O candidato quando é Iniciado, Elevado e Exaltado, fica enlevado com
as "histórias" mostradas nos Rituais, baseadas na Bíblia. Fica
encantado com os fatos enevoados ligando a Maçonaria com os
acontecimentos Bíblicos. Fica convencido e soberbo de saber que, como
Maçom, é um descendente direto dos construtores do Templo do Rei
Salomão!
De Aprendiz passa para Companheiro e depois para Mestre e, raramente,
pergunta quem planejou o Templo ou quem acompanhou todos os trabalhos
feitos em ouro, prata e pedras preciosas. Quem esculpiu, quem decorou
as obras de arte. Fica plenamente satisfeito em saber que tudo foi
feito por Hiram , que era o filho de uma viúva da tribo de Naftali.
Com o passar do tempo, ele lê alguns livros maçônicos idôneos, e fica
assombrado e chocado ao aprender que, sem dúvida alguma, os atuais
Maçons são descendentes dos construtores das catedrais, na Idade
Média, da Inglaterra, Alemanha, França, etc, etc.
Seu panorama mental sobre a Maçonaria fica nublado, seu orgulho fica
abalado e sua admiração, contentamento no seu curto sonho maçônico
fica minimizado.
Isto é um retrato real e frequentemente ocorre!
O que deve ficar claro para todos nós é que os Maçons não são
descendentes de simples trabalhadores. Nossos ancestrais não eram
simples talhadores de pedras, pedreiros, escultores, etc. Eles eram os
maiores artistas, especialistas em trabalhar e construir em pedras na
Idade Média.
Poucos homens podem construir um galpão usando serrote, martelo e
pregos. Mas, a maioria deles não consegue construir a sua própria
moradia. Eles não sabem como ler uma planta. Eles nada sabem sobre
resistência dos materiais. Eles nada sabem sobre códigos de
construções. Para obter sua casa eles precisam empregar um arquiteto e
um construtor, os quais tenham o conhecimento especializado requerido.
Hoje em dia nós temos a eletrônica e os computadores, mas na Idade
Média, todo esculpido era obra da experiência e da habilidade manual.
Não havia livros e desenhos especializados.
Mesmo hoje, as modernas construções dificilmente se igualam na beleza
das proporções, no vigor, na suntuosidade e na magnificência das
Catedrais, dos Castelos, dos Mosteiros, das Abadias feitas pelos
Mestres Construtores dos quais a Maçonaria é descendente.
Pessoas simples não fariam esse tipo de construção, cuja estrutura,
grandeza, resistência e beleza, desafiam os séculos, nas intempéries e
nas guerras.
Nossa Ordem escolhe hoje em dia, os futuros Aprendizes, com bastante
critério. Os construtores de Catedrais da Idade Média também
procuravam e escolhiam aqueles que tinham conhecimento, caráter e
habilidade para aprender. Quando se tornavam Companheiros, tinham
orgulho de seu trabalho. Sabiam que não podia falhar e davam o melhor
de si, por toda sua vida.
Não é este, para todos nós, o maior motivo de orgulho, em sermos
descendentes desses homens especiais?
(livre tradução e adaptação
da MAS - Bulletin 1951 - USA)
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Como Entender e Estudar o Simbolismo
Deve ser lembrado, antes de mais nada, que o Maçom deve ter um
comportamento essencialmente pratico em suas ações e ideias,
principalmente quanto à origem de certos objetos ligados à Maçonaria.
Em outras palavras, uma explanação simples e obvia de um símbolo
Maçônico, é preferível a uma explanação fantástica, altamente
imaginativa ou romântica.
Seis pontos devem ser considerados:
1- A Ordem (Francomaçonaria) tem origem nas Guildas
Maçônicas na fase Operativa, na Idade Média.
2- As várias referências Egípcias e Orientais nos
rituais maçônicos representam acréscimos ou adições, feitas de tempos
em tempos nos rituais originais, mais antigos.
3- O Simbolismo só se transformou em algo proeminente,
notório, na Maçonaria, em tempo passado, relativamente curto.
4- A posse de nossos Símbolos por outros corpos
organizacionais, Sociedades e Ritos, e vice-versa, não indica, por si,
nenhuma conexão entre essas organizações e a Maçonaria, ou, de nenhuma
maneira, indica a origem da nossa Ordem Maçônica.
5- A influência que possa ter existido na Maçonaria,
de Rituais de antigos Ritos Iniciáticos, na certeza, não ocorreu antes
da terceira década do século XVIII.
6- Com respeito a alguns Maçons que acham que a
Maçonaria é derivada dos "mistérios" do Antigo Egito e que todos
nossos símbolos são de origem egípcia, deve ser ficar esclarecido que
esses "mistérios" não são bem conhecidos e muitos deles estão
totalmente perdidos.
Finalmente deve ser dito que alguns objetos encontrados na Maçonaria,
que numa primeira visão parecem ser Símbolos Maçônicos, mas que, com
uma analise mais rigorosa, veremos que não são. É necessário o devido
cuidado para distinguir entre genuínos Símbolos Maçônicos daquelas
coisas chamadas "Símbolos", devido uma fértil imaginação e/ou um super
entusiasmo maçônico.
( livre tradução de livros
ingleses e neo-zelandeses)
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
comportamento essencialmente pratico em suas ações e ideias,
principalmente quanto à origem de certos objetos ligados à Maçonaria.
Em outras palavras, uma explanação simples e obvia de um símbolo
Maçônico, é preferível a uma explanação fantástica, altamente
imaginativa ou romântica.
Seis pontos devem ser considerados:
1- A Ordem (Francomaçonaria) tem origem nas Guildas
Maçônicas na fase Operativa, na Idade Média.
2- As várias referências Egípcias e Orientais nos
rituais maçônicos representam acréscimos ou adições, feitas de tempos
em tempos nos rituais originais, mais antigos.
3- O Simbolismo só se transformou em algo proeminente,
notório, na Maçonaria, em tempo passado, relativamente curto.
4- A posse de nossos Símbolos por outros corpos
organizacionais, Sociedades e Ritos, e vice-versa, não indica, por si,
nenhuma conexão entre essas organizações e a Maçonaria, ou, de nenhuma
maneira, indica a origem da nossa Ordem Maçônica.
5- A influência que possa ter existido na Maçonaria,
de Rituais de antigos Ritos Iniciáticos, na certeza, não ocorreu antes
da terceira década do século XVIII.
6- Com respeito a alguns Maçons que acham que a
Maçonaria é derivada dos "mistérios" do Antigo Egito e que todos
nossos símbolos são de origem egípcia, deve ser ficar esclarecido que
esses "mistérios" não são bem conhecidos e muitos deles estão
totalmente perdidos.
Finalmente deve ser dito que alguns objetos encontrados na Maçonaria,
que numa primeira visão parecem ser Símbolos Maçônicos, mas que, com
uma analise mais rigorosa, veremos que não são. É necessário o devido
cuidado para distinguir entre genuínos Símbolos Maçônicos daquelas
coisas chamadas "Símbolos", devido uma fértil imaginação e/ou um super
entusiasmo maçônico.
( livre tradução de livros
ingleses e neo-zelandeses)
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
LÚCIFER
A palavra LÚCIFER tem uma origem tremendamente simples. Entretanto,
foi e é fruto dos "oportunistas" religiosos que, normalmente visando
obtenção de bens materiais, se aproveitavam e se aproveitam da
ignorância das pessoas. Desse modo, devido à convenientes
interpretações, tem essa palavra, hoje, diversos significados.
A origem correta é: portador(a) da luz (do Latim lucis = luz e ferre =
carregar, portar, trazer. Idem para o grego heosphoros), e era o nome
dado ao planeta Vênus, que é visível antes do alvorecer e que,
simbolicamente, seria o portador da luz do Sol que em breve estaria
brilhando.
Segundo o pesquisador iconográfico Luther Link, Isaias, na Bíblia fez
uma designação descritiva aplicada a uma metáfora referente aos
excessos de um "rei da Babilônia", e não a uma entidade em si: "Como
caíste do céu, o Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão
brilhante"
Isaias não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente
retiradas de um antigo mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de
um ambicioso rei babilônico. (Wikipédia)
Aproveitemos as informações dessa Enciclopédia: "A expressão hebraica
(heilel ben-shahar) é traduzida como "o que brilha". A tradução
"Lúcifer" (portador de luz), deriva daVulgata latina de Jerônimo e
isso explica a ocorrência desse termo em diversas versões da Bíblia.
Mas alguns argumentam que Lúcifer seja satanás e por isso, também foi
o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Arcanjos. Assim, muitos nos
dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo
(caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem é o hebraico Shai'tan,
Adversário). Os judeus o chamam de heilel ben-shachar, onde heilel
significa Vênus e ben-shachar significa "o luminoso, filho da manhã".
Alguns judeus interpretam Lúcifer como uma referência bíblica a um rei
babilônico. Mais tarde a tradiçãojudaica elaborou a queda dos anjos
sob a liderança de Samhazai, vindo daí a mesma tradição dos padres da
Igreja.
Segundo a igreja católica, Lúcifer era o mais forte e o mais belo de
todos os Arcanjos. Então, Deus lhe deu uma posição de destaque entre
todos os seus auxiliares. Segundo a mesma, ele se tornou orgulhoso de
seu poder, que não aceitava servir a uma criação de Deus,"O Homem", e
revoltou-se contra o Altíssimo. O Arcanjo Miguel liderou as hostes de
Deus na luta contra Lúcifer e suas legiões de anjos corrompidos; já os
anjos leais a Deus o derrotaram e o expulsaram do céu, juntamente com
seus seguidores. Desde então, o mundo vive esta guerra eterna entre
Deus e o Diabo; de seu lado Lúcifer e suas legiões tentam corromper a
mais magnífica das criaturas mortais feitas por Deus, o homem; do
outro lado Deus, os anjos, arcanjos, querubins e Santos travam
batalhas diárias contra as forças do Mal (personificado em Lúcifer).
Que maior vitória obteria o Anticristo frente a Deus do que corromper
e condenar as almas dos humanos aos infernos, sua morada verdadeira?"
Abrindo um parenteses: dá para se perceber que a imaginação do ser
humano não tem limites. Anjo... Arcanjo...o mais forte e belo dos
Arcanjos...auxiliares de Deus...Caramba! é interessante como se dá um
"comportamento totalmente humano" à Deus e muitos aceitam como se
fosse a coisa mais natural do mundo!
Na Enciclopédia do Mestre Nicola Aslan temos: "Entre os cristãos, esse
nome acabou por ser aplicado ao espírito do Mal. Esta denominação
nasceu, em certos Padres da Igreja, por alusão a várias passagens de
Isaias...em que o profeta anuncia a queda do rei da Babilonia e o
assombro que ela causa, nestes termos – Como é que caiste do céu, tu,
Lúcifer, astro da manhã? – Os padres aplicaram a palavra ao demonio,
anjo caído."
Sem mais comentários.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
foi e é fruto dos "oportunistas" religiosos que, normalmente visando
obtenção de bens materiais, se aproveitavam e se aproveitam da
ignorância das pessoas. Desse modo, devido à convenientes
interpretações, tem essa palavra, hoje, diversos significados.
A origem correta é: portador(a) da luz (do Latim lucis = luz e ferre =
carregar, portar, trazer. Idem para o grego heosphoros), e era o nome
dado ao planeta Vênus, que é visível antes do alvorecer e que,
simbolicamente, seria o portador da luz do Sol que em breve estaria
brilhando.
Segundo o pesquisador iconográfico Luther Link, Isaias, na Bíblia fez
uma designação descritiva aplicada a uma metáfora referente aos
excessos de um "rei da Babilônia", e não a uma entidade em si: "Como
caíste do céu, o Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão
brilhante"
Isaias não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente
retiradas de um antigo mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de
um ambicioso rei babilônico. (Wikipédia)
Aproveitemos as informações dessa Enciclopédia: "A expressão hebraica
(heilel ben-shahar) é traduzida como "o que brilha". A tradução
"Lúcifer" (portador de luz), deriva daVulgata latina de Jerônimo e
isso explica a ocorrência desse termo em diversas versões da Bíblia.
Mas alguns argumentam que Lúcifer seja satanás e por isso, também foi
o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Arcanjos. Assim, muitos nos
dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo
(caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem é o hebraico Shai'tan,
Adversário). Os judeus o chamam de heilel ben-shachar, onde heilel
significa Vênus e ben-shachar significa "o luminoso, filho da manhã".
Alguns judeus interpretam Lúcifer como uma referência bíblica a um rei
babilônico. Mais tarde a tradiçãojudaica elaborou a queda dos anjos
sob a liderança de Samhazai, vindo daí a mesma tradição dos padres da
Igreja.
Segundo a igreja católica, Lúcifer era o mais forte e o mais belo de
todos os Arcanjos. Então, Deus lhe deu uma posição de destaque entre
todos os seus auxiliares. Segundo a mesma, ele se tornou orgulhoso de
seu poder, que não aceitava servir a uma criação de Deus,"O Homem", e
revoltou-se contra o Altíssimo. O Arcanjo Miguel liderou as hostes de
Deus na luta contra Lúcifer e suas legiões de anjos corrompidos; já os
anjos leais a Deus o derrotaram e o expulsaram do céu, juntamente com
seus seguidores. Desde então, o mundo vive esta guerra eterna entre
Deus e o Diabo; de seu lado Lúcifer e suas legiões tentam corromper a
mais magnífica das criaturas mortais feitas por Deus, o homem; do
outro lado Deus, os anjos, arcanjos, querubins e Santos travam
batalhas diárias contra as forças do Mal (personificado em Lúcifer).
Que maior vitória obteria o Anticristo frente a Deus do que corromper
e condenar as almas dos humanos aos infernos, sua morada verdadeira?"
Abrindo um parenteses: dá para se perceber que a imaginação do ser
humano não tem limites. Anjo... Arcanjo...o mais forte e belo dos
Arcanjos...auxiliares de Deus...Caramba! é interessante como se dá um
"comportamento totalmente humano" à Deus e muitos aceitam como se
fosse a coisa mais natural do mundo!
Na Enciclopédia do Mestre Nicola Aslan temos: "Entre os cristãos, esse
nome acabou por ser aplicado ao espírito do Mal. Esta denominação
nasceu, em certos Padres da Igreja, por alusão a várias passagens de
Isaias...em que o profeta anuncia a queda do rei da Babilonia e o
assombro que ela causa, nestes termos – Como é que caiste do céu, tu,
Lúcifer, astro da manhã? – Os padres aplicaram a palavra ao demonio,
anjo caído."
Sem mais comentários.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Maçonaria e Religião
A Maçonaria, dita Especulativa, redigiu as famosas "Constituições" em
1723, tendo como principais mentores o Reverendo Anderson, que era
pastor protestante e "Doutor em Divindade" e o teólogo da época, Jean
Theophile Desaguiliers, que era Capelão do Príncipe de Gales.
É interessante de se notar que a Maçonaria Operativa cresceu e
prosperou sob o patrocínio e controle da Igreja Católica Romana e os
dois Maçons acima descritos, apesar de possuírem pensamentos
teológicos definidos, exigiram que a Maçonaria tivesse somente "um
princípio Criador", que denomina "Grande Arquiteto do Universo", sem
nada acrescentarem sobre reencarnação, ressurreição, inferno, paraíso,
etc, etc, etc.
Nosso Mestre Eleutério Nicolau da Conceição, no seu livro "Maçonaria",
pg 88, nos explica:
"a razão é simples: a nova instituição que estava sendo moldada a
partir da antiga guilda de pedreiros tinha como princípio fundamental
a fraternidade – acima das divisões humanas, tendências políticas,
filosóficas ou religiosas. Se optassem por uma das definições
teológicas já existente na época, estariam filiando a Maçonaria à
instituição que emitira aquele conceito, e desse modo, afastariam
todos aqueles que pensassem de maneira diferente; se propusessem uma
nova concepção, estariam dando à Ordem os contornos de uma nova
religião, e assim afastariam também os sinceros adeptos de todas as
outras. Como nos ensina o Landmark 21 (Mackey), a Maçonaria jamais
pretendeu ser uma religião, ou favorecer qualquer daquelas já
existentes. Simplesmente deixa a seus membros a decisão de escolherem
o caminho religioso que mais lhe agradar. O princípio de proibir
discussão de religião e política dentro dos trabalhos de Loja deve-se
à necessidade de evitar confronto de idéias, que pela sua natureza
envolvente venham a suscitar animosidades que acabem por prejudicar a
harmonia e fraternidade das reuniões, porquanto questões religiosas e
políticas tem sido historicamente motivadoras de sangrentos conflitos,
às vezes entre pessoas de uma mesma nação. Assim, enquanto não se
alinha com qualquer das religiões já existentes, a Maçonaria também
não deseja apresentar-se como sendo uma possível substituta. Não
existe no pensamento maçônico a pretensão de apresentar a instituição
como detentora de verdades mais amplas, superiores e profundas do que
aquelas das religiões, sendo portanto, desprovido de significado
falar-se de "Deus maçônico", ou de "conceito maçônico de Deus".
Contudo, mesmo sem desenvolver qualquer teologia, os landmarks
estabelecem a importância fundamental de estar o Maçom vinculado a uma
religião que admita um princípio criador, cuja caracterização,
entretanto, é função dessas religiões, não da Maçonaria."
Portanto, aos fanáticos religiosos, e a todos aqueles que acham que
"Maçonaria" é a palavra mágica que resolve todos os problemas do
mundo, fique claro que a Maçonaria, em termos de religiosidade tem
suas normas bem definidas, conforme explicado acima.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
1723, tendo como principais mentores o Reverendo Anderson, que era
pastor protestante e "Doutor em Divindade" e o teólogo da época, Jean
Theophile Desaguiliers, que era Capelão do Príncipe de Gales.
É interessante de se notar que a Maçonaria Operativa cresceu e
prosperou sob o patrocínio e controle da Igreja Católica Romana e os
dois Maçons acima descritos, apesar de possuírem pensamentos
teológicos definidos, exigiram que a Maçonaria tivesse somente "um
princípio Criador", que denomina "Grande Arquiteto do Universo", sem
nada acrescentarem sobre reencarnação, ressurreição, inferno, paraíso,
etc, etc, etc.
Nosso Mestre Eleutério Nicolau da Conceição, no seu livro "Maçonaria",
pg 88, nos explica:
"a razão é simples: a nova instituição que estava sendo moldada a
partir da antiga guilda de pedreiros tinha como princípio fundamental
a fraternidade – acima das divisões humanas, tendências políticas,
filosóficas ou religiosas. Se optassem por uma das definições
teológicas já existente na época, estariam filiando a Maçonaria à
instituição que emitira aquele conceito, e desse modo, afastariam
todos aqueles que pensassem de maneira diferente; se propusessem uma
nova concepção, estariam dando à Ordem os contornos de uma nova
religião, e assim afastariam também os sinceros adeptos de todas as
outras. Como nos ensina o Landmark 21 (Mackey), a Maçonaria jamais
pretendeu ser uma religião, ou favorecer qualquer daquelas já
existentes. Simplesmente deixa a seus membros a decisão de escolherem
o caminho religioso que mais lhe agradar. O princípio de proibir
discussão de religião e política dentro dos trabalhos de Loja deve-se
à necessidade de evitar confronto de idéias, que pela sua natureza
envolvente venham a suscitar animosidades que acabem por prejudicar a
harmonia e fraternidade das reuniões, porquanto questões religiosas e
políticas tem sido historicamente motivadoras de sangrentos conflitos,
às vezes entre pessoas de uma mesma nação. Assim, enquanto não se
alinha com qualquer das religiões já existentes, a Maçonaria também
não deseja apresentar-se como sendo uma possível substituta. Não
existe no pensamento maçônico a pretensão de apresentar a instituição
como detentora de verdades mais amplas, superiores e profundas do que
aquelas das religiões, sendo portanto, desprovido de significado
falar-se de "Deus maçônico", ou de "conceito maçônico de Deus".
Contudo, mesmo sem desenvolver qualquer teologia, os landmarks
estabelecem a importância fundamental de estar o Maçom vinculado a uma
religião que admita um princípio criador, cuja caracterização,
entretanto, é função dessas religiões, não da Maçonaria."
Portanto, aos fanáticos religiosos, e a todos aqueles que acham que
"Maçonaria" é a palavra mágica que resolve todos os problemas do
mundo, fique claro que a Maçonaria, em termos de religiosidade tem
suas normas bem definidas, conforme explicado acima.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
A letra “G” na maçonaria
Muitas das informações abaixo relatadas foram tiradas da Coil´s
Masonic Encyclopedia.
A letra "G" é um símbolo bem conhecido na Francomaçonaria, apesar de
não ser muito antigo. A época em que foi adotado é desconhecida, mas,
provavelmente, não foi muito antes do meio do século XVIII.
Não derivou das Constituições Góticas nem das Old Charges ou de
qualquer outro manuscrito do tempo dos Maçons Operativos. Não foi
mencionada em nenhum ritual antigo, anterior ao de Samuel Prichard – A
Maçonaria Dissecada – de 1730. Assim mesmo, nesse último, o seu
significado não estava totalmente desenvolvido. Esse foi o primeiro
Ritual exposto que dividia os trabalhos da Maçonaria em três Graus:
Aprendiz, Companheiro e Mestre.
É surpreendente que somente depois de 1850, aproximadamente, que a
letra "G" começou aparecer no meio do Compasso e do Esquadro
entrelaçados, como se vê hoje em dia em distintivos de lapela ou
emblemas. E é suposto que tenha sido originado por projeto de algum
criativo joalheiro e não por ação de alguma autoridade Maçônica.
Anteriormente a essa data, sempre eram vistos a letra "G" num lugar e
o Compasso e Esquadro em outro. Se refletirmos um pouco sobre esse
"ajuntamento", algo nos alertará que isso é uma incongruência, pois o
lugar da letra "G" é suspensa, acima do 2º Vigilante (REAA) no
Ocidente e o Compasso e o Esquadro estão sempre no Oriente. Além de
que, os últimos mencionados são "Grandes Luzes" e a letra "G" não é.
Percebe-se que o significado do símbolo não é esotérico, pois o mesmo
é exposto em lugares público nos Templos, fazendo parte da decoração
dos mesmos.
Alguns pesquisadores acham que a letra "G", nos locais onde a língua é
de origem inglesa ou mesmo grega, simboliza Deus (God). Creio que o
mesmo não se aplica em locais onde a língua é de origem latina.
Mackey em sua "Enciclopédia" nos esclarece o que segue:
"Não há dúvidas que a letra G é um símbolo moderno, não pertencendo a
nenhum antigo sistema de origem inglesa. É, de fato, uma corruptela de
um antigo símbolo Cabalístico Hebreu, a letra "yod", pela qual o
sagrado nome de Deus – na verdade o mais sagrado nome, o Tetragramaton
– é expresso. Esta letra "yod" é a letra inicial da palavra "Jehovah"
, e é constantemente encontrada entre os escritos Hebreus, como a
abreviação ou símbolo do mais santo nome, o qual, sem a menor dúvida,
não pode nunca ser escrito por inteiro.
Primeiramente adotada pelo Cerimonial Inglês e, sem mudanças, foi
transferida para a Maçonaria do Continente e pode ser achada como
símbolo nos Sistemas Maçônicos da Alemanha, França, Espanha, Itália,
Portugal, e em todos os outros paises onde a Maçonaria foi
introduzida."
Muitas vezes nos vem em mente a pergunta: por que a letra "G" só
aparece no Segundo Grau?
A resposta é relativamente simples. É aceitação geral que o
significado da letra "G" é "Geometria". O Segundo Grau, de
Companheiro, relaciona-se com os mistérios da Natureza e da Ciência,
sendo aí o lugar correto para a Geometria.
E a título de informação, sabe-se que o Segundo Grau foi
consideravelmente modificado entre 1730 e 1813 para trazer mais
harmonia entre o Primeiro e o Terceiro Grau.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
Masonic Encyclopedia.
A letra "G" é um símbolo bem conhecido na Francomaçonaria, apesar de
não ser muito antigo. A época em que foi adotado é desconhecida, mas,
provavelmente, não foi muito antes do meio do século XVIII.
Não derivou das Constituições Góticas nem das Old Charges ou de
qualquer outro manuscrito do tempo dos Maçons Operativos. Não foi
mencionada em nenhum ritual antigo, anterior ao de Samuel Prichard – A
Maçonaria Dissecada – de 1730. Assim mesmo, nesse último, o seu
significado não estava totalmente desenvolvido. Esse foi o primeiro
Ritual exposto que dividia os trabalhos da Maçonaria em três Graus:
Aprendiz, Companheiro e Mestre.
É surpreendente que somente depois de 1850, aproximadamente, que a
letra "G" começou aparecer no meio do Compasso e do Esquadro
entrelaçados, como se vê hoje em dia em distintivos de lapela ou
emblemas. E é suposto que tenha sido originado por projeto de algum
criativo joalheiro e não por ação de alguma autoridade Maçônica.
Anteriormente a essa data, sempre eram vistos a letra "G" num lugar e
o Compasso e Esquadro em outro. Se refletirmos um pouco sobre esse
"ajuntamento", algo nos alertará que isso é uma incongruência, pois o
lugar da letra "G" é suspensa, acima do 2º Vigilante (REAA) no
Ocidente e o Compasso e o Esquadro estão sempre no Oriente. Além de
que, os últimos mencionados são "Grandes Luzes" e a letra "G" não é.
Percebe-se que o significado do símbolo não é esotérico, pois o mesmo
é exposto em lugares público nos Templos, fazendo parte da decoração
dos mesmos.
Alguns pesquisadores acham que a letra "G", nos locais onde a língua é
de origem inglesa ou mesmo grega, simboliza Deus (God). Creio que o
mesmo não se aplica em locais onde a língua é de origem latina.
Mackey em sua "Enciclopédia" nos esclarece o que segue:
"Não há dúvidas que a letra G é um símbolo moderno, não pertencendo a
nenhum antigo sistema de origem inglesa. É, de fato, uma corruptela de
um antigo símbolo Cabalístico Hebreu, a letra "yod", pela qual o
sagrado nome de Deus – na verdade o mais sagrado nome, o Tetragramaton
– é expresso. Esta letra "yod" é a letra inicial da palavra "Jehovah"
, e é constantemente encontrada entre os escritos Hebreus, como a
abreviação ou símbolo do mais santo nome, o qual, sem a menor dúvida,
não pode nunca ser escrito por inteiro.
Primeiramente adotada pelo Cerimonial Inglês e, sem mudanças, foi
transferida para a Maçonaria do Continente e pode ser achada como
símbolo nos Sistemas Maçônicos da Alemanha, França, Espanha, Itália,
Portugal, e em todos os outros paises onde a Maçonaria foi
introduzida."
Muitas vezes nos vem em mente a pergunta: por que a letra "G" só
aparece no Segundo Grau?
A resposta é relativamente simples. É aceitação geral que o
significado da letra "G" é "Geometria". O Segundo Grau, de
Companheiro, relaciona-se com os mistérios da Natureza e da Ciência,
sendo aí o lugar correto para a Geometria.
E a título de informação, sabe-se que o Segundo Grau foi
consideravelmente modificado entre 1730 e 1813 para trazer mais
harmonia entre o Primeiro e o Terceiro Grau.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
IDADE DA MAÇONARIA
Não existe, realmente, uma data que possa ser dada como a data de
origem da Francomaçonaria. Entretanto, sem dúvidas, pode ser dito, que
ela se desenvolveu, paralelamente, nos países da Europa e nas Ilhas
Britânicas durante a Idade Média. A Maçonaria atual, chamada
Especulativa, também, sem duvidas, se desenvolveu nas Ilhas Britânicas
(Escócia, Irlanda e, principalmente, na Inglaterra) e se espalhou
para a Europa e restante do Mundo.
Um dos primeiros registros escritos conhecido hoje em dia, é o
Manuscrito de Halliwell ou Poema Regius escrito em torno de 1390 da
nossa era. Muitos dos nossos Símbolos Maçônicos vieram da Maçonaria
Operativa dos tempos Medievais.
Existe a "Carta de Bolonha", menos conhecido, mais antigo do que o
citado acima, datado de 1248. Lá é citado que haviam "Sociedades de
Mestres Maçons e Carpinteiros" em anos anteriores à data mencionada.
Esse documento é conservado até hoje no Arquivo do Estado de Bolonha.
A Maçonaria Moderna, dita Especulativa, como é hoje conhecida, data da
formação da Grande Loja de Londres e Westminster, posteriormente,
Grande Loja Unida da Inglaterra, a qual foi originada em Londres em
1717.
Do século precedente a essa data, existem amplas evidencias da
existência de Lojas Operativas, e durante os anos que antecederam
1717, essas Lojas Operativas mudaram gradualmente suas
características, com a introdução de pessoas que não eram Maçons pela
profissão e eram chamados de Não-Operativos ou Especulativos. Eram os
Aceitos.
O Ritual das Lojas Operativas era de característica bastante
elementar, consistindo em o Candidato ser obrigado a se sujeitar "ao
livro de deveres e obrigações" "the Book", mantido pelos membros mais
antigos (Elders), e concordar com as Obrigações (Charges) lidas para
ele. Levou muitos anos até o Ritual ter o conteúdo e a forma que tem
hoje e, de acordo com referencias e informações disponíveis, ele
assumiu a presente forma em torno de 1825.
Concluindo, de acordo com escritores sérios, incluindo o pessoal da
Loja Quatuor Coronati, parece não haver dúvidas que a Maçonaria se
originou na Idade Média (opinião inclusive do Mestre Castellani).
É temeroso, por falta de provas e evidências concretas, afirmar que a
Maçonaria deve origem na época do Rei Salomão, nos Antigos Egípcios,
nos Essênios, etc, etc.
Uma drástica distinção deve ser feita entre a Ordem Maçônica, como uma
organização, e as Lendas e Tradições, através das quais os
ensinamentos da Ordem são ensinados. Para bom entendedor, meia palavra
basta. Para os fanáticos, uma Enciclopédia é insuficiente.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
origem da Francomaçonaria. Entretanto, sem dúvidas, pode ser dito, que
ela se desenvolveu, paralelamente, nos países da Europa e nas Ilhas
Britânicas durante a Idade Média. A Maçonaria atual, chamada
Especulativa, também, sem duvidas, se desenvolveu nas Ilhas Britânicas
(Escócia, Irlanda e, principalmente, na Inglaterra) e se espalhou
para a Europa e restante do Mundo.
Um dos primeiros registros escritos conhecido hoje em dia, é o
Manuscrito de Halliwell ou Poema Regius escrito em torno de 1390 da
nossa era. Muitos dos nossos Símbolos Maçônicos vieram da Maçonaria
Operativa dos tempos Medievais.
Existe a "Carta de Bolonha", menos conhecido, mais antigo do que o
citado acima, datado de 1248. Lá é citado que haviam "Sociedades de
Mestres Maçons e Carpinteiros" em anos anteriores à data mencionada.
Esse documento é conservado até hoje no Arquivo do Estado de Bolonha.
A Maçonaria Moderna, dita Especulativa, como é hoje conhecida, data da
formação da Grande Loja de Londres e Westminster, posteriormente,
Grande Loja Unida da Inglaterra, a qual foi originada em Londres em
1717.
Do século precedente a essa data, existem amplas evidencias da
existência de Lojas Operativas, e durante os anos que antecederam
1717, essas Lojas Operativas mudaram gradualmente suas
características, com a introdução de pessoas que não eram Maçons pela
profissão e eram chamados de Não-Operativos ou Especulativos. Eram os
Aceitos.
O Ritual das Lojas Operativas era de característica bastante
elementar, consistindo em o Candidato ser obrigado a se sujeitar "ao
livro de deveres e obrigações" "the Book", mantido pelos membros mais
antigos (Elders), e concordar com as Obrigações (Charges) lidas para
ele. Levou muitos anos até o Ritual ter o conteúdo e a forma que tem
hoje e, de acordo com referencias e informações disponíveis, ele
assumiu a presente forma em torno de 1825.
Concluindo, de acordo com escritores sérios, incluindo o pessoal da
Loja Quatuor Coronati, parece não haver dúvidas que a Maçonaria se
originou na Idade Média (opinião inclusive do Mestre Castellani).
É temeroso, por falta de provas e evidências concretas, afirmar que a
Maçonaria deve origem na época do Rei Salomão, nos Antigos Egípcios,
nos Essênios, etc, etc.
Uma drástica distinção deve ser feita entre a Ordem Maçônica, como uma
organização, e as Lendas e Tradições, através das quais os
ensinamentos da Ordem são ensinados. Para bom entendedor, meia palavra
basta. Para os fanáticos, uma Enciclopédia é insuficiente.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
LUZES
Este é um assunto muito controverso, pois como é subjetivo, diversas
opiniões são dadas, por diversos autores. Estou considerando o que há
de mais razoável em uma série de livros considerados como "sérios" da
Maçonaria.
Segundo o grande Mestre Nicola Aslan, no seu "Dicionário Enciclopédico":
"em Maçonaria, a palavra Luz tem um significado de Verdade,
Conhecimento, Ciência, Saber, instrução e prática de todas as
virtudes. Diz-se que um profano "recebe a luz", quando é Iniciado".
Mackey, na sua "Enciclopédia", escreve:
"Luz é uma palavra importante do sistema maçônico, transmitindo um
sentido mais longíquo e oculto do que geralmente pensa a maioria dos
leitores. É, de fato, o primeiro de todos os Símbolos apresentados ao
Neófito e que continua a ser-lhe apresentado na carreira maçônica. Os
maçons são enfaticamente chamados de "filhos da Luz", porque são, ou
pelo menos são julgados possuidores do verdadeiro sentido do Símbolo;
ao passo que os profanos, os não Iniciados, que não receberam esse
conhecimento, são, por uma expressão equivalente, considerados como
estando nas trevas".
São consideradas, na Maçonaria inglesa principalmente, dois tipos de
"Luzes": as Luzes Emblemáticas da Maçonaria e as Luzes Simbólicas da
Loja.
As Luzes Emblemáticas se dividem em duas:
- Luzes Maiores, que são a Bíblia, o Esquadro e o Compasso.
- Luzes Menores representado pelo Venerável Mestre, pelo Primeiro
Vigilante e pelo Segundo Vigilante.
As Luzes Simbólicas da Loja são as velas, ou lâmpadas, que são acessas
durante as Lojas: três para o grau de Aprendiz (uma no Oriente, uma no
Ocidente e outra no Meio-Dia),cinco para o grau de Companheiro (três
no Oriente, uma no Ocidente e uma no Meio-dia) e nove para o grau de
Mestre (.três no Oriente, três no Ocidente e três no Meio-Dia).
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
opiniões são dadas, por diversos autores. Estou considerando o que há
de mais razoável em uma série de livros considerados como "sérios" da
Maçonaria.
Segundo o grande Mestre Nicola Aslan, no seu "Dicionário Enciclopédico":
"em Maçonaria, a palavra Luz tem um significado de Verdade,
Conhecimento, Ciência, Saber, instrução e prática de todas as
virtudes. Diz-se que um profano "recebe a luz", quando é Iniciado".
Mackey, na sua "Enciclopédia", escreve:
"Luz é uma palavra importante do sistema maçônico, transmitindo um
sentido mais longíquo e oculto do que geralmente pensa a maioria dos
leitores. É, de fato, o primeiro de todos os Símbolos apresentados ao
Neófito e que continua a ser-lhe apresentado na carreira maçônica. Os
maçons são enfaticamente chamados de "filhos da Luz", porque são, ou
pelo menos são julgados possuidores do verdadeiro sentido do Símbolo;
ao passo que os profanos, os não Iniciados, que não receberam esse
conhecimento, são, por uma expressão equivalente, considerados como
estando nas trevas".
São consideradas, na Maçonaria inglesa principalmente, dois tipos de
"Luzes": as Luzes Emblemáticas da Maçonaria e as Luzes Simbólicas da
Loja.
As Luzes Emblemáticas se dividem em duas:
- Luzes Maiores, que são a Bíblia, o Esquadro e o Compasso.
- Luzes Menores representado pelo Venerável Mestre, pelo Primeiro
Vigilante e pelo Segundo Vigilante.
As Luzes Simbólicas da Loja são as velas, ou lâmpadas, que são acessas
durante as Lojas: três para o grau de Aprendiz (uma no Oriente, uma no
Ocidente e outra no Meio-Dia),cinco para o grau de Companheiro (três
no Oriente, uma no Ocidente e uma no Meio-dia) e nove para o grau de
Mestre (.três no Oriente, três no Ocidente e três no Meio-Dia).
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Quatro níveis de interpretações PARDES
Existem quatro níveis de interpretações utilizados pelos sábios judeus.
Devido a profunda visão judaica sobre as Escrituras (Torá e Tanach) a
Bíblia passa ater um significado profundo e fantástico indo além do
que o cristianismo sugere, até porque as doutrinas cristãs são
pautadas na razão filosófica implantada pelos pais da igreja
(patrística) e seus seguidores posteriores o que vai contrastar com o
entendimento judaico (mais antigo). Isso fará com que percebamos
apenas uma pequena nuança da riqueza que existe nas escrituras e suas
mensagens de alto nível.
O entendimento do judaísmo sobre as escrituras chega a quatro
impressionantes níveis, toda a interpretação da Torá depende muito da
forma como os Judeus estudam a Torá e o Tanach, que nas Bíblias
Cristãs equivale ao Antigo Testamento, é possível chegar ao nível mais
profundo de interpretação chamado: Pardês.
Pardês na tradução literal significa Jardim, porém significa um
acróstico de um método de estudo das Sagradas Escrituras cada uma
atendendo a capacidade da pessoa naquele momento, em outras palavras
Pardês representa quatro diferentes abordagens da exegese das
Escrituras Sagradas no Judaísmo rabínico.
O nome, por vezes também escrito PaRDeS é uma sigla para as quatro abordagens:
1 – Pshat – o "simples significado", ou significado LITERAL. Assim é
ensinado para as crianças e adultos que ainda não estão familiarizados
com a Literatura da Torá. O ensinamento Literal é o mais apropriado
neste caso.
2 – Remez – "dicas" de um significado Alegorico, um ensinamento mais
profundo, e não apenas a expressão literal. Atingidos por pessoas com
melhor nivel cultural e amplo conhecimento de Torá.
3 – Drash – "interpretação"; descobrir o significado atravez do
Midrash, analisando as palavras, a colocação, os formatos das Letras,
por comparação palavras e formas e também por ocorrências semelhantes
noutros locais. Aqui este nível está disponivel para pessoas de grande
conhecimento em Torá, já no caso destacando-se dos demais!
4 – Sod – o "segredo" ou o significado místico e metafísico de uma
passagem. Trata-se aqui de um conhecimento secreto, geralmente está
mais para as pessoas que estão com um nível muito avançado de
conhecimento de Torá. No caso o Sod é alcançado por exegetas, rabinos,
e aspirantes a Cabala.
O importante é que todas as quatro formas de estudo do Pardês nunca
contradiz o significado base. Cada nível de conhecimento é revelado
para quem está preparado para recebê-lo.
Não se pode subir uma escada saltando degraus. É preciso subir degrau
por degrau, respeitando o tempo e as limitações momentâneas, para que
no momento certo, toda a verdade possa ser revelada sem causar danos
psicológicos!
Nunca tome decisões interpretando qualquer coisas de forma literal...
Fonte: Pelotas Occulta
Devido a profunda visão judaica sobre as Escrituras (Torá e Tanach) a
Bíblia passa ater um significado profundo e fantástico indo além do
que o cristianismo sugere, até porque as doutrinas cristãs são
pautadas na razão filosófica implantada pelos pais da igreja
(patrística) e seus seguidores posteriores o que vai contrastar com o
entendimento judaico (mais antigo). Isso fará com que percebamos
apenas uma pequena nuança da riqueza que existe nas escrituras e suas
mensagens de alto nível.
O entendimento do judaísmo sobre as escrituras chega a quatro
impressionantes níveis, toda a interpretação da Torá depende muito da
forma como os Judeus estudam a Torá e o Tanach, que nas Bíblias
Cristãs equivale ao Antigo Testamento, é possível chegar ao nível mais
profundo de interpretação chamado: Pardês.
Pardês na tradução literal significa Jardim, porém significa um
acróstico de um método de estudo das Sagradas Escrituras cada uma
atendendo a capacidade da pessoa naquele momento, em outras palavras
Pardês representa quatro diferentes abordagens da exegese das
Escrituras Sagradas no Judaísmo rabínico.
O nome, por vezes também escrito PaRDeS é uma sigla para as quatro abordagens:
1 – Pshat – o "simples significado", ou significado LITERAL. Assim é
ensinado para as crianças e adultos que ainda não estão familiarizados
com a Literatura da Torá. O ensinamento Literal é o mais apropriado
neste caso.
2 – Remez – "dicas" de um significado Alegorico, um ensinamento mais
profundo, e não apenas a expressão literal. Atingidos por pessoas com
melhor nivel cultural e amplo conhecimento de Torá.
3 – Drash – "interpretação"; descobrir o significado atravez do
Midrash, analisando as palavras, a colocação, os formatos das Letras,
por comparação palavras e formas e também por ocorrências semelhantes
noutros locais. Aqui este nível está disponivel para pessoas de grande
conhecimento em Torá, já no caso destacando-se dos demais!
4 – Sod – o "segredo" ou o significado místico e metafísico de uma
passagem. Trata-se aqui de um conhecimento secreto, geralmente está
mais para as pessoas que estão com um nível muito avançado de
conhecimento de Torá. No caso o Sod é alcançado por exegetas, rabinos,
e aspirantes a Cabala.
O importante é que todas as quatro formas de estudo do Pardês nunca
contradiz o significado base. Cada nível de conhecimento é revelado
para quem está preparado para recebê-lo.
Não se pode subir uma escada saltando degraus. É preciso subir degrau
por degrau, respeitando o tempo e as limitações momentâneas, para que
no momento certo, toda a verdade possa ser revelada sem causar danos
psicológicos!
Nunca tome decisões interpretando qualquer coisas de forma literal...
Fonte: Pelotas Occulta
APRENDIZ PODE FALAR EM LOJA?
É sabido que, em muitas Lojas por nós conhecidas, os Aprendizes estão
proibidos de se manifestarem na "Palavra ao Bem da Ordem em Geral e do
Quadro em Particular".
Não é o caso, felizmente, dos Aprendizes pertencentes às Lojas da ABBM.
Mas, para sabermos o que é correto, referente a esse assunto, vamos
recorrer mais uma vez, ao Mestre José Castellani, resumindo e usando
nosso palavreado, o que nos diz, em seu livro "Consultório Maçônico –
VIII".
"essa proibição não é constitucional nem regimental. Tradicionalmente,
sabe-se que as sociedades iniciáticas, geralmente de cunho religioso,
nas quais os Neófitos limitavam-se durante um certo tempo, a ouvir e a
aprender.
"Era o caso do Mitraismo persa – culto do deus Mitra, o Sol – que era
composto de sete etapas; na primeira o neófito era o Corvo, por que o
corvo, no Mitraismo, era o servo do Sol e porque ele pode imitar fala,
mas não criar idéias próprias, sendo assim, mais um ouvinte, do que um
participante ativo. Idem para as Escolas Pitagóricas, onde existiam
três etapas: Ouvintes, Matemáticos e Físicos".
"em Maçonaria, todavia, não existe essa tradição, mas, sim, o
Simbolismo. Ou seja, simbolicamente, o Aprendiz é uma criança, que não
sabe falar, mas só soletrar. Isto é simbólico e não pode ser levado ao
pé da letra. O Aprendiz pode e deve falar em assuntos inerentes ao seu
Grau, ou nos que interessem a comunidade, de maneira geral".
O assunto pode ter controvérsias, mas me parece que essa explanação do
Mestre Castellani é bem razoável e muito "pé no chão".
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
proibidos de se manifestarem na "Palavra ao Bem da Ordem em Geral e do
Quadro em Particular".
Não é o caso, felizmente, dos Aprendizes pertencentes às Lojas da ABBM.
Mas, para sabermos o que é correto, referente a esse assunto, vamos
recorrer mais uma vez, ao Mestre José Castellani, resumindo e usando
nosso palavreado, o que nos diz, em seu livro "Consultório Maçônico –
VIII".
"essa proibição não é constitucional nem regimental. Tradicionalmente,
sabe-se que as sociedades iniciáticas, geralmente de cunho religioso,
nas quais os Neófitos limitavam-se durante um certo tempo, a ouvir e a
aprender.
"Era o caso do Mitraismo persa – culto do deus Mitra, o Sol – que era
composto de sete etapas; na primeira o neófito era o Corvo, por que o
corvo, no Mitraismo, era o servo do Sol e porque ele pode imitar fala,
mas não criar idéias próprias, sendo assim, mais um ouvinte, do que um
participante ativo. Idem para as Escolas Pitagóricas, onde existiam
três etapas: Ouvintes, Matemáticos e Físicos".
"em Maçonaria, todavia, não existe essa tradição, mas, sim, o
Simbolismo. Ou seja, simbolicamente, o Aprendiz é uma criança, que não
sabe falar, mas só soletrar. Isto é simbólico e não pode ser levado ao
pé da letra. O Aprendiz pode e deve falar em assuntos inerentes ao seu
Grau, ou nos que interessem a comunidade, de maneira geral".
O assunto pode ter controvérsias, mas me parece que essa explanação do
Mestre Castellani é bem razoável e muito "pé no chão".
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Regime Escocês Retificado
O Regime Escocês Retificado (RER) descende diretamente da Ordem da
Estrita Observância Templária, seja no Simbolismo Cavalheiresco, seja
nos princípios Cristãos. A Retificação aconteceu no Convento de Lyon,
em 1778, no qual foram adotados dois Códigos: "Código Maçônico das
Lojas Reunidas e Retificadas" e "Código Geral dos Regulamentos da
Ordem dos Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa". Ainda hoje são os
únicos documentos inspiradores do RER. A "Regra Maçônica das Lojas
Reunidas e Retificadas", que criou efetivamente e definitivamente o
Regime, foi adotada no Convento de Wilhelmsbad, em 1782.
Escopo
O RER tem como escopo o aperfeiçoamento que cada homem tem de
perseguir individualmente e o exercício de uma caridade ativa, voltada
a cada homem.
Estrutura
O RER é uma Ordem Maçônica nos quatro primeiros Graus e uma Ordem
Cavalheiresca nos dois últimos. Os três primeiros Graus – pelas
convenções em uso e para consentir a regularidade das Lojas – são
administrados por Potências Maçônicas Regulares, sendo no Brasil pelo
Grande Oriente do Brasil (GOB), enquanto os três últimos são
governados pelo Grande Priorado do Brasil. Uma Ordem Interna que
administra os Graus Cavalheirescos (ou Graus da Cavalaria do CBCS) (5
e 6). É uma Ordem Cristã, porém não é confessionária. É importante não
confundir "Cristão" com "Catolicismo".
Grau 4 – Mestre Escocês de Santo André
Nascido como último Grau dos quatro Graus Maçônicos do RER, ele
representa a finalização de um caminho de evolução que começou com a
Iniciação. Cada Grau da Ordem Maçônica Retificada trabalha uma virtude
cardeal, sendo que a "Força" é a deste Grau. Com uma Cerimônia cheia
de simbolismo, muito esotérica e espiritual, transmite ao Candidato
várias mensagens: a transitoriedade do mundo terreno e a limitação do
ser humano, mas também indica um caminho para a elevação de si mesmo,
e transmite uma mensagem de esperança num futuro melhor. O Grau é a
União entre o Antigo e o Novo Testamento.
Grau 5 – Escudeiro Noviço
É o primeiro Grau "dos escolhidos", no sentido que, enquanto até o
Grau 4 são alcançados com o trabalho e a dedicação e são etapas de um
caminho a ser percorrido pelo maçom no seu aperfeiçoamento, somente
entra na Ordem Interna (Graus 5 e 6) quem for convidado por membros da
Ordem e aprovado pelo Diretório da mesma. Representa a entrada numa
Ordem de Cavalaria Cristã, onde os princípios das duas são trabalhados
e aperfeiçoados.
O simbolismo do Escudeiro (o ajudante de um Cavaleiro) significa que
ainda há um caminho de aperfeiçoamento a ser percorrido, acompanhando
um "guia" – o Cavaleiro – que já completou esse caminho e hoje é apto
a conduzir um novo candidato. O Grau 5 é provisório no sentido de que,
quem não completar esse caminho, poderá voltar ao Grau 4, pois se não
manifestar as qualidades para poder ser Cavaleiro, não teria sentido
ficar numa Ordem Cavalheiresca.
Grau 6 – Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa
Para o Grau 6 (CBCS), somente o Grão-Prior e Grão-Mestre Nacional do
Grande Priorado tem poderes para Armar um Cavaleiro Benfeitor da
Cidade Santa, não existe outra forma. No nosso caso, quem pode fazê-lo
é o Reverendo Irmão Wagner Veneziani Costa.
Representa a apoteose do caminho! O cumprimento de um caminho de
aperfeiçoamento, onde as virtudes já foram tão bem trabalhadas que o
Cavaleiro não precisa mais nem de guias nem de compromissos, pois já
se aperfeiçoou individualmente pela prática das virtudes dos Graus
inferiores a tal ponto de ser ele mesmo exemplo e guia, não somente
para os outros membros do Regime, mas também para o seu constante
aperfeiçoamento pessoal e pela humanidade como um todo. Isto é feito
em conformidade com o escopo do RER, descrito no começo deste texto. E
ninguém melhor que um Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa representa
esse status, pois recolhe simbolicamente na mesma definição os
arquétipos das Virtudes, bem como uma ligação com os Cavaleiros
Templários (dos quais pega o nome original!), onde o Regime como um
todo afirma querer trazer inspiração e perpetuar os princípios.
Fonte: Rede Colméia
Estrita Observância Templária, seja no Simbolismo Cavalheiresco, seja
nos princípios Cristãos. A Retificação aconteceu no Convento de Lyon,
em 1778, no qual foram adotados dois Códigos: "Código Maçônico das
Lojas Reunidas e Retificadas" e "Código Geral dos Regulamentos da
Ordem dos Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa". Ainda hoje são os
únicos documentos inspiradores do RER. A "Regra Maçônica das Lojas
Reunidas e Retificadas", que criou efetivamente e definitivamente o
Regime, foi adotada no Convento de Wilhelmsbad, em 1782.
Escopo
O RER tem como escopo o aperfeiçoamento que cada homem tem de
perseguir individualmente e o exercício de uma caridade ativa, voltada
a cada homem.
Estrutura
O RER é uma Ordem Maçônica nos quatro primeiros Graus e uma Ordem
Cavalheiresca nos dois últimos. Os três primeiros Graus – pelas
convenções em uso e para consentir a regularidade das Lojas – são
administrados por Potências Maçônicas Regulares, sendo no Brasil pelo
Grande Oriente do Brasil (GOB), enquanto os três últimos são
governados pelo Grande Priorado do Brasil. Uma Ordem Interna que
administra os Graus Cavalheirescos (ou Graus da Cavalaria do CBCS) (5
e 6). É uma Ordem Cristã, porém não é confessionária. É importante não
confundir "Cristão" com "Catolicismo".
Grau 4 – Mestre Escocês de Santo André
Nascido como último Grau dos quatro Graus Maçônicos do RER, ele
representa a finalização de um caminho de evolução que começou com a
Iniciação. Cada Grau da Ordem Maçônica Retificada trabalha uma virtude
cardeal, sendo que a "Força" é a deste Grau. Com uma Cerimônia cheia
de simbolismo, muito esotérica e espiritual, transmite ao Candidato
várias mensagens: a transitoriedade do mundo terreno e a limitação do
ser humano, mas também indica um caminho para a elevação de si mesmo,
e transmite uma mensagem de esperança num futuro melhor. O Grau é a
União entre o Antigo e o Novo Testamento.
Grau 5 – Escudeiro Noviço
É o primeiro Grau "dos escolhidos", no sentido que, enquanto até o
Grau 4 são alcançados com o trabalho e a dedicação e são etapas de um
caminho a ser percorrido pelo maçom no seu aperfeiçoamento, somente
entra na Ordem Interna (Graus 5 e 6) quem for convidado por membros da
Ordem e aprovado pelo Diretório da mesma. Representa a entrada numa
Ordem de Cavalaria Cristã, onde os princípios das duas são trabalhados
e aperfeiçoados.
O simbolismo do Escudeiro (o ajudante de um Cavaleiro) significa que
ainda há um caminho de aperfeiçoamento a ser percorrido, acompanhando
um "guia" – o Cavaleiro – que já completou esse caminho e hoje é apto
a conduzir um novo candidato. O Grau 5 é provisório no sentido de que,
quem não completar esse caminho, poderá voltar ao Grau 4, pois se não
manifestar as qualidades para poder ser Cavaleiro, não teria sentido
ficar numa Ordem Cavalheiresca.
Grau 6 – Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa
Para o Grau 6 (CBCS), somente o Grão-Prior e Grão-Mestre Nacional do
Grande Priorado tem poderes para Armar um Cavaleiro Benfeitor da
Cidade Santa, não existe outra forma. No nosso caso, quem pode fazê-lo
é o Reverendo Irmão Wagner Veneziani Costa.
Representa a apoteose do caminho! O cumprimento de um caminho de
aperfeiçoamento, onde as virtudes já foram tão bem trabalhadas que o
Cavaleiro não precisa mais nem de guias nem de compromissos, pois já
se aperfeiçoou individualmente pela prática das virtudes dos Graus
inferiores a tal ponto de ser ele mesmo exemplo e guia, não somente
para os outros membros do Regime, mas também para o seu constante
aperfeiçoamento pessoal e pela humanidade como um todo. Isto é feito
em conformidade com o escopo do RER, descrito no começo deste texto. E
ninguém melhor que um Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa representa
esse status, pois recolhe simbolicamente na mesma definição os
arquétipos das Virtudes, bem como uma ligação com os Cavaleiros
Templários (dos quais pega o nome original!), onde o Regime como um
todo afirma querer trazer inspiração e perpetuar os princípios.
Fonte: Rede Colméia
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