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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Snake Venom - Cerveja Forte!

Um alerta em amarelo com exclamação e um aviso claro na garrafa: "Beba
em pequenas quantidades". É assim que se apresenta a "Snake Venom"
(Veneno de Cobra, na tradução), cerveja que assumiu o posto de mais
forte do mundo com teor alcoólico de 67,5%.

Criada pelos cervejeiros escoceses Lewish Shand e John McKenzie, da
Brewmeister Brewery, ela supera a "Armageddon", antiga detentora do
título, que possuia teor de 65% e foi criada pela mesma dupla.

Disponível no site da cervejaria, a garrafa tem 275 ml custa R$ 175.
Para efeito de comparação, a cerveja é mais forte que a maior parte
dos whiskys e vodkas vendidos em mercados.

Site: http://www.brewmeister.co.uk/

Fonte: Yahoo noticias

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Levedura tipo exportação

Pesquisa que selecionou linhagem de leveduras Saccharomyces cerevisiae capazes de agilizar o processo de fermentação da cachaça foi objeto de transferência de tecnologia entre a UFMG e a empresa suíça Danstar AG. Desenvolvida pelo professor Carlos Augusto Rosa, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), a tecnologia foi licenciada para que a empresa, produtora de leveduras para fabricação de bebidas alcoólicas, replique e comercialize a linhagem descoberta pelo período de 15 anos, com a destinação de parte do valor das vendas à Universidade em forma de royalties. Esse é o primeiro licenciamento para empresa internacional feito pela UFMG. O processo foi conduzido pela Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT).
 
Segundo o professor Carlos Rosa, a linhagem de leveduras selecionada pela pesquisa apresenta uma série de vantagens para a indústria da cachaça. Sua utilização possibilita fermentação mais rápida que a do fermento caipira, resultando em maior produtividade. Técnica tradicional na fabricação da cachaça, o fermento caipira geralmente é utilizado por alambiques artesanais. Trata-se de uma mistura de garapa (sumo de cana-de-açúcar) com fubá de milho. A obtenção de um estado ótimo dessa receita pode levar de quatro a dez dias, tempo necessário para conseguir a quantidade de leveduras suficiente. Já no caso da linhagem isolada essa obtenção é imediata. Outra vantagem apontada pelo professor Carlos Rosa é a homogeneidade na qualidade do produto.
 
"A pesquisa selecionou uma única linhagem da levedura Saccharomyces cerevisiae, enquanto com o fermento caipira ocorre o desenvolvimento de várias linhas diferentes", aponta. Cada linhagem de Saccharomyces cerevisiae gera um tipo de cachaça com sabor e aroma característicos, por isso, explica Rosa, o produto obtido com a linhagem selecionada no estudo será mais constante ao longo do tempo e entre safras diferentes do que a bebida feita com o fermento caipira, que é mais instável.
 
Contaminação
Outra diferença significativa diz respeito à facilidade de solucionar casos de contaminação das dornas. A proliferação de bactérias nesses recipientes gera acidez da cachaça, a ponto de torná-la inadequada para consumo. O processo de descontaminação é complexo e varia de uma situação para outra. "Quando isso acontece, o produtor deve descartar o conteúdo e preparar um novo fermento. No caso de utilização de fermento caipira, esse processo dura alguns dias. Já com o uso da linhagem específica permite a utilização da dorna após 24 horas", diz Carlos Rosa.
 
De forma ampla, afirma o professor, há ganho de produtividade. "O período de produção da cachaça – em torno de cinco a seis meses – pode ter redução de quatro meses com a utilização da linhagem selecionada e as boas práticas de fabricação", destaca.
 
Três mil linhagens
O estudo começou em 1996. No primeiro momento, o trabalho consistiu na coleta de diversas linhagens de leveduras em mais de 100 destilarias visitadas pelo grupo de pesquisadores. "Ao todo, coletamos cerca de três mil linhagens de Saccharomyces cerevisiae, a levedura responsável pela produção da cachaça", diz.
 
O início da seleção foi em 2000, no laboratório de leveduras do Departamento de Microbiologia do ICB, com o teste de várias linhagens, por meio de avaliações laboratoriais, além de análises feitas em destilarias, com intuito de verificar seu desempenho na fermentação da cana-de-açúcar. Os trabalhos foram predominantemente realizados pela Universidade, que contou também com a colaboração da indústria da cachaça de Minas Gerais.
 
Em 2008, foi formalizada parceria entre a UFMG e a Danstar AG, que passou a financiar a pesquisa, recebendo em troca a prioridade no licenciamento. A transação é denominada transferência de tecnologia ou de know how. Não se trata, pois, de uma patente, pois, segundo o professor Carlos Rosa, envolve organismo vivo, sem qualquer tipo de modificação genética.
 
 
Fonte: Boletim UFMG 1722

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Santa fermentação...


O processo mágico de fermentar cerveja, vinho e outras bebidas, vem da
fermentação da molécula do açúcar, que é quebrado pela enzima zimase
dos microorganismos leveduras em duas moléculas de etanol (álcool) e
duas de gás carbônico CO2 (as bolinhas)...

Se não fossem as alegres leveduras, não ficaríamos alegres bebendo os
seus xixis....

Viva o xixi de levedura!!!

Ž i v e l i !!!!

Singani de nuevo - y una cachacita tanbién!

Mais uma vez, bebemos Sinagni, a bebida dos Incas, e que brabeza!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Desse eu queria tomar uma...




Pelo preço desse negócio, provavelmente deve ser danado de bom, não?


E nem sei se aqui em Belo Horizonte tem alguém disposto a entrar no
Super Nosso e comprar um uisquinho desses de 10 paus...

Imagina se esse troço tá azedo?

Tem garantia? Tem revisão de 1000 km?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vinho do Porto

Gosto muito do Vinho do Porto, que é um vinho fortificado, isto é, tem
aguardente vínica adicionada à sua composição logo no início da
fermentação, tornando-o mais alcoólico.

Além disso, a fermentação é interrompida porque o álcool mata o
fermento, deixando o vinho açucarado por não ter transformado ainda
todo açúcar em álcool.

Tem esse nome porque era do Porto, em Portugal que ele era distribuído
para o mundo, mas sua região de nascimento é ao leste da cidade de
Porto,na região demarcada de Douro.

Dizem que mercadores britânicos (me parece mais piratas) é que o
inventaram adicionando brandy ao vinho para evitar que ele azedasse,
no século XVII, mas dizem que na época dos descobrimentos ele já era
fabricado, para ser levado em viagens sem que azedasse.

Há duas variedades principais de Porto tinto, a Tawny e a Ruby.

Pessoalmente gosto mais da Tawny, que é uma variedade mais oxidada em
barris pequenos após a fortificação, que permitem mais contato com a
medeira e mais respiração do vinho, perdendo a cor forte original do
vinho e passando a cores mais suaves como âmbar ou vermelho claro. Seu
gosto é mais apurado, não sendo tão selvagem como os Ruby.

Os Ruby são vinhos que são descansados em barris grandes por pouco
tempo, com pouco superfície de contato com medeira, conservando sua
jovialidade e a cor forte de rubi, com características de vinhos mais
jovens, mais frutados.

Os Porto Brancos são os únicos vinhos do Porto que são classificados
por sua doçura, e essa classificação pode ser seco, meio-seco e doces.
Ao envelhecerem, ao contrário dos Tawny que perdem a cor, os brancos
tomam cores mais âmbar e podem ser confundidos com Tawnys muito
velhos.

Ah, a garrafa de Tawny à esquerda está vazia porque eu acabei com ela...

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cervejinha

Acho que a gente bebe direitin, sô!

Tirei essa foto quando ainda eu podia achar as teclas do celular...

SINGANI

"No se engane, o Singani és fuerte mismo!"

Bebida da Bolívia, néctar de los dioses, tem um agradável bouquet de uvas Moscatel de Alexandria. É uma aguardente forte, produzida após a destilação do vinho de uvas, e nasceu da necessidade de se produzir uma bebida em um local que não era muito apropriado para a maturação dos vinhos, já que era muito frio.

É produzida na Bolívia, na região de Tarija, Potosi e Chuquisaca.

Tem Denominação de Origem Controlada, já que a Singani legítima só é produzida nessas regiões da Bolívia, sob estrita vigilância.

Ao se processar a destilação, atinge 70 graus de álcool, mas com a adição de água pura, é ajustada para a graduação de venda.

Bebemos esse troço no Domingo passado, e "a la pucha", como é brabo! Gelada então, nem vemos descer, mas tem graduação alcoólica de 40 graus!

Arriba Singani!

A seguir, palavras do fabricante sobre o Singani que bebemos:

"Tradición, calidad, elegancia. El Etiqueta Negra de CASA REAL es el singani con el cual todos los demás quieren competir. Una mezcla clásica de nuestras mejores uvas, superada solamente por el Singani Aniversario. El Etiqueta Negra es excelente para bebidas mezcladas, pero debido a su sabor superior, frecuentemente se sirve puro. Si busca una bebida exótica para su bar, elige Etiqueta Negra de CASA REAL.
Etiqueta Negra - La elección Tradicional. "

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