Autoria atribuída a Eduardo Galeano,
jornalista uruguaio, escritor de "As Veias Abertas da América Latina".
O que acontece comigo, que não consigo andar pelo mundo pegando coisas
e trocando-as pelo modelo seguinte,
só porque alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco?
Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos,
pendurávamos no varal junto com outras roupinhas, passávamos,
dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujas.
E eles, nossos nenês, apenas cresceram, tiveram seus próprios filhos
e se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas.
Entregaram-se, inescrupulosamente, às descartáveis!
Sim, já sei.
À nossa geração sempre foi difícil jogar fora.
Nem os defeituosos conseguíamos descartar!
E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
Nããão!
Eu não digo que isto era melhor.
O que digo é que, em algum momento, eu me distraí, caí do mundo e,
agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto.
O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma
vez por ano,
o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
Guardo os copos descartáveis!
Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.
Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta
dos talheres!
É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!
É mais!
Compravam-se para a vida dos que vinham depois!
A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até
bacias de louça.
E acontece que em nosso, nem tão longo casamento,
tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância,
e trocamos de refrigerador três vezes.
Nos estão incomodando!
Eu descobri!
Fazem de propósito!
Tudo se lasca, se gasta, se oxida,
se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma, não se conserta.
O obsoleto é de fábrica.
Aonde estão os sapateiros fazendo meia - solas dos tênis Nike?
Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa?
Quem arruma as facas elétricas: o afiador ou o eletricista?
Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os seleiros?
Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e
mais e mais lixo.
Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em
toda a história da humanidade.
Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno,
pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo!
Eu juro!
E tenho menos de ... anos!
Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro,
aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII).
Não existia o plástico, nem o nylon.
A borracha só víamos nas rodas dos carros e, as que não estavam rodando,
as queimávamos na Festa de São João.
Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais,
serviam de adubo ou se queimava.
Desse tempo venho eu.
E não que tenha sido melhor...
É que não é fácil para uma pobre pessoa,
que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa",
mudar para o "compre e jogue fora que já tem um novo modelo".
Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário,
és um pobretão.
Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado...
E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!!
Mas... por amor de Deus!
Minha cabeça não resiste tanto.
Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de
celular uma vez por semana,
como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o
endereço real.
E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número,
a mesma mulher,
a mesma e o mesmo nome?
Educaram-me para guardar tudo.
Tuuuudo!
O que servia e o que não servia.
Porque, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
Acreditávamos em tudo.
Sim , já sei, tivemos um grande problema:
nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não.
E no afã de guardar (por que éramos de acreditar),
guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo,
os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.
Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular
poucos meses depois de o comprar?
Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente,
não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com
que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas.
A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato,
a segunda para os talheres.
A terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres.
E guardávamos...
Como guardávamos!!
Tuuuudo!!!
Guardávamos as tampinhas dos refrigerantes!!!
Como, para quê?
Fazíamos capachos, colocávamos diante da porta para tirar o barro dos sapatos.
Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares.
Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos
e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa
de fim de ano da escola.
Tuuudo guardávamos!
Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar isqueiros
descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para
isqueiros descartáveis.
E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por
todo o tempo escolar.
E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de fiambre,
na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas!
As pilhas dos primeiros radinhos transistores passavam
do congelador ao telhado da casa.
Por que não sabíamos bem se, se devia dar calor ou frio para que
durassem um pouco mais.
Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil,
não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim.
As coisas não eram descartáveis.
Eram guardáveis.
Os jornais!!!
Serviam para tudo:
como de forro para as botas de borracha,
para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisas para enrolar.
Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um embrulho
de bananas.
E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para
fazer guias de enfeites de natal,
e as páginas dos almanaques para fazer quadros,
e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse,
e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão
(Cosmopolita era a marca de um fogão que funcionava com gás)
desde outra que estivesse acesa,
e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos
e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta,
com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de paus".
As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa
e o ganchinho de metal.
Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade,
para voltar outra vez a ser um prendedor completo.
Eu sei o que nos acontecia:
custava-nos muito declarar a morte de nossos objetos.
Assim como hoje, as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem
deixar de ser úteis.
Aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!
E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em
base, nos disseram:
comam o sorvete e depois joguem o copinho fora!
E nós dizíamos que sim, mas, imagina que a lançávamos fora!!!
As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças.
As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones.
As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de
duvidosa beleza.
As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas,
as tampas de garrafões em cinzeiros,
as primeiras latas de cerveja em porta-lápis
e as rolhas de cortiça esperavam encontrar-se com uma garrafa.
E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores
que se descartam e os que preservávamos.
Ah!!! Não vou fazer!!!
Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis;
também o casamento e até a amizade são descartáveis.
Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.
Mordo-me para não falar da identidade que se vai perdendo,
da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero.
Não vou fazer!
Não vou misturar os temas,
não vou dizer que ao eterno tornaram caduco
e ao caduco fizeram eterno.
Não vou dizer que aos velhos se declara a morte
quando apenas começam a falhar em suas funções,
que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos,
que as pessoas a que lhes falta alguma função
se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos,
com brilhos, com gel no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares.
Do contrário, se misturariam as coisas,
teria que pensar seriamente em entregar à bruxa,
como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros
e alguma função nova.
Mas, como sou lento para transitar neste mundo da reposição,
corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Correios: Governo brasileiro que criar email antiespionagem
_______________________________
(Foto: Reprodução)
Governo brasileiro que criar email antiespionagem
Por Redação Olhar Digital - em 02/09/2013 às 19h10
Avaliação:
O Governo quer lançar, por meio dos Correios, um serviço de email
nacional e criptografado. Nesta segunda-feira, 2, o secretário
executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, colocou a
proposta como uma medida às recentes acusações de espionagem
norte-americana.
"Os Correios já trabalham há bastante tempo com certificação digital e
criptografia. Daí para um serviço de e-mail de massa, com essas
características, é fácil", avaliou Lins. O sistema lucraria com
modelos de publicidade semelhantes ao do Gmail.
Além da criptografia, por medidas de segurança, todos os dados deverão
ser armazenados em servidores brasileiros.
Como há uma série de custos a serem avaliados, principalmente com
datacenters, o governo ainda não estabeleceu uma data para lançar o
serviço. No entanto, o jornal Folha de S.Paulo sugere que a novidade
deverá chegar ainda no segundo semestre de 2014.
"No ano passado, [os EUA] fizeram 311 solicitações [às empresas]. É
preciso estimular um serviço de e-mail mais seguro.", disse Paulo
Bernardo, ministro das Comunicações, ao jornal.
Bernardo ainda defende o envolvimento dos Correios no projeto. "Os
Correios têm uma bandeira de credibilidade grande. Entregam carta no
Brasil há 350 anos e ninguém acha que eles ficam bisbilhotando",
disse.
O ministro defende ainda uma alteração na legislação para que,
espionar emails seja considerando um ato tão criminoso quanto abrir
correspondências de terceiros.
Repúdio à espionagem
Após uma reportagem do Fantástico, exibida nesse domingo, 1, na TV
Globo, que reportou que o Governo brasileiro e até a presidente Dilma
foram espionados pelos EUA, os governantes convocaram uma reunião
emergencial nesta segunda-feira, 2. No início da tarde, informaram que
irão pedir explicações formais do governo norte-americano.
(Foto: Reprodução)
Governo brasileiro que criar email antiespionagem
Por Redação Olhar Digital - em 02/09/2013 às 19h10
Avaliação:
O Governo quer lançar, por meio dos Correios, um serviço de email
nacional e criptografado. Nesta segunda-feira, 2, o secretário
executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, colocou a
proposta como uma medida às recentes acusações de espionagem
norte-americana.
"Os Correios já trabalham há bastante tempo com certificação digital e
criptografia. Daí para um serviço de e-mail de massa, com essas
características, é fácil", avaliou Lins. O sistema lucraria com
modelos de publicidade semelhantes ao do Gmail.
Além da criptografia, por medidas de segurança, todos os dados deverão
ser armazenados em servidores brasileiros.
Como há uma série de custos a serem avaliados, principalmente com
datacenters, o governo ainda não estabeleceu uma data para lançar o
serviço. No entanto, o jornal Folha de S.Paulo sugere que a novidade
deverá chegar ainda no segundo semestre de 2014.
"No ano passado, [os EUA] fizeram 311 solicitações [às empresas]. É
preciso estimular um serviço de e-mail mais seguro.", disse Paulo
Bernardo, ministro das Comunicações, ao jornal.
Bernardo ainda defende o envolvimento dos Correios no projeto. "Os
Correios têm uma bandeira de credibilidade grande. Entregam carta no
Brasil há 350 anos e ninguém acha que eles ficam bisbilhotando",
disse.
O ministro defende ainda uma alteração na legislação para que,
espionar emails seja considerando um ato tão criminoso quanto abrir
correspondências de terceiros.
Repúdio à espionagem
Após uma reportagem do Fantástico, exibida nesse domingo, 1, na TV
Globo, que reportou que o Governo brasileiro e até a presidente Dilma
foram espionados pelos EUA, os governantes convocaram uma reunião
emergencial nesta segunda-feira, 2. No início da tarde, informaram que
irão pedir explicações formais do governo norte-americano.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
MÉDICOS CUBANOS (Alexandre Garcia)
GOVERNO BRASILEIRO
Rasgando a Constituição e Dispositivos Legais
Alexandre Garcia
MÉDICOS CUBANOS
Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja
e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libertos das pequenas
confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.
Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas
universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em
servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes
são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo
toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só
republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.
E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis
competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de
pessoas, de seres humanos, de gente.
O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados
internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do
PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando
pessoas para fins econômicos. Cuba esta vendendo médicos. Cuba utiliza
de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam
enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime
internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.
E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo
protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente
aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez
assume o papel de "gato", o operador, o intermediário, aquele que
aproxima as partes, que fecha o negócio, que "lava" as mãos dos
criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o
Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão-de-obra
em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.
O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um
trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o
que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em
massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não
pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil,
deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS.
Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao
décimo-terceiro salário. Não é o que acontece. O escravo cubano não
recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como
se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer
commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de
custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à
escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das
prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e
sem nenhum direito trabalhista.
Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é
fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção
exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte
é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem
poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois
se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe
abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção
de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco.
Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes,
remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.
Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a
uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do
Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade
e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros. O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São
Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu
partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria o Rosário, está em
silêncio obsequioso.
A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo
brasileiro, nosso país terá se transformando num campo de concentração
e numa imensa prisão para escravos políticos. A nossa Constituição
será rasgada, pois:
Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes
no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade,
à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº
5.948, de 26 de Outubro de 2006, que trata da Política Nacional de
Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais
sobre o tema:
Art. 2°. § 4o A intermediação, promoção ou facilitação do
recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do
acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura
tráfico de pessoas.
Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro
de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para
outro, dentro do território nacional.
Art. 2o. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado
entre Estados distintos.
Art. 2° § 7o O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a
configuração do tráfico de pessoas.
Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do
escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a
integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação
configura, mediante fiscalização.
Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos. os acordos
internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão
derrogados. Não seremos mais uma democracia. Se alguém tem alguma
dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES
ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.
E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos
o seu passaporte.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma
Carteira de Trabalho.
Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em
uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.
Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas
ao médico cubano.
Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os
Tratados Internacionais.
Rasgando a Constituição e Dispositivos Legais
Alexandre Garcia
MÉDICOS CUBANOS
Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja
e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libertos das pequenas
confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.
Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas
universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em
servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes
são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo
toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só
republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.
E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis
competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de
pessoas, de seres humanos, de gente.
O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados
internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do
PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando
pessoas para fins econômicos. Cuba esta vendendo médicos. Cuba utiliza
de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam
enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime
internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.
E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo
protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente
aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez
assume o papel de "gato", o operador, o intermediário, aquele que
aproxima as partes, que fecha o negócio, que "lava" as mãos dos
criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o
Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão-de-obra
em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.
O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um
trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o
que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em
massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não
pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil,
deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS.
Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao
décimo-terceiro salário. Não é o que acontece. O escravo cubano não
recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como
se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer
commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de
custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à
escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das
prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e
sem nenhum direito trabalhista.
Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é
fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção
exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte
é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem
poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois
se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe
abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção
de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco.
Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes,
remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.
Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a
uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do
Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade
e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros. O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São
Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu
partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria o Rosário, está em
silêncio obsequioso.
A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo
brasileiro, nosso país terá se transformando num campo de concentração
e numa imensa prisão para escravos políticos. A nossa Constituição
será rasgada, pois:
Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes
no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade,
à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº
5.948, de 26 de Outubro de 2006, que trata da Política Nacional de
Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais
sobre o tema:
Art. 2°. § 4o A intermediação, promoção ou facilitação do
recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do
acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura
tráfico de pessoas.
Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro
de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para
outro, dentro do território nacional.
Art. 2o. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado
entre Estados distintos.
Art. 2° § 7o O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a
configuração do tráfico de pessoas.
Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do
escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a
integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação
configura, mediante fiscalização.
Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos. os acordos
internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão
derrogados. Não seremos mais uma democracia. Se alguém tem alguma
dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES
ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.
E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos
o seu passaporte.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma
Carteira de Trabalho.
Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em
uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.
Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas
ao médico cubano.
Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os
Tratados Internacionais.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Dia do Maçom - 20 de Agosto
Como é do conhecimento de todos, nessa data nós comemoramos o Dia do Maçom,
aqui no Brasil. Tal evento já está consagrado, devendo ser obedecido e
festejado com todo entusiasmo.
O esclarecimento que segue a seguir, foi baseado nos livros e
pesquisas do insubstituível Mestre José Castellani (que na época era
Grande Secretário de Educ. e Cultura do GOB):
o que poucos sabem é que essa data foi erradamente escolhida por
pseudo-historiadores maçônicos, que talvez, na pressa de lançar um
comunicado, ou pelo hábito de não se certificarem da veracidade da
informação, ou mais propriamente, na ânsia de mostrar que a Maçonaria
faz e fez tudo, cometeram uma gafe histórica.
O que aconteceu foi que na 14ª reunião (Loja) do Grande Oriente do
Brasil, naquele tempo, hamado Grande Oriente Brasílico, tendo como
Venerável o Ir.:Joaquim Gonçalves Ledo teve, na abertura da Ata, o
seguinte: "dia 20 (vigésimo dia) do sexto mês de 5822".
O ano nós sabemos ser de 1822, pois basta no caso, tirar 4000 para
passarmos da era da V.: L.: para a E.:V.: Quanto ao mês, também, não
há problema, pois sabemos que o calendário maçônico começa em março.
Do que não se aperceberam, foi que, naquela época o Rito praticado era
o Adonhiramita, que segue, muito próximo, o calendário religioso
hebraico, sendo que o primeiro dia do mês é o dia 21.
Isso é que não foi levado em conta, pois se fizermos as contas (vamos
fazer: do dia 21 de agosto até o dia 31 são 11 dias. Com mais 9 dias,
para completar o vigésimo dia, cai no dia
09 de setembro) veremos que a data em que teve essa Loja foi em 09 de
setembro de 1822.
Tanto é verdade, que no Boletim Oficial do GOB, em 1874, reproduz essa
Ata com a data de 09 de setembro de 1822.
Inclusive, nessa Ata, Ir.: Ledo, ressaltava a importância do evento
acontecido em 07 de setembro, quando D.Pedro, proclamou nossa
independência (lembrem-se que eles estavam no Rio de Janeiro, e a
Independência ocorreu em São Paulo, e o meio de transporte era o
cavalo ou mula).
Como ele não menciona datas na Ata, somente a do dia da mesma, e como
abriu debates sobre o ocorrido, com a intenção de deixar bem claro, a
quem quer que fosse, que a separação de Portugal, era no momento a
melhor alternativa,esses historiadores mais afoitos, concluíram que se
a data era 20 de agosto (erradamente, repito), a Independência do
Brasil tinha sido definida em Loja sendo que o "Grito do Ipiranga" foi
somente uma confirmação do já estava pré determinado.
Pessoas influentes da Maçonaria, acreditando nesse erro, achando que
essa data era especial, proclamaram-na como sendo a do Dia do Maçom.
Escrever que D.Pedro recebeu uma carta, antes da proclamação da
Independência na qual citava que a Maçonaria estava dando respaldo ao
ato, é chutar o balde de leite...com os dois pés.
Hoje é do conhecimento de todos (é só ir procurar nos arquivos da
Biblioteca do GOB) que na data de 20 de agosto de 1822 o Grande
Oriente Brasílico, não tinha se reunido para abertura de Loja, muito
menos para "Sessão Extraordinária".
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
aqui no Brasil. Tal evento já está consagrado, devendo ser obedecido e
festejado com todo entusiasmo.
O esclarecimento que segue a seguir, foi baseado nos livros e
pesquisas do insubstituível Mestre José Castellani (que na época era
Grande Secretário de Educ. e Cultura do GOB):
o que poucos sabem é que essa data foi erradamente escolhida por
pseudo-historiadores maçônicos, que talvez, na pressa de lançar um
comunicado, ou pelo hábito de não se certificarem da veracidade da
informação, ou mais propriamente, na ânsia de mostrar que a Maçonaria
faz e fez tudo, cometeram uma gafe histórica.
O que aconteceu foi que na 14ª reunião (Loja) do Grande Oriente do
Brasil, naquele tempo, hamado Grande Oriente Brasílico, tendo como
Venerável o Ir.:Joaquim Gonçalves Ledo teve, na abertura da Ata, o
seguinte: "dia 20 (vigésimo dia) do sexto mês de 5822".
O ano nós sabemos ser de 1822, pois basta no caso, tirar 4000 para
passarmos da era da V.: L.: para a E.:V.: Quanto ao mês, também, não
há problema, pois sabemos que o calendário maçônico começa em março.
Do que não se aperceberam, foi que, naquela época o Rito praticado era
o Adonhiramita, que segue, muito próximo, o calendário religioso
hebraico, sendo que o primeiro dia do mês é o dia 21.
Isso é que não foi levado em conta, pois se fizermos as contas (vamos
fazer: do dia 21 de agosto até o dia 31 são 11 dias. Com mais 9 dias,
para completar o vigésimo dia, cai no dia
09 de setembro) veremos que a data em que teve essa Loja foi em 09 de
setembro de 1822.
Tanto é verdade, que no Boletim Oficial do GOB, em 1874, reproduz essa
Ata com a data de 09 de setembro de 1822.
Inclusive, nessa Ata, Ir.: Ledo, ressaltava a importância do evento
acontecido em 07 de setembro, quando D.Pedro, proclamou nossa
independência (lembrem-se que eles estavam no Rio de Janeiro, e a
Independência ocorreu em São Paulo, e o meio de transporte era o
cavalo ou mula).
Como ele não menciona datas na Ata, somente a do dia da mesma, e como
abriu debates sobre o ocorrido, com a intenção de deixar bem claro, a
quem quer que fosse, que a separação de Portugal, era no momento a
melhor alternativa,esses historiadores mais afoitos, concluíram que se
a data era 20 de agosto (erradamente, repito), a Independência do
Brasil tinha sido definida em Loja sendo que o "Grito do Ipiranga" foi
somente uma confirmação do já estava pré determinado.
Pessoas influentes da Maçonaria, acreditando nesse erro, achando que
essa data era especial, proclamaram-na como sendo a do Dia do Maçom.
Escrever que D.Pedro recebeu uma carta, antes da proclamação da
Independência na qual citava que a Maçonaria estava dando respaldo ao
ato, é chutar o balde de leite...com os dois pés.
Hoje é do conhecimento de todos (é só ir procurar nos arquivos da
Biblioteca do GOB) que na data de 20 de agosto de 1822 o Grande
Oriente Brasílico, não tinha se reunido para abertura de Loja, muito
menos para "Sessão Extraordinária".
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Kawasaki convoca recall dos modelos Ninja 300, Ninja 300 ABS e Z 800 ABS
Grid Motors publicou: " Inspeção preventiva visa conserto de possível
travamento das rodas e falhas do motor De maneira preventiva, a
Kawasaki Motores do Brasil Ltda. convoca os proprietários dos modelos
abaixo identificados, a entrar em contato com uma Concessionária Aut"
Kawasaki convoca recall dos modelos Ninja 300, Ninja 300 ABS e Z 800 ABS
Inspeção preventiva visa conserto de possível travamento das rodas e
falhas do motor
De maneira preventiva, a Kawasaki Motores do Brasil Ltda. convoca os
proprietários dos modelos abaixo identificados, a entrar em contato
com uma Concessionária Autorizada Kawasaki para agendamento de
inspeção e eventual reparo gratuito dos seguintes componentes:
A razão técnica que motivou a realização desse chamado para os modelos
Ninja 300 e Ninja 300 ABS (relação de chassis indicados no quadro) foi
a programação incorreta da unidade de controle eletrônico (ECU), que
poderá causar a interrupção do sistema de alimentação de combustível
e, em situação de redução de marcha, no momento em que a embreagem for
acionada com rotações próximas dos 3000 RPM, poderá desligar o motor.
Já para os modelos Ninja 300 ABS e Z800 ABS (relação de chassis
indicados no quadro) foi uma falha no processo de fabricação da
unidade hidráulica do ABS. Algumas unidades podem ter sido montadas
com uma rebarba de alumínio que poderá se alojar em uma válvula de
retenção da unidade, o que pode levar a falha no funcionamento do ABS
em situações de frenagens bruscas e, eventualmente, causar o
travamento das rodas.
Fonte: Revista Mundo Moto
travamento das rodas e falhas do motor De maneira preventiva, a
Kawasaki Motores do Brasil Ltda. convoca os proprietários dos modelos
abaixo identificados, a entrar em contato com uma Concessionária Aut"
Kawasaki convoca recall dos modelos Ninja 300, Ninja 300 ABS e Z 800 ABS
Inspeção preventiva visa conserto de possível travamento das rodas e
falhas do motor
De maneira preventiva, a Kawasaki Motores do Brasil Ltda. convoca os
proprietários dos modelos abaixo identificados, a entrar em contato
com uma Concessionária Autorizada Kawasaki para agendamento de
inspeção e eventual reparo gratuito dos seguintes componentes:
A razão técnica que motivou a realização desse chamado para os modelos
Ninja 300 e Ninja 300 ABS (relação de chassis indicados no quadro) foi
a programação incorreta da unidade de controle eletrônico (ECU), que
poderá causar a interrupção do sistema de alimentação de combustível
e, em situação de redução de marcha, no momento em que a embreagem for
acionada com rotações próximas dos 3000 RPM, poderá desligar o motor.
Já para os modelos Ninja 300 ABS e Z800 ABS (relação de chassis
indicados no quadro) foi uma falha no processo de fabricação da
unidade hidráulica do ABS. Algumas unidades podem ter sido montadas
com uma rebarba de alumínio que poderá se alojar em uma válvula de
retenção da unidade, o que pode levar a falha no funcionamento do ABS
em situações de frenagens bruscas e, eventualmente, causar o
travamento das rodas.
Fonte: Revista Mundo Moto
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Salmo da Harley - Harley´s Psalm
A Harley é minha moto e eu não deverei querer outra.
Ela fez com que eu caísse em estradas lamacentas.
Ela escorregou quando estava ao lado de águas profundas.
Ela arruinou meus nervos e me levou a caminhos de idiotice em seu nome.
E mesmo que eu pilote pelos vales, e a empurre pelas colinas,
suas bielas e raios irão me torturar.
Ela me prepara para as provações que virão, e na presença de meus inimigos,
me ensinou a temer as velozes e as britânicas.
Ela besuntou minha roupa com óleo, e transbordou o carburador.
Em verdade, eu lhes digo: esse monstro irá amaldiçoar todos os dias da
minha vida,
e eu deverei habitar ao lado de uma loja de peças para todo o sempre.
Ela fez com que eu caísse em estradas lamacentas.
Ela escorregou quando estava ao lado de águas profundas.
Ela arruinou meus nervos e me levou a caminhos de idiotice em seu nome.
E mesmo que eu pilote pelos vales, e a empurre pelas colinas,
suas bielas e raios irão me torturar.
Ela me prepara para as provações que virão, e na presença de meus inimigos,
me ensinou a temer as velozes e as britânicas.
Ela besuntou minha roupa com óleo, e transbordou o carburador.
Em verdade, eu lhes digo: esse monstro irá amaldiçoar todos os dias da
minha vida,
e eu deverei habitar ao lado de uma loja de peças para todo o sempre.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
COWAN GOTEIRA
COWAN - (GOTEIRA)
"COWAN" é uma palavra desconhecida para uma boa parte da população
maçônica, principalmente da nossa região. "Goteira", porém, muda um
pouco de figura, sendo um termo nosso conhecido e o personagem
considerado perigoso entre os Maçons.
Na Inglaterra também tem o significado de Goteira e de Profano; porém
o termo Covan não figurou na maçonaria Inglesa até ser introduzido
como que oficialmente, pelo Escocês Dr. James Anderson, em seu segundo
"Livro das Constituições", em 1738 (quando da sua reforma).
Se derivado do Grego o termo Cowan significa "CÃO" – devido aos
curiosos e asquerosos hábitos daquele animal. Queriam eles dizer que
cães e porcos estão sempre associados à sujeira.
Um dicionário de linguagem francesa, de Jeiniesom, diz que Cowan é
derivado da palavra francesa "COION" (um companheiro covarde) um
(miserável covarde), sendo para alguns escritores um disparate, esta
colocação.
As pesquisas dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, apontam como
"Covan", um maçom que construía "muro seco" – isto é, muros ou paredes
sem o uso de cimento ou argamassa.
Entendemos que os Maçons da época queriam dizer que aqueles homens (os
Covans) não tinham o principal elemento cultural para ligar,
convenientemente (com argamassa = atributos), as pedras preparadas com
o uso do "Maço" e do "Cinzel", (ferramentas usadas pelos "Canteiros ou
fazedores de cantos em pedras da época); então, construíam, amontoando
e aprumando simplesmente as pedras preparadas".
Diz-se ainda que o termo Covan foi extraído de um documento maçônico,
em 1730, portanto, antes da Reforma da Constituição de Anderson em
1738, quando Samuel Prichard introduziu a referida palavra num diálogo
existente no seu livro "MASONRY DISSECTED":
P. – Onde se assenta o Aprendiz?
R. – No Norte.
P. – Qual a sua ocupação?
R. – Afastar os "COVANS" (curiosos) e bisbilhoteiros.
P. – Se um bisbilhoteiro for apanhado, como deve ser castigado?
R. –Deve ser colocado sob o beiral da casa até que as Goteiras da
chuva, a escorrer pelos seus ombros, saiam pelos sapatos.
Como podemos ver, em 1930, duas palavras conhecidas nossas nos dias de
hoje aparecem no referido livro Inglês.
Levantou-se ainda que a Ata N° 0, da Loja Mãe do Mundo "KILWINNING",
de 1707, antes ainda de 1730, registrou que nenhum Maçom deve empregar
um "Cowan" (Maçom sem a Palavra), para trabalhar. Isto significa que
naquela época quem não tinha uma certa palavra, convencional, não
podia trabalhar para os maçons regulares ou junto com eles. Assim como
nos nossos dias não podemos ter ingresso às Lojas sem a P. ´. Sem.´.,
sabendo, inclusive, como transmiti-la;
A palavra Cowan aparece freqüentemente nos textos Escoceses,
significando: espião, abelhudo, bisbilhoteiro etc., embora seu
significado na Maçonaria não era só isso, podendo dar significação a
um Pedreiro que, após trabalhar determinado tempo e ao final, não
conseguisse renovar o seu contrato, mesmo que trabalhasse sete anos,
este Aprendiz de Pedreiro, somente por este tempo de serviço, poderia
não entrar para a "Fraternidade" (grupo organizado de homens do Maço,
Maçons), passando a ser considerado um Cowan (bisbilhoteiro), um
estranho, um Goteira nos assuntos de Maçonaria.
Seria o mesmo, nos dias de hoje, que um Aprendiz ou Companheiro, ao
final do seu Interstício não conseguisse, por algum motivo, ser
Elevado ou Exaltado, sendo desligado do Quadro e não tendo mais acesso
aos trabalhos e ainda mais, sua aproximação sendo considerada a partir
daí, um ato de curiosidade.
Como dissemos, o termo COWAN entrou oficialmente para a Maçonaria em
1738, significando profano, embora se saiba que esta designação, fora
da Maçonaria signifique uma pessoa estranha às coisas religiosas, um
ignorante às coisas sagradas, etc.
O nosso Irmão Assis Carvalho informa, inclusive, que o cargo de
Cobridor Externo (Tyler em inglês), originou-se devido a presença do
Covan (Goteira), que se aproximava para observar os trabalhos da Loja
e ouvir o que os Maçons falavam ou faziam.
Quando um Cowan (Goteira) se aproximava da Loja ou de um grupo de
Maçons, eles diziam: CHOVE, GOTEIRA; se era uma mulher que se
aproximava, diziam: NEVA, ESTÁ NEVANDO. E imediatamente todos paravam
de falar, pelo menos em assuntos da Maçonaria.
O termo Goteira ou (Cowan em outro idioma) nos chama a atenção até
mesmo na C.´. de Ref.´.: "Se a curiosidade aqui te conduz, retira-te".
O curioso sempre foi mal visto pelos Maçons.
No passado, na Maçonaria Operativa, o tratamento dado aos Cowans
(Goteiras) era o seguinte: quando se pegava alguém espionando os
trabalhos da Loja, que na verdade funcionavam em tavernas (tabernas),
aplicavam-lhe uma tremenda surra e o colocavam embaixo das goteiras da
chuva para molhar-se todo. Se fosse tempo seco, davam-lhe um bom
banho, isto depois de uma boa surra.
Finalmente, depois de contarmos todos o milagres pesquisados no Livro
"Símbolos Maçônicos" dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, vamos
contar (conforme entendemos), a origem do termo ora estudado, o nosso
famoso "Goteira".
Consta nos velhos escritos ingleses que, durante as reuniões de
Pedreiros alguns curiosos subiam nos telhados das tavernas (tabernas),
penduravam-se nas calhas ou nos beirais, deitavam-se nos telhados e
com as cabeças penduradas como se fossem goteiras da chuva, tentavam
ouvir e ver o que falavam ou faziam os Maçons durante as reuniões.
Quando eram pegos, acontecia tudo aquilo que dissemos anteriormente.
Apanhavam e eram colocados sob a goteira da chuva já que gostavam de
assim se comportarem.
Daí a menção dos escritores de que a presença de um irmão armado de
espada fora dos Templos (Cobridor Externo) originou-se da necessidade
dos Maçons se protegerem dos "Goteiras" daquela época.
O escritor se posiciona em mais de uma vez em sua pesquisa, quanto a
necessidade de termos uma única Pal.´. Sem.´. entre as Potências,
desde que regulares.
Do livro "Símbolos Maçônicos" dos IIr.´. Assis Carvalho & Xico Trolha.
Texto enviado pelo Ir.'. Milton de Souza
Grande Loja de Goiás
"COWAN" é uma palavra desconhecida para uma boa parte da população
maçônica, principalmente da nossa região. "Goteira", porém, muda um
pouco de figura, sendo um termo nosso conhecido e o personagem
considerado perigoso entre os Maçons.
Na Inglaterra também tem o significado de Goteira e de Profano; porém
o termo Covan não figurou na maçonaria Inglesa até ser introduzido
como que oficialmente, pelo Escocês Dr. James Anderson, em seu segundo
"Livro das Constituições", em 1738 (quando da sua reforma).
Se derivado do Grego o termo Cowan significa "CÃO" – devido aos
curiosos e asquerosos hábitos daquele animal. Queriam eles dizer que
cães e porcos estão sempre associados à sujeira.
Um dicionário de linguagem francesa, de Jeiniesom, diz que Cowan é
derivado da palavra francesa "COION" (um companheiro covarde) um
(miserável covarde), sendo para alguns escritores um disparate, esta
colocação.
As pesquisas dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, apontam como
"Covan", um maçom que construía "muro seco" – isto é, muros ou paredes
sem o uso de cimento ou argamassa.
Entendemos que os Maçons da época queriam dizer que aqueles homens (os
Covans) não tinham o principal elemento cultural para ligar,
convenientemente (com argamassa = atributos), as pedras preparadas com
o uso do "Maço" e do "Cinzel", (ferramentas usadas pelos "Canteiros ou
fazedores de cantos em pedras da época); então, construíam, amontoando
e aprumando simplesmente as pedras preparadas".
Diz-se ainda que o termo Covan foi extraído de um documento maçônico,
em 1730, portanto, antes da Reforma da Constituição de Anderson em
1738, quando Samuel Prichard introduziu a referida palavra num diálogo
existente no seu livro "MASONRY DISSECTED":
P. – Onde se assenta o Aprendiz?
R. – No Norte.
P. – Qual a sua ocupação?
R. – Afastar os "COVANS" (curiosos) e bisbilhoteiros.
P. – Se um bisbilhoteiro for apanhado, como deve ser castigado?
R. –Deve ser colocado sob o beiral da casa até que as Goteiras da
chuva, a escorrer pelos seus ombros, saiam pelos sapatos.
Como podemos ver, em 1930, duas palavras conhecidas nossas nos dias de
hoje aparecem no referido livro Inglês.
Levantou-se ainda que a Ata N° 0, da Loja Mãe do Mundo "KILWINNING",
de 1707, antes ainda de 1730, registrou que nenhum Maçom deve empregar
um "Cowan" (Maçom sem a Palavra), para trabalhar. Isto significa que
naquela época quem não tinha uma certa palavra, convencional, não
podia trabalhar para os maçons regulares ou junto com eles. Assim como
nos nossos dias não podemos ter ingresso às Lojas sem a P. ´. Sem.´.,
sabendo, inclusive, como transmiti-la;
A palavra Cowan aparece freqüentemente nos textos Escoceses,
significando: espião, abelhudo, bisbilhoteiro etc., embora seu
significado na Maçonaria não era só isso, podendo dar significação a
um Pedreiro que, após trabalhar determinado tempo e ao final, não
conseguisse renovar o seu contrato, mesmo que trabalhasse sete anos,
este Aprendiz de Pedreiro, somente por este tempo de serviço, poderia
não entrar para a "Fraternidade" (grupo organizado de homens do Maço,
Maçons), passando a ser considerado um Cowan (bisbilhoteiro), um
estranho, um Goteira nos assuntos de Maçonaria.
Seria o mesmo, nos dias de hoje, que um Aprendiz ou Companheiro, ao
final do seu Interstício não conseguisse, por algum motivo, ser
Elevado ou Exaltado, sendo desligado do Quadro e não tendo mais acesso
aos trabalhos e ainda mais, sua aproximação sendo considerada a partir
daí, um ato de curiosidade.
Como dissemos, o termo COWAN entrou oficialmente para a Maçonaria em
1738, significando profano, embora se saiba que esta designação, fora
da Maçonaria signifique uma pessoa estranha às coisas religiosas, um
ignorante às coisas sagradas, etc.
O nosso Irmão Assis Carvalho informa, inclusive, que o cargo de
Cobridor Externo (Tyler em inglês), originou-se devido a presença do
Covan (Goteira), que se aproximava para observar os trabalhos da Loja
e ouvir o que os Maçons falavam ou faziam.
Quando um Cowan (Goteira) se aproximava da Loja ou de um grupo de
Maçons, eles diziam: CHOVE, GOTEIRA; se era uma mulher que se
aproximava, diziam: NEVA, ESTÁ NEVANDO. E imediatamente todos paravam
de falar, pelo menos em assuntos da Maçonaria.
O termo Goteira ou (Cowan em outro idioma) nos chama a atenção até
mesmo na C.´. de Ref.´.: "Se a curiosidade aqui te conduz, retira-te".
O curioso sempre foi mal visto pelos Maçons.
No passado, na Maçonaria Operativa, o tratamento dado aos Cowans
(Goteiras) era o seguinte: quando se pegava alguém espionando os
trabalhos da Loja, que na verdade funcionavam em tavernas (tabernas),
aplicavam-lhe uma tremenda surra e o colocavam embaixo das goteiras da
chuva para molhar-se todo. Se fosse tempo seco, davam-lhe um bom
banho, isto depois de uma boa surra.
Finalmente, depois de contarmos todos o milagres pesquisados no Livro
"Símbolos Maçônicos" dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, vamos
contar (conforme entendemos), a origem do termo ora estudado, o nosso
famoso "Goteira".
Consta nos velhos escritos ingleses que, durante as reuniões de
Pedreiros alguns curiosos subiam nos telhados das tavernas (tabernas),
penduravam-se nas calhas ou nos beirais, deitavam-se nos telhados e
com as cabeças penduradas como se fossem goteiras da chuva, tentavam
ouvir e ver o que falavam ou faziam os Maçons durante as reuniões.
Quando eram pegos, acontecia tudo aquilo que dissemos anteriormente.
Apanhavam e eram colocados sob a goteira da chuva já que gostavam de
assim se comportarem.
Daí a menção dos escritores de que a presença de um irmão armado de
espada fora dos Templos (Cobridor Externo) originou-se da necessidade
dos Maçons se protegerem dos "Goteiras" daquela época.
O escritor se posiciona em mais de uma vez em sua pesquisa, quanto a
necessidade de termos uma única Pal.´. Sem.´. entre as Potências,
desde que regulares.
Do livro "Símbolos Maçônicos" dos IIr.´. Assis Carvalho & Xico Trolha.
Texto enviado pelo Ir.'. Milton de Souza
Grande Loja de Goiás
O Rito Escocês e Retificado
O Rito Escocês Retificado
Lembro que um "Rito" pode ser definido como uma apresentação
particular da maçonaria, cujo caráter se distingue do caráter de
outros Ritos, pela forma . Como sabemos existem muitos Ritos. Vamos
pesquisar alguma coisa sobre o Rito Escocês Retificado.
É essencialmente um Rito cristão, e foi derivado do Rito "Estrita
Observância" do século XVIII.
Vou abrir parênteses para falar um pouco sobre esse último Rito
mencionado: "foi uma modificação da Maçonaria, baseada na Ordem dos
Cavaleiros Templários e introduzido na Alemanha em 1754, pelo seu
fundador o Barão Von Hund.
Foi dividido em sete Graus: 1 – Aprendiz; 2 – Companheiro; 3 – Mestre;
4 – Mestre Escocês; 5 – Noviço; 6 – Templário; 7 – Cavaleiro
Declarado.
Relata a fuga, após a morte de Jacques de Molay, de alguns Cavaleiros
Templários para a Escócia onde conseguiram passar por Maçons
Operativos, conseguindo dar continuidade à Ordem Templária. Esses
eventos constituem a base principal dos graus desse Rito.
Outros eventos foram adicionados, conectados comAlquimia, Mágica e
outras práticas superticiosas. ( Enciclopédia da Maçonaria – Mackey).
Voltando ao Rito Escocês Retificado, sabemos que os Estatutos de
Anderson exigiam a crença em Deus, mas sem requerer outra religião
senão "aquela com a qual todos os homens concordam".
Entretanto, existe um documento "o mais antigo documento francês, de
1735, chamado Deveres
Prescritos aos Maçons Livres, afirmando o que segue, baseado nas
Constituições de Anderson – "...há algum tempo, julgou-se mais sensato
só exigir deles a religião com a qual todo CRISTÃO concorda, deixando
a cada um...." Nas Constituições de Anderson, como vimos acima, lemos
"....a religião com a qual todos os HOMENS concordam....
Assim, com a frase "com a qual todo cristão concorda" o documento
Francês difere fundamentalmente do documento inglês. Para
compreendê-la, é preciso lembrar que as primeiras Lojas Francesas
tinham sido fundadas por jacobitas ardentes, fiéis aos Stuart
exilados, e em sua maioria, católicos. Pode-se ver nesse documento a
origem remota do Rito Escocês Retificado que, por intermédio da
Estrita Observância, herdou a exigência cristã (Alec Mellor).
A história desse Rito foi um pouco tumultuosa, pois durante tempos
atrás, se discutia muito sobre a questão de se saber "de qual
cristianismo se trata" formando-se duas tendências, uma
tradicionalista, que rejeita qualquer descristianização oculta nas
palavras e outra, avançada, que não admite mais a exclusão dos
não-cristãos. (Alec Mellor) Em sua forma, o Rito permanece muito fiel
às cerimônias em vigor do século XVIII, conservando o uso do chapéu e
das espadas.
Os seis e únicos graus do Rito Escocês Retificado são:
Lojas Simbólicas, também chamadas Lojas de São João: (administradas
por uma Potência Simbólica)
1) Aprendiz; 2) Companheiro; 3) Mestre
Lojas Verdes: (administradas pela potência filosófica, ou seja O
Grande Priorado Retificado)
4) Mestre Escocês de Santo André.
Ordem Interior: ( adm.Grande Priorado Retificado)
5) Escudeiro Noviço;
6) CBCS - Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa. (Ordem dos CBCS)
Resumindo: 1) Aprendiz; 2) Companheiro; 3) Mestre; 4) Mestre Escocês
de Santo André; 5) Escudeiro Noviço; 6) CBCS.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Lembro que um "Rito" pode ser definido como uma apresentação
particular da maçonaria, cujo caráter se distingue do caráter de
outros Ritos, pela forma . Como sabemos existem muitos Ritos. Vamos
pesquisar alguma coisa sobre o Rito Escocês Retificado.
É essencialmente um Rito cristão, e foi derivado do Rito "Estrita
Observância" do século XVIII.
Vou abrir parênteses para falar um pouco sobre esse último Rito
mencionado: "foi uma modificação da Maçonaria, baseada na Ordem dos
Cavaleiros Templários e introduzido na Alemanha em 1754, pelo seu
fundador o Barão Von Hund.
Foi dividido em sete Graus: 1 – Aprendiz; 2 – Companheiro; 3 – Mestre;
4 – Mestre Escocês; 5 – Noviço; 6 – Templário; 7 – Cavaleiro
Declarado.
Relata a fuga, após a morte de Jacques de Molay, de alguns Cavaleiros
Templários para a Escócia onde conseguiram passar por Maçons
Operativos, conseguindo dar continuidade à Ordem Templária. Esses
eventos constituem a base principal dos graus desse Rito.
Outros eventos foram adicionados, conectados comAlquimia, Mágica e
outras práticas superticiosas. ( Enciclopédia da Maçonaria – Mackey).
Voltando ao Rito Escocês Retificado, sabemos que os Estatutos de
Anderson exigiam a crença em Deus, mas sem requerer outra religião
senão "aquela com a qual todos os homens concordam".
Entretanto, existe um documento "o mais antigo documento francês, de
1735, chamado Deveres
Prescritos aos Maçons Livres, afirmando o que segue, baseado nas
Constituições de Anderson – "...há algum tempo, julgou-se mais sensato
só exigir deles a religião com a qual todo CRISTÃO concorda, deixando
a cada um...." Nas Constituições de Anderson, como vimos acima, lemos
"....a religião com a qual todos os HOMENS concordam....
Assim, com a frase "com a qual todo cristão concorda" o documento
Francês difere fundamentalmente do documento inglês. Para
compreendê-la, é preciso lembrar que as primeiras Lojas Francesas
tinham sido fundadas por jacobitas ardentes, fiéis aos Stuart
exilados, e em sua maioria, católicos. Pode-se ver nesse documento a
origem remota do Rito Escocês Retificado que, por intermédio da
Estrita Observância, herdou a exigência cristã (Alec Mellor).
A história desse Rito foi um pouco tumultuosa, pois durante tempos
atrás, se discutia muito sobre a questão de se saber "de qual
cristianismo se trata" formando-se duas tendências, uma
tradicionalista, que rejeita qualquer descristianização oculta nas
palavras e outra, avançada, que não admite mais a exclusão dos
não-cristãos. (Alec Mellor) Em sua forma, o Rito permanece muito fiel
às cerimônias em vigor do século XVIII, conservando o uso do chapéu e
das espadas.
Os seis e únicos graus do Rito Escocês Retificado são:
Lojas Simbólicas, também chamadas Lojas de São João: (administradas
por uma Potência Simbólica)
1) Aprendiz; 2) Companheiro; 3) Mestre
Lojas Verdes: (administradas pela potência filosófica, ou seja O
Grande Priorado Retificado)
4) Mestre Escocês de Santo André.
Ordem Interior: ( adm.Grande Priorado Retificado)
5) Escudeiro Noviço;
6) CBCS - Cavaleiro Benfeitor da Cidade Santa. (Ordem dos CBCS)
Resumindo: 1) Aprendiz; 2) Companheiro; 3) Mestre; 4) Mestre Escocês
de Santo André; 5) Escudeiro Noviço; 6) CBCS.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Papa eleito com apoio da Maçonaria
Declaração do Grande Oriente Democrático da Itália, de que o atual
Papa era um grande amigo e tinha relações com o Past Master e Cardeal
jesuíta Carlo Maria Martini, e que o Conclave estava cheio de maçons.
Tradução do texto italiano selecionado acima:
"...alguns irmãos fraternos do GOD [Grande Oriente Democrático]
asseguram que contribuíram de qualquer modo, indiretamente, através de
amigos de fraternidade [outros maçons] de dentro do Conclave, para
eleger um homem que vai ser capaz de regenerar a Igreja Católica em
benefício da sociedade planetária humana como um todo."
Papa era um grande amigo e tinha relações com o Past Master e Cardeal
jesuíta Carlo Maria Martini, e que o Conclave estava cheio de maçons.
Tradução do texto italiano selecionado acima:
"...alguns irmãos fraternos do GOD [Grande Oriente Democrático]
asseguram que contribuíram de qualquer modo, indiretamente, através de
amigos de fraternidade [outros maçons] de dentro do Conclave, para
eleger um homem que vai ser capaz de regenerar a Igreja Católica em
benefício da sociedade planetária humana como um todo."
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