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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Indian interrompe a produção em Manaus


Empresa alega estoques elevados em decorrência do cenário econômico

produção das motos Indian foi suspensa em maio e permanece parada, sem previsão de retomada. A empresa atribuiu o problema a estoques elevados de todos os modelos em razão do cenário econômico.

"Até que esta situação se normalize não se faz necessária a montagem de mais unidades", alega a empresa.

Desde o segundo semestre de 2015 até o fim de abril deste ano a Indian montou no Brasil 808 motocicletas, mas os emplacamentos de lá para cá atingiram somente 583 unidades. Essa diferença de 225 motos supera todos os licenciamentos da Indian em 2017 (apenas 158 unidades). 

De acordo com a Polaris, que detém os direitos de produção e venda da Indian, as concessionárias (cinco ao todo) continuam abertas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Goiânia. De janeiro a maio foram emplacadas no Brasil 158 motocicletas da marca. A mais acessível (e também a mais vendida no País) é a Scout, com motor de 1.133 cc e preço sugerido de R$ R$ 49.990. A topo de linha Roadmaster, com 1.800 cc, sai por R$ 104.990.

As Indian são montadas em Manaus dentro da estrutura da Dafra, que em abril também foi forçada a interromper sua produção como consequência da retração do mercado, mas a retomou em maio. A Indian não informa se houve corte de mão de obra.


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NA: Tá difícil esse Brasil mesmo! Nem bem a Indian chegou, já saiu... Nada tá perdurando aqui - até parece que salgaram o Brasil, como salgaram a casa de Tiradentes - prá nada mais nascer aqui!!!!



Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/25985/-indian-interrompe-a-producao-em-manaus

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Pedras Bruta, Cúbica e a Prancheta

 

As três Jóias Fixas da Loja, de acordo com a Simbologia do Rito Escocês Antigo e Aceito, são a Pedra Bruta, a Pedra Cúbica e a Prancheta (ou Tábua de Delinear). São chamadas de "fixas" pois ocupam sempre o mesmo lugar na Loja.

As definições que serão dadas abaixo foram baseadas nas opiniões de diversos escritores/historiadores maçônicos brasileiros e são subjetivas.

Pedra Bruta é aquela que, simbolicamente, o Aprendiz trabalha, transformando-a numa pedra com o formato cúbico ou de um paralelogramo, para que ela possa ser usada nas construções de alvenaria. É a pedra informe, que terá seu formato pré definido pelo Aprendiz

Para isso ele utiliza o Cinzel e o Maço. O Cinzel é uma pequena haste metálica, com uma das extremidades cortante que, batida pelo Maço, desbasta a pedra. O Maço é um bloco de pedra, ou de madeira dura, com formato cilíndrico, ou de um paralelogramo, com um cabo inserido, para uso manual.

Hoje, na Maçonaria Especulativa, simbolicamente, a Pedra Bruta é o próprio Iniciado. Ele terá seus defeitos pessoais e sociais corrigidos e aperfeiçoados, para serem utilizados na construção moral e ética de um mundo melhor.

Pedra Cúbica é a obra final do Companheiro Maçom que, simbolicamente, realiza seu trabalho, exaltando todas as suas formas. É a forma geométrica, o cubo ou o paralelogramo perfeito que se encaixa perfeitamente umas nas outras, deixando a construção sem espaços livres.

Deve-se deixar claro que estamos falando de pedra cúbica e não, de pedra cúbica polida ou pedra polida. Qualquer pedra pode ser polida, entretanto, acho que não teria aplicação prática no trabalho dos canteiros medievais.

Hoje, na Maçonaria Especulativa, a Pedra Cúbica, simbolicamente, é a aquisição dos conhecimentos e seu aperfeiçoamento, cada vez mais, para aplicação na Construção Social

Prancheta ou Tábua de Delinear é o objeto do trabalho do Mestre Maçom, onde este, simbolicamente, delineia e traça os projetos da construção. Normalmente é uma placa plana de madeira, com as dimensões aproximadas de 40cm x 60cm, que fica encostada no Altar, de frente para o Ocidente (ver Pílula Maçônica nº 63).

Hoje, na Maçonaria Especulativa, simbolicamente, é o exemplo e a orientação moral, dada pelo Mestre Maçom a todos que estão a sua volta, principalmente os Aprendizes e Companheiros.

 

Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Septuaginta e a Vulgata

 

A Bíblia teve diversas traduções (versões) ao longo dos tempos. Vamos comentar, de modo conciso, duas dessas versões:

SEPTUAGINTA: é o nome da versão da Bíblia hebraica para o grego, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século antes de Cristo, na cidade de Alexandria.

A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta, ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a história, teriam completado a tradução em setenta e dois dias. A Septuaginta foi usada como base para diversas outras traduções da Bíblia.

VULGATA: no sentido corrente, é a tradução da Bíblia em hebraico, para o latim. Foi escrita entre fins do século IV e início do século V, por São Gerônimo, a pedido do Papa Dámaso I, e que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.

Nos seus primeiros séculos, a Igreja Católica serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.

No século IV, a situação já havia mudado e é então que o importante biblista São Jerônimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim.

A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta.

 

Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

ATERSATA

 

Atersata, palavra muitas vezes escrita de forma errada como "artezata", ou "aterzata", é de dificil localização nos dicionários maçônicos em geral (tanto nos nacionais como nos escritos na lingua inglesa). Na língua inglesa é escrito como "athersada".

É uma palavra de origem Persa, com o significado de "mão forte, mão poderosa". Obviamente, a tradução com significado mais objetivo é: "o Governador que dirige com total poder, com mão forte!".

Na verdade, esse nome encontrado na Biblia (Septuaginta) é o nome dada ao Governador Persa de Jerusalém que acompanhou Zorobabel e Nehemias (vide "Esdras" II. 63; "Nehemias" VII. 65-70, descritos abaixo).

E o Atersata proibiu-os de comer coisas sagradas, até que conseguissem encontrar um sacerdote.....

Por isto tudo, fizemos uma aliança sagrada....pelos nossos sacerdotes. Estes foram os que assinaram: Neemias, o Atersata, filho de Helquias....

Na Ordem de Heredom de Kilwinning, este era o nome do chefe supremo dessa Ordem. E, na Maçonaria Francesa e na Brasileira, entre outras, é o nome do presidente do "Sublime Capítulo Rosacruz" do Rito Escocês Antigo e Aceito, na divisão que vai do 15º ao 18º Grau.

Em 586 a.C, Judá, a remanescente e importante cidade do grupo das 12 tribos dos Hebreus (cisma de 921 a.C.), foi conquistada e destruida por Nabudonossor II, chefe dos Babilônios. Nessa época, o primeiro Templo, o de Salomão, construido em 980 a.C, foi totalmente destruido e todos os hebreus foram levados, cativos, para o exílio na Babilônia.

Posteriormente, em 538 a.C. a Babilônia foi conquistada por Ciro, o Grande, que, diferente dos demais conquistadores, dava liberdade religiosa e de costumes, aos povos conquistados. Dessa forma, os hebreus tiveram permissão de retornarem a sua terra.

Depois disso é que todos os hebreus começaram a serem chamados de 'judeus", o que anteriormente, era usado somente para os pertencentes aos nascidos em Judá.

titulo de Atersata foi recebido por Neemias dado pelo Rei da Persia, provavelmente Dario III, a quem servia, para ser o Governador da nova Judéia.

Após o retorno dos judeus o segundo Templo foi construido, denominado de templo de Zorobabel.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

PALAVRAS DE SABEDORIA DA MONJA COEN SOBRE AS MOTOCICLETAS

 Monja Coen: a sabedoria budista e as motos Para quem ainda não teve a oportunidade de ler a entrevista que a Monja Coen, líder da Comunidade Zen Budista do Brasil, concedeu à Claudia Baptista de Souza, aqui vão os melhores momentos: 

"Quilometro por quilometro, instante por instante. A moto tem muito isso, você tem de estar inteiro, com atenção permanente. Você e a moto tem de se tornar um corpo só, e não uma dualidade. Se você pensar que é você e a moto, você cai. Tem de pensar que é uma coisa só. E prestar muita atenção porque você está em contato com o vento, sem proteção. Justamente por isso, seu estado de alerta tem de ser maior. As pessoas estariam mais saudáveis se andassem de moto porque é necessário um controle – e isso faz muito bem para o corpo e para a mente. 

A moto exige muita consciência. O que a moto tem de similar com a meditação é que você não pode ficar guiando a moto divagando, pensando em problemas e dificuldades. 

Tem de esvaziar a mente, e isso não significa ficar sem nada na mente, e sim estar com ela aberta para as inúmeras possibilidades. Eu costumo dizer que a plena atenção, na meditação, é como uma lente grande-angular, que não tem foco único, mas está aberta a todas possibilidades. 

Ela não vai focar somente você, e sim todo o ambiente ao seu redor. E mesmo assim você estará em foco perfeito. Este é o foco que a moto exige: o foco do meu caminho, da direção e de tudo que há à volta. A moto é como a vida. É ela que diz a você quando mudar a marcha, você não escolhe. Tem de ficar em sintonia com ela. E essa é a sintonia que a gente tem de ter com a vida. 

Quando é que eu não posso acelerar? Quando é que devo ir mais devagar? A moto é uma filosofia de vida. Se você não ouvir e sentir, cai. Existe uma frase no budismo que diz assim: "Vá reto por uma estrada cheia de curvas". As pessoas pensam que você vai entrar na curva e se matar, mas não é nada disso. Seja macio na curva, seja a curva quando ela aparece. E isso a moto ensina, a ser flexível." 

Monja Coen foi uma das primeiras mulheres a guiar uma moto no Brasil e a única a comandar um templo budista. Independentemente de nossa religião, as palavras acima são de grande valia para todos nós.

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