-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Flagrante Anel Rodoviário
Não bastasse o anel rodoviário ser um palco para motoristas malucos,
ainda tem pedestres que se aproveitam de lugares com baixa velocidade
para se fazer de "rêmora" de caminhão... E depois o caminhão entra na
BR040 e acelera a 100km/h e o gaiato não tem como sair... Eu mesmo
tirei essa às 7:20 na entrada da 040.
Evento inédito reúne apaixonados por Harley Davidson em Cuba (motociclismo, sinônimo de liberdade)
encontro, em Varadero
Marcello Oliveira - Portal Vrum
Publicação: 16/04/2012 20:02
Símbolo da liberdade sobre rodas, as motocicletas Harley Davidson são
cobiçadas em todo o mundo, inclusive em Cuba. A ilha de 'Fidel' nunca havia
feito nenhum evento para reunir os apaixonados pela marca americana, mas no
último fim de semana, cerca de 100 proprietários de antigas Harley Davidson,
produzidas antes de 1960, se encontraram em uma praia de Varadero, distante
140 km da capital, Havana.
As clássicas motos foram as próprias atrações da praia, mas quem também
chamou a atenção foi José Júlio Puing, um entusiasta da marca que mesmo aos
101 anos, fez questão de participar do evento e mostrar sua Harley.
http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2012/04/16/interna_noticias,45685/evento-inedito-reune-apaixonados-por-harley-davidson-em-cuba.shtml
Motos uruguaias invadem fronteira oeste do RS
Uma invasão sobre duas rodas ocorre em Santana do Livramento, na Fronteira
Oeste.
Motos uruguaias, compradas por brasileiros pelo equivalente à metade do
preço cobrado aqui, estão se proliferando na região. Somados os veículos
emplacados no Brasil e no país vizinho, são mais de 40 mil motocicletas
circulando na cidade, que tem pouco mais de 80 mil habitantes.
Comparado com Cachoeira do Sul, município da Região Central com número de
habitantes semelhante, a quantidade de motos circulando em Santana do
Livramento é praticamente seis vezes superior.
Além das 11.928 motocicletas que constam na última estatística do Detran,
atualizada em fevereiro deste ano, são mais 29 mil motos com placas
uruguaias circulando. Grande parte delas pilotadas por brasileiros, que
importam o veículo sem pagar taxas.
— Uma moto nova de 125 cilindradas custa, em média, R$ 2,5 mil em Rivera. No
Brasil, sai pelo dobro do preço — afirma o secretário Executivo de Trânsito
de Santana do Livramento, Adroaldo Barreto.
A compra é feita utilizando cédulas de identidade uruguaia, no caso dos
doble chapas – que possuem as duas nacionalidades –, ou com comprovantes de
endereço daquele país, algo conseguido com relativa facilidade, já que
muitos brasileiros têm amigos ou parentes uruguaios.
Delegado da Receita Federal no município, Carlos Luciano Santanna explica
que há quatro anos a fiscalização reduziu drasticamente. O motivo foram
sucessivas decisões da Justiça, que devolvia aos proprietários as motos
apreendidas.
— Nós fiscalizávamos e apreendíamos motos uruguaias sendo conduzidas por
brasileiros. Mas esses proprietários entravam com recurso e reaviam os bens
por decisão da Justiça. Era um trabalho jogado fora — lembra Santanna.
Ele conta que hoje em dia apenas os casos mais escancarados são fiscalizados
com rigor.
Acordo do Mercosul prevê livre tráfego de veículos
O vaivém de carros e motos estrangeiras não é proibido por lei. Um acordo
firmado entre os países do Mercosul permite que brasileiros entrem
livremente no Uruguai e vice-versa.
O problema está na importação de motos uruguaias, que representam dano à
economia nacional.
— O brasileiro que compra uma motocicleta lá deixa de adquirir um produto
nacional — pina o delegado da Receita Federal.
ZERO HORA
terça-feira, 24 de abril de 2012
Honda NC700X, uma trail com vocação urbana
Ao contrário da Crosstourer, que também debuta este ano no mercado europeu,
a NC700X não vem para engrossar o time das bigtrails de alto desempenho.
Vista pela primeira vez na última edição do Salão de Milão em novembro
passado, a moto traz o conceito de uma motocicleta divertida para uso
diário. E, para completar, o modelo ainda é tido como uma das apostas da
Honda a aportar por aqui em breve.
O design não é completamente novo. A NC700X segue as mesmas linhas
inauguradas pela Crossrunner e que também acabaram sendo incorporadas na
aventureira Crosstourer. Entretanto, um pouco menos robusto, uma vez que uma
das características da moto é ser ágil para se deslocar pelo trânsito das
grandes cidades. Tendência reforçada pelo guidão alto e pelo assento em dois
níveis feitos para oferecer conforto ao piloto e garupa.
Há outro ponto que chama a atenção no projeto da NC700X. No lugar onde
normalmente está o tanque de combustível, a Honda optou por criar um espaço
semelhante ao que existe embaixo do assento dos scooters. O compartimento é
capaz de acomodar um capacete fechado e pode ser usado como substituo dos
baús. O tanque de combustível, por sua vez, foi colocado abaixo do banco e
tem capacidade para 14 litros.
Trail Tecnológica
Se por fora a NC700X tem o aspecto de uma moto que você já viu antes, por
dentro, a coisa muda. A nova Honda está equipada com o mais recente
propulsor criado pela marca japonesa. O motor com dois cilindros em linha
SOHC (comando único no cabeçote) de 670 cm³ foi usado pela primeira vez no
Integra, ainda em sua fase conceitual. Daí o seu tamanho compacto e quase
"quadrado", com diâmetro x curso de 73 x 80 mm.
Capaz de gerar até 51,8 cv de potência máxima a 6.250 rpm, o novo propulsor
tem refrigeração líquida e torque máximo de 6,3 kgf.m a 4750 rpm. Potência
equilibrada para uso nos centros urbanos, mas que também favorece
deslocamentos um pouco mais longos, como de uma cidade a outra.
O conjunto de freios conta com disco de 320mm de diâmetro na roda dianteira
com pinça de dois pistões; e de 240mm com pinça de pistão único na traseira.
A exemplo de outros modelos da marca, a Honda também disponibiliza uma
versão da NC700X equipada com o sistema Combined ABS, presente na VFR 1200F,
CB 1000R, entre outros.
A Honda está decididamente investindo em eletrônica embarcada nos seus novos
modelos e a NC700X não foge à regra. Além do sistema de freios Combined ABS,
a marca disponibiliza ainda uma terceira versão da moto que traz também o já
conhecido sistema de embreagem dupla DCT (Dual Clutch Transmission). Em sua
segunda geração, o DCT faz com que o câmbio funcione de maneira totalmente
automática ou facilita as trocas de marcha por meio de duas borboletas
colocadas nos manetes.
Família Reunida
O conceito da NC700X vai além de uma trail divertida para o dia-a-dia. Ela
complementa uma família de motos de proposta urbana composta por sua irmã
naked NC700S e pelo scooter com cara de motocicleta Integra. Além do motor,
as motos apresentam também o mesmo quadro em treliça do tipo diamante.
A estratégia para baratear a produção segue ainda na parte ciclística,
afinal os três modelos partilham a mesma balança monoamortecida e garfo
telescópico dianteiro. Entretanto o curso da suspensão é diferente, o que
ajuda a encaixar cada moto em um segmento diferente. A NC700X, por exemplo,
conta com curso de 150 mm na traseira e 153 mm na dianteira.
Por aqui
No último Salão de Tóquio, a Honda do Japão confirmou que os modelos da
família NC700 são mundiais e, portanto, poderiam vir para o Brasil. Com a
apresentação do conceito Honda Dream, nova estratégia da marca focada nos
modelos de alta cilindrada e a boa aceitação das trails médias pelo mercado
brasileiro, a NC700X aparece como a opção mais plausível para aportar por
aqui entre a sua irmã naked e o scooter Integra. Especula-se inclusive que
ela venha ainda este ano para ser uma opção mais acessível do que a
Transalp, uma vez que no mercado europeu a versão top de linha da NC 700X
custa cerca de 700 euros a menos do que a Transalp.
Lenda do Chimarrão / Oração do Chimarrão
Federal de Santa Maria, indica como começou o uso da erva mate. A mais
antiga aponta para a trajetória de uma tribo nômade de índios guarany.
Um dia, um velho índio, cansado das andanças, recusou-se a seguir
adiante, preferindo ficar na tapera.
A mais jovem de suas filhas, apesar do coração partido, preferiu ficar
com o pai, amparando-o até que a morte o levasse à paz do Yvi-Marai, a
seguir adiante, com os moços de sua tribo.
Essa atitude de amor rendeu-lhe uma recompensa.
Um dia um pajé desconhecido encontrou-os e perguntou à filha Jary o
que é ela queria para ser feliz.
A moça nada pediu, mas o velho pediu 'renovadas forças para poder
seguir adiante e levar Jary ao encontro da tribo'.
O pajé entregou-lhe uma planta muito verde, perfumada de bondade, e o
ensinou que, plantando e colhendo as folhas, secando-as ao fogo e as
triturando, devia colocá-las num porongo e acrescentar água quente ou
fria.
'Sorvendo essa infusão, terás nessa nova bebida uma nova companhia
saudável mesmo nas horas tristonhas da mais cruel solidão'.
O ancião se recuperou, ganhou forças e viajou até o reencontro de sua tribo.
Assim nasceu e cresceu a caá-mini, que dela resultou a bebida caá-y,
que os brancos mais tarde chamaram de chimarrão.
A origem do nome mate vem do povo espanhol, que preferiu usar a
palavra 'mati' (cuia), da língua quíchua, para se ajustar melhor à
modalidade grave do idioma.
No entanto, logo foi substituída por uma palavra guarany – caiguá –
nome composto por caá (erva), i (água) e guá (recipiente).
Mandamentos do Chimarrão
seguidos por todos que tomem a erva.
Deve ser decorado pelos iniciantes, para que os mesmos não cometam o
pecado de transgressão de nenhum deles!
Os dez mandamentos do chimarrão
1) Não peças açúcar no mate
2) Não digas que o chimarrão é anti-higiênico
3) Não digas que o mate está quente demais
4) Não deixes um mate pela metade
5) Não te envergonhes do "ronco" no fim do mate
6) NÃO MEXAS NA BOMBA!
7) Não alteres a ordem em que o mate é servido
8) Não "durmas" com a cuia na mão
9) Não condenes o dono da casa por tomar o 1º mate
10) Não digas que chimarrão dá câncer na garganta
São interessantes também os procedimentos ritualísticos a serem
seguidos pelos bebedores de mate, e que se feridos, podem gerar
incidentes diplomáticos... :-)
A mão direita – A entrega da cuia e o recebimento do mate deve ser
feito com a mão direita.
Enchendo o mate - Pega-se a cuia com a mão esquerda e o recipiente com
a direita. Após, acomoda-se o recipiente e se troca a cuia de mão para
matear ou oferecer o mate. seguindo-se, sempre, pelo lado direito, o
lado de laçar. O sentido da volta na roda de mate deverá partir pela
direita do cevador ou enchedor de mate.
A água para preparar o mate - A temperatura nunca deve estar muito
quente, pois pode queimar a erva, dando um gosto desagradável ao mate
e lavando-o rapidamente.
O pialador de mate - É o indivíduo que, chegando numa roda de mate,
posiciona-se à frente da pessoa que está mateando e à esquerda na mão
da roda. O correto é ficar antes do mateador, sempre a sua direita.
A água do mate - A água nuncadeverá ser fervida, pela perda de
oxigênio, transmitindo um sabor diferente ao mateador. O ideal é
quando a água apenas chia.
Cevar com cachaça - Quando as pessoas fecham um mate (ato de
prepará-lo), costumam, em lugar de água para inchar a erva, colocar
cachaça, pois ela fixa por mais tempo a fortidão da erva-mate, sem
deixar o gosto do álcool. Uma vez inchada a erva, cospe-se fora a
infusão até roncar bem a cuia, esgotando-se completamente o líquido.
Só o cevador pode mexer no mate - A menos que se obtenha licença, só o
cevador deve arrumar o mate, considerando-se falta de respeito mexer
sem permissão. Podemos, isto sim, ao devolver a cuia, avisá-lo do
problema.
Em roda de mate - É comum, após o primeiro mate, que sempre é do
iniciar a rodaa pelo mais velho ou por alguém a quem se queira
homenagear.
O primeiro mate - Todo aquele que fecha um mate deve tomá-lo primeiro
em presença do parceiro ou na roda de mate. Este fato se tornou
tradicional devido a épocas em que o mate serviu de veículo para
envenenamentos. Por isso, o ato do mateador tomar o primeiro indica
que o mate está em condições de ser tomado. Há a lenda jesuíta, que
atribuía valores afrodisíacos ao mate. Para evitar que os índios
passassem a maior parte do dia mateando, tentando afastá-los do
hábito, criaram o mito entre os silvícolas cristianizados que Anhangá
Pitã (diabo) estava dentro do mate.
Roncar a cuia - Uma vez servido o mate, deve ser tomado todo, até
esgotá-lo, fazendo roncar a cuia.
Enfim, o mate é toda uma cultura, uma bebida bonita, e deve ter sua
ritualística respeitada, para que todos continuem desfrutando dessa
bebida maravilhosa!
E o ditado "chimarrão tem de estar tão quente que se cuspir no
cachorro cai o pelo", de acordo com o declarado acima, não é
verdade... hehehe
Conheça a Harley-Davidson que será usada pelo Batalhão de Choque de SP
Saiba as diferenças desse tipo de moto para as comuns.
Rafael Miotto Do G1, em São Paulo
A Harley-Davidson passará a equipar o Batalhão de Choque de São Paulo com a
linha Police 2012, de motocicletas destinadas a atividades militares e
policiais. Além da Road King Police, que será usada no estado, a marca
também importa a Electra Glide Police. Apesar de compartilharem a base com
modelos da linha tradicional, estas motocicletas são construídas
especificamente para exercer este trabalho, por isso são mais pesadas e
contam com acessórios que o consumidor comum não pode ter: sirene, megafone
e giroflex.
"O nosso diferencial é que a moto é pensada do zero para exercer a atividade
policial. Não há adaptações, é tudo original, o que traz mais robustez ao
conjunto", explica Rodrigo Moutinho, gerente de vendas especiais da
Harley-Davidson Brasil. O principal diferencial das motos policiais da marca
é uma bateria extra destinada ao sistema de alerta de sirenes e luzes. "Isto
evita que a bateria principal da moto descarregue e, além disso, o policial
pode deixar os dispositivos funcionando mesmo com o motor da moto
desligado", acrescenta Moutinho.
Além dessas mudanças, em relação ao modelo original, a marca deixou a moto
mais confortável, com assento mais elevado e amortecimento do banco a gás, o
que permite ao policial ou ao militar ficar muitas horas em cima da
motocicleta. O sistema de amortecimento também tem outra calibração e ajuste
a ar -as motos comuns nem costumam ter ajuste. E, mesmo não divulgando
detalhes específicos da ficha técnica, a marca afirma que as motocicletas
policiais têm motor mais forte.
"A moto possui mais potência e torque", diz Moutinho. Esta robustez maior,
segundo a marca, também está presente nos pneus, que são reforçados e podem
rodar alguns quilômetros mesmo furados. Outro artifício empregado pela
fabricante é a tecnologia que desativa o cilindro traseiro da motocicleta
durante longas paradas, o que ajuda na refrigeração do motor.
Entrando em ação
Ainda não há data para as primeiras 10 Road King começarem a rodar por São
Paulo, com o 2º Batalhão de Choque da Polícia Militar. Em geral, as motos
desse porte são usadas para escolta. O Exército brasileiro já utiliza a Road
King Police, de versão anterior. "Fizemos a escolta do presidente americano,
Barack Obama, durante sua visita ao Brasil no ano passado", lembra o capitão
Fernando César Tanure. Ele é um dos batedores, nome dado aos motociclistas
que fazem as este trabalho.
Segundo Tanure, é preciso ter muita habilidade para conduzir com agilidade e
precisão essas motos, que podem pesar mais de 300 kg. A Road King usada pelo
Exécito tem peso seco declarado de 358,8 kg. "Os iniciantes passam por 8
semanas de treinamento e nosso corpo de instrutores já foi até Milwaukee
(Estados Unidos) para fazer cursos", acrescenta Tanure.
"A vantagem da moto é que ela consegue se infiltrar e chegar na frente,
assim, podemos fazer os bloqueios para que as autoridades passem", explica o
Tanure. "Apesar de ser mais pesada que as motocicletas pequenas, a Road King
dá visibilidade e imponência ao comboio. Algo que não ocorre com as motos
menores", completa.
O Exército possui 193 Harley-Davidson Road King na frota e esta é a mesma
motocicleta utilizada por diversas policias por todo o Brasil, como os
batedores da PM do Estado de São Paulo e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo a Harley-Davidson, existem mais de 1.000 motocicletas da marca norte
americana realizando este tipo de atividade pelo país. A marca tem longa
tradição em motos policiais no mundo inteiro e fornece seus produtos à
polícia norte-americana há mais de 100 anos.
Frota brasileira
De acordo com o Exército Brasileiro, a frota atual da organização é de 699
motocicletas, entre elas, as 193 Road King Police mencionadas e os restante
são motos menores, como 307 Honda e 168 Yamaha. O restante do efetivo do
exército são de motos mais antiga e marcas que nem existem mais, como, por
exemplo, a Agrale. Já a PRF, informa que possui 309 H-D Road King e 62
Yamaha XT 660.
"Enquanto as Harley-Davidson, mais imponentes e fortes, são utilizadas nas
escoltas. As XT 660 são ideais para o patrulhamento. Com sua configuração, a
Yamaha pode superar obstáculos e chegar a locais de difícil acesso", explica
o inspetor Rodrigo Suman, integrante do Corpo de Motociclistas da PRF. A
Polícia Rodoviária Federal é responsável, assim como o exército, pelas
principais escoltas do país. "Já estamos preparando para operações como a
visita do Papa, a Copa do Mundo e as Olimpíadas", informa Suman.
Modelos mais leves
A exemplo das XT 660 utilizadas pela PRF, existem modelo menores que estão
na frota de diversas policias espalhadas pelo país. Desde mais antigas como
a Falcon 400, até mais modernos como a Honda XRE 300 e Yamaha Lander 250.
"Nosso trabalho está focado na escolta de autoridades, equipamentos
eletrônicos e armamentos", explica Daniela Lopes Cordeiro, da Guarda Civil
Metropolitana de São Paulo (GCM)."O grande benefício da moto é a agilidade",
acrescenta. A GCM utiliza motos Honda Tornado em sua frota para fazer as
escoltas e rondas.
Ao contrário dos modelos H-D, estas motos são adaptadas e receberam sistema
de sirenes e baú traseiro. As motos de 150 a 600 cm³ são mais leves e ágeis
e ideais para deslocamentos em trechos urbanos e de bastante tráfego. Além
disso, o segmento trail é o mais indicado para incursões em trechos de terra
e mesmo nos locais de difícil acesso nas favelas. Apesar do foco principal
deste tipo de motocicleta ser o patrulhamento, também pode ser utilizada por
escoltas, como no caso da GCM de São Paulo.
Diácono - Humor
dia juntos. Eles combinaram que, quando um dia um deles passasse para o
Oriente Eterno, retornaria para contar para o outro como era a Maçonaria no
céu.
Infelizmente, por um motivo súbito, Bill partiu primeiro.
Uma noite Bob estava dormindo em sua cama, quando ouve a voz de Bill
chamando.
Bob respondeu:
- Bill!? É você? Bill...
- Siiimmm, Bob... Vim cumprir com o nosso acordo.
- Ohhh, meu Deus... E como é lá? Perguntou Bob.
- Como você nunca poderia imaginar. O Oriente Eterno é
fantástico, a Loja Maçônica é muito melhor do que nós pensamos aí na
Terra. Nas reuniões somos sempre bem recebidos, a ritualística é perfeita.
As reuniões são sempre lotadas, todos os dias tem iniciações. O espírito de
comunhão e fraternidade está por todo lugar. Existe egrégora, é lindo.
Bob olhava para cima, com lágrimas nos olhos, dizendo:
"Oh, meu Deus, é exatamente como gostaríamos que fosse aqui em baixo. Estou
tão feliz por você Bill. Mas tenho que perguntar, com tudo isso, você não
parece estar muito animado. Qual é o Problema?"
- Além de boas notícias, tenho também más notícias. A boa é que nós estamos
para elevar um Ir.'. ao terceiro grau, agora na próxima quarta-feira.
- Mas isso é ótimo! E qual é a má notícia?
- O Segundo Diácono será você!!!
Bagagens sob o ponto de vista feminino
As bagagens e equipamentos para mulheres que irão andar de moto
Quem foi que disse que nós mulheres precisamos andar desajeitadas ou
sem os nossos mimos só porque vamos viajar de moto?
É fato que realmente não teremos, nem mesmo, 10% do espaço que
teríamos para levar nossas coisas em um carro, porém, vejamos por
outro lado:
Viajando de moto poderemos exercitar nosso desprendimento.
Quantas roupas e sapatos você realmente usa de todas que leva na
bagagem? Opte por levar um jeans básico, blusinhas de cores básicas e
abuse dos acessórios como colares, lenços e brincos que cabem dentro
dos calçados por exemplo.
Faça uma pilha com tudo, absolutamente tudo que você realmente
gostaria de levar. Depois reveja o roteiro da sua viagem, os passeios
que irá fazer e comece a selecionar as roupas e calçados que melhor se
adequam.
Não esqueça que a maior parte do tempo você vai passar na moto, então
não precisa de muita roupa extra. Quanto a roupa de viagem é
extramente necessário que você opte por equipamentos confortáveis e a
ajustáveis ao seu corpo. Nada de pegar aquela calça ou jaqueta que o
seu parceiro não usa mais, só porque você não vai pilotar. Você também
precisa de conforto e, mais do que isso, proteção.
A escolha da roupa adequada para o seu tamanho é essencial e acredite,
você vai comprovar isso na estrada. Um exemplo típico é o vento, tem
algo pior que ficar sentindo aquele ar gelado passeando pela sua roupa
e entrando por lugares indesejados como as suas costas? E a chuva?
tira a vontade de qualquer um andar de moto néh!
Desprendimento tudo bem, agora falta de conforto e proteção, nem pensar.
Sinceramente, muitas mulheres querem andar de moto como se estivessem
indo ao shopping, me desculpem o comparativo, mas é preciso colocar na
cabeça que não dá para andar de moto toda apertada, é extremamente
desconfortável. Escolha calça com elásticos laterais, elas cedem mais
e se ajustam melhor ao seu corpo, cós mais alto também faz a
diferença.
Escolha uma jaqueta/parca que caiba uma segunda pele embaixo do forro
e que permita você movimentar os braços e mexer-se. O comprimento
também é importante para impedir a entrada da chuva e do vento.
Roupas curtas sobem com o seu movimento e forçam você a ficar
´puxando-as´ para ajustá-las. Isso tira a sua concentração, seu
equilíbrio e faz com que se preocupe com um incômodo que poderia ser
evitado.
Claro que não podemos esquecer do capacete e, cá para nós, hoje em dia
os grafismos são um show não é mesmo?
Escolha um bom capacete e prefira aqueles feitos com materiais mais
leves, eles são mais confortáveis. Atente para o tamanho certo também.
Capacetes largos, com a ação do vento, ficam ´sambando´ na cabeça,
além do perigo de poderem sair na hora de um tombo.
Capacetes apertados dão ´dor de cabeça´.Procure um especialista e
informe-se bem, antes de adquirir um capacete.
Luvas são necessárias, escolha o modelo que mais lhe agrade avaliando
a temperatura em que vai ser usada. Neste caso, procure forros
isotérmicos, eles manterão a temperatura de seu corpo, isolando a
temperatura externa (meio ambiente). Avalie também a necessidade de
ser impermeável e (principalmente se você vai pilotar) a tatilidade do
material. Há luvas que são tão grossas, ou feitas com materiais tão
duros, que fazem você perder o tato. Pode parecer um detalhe, mas para
quem pilota atrapalha muito.
Uma dica que deixamos aqui é que as luvas usadas tenham protetores
externos por cima das articulações. No caso de acidente elas serão
muito úteis, visto que os tecidos que revestem as articulações são os
que tem maior dificuldade de cicatrização. Esta atenção serve para
TODAS articulações do corpo (Joelhos, Cotovelos, Ombros e Bacia). Há
alguns modelos que também têm um protetor para o escafóide (osso na
base das mãos), isso faz muita diferença no item segurança.
Nada impede que você leve/tenha mais de um tipo de luvas na sua
bagagem, você não vai se arrepender.
Botas, também são um problema para a maioria das mulheres na hora de
escolher. Por natureza nós já nascemos no salto, é nato. Porém, mais
uma vez é preciso lembrar a finalidade deste ítem durante a viagem:
proteção. Prefira as impermeáveis, dessa maneira você não precisa
ficar preocupada na hora em que pegar aquela pancada de chuva
inesperada.
Outro detalhe é a facilidade para serem calçadas. Não esqueça de
prever que devem ser usadas com meias ´grossas´, isso pode alterar o
tamanho escolhido.
Escrevi esse texto baseado na minha experiência como garupa.
Inicialmente fiz como a moça aí da charge, separei um monteeeeee de
roupas, calçados e acessórios para levar e sim, eu também achava
estranhas "aquelas" roupas para andar de moto.
Porém, nada como a prática pra você ir aprendendo qual o melhor
equipamento a ser utilizado.
Hoje, eu uso roupas, botas e luvas impermeáveis e superconfortáveis,
que me permitem prestar atenção nas paisagens por onde passamos. Curto
ao máximo nossas viagens com toda a proteção necessária.
Optei por usar parca ao invés de jaqueta, achei que vestia melhor e me
protegia mais.
Não saio sem a balaclava, acho que ela protege melhor meus cabelos, me
livrando dos nós e também deixando meu capacete limpo por mais tempo.
Você pode utilizar lenços também, ficam lindos.
Não abro mão do meu batom, rímel, protetor solar, sombra, perfume. É
só lembrar que as embalagens precisam ser menores do que as
convencionais, para alguns produtos, de sua preferência.
Enfim, levo tudo o que acho necessário e acredite, ainda volto com
roupas sem usar. Abuso dos colares principalmente, adoro e dão um
toque diferente nas suas fotos.
Use a sua criatividade, leve tudo o que achar necessário e viaje
muito, nada melhor que a experiência não é mesmo?
Afinal, ninguém nasce sabendo e as dicas estão aí para que você
aproveite da melhor maneira possível o seu passeio. Mostre ao seu
companheiro que você é capaz de usar o alforge que lhe pertence da
maneira mais otimizada possível. Ele vai acabar pedindo para que você
arrume o dele também.
Fonte: Confraria dos Lobos, Edna - A Garupa - http://www.confrariadoslobos.com.br/
Motociclista alemão viaja de moto pelo mundo e passa pelo Brasil
O alemão Tobias Dreissig, de 29 anos, natural de Stuttgart, escolheu parar
em Manaus em sua longa jornada ao redor do mundo em cima de uma motocicleta.
Ele começou a viajar em novembro de 2011, já passou por Ásia, África e
Europa, e está pela primeira vez no Brasil. Na América do Sul já passou por
Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colombia e Venezuela. Ele tem um
próprio blog contando suas experiências durante a viagem.
Tobias sempre viaja com pouco dinheiro e leva consigo roupas e uma barraca,
onde dorme na estrada. Ele conta que ao longo do caminho, muitas pessoas o
ajudam com comida e estadia, mas na maioria do percurso, se vira como pode.
"Encontrei gente que me ajudou muito, mas na maior parte do caminho, tive
que procurar lugares mais isolados para acampar e contar com um pouco de
sorte para comer", conta o alemão.
O aventureiro diz que gostou muito de Manaus, tanto que ficou na cidade mais
que o planejado. "Queria passar uma noite aqui e acabei ficando uma semana
inteira, apesar do calor é uma terra muito agradável", disse Tobias.
O motociclista segue rumo a Belém, no Pará, e de lá pretende ir até São
Paulo.
Tobi, como gosta de ser chamado, diz que viajar pela América do Sul está
sendo a parte mais emocionante e desafiadora de sua trajetória. "Quando
disse aos meus amigos que iria passar por aqui eles acharam que eu estava
louco, me contaram histórias horríveis, disseram que eu seria assaltado e
poderia ser morto. Quando passei pela Venezuela, e agora no Brasil, que
foram os lugares sobre os quais mais me contaram coisas horríveis, fiquei
agradavelmente surpreso, pois encontrei gente hospitaleira, sempre disposta
a ajudar e fiz muitos amigos", disse o aventureiro.
Tobias afirma que a busca pelo conhecimento o motivou a iniciar a viagem ao
redor do mundo. "É impressionante o conhecimento que se adquire viajando
assim, conhecendo pessoas, culturas, costumes, e povos completamente
diferentes uns dos outros. Esse tipo de conhecimento não se aprende na
faculdade", enfatiza o motociclista.
Dreissig pretende terminar sua jornada em setembro deste ano, com cerca de
28 mil quilômetros rodados, e voltar a sua vida normal, como funcionário de
uma fábrica automotiva na Alemanha. "Preciso juntar dinheiro para fazer mais
viagens como esta, por isso, quando voltar para a Alemanha vou voltar a
minha vida normal, trabalhando e agora também escrevendo sobre minhas
aventuras para uma revista", afirma Tobi.
O Blog do motociclista é (em inglês):
http://www.adventure-travel-experience.de/index.php?report=en_suedamerika
Fonte: G1, adaptado por RockRiders.com.br








