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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Madiba Mason - Mandela Maçom

E o nosso Irmão Madiba descansa ao lado do Grande Arquiteto do Universo.

Sala do Rack

E você tem de trocar um cabo de rede de computadores para manutenção...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O povo e seu buraco

Como funciona o Governo...

O cidadão está no fundo do poço, mas o "intelectual" não lhe dá a
escada, o meio pelo qual ele possa galgar os degraus e subir, desde
que faça algum esforço.

Ao contrário, o "homem humanitário" se debruça na borda do buraco,
estica um braço que nunca vai adiantar e faz cena de que quer ajudar.

O "descamisado" do fundo do poço não sabe que existe uma escada, logo,
imagina que aquele homem é bom e quer ajudá-lo, assim, aposta nele.

Os meios (escadas): Escola pública de qualidade, cursos técnicos,
Transporte, Segurança, Infra estrutura, Economia forte, criação de
empregos, etc.

Os jogos de cena: Bolsa família, Auxílio reclusão, maciça propaganda,
Cotas raciais, etc.

Política do "Pão e Circo"; pão (bolsa isso, bolsa aquilo...) e circo
(estádios glamourosos).

O país afunda, mas o poder está garantido.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Velhice na Maçonaria

A VELHICE NA MAÇONARIA
Ir\ José Luiz Menão

"Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, ela é um peso."
(Francois Chateaubriand)

Quando fui iniciado, a vida para mim ganhou um novo sentido, pelas
novas amizades e pelo ensinamento que recebia nas instruções de meus
preceptores.

A sessão maçônica era uma coisa extraordinariamente nova e reveladora.
Sonhava em crescer na Ordem e ser como aqueles Irmãos mais antigos,
pois via neles tanto conhecimento e amizade, meus sábios inspiradores.

Aqueles "velhinhos" eram a porta para meu ingresso no conhecimento e
na filosofia da Arte Real.

Para mim, eles viviam num mundo de felicidade e que aquilo era uma
herança, que levariam até os dias da velhice.

Esse sentimento inundava o meu espírito de paz e esperança. Jamais
poderia pensar que o caminhar dos anos trouxesse consigo mudanças tão
importantes.

Parece que a juventude não conhece o segredo para a transmutação e
quando a idade avança, somos pegos por uma realidade surpreendente, às
vezes desalentadora.

A Ordem que servimos por décadas a fio, dispendendo os maiores
esforços, nos abandonara na idade senil. Justamente quando estamos
mais carentes e fragilizados.

Na America do Norte, os maçons idosos vão para o albergue da Ordem
onde vivem em paz e dignamente.

Toco nesse assunto, levando em conta casos de Irmãos que vivem no mais
completo abandono maçônico.

Vitimados por uma enfermidade não saem para lugar algum, aprisionados
em suas casas.

Essa realidade é bem diferente dos Templos aconchegantes e das amplas
festas e Copos D'Água que um dia frequentaram.

Aquela alegria barulhenta e os abraços fraternos deram lugar ao
abandono, ao ostracismo involuntário e ao silêncio cósmico que arrasa
seu moral.

Se tivessem a mão amiga de um Irmão, poderia ir à Loja, aos almoços e
de novo serem felizes.

A maçonaria, pródiga em ajudar os velhinhos dos asilos profanos, vira
a cara para seus próprios membros que nem sempre precisam de apoio
pecuniário, apenas de uma visita.

A tentativa de levar Irmãos à casa de um enfermo sempre resulta em
fracasso, pois ninguém se interessa.

Os Veneráveis Mestres, esses, nunca vão.

O tempo corre célere e a vida escapa pelos dedos como o mercúrio.
Irmãos, ainda há tempo, embora curto, para amar o próximo, pois o Céu
não pode esperar.

Temperar churrasco Gaúcho

Bah, tchê... Costelada gaúcha se tempera assim!!!!!

Só macho tchê!!!!!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pizzaria Google

Pizzaria Google, boa noite!

- De onde falam?

- Pizzaria Google, senhor. Qual é o seu pedido?
- Mas este telefone não era da Pizzaria do... ?

- Sim senhor, mas a Google comprou essa Pizzaria e agora sua pizza é
mais completa.
- OK. Você pode anotar o meu pedido, por favor?

- Pois não. O Senhor vai querer a de sempre?
- A de sempre? Você me conhece?

- Temos um identificador de chamadas em nosso banco de dados, senhor.
Pelo que temos registrado aqui, nas últimas 53 vezes que ligou, o
senhor pediu meia quatro queijos e meia calabresa.
- Puxa, eu nem tinha notado! Vou querer esta mesmo.

- Senhor, posso dar uma sugestão?
- Claro que sim. Tem alguma pizza nova no cardápio?

- Não senhor. Nosso cardápio é bem completo, mas eu gostaria de
sugerir-lhe meia ricota, meia rúcula.
- Ricota? Rúcula? Você ficou louco? Eu odeio estas coisas.

- Mas, senhor, faz bem para a sua saúde. Além disso, seu colesterol
não anda bom.
- Como você sabe?

- Nossa Pizzaria tem o banco de dados mais completo do planeta. Nós
temos o banco de dados do laboratório em que o senhor faz exames
também. Cruzamos seu número de telefone com seu nome e temos o
resultado dos seus exames de colesterol. Achamos que uma pizza de
rúcula e ricota seria melhor para sua saúde.
- Eu não quero pizza de queijo sem gosto e nem pizza de salada. Por
isso tomo meu remédio para colesterol e como o que eu quiser.

- Senhor, me desculpe, mas acho que o senhor não tem tomado seu
remédio ultimamente.
- Como sabe? Vocês estão me vigiando todo o tempo?

- Temos o banco de dados das farmácias da cidade. A última vez que o
senhor comprou seu remédio para Colesterol faz 3 meses. A caixa tem 30
comprimidos.
- Puxa! É verdade. Como vocês sabem disto?

- Pelo seu cartão de crédito.
- Como!?

- O senhor tem o hábito de comprar remédios em uma farmácia que lhe dá
desconto se pagar com cartão de crédito da loja. E ainda parcela em 3
vezes sem acréscimo. Nós temos o banco de dados de gastos com cartão
na farmácia. Há 2 meses o senhor não compra nada lá, mas continua
usando seu cartão de crédito em outras lojas, o que significa que não
o perdeu, apenas deixou de comprar remédios.
- E eu não posso ter pago em dinheiro? Agora te peguei.

- O senhor não deve ter pago em dinheiro, pois faz saques semanais de
R$ 250,00 para sua empregada doméstica. Não sobra dinheiro para
comprar remédios. O restante o senhor paga com cartão de débito.
- Como você sabe que eu tenho empregada e quanto ela ganha?

- O senhor paga o INSS dela mensalmente com um DARF. Pelo valor do
recolhimento dá para concluir que ela ganha R$ 1.000,00 por mês. Nós
temos o banco de dados dos Bancos também. E pelo seu CPF.
- ORA VÁ SE DANAR!

- Sim senhor, me desculpe, mas está tudo em minha tela. Tenho o dever
de ajudá-lo. Acho, inclusive, que o senhor deveria remarcar a consulta
que o senhor faltou com seu médico, levar os exames que fez no mês
passado e pedir uma nova receita do remédio.
- Por que você não vai dormir?

- Desculpe-me novamente, senhor.
-ESTOU FARTO DESTAS DESCULPAS. ESTOU FARTO DA INTERNET, DE
COMPUTADORES, DO SÉCULO XXI, DA FALTA DE PRIVACIDADE, DOS BANCOS DE
DADOS E DESTE PAÍS.

- Mas senhor...
- CALE-SE! VOU ME MUDAR DESTE PAÍS PARA BEM LONGE. VOU PARA AS ILHAS
FIJI OU ALGUM LUGAR QUE NÃO TENHA INTERNET, TELEFONE, COMPUTADORES E
GENTE ME VIGIANDO O TEMPO TODO!

- Sim, senhor? entendo perfeitamente.
-É ISTO MESMO! VOU ARRUMAR MINHAS MALAS AGORA E AMANHÃ MESMO VOU SUMIR
DESTA CIDADE.

- Entendo.
- VOU USAR MEU CARTÃO DE CRÉDITO PELA ÚLTIMA VEZ E COMPRAR UMA
PASSAGEM SÓ DE IDA PARA ALGUM LUGAR BEM LONGE DE VOCÊ !!!

- Perfeitamente.
- E QUERO QUE VOCÊ ME ESQUEÇA!

- Farei isto senhor. (silêncio de 1 minuto) O senhor está aí ainda?
- SIM, POR QUE? ESTOU PLANEJANDO MINHA VIAGEM. E PODE CANCELAR MINHA PIZZA.

- Perfeitamente. Está cancelada.(mais um minuto de silêncio)- Só mais
uma coisa, senhor;
- O QUE É AGORA?

- Devo lhe informar uma coisa importante?
- FALA, CACETE.

- O seu passaporte está vencido.

---------------------


ps: não recebi a fonte...

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Coitado do Tio Tonico!

Meu Tio Tonico

Meu tio Tonico estava bem de saúde, até que sua esposa, minha tia Marocas,
a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:

-Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check-up com o
médico.

- Para quê, estou me sentindo muito bem!

-Porque a prevenção deve ser feita agora, quando você ainda se sente
jovem, disse minha tia.

Então meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o
fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de
saúde cobrisse.

Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito
bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então, receitou:

* Comprimidos Atorvastatina, para o colesterol;

* Losartan, para o coração e hipertensão;

* Metformina, para evitar diabetes;

* Polivitaminas, para aumentar as defesas;

* Norvastatina, para a pressão;

* Desloratadina, para combater alergias.

Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então ele
indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços.

Meu tio Tonico foi à farmácia e gastou boa parte da sua aposentadoria em
várias caixas requintadas de cores sortidas.

Nessa altura, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos verdes
para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas para o
estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou depois das
refeições, voltou ao médico. Este, muito gentil, lhe deu uma caixinha com
várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado.
Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir.

Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o
farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele passar
pelo meio, enquanto aplaudiam.

Meu tio, que todos diziam estar bem de saúde, foi piorando. Ele tinha
todos os remédios num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa,
porque passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas.

Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele
usava, deu-lhe um cartão de "Cliente Preferencial", um termômetro, um
frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da farmácia.

Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia Marocas, como de costume,
fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel, chamou também
o médico.

Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o dia
e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma pequena
taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de Amoxicilina, a
cada 12 horas, durante 10 dias. Apareceram fungos e herpes, e ele receitou
Fluconol com Zovirax.

Para piorar a situação, tio Tonico começou a ler as bulas de todos os
medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as contra-indicações,
advertências, precauções, reações adversas, efeitos
colaterais e interações médicas.

Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer, mas poderia ter também
arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão,
insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do estado
mental e um monte de coisas inconvenientes.

Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar com
essas coisas, porque os laboratórios só colocavam essas coisas para se
isentar de culpa.

- Calma, seu Tonico, não fique aflito, disse o médico, enquanto prescrevia
uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com Rivotril, 100 mg. E
como titio estava com dor nas articulações, deu Diclofenac.

Nessa altura, sempre que o meu tio recebia a aposentadoria, ia direto para
a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP.

Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio Tonico não tinha horas
suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não dormia, apesar
das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas.

Ficou tão ruim que, um dia, conforme havia sido advertido nas bulas dos
remédios, morreu.

Foi um belíssimo enterro, cheio de gente!

Agora, tia Marocas diz que felizmente mandou titio para o médico bem na
hora, porque se não, com certeza, ele teria morrido antes.

Este e-mail é dedicado a todos os meus amigos, sejam eles médicos ou
pacientes.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A Ineptocracia!!!

Recebi e achei interessante. Eis um neologismo para descrever nosso
modelo político, finalmente! Não me foi citada a fonte.

Em tradução livre:

Ineptocracia: um sistema de governo em que os menos capazes de liderar
são eleitos pelos menos capazes de produzir, e onde os membros da
sociedade com menos chance de se sustentar ou ser bem-sucedidos são
recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada de um
número cada vez menor de produtores.


Essa definição nos remete automaticamente à descrição feita pela
filósofa russa Ayn Rand:


"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização
de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para
quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos
ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e
que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que
estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é
recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então
poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada."

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Novo Radar na Fernão Dias

Radar Binóculo. Foto: Fernando Lima

Radar com alcance de 1km de distância é usado na Fernão Dias

Pouso Alegre é a primeira cidade do Brasil a utilizar o radar
binóculo. Desde o dia 14, mais de 200 multas foram aplicadas.

No trecho Sul de Minas da Rodovia Fernão Dias, motoristas que estejam
conduzindo em excesso de velocidade poderão ser flagrados a 1km de
distância. O flagrante é possível graças ao novo aparelho adquirido
pela Polícia Rodoviária Federal, um radar binóculo.

Pouso Alegre foi a primeira cidade do Brasil a colocar o aparelho em
operação. O equipamento está em operação desde a última quinta-feira
(14), véspera de feriado. Neste período já foram aplicadas cerca de
200 multas.

Adquirido com a ajuda do poder judiciário de Pouso Alegre (MG), o
aparelho é importado do Estados Unidos, e custa cerca de R$ 30 mil.


"Cada dia ficamos com o binóculo em uma cidade. Ontem (segunda-feira)
estávamos em Estivas. Hoje estamos em Três Corações. Operamos durante
o dia todo. À noite também é possível multar, mas o processo é mais
complexo", esclarece o inspetor.

Através de um sistema a laser, o radar binóculo é capaz de identificar
a placa e velocidade de qualquer veículo.

A multa por excesso de velocidade varia de R$ 120 a R$ 540, além de
cinco ou sete pontos na CNH, dependendo da gravidade da infração.

Parábola japonesa

Em uma planície, viviam

um Urubu e um Pavão.


Certo dia, o Pavão refletiu:

- Sou a ave mais bonita do mundo animal,

tenho uma plumagem colorida e exuberante,

porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza.

Feliz é o urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:

- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal

e ainda tenho que voar e ser visto por todos,

quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele pavão.



Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum

e se juntaram para discorrer sobre ela:

um cruzamento entre eles seria ótimo para ambos,

gerando um descendente que voasse como o Urubu

e tivesse a graciosidade de um Pavão.

Então cruzaram... e daí nasceu o Peru,

que é feio pra cacete e não voa!



Moral da história:


Se a coisa tá ruim, não inventa, porque...

... gambiarra só dá merda.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Dez conselhos para proteger a sua moto de roubos e furtos

Roubo em SP filmado em capacete de um motociclista (Foto: Reprodução)

Coluna enumera práticas que dificultam o trabalho dos ladrões.
Confira dicas que passam por uso do retrovisor e escolha da rota.

por Roberto Agresti Especial para o G1


O que faz um cara com olhar perdido, capacete na mão, em uma rua
qualquer de tantos lugares no Brasil? Se lamenta! Sua querida moto não
é mais sua, ou ao menos não "está" mais sua: foi levada pelos ladrões.

Ser ou estar, não importa o verbo, mas sim a triste realidade que é
constatar o elevado índice de furtos e roubos de motocicletas, algo
que afugenta uma legião de pessoas de assumir o guidão. Essa triste
realidade de ver a amada moto sumir é um problema frequente e cada vez
menos circunscrito aos grandes centros urbanos. Qual o remédio para
isso?

Vergonha na cara! Primeiro das autoridades, que devem aos cidadãos a
tão propalada segurança, prometida aos quatro ventos nas campanhas
eleitorais. Aos cidadãos, o povo, cabe também uma boa dose desse santo
remédio, para largar a inconsequente atitude da aquisição de peças
clandestinas. Vergonha na cara ajudaria também fabricantes e
comerciantes a vender componentes a preços menores mas... enquanto
nada disso acontece, seguem dez simples e para alguns até óbvios
conselhos para não perder sua querida motocicleta.

1) Trava
Por mais que tentem os projetistas, ainda não nasceu uma trava de
guidão que resista a um ladrão habilidoso. Assim, a regra básica é
complicar a vida do malandro, associando pelo menos mais uma trava à
original. No mercado existem infinitos dispositivos criados para
proteger motos estacionadas cá e lá. Escolha algo prático, rápido e
fácil de colocar ou tirar. Como veremos mais adiante, isso é
fundamental para fins de segurança poder chegar à sua moto e sair com
ela no menor espaço de tempo possível.

2) Local
Deixar sua moto estacionada na rua será praticamente inevitável em
algum momento, e assim não seja preguiçoso, coloque suas pernas e
cérebro para funcionar. Ruas desertas são um convite para bandidos, a
noite então... Escolha um lugar onde haja algum movimento nem que isso
te obrigue a andar um pouco mais para chegar onde você quer ir.
Estacione de preferência diante dos olhos de alguém (comércio,
portaria de prédio...), o que não garante muita coisa pois a cara de
pau é uma "qualidade" típica de ladrões. Mas evidentemente quanto mais
olhos houver por perto, menos à vontade estará o bandido.

3) Garagem
Sua garagem é segura? Uhmm... Talvez sim, talvez não. O principio
básico é deixar sua moto invisível a olhos que não o seu. Morando em
um condomínio isso é bem mais fácil, pois sua moto estacionada estará
à vista apenas de seus vizinhos. Mesmo assim, como seguro morreu de
velho (e com sua moto) mesmo na garagem nunca deixe de travar a moto.
Para os que moram em uma casa, a dica é tentar deixar a moto longe da
vista de quem passa pela rua. A coisa complica em casas com garagem de
portão vazado, tipo grade. Nesse caso, cubra sua moto: melhor um
volume coberto (que parece uma moto) do que uma moto aparecendo de
fato.

4) Horário
Você usa sua moto para quê? Ir e vir do trabalho, lazer ou ambos? Seja
como for, é claro que à noite a possibilidade de ser assaltado ou
furtado aumenta. Quanto mais tarde, menos gente na rua, menos olhos,
menos testemunhas... mais descarados serão os ladrões. Assim, evite ao
máximo rodar por lugares ermos em horários nos quais sua mãe gostaria
que você estivesse na cama dormindo. Caso seja inevitável rodar tarde
da noite, siga a regra do próximo item.

5) Alerta
Regra básica de todo o motociclista é "100% concentrado 100% do
tempo". Isso vale tanto para os aspectos de pilotagem em si quanto a
segurança. Circular na madrugada em lugar deserto e ainda por cima
distraído, vacilão, equivale "pedir para dançar". Não é preciso
exagerar na velocidade, bastando ficar atento e andar despachado, e
não no estilo "procurando endereço". Isso ajuda a evitar que alguém
mal intencionado vá atrás de você e tome sua moto na marra. Já quanto
ao furto, é importante que o procedimento de parar e travar sua moto,
assim como o de destravá-la e sair sejam rápidos. Subir na moto e
ficar afivelando o capacete em câmara lenta numa rua escura? Melhor
não...

6) Retrovisor
O que vem por trás? Dois em uma moto? Ai, ai, ai... Quem roda de moto
nas grandes cidades brasileiras deve, por força das circunstâncias de
nosso trânsito, ser um grande fã do espelho retrovisor. Exagerando –
mas não muito – pelo menos 20 ou 30% do tempo em que se roda de moto
em uma cidade movimentada deve ser dedicado a observar o que vem por
trás. E nesse panorama, dois sujeitos em uma moto fazem sempre soar o
alerta.

O mais difundido estilo de roubo de motos é a abordagem na qual o
garupa aponta uma arma e manda a vítima parar, assume o guidão e
pergunta "cadê o alarme?. Enquanto isso o comparsa fica te vigiando,
para ver se sua moto não vai ser bloqueada por um dispositivo
eletrônico algumas centenas de metros adiante. É a pior das situações,
não há o que fazer - a não ser esperar que tudo acabe logo, sem
violência. A única maneira de minimizar o risco de uma situação destas
acontecer é, portanto, usar o retrovisor e tentar antecipar os
movimentos, como entrar em um estacionamento, parar em um posto de
combustível...

7) Rota
Apesar de a linha reta ser a menor distância entre o ponto A e o ponto
B, e quanto menos se roda, menor é o consumo global e o tempo gasto no
transporte, em nome da segurança vale deixar de lado esses postulados.
Fazer exatamente o mesmo caminho todos os dias é facilitar demais a
vida da bandidagem, que vai poder analisar com riqueza de detalhes
qual o melhor lugar e momento para dar o bote. Assim, busque variar o
percurso, seja imprevisível em seus roteiros. Ladrões não gostam de
novidades nem de surpresas.

8) Fim de semana
Assim como você, o ladrão quer se divertir quando chega o fim de
semana. Diferente de você, ele não para de "trabalhar". Azar seu.
Desse modo, apesar de ser chato constatar isso, o melhor momento para
você curtir sua moto pode se transformar também no melhor momento para
o ladrão tirar sua moto de você. Como se precaver? Usando todas as
receitas acima e mais uma: andar em grupo. Ainda não há notícia de
bandos de ladrões atacando, como no velho oeste. Desta maneira,
organize passeios com seus amigos, tomem conta uns dos outros: muitos
olhos enxergam mais que poucos olhos.

9) Transparente
Conselho difícil esse, o de ser transparente. Você e sua moto terão
chances bem maiores de continuarem juntos se não chamarem muito a
atenção. Capacetes de alto valor, vestimenta "top" de cores
chamativas, escapes estilo "vozeirão"... muitos gostam disso tudo,
inclusive os ladrões. Ser discreto na escolha dos trajes pode ajudar,
assim como escolher uma moto que não seja muito...

10) ...Visada!
Ah, a moto "visada". Rios de saliva e tinta se gastaram para falar e
escrever sobre as motocicletas que, por razões óbvias ou nem tanto, se
tornam as favoritas da bandidagem. No passado, a moto favorita dos
criminosos era a Honda CG, fácil de roubar, fácil de vender, inteira
ou desmontada. Com o tempo surgiram outras "favoritas", como a Yamaha
XT 600 sobre a qual se dizia ser visada por conta das qualidades como
veículo ideal para praticar crimes. A naked Honda Hornet (e sua irmã
CB 1000R) foi – e ainda é - um verdadeiro objeto do desejo da
marginalidade, assim como no passado as superesportivas eram alvo por
causa da demanda por carenagens e componentes de carroceria
danificados em tombinhos bobos, mas cujo custo elevado fazia (e ainda
faz) muitos deixarem escrúpulos de lado e adquirir tais peças usadas
sem questionar a procedência.

Houve um tempo, nem tão distante assim, que marcas como BMW e
Harley-Davidson eram tidas como à prova de furto e roubo, simplesmente
porque os ladrões não queriam saber delas. Hoje, lamentavelmente,
quase não há marca ou modelo que não tenha um criminoso disposto a
levá-las. Tempos difíceis...

Enfim, qual o segredo para voltar com sua moto para casa? Não é apenas
um, mas sim o conjunto das atitudes acima elencadas que, é claro,
devem ser acompanhadas de um enorme pensamento positivo, da figuinha,
do patuá, da fita do Nosso Senhor do Bonfim e todos os amuletos que
você puder e quiser usar. E sobretudo de uma tremenda boa sorte...


Roberto Agresti escreve sobre motocicletas há três décadas. Nesta
coluna no G1, compartilha dicas sobre pilotagem, segurança e as
tendências do universo das duas rodas.

Copa do Mundo 1986

Naquela época, em plena "ditadura", o equilíbrio era maior que hoje
com toda essa "democracia".

E ainda falam que houve evolução.

Houve sim, de interesses comerciais, políticos e principalmente, de se
levar algum tipo de vantagem.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Posições de pilotar moto

Republica e a Maçonaria

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.

A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.


Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. O Marechal era monarquista fiel ao Imperador, mas naqule mesmo ano por volta do mês de maio mudara de opinião por força da MAÇONARIA que na maioria de suas fileiras era de republicanos. O Marechal foi Grão Mestre e levou a cabo o projeto iniciado pelos maçons no final do século XVIII. 


Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, 

Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

Fonte: Não recebi a Fonte.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Acabei de descobrir!

Acabei de descobrir que desperdicei a vida inteira assistindo futebol!

Encuentro en Bella Vista, Corrientes, Argentina


Tô querendo ir!!!!

BH-Marília-Foz do Iguaçu-Asuncion-Clorinda-Formosa-Corrientes-Bella Vista

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Tempos de TK85


Bons tempos aqueles... Eu e meus amigos tinhamos um grupinho de fazer
bagunça, dar poke e hackear TK85, e aí, o Cláudio Márcio, colega de
Cefet, tinha alguém que mexia com gráfica que fez para nós as capinhas
das fitas K7 padronizadas com o nome do nosso grupinho: MICROBUG!

Detalhe: foi antes de sair o Microbug da Micro Sistemas, que a gente
pensou que algum dos 3 integrantes tinha falado com a revista... Mas
foi coincidência mesmo!

Os desenhos foram todos feitos em papel milimetrado, com jeitão de Tk85!

Mazogs (Polvos), Pac-Man, Corrida, Aviõezinhos de River Raid e uma cena do famoso Red Alert, que era um dos jogos mais bonitos que eu já vi, com a montanhinha, e que tinha um scroll lateral perfeito!

Detalhe: olhem a data do (c)opyright!!!!!

Bons tempos de TK85 e Assembly Z80!!!!!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Snake Venom - Cerveja Forte!

Um alerta em amarelo com exclamação e um aviso claro na garrafa: "Beba
em pequenas quantidades". É assim que se apresenta a "Snake Venom"
(Veneno de Cobra, na tradução), cerveja que assumiu o posto de mais
forte do mundo com teor alcoólico de 67,5%.

Criada pelos cervejeiros escoceses Lewish Shand e John McKenzie, da
Brewmeister Brewery, ela supera a "Armageddon", antiga detentora do
título, que possuia teor de 65% e foi criada pela mesma dupla.

Disponível no site da cervejaria, a garrafa tem 275 ml custa R$ 175.
Para efeito de comparação, a cerveja é mais forte que a maior parte
dos whiskys e vodkas vendidos em mercados.

Site: http://www.brewmeister.co.uk/

Fonte: Yahoo noticias

Na onda da Coca com rato, agora tem Macarrão com Rato

Foto: Reprodução / Tribuna do Ceará

Uma dona de casa de Fortaleza, no Ceará, teve uma surpresa
desagradável ao abrir o pacote de um macarrão instantâneo da marca
Nissin, na última segunda-feira (28). Um rato estava grudado ao
alimento.

Leia também:
Coca-Cola diz que 'é impossível roedor entrar em uma garrafa de refrigerante'
Criança é hospitalizada após lamber rato em creche

Moradora do Bairro Barroso, Mônica da Silva rapidamente sentiu um
forte cheiro ao abrir a embalagem, cuja validade estava dentro da data
estipulada no pacote.

Responsável pelo produto, a empresa Nissin Ajinomoto Alimentos Ltda se
pronunciou sobre o caso através de uma nota oficial. Ao longo do texto
a Nissin ressaltou que realiza um rigoso controle de qualidade na
fabricação dos alimentos e que providenciou a análise do produto.

"Informamos que recebemos no dia 28/10/13, por meio do nosso Serviço
de Atendimento ao Consumidor, 0800-727-6020, a reclamação da Sra.
Mônica da Silva Vasconcelos Melo, referente a um roedor em nosso
produto Nissin Lámen Sabor Carne.

Cabe informar que, nosso procedimento de retorno ao consumidor, após
reclamação formulada em nossos canais de atendimento, é de 24 a 48
horas. Porém, por decisão da consumidora, o atendimento será realizado
no dia 29/10/2013, a partir das 17h.

Após a coleta do produto em questão, providenciaremos a análise, e
posteriormente será dado retorno sobre o resultado à consumidora.
Salientamos que exercemos um rigoroso controle de qualidade em todas
as etapas de fabricação dos nossos produtos.

Informamos também que em nossas Fábricas aplicamos as normas de Boas
Práticas de Fabricação, recomendadas pela Vigilância Sanitária e ainda
possuímos equipamentos de alto padrão que visam garantir a higiene e
segurança do nosso produto."

fonte: Yahoo notícias

Show Black Sabbath

EU FUI!

Não me arrependo de ir - o Black Sabbath é realmente uma banda
incrível. Valeu a pena ter ido ao show dessas feras - provavelmente um
dos últimos - os caras estão bem velhos, mas o som continua pesado e
excelente.

Ver a galera gritando a letra de "Fairies wear boots" e o eco batendo
no Mineirão foi uma das coisas mais loucas que vi nos últimos tempos!

E o piso da Esplanada vibrando com a galera pulando com "Paranoid" e
"Children of the Grave" foi também memorável!!!!

Se esses caras algum dia voltarem, lá estarei de novo!!!

UP THE METAL!!!!!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Aston Martin - Propaganda Espetacular

Essa é que é uma propaganda espetacular para carros usados da Aston
Martin (o carro do James Bond)!

Está escrito: você sabe que não é o primeiro, mas você realmente se importa?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Porque os homens amam as motos

Deve ser verdade... Construtors dizem que os carros devem se parecer
com as mulheres e ter curvas bem femininas...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

André-Jacques Garnerin fez o primeiro salto de paraquedas há 216 anos

Dá prá acreditar que André-Jacques Garnerin realizou o primeiro salto
de paraquedas em 1797?

Em 22 de outubro de 1797, André-Jacques Garnerin, então com 28 anos,
pulou de um balão em pleno movimento a mais de 900 metros de altura
com nada para prevenir sua queda além de um tecido de seda com sete
metros de comprimento. Um salto para a morte? Não. Era a invenção do
paraquedas, naquela época ainda parecido com um guarda-chuva gigante.
O primeiro salto de paraquedas foi realizado no Parc Monceau, em
Paris, e passados 216 anos se tornou um esporte – e um hobby – para
entusiastas de todo o mundo.

Ao atingir a altura esperada, o engenheiro francês cortou a corda que
prendia o balão à sua cesta, automaticamente abrindo o paraquedas.
Isso fez com que André-Jacques Garnerin caísse em direção ao chão
ainda dentro da cesta, com nada além daquele pano de seda entre ele, o
céu e a terra. O paraquedas se mostrou capaz de reduzir a velocidade
do salto e permitir uma aterrissagem segura – apesar de seu inventor
ter enfrentado problemas para voltar ao solo. Os princípios básicos
dessa invenção permanecem inalterados até hoje.

É seguro voar de balão? Quais são os principais riscos?

O primeiro salto de paraquedas foi, portanto, feito dentro de uma
gôndola, enquanto o balão que a segurava continuou subindo pelos céus.
E a descida não foi nada tranquila. A cesta balançou violentamente
enquanto seguia seu caminho esperado, na tentativa de voltar à terra.
A aterrissagem foi turbulenta, e o objeto ficou muito danificado.
Ainda assim, Garnerin foi capaz de provar que sua ideia funcionava, e
conseguiu pousar sem ferimentos.

Depois do salto, o francês - um entusiasta do balonismo, da aviação e
do paraquedismo – recebeu o título de "aeronauta oficial da França".
Ele se tornou uma figura reconhecida internacionalmente após o feito.
Junto com sua mulher, Jeanne Genevieve Labrosse (também uma balonista,
e a primeira paraquedista da história), participou de voos em países
como a Inglaterra no início do século 19. André-Jacques Garnerin
morreu aos 54 anos em Paris, no dia 18 de agosto de 1823, enquanto
trabalhava na criação de mais um balão.

fonte: Terra e Wikimedia

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

RADARES BR 381

Novos radares que serão instalados no BR381:


» Km 493, sentido SP (Betim)
» Km 524, sentido SP (Brumadinho)
» Km 528, sentido SP (Brumadinho)
» Km 568, sentido BH (Itaguara)
» Km 600, sentido BH (Carmópolis de Minas)
» Km 618, sentido BH (Oliveira)
» Km 643, sentido SP (Santo Antônio do Amparo)
» Km 653, sentido SP (Santo Antônio do Amparo)
» Km 712, sentido BH (Carmo da Cachoeira)
» Km 886, sentido BH (Estiva)
» Km 907, sentido BH (Cambuí)
» Km 920, sentido SP (Camanducaia)
» Km 923, sentido SP (Camanducaia)

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Erro da BBC - UNSC

Postadoi em 1 Junho de 2012 por Andreas Moser

Numa reportagem sobre a Siria, a BBC falou sobre o "United Nations
Security Council" - Conselho de Segurança das Nações Unidas, a
apresentou o logotipo que provavelmente seria desse órgão.

Mas esse logotipo era meio estranho, e pesquisando um pouco, é do jogo
HALO, do "United Nations Space Command", que deve ter sido pesquisado
no Google e colocado às pressas no jornal - o que é um absurdo,
levando a desconfiar da qualidade das outras notícias da BBC.

Não é um logotipo meio estranho, um alienígena com garras, para um
órgão criado desde 1946?????

O logotipo correto seria um derivado da Bandeira da ONU, Organização
das Nações Unidas, esse mundo azul acima...

O que mostra que mancada se dá em qualquer lugar do mundo....

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Gabriela Cravo e Canela

Olha o que eu achei: Gabriela Cravo e Canela numa livraria de Zagreb,
na Croácia!

Saberia Jorge Amado que Gabriela chegou às plagas eslavas?????

México: Parto na Grama

Mulher dá a luz no pátio do hospital... Em plena grama...

Os médicos decidiram ajudar somente ao final do parto.

Pelo menos isso não acontece aqui no Brasil, não na grama...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

(des)Lançamento da Kombi

Só um ícone como a Kombi para merecer um anúncio de deslançamento...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Nova regra da Viseira do Capacete

As regras sobre a utilização da viseira de capacete de motociclistas
foram alteradas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em
resolução publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (2).

De acordo com o órgão, quando a moto estiver imobilizada na via,
independentemente do motivo, a viseira poderá ser totalmente
levantada, devendo ser imediatamente restabelecida a posição frontal
aos olhos quando o veículo for colocado em movimento.

Com a publicação, as novas regras passam a valer a partir desta quarta-feira.

Antes, não era permitido levantar a viseira em hipótese alguma,
enquanto se conduzia o veículo.

Outra alteração também se refere quando o motociclista está em
movimento, permitindo-se, no caso dos capacetes com "queixeira",
pequena abertura de forma a garantir a circulação de ar. Desse modo, a
viseira deverá estar abaixada de tal forma que possibilite a proteção
total frontal aos olhos, considerando-se um plano horizontal.

fonte: g1.globo.com

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Computador Última Geração

Inclui mouse...

VETO DO ATO MÉDICO - DOU 11/07/2013

DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1o
do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao
interesse público, o Projeto de Lei no 268, de 2002 (no 7.703/06 na
Câmara dos Deputados), que "Dispõe sobre o exercício da
Medicina".Ouvidos, os Ministérios da Saúde, do Planejamento, Orçamento
e Gestão, da Fazenda e a Secretaria-Geral da Presidência da República
manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos:

Inciso I do caput e § 2o do art. 4o

"I - formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica;"

"§ 2o Não são privativos do médico os diagnósticos funcional,
cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as
avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e
perceptocognitiva."

Razões dos vetos

"O texto inviabiliza a manutenção de ações preconizadas em
protocolos e diretrizes clínicas estabelecidas no Sistema Único de
Saúde e em rotinas e protocolos consagrados nos estabelecimentos
privados de saúde.

Da forma como foi redigido, o inciso I impediria a continuidade de
inúmeros programas do Sistema Único de Saúde que funcionam a partir da
atuação integrada dos
profissionais de saúde, contando, inclusive, com a realização do
diagnóstico nosológico por profissionais de outras áreas que não a
médica. É o caso dos programas de prevenção e controle à malária,
tuberculose, hanseníase e doenças sexualmente transmissíveis, dentre
outros. Assim, a sanção do texto poderia comprometer as políticas
públicas da área de saúde, além de introduzir elevado risco de
judicialização da matéria.

O veto do inciso I implica também o veto do § 2o , sob pena de
inverter completamente o seu sentido. Por tais motivos, o Poder
Executivo apresentará nova proposta que mantenha a conceituação
técnica adotada, porém compatibilizando-a com as práticas do Sistema
Único de Saúde e dos estabelecimentos privados."

Os Ministérios da Saúde, do Planejamento, Orçamento e
Gestão e a Secretaria-Geral da Presidência da República opinaram,
ainda, pelo veto aos dispositivos a seguir transcritos:
Incisos VIII e IX do art. 4o

"VIII - indicação do uso de órteses e próteses, exceto as
órteses de uso temporário;

IX - prescrição de órteses e próteses oftalmológicas;"

Razões dos vetos

"Os dispositivos impossibilitam a atuação de outros profissionais que
usualmente já prescrevem, confeccionam e acompanham o uso de órteses e
próteses que, por suas especificidades, não requerem indicação médica.

Tais competências já estão inclusive reconhecidas pelo Sistema Único
de Saúde e pelas diretrizes curriculares de diversos cursos de
graduação na área de
saúde. Trata-se, no caso do inciso VIII, dos calçados ortopédicos,
das muletas axilares, das próteses mamárias, das cadeiras de
rodas, dos andadores, das próteses auditivas, dentre outras. No
caso do inciso IX, a Organização Mundial da Saúde e a Organização
Pan-Americana de Saúde já reconhecem o papel de profissionais não
médicos no atendimento de saúde visual, entendimento este que vem
sendo respaldado no País pelo Superior
Tribunal de Justiça. A manutenção do texto teria um impacto negativo
sobre o atendimento à saúde nessas hipóteses."

Incisos I e II do § 4o do art. 4o

"I - invasão da epiderme e derme com o uso de produtos
químicos ou abrasivos;

II - invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção,
sucção, punção, insuflação, drenagem, instilação ou enxertia, com ou
sem o uso de agentes químicos ou físicos;"

Razões dos vetos

"Ao caracterizar de maneira ampla e imprecisa o que seriam
procedimentos invasivos, os dois dispositivos atribuem privativamente
aos profissionais médicos um rol extenso de procedimentos, incluindo
alguns que já estão consagrados no Sistema Único de
Saúde a partir de uma perspectiva multiprofissional. Em particular, o
projeto de lei restringe a execução de punções e drenagens e
transforma a prática da acupuntura em privativa dos médicos,
restringindo as possibilidades de atenção à saúde e contrariando a
Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Sistema
Único de Saúde. O Poder Executivo apresentará nova proposta para
caracterizar com precisão tais procedimentos."

Incisos I, II e IV do § 5o do art. 4o

"I - aplicação de injeções subcutâneas, intradérmicas, intramusculares
e intravenosas, de acordo com a prescrição médica;

II - cateterização nasofaringeana, orotraqueal, esofágica, gástrica,
enteral, anal, vesical, e venosa periférica, de acordo com a
prescrição médica;"

"IV - punções venosa e arterial periféricas, de acordo com a
prescrição médica;"

Razões dos vetos

"Ao condicionar os procedimentos à prescrição médica, os dispositivos
podem impactar significativamente o atendimento nos estabelecimentos
privados de saúde e as políticas públicas do Sistema Único de Saúde,
como o desenvolvimento das campanhas
de vacinação. Embora esses procedimentos comumente necessitem de uma
avaliação médica, há situações em que podem ser executados por outros
profissionais de saúde sem a obrigatoriedade da referida prescrição
médica, baseados em protocolos do
Sistema Único de Saúde e dos estabelecimentos privados."

Inciso I do art. 5o

"I - direção e chefia de serviços médicos;"

Razões dos vetos

"Ao não incluir uma definição precisa de 'serviços médicos', o projeto
de lei causa insegurança sobre a amplitude de sua aplicação. O Poder
Executivo apresentará uma nova proposta que preservará a lógica do
texto, mas conceituará o termo de forma
clara."

Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar
os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora
submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso
Nacional.

Pulinho em Carmo do Cajuru

Saudades dessa represa, de tomar banho nela, de buscar água no balde
prá lavar louça...

Saudades da casa do meu avô, a Toca...

O Caso William Morgan - Antimaçonaria

"O Caso William Morgan"

Movimentos anti maçônicos sempre existiram desde os primórdios da
Maçonaria, mesmo durante o período da Maçonaria Operativa.

Um dos maiores, ocorreu nos Estados Unidos, entre os anos de 1826 e
1840. O "Caso Morgan", a ser descrito ao longo deste trabalho, foi o
estopim de um sentimento anti maçônico, muito amplo e que estava em
estado latente por muitos anos, provocado em parte por livros anti
maçônicos vindos da Europa, (ver Pílula Maçônica nº 99 sobre Leo
Taxil) denunciando a Sociedade Maçônica, e em grande parte pelos
"dogmas" praticados por certas Seitas Protestantes.

Em 1820, nos Estados Unidos, havia aproximadamente 400 Oficinas e em
torno de 12.000 membros e estava crescendo. Como resultado desse
movimento, iniciado pelo "Caso Morgan", a questão sacode a opinião
pública e quase destruiu a Instituição. Em 1830 o número de membros
caiu para aproximadamente 2.000.

William Morgan, indivíduo de mau caráter, aventureiro, endividado,
jornalista de Batávia, New York, decidiu refazer-se economicamente
lançando um pequeno livro anti maçônico, publicado em 1826 com o
título "A Maçonaria Apresentada e Explicada" com a intenção de
desmascarar a Instituição e ganhar muito dinheiro com a venda do
livro.
Torna-se logo um best-seller.

Aparentemente, William Morgan deve ter frequentado Lojas maçônicas,
onde adquiriu conhecimento para a redação de seu livro. Entretanto,
não foi encontrado seu nome em nenhum registro de Loja. É possível que
tenha sido auxiliado por outra pessoa.

O movimento anti maçônico cresceu exponencialmente quando Willian
Morgan desapareceu da cidade. Inquéritos foram realizados sem sucesso.
Jamais se soube o que aconteceu. Porém, começou a correr a notícia que
William Morgan havia sido sequestrado pelos Maçons, levado até as
Cataratas do Niágara e depois de ter sido assassinado na fronteira
canadense, seu corpo teria sido jogado nelas.

Morgan desapareceu em setembro de 1826 e no mês seguinte, o Reverendo
David C. Bernard, pastor da Igreja Batista em N.Y., acompanhado de um
membro que havia renunciado da Loja Maçônica, começou uma carreira de
40 anos devotada largamente para a desmoralização da Ordem.

Diversos encontros e convenções foram liderados por ele e, ao mesmo
tempo, publicou um livro chamado "Luz na Maçonaria" totalmente anti
maçonaria. Todos os maçons foram excomungados e não podiam ser
candidatos em cargos públicos.

Obviamente, assunto naturalmente atrativo para leitores e escritores
românticos e sensacionalistas, produziu uma circulação avantajada de
livros anti maçônicos.

Até um Partido Político anti maçônico foi fundado em New York e a
excitação invadiu, gradualmente, os outros estados. A maçonaria é
condenada pela Igreja Batista. Os Maçons são, sistematicamente,
recusados quando da formação de Juri Criminal e os pastores lhes negam
a comunhão. A dissidência na Maçonaria foi enorme.

Intrometendo-se a inevitável política, viram-se candidatos se
apresentarem às eleições alegando seu anti maçonismo.

A Maçonaria levou anos para se reerguer. Quando da Guerra da Secessão,
a Ordem se manteve, numa certa medida, fora do conflito, e exemplos
não faltaram de atos de generosidade para com os feridos e os
prisioneiros, entre Maçons. Estabelecida a paz, para muitos a
reconciliação foi definitiva.

Em 1838, o Partido Anti maçom apresenta um candidato à presidência dos
Estados Unidos. Os dois outros candidatos, pelos dois grandes partidos
e antigos Grão Mestres, Andrew Jackson e Henry Clay.

Jackson foi eleito pela maioria esmagadora: era a Ordem que se
reerguia, depois da debandada quase geral provocada pelo "escândalo
Morgan". Retoma, então, enfim, sua caminhada progressiva.

Existem hoje, Potências Maçônicas nos EUA, em todos os Estados,
Territórios e Distrito Federal com aproximadamente 1.500.000 membros.



fonte: Alfério Di Giaimo Neto - Rede Colméia

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Se beber, vá de carona

Muito útil a prestação do serviço....

Nossos problemas estão resolvidos!

Onde é esse bar?

“Constituições de Anderson”

Considerações I

Neste caso, as considerações foram baseadas na tradução das
"Constituições" para o português, do original, feita pelo Mestre João
Nery Guimarães – Edit. Fraternidade – 1982.
- As duas principais Potências da Inglaterra no sec. XVIII, apelidadas
de "Modernos" fundada em 1717 e a dos "Antigos", fundada em 1751,
fundiram-se em 1813, dando origem a atual Grande Loja Unida da
Inglaterra – GLUI.

- A Grande Loja dos "Modernos" teve a Constituição feita por Anderson.
A Grande Loja dos "Antigos" também fez uma "Constituição" chamada
"Ahiman Rezon" feita pelo irlandês Dermott que é relatada na Pílula
Maçônica nº 47.

- Antes das "Constituições" de Anderson, os conhecimentos e
informações eram transmitidos, principalmente, por via oral. Muito
pouco era escrito, pois esses conhecimentos eram tidos como segredos.
Muitos documentos sigilosos foram queimados com medo que caíssem em
mãos profanas.

- A primeira parte das "Constituições", ligando a Maçonaria aos tempos
de Adão, hoje é considerada como mais uma lenda Maçônica. Até onde se
sabe, Anderson copiou e adequou um trabalho já existente sobre esse
assunto de um escritor alemão.

- A segunda parte das Constituições contém as "Obrigações" que regem o
comportamento dos Obreiros em Loja e fora dela.

- Os "Landmarks" foram mencionados, mas não foram definidos. Isso
abriu brecha para que historiadores maçônicos fizessem suas listas de
landmarks. Aparentemente, os mais conhecidos são os do escritor
americano Albert G. Mackey que relacionou vinte cinco itens.

- Em 1723 ainda não existia o grau de "Mestre", pois nas Constituições
há apenas referência a Companheiros e Aprendizes. O Mestre da Loja era
um Companheiro, escolhido pelos demais Companheiros, para dirigir a
Oficina. Seria, mais ou menos, o equivalente ao Venerável Mestre de
hoje. Em 1730 já existia o grau de Mestre, pois o mesmo é mencionado
no livro de Samuel Prichard – "A Maçonaria Dissecada".

- A eleição da Administração da Primeira Grande Loja (o nome, na
época, era Grande Loja de Londres e Westminster) se deu no dia 24 de
junho de 1717, dia de São João Batista. Depois de um ano, em 24 de
junho de 1718, houve a primeira Assembléia, seguida de requintado
jantar, conforme itens 23 a 30 dos Regulamentos Gerais.

- Em 29 de setembro de 1720 a administração da Grande Loja (nessa
época já composta de dezesseis Lojas) resolveu incumbir o pastor
presbiteriano James Anderson, de redigir o livro "Constituições"
baseado nos manuscritos existentes.

- Foi em 24 de junho de 1723, na saída do Grão Mestre, duque de
Montagu, e entrada do novo Grão Mestre, Felipe, duque de Wharton, que
Anderson apresentou, orgulhosamente, as "Constituições", dedicada ao
GM, duque de Montagu.



M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto



TFA
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JURZA M.'.M.'. ‡ M.R.A. M.M.M.
MCBDA ex-COORDENADOR FACÇÃO BH
obarqueirocaronte.blogspot.com

'Nóis só num bebe acetona porque tira o esmarte dos dente...'

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O LIVRO DAS CONSTITUIÇÕES DE ANDERSON (1723)

A Grande Loja de Londres, atual GLUI, percebendo que a união das 04
Lojas tinha futuro, pediu ao Reverendo Anderson, em 1721, que fizesse
uma compilação dos antigos preceitos e regulamentos gerais para a nova
Maçonaria.

Anderson (James) era doutor em filosofia e pregador presbiteriano em Londres.

Teve colaboradores da mais alta valia, entre eles, George Payne e Jean
Theophile Desaguliers, que haviam sido, respectivamente, 2º e 3º
Grão-Mestres da dessa Grande Loja (o primeiro Grão Mestre, em 1717,
fora Anthony Sayer).

O trabalho, uma vez concluído, sofreu o exame de uma Comissão de 14
doutos, e foi aprovado com pequenas modificações e publicado em 1723
sob o título: "As Constituições dos Franco-Maçons, contendo a
História, Obrigações, Regulamentos, etc, da muito antiga, Reta e
Venerável Fraternidade. Para uso das Lojas".

O Livro das Constituições contém:

1º uma dedicatória do Ir\Desaguliers;

2º uma curta história da Maçonaria, desde a criação do mundo, que hoje
virou lenda;

3º os Antigos Deveres ou Leis Fundamentais (Old Charges) em 06
capítulos (Ver Pílula Maçônica nº 3);

4º as 39 Antigas obrigações ou Regulamentos Gerais de 1721, reunidos
por George Payne.

5º a aprovação do Livro;

6º quatro cantos Maçônicos: hino do mestre, hino dos Vigilantes, hino
dos Companheiros e hino dos Aprendizes.

Essa primeira edição do Livro das Constituições (1723) é ainda hoje a
reconhecida por toda maçonaria anglo-saxônica e americana,
constituindo o suporte dessas Potências e é a Carta seguida por todos
os Maçons, em todo o mundo.

É preciso não confundir o Livro das Constituições com os Landmarks da
Ordem, dos quais há várias compilações, entre elas a mais conhecida é
a de Albert Gallatin Mackey, publicada em 1858, com vinte e cinco
itens.


M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto



TFA
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Maçonaria e a independência do Brasil

Pelo Pacto Colonial, as colônias eram instrumentos de geração de
riqueza. As Metrópoles (países possuidores de colônias) competiam
entre si na produção de riqueza, explorando cada vez mais suas
colônias.

As colônias não podiam ter objetivos internos nem projetos de
desenvolvimento próprio. Só podiam produzir o que a Metrópole não
produzia. Assim, a colônia não podia concorrer com a Metrópole.

Portugal é que determinava quem podia ou não vender para o Brasil. O
interessado devia pagar um Imposto de 24% para Portugal para poder
vender no Brasil. Como a exploração metropolitana era excessiva e os
colonos não tinham o direito de protestar, cresceu o descontentamento
dos brasileiros. Iniciam-se então as rebeliões conhecidas pelo nome de

Movimentos Nativistas, quando ainda não se cogitava na separação entre
Portugal e Brasil. Estampava-se em nosso País o ideal da liberdade. A
primeira delas foi a Revolta de Beckman em 1684, no Maranhão. No
início do século XVIII, com o desenvolvimento econômico e intelectual
da colônia, alguns grupos pensaram na Independência Política do
Brasil, de forma que os brasileiros pudessem decidir sobre seu próprio
destino.

Ocorreu, então, a Inconfidência Mineira (1789) que marcou a história
pela têmpera de seus seguidores; depois a Conjuração Baiana (1798) e a
Revolução Pernambucana (1817), todas elas duramente reprimidas pelas
autoridades portuguesas. Em todos estes movimentos a Maçonaria se fez
presente através das Lojas Maçônicas e Sociedades Secretas já
existentes, de caráter maçônico tais como: "Cavaleiros da Luz" na
Bahia e "Areópago de Itambé" na divisa da Paraíba e Pernambuco, bem
como pelas ações individuais ou de grupos de Maçons. A História da
nossa Independência está intimamente ligada com a Fundação do Grande
Oriente do Brasil, Obediência Mater da Maçonaria Brasileira. A
Maçonaria divulgava as ideias liberais visando combater os princípios

absolutistas e mercantilistas. Apesar do farto material documental
existente, pouco se publica sobre o papel importante, decisivo e
histórico que a Maçonaria, como Instituição, teve nos fatos que
precipitaram a proclamação da Independência do Brasil. Em sua obra
"História de Portugal", Oliveira Martins situa, com certa propriedade,
que "quem separou o Brasil foi D. João VI".

Na realidade, ao elevar o Brasil à condição de Reino Unido ao de
Portugal e Algarves, a 16 de dezembro de 1815, D. João VI abria o
caminho da independência. Embora alguns autores o tenham pintado como
um bonachão, que só se preocupava com as futricas da Corte e em comer
meia dúzia de franguinhos por dia - o que já se comprovou ser um falso
retrato - ele tinha um tino político extraordinário, que o habilitara
a prever a marcha dos acontecimentos a partir do estabelecimento da
Corte no Rio de Janeiro e da revolta das colônias espanholas. Sabendo
que o Brasil marcharia para a independência, planejou garantir, para a
Casa de Bragança, ambos os tronos.

E tanto amava ele o Brasil, que, ao deixar de ser regente, tornando-se
rei de Portugal, depois da morte de sua mãe, D. Maria I, chegou a
assinar um decreto nomeando D. Pedro I regente de Portugal,
permanecendo ele mesmo no Brasil. Os acontecimentos em Portugal,
porém, exigiram sua presença, forçando a uma alteração dos planos; ele
retornaria a Lisboa, deixando D. Pedro I no Brasil, com instruções
praticamente explícitas para se colocar à

frente do movimento emancipador, como comprovam suas palavras ao
príncipe, dois dias antes de sua partida: "Pedro, se o Brasil se
separar de Portugal, antes seja para ti, que me hás de

respeitar, do que para alguns desses aventureiros". Por isso, depois
da volta de D. João

VI a Lisboa, ampliou-se a política de reação a tudo quanto se tinha
fundado no Brasil: A abertura dos portos em 1808, a todas as Nações
Amigas (só a Inglaterra era amiga, pois França era inimiga); criação
do Banco do Brasil em 1810; construção da Casa da Moeda; inauguração
da Biblioteca Nacional; instalação da Fábrica de Pólvora; construção
do Jardim

Botânico; fundação de duas Faculdades de Medicina; fundação da
Imprensa Régia e revogação de uma lei anterior que proibia a
instalação de indústrias no Brasil. A permanência de D. Pedro I no Rio
de Janeiro decepcionou a Assembleia das Cortes, que esperava o retorno
de toda a família real e o consequente abandono da terra brasileira ao
Governo das Juntas Provinciais, cuja formação era ruidosamente
promovida em Lisboa.

Pressentiam os portugueses que o engrandecimento do Brasil ocasionaria
sua inevitável emancipação política, o que seria de resultados
desastrosos para a Metrópole, que tinha nesta opulenta colônia seu
maior sustentáculo econômico. Com essa clara visão do futuro,
resolveram as Cortes empenhar-se em inglória batalha, no sentido de
fazer o Brasil regredir, para enfraquecer- lhe o nacionalismo
crescente. Afinal, em 29 de setembro de 1821, aprovaram-se os Decretos
nº 124 e 125.

O primeiro extinguia os governos provinciais independentes,
restabelecendo as juntas provisórias de governo com toda a autoridade
e jurisdição na parte civil, econômica, administrativa e de polícia,
ficando subordinados às juntas todos os magistrados e autoridades

civis. O segundo, como ponto nevrálgico, determinava o imediato
regresso a Portugal do Príncipe D. Pedro I. Nos redutos maçônicos,
particularmente na Loja "Comércio e Artes",

que se reinstalara em 24 de junho daquele ano (1821), intensificou-se
o trabalho pela organização, no reino ultramarino, de um governo livre
e independente, sob a regência do Príncipe D. Pedro I, que por
influência dos maçons se rebelara contra os Decretos 124 e 125.

Naqueles três meses seguintes, tal era o burburinho da nacionalidade
que o Intendente-Geral da Polícia, João Inácio da Cunha, comunicou-se
com o Ministro do Reino, por ofício de conteúdo sigiloso,
informando-lhe da impossibilidade de agir com as tropas de que
dispunha, pois estavam os seus integrantes, na maioria, filiados à
Maçonaria.

E terminava o ofício com o seguinte enunciado: "... o movimento da
Independência é por demasia generalizado pela obra maldita dos maçons
astuciosos, sob a chefia de Gonçalves Ledo". Núcleo da ideia de
emancipação, a Loja "Comércio e Artes", sob a liderança de Gonçalves
Ledo, trabalhava infatigavelmente. Desponta, no entanto, um ardoroso
patriota e maçom, o Capitão-Mor José Joaquim da Rocha, e planeja o
empreendimento de que resultou "O FICO", definitivo ato de rebeldia de
D. Pedro I contra as Cortes de Lisboa, que insistiam em seu retorno a
Portugal.

Os decretos das Cortes chegam ao Rio de Janeiro, no dia 09 de dezembro
de 1821. Precisamente nesse dia, José Joaquim da Rocha funda em sua
casa o "CLUBE DA RESISTÊNCIA". O Clube visava, precipuamente, projetar
com segurança a adesão de D. Pedro I ao movimento nacionalista. Para
evitar a vigilância da Polícia, reuniam se na residência de José
Joaquim da Rocha, na Rua da Ajuda,e muitas vezes na cela de Frei
Sampaio, no Convento de Santo Antônio, onde se realizavam verdadeiras
Sessões Maçônicas.

Depois do vitorioso episódio do FICO, o "Clube da Resistência", sob a
direção de José Joaquim da Rocha, foi transformado em "Clube da
Independência" e, mais tarde, na Loja "09 de janeiro". Portugal ficou
furioso e mandou tropas para cá, que o Imperador logo tratou de mandar
de volta. Além disso, D. Pedro I formou um novo ministério, que tinha
brasileiros e portugueses, mas a chefia era de um brasileiro: José
Bonifácio de Andrada e Silva. (foto à esquerda) E tratou de convocar
uma Assembleia Constituinte, para elaborar uma Constituição para o
Brasil - que só foi se reunir um ano depois. Prosseguiu
desenvolvendo-se, intensamente, o movimento

da emancipação política, sempre com a iniciativa dos maçons. Mário
Melo, em seu livro "A Maçonaria no Brasil", anota que ninguém era
iniciado nas Lojas Maçônicas sem que fosse conhecida sua opinião sobre
a Independência do Brasil e os candidatos assinavam um termo de
compromisso de defendê-la. No dizer do historiador Assis Cintra, "a
independência

era fatal, era um fruto maduro pendente da árvore, prestes a ser
colhido. Em todos os recantos fervilhava o ardor patriótico. Nas Lojas
Maçônicas, generais, doutores, juízes, almirantes, funcionários
públicos, capitalistas, fazendeiros, artífices e até padres dos mais
ilustres desse tempo, conspiravam".

O papel fundamental exercido pela nascente Maçonaria brasileira -
através do Grande Oriente do Brasil - no movimento emancipador
brasileiro, não pode ser deslustrado. Todavia, não pode, também,
prevalecer na mente dos maçons influenciados por mistificadores da
História, a ideia de que quem fez a independência foi a Maçonaria e
que D. Pedro I limitou-se, simplesmente, a referendá-la, pois, como já
foi esclarecido, o príncipe, seguindo a diretriz traçada por seu pai,
marcharia, de qualquer maneira, ao encontro desse objetivo.

É claro que a ação maçônica contribuiu para acelerar a marcha dos
acontecimentos e que a iniciação de D. Pedro I serviu aos interesses
de ambas as partes, pois os maçons, com o regente entre eles, puderam
influenciá-lo a antecipar a ruptura com Portugal. Domingos Alves
Branco Muniz Barreto, em sessão da loja "Comércio e Artes", propôs que
se desse ao Príncipe

um título conferido pelo povo, de "Protetor e Defensor Perpétuo do
Brasil". A ideia foi aprovada por todos e marcaram a data de 13 de
maio, dia do Aniversário de D. João VI. D. Pedro I disse que aceitava
o título, mas sem o "Protetor", apenas como "Defensor". Era preciso,
ainda, fazer maçom o Príncipe D. Pedro I. José Bonifácio já lhe falara
da Maçonaria, da ação de Gonçalves

Ledo e outros líderes maçônicos. Não seria ele o primeiro Príncipe a
conhecer os preceitos

da Ordem. Reis e Imperadores, na Europa, haviam sido maçons. Assim, a
13 de julho de 1822, foi aprovada sua proposta de admissão, endossada
por José Bonifácio. A 02 de agosto de 1822, D. Pedro I era iniciado na
Loja "Comércio e Artes", "ardendo em curiosidade, e a fantasia
despertada pelo mistério de um rito perfumado de magia oriental" –
como escreve Pedro Calmon, em "A Vida de D. Pedro I". Recebeu o nome
histórico de "Guatimozim". Mas, por

que "Guatimozim" e o que significava isso? Trata-se do último
imperador Asteca morto em 1522, conforme conta nos, parabolicamente, o
historiador Rocha Martins, em sua obra "A Independência do Brasil". Da
ata da nona sessão do Grande Oriente do Brasil - Assembleia Geral -
realizada no 13º dia do 5º mês maçônico do Ano da Verdadeira Luz 5822
, consta ter o Grão-Mestre da Ordem, conselheiro José Bonifácio de
Andrada e Silva, proposto a iniciação de Sua Alteza D. Pedro de
Alcântara.

E que, "aceita a proposta com unânime aplauso, e aprovada por
aclamação geral, foi imediata e convenientemente comunicada ao mesmo
proposto, que se dignando aceitá-la, compareceu logo na mesma sessão e
sendo também logo iniciado no primeiro grau na forma regular e
prescrita na liturgia, prestou o juramento da Ordem e adotou o nome
heroico de Guatimozin".

Na décima sessão, realizada a 05 de agosto, Guatimozin recebeu o grau
de Mestre Maçom. Da iniciação ao Grão-Mestrado, o certo é que o
ingresso de D. Pedro I na Maçonaria resultou de sua mais íntima
ligação com a causa da independência. Foram os maçons que o
proclamaram Imperador e, em consequência, a própria libertação
política do Brasil, em sessão do Grande Oriente do Brasil, quando D.
Pedro I se encontrava em viagem para São Paulo. Na verdade, como
afirmam os historiadores, maçônicos e profanos, Gonçalves Ledo propôs
e se aprovou por unanimidade "que fosse inabalavelmente firmada a
proclamação de nossa independência e da realeza constitucional na
pessoa do augusto príncipe".

Aliás, o próprio Gonçalves Ledo, em vibrante artigo no "Revérbero", já
o concitara antes: "Príncipe! Não desprezes a Glória de ser o fundador
de um novo império". Em nota à margem do livro "História da
Independência do Brasil", de Adolfo Varnagem, escreve o Barão do Rio
Branco. " três dias depois, em outra sessão, ainda presidida por
Gonçalves Ledo, continuou-se a discussão. Por proposta sua, foram
nomeados os emissários, que deviam ir tratar a aclamação nas
diferentes províncias, entre eles, Januário Barbosa, designado para ir
a Minas, João Mendes Viana, para Pernambuco, e José Gordilho de
Barbuda, para a

Bahia. Vários maçons ofereceram as somas necessárias para as despesas
de viagem".

No dia 14 de agosto de 1822, D. Pedro I viajou para São Paulo para
resolver um problema político. Deixou que Dona Leopoldina, sua mulher,
ficasse no poder durante sua ausência. Quando as coisas já tinham se
acalmado e ele seguia para Santos, chegaram ao Rio de Janeiro ordens
das Cortes: D. Pedro I deveria voltar para Portugal naquele instante,
José Bonifácio deveria ser julgado, e um novo ministério seria criado
para colocar ordem na sociedade.

Tudo isso destruía todas as medidas de D. Pedro I. Dona Leopoldina e
José Bonifácio mandaram seus mensageiros correrem com essas notícias.
Um mensageiro conseguiu encontrar D. Pedro I às margens do riacho
Ipiranga, em São Paulo.

Era à tarde do dia 07 de setembro de 1822. D. Pedro I leu os decretos
e perguntou ao Padre Belchior: O padre aconselhou D. Pedro I a
proclamar a independência do Brasil. Senão, ele seria feito
prisioneiro das Cortes.

Não tinha jeito! Trinta e oito pessoas assistiram à cena: D. Pedro I
desembainhou a espada, ergueu-a para o alto e gritou: "INDEPENDÊNCIA
OU MORTE!".Segundo Adelino de Figueiredo Lima, em "Nos Bastidores do
Mistério", "INDEPENDÊNCIA OU MORTE" era a denominação de uma das
"palestras" da sociedade secreta "Nobre Ordem dos Cavaleiros de Santa
Cruz", conhecida por "Apostolado" - baseada na Carbonária europeia -
que foi instalada no dia 02 de junho de 1822, quinze dias antes da
fundação do Grande Oriente e dela fazia parte

o próprio Gonçalves Ledo, assim como vários de seus seguidores.
Sabe-se, hoje, que essa sociedade foi fundada por José Bonifácio. D.
Pedro I era, com o título de Archonte- Rei, o presidente, sendo José
Bonifácio, já então Grão- Mestre da Maçonaria, seu lugar-tenente.

O "Apostolado",a que também pertenciam outros maçons ilustres, possuía
rituais próprios, liturgia bastante severa e sinais e palavras de
reconhecimento, exprimindo motivos patrióticos, o que evidenciava os
fins políticos da sociedade. Indiscutível, afinal, é que a
independência política de nossa terra foi, certamente, assinalada com
o FICO, em 09 de janeiro, declarada pela Maçonaria e consagrada em 07
de setembro, com o brado do Maçom D. Pedro I. Disse-o bem Gustavo
Barroso, em sua obra "História Secreta do Brasil":

"A Independência do Brasil foi realizada à sombra da Acácia, cujas
raízes prepararam o terreno para isso".

ps: Recebi sem citação de fonte - se souber qual é a fonte, faça-me
saber através do comentário, que colocarei aqui.

PEDIDO DE DISPENSA DO SERVIÇO MILITAR

Tentem acompanhar o raciocínio!

Eis o pedido:

'Prezado Oficial Militar,

Venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar.
A razão para isto é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.

Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu
pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua
filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão.

O rádio e a televisão fizeram com que nossas famílias ficassem mais próximas.
Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela.

Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.
Neste momento, começou a confusão.

A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta.
Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha
filha (enteada).

Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez
é sua sogra.
A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta.
Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão.

A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho
ficou sendo o meu irmão.

Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de
minha filha (enteada).

Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão.

Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou
o avô de mim mesmo!!! Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do
serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai
e filho sirvam ao mesmo tempo.

Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes (ou
tente desenhar um gráfico) para constatar que o meu argumento
realmente verdadeiro e correto.

Ass. Avô, pai e filho.'

Conclusão: O Rapaz foi dispensado - fato verídico

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Galeano: Caí no Mundo e não sei como Voltar... onde estamos ...???!!!

Autoria atribuída a Eduardo Galeano,

jornalista uruguaio, escritor de "As Veias Abertas da América Latina".



O que acontece comigo, que não consigo andar pelo mundo pegando coisas

e trocando-as pelo modelo seguinte,

só porque alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco?

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos,

pendurávamos no varal junto com outras roupinhas, passávamos,

dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujas.

E eles, nossos nenês, apenas cresceram, tiveram seus próprios filhos

e se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas.

Entregaram-se, inescrupulosamente, às descartáveis!

Sim, já sei.

À nossa geração sempre foi difícil jogar fora.

Nem os defeituosos conseguíamos descartar!

E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.

Nããão!

Eu não digo que isto era melhor.

O que digo é que, em algum momento, eu me distraí, caí do mundo e,

agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto.

O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma
vez por ano,

o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.

Guardo os copos descartáveis!

Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta
dos talheres!

É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

É mais!

Compravam-se para a vida dos que vinham depois!

A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até
bacias de louça.

E acontece que em nosso, nem tão longo casamento,

tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância,

e trocamos de refrigerador três vezes.

Nos estão incomodando!

Eu descobri!

Fazem de propósito!

Tudo se lasca, se gasta, se oxida,

se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.

Nada se arruma, não se conserta.

O obsoleto é de fábrica.

Aonde estão os sapateiros fazendo meia - solas dos tênis Nike?

Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa?

Quem arruma as facas elétricas: o afiador ou o eletricista?

Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os seleiros?

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e
mais e mais lixo.

Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em
toda a história da humanidade.

Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno,

pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo!

Eu juro!

E tenho menos de ... anos!

Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro,

aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII).

Não existia o plástico, nem o nylon.

A borracha só víamos nas rodas dos carros e, as que não estavam rodando,

as queimávamos na Festa de São João.

Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais,

serviam de adubo ou se queimava.

Desse tempo venho eu.

E não que tenha sido melhor...

É que não é fácil para uma pobre pessoa,

que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa",

mudar para o "compre e jogue fora que já tem um novo modelo".

Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário,
és um pobretão.

Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado...

E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!!

Mas... por amor de Deus!

Minha cabeça não resiste tanto.

Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de
celular uma vez por semana,

como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o
endereço real.

E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número,

a mesma mulher,

a mesma e o mesmo nome?

Educaram-me para guardar tudo.

Tuuuudo!

O que servia e o que não servia.

Porque, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.

Acreditávamos em tudo.

Sim , já sei, tivemos um grande problema:

nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não.

E no afã de guardar (por que éramos de acreditar),

guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo,

os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.

Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular

poucos meses depois de o comprar?

Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente,

não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com
que foram conseguidas?

Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas.

A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato,

a segunda para os talheres.

A terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres.

E guardávamos...

Como guardávamos!!

Tuuuudo!!!

Guardávamos as tampinhas dos refrigerantes!!!

Como, para quê?

Fazíamos capachos, colocávamos diante da porta para tirar o barro dos sapatos.

Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares.

Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos

e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa
de fim de ano da escola.

Tuuudo guardávamos!

Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar isqueiros
descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para
isqueiros descartáveis.

E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por
todo o tempo escolar.

E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de fiambre,

na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.

E as pilhas!

As pilhas dos primeiros radinhos transistores passavam

do congelador ao telhado da casa.

Por que não sabíamos bem se, se devia dar calor ou frio para que
durassem um pouco mais.

Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil,

não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim.

As coisas não eram descartáveis.

Eram guardáveis.

Os jornais!!!

Serviam para tudo:

como de forro para as botas de borracha,

para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisas para enrolar.

Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um embrulho
de bananas.

E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para
fazer guias de enfeites de natal,

e as páginas dos almanaques para fazer quadros,

e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse,

e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão

(Cosmopolita era a marca de um fogão que funcionava com gás)

desde outra que estivesse acesa,

e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos

e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta,

com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de paus".

As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa

e o ganchinho de metal.

Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade,

para voltar outra vez a ser um prendedor completo.

Eu sei o que nos acontecia:

custava-nos muito declarar a morte de nossos objetos.

Assim como hoje, as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem
deixar de ser úteis.

Aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em
base, nos disseram:

comam o sorvete e depois joguem o copinho fora!

E nós dizíamos que sim, mas, imagina que a lançávamos fora!!!

As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças.

As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones.

As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de
duvidosa beleza.

As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas,

as tampas de garrafões em cinzeiros,

as primeiras latas de cerveja em porta-lápis

e as rolhas de cortiça esperavam encontrar-se com uma garrafa.

E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores

que se descartam e os que preservávamos.

Ah!!! Não vou fazer!!!

Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis;

também o casamento e até a amizade são descartáveis.

Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

Mordo-me para não falar da identidade que se vai perdendo,

da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero.

Não vou fazer!

Não vou misturar os temas,

não vou dizer que ao eterno tornaram caduco

e ao caduco fizeram eterno.

Não vou dizer que aos velhos se declara a morte

quando apenas começam a falhar em suas funções,

que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos,

que as pessoas a que lhes falta alguma função

se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos,

com brilhos, com gel no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares.

Do contrário, se misturariam as coisas,

teria que pensar seriamente em entregar à bruxa,

como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros

e alguma função nova.

Mas, como sou lento para transitar neste mundo da reposição,

corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...

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