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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Estranho personagem, esse tal de motociclista.






Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma
motocicleta, onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho
minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e
torcendo para que não haja areia na estrada.


Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum
conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do
motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como
chuva, ou mesmo aquela "ducha" de água suja jogada pelo carro que
passa sobre a poça ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso
escapamento dos caminhões em uma avenida movimentada como a marginal
Tietê, por exemplo, sem falar da necessidade de se utilizar capas,
casacos e capacetes, mesmo naqueles dias de calor intenso.


Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos
oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança.
Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar
fedendo e suado; "air bags", barras laterais, cintos de três pontos,
etc., que conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária;
som ambiente; possibilidade de conversar com os passageiros (OS
passageiros...) sem ter que gritar e assim por diante.


Intrigante personagem, esse tal de motociclista.


Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um
estranho e particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado
quando em meu carro, mesmo gozando de todas as facilidades de que ele
dispõe.


Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que,
durante minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas
possuíssem, cumprimentavam-se uns aos outros, apesar de aparentemente
jamais terem se visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram
em uma dessas estradas da vida.


Esquisito...Prestei mais atenção e descobri que eles freqüentemente se
uniam e reuniam, como se fossem amigos de longa data, daqueles que
temos tão poucos e de quem gostamos tanto. Senti a solidariedade que
os une. Vi também que, por baixo de muitas daquelas roupas de couro
pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes e caveiras, havia
pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes, advogados,
militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os
sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a
dia. Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver
paramentados tão estranhamente.


Muito esquisito... Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis
prazeres de se "ganhar a estrada" sobre duas rodas; sobre a sensação
deliciosa de se fazer novos amigos por onde se passa; da alegria da
redescoberta do prazer da aventura, independente da idade; e da
possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo barreiras que existem
apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas à mediocridade.


Vi ouvi e meditei sobre o assunto... Mudei minha vida...


Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista. Muitas motos eu
tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que, em tempo,
trato agora de desfazer. Mais que uma nova moto, a moto dos meus
sonhos.


Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham
o medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar
de tantas aventuras e amizades. Deus sabe o tempo que perdi e as
experiências que deixei de vivenciar. Se antes olhava-os com
estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas não um
motociclista), vejo-os agora com profunda admiração e, quando não
estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.


O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas
que estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista. Algumas
chegam até mesmo a participar de encontros e listas de discussão, não
que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a
filosofia envolvida.


Hoje, minha esposa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda
timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar
novos velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.
Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu
automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma
motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio,
mostre-se alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível
sorriso estampado no rosto.


Quem sabe ganhemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo.


Fernando Drummond

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O simbolismo maçônico de Pinóquio

Carlo Collodi escreveu em 1882 um livro chamado "As Aventuras de
Pinóquio", na que conta a história de um velho Mestre artesão que
construiu um boneco de madeira.

Esta história simples é salpicada com considerações de ordem moral e
da evolução da pessoa que faz a história de um relato iniciatico, em
que Pinóquio se vai desprendendo de seus muitos defeitos e se tornar
um verdadeiro ser humano, uma criança neste caso.

Poucas pessoas sabem que o Pinóquio, o boneco de madeira saiu da mente
e da criatividade do escritor italiano Carlo Collodi, não é um conto
de fadas. Na verdade, seu comprimento é um romance, mas sua trama
infantil suspeita é nada mais do que o veículo através do qual Collodi
destina-se a entregar uma mensagem profundamente espiritual,
iniciático, esotérico e desenvolvimento pessoal.

Na verdade, a primeira coisa que gostaria de salientar é que o autor,
Carlo Collodi, foi um membro da Ordem Maçônica, uma instituição que
guarda e estuda as antigas tradições herméticas atribuídas a Hermes
Trismegistus e é considerada a mais importante instituição esotérica
hoje.

Walt Disney, que esta história imortalizada no filme de animação e
cujos desenhos representam mais do que qualquer outro o boneco e os
outros personagens, também foi um irmão maçom.

No contexto conturbado da re-unificação italiana, liderada por outro
irmão, José Garibaldi, Collodi escreveu "As Aventuras de Pinóquio",
publicado em 1882. Uma análise superficial do trabalho revela uma
apologia para a educação e uma denúncia do vício e da ociosidade.
Ideais próprios da cultura ocidental, mas são inevitáveis mandato para
encomendas para as ordens esotéricas.

Vamos rever a história, e marcar em negrito algumas palavras que são
muito esclarecedoras do ponto de vista esotérico e maçônico em
particular: Gepetto, um velho mestre que usa o avental, sempre sonhou
em ter uma criança, de modo que, ao ver brilhar mo céu a Estrela Azul
fervorosamente pediu que seu desejo fosse concedido (este é entrar em
contato com um maior nível de consciência). Naquela noite, enquanto
dormia Gepetto, apareceu a Fada Azul e deu vida ao boneco advertiu a
se comportar bem para se tornar um menino de verdade (o compreendemos
a partir da idéia de ser um homem de verdade, outra idéia inspiradora
das escolas de iniciaticas). Para aconselhamento sobre seu
comportamento chamou o Grilo Falante com sua consciência (o trabalho
consciente de desenvolvimento pessoal é também um ideal hermético).

Não nos esqueçamos de que Pinóquio foi trabalhado à mão pelo
carpinteiro que o elaborou a partir de um pedaço de madeira, criando
mesmo um boneco muito bom, graças ao seu esforço (na Maçonaria se
trabalha para dar forma a uma pedra).

Gepetto construindo Pinóquio

Os fios que movem o destino dos bonecos são semelhantes aos fios do
destino que movem as pessoas, daqui para lá e vice-versa quando
desenvolvemos a consciência. Assim, então, Pinóquio com falta de
consciência e surdos aos ensinamentos do Grilo Falante (outro mestre)
provou ser amoral e estúpido. Poderia dizer que Pinóquio estava vivo,
mas ainda não tinham livre arbítrio estava dormindo, não usava a sua
consciência, desconhecia o sendero da virtude e a libertação, foi uma
espécie de "morto vivo".

O esoterismo ensina que, infelizmente, a maioria dos seres humanos são
como Pinóquio, eles seguem o caminho mais fácil e não sabe que existe
algo melhor, algo que nos conecta com níveis mais elevados de
consciência.

Um pesquisador maçônico, que estudou o assunto, disse: "A verdade é
que existem apenas dois tipos de homens em todo o mundo: os poucos que
já perceberam o esquema divino poderoso, e as imensas massas que ainda
não conhece. Os últimos vivem para eles mesmos, e estão muito
escravizados por suas paixões; os primeiros vivem para Deus e para a
evolução, que é a Sua vontade, se eles são chamados Budistas ou
hindus, muçulmanos ou cristãos, ou pensadores judeus.

…Pinóquio é o escravo de seus "eus", este é um ego hipertrofiado
produto de distintos vícios que foram acumulados. Suas mentiras
fazê-lo crescer o nariz e as orelhas de burro depois. Esta é uma
alegoria física de todos os agregados psíquicos que o acompanham.

Pinóquio e Grilo Falante

Uma e outra vez, Pinóquio, pela lei de causa e efeito, sofre as
conseqüências de suas más ações, que o conduzem a uma vida desgraçada,
onde o boneco paga com o sofrimento do karma que há sido gerado.
Quando a vida de Pinóquio não poderia ser mais insuportável, é
engolido por uma baleia.

Este episódio, que evoca claramente a história bíblica de Jonas, vem a
ser no simbolismo maçônico a câmara de reflexões que representa a
descida ao centro da terra. Que viveu até o próprio Jesus, se
acreditarmos nas palavras de Mateus 12:40: "Pois assim como Jonas
esteve no ventre do grande peixe por três dias e três noites, assim
estará o Filho do Homem no seio da terra três dias e três noites ".
Não se esqueça que o Filho do homem, também, como o Pinóquio, o filho
de um Mestre carpinteiro.

Como acontece com qualquer tradição esotérica válida é a morte
mística, à luz de uma vela, Pinóquio medita sobre o seu destino e
decide mudar, deixando para trás seu passado de inconsciência.
Finalmente o boneco é expelido pela baleia para o mar, onde a água
atua como um purificador, limpando interna e externamente a Pinóquio.

Diz-se que quando alguém está imerso em uma corrente de água, renasce
para uma nova vida. Esta prática é comum em muitas tradições
religiosas e do batismo cristão. Maçônico tem a ver com a lenda do
terceiro grau e o Mar de bronze.

Pinóquio, no entanto, não sobrevive à fúria do oceano e, finalmente,
se afoga. Esta morte do boneco equivale à morte mística do profano ao
ser iniciado. Nas palavras do Evangelho lembra a sentença que está em
João 3:3-10: "Em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo não
pode ver o Reino de Deus (…) quem não nascer da água e do Espírito,
não pode entrar no reino de Deus".

Ao retornar à vida, Pinóquio vai para um estado mais elevado, que vai
adquirir uma humanidade plena (para ser um menino de verdade).

Vale a pena ver "Pinóquio" e descobrir o profundo conteúdo simbólico e
iníciatico de este trabalho. Especialmente recomendado para aqueles
que pertencem a instituições herméticas filosófica como a Ordem
Maçônica, Rosa Cruz, Gnósticos, Teosófica, Antroposófica Biosófica,
Metafísicas e similares.

Mas para o resto dos mortais, que tentamos manter uma vida digna,
enquadrada nos limites moral mais ou menos estável, a aventura de
Pinóquio também tem muito a dizer, sobretudo porque o boneco se parece
muito como nós.

Se você acha que nós podemos dizer o quanto à história de Pinóquio
corresponde com a evolução dos seres humanos para alcançar a plena
realização da "humanidade", como seres humanos completos e
particularmente com a nossa própria evolução como maçons.

Fonte: http://www.obreirosdeiraja.com.br/pinoquio/

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

OS ESTATUTOS DE SCHAW - 1598

Em Edimburgo, no vigésimo oitavo dia de dezembro do ano do Senhor de
1598. Estatutos e instruções que devem observar todos os Mestres
Maçons deste reino, empossados por William Schaw, Mestre de Obras de
Sua Majestade, o rei Jaime VI, e Venerável Geral do mencionado Ofício,
com o consentimento dos Mestres abaixo firmados.

1. Primeiramente, observar e guardar o que seus predecessores
guardaram de memória, ou seja, todas as instruções anteriormente
estabelecidas referentes aos privilégios de seu Ofício, e em
particular ser sincero uns com ou outros e viverem juntos na caridade,
havendo se convertido, por juramento em Irmãos e Companheiros de
Ofício.

2. Obedecer a seus Veneráveis, Diáconos e Mestres em tudo o que seja
referente a seu Ofício.

3. Serem honestos, fiéis e diligentes em seu trabalho e se comportar
com retidão diante de seus Mestres ou proprietários das obras
empreendidas, sendo estas pagas por empreitada, ou por alojamento e
alimento ou por semana.

4. Ninguém empreenderá uma obra, grande ou pequena, que não seja capaz
de executar com competência, sob pena de multa de quarenta libras ou
do quarto valor da referida obra, sem prejuízo das indenizações e
compensações a pagar aos proprietários da obra, segundo estimativa e
juízo do Venerável Geral, ou em sua ausência, segundo a estimativa dos
Veneráveis, Diáconos e Mestres do condado onde a referida obra está
sendo construída.

5. Nenhum Mestre tomará para si obra de outro Mestre depois que este
ter contratado com o proprietário da obra, seja por contrato, acordo
de fidelidade ou acordo verbal, sob pena de multa de quarenta libras.

6. Nenhum Mestre retomará uma obra na qual outros Mestres já tenham
trabalhado anteriormente até que seus predecessores tenham recebido o
pagamento pelo trabalho cumprido, sob pena da mesma multa.

7. Em cada uma das Lojas em que se distribuem os maçons será escolhido
e eleito a cada ano um Venerável que estará a cardo da mesma, por
sufrágio dos Mestres das referidas Lojas e com o consentimento do
Venerável Geral se este estiver presente. Se não for possível para
este último comparecer, será informado que um Venerável foi eleito
pelo período de um ano, a fim de poder serem enviadas suas diretrizes
ao Venerável eleito.

8. Nenhum Mestre tomará mais de três aprendizes ao longo de sua vida,
a não ser se este obter um consentimento de todos os Veneráveis,
Diáconos e Mestres do condado onde vive o Aprendiz que pretende tomar.

9. Nenhum Mestre tomará nem se valerá de um Aprendiz por menos de sete
anos, e tampouco será permitido fazer deste Aprendiz um irmão e
Companheiro de Ofício até que tenha exercido outros sete anos, até o
término de seu aprendizado, salvo dispensa especial concedida pelos
Veneráveis, Diáconos e Mestres reunidos para avaliá-lo, e que tenha
sido comprovado suficientemente seu valor, qualificação e habilidade
daquele a que se pretende ser feito Companheiro de Ofício; isso tudo,
sob pena de uma multa de quarenta libras a ser recebida daquele que
tenha sido feito Companheiro de Ofício sem a devida instrução
necessária, sem prejuízo das penas que possam ser aplicadas à Loja a
qual este pertença.

10. Não será permitido a nenhum Mestre vender seu Aprendiz a outro
Mestre, nem liberar, através de pagamento, o Aprendiz dos anos de
ensinamento que a ele é devido, sob pena de uma multa de quarenta
libras.

11. Nenhum Mestre receberá aprendizes sem informar ao Venerável da
Loja a qual pertença, a fim de que o nome do referido Aprendiz e o dia
de sua iniciação possam ser devidamente registrados.

12. Nenhum Aprendiz será iniciado sem que seja respeitada a mesma
regra, a saber, que seu ingresso seja devidamente registrado.

13. Nenhum Mestre ou Companheiro de Ofício será recebido ou admitido
sem a presença de pelo menos seis Mestres e de dois aprendizes
iniciados, sendo Venerável de Loja um desses seis; no dia da recepção,
o referido Companheiro de Ofício ou o Mestre será devidamente
registrado e seu nome e marca serão inscritos em livro próprio em
conjunto com os nomes dos seis que o receberam, além dos Aprendizes
aceitos, igualmente que registraram o nome dos instrutores que devem
eleger cada recipiendário. Tudo isso com a condição de que nenhum
homem será admitido sem que seja examinado e se prove suficientemente
sua habilidade e valor no Ofício a que se consagra.

14. Nenhum Mestre trabalhará em uma obra de Maçonaria sob a autoridade
ou direção de outro homem de Ofício que já tenha tomado a seu encargo
uma obra de Maçonaria.

15. Nenhum Mestre ou Companheiro de Ofício acolherá um cowan* para
trabalhar com ele, nem enviará nenhum dos seus ajudantes para
trabalhar com os cowans, sob pena de uma multa de vinte libras cada
vez que alguém contrariar esta regra.

16. Não se permitirá a um Aprendiz iniciado empreender uma tarefa ou
obra para um proprietário por um valor superior a dez libras, sob pena
da mesma multa precedente, a saber, vinte libras; e depois de ter
executado esta tarefa, não iniciará outra sem permissão dos Mestres ou
do Venerável do lugar.

17. Se existir alguma disputa, querela ou desentendimento entre os
Mestres, os ajudantes ou os aprendizes iniciados, que as partes em
questão comuniquem a causa de sua querela aos veneráveis e a os
diáconos de sua Loja em um prazo de vinte e quatro horas, sob pena de
multa de dez libras, a fim de que possam reconciliar-se e chegar a um
consenso e que suas diferenças possam ser aplainados pelos referidos
veneráveis, diáconos e Mestres; e se ocorrer de uma das partes se
empenhar e ser obstinado em sua questão, esta será excluída dos
privilégios de sua Loja e não lhe será permitido voltar a trabalhar
nela até que reconheça seu erro diante dos veneráveis, diáconos ou
Mestres.

18.Todos os Mestres empreendedores de obra velarão para que os
andaimes e as passarelas estejam solidamente instalados e dispostos, a
fim de que nenhuma pessoa empregada na referida obra se machuque como
conseqüência de sua negligência ou sua imperícia, sob pena de serem
privados do direito de trabalhar como Mestres responsáveis de obas e
de serem condenados pelo resto de seus dias a trabalhar sob as ordens
de outro Mestre principal que tenha obras sob seu encargo.

19.Nenhum Mestre acolherá nem empregará Aprendiz ou ajudante que tenha
se livrado do serviço de outro Mestre e no caso de ter agido por
ignorância, não o manterá quando for informado da situação, sob pena
de uma multa de quarenta libras.

20.Todas as pessoas pertencentes ao Ofício de maçom se reunirão em
tempo e lugar devidamente anunciado sob pena de uma multa de dez
libras, em caso de ausência.

21.Todos os Mestres que forem convocados para uma assembléia ou
reunião prestarão o juramento solene de não ocultar nem dissimular as
faltas ou infrações que tenham cometido um dos outros, assim como as
faltas ou infrações que tais homens de Ofício tenham conhecimento de
ter cometido contra os proprietários das obras sob seu encargo; tudo
isso, sob pena de uma multa de dez libras a ser paga por aqueles que
tenham dissimulado tais faltas.

22. Ordena-se que todas as multas previstas anteriormente sejam
aplicadas sobre os delinqüentes e contraventores das instruções pelos
Veneráveis, Diáconos e Mestres das Lojas as quais pertençam os
culpados e que o produto seja distribuído ad pios usus segundo a
consciência e parecer destas pessoas.

E com o fim de que estas instruções sejam executados e observadas tal
como estão determinadas, todos os Mestres reunidos no dia indicado
desde já se comprometem e se obrigam a obedecer fielmente. É por isso
que o Venerável Geral requereu que seja firmado o presente manuscrito
de seu próprio punho, a fim e que uma cópia autêntica seja encaminhada
a cada Loja particular deste reino.

Motos Suzuki - J.Toledo do Brasil faz recall

Vários modelos de média e alta cilindrada são afetados...

A J. Toledo da Amazônia Suzuki Motos do Brasil iniciou campanha de
chamamento para inspeção e substituição do retificador das
motocicletas JTA/SUZUKI, modelos DL1000 ano modelo 2008 e 2009, B-King
ano modelo 2010 e 2011, GSX1300R, BANDIT650, BANDIT650S, GSX650F,
BANDIT1250, BANDIT1250S anos modelo 2009 e 2010, GSX-R750 ano modelo
2010 e BOULEVARD M1500 com chassis de numeração sequencial final de
000001 até 000005.

Alguns retificadores das unidades afetadas foram produzidos com
aderência insuficiente entre o módulo de potência e a carcaça do
retificador, o que pode resultar em falta de corrente ou carga a ser
fornecida para a bateria, podendo causar o descarregamento da bateria
e impossibilidade de se funcionar a motocicleta.

ATENÇÃO: Conforme determinação da Portaria Conjunta nº 69/2010,
emitida pela Secret aria de Direito Econômico do Ministério da
Justiça, todas as motocicletas objeto deste chamamento foram
cadastradas no Sistema de Registro de Avisos de Risco – Recall de
Veículos Automotores junto ao DENATRAN, de forma que o não atendimento
à campanha impedirá a obtenção do Certificado de Registro e
Licenciamento do Veículo.

Ao fazer o procedimento de recall na Concessionária Autorizada Suzuki
Motos mais próxima, exija a entrega do documento que comprove o
atendimento ao recall, contendo: número da campanha, descrição do
reparo ou troca, dia, hora, local e duração do atendimento, o qual
poderá ser requisitado pelo DENATRAN.
Para realizar o reparo, que consistirá na substituição do retificador,
solicitamos que V.Sa. agende com a Concessionária Autorizada mais
próxima uma data para o atendimento.

Confira os chassis  e modelos participantes:

DL1000: Chassi de numeração
de 9CDBS111J8M002232 até 9CDBS111J9M004152

GSX1300 B-King:
JS1CR111180103290 até JS1CR111180104509
e 9CDGX71AJAM000001 até 9CDGX71AJBM100424,

GSX1300R Hayabusa:
9CDGX72AJ9M002415 até 9CDGX72AJBM103858,

BANDIT650:
9CDGP74AJ9M101040 até 9CDGP74AJAM102301,

BANDIT650S:
9CDGP74AS9M100828 até 9CDGP74ASAM101971,

GSX650F:
9CDGP74AF9M000001 até 9CDGP74AFAM101504,

BANDIT1250:
9CDGW72AJ9M000003 até 9CDGW72AJBM001026
e JS1CH122100101337,

BANDIT1250S:
9CDGW72AS9M000003 até 9CDGW72ASBM101026,

GSX-R750:
9CDGR7LAJAM004817 e9CDGR7LAJAM004818

BOULEVARD M1500:
9CDVY55AJBM000001 até 9CDVY55AJBM000005

Mais informações no site www.suzukimotos.com.br

Fonte: RockRiders.com.br

Igreja Católica reconhece comunicação com os espíritos

Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico
trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído,
justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo
emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999,
em Recife (PE).

O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita
Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio
espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais
espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge
beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom
Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as
outras religiões.

Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975
e tem 30 livros publicados. Ao prefaciar o livro "Novas Utopias", do
espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela
originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a
Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu
muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre
vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé
necessária como o Imprimátur do Vaticano. É importante destacar,
ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes
iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance
Dufaux e ao Instituto Dom Helder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi
aceito pela instituição católica, sem qualquer constrangimento.

No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo
Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora
Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica. Conforme eles
mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada
aos espíritas, que já convivem com o fenômeno da comunicação, desde a
codificação do Espiritismo; mas, para uma grandiosa parcela da
população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a
verdade espiritual, porque "os tempos são chegados", estes
ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os
filhos de Deus.

A verdade espiritual não é propriedade dos espíritas ou de outros que
professam estes ensinamentos e, talvez, porque, tenha chegado o
momento da Igreja Católica admitir, publicamente, a existência
espiritual, a vida depois da morte e a comunicação entre os dois
mundos.

Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o
Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida
espiritual:

Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?

Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes
de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico,
continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à
Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os
ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos
de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da
humanidade.

Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para
realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra
muitas barreiras com o preconceito religioso?

Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá
reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam
aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de
relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados,
cristalizados em crenças em determinados pontos que não levam a nada.
Resistem à idéia de evolução dos conceitos. Mas, a grande diferença é
que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência
mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de
outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que
vibram na mesma sintonia.

Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?

Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que
passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo
sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na
pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nós
juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas
enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.

Como é sua rotina de trabalho?

A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma... Levanto-me,
porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver
atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que
trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que
precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro
em algumas atividades que faço com muito prazer.

Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua
maior alegria?

Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não
deixaria de existir. Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles
aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e
continuar a trabalhar, é uma grande alegria. A alegria do trabalho
para o Nosso Senhor Jesus Cristo.

O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos
Centros Espíritas?

Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os
hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se
faz presente. Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários,
reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência
mais freqüente não é na casa espírita.

O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?

Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este
ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado,
tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus
age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso
grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor.
Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo
natural.

Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?

Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar, a visão que as pessoas têm
da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa
nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.

Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito
interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar
ao médium para poder escrever. É necessário que haja uma aproximação
muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do
médium. É esse o grande de todos nós porque o médium precisa expressar
aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos
poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento,
aí as coisas melhoraram. Outros (médiuns) pelos quais tento me
comunicar enfrentam problemas semelhantes.

Foi uma surpresa saber que poderia se comunicar pela escrita mediúnica?

Não. Porque eu já sabia que muitas pessoas portadoras da mediunidade
faziam isso. Eu apenas não me especializei, não procurei mais
detalhes, deixei isso para depois, quando houvesse tempo e
oportunidade. Imaginamos que haja outros padres que também queiram
escrever mediunicamente, relatarem suas impressões da vida espiritual.

Por que Dom Helder é quem está escrevendo?

Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos
da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos
colocam dentro de um caixão e nos dizem "acabou-se". Eu já pensava que
continuaria a existir, sabia que IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE
COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS haveria algo depois da vida física. Falei
isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um
médium quando estivesse em condições e me fossem dadas as
possibilidades. É isto que eu estou fazendo.

Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso País?

Sim. E não poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica
para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem
por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e
resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados
numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a
proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que
acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm
com eles algum tipo de apreço e colaboram nas suas atividades.

Como o senhor se sentiu em interação com o médium Carlos Pereira?

Muito à vontade, pois havia afinidade, e porque ele se colocou à
disposição para o trabalho. No princípio foi difícil juntar-me a ele
por conta de seus interesses e de seu trabalho. Quando acertamos a
forma de atuar, foi muito fácil, até porque, num outro momento, ele
começou a pesquisar sobre a minha última vida física. Então ficou mais
fácil transmitir-lhe as informações que fizeram o livro.

O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela
mediunidade?

Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia,
inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas
é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da
nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros
mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.

É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na
vida física?

Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por
si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato
com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural.
Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum
tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas,
digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas
espirituais.

Igreja - Há as mesmas hierarquias no mundo espiritual?

Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram
responsabilidades maiores e que notoriamente tem um grau evolutivo
moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela
sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer
que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo
mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade.
Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se
teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.

Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?

Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro,
representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma
responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito
fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali
sentado, algum tipo de consideração. Não é fácil. Quem está ali tem
inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as
espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideal.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Bianca Freire

Bianca Freire - gata, mas equipada com algo sobrando ... :p
Dá prá acreditar? Vi a reportagem ontem no Jô e essa foto é de um travesti...

Mais bonita que muita mulher por aí...

O que é mais interessante é que ela quase sempre está nas mensagens mais lidas do BLOG.

Fazendo um sucesso danado...

Mais de 1000 acessos, só ela!!!!

Nova CB300R 2012 agora com freio a disco traseiro

por Daniel Ribeiro em 21/10/2011 08:00

A Honda anunciou a versão 2012 da CB300R, agora com freio a disco de
série na roda traseira, e ABS opcional.


Honda CB300R 2012 edição especial

A CB300R é atualmente a maior Moto com produção 100% nacional, e a
Naked mais vendida do Brasil. De Janeiro a Setembro de 2011 foram
vendidas 65.837 CB300R e CB300R ABS. Desde seu lançamento em 2009, a
CB300R possui duas versões: Uma com freios a disco na dianteira e
freio a tambor na traseira, e outra com freios a disco em ambas as
rodas e ABS.

Agora na versão 2012, a versão com freio a tambor deixa de ser
produzida e dá lugar a uma com freios a disco em ambas as rodas,
porém, sem o ABS.
Certamente a alteração foi feita para reduzir custos de produção,
afinal agora há apenas um modelo de roda traseira, além de deixar a
versão básica mais atraente frente a Yamaha Fazer 250, que já tem
freios a disco em ambas as rodas desde o início do ano.

Freio a disco traseiro da Honda CB300R 2012

No mais, a moto continua a mesma, sem alterações significativas. O
motor é o monocilíndrico de 291cc baseado no da Twister, refrigerado a
ar e com 4 válvulas e comando duplo acionado por corrente (DOHC), que
gera até 26cv de potência e 2.93 kgf.m de torque, bons números para
quem procura uma moto urbana ágil e econômica sem abrir mão de um
visual mais agressivo, inspirado no da Hornet vendida até a pouco
tempo.
O preço sugerido da Honda CB300R 2012 é de R$ 12.391,00 na versão sem
ABS, e 14.829,00 na versão com ABS. As cores disponíveis em 2012 são a
Amarela, a Vermelha e a Azul. Estranhamente, não há uma versão preta!
É a primeira vez em muito tempo que a Honda não oferece a opção preta
em suas Motos de baixa cilindrada.

A CB300R deve chegar a rede de concessionários Honda no mês que vem.

Ficha técnica

Motor
Tipo4 tempos, 1 cilindro, 4 válvulas, refrigeração a ar, DOHC
Cilindrada291 cc
Potência máxima26,53 cv @ 7.500RPM
Torque máximo2,81 kgm.f @ 6.000 RPM
Marcha Lenta1.300 RPM
Capacidade de óleo2 Litros (1,5 litros para troca)
Combustível
AlimentaçãoInjeção Eletrônica PGM-FI Honda
Tanque de combustível18,4 litros (incluíndo 3 litros da reserva)
Eletrônica
IgniçãoEletrônica transistorada
PartidaElétrica
Bateria12V 6Ah
Saída do Alternador240 W
FaroisH4 55/60W x1
Transmissão
EmbreagemMultidisco banhada a óleo
CâmbioManual, sequencial, 5 velocidades
Transmissão finalPor corrente
Quadro
TipoTubular em aço
Chassis
Comprimento2.085 mm
Largura745 mm
Altura1.040 mm
Distância mínima do solo183 mm
Distância entre eixos1.402 mm
Altura do assento781 mm
Peso seco143 kg (148 kg ABS)
Capacidade máxima de carga180 kg
Roda dianteiraDe liga leve, 17 polegadas
Roda traseiraDe liga leve, 17 polegadas
Pneu dianteiro110/70 ZR17 M/C, sem câmara
Pneu traseiro140/70 ZR17 M/C, sem câmara
Freio dianteiroDisco simples com pinça de 2 pistões (3 pistões na
versão com ABS)
Freio traseiroDisco simples com pinça de 1 pistão
Cores (2012)Amarela, Azul ou Vermelha
PreçoR$ 12.391 (STD) e R$ 15.829 (ABS)

Conceito Crosstourer da Honda entra em produção

Eu gostei muito do visual...

Mas quando chegará aqui pelo Brasil, já que a Transalp demorou uma eternidade?

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A Honda está anunciando o início da produção da aventureira
Crosstourer, que havia sido apresentada como moto conceito no Salão de
Milão (EICMA), em 2010.

Além de um belo visual, moderno e com perfil aventureiro, o modelo
deve ser equipado com a nova geração de câmbio DCT (Dual Clutch
Transmission) e um pacote de acessórios próprios para os motociclistas
viajantes.

Segundo os engenheiros da Honda, o desenvolvimento da Crosstourer é
resultado da combinação de um belo projeto de design aliado à força do
motor em V4 e ao câmbio DCT.

Rumores indicam que a Crosstourer pode representar o fim da produção
da linha Varadero.

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O que é ser paulista

VOCÊ SABE QUE ALGUÉM É PAULISTA QUANDO...

Na fala:

a) chama o semáforo de 'farol';
b) diz 'bolacha' em vez de biscoito;
c) diz 'cara' em vez de menino;
d) diz 'mina' em vez de menina;
e) diz 'bexiga' em vez de balão;
f) diz 'sorvete', tanto para picolé como para sorvete de massa;
g) acha que não tem sotaque nenhum;
h) ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino,etc....);
i) vê uma pessoa mal vestida e chama de 'baiano';
j) é extremamente possessivo, pois emprega a palavra 'MEU' em
praticamente todas as frases.

No clima:

a) fala sobre o tempo para puxar assunto;
b) enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal...
c) sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de
volta à noite;
d) tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O
carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para
passear... CHOVE.

Na praia:

a) fala que vai para praia sem especificar qual;
b) fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova
mais do que faça sol;
c) chama Ubatuba de 'Ubachuva';
d) fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro
e acaba indo para lá.

Nas esquisitices:

a) faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco,
mercado,casquinha do MC'DONALDS, etc.);
b) repara nas pessoas como se fossem de outro planeta;
c) cumprimenta os vizinhos apenas com 'oi' e 'tchau';
d) espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega,
acaba não fazendo 'nada';
e) convida: 'Passa lá em casa', mas nunca dá o endereço;

Impostos Brasil

No "país dos impostos", os remédios para nós, seres humanos, são
taxados em mais que o dobro dos produtos de uso veterinário, o que
originou esta sensacional FRASE de Joelmir Beting no Jornal da Band:

"Se você entrar na farmácia tossindo, paga 34% de imposto; se entrar
latindo, paga só 14%."

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