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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Loja “Comércio e Artes”

Esta pílula é uma homenagem aos 190 anos de fundação do GOB.


A ARLS "Comércio e Artes" foi a primeira Loja a constituir o atual Grande Oriente do Brasil. Foi mencionada na palestra proferida aos Aprendizes e Companheiros na ARLS "Jacques de Molay" em 02/06/2012, pelo Sapientíssimo Claudio Roque Buono.


Vamos, portanto, tecer alguns comentários históricos, baseados nos alfarrábios dos historiadores maçônicos do Brasil.


A ARLS "Comércio e Artes"foi fundada em 1815, na casa de João José Vahia, a rua Pedreira da Glória, no Rio de Janeiro no Rito Adonhiramita.


Em 1817, após o fracasso da Revolução Pernambucana foi expedido alvará, em março de 1818, que proibia o funcionamento de sociedades secretas, e a Maçonaria era considerada como tal. As lojas retornaram suas atividades em 1821, e a Loja em questão, retornou com o titulo de "Comercio e Artes na Idade d'Ouro" sob os auspícios do Grande Oriente de Portugal (Lusitano).


Em 1822 essa Loja foi tripartida com a finalidade de fundar o Grande Oriente Brasílico, ou Brasiliano, atual Grande Oriente do Brasil. Desse modo, essa Obediência teve como Lojas fundadoras: a nº1 a "Comercio e Artes", como nº2 a "União e Tranquilidade" e como nº3 a "Esperança de Niteroi". O Sapientíssimo Claudio Roque Buono Ferreira, obreiro da Jacques de Molay 2778 é Membro Honorário dessas três Lojas.


Na verdade, a "Comercio e Artes" foi recriada diversas vezes, porque em razão de dissidências, que faziam que a Loja saísse do Grande Oriente do Brasil, este colocava uma nova "Comercio e Artes", pois a Obediência formada, obviamente, não podia ficar sem a sua Loja nº1 Em 25 de outubro de 1822, o segundo Grão Mestre, D. Pedro (o primeiro foi José Bonifácio) fechou o Grande Oriente, ficando este, de modo obrigatório, adormecido até o ano de 1830. 


Nesse ano uma nova Obediência foi formada e o Grande Oriente Brasiliano voltou em 1831 Como foi dito, essa Loja mudou de Obediência com o passar dos anos, sendo sempre criada uma nova "Comércio e Artes" e quando voltava, era feito a fusão das duas em uma só. Inclusive, mudou de Rito Adonhiramita para Rito Moderno, em 1834, e posteriormente para o Rito Escocês Antigo e Aceito, em 1974.


E, obviamente, essas três Lojas existem até hoje, e se reportam diretamente ao Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil.

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

Recall afeta 45 mil motos da Honda

Honda CBR 500R também é vendida no Brasil (Foto: Gustavo Epifanio/G1)

A agência reguladora da segurança em estradas dos Estados Unidos (NHTSA) comunicou que um recall afetará 45.153 motos da Honda no país.

Um problema elétrico pode fazer o motor para de funcionar e aumentar a chance de acidente em 13 modelos da fabricante, incluindo CB 500, CBR 500R, CBR 600, CBR 650, CBR 300R, CRF 250L, CTX 700 e NC 700.

G1 consultou a Honda do Brasil e a marca respondeu com o seguinte comunicado: "A respeito do recall anunciado pela American Honda, a Moto Honda da Amazônia informa que está avaliando a situação das unidades produzidas e comercializadas no Brasil e se pronunciará tão logo os levantamentos sejam finalizados".

VEJA LISTA DE MOTOS ENVOLVIDAS NO RECALL:

HONDA CB300F 2015
HONDA CBR300 2015

HONDA CB500 2014-2015
HONDA CBR500 2014-2015

HONDA CBR600 2015
HONDA CBR650 2014-2015
HONDA CRF250L 2014-2015

HONDA CTX700 2014-2015
HONDA NC700 2014-2016

HONDA NSS300 2014-2015
HONDA ST1300PA 2013-2015

HONDA VT1300 2014-2015
HONDA VT750 2014-2015


Fonte: G1/AutoEsporte


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Clive Sinclair - Aniversário


Hoje é aniversário de Sir Clive Sinclair, o responsável por eu ser hoje, um analista de sistemas.

Ele inventou o ZX81, um prodígio de microcomputador pessoal, abrindo o universo da computação pessoal para todos que quisessem entrar nesse mundo.

E eu entrei: com gosto e avidez, nos anos 80, comecei a programar meu TK85, clone brasileiro do ZX81, e resultou que me tornei um analista de sistemas.

O seu feito foi tão importante, o seu micrinho tão bem projetado (uma jóia), que ele recebeu, em 1983, o título de Sir, da Rainha da Inglaterra.

LONG LIVE AND PROSPER UNCLE CLIVE!

WE LOVE YOU!

Lojas Simbólicas e as Lojas do Supremo Conselho do REAA

 Esta Pílula é dirigida principalmente aos Aprendizes e Companheiros.


Pelo fato de estarem a pouco tempo na Maçonaria, é possível que este assunto não esteja perfeitamente esclarecido. Vamos começar definindo o que são Lojas Simbólicas e o que são Lojas do Supremo.


Loja Simbólica é um corpo maçônico subordinado a uma Obediência Simbólica, como por exemplo, um Grande Oriente ou uma Grande Loja. No caso do Grande Oriente de São Paulo (GOSP), ele é jurisdicionado a uma Obediência central, que é o Grande Oriente do Brasil (GOB).


A Loja Simbólica só tem três Graus: AprendizCompanheiro Mestre, todos eles com seus paramentos próprios.


As Lojas Filosóficas ou Lojas dos Altos Graus (não confundir com "filosofismo" que tem outro significado) são corpos Maçônicos da jurisdição de uma Oficina Chefe de um Rito. No caso do Rito Escocês Antigo e Aceito, as Lojas de PerfeiçãoCapítulosConselhos Kadosh Consistóriossão subordinadas ao "Supremo Conselho do R.E.A.A", que é a Oficina Chefe do desse Rito (Castellani).


São Obediências diferentes, apenas unidas por Tratados de Amizade e mútuo reconhecimento. Dito isso, vamos esclarecer mais alguns pontos:


- não é permitido, em hipótese alguma, colocar, nos Livros de Presença de Lojas Simbólicas, o Grau de Oficinas do Supremo Conselho.

- não é permitido usar paramentos dos Altos Graus nas Oficinas Simbólicas e vice versa.


- Maçons dos Altos Graus, inclusive, Grau 33, não são considerados Autoridades Maçônicas nas Lojas Simbólicas.


- Mestres Instalados nas Lojas Simbólicas, igualmente para ex- Venerável Mestre, Grandes Secretários, Garantes de Amizade, etc, das Lojas Simbólicas, não significam nada nos Altos Graus.


Percebemos, pois, que são coisas distintas, mas que se complementam.


As Lojas Simbólicas necessitam do aperfeiçoamento filosófico dado pelos Altos Graus. Os Altos Graus necessitam das Lojas Simbólicas, pois sem elas, não se tem motivos para se ter um Supremo Conselho. 

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 28 de julho de 2015

Quando o maçom é desnecessário


Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós Maçons, na nossa Instituição.

Os Maçons tornam-se desnecessários: Quando, decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas Sessões, faltando constantemente, demonstrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceitado a Iniciação e terem feito um juramento solene.

Quando, durante as Sessões, já "enturmados", ficam impacientes com as instruções, com as palestras ou com as palavras dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape e a esticada.

Quando, ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de Salário, não têm a mínima idéia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente "copiam" alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar.

Quando, ainda Companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegarem a Mestres, começarem a trabalhar para obter o " poder" na Loja.

Quando Mestres, não aceitarem que ainda não sabem nada a respeito da Ordem e acharem que estudar e comparecer ao máximo de Sessões do ano é coisa para a administração, para os Companheiros e Aprendizes.

Quando Mestres, ao participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, e não forem eleitos, sumirem ou filiarem-se a outra Loja onde poderão ter a "honra" de serem cingidos com o avental de M.'.I.'., que é muito mais vistoso do que o de um "simples" Mestre.

Quando já Mestres e até participando dos graus filosóficos não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro Maçom é o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes, e que, a política interna, a proteção mútua, principalmente na parte material, é importante mas não essencial.

Quando, como Aprendiz, Companheiro ou Mestre, não entenderem que a Loja necessita que suas mensalidades estejam rigorosamente em dia, para que possam fazer frente às despesas que são inevitáveis.

Quando como Venerável-Mestre, age de forma mesquinha, de forma a ocultar de todos os obreiros de sua Loja, fatos e eventos que tenha claramente interesses materiais particulares.

Quando, como Veneráveis Mestres deixa o caos se abater sobre a Loja, não sendo firmes o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo um calendário com programação pré-definida para um período; não cobrando de seus auxiliares a consecução das tarefas a eles determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos obreiros.

Quando, como Vigilantes, não entenderem que, juntamente com o Venerável Mestre, devem constituir uma unidade de pensamento, pois, em todas as Lojas nas quais um, ou os dois Vigilantes não se entendem entre si e, principalmente não se entendem com o Venerável, o resultado da gestão é catastrófico.

Quando, como Guarda da Lei, nada sabem das leis e regulamentos da Potência e de sua própria Loja, e usam o cargo apenas para discursos ocos e intermináveis.

Quando, como Secretários, sonegam à Loja as informações dos boletins quinzenais, as correspondências dos Ministérios e, principalmente, os materiais do departamento de cultura, que visam dotar as Lojas de instruções e conhecimentos que normalmente não constam dos rituais, e são importantes para a formação do Maçom.

Quando, como Tesoureiros, não se mostram diligentes com os metais da Loja, não se esforçam para manter as mensalidades dos Irmãos em dia e não se importam com os relatórios obrigatórios e as prestações de contas.

Quando, como Hospitaleiros, não estão atentos aos problemas de saúde e dificuldades dos Irmãos da Loja. Quando constatamos que em grande número de Lojas, com uma freqüência média de vinte Irmãos, se recolhe um tronco de beneficência de R$ 10,00 (dez reais) em média, todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do Maçom.

Quando, como Chanceleres, não dão importância aos natalícios dos Irmãos, cunhadas, sobrinhos e de outras Lojas. Quando, em desacordo com as leis, adulteram as presenças, beneficiam Irmãos que faltam e não merecem esse obséquio.

Quando a Instituição programa uma Sessão Magna Pública para homenagear alguém ou alguma entidade pública ou privada, constata-se a presença de um número irrisório de Irmãos, dando aos profanos uma visão negativa da Ordem, deixando constrangidos aqueles que se dedicaram e se esforçaram para realizar o evento à altura da Maçonaria. Todos esses Irmãos indiferentes, que não comparecem habitualmente a essas Sessões, são desnecessários à nossa Ordem.

Muito mais haveria para se dizer em relação aos Irmãos desinteressados da nossa Sublime Instituição.

Fiquemos por aqui e imploremos ao Grande Arquiteto do Universo que ilumine cada um de nós, para que possamos agir na Maçonaria com o verdadeiro Espírito Maçônico e não com o espírito profano, e roguemos ainda, que em nenhuma circunstância, seja na família, no trabalho, na sociedade ou na Arte Real, tornemo-nos desnecessários, pois deve ser muito triste e frustrante para qualquer um sentir-se sem importância e sem utilidade no meio em que se vive.

fonte: FILHOS DE HIRAM.'.

Maçom leva OURO no PAN do Canadá


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