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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vinho do Porto

Gosto muito do Vinho do Porto, que é um vinho fortificado, isto é, tem
aguardente vínica adicionada à sua composição logo no início da
fermentação, tornando-o mais alcoólico.

Além disso, a fermentação é interrompida porque o álcool mata o
fermento, deixando o vinho açucarado por não ter transformado ainda
todo açúcar em álcool.

Tem esse nome porque era do Porto, em Portugal que ele era distribuído
para o mundo, mas sua região de nascimento é ao leste da cidade de
Porto,na região demarcada de Douro.

Dizem que mercadores britânicos (me parece mais piratas) é que o
inventaram adicionando brandy ao vinho para evitar que ele azedasse,
no século XVII, mas dizem que na época dos descobrimentos ele já era
fabricado, para ser levado em viagens sem que azedasse.

Há duas variedades principais de Porto tinto, a Tawny e a Ruby.

Pessoalmente gosto mais da Tawny, que é uma variedade mais oxidada em
barris pequenos após a fortificação, que permitem mais contato com a
medeira e mais respiração do vinho, perdendo a cor forte original do
vinho e passando a cores mais suaves como âmbar ou vermelho claro. Seu
gosto é mais apurado, não sendo tão selvagem como os Ruby.

Os Ruby são vinhos que são descansados em barris grandes por pouco
tempo, com pouco superfície de contato com medeira, conservando sua
jovialidade e a cor forte de rubi, com características de vinhos mais
jovens, mais frutados.

Os Porto Brancos são os únicos vinhos do Porto que são classificados
por sua doçura, e essa classificação pode ser seco, meio-seco e doces.
Ao envelhecerem, ao contrário dos Tawny que perdem a cor, os brancos
tomam cores mais âmbar e podem ser confundidos com Tawnys muito
velhos.

Ah, a garrafa de Tawny à esquerda está vazia porque eu acabei com ela...

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