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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

E o alemão falou na COP30...

Muito repercutiu na mídia a fala do chanceler alemão Friedrich Merz que disse que os alemães ficariam felizes de ir embora da FLOP30.
Os alemães, com sua organização impecável, suas cidades limpas e educadas, deve ter se sentido em um caos em Belém.
O problema não é o fato da cidade estar com a infra estrutura deficiente: o problema é a cara de pau dos governantes a manterem assim.
O caminho do aereporto para a cidade não é dos mais bonitos, as palafitas não são uma visão agradável, e a vergonha dos preços super inflacionados das habitações risíveis foi uma lástima.
E as comidas também mostraram um oportunismo das pessoas que inflaram os preços buscando ludibriar os gringos.
E isso incomodou os estrangeiros: e parece que só os alemães tiveram coragem de dizer.
E não venham falar que são nazistas (fala lastimável de um político brasileiro) porque não são todos os alemães que são nazistas, isso é um passado que já foi, uma mancha que lutam para se esquecer.
São um povo ordeiro e muito correto.
Não podemos falar que todos os brasileiros são malandros, sambistas e jogadores de futebol. Da mesma maneira, a ligação com nazistas é um ataque de baixo calão.
Questionar a fala do chanceler, que em visita à nosso país o ofendeu não é o fato da questão, e sim, o porquê da fala.
Os europeus falam as coisas na lata, não escondem o que vêem, não usam meias palavras. Para eles se a realidade é aquela, falam dela de maneira clara.
O que urge é que os políticos parem de roubar e invistam em infraestrutura e levem o dinhero onde ele é necessário.

E não em subornos e propinas.

ps: e a COP30 flopou sim, porque os países que mais poluem para se manter por cima da carne seca da economia, não aceitaram assinar o acordo ambiental. Porque para eles significaria frear seus progressos...

O Flerte

Esquecemos como flertar?
Aquele olhar de banda, aquela risadinha com o canto da boca, não existe mais?
As mulheres reclamam que os homens não chegam. Os homens reclamam que as mulheres estão cheias de dedos.
E vão assim, sem se entenderem, grudados nas suas telinhas atrás de emoticons.
Mas o corpo anseia pelo contato, aquela esbarrada no braço, aquela risadinha conjunta, a química rolando, o flerte avançando.
E todos acabaram ficando com medo de serem acusados de assédio, de incômodo: existe uma diferença entre o assédio e o flerte, a gentileza de se mostrar gostando de alguém. 
Se tudo virar assédio, o que vai ser da raça humana?
Nossos corpos precisam de contato, de abraço, somos seres gregários que gostam de estar com outros seres que nos agradam.
E a pandemia ainda ajudou a deixar seres sem contato a se relacionarem com telinhas, diminuindo suas exposições à outras pessoas, a outros ambientes.
Já vi grupos de jovens juntos em mesas de bares ou de shoppings, todos com seus celulares em punho, absortos em seus mundos individuais.
Para que então estão ali?
Vamos resgatar o jogo do flerte, dos galanteios e das brincadeiras.

A vida é bela, a gente é que complica ela.

domingo, 16 de novembro de 2025

Solidão - O homem que não faz nada

Recebi, achei bonito e reposto. Não sei a fonte.
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Solidão, um sentimento inconveniente que assola a humanidade!

O homem que "não faz nada"

Shoji Morimoto tinha mestrado em Física, morava em Tóquio e era, como ele mesmo dizia, um cara comum: quieto, sem grandes talentos.

Até que um dia, cansado de empregos que não o preenchiam, publicou um tweet que mudaria tudo:

"Alugo-me para não fazer nada.
Posso te acompanhar, te ouvir, estar ao seu lado.
Não cozinho, não limpo, não dou conselhos.
Só existo com você.
Preço: transporte e refeição."

Ele fez isso por brincadeira.

Mas, no dia seguinte, havia mais de 500 mensagens na sua caixa de entrada.

Uma mulher pediu que ele fosse com ela assinar os papéis do divórcio — ela não queria enfrentar aquilo sozinha.

Um jovem recém-saído do hospital pediu que ele o acompanhasse até em casa, em silêncio.

Uma senhora idosa o convidou para almoçar — só para não mastigar sozinha.

Um jornalista perguntou:

— E o que você faz exatamente?

Shoji respondeu:

— Nada. Eu só estou lá. Mas, às vezes, estar… é tudo.

Ele já foi contratado para assistir a um pôr do sol.
Para segurar um guarda-chuva.
Para ouvir alguém chorar por uma hora sem julgar.

Certa vez, uma jovem disse:

— Só quero que alguém me veja subir ao palco. Minha família não quis vir.

Shoji foi. Aplaudiu. E foi embora, sem pedir nada em troca.

Ele não dá conselhos. Não tenta transformar vidas.
Apenas se torna uma testemunha silenciosa das pequenas batalhas que ninguém vê.

Hoje, ele já atendeu mais de 4.000 clientes e escreveu livros sobre sua experiência.

Chamam-no de "o homem que não faz nada".
Mas, na verdade, Shoji faz o que muitos não sabem fazer: estar presente.

Quando perguntaram se ele se sentia solitário, respondeu:

"Não. Eu também precisava de companhia.
Mas sem máscaras. Sem expectativas.
Apenas dois seres humanos compartilhando o mesmo tempo,
sem tentar mudar um ao outro."

Às vezes, o que mais cura…
é o mais simples:

Alguém que não vem para te salvar.
Mas para se sentar ao seu lado enquanto você atravessa a tempestade.

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