificado. O aparelho também poderá ser usado fora do
veículo.

A nova arma da BHTrans contra os apressadinhos será inaugurada na
altura do número 2.040, da Cristiano Machado, no sentido
centro/bairro, em frente à Feira dos Produtores. Quem passar hoje pelo
trecho acima dos 60 km/h permitidos pode se considerar multado.

Em princípio, apenas um equipamento será usado, mas o contrato firmado
com a empresa Splice Indústria, Comércio e Serviços, vencedora da
licitação, prevê a inclusão de mais dois aparelhos do tipo no pacote
de 50 controladores eletrônicos de velocidade espalhados pela capital
atualmente. A data para início da operação dos outros dois radares
estáticos não foi informada.

A intenção da medida, informou a empresa, em nota, é "permitir a
fiscalização de trechos críticos da capital, garantindo maior respeito
por parte dos condutores às velocidades regulamentadas".

 Leia mais em: http://www.otempo.com.br

BR-381 terá novo traçado

Rodovia não passará mais por João Monlevade, cuja estrada de acesso
passará a se chamar 262

REPRODUÇÃO


A duplicação vai eliminar várias curvas acentuadas com construção de
viadutos, como este em Caeté

Os municípios de São Gonçalo do Rio Abaixo, João Monlevade, Rio
Piracicaba e Bela Vista de Minas, localizados na Região Central do
Estado, vão ficar fora do traçado da BR-381 após a duplicação da
rodovia. O projeto elaborado pelo Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transportes (Dnit) prevê uma nova rota do Rio Una, em
Barão de Cocais, até Nova Era.

Ainda não há uma previsão de quando as intervenções nesse lote - chamado
de 9 - começam. Já nos lotes 7 e 8 os trabalhos devem começar em
setembro. Estes dois englobam o trecho do Anel rodoviário, a partir da
Avenida Cristiano Machado, em Belo Horizonte, até Barão de Cocais. O
custo será de R$ 770 milhões já liberados pela mineira presidenta Dilma
Rousseff com a verba do PAC.3 duplicação da BR381, investimento de R$ 2
Bilhões. Os detalhes do projeto foram apresentados em uma audiência
pública realizada na quinta-feira (5), na sede do Dnit.

São 69 quilômetros a serem duplicados entre Belo Horizonte e Barão de
Cocais. Neste trecho serão construídas 64 pontes, viadutos, passarelas
de pedestres e trincheiras. A maior obra de arte, como são chamadas este
tipo de construção, será um viaduto de 600 metros de extensão. Ele será
erguido após o trevo de Caeté e eliminará uma das curvas mais perigosas
da BR-381.

O engenheiro do Dnit Carlos Rogério Caldeira, que apresentou o projeto
de duplicação, informou que após a conclusão da obra a velocidade média
dos veículos, que hoje é de 60 quilômetros por hora, passará para 80
quilômetros por hora. Além disso, as curvas acentuadas serão
praticamente eliminadas, permitindo que o veículo trafegue com mais
segurança a essa velocidade.

Edital da licitação será publicado até junho

O superintendente do Dnit em Minas Gerais, Sebastião Donizete de Souza,
informou que até o início de junho será publicado o edital para a
licitação que vai escolher as empresas que vão executar as obras. Depois
desta etapa, serão iniciados contatos com proprietários de casas,
comércio e de terreno para a desapropriação. Segundo ele, a previsão de
conclusão das obras nestes lotes é de três anos.

O lote 7 vai do Anel Rodoviário até o trevo de Caeté. Nos acessos aos
bairros São Gabriel, Nazaré e Eymard, em Belo Horizonte, serão
construídas trincheiras que vão desviar o trânsito de veículos do Anel
Rodoviário. O lote 8 vai do trevo de Caeté até o Rio Una, pouco antes de
São Gonçalo do Rio Abaixo.

Segundo o Dnit, a partir deste ponto até João Monlevade, a BR-381 vai
voltar a se chamar BR-262, antigo nome da rodovia. Este trecho vai ser
revitalizado e em alguns pontos a pista será duplicada. "O prejuízo para
João Monlevade será muito grande. Os postos de gasolina, hotéis e
restaurantes, principalmente os que funcionam como paradas de ônibus,
vão sofrer com o desvio da BR-381 para Nova Era", afirma o presidente do
Instituto Solar, Clésio Gonçalves, que participou da audiência. O
Instituto Solar é uma organização não-governamental que trabalha na
prevenção de acidentes na BR-381. De acordo ele, em João Monlevade os
comerciantes estão preocupados com os prejuízos que podem ser provocados
com a mudança do traçado.

A ponte do Rio das Velhas, interditada no dia 20 de abril, terá sua
construção adaptada para receber o novo traçado de duplicação da BR-381.

Católico e maçom: qual é o problema?

por Dom Redovino Rizzardo

Apesar de, na adolescência, alguém ter descortinado em mim indícios de
vocação mais militar do que eclesiástica, nunca me senti com armas em
punho. Não sei se por virtude, formação ou temperamento, não é de meu
feitio inventar inimigos para ter o prazer de destruí-los. Percebo-me
mais levado à comunhão do que ao combate. Nestes oito anos de
episcopado, penso que em nenhuma homilia eu tenha perdido tempo
condenando a quem pensa diferente, seja ele espírita ou evangélico,
ateu ou maçom. Até mesmo porque tenho por mim que é melhor acender uma
luz do que amaldiçoar as trevas.

Mas, ao mesmo tempo, tenho consciência que não posso ficar em cima do
muro, sem tomar uma posição definida, para não perder os amigos e não
ser criticado pelos "inimigos". Se assim fizesse, estaria sendo infiel
à minha missão, como adverte o profeta Ezequiel: «Filho de Adão, eu te
coloquei como sentinela na casa de Israel. Quando ouvires uma palavra
de minha boca, tu falarás em meu nome. Se eu digo ao perverso que ele
morrerá e tu nada disseres para que deixe sua má conduta e conserve a
vida, ele perecerá por sua culpa, mas a ti pedirei contas de seu
sangue» (3,17-18).
Fiz essa introdução porque, nestes anos de episcopado, foram inúmeros
os católicos que me procuraram para saber se, em sã consciência,
poderiam fazer parte da Maçonaria. É a eles que desejo responder neste
artigo, sem pretensão de falar em nome de outras denominações cristãs
que, talvez, tenham opinião diferente.
Primeiramente, quero lembrar que só se sente realizado quem tem e
assume uma identidade clara e definida. Ser ecumênico não significa
renunciar a convicções pessoais. Nem ter que ser necessariamente
sincretista, nivelando todas as culturas e religiões. O pluralismo só
é virtude onde existe maturidade e comunhão.
Dito isso, o que devo responder aos católicos que me perguntam se
podem ingressar na Maçonaria? À primeira vista, a resposta pareceria
afirmativa, pois assim como o Rotary e o Lions, a Maçonaria não se
define como religião, mas como «uma instituição fraterna e
filantrópica, uma filosofia humanista, preocupada antes de tudo pelo
homem e consagrada à busca da verdade», apesar de considerá-la
inacessível. Mesmo contando com ritos e símbolos que a assemelham a
uma religião – tanto que se fala de templos maçônicos –, ela se diz
aberta a crentes e não crentes. Talvez seja por isso que, enquanto
algumas Lojas manifestam uma verdadeira ojeriza por Deus, outras até
parecem exigir de seus membros uma fé religiosa.
Apesar de contar com um grande número de amigos que pertencem
simultaneamente à Igreja Católica e à Maçonaria, preciso reconhecer
que, entre elas, há princípios que se opõem mutuamente. Tanto é
verdade que, se nos primeiros anos de filiação os membros católicos
continuam praticando a fé, à medida que sobem na graduação maçônica, a
imensa maioria se afasta decididamente da Igreja e dos sacramentos,
acabando no indiferentismo religioso.
Os motivos são múltiplos e diversificados. Um deles é o laicismo
propugnado pela Maçonaria. Não se trata da laicidade positiva
defendida pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy. O laicismo imposto
pelo Iluminismo e pela Revolução Francesa reduz a religião à esfera
privada, vetando-lhe qualquer interferência na vida pública. Nele, os
valores são ditados pela democracia e impostos pela maioria. Não tendo
origem divina, nenhuma moral é definitiva, mas evolui pelo consenso da
sociedade.
Outro ponto de divergência é o racionalismo. A Maçonaria não aceita
verdades reveladas. Rejeita os dogmas impostos pela fé. Tudo tem que
ser explicado pela razão. Fica complicado, portanto, para um católico
maçom continuar acreditando na encarnação e na ressurreição de Jesus –
só para dar dois exemplos.
A própria imagem de Deus apregoada pelos maçons é muito diferente da
que foi revelada por Jesus. Para a Maçonaria, o Grande Arquiteto do
Universo é um Deus abstrato, distante e inacessível, uma espécie de
"mestre relojoeiro". Deixa as coisas acontecerem e não interfere nos
assuntos dos homens.
Como o leitor católico percebeu, não é simples falar de sintonia e
convivência em matéria de religião. Apesar de se declarar tolerante
com todas as religiões, a Maçonaria manifesta certa dificuldade em
aceitar a influência da Igreja Católica na sociedade. Contudo – sem
entrar no mérito de outros aspectos, como a entreajuda que vigora
entre os maçons (e que desaparece quando alguém deixa a entidade), e a
seleção rigorosa de seus membros, escolhidos a dedo entre as classes
mais favorecidas –, para um diálogo frutuoso e uma convivência
pacífica, o primeiro passo a fazer, de ambas as partes, é a
sinceridade de intentos, o desarmamento dos ânimos e a superação dos
preconceitos criados ao longo dos séculos.

Dom Redovino Rizzardo

* Bispo de Dourados

Australiano faz moto que voa

Felipe Gugelmin
O australiano Chris Malloy desenvolveu um protótipo de motocicleta
voadora que, em teoria, é capaz de alcançar altura de mais de 3 mil
metros, com uma velocidade máxima de 278 quilômetros por hora.
Atualmente em fase de testes, a Hoverbike só deve passar pelo primeiro
teste de voo em questão de alguns meses.

A invenção é resultado de um trabalho desenvolvido durante dois anos e
meio na garagem de Malloy. O resultado é uma motocicleta voadora
construída a partir de um corpo de fibra de carbono reforçado por
Kevlar, com espaço somente para acomodar o piloto. No lugar das rodas
estão dois propulsores rotatórios feitos de uma mistura de carvalho da
Tasmânia e fibra de carbono reforçada.

O controle de movimentação é feito totalmente por meio dos guidons do
veículo. Enquanto a mão direita fica responsável por aumentar ou
diminuir a velocidade, a esquerda é responsável por determinar a
inclinação da moto e impulsioná-la para frente ou para trás. Para
virar a motocicleta voadora, basta virar o guidão na direção desejada,
assim como acontece na versão terrestre do meio de transporte.

Segurança no ar
Para garantir a segurança da Hoverbike, Malloy certificou-se de que a
maioria dos componentes contasse com sistemas de tripla redundância,
como forma de evitar falhas de comunicação possivelmente fatais. O
inventor também pensa em incluir dois paraquedas aos propulsores do
veículo, além de obrigar o usuário a utilizar um dispositivo de
segurança próprio.

Antes de realizar os primeiros testes práticos, o inventor pretende
incluir diversos giroscópios no veículo. Além de planejar melhorias
para os controles, assegurando uma maior estabilidade durante os voos,
Malloy não descarta a inclusão de um computador responsável por
controlar funções e evitar que pilotos novatos sofram acidentes. Da
mesma forma, uma cobertura para os propulsores deve ser incluída,
evitando assim que pessoas se aproximem das lâminas giratórias.

Como a Hoverbike pode ser considerada um veículo ultraleve, não será
preciso adquirir uma licença de piloto profissional para utilizar a
novidade. A expectativa é que o veículo seja produzido inicialmente
com uma tiragem inicial de 100 unidades por ano, a um preço aproximado
de US$ 40 mil. Porém, ainda não há previsão de quando a produção
comercial da invenção se tornará realidade.

Tecnologia suspeita
Mesmo dispondo de diversas fotos e um site oficial dedicado ao
projeto, ainda há muitas suspeitas quanto à veracidade do projeto.
Isso se deve à falta de qualquer vídeo que registre os testes
realizados até o momento, o que só se torna mais suspeito devido às
desculpas postadas por Malloy na página do projeto, alegando que
problemas técnicos o impediram de registrar imagens da invenção em
funcionamento.

F800GS - Terceiro modelo BMW Brasileiro

A BMW Motorrad anunciou na última quarta-feira (9), em Curitiba, a
produção de mais um modelo na fábrica de Manaus. A F 800 GS, que até
então era importada, será montada no Brasil exclusivamente para venda
no mercado interno. Ela chega às concessionárias em agosto deste ano,
a R$ 42.900 na versão completa.

A moto é equipada com motor de 798 cilindradas, de dois cilindros, que
gera até 85 cavalos de potência e torque máximo de 83 Nm a 5.750 rpm.
Completa o conjunto o câmbio de seis marchas. A velocidade máxima,
segundo a fabricante, é de 200 km/h.

Antes da F 800 GS, a BMW já montava em Manaus a F 800 R, lançada no
mês passado, e a G 650 GS, que, no primeiro trimestre deste ano, teve
300 unidades emplacadas, segundo a marca.

A fábrica no Amazonas tem cerca de 40 funcionários na linha e produz
17 unidades ao dia. O Brasil é o único país fora a Alemanha a produzir
motos BMW. Além de ampliar a produção aqui, a marca também tem
aumentado a rede de distribuidores. Nos últimos dois anos, o número
das lojas BMW Motorrad passou de 12 para 18. A estimativa é que, em
2012, chegue a 35.

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