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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Dez conselhos para proteger a sua moto de roubos e furtos

Roubo em SP filmado em capacete de um motociclista (Foto: Reprodução)

Coluna enumera práticas que dificultam o trabalho dos ladrões.
Confira dicas que passam por uso do retrovisor e escolha da rota.

por Roberto Agresti Especial para o G1


O que faz um cara com olhar perdido, capacete na mão, em uma rua
qualquer de tantos lugares no Brasil? Se lamenta! Sua querida moto não
é mais sua, ou ao menos não "está" mais sua: foi levada pelos ladrões.

Ser ou estar, não importa o verbo, mas sim a triste realidade que é
constatar o elevado índice de furtos e roubos de motocicletas, algo
que afugenta uma legião de pessoas de assumir o guidão. Essa triste
realidade de ver a amada moto sumir é um problema frequente e cada vez
menos circunscrito aos grandes centros urbanos. Qual o remédio para
isso?

Vergonha na cara! Primeiro das autoridades, que devem aos cidadãos a
tão propalada segurança, prometida aos quatro ventos nas campanhas
eleitorais. Aos cidadãos, o povo, cabe também uma boa dose desse santo
remédio, para largar a inconsequente atitude da aquisição de peças
clandestinas. Vergonha na cara ajudaria também fabricantes e
comerciantes a vender componentes a preços menores mas... enquanto
nada disso acontece, seguem dez simples e para alguns até óbvios
conselhos para não perder sua querida motocicleta.

1) Trava
Por mais que tentem os projetistas, ainda não nasceu uma trava de
guidão que resista a um ladrão habilidoso. Assim, a regra básica é
complicar a vida do malandro, associando pelo menos mais uma trava à
original. No mercado existem infinitos dispositivos criados para
proteger motos estacionadas cá e lá. Escolha algo prático, rápido e
fácil de colocar ou tirar. Como veremos mais adiante, isso é
fundamental para fins de segurança poder chegar à sua moto e sair com
ela no menor espaço de tempo possível.

2) Local
Deixar sua moto estacionada na rua será praticamente inevitável em
algum momento, e assim não seja preguiçoso, coloque suas pernas e
cérebro para funcionar. Ruas desertas são um convite para bandidos, a
noite então... Escolha um lugar onde haja algum movimento nem que isso
te obrigue a andar um pouco mais para chegar onde você quer ir.
Estacione de preferência diante dos olhos de alguém (comércio,
portaria de prédio...), o que não garante muita coisa pois a cara de
pau é uma "qualidade" típica de ladrões. Mas evidentemente quanto mais
olhos houver por perto, menos à vontade estará o bandido.

3) Garagem
Sua garagem é segura? Uhmm... Talvez sim, talvez não. O principio
básico é deixar sua moto invisível a olhos que não o seu. Morando em
um condomínio isso é bem mais fácil, pois sua moto estacionada estará
à vista apenas de seus vizinhos. Mesmo assim, como seguro morreu de
velho (e com sua moto) mesmo na garagem nunca deixe de travar a moto.
Para os que moram em uma casa, a dica é tentar deixar a moto longe da
vista de quem passa pela rua. A coisa complica em casas com garagem de
portão vazado, tipo grade. Nesse caso, cubra sua moto: melhor um
volume coberto (que parece uma moto) do que uma moto aparecendo de
fato.

4) Horário
Você usa sua moto para quê? Ir e vir do trabalho, lazer ou ambos? Seja
como for, é claro que à noite a possibilidade de ser assaltado ou
furtado aumenta. Quanto mais tarde, menos gente na rua, menos olhos,
menos testemunhas... mais descarados serão os ladrões. Assim, evite ao
máximo rodar por lugares ermos em horários nos quais sua mãe gostaria
que você estivesse na cama dormindo. Caso seja inevitável rodar tarde
da noite, siga a regra do próximo item.

5) Alerta
Regra básica de todo o motociclista é "100% concentrado 100% do
tempo". Isso vale tanto para os aspectos de pilotagem em si quanto a
segurança. Circular na madrugada em lugar deserto e ainda por cima
distraído, vacilão, equivale "pedir para dançar". Não é preciso
exagerar na velocidade, bastando ficar atento e andar despachado, e
não no estilo "procurando endereço". Isso ajuda a evitar que alguém
mal intencionado vá atrás de você e tome sua moto na marra. Já quanto
ao furto, é importante que o procedimento de parar e travar sua moto,
assim como o de destravá-la e sair sejam rápidos. Subir na moto e
ficar afivelando o capacete em câmara lenta numa rua escura? Melhor
não...

6) Retrovisor
O que vem por trás? Dois em uma moto? Ai, ai, ai... Quem roda de moto
nas grandes cidades brasileiras deve, por força das circunstâncias de
nosso trânsito, ser um grande fã do espelho retrovisor. Exagerando –
mas não muito – pelo menos 20 ou 30% do tempo em que se roda de moto
em uma cidade movimentada deve ser dedicado a observar o que vem por
trás. E nesse panorama, dois sujeitos em uma moto fazem sempre soar o
alerta.

O mais difundido estilo de roubo de motos é a abordagem na qual o
garupa aponta uma arma e manda a vítima parar, assume o guidão e
pergunta "cadê o alarme?. Enquanto isso o comparsa fica te vigiando,
para ver se sua moto não vai ser bloqueada por um dispositivo
eletrônico algumas centenas de metros adiante. É a pior das situações,
não há o que fazer - a não ser esperar que tudo acabe logo, sem
violência. A única maneira de minimizar o risco de uma situação destas
acontecer é, portanto, usar o retrovisor e tentar antecipar os
movimentos, como entrar em um estacionamento, parar em um posto de
combustível...

7) Rota
Apesar de a linha reta ser a menor distância entre o ponto A e o ponto
B, e quanto menos se roda, menor é o consumo global e o tempo gasto no
transporte, em nome da segurança vale deixar de lado esses postulados.
Fazer exatamente o mesmo caminho todos os dias é facilitar demais a
vida da bandidagem, que vai poder analisar com riqueza de detalhes
qual o melhor lugar e momento para dar o bote. Assim, busque variar o
percurso, seja imprevisível em seus roteiros. Ladrões não gostam de
novidades nem de surpresas.

8) Fim de semana
Assim como você, o ladrão quer se divertir quando chega o fim de
semana. Diferente de você, ele não para de "trabalhar". Azar seu.
Desse modo, apesar de ser chato constatar isso, o melhor momento para
você curtir sua moto pode se transformar também no melhor momento para
o ladrão tirar sua moto de você. Como se precaver? Usando todas as
receitas acima e mais uma: andar em grupo. Ainda não há notícia de
bandos de ladrões atacando, como no velho oeste. Desta maneira,
organize passeios com seus amigos, tomem conta uns dos outros: muitos
olhos enxergam mais que poucos olhos.

9) Transparente
Conselho difícil esse, o de ser transparente. Você e sua moto terão
chances bem maiores de continuarem juntos se não chamarem muito a
atenção. Capacetes de alto valor, vestimenta "top" de cores
chamativas, escapes estilo "vozeirão"... muitos gostam disso tudo,
inclusive os ladrões. Ser discreto na escolha dos trajes pode ajudar,
assim como escolher uma moto que não seja muito...

10) ...Visada!
Ah, a moto "visada". Rios de saliva e tinta se gastaram para falar e
escrever sobre as motocicletas que, por razões óbvias ou nem tanto, se
tornam as favoritas da bandidagem. No passado, a moto favorita dos
criminosos era a Honda CG, fácil de roubar, fácil de vender, inteira
ou desmontada. Com o tempo surgiram outras "favoritas", como a Yamaha
XT 600 sobre a qual se dizia ser visada por conta das qualidades como
veículo ideal para praticar crimes. A naked Honda Hornet (e sua irmã
CB 1000R) foi – e ainda é - um verdadeiro objeto do desejo da
marginalidade, assim como no passado as superesportivas eram alvo por
causa da demanda por carenagens e componentes de carroceria
danificados em tombinhos bobos, mas cujo custo elevado fazia (e ainda
faz) muitos deixarem escrúpulos de lado e adquirir tais peças usadas
sem questionar a procedência.

Houve um tempo, nem tão distante assim, que marcas como BMW e
Harley-Davidson eram tidas como à prova de furto e roubo, simplesmente
porque os ladrões não queriam saber delas. Hoje, lamentavelmente,
quase não há marca ou modelo que não tenha um criminoso disposto a
levá-las. Tempos difíceis...

Enfim, qual o segredo para voltar com sua moto para casa? Não é apenas
um, mas sim o conjunto das atitudes acima elencadas que, é claro,
devem ser acompanhadas de um enorme pensamento positivo, da figuinha,
do patuá, da fita do Nosso Senhor do Bonfim e todos os amuletos que
você puder e quiser usar. E sobretudo de uma tremenda boa sorte...


Roberto Agresti escreve sobre motocicletas há três décadas. Nesta
coluna no G1, compartilha dicas sobre pilotagem, segurança e as
tendências do universo das duas rodas.

Copa do Mundo 1986

Naquela época, em plena "ditadura", o equilíbrio era maior que hoje
com toda essa "democracia".

E ainda falam que houve evolução.

Houve sim, de interesses comerciais, políticos e principalmente, de se
levar algum tipo de vantagem.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Posições de pilotar moto

Republica e a Maçonaria

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.

A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.


Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. O Marechal era monarquista fiel ao Imperador, mas naqule mesmo ano por volta do mês de maio mudara de opinião por força da MAÇONARIA que na maioria de suas fileiras era de republicanos. O Marechal foi Grão Mestre e levou a cabo o projeto iniciado pelos maçons no final do século XVIII. 


Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, 

Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

Fonte: Não recebi a Fonte.


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