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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Chakras Umbanda x Maçonaria

O conhecimento milenar dos mistérios está escondido sob diversos véus,
que Blavatsky dizia ter de desvelá-los...

Encontrei mais um véu - a semelhança dos chakras relacionados aos três
graus essenciais da maçonaria, i.e, aprendiz, companheiro e mestre, e
as três principais linhas vibracionais da religião cósmica, a Umbanda,
a protossíntese.

Os três chakras que se relacionam com os três graus da maçonaria são:
1) o chakra laríngeo (Vishudda), com o aprendiz, aquele que ainda têm
de dominar suas emoções e seu despreparo inicial para falar; 2) o
chakra do coração (Anahata), com o companheiro, que já tem o domínio
das emoções, mas ainda não chegou ao ápice; 3) o chakra genésico
(Muladhara), com o mestre, que mais ligado à terra, tem os pés no chão
e fala com sabedoria de quem dominou suas paixões.

Os que são maçons saberão como os diversos graus protegem seus chakras
na hora de falar, assim os defendendo de influências astrais que
poderiam deturpar seus pensamentos ou idéias, de acordo com seus graus
e conhecimento.

Mas e a umbanda?

As três linhas vibracionais correspondem bem aos graus maçônicos, já
que os Erês, a linha das "crianças", por manipularem o chakra laríngeo
no fenômeno de incorporação, afetam as vozes de seus médiuns
transformando-as em vozes infantis, bem como seu comportamento.

No caso da linha dos guias ditos "caboclos", o chakra manipulado em
questão é o do coração, frequentemente dão pancadas no peito e como
têm o chakra laríngeo desimpedido podem gritar mais alto e forte, têm
o domínio maior das emoções e do coração.

E os mestres, de voz calma, curvados sob o peso energético intenso,
são da linha dos ditos "pretos-velhos", guias que, como os mestres
maçons, têm o domínio de suas emoções e paixões, neutralizando a força
de seus chakras genésicos.

Resta ainda dizer que, por mais que acreditemos que essas entidades ou
guias são realmente "pretos-velhos" ou "caboclos" ou "crianças", isso
pode não ser verdade, já que muitos não o foram em suas vidas o que
agora vibram, mas que, de acordo com a faixa vibracional e o chakra
utilizado para o fenômeno de incorporação, apresentam-se com as
roupagens da frequencia compreensível para as mentes humanas,
agrupando-se nas ditas linhas descritas.

Assim, o que está em cima é como o que está embaixo, e toda a
filosofia humana acaba por ser uma variação do conhecimento original,
mesmo que, às vezes, se apresente com uma roupagem deficiente e muitas
vezes mutilada...

Um comentário:

  1. curtiii oque li... legal mesmo...!!!estou procurando mais sobre...

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