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terça-feira, 14 de junho de 2011

Católico e maçom: qual é o problema?

por Dom Redovino Rizzardo

Apesar de, na adolescência, alguém ter descortinado em mim indícios de
vocação mais militar do que eclesiástica, nunca me senti com armas em
punho. Não sei se por virtude, formação ou temperamento, não é de meu
feitio inventar inimigos para ter o prazer de destruí-los. Percebo-me
mais levado à comunhão do que ao combate. Nestes oito anos de
episcopado, penso que em nenhuma homilia eu tenha perdido tempo
condenando a quem pensa diferente, seja ele espírita ou evangélico,
ateu ou maçom. Até mesmo porque tenho por mim que é melhor acender uma
luz do que amaldiçoar as trevas.

Mas, ao mesmo tempo, tenho consciência que não posso ficar em cima do
muro, sem tomar uma posição definida, para não perder os amigos e não
ser criticado pelos "inimigos". Se assim fizesse, estaria sendo infiel
à minha missão, como adverte o profeta Ezequiel: «Filho de Adão, eu te
coloquei como sentinela na casa de Israel. Quando ouvires uma palavra
de minha boca, tu falarás em meu nome. Se eu digo ao perverso que ele
morrerá e tu nada disseres para que deixe sua má conduta e conserve a
vida, ele perecerá por sua culpa, mas a ti pedirei contas de seu
sangue» (3,17-18).
Fiz essa introdução porque, nestes anos de episcopado, foram inúmeros
os católicos que me procuraram para saber se, em sã consciência,
poderiam fazer parte da Maçonaria. É a eles que desejo responder neste
artigo, sem pretensão de falar em nome de outras denominações cristãs
que, talvez, tenham opinião diferente.
Primeiramente, quero lembrar que só se sente realizado quem tem e
assume uma identidade clara e definida. Ser ecumênico não significa
renunciar a convicções pessoais. Nem ter que ser necessariamente
sincretista, nivelando todas as culturas e religiões. O pluralismo só
é virtude onde existe maturidade e comunhão.
Dito isso, o que devo responder aos católicos que me perguntam se
podem ingressar na Maçonaria? À primeira vista, a resposta pareceria
afirmativa, pois assim como o Rotary e o Lions, a Maçonaria não se
define como religião, mas como «uma instituição fraterna e
filantrópica, uma filosofia humanista, preocupada antes de tudo pelo
homem e consagrada à busca da verdade», apesar de considerá-la
inacessível. Mesmo contando com ritos e símbolos que a assemelham a
uma religião – tanto que se fala de templos maçônicos –, ela se diz
aberta a crentes e não crentes. Talvez seja por isso que, enquanto
algumas Lojas manifestam uma verdadeira ojeriza por Deus, outras até
parecem exigir de seus membros uma fé religiosa.
Apesar de contar com um grande número de amigos que pertencem
simultaneamente à Igreja Católica e à Maçonaria, preciso reconhecer
que, entre elas, há princípios que se opõem mutuamente. Tanto é
verdade que, se nos primeiros anos de filiação os membros católicos
continuam praticando a fé, à medida que sobem na graduação maçônica, a
imensa maioria se afasta decididamente da Igreja e dos sacramentos,
acabando no indiferentismo religioso.
Os motivos são múltiplos e diversificados. Um deles é o laicismo
propugnado pela Maçonaria. Não se trata da laicidade positiva
defendida pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy. O laicismo imposto
pelo Iluminismo e pela Revolução Francesa reduz a religião à esfera
privada, vetando-lhe qualquer interferência na vida pública. Nele, os
valores são ditados pela democracia e impostos pela maioria. Não tendo
origem divina, nenhuma moral é definitiva, mas evolui pelo consenso da
sociedade.
Outro ponto de divergência é o racionalismo. A Maçonaria não aceita
verdades reveladas. Rejeita os dogmas impostos pela fé. Tudo tem que
ser explicado pela razão. Fica complicado, portanto, para um católico
maçom continuar acreditando na encarnação e na ressurreição de Jesus –
só para dar dois exemplos.
A própria imagem de Deus apregoada pelos maçons é muito diferente da
que foi revelada por Jesus. Para a Maçonaria, o Grande Arquiteto do
Universo é um Deus abstrato, distante e inacessível, uma espécie de
"mestre relojoeiro". Deixa as coisas acontecerem e não interfere nos
assuntos dos homens.
Como o leitor católico percebeu, não é simples falar de sintonia e
convivência em matéria de religião. Apesar de se declarar tolerante
com todas as religiões, a Maçonaria manifesta certa dificuldade em
aceitar a influência da Igreja Católica na sociedade. Contudo – sem
entrar no mérito de outros aspectos, como a entreajuda que vigora
entre os maçons (e que desaparece quando alguém deixa a entidade), e a
seleção rigorosa de seus membros, escolhidos a dedo entre as classes
mais favorecidas –, para um diálogo frutuoso e uma convivência
pacífica, o primeiro passo a fazer, de ambas as partes, é a
sinceridade de intentos, o desarmamento dos ânimos e a superação dos
preconceitos criados ao longo dos séculos.

Dom Redovino Rizzardo

* Bispo de Dourados

Australiano faz moto que voa

Felipe Gugelmin
O australiano Chris Malloy desenvolveu um protótipo de motocicleta
voadora que, em teoria, é capaz de alcançar altura de mais de 3 mil
metros, com uma velocidade máxima de 278 quilômetros por hora.
Atualmente em fase de testes, a Hoverbike só deve passar pelo primeiro
teste de voo em questão de alguns meses.

A invenção é resultado de um trabalho desenvolvido durante dois anos e
meio na garagem de Malloy. O resultado é uma motocicleta voadora
construída a partir de um corpo de fibra de carbono reforçado por
Kevlar, com espaço somente para acomodar o piloto. No lugar das rodas
estão dois propulsores rotatórios feitos de uma mistura de carvalho da
Tasmânia e fibra de carbono reforçada.

O controle de movimentação é feito totalmente por meio dos guidons do
veículo. Enquanto a mão direita fica responsável por aumentar ou
diminuir a velocidade, a esquerda é responsável por determinar a
inclinação da moto e impulsioná-la para frente ou para trás. Para
virar a motocicleta voadora, basta virar o guidão na direção desejada,
assim como acontece na versão terrestre do meio de transporte.

Segurança no ar
Para garantir a segurança da Hoverbike, Malloy certificou-se de que a
maioria dos componentes contasse com sistemas de tripla redundância,
como forma de evitar falhas de comunicação possivelmente fatais. O
inventor também pensa em incluir dois paraquedas aos propulsores do
veículo, além de obrigar o usuário a utilizar um dispositivo de
segurança próprio.

Antes de realizar os primeiros testes práticos, o inventor pretende
incluir diversos giroscópios no veículo. Além de planejar melhorias
para os controles, assegurando uma maior estabilidade durante os voos,
Malloy não descarta a inclusão de um computador responsável por
controlar funções e evitar que pilotos novatos sofram acidentes. Da
mesma forma, uma cobertura para os propulsores deve ser incluída,
evitando assim que pessoas se aproximem das lâminas giratórias.

Como a Hoverbike pode ser considerada um veículo ultraleve, não será
preciso adquirir uma licença de piloto profissional para utilizar a
novidade. A expectativa é que o veículo seja produzido inicialmente
com uma tiragem inicial de 100 unidades por ano, a um preço aproximado
de US$ 40 mil. Porém, ainda não há previsão de quando a produção
comercial da invenção se tornará realidade.

Tecnologia suspeita
Mesmo dispondo de diversas fotos e um site oficial dedicado ao
projeto, ainda há muitas suspeitas quanto à veracidade do projeto.
Isso se deve à falta de qualquer vídeo que registre os testes
realizados até o momento, o que só se torna mais suspeito devido às
desculpas postadas por Malloy na página do projeto, alegando que
problemas técnicos o impediram de registrar imagens da invenção em
funcionamento.

F800GS - Terceiro modelo BMW Brasileiro

A BMW Motorrad anunciou na última quarta-feira (9), em Curitiba, a
produção de mais um modelo na fábrica de Manaus. A F 800 GS, que até
então era importada, será montada no Brasil exclusivamente para venda
no mercado interno. Ela chega às concessionárias em agosto deste ano,
a R$ 42.900 na versão completa.

A moto é equipada com motor de 798 cilindradas, de dois cilindros, que
gera até 85 cavalos de potência e torque máximo de 83 Nm a 5.750 rpm.
Completa o conjunto o câmbio de seis marchas. A velocidade máxima,
segundo a fabricante, é de 200 km/h.

Antes da F 800 GS, a BMW já montava em Manaus a F 800 R, lançada no
mês passado, e a G 650 GS, que, no primeiro trimestre deste ano, teve
300 unidades emplacadas, segundo a marca.

A fábrica no Amazonas tem cerca de 40 funcionários na linha e produz
17 unidades ao dia. O Brasil é o único país fora a Alemanha a produzir
motos BMW. Além de ampliar a produção aqui, a marca também tem
aumentado a rede de distribuidores. Nos últimos dois anos, o número
das lojas BMW Motorrad passou de 12 para 18. A estimativa é que, em
2012, chegue a 35.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CÊ É BELORIZONTINO ?






cê é sócio de pelo menos um clube?
cê não tem mar, por isso vai ao bar?
cê vai ao shopping pelo menos uma vez por semana?
cê passa férias de janeiro em Cabo Frio,Guarapari ou na Bahia?
cê tem um churrasco pra ir todo fim de semana?
cê já foi soltar papagaio na Praça do Papa?
cê já andou de jumentinho ou pedalinho no Parque Municipal?
Cê sabe o que é a TV Alterosa?
Cê acha a maravilhosa vista da Serra do Curral a coisa mais normal do mundo?
Cê já tomou banho de mangueira ?
Cê já tentou dar a volta na Lagoa da Pampulha de bicicleta?
Cê já andou de bicicleta ou patins no estacionamento do Mineirão?
Cê já foi ao Mineirão pelo menos uma vez assistir um clássico?
Cê já fez ou já viu alguém fazer pão-de-queijo?
Todo domingo ocê almoça na casa da sua "vó"?
Cê sabe que a Feira Hippie não tem nada a ver com Woodstock e
que lá praticamente não tem hippies?
Cê sabe que a Guaicurus não é só uma rua?
Dia 15 de agosto e 8 de dezembro é feriado procê?
Cê assistiu 'Hilda Furacão' só pra ver os lugares que ocê já conhecia?
Cê sabe que os ônibus amarelos são os circular e os vermelhos vão bem longe?
Cê sabe da lenda do Capeta do Vilarinho e da Loura do Bonfim?
Cê sabe que cruzeirense é na Catalão, e atleticano é na Antônio
Carlos, mesmo sem ninguém ter te ensinado isso?
Cê sabe que Redondo e Bolão não são dois caras gordos? (O Bolão é...)
Cê vai à Praça da Liberdade ver a iluminação de Natal ou ocê pelo menos tenta ver?
Quando alguém te chama pra ir ao BH ocê entende?
Cê já comeu pipoca no mirante das Mangabeiras?
Cê já fez caminhada ecológica para ver as cachoeiras da Serra do Cipó?
Na quarta série, ocê foi à Gruta da Lapinha ou à Gruta de Maquiné?
Raja Gabaglia, Raja Gabalha ou Raja Gabalia?
Cê já foi ao Mercado Central comer fígado acebolado?
Cê sabe que as Seis Pistas não tem e nunca terá Seis Pistas?
Seis entre cada dez amigos seus tem pelo menos uma banda de rock?
Cê sabe o que é o Bar Nacional?
Cê entende a música 'Garota Nacional' do Skank?
Cê sabe que o Sepultura nasceu no Santa Tereza?
Cê sabe que cursinho é igual a Bar do João na Savassi?
Cê sempre conhece alguém do Clube da Esquina, Skank, Pato
Fu,JotaQuest, Tianastácia e do Calix? Do Sepultura?
Cê sente vertigem em lugares planos?
Cê, ou seu pai, já participou de pelo menos um campeonato de peteca?
Cê já foi comemorar as vitórias da Seleção no alto da Afonso Pena ou Savassi? É tradição.
cê sabe da rivalidade entre Pitágoras e Promove, Batista e Magnum, Cefet e Coltec?
cê sabe que as garotas do Pitágoras são até bonitas mas são chatas?
cê sabe que os alunos do Dom Silvério não são inteligentes coisa nenhuma?
cê sabe que o Santo Antônio é colégio de fazer louco?
Wilson Sideral já tocou no seu colégio?
cê já matou aula pra ficar jogando truco com os amigos?
cê sente saudades do Bar do Lulu?
Já comeu o spaguetti do Bolão ou do saudoso Scaramuch?
cê já saiu bêbado do Stadjever?
Já comeu acarajé da feira Hippie?
cê sabia que além de ter virado universidade, a Fumec é a
faculdade onde estudam as pessoas mais ricas de BH e não a UFMG como dizem por aí?
Quando alguma coisa é engraçada ocê 'racha os bico'?
Quando alguém fez alguma coisa muito bem, esse alguém teve as 'manha'?
'Uai' serve pra ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação e vírgula?
Trem é palavra curinga?
Qualquer um é véio ou véi?
Quando ocê entende alguma coisa ocê 'Fraga'?
Ocê fala ocê, procê, nocê, comcê?

CÊSASECIONSPASSANASAVASS?

Se cê entendeu pelo menos metade... Parabéns!!!


ORGULHE-SE :
cê é Belo Horizontino!!!
Nem que seja só de coração!

Aposentadoria Londrina

Essa foi a melhor aposentadoria que eu já vi - sem chefe, sem intermediários...
 
E sem imposto...

Uso de luzes de xenon é proibido em todo o País

por Carsale

A utilização de luzes de xenon nos veículos está proibida em todo o
País. O desrespeito à determinação poderá gerar multa no valor de R$
127,69, além do acréscimo de cinco pontos na Carteira Nacional de
Habilitação (CNH), segundo o Código Nacional de Trânsito. A proibição
partiu do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que publicou na
última segunda-feira (7) a decisão no Diário Oficial da União. A
resolução, de número 384, foi emitida no último dia 2 de junho, mas
começou a vigorar somente a partir da data de sua publicação.

Segundo o texto da resolução, está proibida a instalação de fonte
luminosa de descarga de gás (xenônio) em veículos automotores. A
medida autoriza, porém, que veículos que já saiam de fábrica com as
luzes de xenon a continuar a utilizar o equipamento e façam a
substituição das lâmpadas quando houver necessidade. Até o momento,
era permitido realizar modificações no sistema de iluminação desde que
o veículo passasse por uma inspeção e recebesse um Certificado de
Segurança Veicular (CSV).

Para os modelos equipados com luzes de xenon e que tenham a
autorização CSV, a nova medida permite o uso do equipamento até a data
do sucateamento do veículo, e desde que o componente esteja em
conformidade com a resolução 227, de 2007, que trata a questão dos
sistemas de iluminação nos automóveis. A nova resolução 384 chega para
complementar uma série de proibições referentes à modificações em
veículos, já publicadas na medida 292, de 2008.

As outras proibições da resolução 292 incluem a utilização de rodas
e/ou pneus que ultrapassem os limites externos dos pára-lamas do
veículo; o aumento ou diminuição do diâmetro externo do conjunto
pneu-roda; a substituição do chassi ou monobloco de veículo por outro
chassi ou monobloco, nos casos de modificação, furto e/ou roubo ou
sinistro de veículos, com exceção de sinistros em motocicletas e
assemelhados e a alteração das características originais das molas do
veículo, inclusão, exclusão ou modificação de dispositivos da
suspensão.

Diretor do Denatran sugere restringir circulação de motos para reduzir acidentes

O diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Orlando
Moreira, sugeriu restringir a circulação de motocicletas como forma de
diminuir o número de acidentes e negou que haja problemas de
hierarquia na gestão do trânsito no Brasil.

Segundo a OMS, 20% das mortes no trânsito no país vitimam condutores
ou passageiros de motocicletas, o dobro do registrado entre condutores
ou passageiros de veículos com quatro rodas. O percentual de
motociclistas entre as vítimas no Brasil é oito pontos maior do que a
proporção média mundial, de 12%.

Para Moreira, os índices deveriam estimular restrições à circulação de
motocicletas em vias rápidas, como as já aplicadas em certos pontos de
São Paulo.

O diretor defendeu também a modificação do código de trânsito
brasileiro, para que motocicletas sejam impedidas de se deslocar entre
os carros.

Aprovado em 1998, o código continha um artigo que proibia a circulação
de motocicletas entre as faixas de rolamento dos demais veículos, mas
o item foi vetado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.
Agora, afirma Moreira, estuda-se a reincorporação do artigo.

Segundo o ministério da Saúde, os gastos com acidentes de moto
dobraram entre 2007 e 2010, ano em que houve 150 mil internações
relacionadas à ocorrência. Os dados fizeram com que o ministro da
Saúde, Alexandre Padilha, dissesse no início do mês que o Brasil vive
uma "epidemia de acidentes de motocicleta."

Hierarquia

Em resposta às críticas de analistas ouvidos pela BBC Brasil, que
citam a "fragilidade institucional" dos órgãos que gerem o trânsito no
país entre as causas para o alto número de mortes, Moreira diz que o
Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por coordenar o
Sistema Nacional de Trânsito, é integrado por vários ministros.

"O trânsito não é tarefa para um único ministério", diz.

Ainda assim, afirma que a transformação do Denatran numa autarquia,
prevista em projeto que tramita no Congresso, seria bem-vinda, pois
garantiria ao órgão autonomia financeira.

Embora considere os atuais índices brasileiros de mortalidade no
tráfego "inadmissíveis e preocupantes", Moreira diz confiar num
programa recém-lançado pelo órgão para melhorar as estatísticas.

O Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito, afirma ele, se
assentará nos cinco pilares seguintes, em ordem de importância:
fiscalização, educação, saúde, infraestrutura viária e segurança
veicular.

Segundo o diretor, a ênfase em fiscalização e educação se justifica
porque 80% dos acidentes no Brasil são causados por falhas humanas,
como excesso de velocidade, imprudência e a recusa a usar capacete e
cinto de segurança.

Fonte:
sobremotos.com.br

Mulheres motorizadas sobre duas rodas

O mundo das motocicletas já foi considerado um ambiente masculino, mas
isso está mudando. Atualmente, 25% das motos novas comercializadas no
país são adquiridas por mulheres, segundo dados da Abraciclo
(Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas). Prova de que
elas estão desafiando o trânsito das grandes cidades e utilizando o
meio de transporte individual mais prático e econômico que existe.

O aumento da presença feminina no mercado de motos também pode ser
confirmado por uma estatística recente da Caixa Consórcios, que
identificou que de cada quatro consórcios de moto comercializados
desde o lançamento do produto, em dezembro do ano passado, pelo menos
um tinha sido adquirido por mulher.

"Aquela história de que lugar de mulher é na garupa já é coisa do
passado. Só em 2010, quase meio milhão de mulheres adquiriram suas
próprias motos, revela a Abraciclo", afirma o diretor de operações da
empresa, Antônio Limone.

A migração das mulheres da garupa para o guidão começa a mexer com o
mercado das duas rodas. Já são desenvolvidos produtos com design e
cores pensando nesse público. O diretor da Abraciclo, Moacyr Paes,
explica a preferência delas: "As mais procuradas pelas mulheres são as
scooters, que por serem automáticas, permitem a condução na posição
sentada, e não montada, como nas outras motocicletas".

Um fato curioso sobre motos e mulheres é que o clube de motociclistas
mais antigo do mundo é formado apenas por mulheres. O Motor Maids foi
reconhecido oficialmente em 1940 pela Associação Norte-Americana de
Moto Clubes. Hoje cerca de 1.200 filiadas americanas e canadenses
seguem unidas pela paixão de guiar em duas rodas.

Fonte:
moto.com.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Informação para quando for a Alemanha

Se precisar, na Alemanha sair de Repente para Kagar, como fazer?

É só olhar no mapa...

:-)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

POLÍTICA EDUCACIONAL DO MEC: FALAR E ESCREVER ERRADO É O CERTO

por Sônia van Dijck

Custa-me crer nos absurdos que acontecem no Brasil. Mas, a verdade dos
fatos é indiscutível: o MEC adota livro como objetivo de ensinar a
falar e a escrever errado.

Não tenho o menor interesse em discutir conceitos de dialetologia ou
de sociolinguística com os autores, pois sei que o projeto não obedece
a interesses científicos, mas políticos. Vi, em um telejornal, a
Profa. Heloísa Ramos, corajosamente, adequando conceitos e princípios
linguísticos para justificar o nefando projeto do MEC, e sua
concordância com tão escandaloso equívoco. Não me interessa refutar os
argumentos equivocados da Professora, pois ela é só instrumento da
política educacional do governo petista e está sendo paga para fazer
seu papel.

Deixo que o Prof. Evanildo Bechara dê a lição que a Professora e
demais autores não aprenderam na Universidade.

O que me interessa é chamar a atenção para o bem organizado projeto de
condenação dos alunos que passam e passarão pelo sistema público de
educação. Falando e escrevendo errado o vernáculo, os estudantes de
hoje e do futuro não terão oportunidade no mercado de trabalho e nem
de crescimento intelectual. Falando e escrevendo "nós pega o peixe",
eles jamais serão engenheiros, médicos, vendedores, advogados,
porteiros, enfermeiros, professores, jornalistas, bancários e mais
muitas outras profissões e empregos lhes serão impossíveis.

Não tenho notícia de que haja ou tenha havido algum governo de algum
país que planejasse e implementasse projeto tão cruel, como se isso
pudesse ser apelidado de projeto educacional. O Brasil consegue ser
surpreendente e nefasto com um discurso pretensamente politicamente
correto.

Com pompa e circunstância, o MEC do governo petista quer assegurar que
os futuros cidadãos fiquem privados de empregos, de crescimento
intelectual, de relações culturais; no futuro, o MEC deseja que os
brasileiros estejam no estado de barbárie linguística e sejam
incapazes de entender um edital de concurso, por exemplo; salvo se o
edital informar que "os candidato deve apresentarem os seguinte
documento".

Nem Hitler, com sua mente diabólica e homicida, realizou um projeto
desse tipo para dominar a juventude nazista, ganhando simpatias e
aplausos dos pouco letrados daquela época.

Com pompa e circunstância, em uma palhaçada do politicamente correto,
o governo petista organiza um exército de futuros adultos privados de
proficiência no vernáculo, cuidadosamente preparado no sistema público
de ensino, que servirá aos interesses do estado brasileiro que está
sendo forjado desde 2003, em conformidade com as lições Gramsci.

Revolução?! Não! O PT não faz revolução; molda a sociedade que deseja
manipular contaminando o sistema público de ensino com sua proposição
populista de "respeito" à linguagem popular e familiar e coloquial das
camadas menos escolarizadas atualmente. O governo petista, calmamente,
pretende criar milhões de brasileiros que, quando chegarem à vida
adulta, serão incapazes de ler e entender um jornal, uma revista e,
principalmente, um livro de História, escritos em vernáculo. Esses
futuros adultos não terão competência para apreciar Machado de Assis,
Graciliano Ramos, Drummond, Vinicius, Érico Veríssimo e outros. E os
ilustres autores do livro perverso, como bons peões do governo
petista, poderão perguntar: "E quem precisa apreciar a Literatura
elitista, golpista, burguesa?" – "Por que os adultos do futuro
precisarão ler um livro de História, se eles não terão direito a
discutir os fatos históricos, pois viverão apenas com as informações
divulgadas na forma de "os cidadão deve comparecerem ao comício da
liderança nacional, para que todos escute as verdade a serem
revelada."

Bem sei que as boas escolas privadas jamais cairão nessa farsa de ser
válido ensinar a falar, a ler e a escrever errado, como princípio
pedagógico. Quem puder colocar seus filhos em boas escolas
particulares, terá salvo parte dos futuros adultos da barbárie
linguística. Então a Literatura elitista, golpista e burguesa de
Machado, Graciliano, Drummond, Érico, Cecília Meireles e outros ainda
terá alguns leitores. Jornais e revistas elitistas, golpistas,
burgueses, que usarem a correção da Língua Portuguesa ainda poderão
ser lidos e as notícias serão compreendidas por alguns futuros
adultos.

Não resisto e mando um recado para a ilustre Profa. Heloísa Ramos e
demais autores: vocês ouviu os galos cantar e não sabe onde está os
galo. Vocês nada sabe de níveis de linguagem. Vocês não entende nada
da função da escola. Mas, vocês compreende perfeitamente esse meu
recado escrito no dialeto do MEC petista, usado no livreco de ocês. Se
vocês quiser me responder, por favor, escreva na Língua Portuguesa que
seus professor dos tempo antigo e ultrapassado tentaram ensinar a
vocês.

Segundo François Lyotard, linguagem é poder. A equipe de autores desse
maldito livro sabe disso; por isso, aceitou servir de instrumento para
o governo petista. Com seu tristemente brilhante trabalho, os ilustres
autores tornaram o tarefa do professor de português uma atividade
inútil: ninguém precisa ir à escola para aprender a falar e a escrever
"a gente fomos, mas o pessoal saíram".

PS: quem discordar desse livro perverso repasse, poste no blog – dê
ampla e irrestrita divulgação a esse conjunto de textos. Do Blog do
Pedro Marinho

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