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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Hino do Bodes do Asfalto

Os que são irmãos saberão reconhecer a letra

*******************

BODES DO ASFALTO

Letra.:    Gentil Fernandes Nery
Música.: Paulo Sydney Campos Amaro
Getúlio Duarte de Oliveira

Quem vem lá? Quem vem lá?
Fazendo poeira
Te respondo
Ao surgir a clareira

Qual sementes
Levadas pelo vento
Plantando paz
Uma fonte de alimento

Oh ! Quão bom
Viajam os irmãos
Bodes do Asfalto
Numa cadeia de união

Irmãos e cunhadas
Alinhados, no prumo
Pelas estradas
A alegria é o rumo

REFRÃO

Motos no asfalto

Bodes por paixão
O ronco do motor
Acelera o coração

Os bodes são romãs
Que sob céu azul
Unem as colunas do Brasil
De norte a sul

Livres, bons costumes
Rodando em liberdade
Constroem sempre
Templos à fraternidade

Além fronteiras
Léguas de amizade
Partidas e chegadas
Rastros de saudade

Numa prece rogamos
Ao GRANDE lá no alto
Que ilumine os caminhos
Do Bodes do Asfalto

China, um futuro NEGRO

No mínimo, preocupante.

******************

Carro JAC 3 - preço de venda na China R$ 12.000,00 (neste preço já tem
lucro, é claro)
preço de venda no Brasil R$ 40.000,00 - margem bruta: R$ 28.000,00

Se voce considerar que metade são impostos brasileiros, tudo bem,
ainda vale muito a pena, cada carro vendido no Brasil, é mais do que 2
vendidos na China.

Que maravilha, o governos ganha como sempre, o importador se enche de
dinheiro e nós, pagamos como sempre.

Vender produto chinês importado no Brasil, garante ao importador
margens muito boas, a ao governo muita arrecadação, e nós que
compramos mantemos o modelo, não sei até quando.

Alexandre L.C.Censi

****************************************
China, um futuro NEGRO. Futuro?


Há 200 anos, Napoleão Bonaparte fez uma profecia, que está começando a
se realizar, ao dizer: "Deixem a China dormir, porque, quando ela
acordar, o mundo vai estremecer". A China do Futuro; mas o Futuro já é
hoje... A verdade é que, agora, tudo o que compramos é Made in China.
E isto é um aviso para o futuro! Mas, quem liga para esse aviso?
Atualmente, ninguém! Agora, é só aproveitar E APROVEITAR! E depois?
Como será para os nossos filhos?


JÁ PENSOU COMO FICARÁ A "CHINA DO FUTURO"?

(por Luciano Pires - Diretor de marketing da Dana, e profissional de
comunicação)

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado
produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica
chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a
velocidade de reação é impressionante. Os chineses colocam qualquer
produto no mercado em questão de semanas... Com preços que são uma
fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da
região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um
operário brasileiro, equivalente, ganha 300 dólares no mínimo que
acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem
praticamente zero benefícios, estamos perante uma escravatura amarela
e alimentando-a...

Horas extraordinárias, na China? Esqueça! O pessoal por lá é tão
agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que
não vão receber nada por isso...Mas, atrás dessa "postura" está a
grande armadilha chinesa. Não se trata de uma estratégia comercial,
mas sim de uma estratégia "de poder" para ganhar o mercado
ocidental.Os chineses estão tirando proveito da atitude dos
'marqueteiros' ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando
apenas com o que ela "agrega de valor": a marca. Dificilmente você
adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da
América um produto "made in USA". É tudo "made in China", com rótulo
estadunidense.

As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por
centavos e vendendo por centenas de dólares... Apenas lhes interessa o
lucro imediato e a qualquer preço. Mesmo ao custo do fechamento das
suas fábricas e do brutal desemprego. É o que se pode chamar de
"estratégia preçonhenta". Enquanto os ocidentais terceirizam as
táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria
unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.

Enquanto as grandes potências mercadológicas ficam com as marcas, com
os designes..., com suas grifes, os chineses ficam com a produção,
assistindo, estimulando, e contribuindo para o desmantelamento dos já
poucos parques industriais ocidentais. Em breve, por exemplo, já não
haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só
haverá na China.

Então, n'um futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os
seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com
o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde demais. Então,
o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo
proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.


Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele
quem ditará as novas leis de mercado, pois será quem manda, terá o
monopólio da produção. Sendo ela e apenas ela quem possuirá as
fábricas, inventários e empregos é quem vai regular os mercados e não
os "preçonhentos". Iremos, nós, nossos filhos, e nossos netos,
assistir a uma inversão das regras do jogo atual, que terão nas
economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa. A essa
altura, quando o mundo ocidental acordar, será muito tarde.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão, tristemente, para os
esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados
jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos
seus parques fabris desmontados. E então lembrarão, com muitas
saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos
esclavos" chineses, e vendendo caro suas "marcas-grifes" aos seus
conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas
marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser
poderosas pois foram todas copiadas...


REFLITA E COMECE A COMPRAR, JÁ, OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL,
FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO
SEU VIZINHO E, ATÉ MESMO, DA SUA PRÓPRIA, E DE SEUS DESCENDENTES...

Kasinski Comet GT650 – O retorno da Naked Coreana

por Daniel Ribeiro em 09/09/2011 08:00

Um fortissimo rumor afirma que a Kasinski vai começar a vender a Comet
GT650, a versão Naked da GT-R 650, e ainda, que chegará pelo
simpaticíssimo preço de R$ 19.990,00!

A Kasinski, que vende as Motos sul-coreanas da Hyosung, vai começar a
comercializar a versão Naked da sua esportiva bicilíndrica de 650cc, a
GT650. Trata-se da mesma esportiva que já encontrou muitos fãs pelo
Brasil, mas sem a carenagem e com um novo farol.

A remoção da carenagem dá um ar mais "bruto" para a Moto, além de
contribuir para reduzir o peso e o valor da Motocicleta. Essa redução,
aliada a uma agressiva estratégia de mercado, fará com que a Comet
GT650 chegue por menos de R$ 20 mil, posicionando-se assim em uma
faixa de valor pouquíssimo explorada entre as outras marcas.

A GT650 já foi vendida no Brasil em um passado não muito distante, mas
na época, a moto ainda possuía alimentação por carburador, e o visual
não agradava muito, já que o acabamento não era muito bom. Mas esses
problemas foram solucionados a muito tempo, e agora a GT650 é uma
ótima opção de compra.

O motor é o mesmo que equipa a GT650R (carenada). Trata-se de um
bicilindrico em V (a 90º) de 647cc que desenvolve impressionantes 89,6
cv de potência e tem torque máximo de 6,9 kgf.m. Ele refrigerado a
líquido e é alimentado por Injeção Eletrônica. São números
impressionantes para um motor com esta engenharia. Para se ter uma
ideia, a Bandit 650 tem motor de 4 cilindros em linha, e é menos
potente.

O painel totalmente eletrônico, com velocímetro digital e um grande
tacômetro analógico completam o visual moderno da moto. Os freios são
a disco, e na dianteira é duplo, com 300 mm de diâmetro e mordidos por
pinças de 2 pistões cada. Bons para a proposta da moto.

Ela deve ser apresentada no Stand da Kasinski no Salão Duas Rodas
2011. Vamos esperar para ver.

Ficha Técnica

Motor
Tipo 4 tempos, 2 cilindros em V a 90º, 8 válvulas, DOHC, refrigerado a
líquido e cárter úmido.
Cilindrada 647cc
Diâmetro x Curso 81,5 x 62,0 mm
Taxa de compressão 11,6:1
Potência máxima 89,6 cv @ 9.250 RPM
Torque máximo 6,9 kgf.m @ 7.250 RPM
Marcha Lenta 1.350 RPM +/- 100
Capacidade de óleo 3,0 litros
Combustível
Alimentação Injeção Eletrônica com corpo de 32mm x 4
Tanque de combustível 17 litros (sendo 2,5 reserva)
Eletrônica
Ignição ECU/CDI
Partida Elétrica
Bateria 12V 12AH
Saída do Alternador 350 W
Farois 12V 55/60W H4
Transmissão
Embreagem Multi-discos banhada a óleo com acionamento mecânico.
Câmbio Manual de 6 marchas
Transmissão final Por corrente #525 com o-ring
Quadro
Tipo Berço Semiduplo em aço tubular.
Dimensões
Comprimento 2.090 mm
Largura 785 mm
Altura 1.115 mm
Distância mínima do solo185 mm
Distância entre eixos1.435 mm
Caster 25º
Altura do assento 831 mm
Peso em ordem de marcha 191 kg
Suspensão
Dianteira Garfo telescópico hidráulico invertido de 41 mm de diâmetro
com ajuste de pré-carga da mola de retorno, curso de 120 mm.
Traseira Braço oscilante monoamortecido com ajuste de pré-carga da
mola, curso de 100 mm.
Roda dianteira De liga-leve de 17 polegadas.
Roda traseira De liga-leve de 17 polegadas.
Pneu dianteiro 120/60ZR17
Pneu traseiro 160/60ZR17
Freio dianteiro Disco duplo ventilado e flutuante, de 300 mm, mordido
por pinças de 2 pistões cada.
Freio traseiro Disco simples de 230 mm mordido por pinça de 1 pistão.
Preço sugerido (2012) R$ 19.990,00.

45 anos de Star Trek

Motivos Para Não Ser Maçom

1) Influência Política – Poder

Ao contrário do que muitos pensam, a Maçonaria Universal, pelo menos a
Maçonaria Regular, não detém mais influência no Poder Político, como
ocorreu no passado, do que qualquer outra instituição social, a
exemplo das igrejas praticantes dos mais variados credos religiosos,
sindicatos classistas, movimento dos "sem-terra" e outros do gênero,
porque a Maçonaria nada tem a ver com política partidária, nem com os
políticos inescrupulosos que infestam a sociedade, nos dias de hoje.

A única influência que a Maçonaria pode exercer, nesse sentido, quando
age e pensa como Maçonaria, é apenas a influência de ordem moral, pelo
exemplo efetivo dos seus membros, por meio da aplicação dos seus
princípios fundamentais, apregoados ao longo dos séculos. Engana-se,
pois, quem pensa que, ao agregar-se à Maçonaria, através dela, pelo
respeito que ela ainda inspira, terá livre acesso aos corredores do
Poder.

Aliás, uma das coisas que o maçom logo observará, quando fizer uso do
bom senso e da sabedoria Maçônica, é que esse famigerado Poder é mais
ilusório do que real, além de efêmero e corruptor dos bons costumes,
com o esclarecimento adicional de que, num ambiente democrático
qualquer, conscientemente, deverá ficar bem claro que o Poder só
conferirá autoridade àquele que os demais indivíduos membros admitirem
reconhecer e permitir.

Em Loja Maçônica Regular, entretanto, o detentor do Poder e condutor
das decisões, em razão da autoridade conferida pelos seus membros
ativos, é o Venerável Mestre, com a observação oportuna, de que todos
os Mestres que sentam na Cadeira do Rei Salomão, paradoxalmente, não
possuem mais direitos do que o Aprendiz mais recente, mas têm, em
contrapartida, mais responsabilidades e deveres de que todos os demais
Mestres.

Ante o exposto, conclui-se, então, que quem busca o perfume do Poder,
sem a busca, em primeiro plano, do fiel cumprimento dos seus deveres
Maçônicos, inclusive sem a consciência de quais sejam as suas
responsabilidades, como "parcela ativa" da sociedade, esse certamente
não encontrará apoio e guarida na Maçonaria, porque na Maçonaria, ao
contrário do que ocorre no mundo profano, a maior autoridade tem o
nome de humildade e é reconhecida como aquela que serve, que transpira
fraternidade, age com honestidade e fomenta a harmonia.

2) Influência econômica – Negócios e Dinheiro

Quem pensar que o ingresso na Maçonaria possa representar uma "porta
aberta", para se obter contato com as pessoas economicamente
influentes, realizar bons negócios e, desse modo, propiciar condições
para "subir na vida", pense outra vez, pense melhor até, pois se esse
for mesmo o seu propósito, poupe-se ao trabalho e às despesas
consequentes, porque dentro da Maçonaria jamais conseguirá fazer
negócios diferentes daqueles que faria, estando fora dela.

O que todos lhe pedirão, aqui na Maçonaria é que dê algo de si,
continuadamente, em prol dos seus semelhantes, sem mesmo cogitar em
retorno algum de ordem material e benefícios de ordem pessoal, de
qualquer natureza, porque todos os negócios praticados na Maçonaria,
estão sempre relacionados com a elevação moral e espiritual dos seus
membros, através da busca incessante pela sublimação do espírito sobre
a matéria e engajamento efetivo dos seus obreiros, no projeto de se
construir um mundo social melhor, mais fraterno e mais justo.

3) Influência social – Honrarias e Reconhecimento

Na Maçonaria Regular, como se sabe, todos os seus membros ativos usam
aventais, colares, joias, emblemas e comendas diversas, mas o
verdadeiro maçom considera todos esses utensílios, uns como
vestimentas úteis e necessárias à prática da ritualística Maçônica,
outros como meros adereços pessoais, sem qualquer significação
simbólica ou esotérica, com a observação oportuna, inclusive, a bem da
verdade, que o único avental que todos os maçons podem usar,
independentemente do seu grau e qualidade, no âmbito da Maçonaria
simbólica, é o avental do Aprendiz Maçom, com a sua simbologia única,
cuja brancura e pureza devem ser preservadas, nunca conspurcadas pela
prática de ações censuráveis, ilícitas ou indignas, de qualquer
natureza.

As diferenças entre o avental mais rico, o avental bordado e o mais
colorido deles, se comparado com o avental branco utilizado pelo
Aprendiz Maçom, são só os preços cobrados pelos seus fabricantes,
porque todos eles são igualmente importantes e indispensáveis, de uso
obrigatório, em todas as solenidades ritualísticas.

Por outro lado, um maçom regular não deve ser diferente do outro, no
cumprimento dos seus deveres Maçônicos, tampouco deve utilizar a
autoridade de que é detentor, para usufruir de privilégios especiais,
que não sejam os de reconhecimento fraterno e de respeito à autoridade
conferida pelo seu cargo, sem a reprovável prática de culto à sua
profissão, distinção econômica ou posição cultural, exceto nas
múltiplas relações iniciadas ainda no mundo profano, porque o
tratamento a ser dispensado, nessas ocasiões, será mesmo o apropriado
à sua autoridade profana, mesmo quando se tratar de maçom. Ser
reconhecido simplesmente como "Irmão maçom", em todos os casos, enfim,
é a maior honraria recebida pelo obreiro, independentemente do seu
status social, profissional ou cargo Maçônico que ocupe na
instituição.

4) Beneficência – Ajuda ao Próximo

O maçom bem intencionado, que, porventura procure no seio da
Maçonaria, que insista na procura de um instrumento ou de uma maneira
de, como dar vazão ao seu desejo impulsivo de ajudar ao próximo
através de movimentos eminentemente beneficentes e, se for essa a
única e principal razão que o move em direção da Maçonaria, esse maçom
também está muito enganado. Não que a Solidariedade e a Beneficência
não sejam privilegiadas pela Maçonaria. Claro que o são.

Mas não é essa a razão de existência da Maçonaria, porque a
Solidariedade e a Beneficência Maçônica, é um subproduto consequente
de um trabalho organizado e comprometido com o bem-estar da
humanidade, nunca a causa principal da sua existência, sob pena de se
ver prejudicada a sua finalidade primordial.

Portanto, se são a Solidariedade e a Beneficência que atraem o bem
intencionado e nada mais do que isso, seja maçom ou não, o melhor que
ele pode fazer é desenvolver esse trabalho meritório em organizações
beneficentes vocacionadas, como Lions, Rotary, Associações etc. e
mesmo sem se juntar a qualquer organização, certamente encontrará na
sua rua ou na sua localidade alguém que necessita da sua ajuda. E em
sendo maçom no seu propósito de auxiliar sempre ao seu Irmão
necessitado, em tudo aquilo que for necessário e justo, sem prejuízo
seu, de seus familiares e de seu trabalho.

5) Curiosidade – Conhecer o "Segredo Maçônico"

Se a curiosidade, estimado irmão, tem sido o combustível que tem
alimentado o seu desejo de continuar maçom, em detrimento da busca
permanente pela sua elevação moral e espiritual, por meio do
aperfeiçoamento dos costumes e prática constante da verdadeira
fraternidade, como tem ensinado a Sublime Instituição, então não se
iluda mais, mude de atitude logo, porque enquanto pensar desse modo,
será um obreiro fadado ao insucesso e à indiferença, essa doença
insidiosa e letal, que tem atacado as nossas colunas e ceifado a
muitos, sem esquecer de que, distante desse espírito maléfico de
curiosidade que o envolveu, somente o trabalho, a persistência, a
determinação e o querer converter-se em legítimo construtor social,
aliado ao respeito pelas nossas tradições, autoridades legalmente
constituídas e sistema normativo em uso, somente nessa condição, o
Irmão poderá incorporar o modelo de maçom vitorioso e de obreiro que
sabe praticar, eficazmente, a verdadeira Maçonaria.

Portanto, caro curioso, se é a curiosidade que o move a ser maçom,
esqueça! Há outros meios de o satisfazer! E, afinal, se o que pretende
é apenas conhecer como pensam, o que fazem e de que tratam os maçons,
nem sequer precisam se incomodar muito: basta-lhe entrar na Internet e
continuar lendo os diversos e inumeráveis sites Maçônicos.

Santo com esquadro e compasso

Não sei que santo é, mas tem minha simpatia...

:-)

Farsa do Martírio de Tiradentes

Será???

********************

O MARTÍRIO DE TIRADENTES, UMA FARSA CRIADA POR LÍDERES DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA


Guilhobel A. Camargo

Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de
abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode
expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência
Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro
Gouveia.

A mentira que criou o feriado de 21 de abril é:  Tiradentes foi
sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio
de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido
como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser
criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal
Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais,
estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo
comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes
parecida com a de Cristo e era o que bastava: um "Cristo da Multidão".
Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história "construída"
agradava tanto à elite quanto ao povo.

A vida dele em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda
do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um
pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai
aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu
padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu
ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido
pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas.
Daí veio o apelido de Tira-dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um
ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se
na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o
ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na maçonaria
pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes.
Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que
circunstâncias.

Tiradentes, maçonaria e a Inconfidência Mineira: Como era um simples
alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis,
brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes
do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve
plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os
movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os  séculos
XVIII e XIX, era comum o "dedo da maçonaria". E Tiradentes foi maçom,
mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência,
porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam
recentemente regressado "formados" da cidade de Coimbra, em Portugal.
Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as
cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que
maçons estavam envolvidos nos conluios.

Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação,
pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram  vitoriosos -
mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington,
Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possivel comprovar a
participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o
dístico maçônico do Libertas quae sera tamen, que adorna o triângulo
perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas,I,27) Tiradentes era
um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma
filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um
padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o
grupo, aquele considerado como uma "codorna no chão", o mais frágil
dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as
riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos.
Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode
expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes.

E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1789, com o
Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o
Tiradentes. Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu
julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele
admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a
promessa que  livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por
pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da
maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O
ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de
Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a
ele pela maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas
que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava
ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de 1811, de autoria de
Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a
diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril
de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu
no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício,
lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...".

O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados
pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se
desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela
para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram
condenados ao exílio ou absolvidos.

A descoberta da farsa: Há 41 anos (1969), o historiador carioca Marcos
Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença
na galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava
sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a
assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de
José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva.
Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica
e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as
semelhanças eram impressionantes.

Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons,
na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com
Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os
filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada
na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor,
desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do
Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com
Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu
correndo. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria
voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua
Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em
1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência
Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.

Americano morre em acidente de moto durante protesto contra o uso de capacete

Lamentável - precisa de argumento maior????
*********************************

By Equipe Sobremotos


Quarta, 6 Julho 2011

Um motociclista americano que fazia parte de um evento contra o uso de
capacete morreu após sofrer uma queda de sua moto quando tirou as mãos
do guidão e bateu na sua própria cabeça em sinal de protesto. "Teria
sido uma morte evitável se ele estivesse usando um capacete, o quê
acabou reforçando ainda mais a necessidade deste tão importante
equipamento de proteção", afirmação do paramédico que o atendeu.

A vítima foi Philip A. Contos, 55 anos, de Nova York, que perdeu o
controle de sua Harley-Davidson 1983 quando acionou com muita força os
freios ao tentar retomar o equilíbrio da moto.Ele voou por sobre o
guidão e bateu com a cabeça. A morte não foi instantânea, sendo
declarada somente no hospital.

O protesto contra o uso de capacetes foi organizada pela facção
"Onondaga" da "American Bikers Aimed Towards Education (ABATE)". Esta
organização incentiva o uso voluntário dos capacetes, mas se opõe ao
uso obrigatório por lei. Nova York é um dos 20 estados que exigem que
os motociclistas utilizem capacetes.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Visão da Igreja Presbiteriana sobre a Maçonaria

Decepcionante...

*************************

Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
decidiu, em 21/07/2006, o seguinte com relação aos presbiterianos
maçons: "SC-IPB-2006 Doc. CIV [...]

Considerando que:

1. não obstante a maçonaria não seja uma religião de direito,
conforme a constituição maçônica, é uma religião de fato, segundo dois
terços de seus mais ilustres expositores;

2. o Grande Arquiteto do Universo é uma divindade vaga como um rótulo
em branco, que você pode preencher com Jeová, Alá, Shiva, etc; e por
isso não pode aplicar-se ao Deus Soberano, Triúno e Santo.

3. Jesus, nosso Redentor, não é o mediador segundo a doutrina
maçônica, pois todas as orações feitas na loja não são endereçadas a
Deus por meio de Jesus.

4. a salvação da maçonaria é obtida pelos odres, uma vez que os
maçons são aperfeiçoados pela prática de ensinos filosóficos dessa
restrita instituição; assim os maçons são aperfeiçoados pelos seus
esforços e entram no céu por serem bons maçons e não mediante a obra
redentora de Cristo;

5. a esperança da vida futura não é baseada na obra expiatória de
Cristo, conseqüentemente o maçom entra na bem aventurança eterna, na
loja celeste, mesmo sendo um idólatra ou espírita conquanto seja um
bom maçom;

6. a unidade cristã é ferida, uma vez que crentes em Cristos entram
em profunda comunhão iniciática com aqueles que negam o santo
Evangelho de Cristo, contrariando assim o que preceitua a Segunda
Epístola aos Coríntios, capítulo 6:14-20;

7. a Bíblia é usada contra a própria Bíblia, nos rituais maçônicos,
pois não passa de uma mera peça ou símbolo, sem jamais ser considerada
como a única regra de fé e prática; exemplo disso é o uso do Salmo 133
para enfatizar a união dos irmãos maçons mesmo quando essa união é
feita de crentes, idólatras e até feiticeiros;

8. há ritos iniciaticos que ferem a consciência cristã, quando
crentes dizem vir das trevas para a luz, fazendo parâmetros temerários
diante daquele a quem chamam "venerável";
9. a participação dos irmãos em Cristo na Maçonaria tem sido motivo
de escândalo e tropeço para muitos neófitos;

10. Por amor ao Senhor de Igreja e sua noiva todos os crentes devem
renunciar a tudo aquilo que seja estorvo para si e para os outros, uma
vez que a base de ética é o amor.

O SC-IPB RESOLVE:

1.afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas, como
as retromencionadas, com a fé cristã;

2. determinar a não recepção como membros, à comunhão da igreja,de
pessoas oriundas de maçonaria em que antes elas renunciem à confraria;

3. não eleger, nem ordenar ao oficialato de igreja, aqueles que ainda
estão interessados na maçonaria;

4. orientar com mansidão e amor aos irmãos maçons a, por amor a
Cristo e sua Igreja, deixarem a maçonaria;

5. tratar com o máximo amor e respeito aqueles que ainda estão na
maçonaria, para que seu desligamento seja feito com esclarecimento do
Espírito, mais do que por coerção ou constrangimento

A iniciação do Bode do Asfalto

        Sr. Bode, é teu desejo sincero tornares um motociclista? Se a
resposta for afirmativa, previno-te que irás passar por provas,
perigos e dificuldades.

A primeira viagem será a da TERRA. Ao entrares em um carreador de
cana, ficarás atrás de um caminhão com 2 carretas carregadas que
produzirão tamanha poeira que te sentirás numa masmorra, entrará
ciscos nos teus olhos, teu cabelo ficará duro e vais derrapar e atolar
na areia.

O teu dia será terrível, mas no final da tarde quando estiveres
tomando umas latinhas geladas e ouvindo o Raulzito, pensarás,

VALEU.

Sr. Bode, persistes em ser motociclista?

A segunda viagem, Sr. Bode, é a do AR. Um vento forte no peito e tu,
cego, tens que seguir o líder ou piloto. Num bonde descobres que tendo
alguém para guiar-te, não precisas temer. Mesmo assim, Sr. Bode,
persistes em ser motociclista?

Estamos prontos para mais uma viagem, a da ÁGUA. Começa com um
barulhinho, parece inseto batendo no capacete, depois vem a certeza, é
chuva seu Bode, fiques esperto.

Tua atenção ficará redobrada, teus pares, podes apostar, estão
adorando tudo isso. Passa a chuva e o vento vai te deixar congelado.
No final da tarde, fica melhor uma bebida mais quente ouvindo Led
Zeppelin. Ainda assim persistes em ser motociclista?

A última viagem é FOGO. A tarde cai, vem a noite, ai o polegar direito
bate na tecla e FIAT LUX (faz-se a luz). Recebeste a LUZ.  Para os
notívagos é festa, acostuma-te pois teus IIr.: adoram isso.

Não acredito que ainda queiras tornar-te motociclista. Poeira, vento,
chuva e escuridão, sem contar com as dores nas costa, joelhos, bunda,
punhos e mãos dormentes. Sr Bode, não és mais criança. Não seria
melhor ficares em casa assistindo um bom filme na TV? Ou melhor...todo
domingo na hora em que estás na estrada, tem futebol ao vivo, teu time
pode estar jogando.

Tua mulher nem sempre faz cara boa para essas viagens. Ela está certa,
você vai chegar num bagaço só, teu ânimo não vai além de um banho e
cama.

Sr. Bode, se depois disso tudo ainda quiseres ser um motociclista, que
seja então um Bode do Asfalto.

Ir.: Fabio Tomazella
A.:R.:L.:S.: Washington Luis l 2694
Or.: Batatais, SP
MCBDA - Batatais SP.

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