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terça-feira, 24 de março de 2026

Gerações dos 60's e 70's

Fomos criados de uma maneira meio abandonada, "meio se vira aí" e isso acabou nos tornando mais fortes.

Claro que às vezes sucumbimos, mas as gerações desses anos acabam se virando e fazendo acontecer.

O contrário que acontece hoje com os mais jovens é que muitas das vezes eles esperam dessa geração de pais o socorro necessário e acabam por ficar menos diligentes e menos despachados.

Nossos pais não foram negligentes, foi o método que eles encontraram para nos criar em um mundo pós guerras e revoluções - estavam ocupados tentando sobreviver e acabaram deixando as gerações dos 60's e 70's se virarem sozinhos.

E saímos bem - meio arranhados, mas bem. E nessa época tínhamos que encontrar soluções para problemas que enfrentávamos sozinhso: o bullying do coleguinha, a nota baixa, o professor carrasco, o tombo de bicicleta. 

E a gente dava conta.

Tempos difíceis criam pessoas fortes, tempos fáceis criam pessoas fracas...

Mal humor rabugento de homens mais velhos

Li um artigo muito interessante que disse que os homens com décadas de supressão de seus sentimentos e de insatisfações acabam por se tornar homens rabugenttos em idades mais velhas.

É como se todo aquele material reprimido fosse se acumulando e deixando os homens cada vez mais próximos de um colapso mental de amargura e que se descarregarem desmontam a imagem do homem durão e provedor.

Ser homem nunca foi fácil porque muitos comportamentos masculinos são esperados dos mesmos e não se dá chance para o desvio do roteiro pré-determinado que a sociedade impõe ao modelo masculino.

O homem não tem escolha: tem que ser o durão e o que provê - qualquer desvio disso e ele é considerado fraco e incapaz...

Né fácil não!

Patinetes

Fiquei tão chateado com a notícia que os patinetes da Jet em Belo Horizonte estão sendo vandalizados e as suas baterias roubadas que me deu até vergonha de BH.

E se estão roubando suas baterias, tem algum sacana comprando, né?

Um serviço tão legal - tem em Guarapari e a gente se diverte a valer andando por lá.

É a crise da sociedade, a crise de valores e de respeito - nada que é público se respeita. 

Um serviço tão legal que funciona (e bem) em outras cidades do País e que chega aqui e é tão maltratado.

O povo que não sabe usar equipamentos públicos tem que ficar sem nada mesmo - fiquei sabendo também que uma dessas "Academias da Cidade", esses equipamentos de ginástica legais que tem nas ruas de BH foi extinta porque todos os seus equipamentos foram roubados. Ah, para, né?

Que tristeza. Que vergonha do ser humano. Que vergonha de BH.

A sociedade humana está indo pro buraco mesmo...

Literaturas canônicas maçônicas

Os ritos maçônicos são as maneiras de se vivenciar a maçonaria, e diferem em práticas e filosofia, mantendo o cerne do aperfeiçoamento humano como meta principal da Maçonaria.

Cara Rito possui uma vertente de literatura e um "escolástico" que mais a pesquisou e acabou compilando vasto material para estudos.

Dos ritos mais praticados, podemos delimitar os autores "canônicos" que definem o escopo e a vertente de estudos mais comum para cada rito.

Para o Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), temos Albert Pike e sua fantástica obra "Morals and Dogma" que é a base do simbolismo e filosofia dos graus superiores, mormente da jurisdição SUL dos Estados Unidos;

O Rito Escocês Retificado (RER) se tem o filósofo Jean-Baptiste Willermoz que foi o arquiteto do rito; as Atas do Convento de Wilhelmsbad e as instruções secretas dos "Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa" são seus textos canônicos;

O rito Adohniramita, outrora francês e hoje somente praticado no Brasil, tem no "Receuil Précieux de la Maçonnerie Adonhiramite" (Coletânea Preciosa da Maçonaria Adonhiramita) a sistematização do Rito enfatizando a pessoa de Adohniram;

O rito Francês ou Moderno tem Roëttiers de Montaleau. que foi o principal compilador do Régulateur du Maçon (O Regulador do Maçom), oficializndo o rito em 1786 na França, sumprimindo a obrigação do GADU em lojas;

O Rito de York Americano, tem Thomas Smith Webb como compilador, e mesmo que o rito tenha raízes inglesas, Webb foi quem o estruturou nos Estados Unidos da América com sua obra "The Freemason's Monitor", definindo a hierarquia dos graus;

O Craft (Rito de Emulação), erroneamente chamado de York, é inglês e foi sedimentado após a união das Grandes Lojas inglesas em 1813 por Samuel Hemming que liderou a "Lodge of Reconciliation" para padronizar os rituais, resultando no que hoje é o sistema de "Emulation Lodge of Improvement";

O rito alemão de Schröder ou Schroeder tem suas bases compiladas por Friedrich Ludwig Schröder que preconizou o retorno aos rituais simples e fraternidade e humanitarismo alemão;

Em suma, esses "livros canônicos" dos principais Ritos Maçônicos são o que há de mais precioso para o estudo dos seus graus, sistemas e progressão. É a filosofia de cada Rito.

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