Conheça mais sobre o efeito oscilatório na roda dianteira que
eventualmente poderá encontrar em qualquer tipo de moto
Shimmy ou wobble, como também é conhecido o fenômeno, está relacionado
principalmente a veículos cuja direção é apoiada em um único pivot de
sustentação e tem como componente a ampla capacidade de mudança de
direção. Pode ser sentido em motos, bicicletas e até no trem de pouso
de aeronaves – também pode ser notado em alguns tipos de veículos de
quatro rodas, cuja descrição é impertinente aqui.
O que é?
O fenômeno consiste de rápido movimento oscilatório lateral com
mudança de direção, que pode ou não evoluir para um movimento de
amplitude ainda maior, a ponto de se perder completamente o domínio da
direção, resultando em queda. As causas que geram a oscilação são
complexas e estudos em renomadas universidades americanas e européias
demonstraram que as origens podem ser as mais variadas. Como esse
texto tem caráter informativo, vou me ater aos principais aspectos
relacionados às motos.
Características
Uma característica encontrada em diversos tipos de shimmy é a presença
de mudança de velocidade – pode ocorrer tanto em processo de
aceleração quanto de desaceleração, sendo mais comum e perigoso em
aceleração. Dessa forma, veremos primeiramente sob esse aspecto:
Quando uma moto se encontra acelerando, seu centro de gravidade fica
recuado, oferecendo maior carga na roda traseira que a dianteira. Uma
leve movimentação lateral da roda dianteira pode causar um desalinho
entre ela e a roda traseira. Com menor resistência do solo, a roda
dianteira pode então tomar uma direção em ângulo maior que o
necessário para a continuidade daquele movimento, encontrando em certo
ponto abrupta resistência forçando-a para o outro lado, e assim
sucessivamente gerando o movimento oscilatório.
Causas
São diversas as causas contribuintes ou até mesmo determinantes para o
surgimento do fenômeno – pneus gastos, defeituosos ou indevidamente
calibrados, rodas desalinhadas ou desbalanceadas, suspensão mal
calibrada, caixa de direção folgada ou "calejada", peso total da moto,
altura de seu centro de gravidade, condições do pavimento, aceleração
abrupta, e excesso de pressão ao guidão, são as principais.
O que fazer?
No início da oscilação o mais importante é manter a calma para
recobrar o controle da direção. O ideal é imediatamente promover a
desaceleração, tão suave quanto a situação permitir. Uma desaceleração
bruta pode até piorar a oscilação aumentando sua amplitude. De
imediato, transfira seu peso para as pedaleiras, levantando-se um
pouco da posição sentada sobre o banco. Com isso, o centro de
gravidade tende a baixar, e como resultado, diminuir a amplitude da
oscilação lateral até sua extinção. De maneira alguma tente controlar
o movimento do próprio guidão – observações mostram que por melhor que
seja o piloto, não consegue achar o "timing" adequado porque a
movimentação do guidão é muito rápida. Tente, dentro do possível,
apenas se segurar sem oferecer muita resistência nos braços e mãos – a
flexibilidade dos braços é crucial para a finalização rápida do
evento. Para poder executar isso é preciso estar com os pés muito bem
plantados nas pedaleiras e os joelhos fazendo pressão contra a
estrutura da moto, estabilizando seu corpo abaixo do quadril. Com
essas medidas a oscilação lateral deve diminuir significativamente de
amplitude e até mesmo cessar o evento, recobrando o controle da moto.
Normalmente o shimmy em aceleração cresce em amplitude, apesar de
poder ser observado também com alta intensidade lateral logo de início
do fenômeno. Frequentemente está tambem associado às saídas de curvas
com motos esportivas, devido a grande capacidade de reaceleração que
possuem. Observe o fenômeno com atenção quando assistir na televisão
as próximas corridas de motovelocidade.
Em desaceleração
O shimmy notado em processo de desaceleração é significativamente mais
brando. Normalmente consiste de oscilação lateral bem rápida, mas com
pouquissima amplitude angular. As principais razões para seu
surgimento residem em algum aspecto mecânico – muito mais que
provocado pela ação do piloto. Como descrito anteriormente, deve-se
investigar as circunstâncias em que acontece, isolanando os fatores
que podem estar causando o desagradável efeito. Comece por analisar os
pneus e rodas – um desbalanceamento pode ser sentido até nas rodas de
um carro, quanto mais nas de uma moto. A caixa de direção
frequentemente pôde ser notada nas observações cientíicas como parte
contribuinte, quando não determinante, para o surgimento do shimmy em
desaceleração. O excesso de folga acaba por não oferecer a resistência
necessária ao movimento angular de direção, facilitando o surgimento
da oscilação, além de patrocinar indiretamente o surgimento de "calos"
nas pistas que envolvem os roletes responsáveis pelo movimento.
O shimmy em desaceleração normalmente pode ser controlado com mudança
de velocidade – geralmente com o aumento dela. A transferência de peso
tambem pode solucionar o problema, através da movimentação corporal
para trás ou para frente. Ao contrário do shimmy de velocidade, uma
maior firmeza das mãos no guidão ajuda na estabilização. Em qualquer
caso, o reposicionamento do centro de gravidade para baixo, como
descrito acima, tambem provou ser eficiente na neutralização do
fenômeno.
Outros aspectos relevantes
Além dos aspectos já citados, outros fatores podem contribuir para o
shimmy, como os ângulos de caster e trail da moto analisada, seu peso
total, distância entre eixos e altura de seu centro de gravidade.
Nas motos do tipo custom, caracterizadas pela baixa distância do solo,
longa distância entre eixos, elevado peso e grande ângulo de caster, a
tendência para a oscilação é menor que em motos como as do estilo
trail, com características exatamente opostas. Nessas, a elevada
altura do centro de gravidade, o baixo peso, curta distância entre
eixos, manobrabilidade, a forma delgada e outros parametros, favorecem
que o fenômeno possa ser experimentado com maior facilidade.
Seja qual for sua moto, tenha em mente que as circunstâncias podem vez
ou outra lhe apresentar essa situação, e o mais importante é ter
ciência de como neutralizar o efeito para recobrar o controle.
Mantenha sempre a calma e proceda como descrito – a maioria dos
acidentes relacionados ao shimmy teve como co-adjuvante a precipitação
do piloto. Tenha em mente que a pilotagem que adota obedece às leis da
física, podendo se constatar que à toda ação delicada, corresponderá
uma reação delicada, enquanto que à toda ação bruta, também
corresponderá uma reação bruta da moto. Pilote suavimente e as chances
de se deparar com esse fenômeno oscilatório serão muito menores.
Nenad Djordjevic
Piloto de testes - Instrutor de pilotagem - Campeão Paulista e
Brasileiro de motovelocidade
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Cachaça 51 no Big Bang Theory
No último episódio de The Big Bang Theory, uma garrafa da cachaça
brasileira 51 apareceu na cozinha da personagem Penny (Kaley Cuoco).
Não foi coincidência, a Cia. Müller de Bebidas responsável por
fabricar a 51 confirmou que essa faz parte de uma ação de product
placement da empresa para fortalecer a marca no exterior, agora que a
cachaça foi certificada cachaça como produto original do Brasil pelo
Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau (TTB).
"A ação de marketing fortalece a marca no país, assim como a divulga
em todo o mundo, já que a série é sucesso mundial", afirmou em
comunicado Paula Videira, gerente de Marketing da Müller.
Fonte: Meio&Mensagem
brasileira 51 apareceu na cozinha da personagem Penny (Kaley Cuoco).
Não foi coincidência, a Cia. Müller de Bebidas responsável por
fabricar a 51 confirmou que essa faz parte de uma ação de product
placement da empresa para fortalecer a marca no exterior, agora que a
cachaça foi certificada cachaça como produto original do Brasil pelo
Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau (TTB).
"A ação de marketing fortalece a marca no país, assim como a divulga
em todo o mundo, já que a série é sucesso mundial", afirmou em
comunicado Paula Videira, gerente de Marketing da Müller.
Fonte: Meio&Mensagem
terça-feira, 21 de maio de 2013
Caixa promove redução de juros do financiamento de motos
A Caixa Econômica Federal anuncia a redução de suas taxas de juros
para o financiamento para motocicletas para as pessoas físicas. A taxa
mínima passa de 1,25% para 0,75% ao mês, e a máxima fica em 1,51% ao
mês, conforme capacidade financeira, variação de prazo e
relacionamento do cliente com a instituição.
O prazo máximo para os novos contratos de financiamento é de até 36
meses, no caso para motos a partir de 150cc e de até 48 meses para os
modelos a partir de 250cc. O corte nos juros dos financiamentos visa
estimular a atuação da Caixa e do Banco Panamericano no segmento de
veículos.
Fonte: moto.com.br
para o financiamento para motocicletas para as pessoas físicas. A taxa
mínima passa de 1,25% para 0,75% ao mês, e a máxima fica em 1,51% ao
mês, conforme capacidade financeira, variação de prazo e
relacionamento do cliente com a instituição.
O prazo máximo para os novos contratos de financiamento é de até 36
meses, no caso para motos a partir de 150cc e de até 48 meses para os
modelos a partir de 250cc. O corte nos juros dos financiamentos visa
estimular a atuação da Caixa e do Banco Panamericano no segmento de
veículos.
Fonte: moto.com.br
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Igreja Católica proíbe participação de maçons em suas atividades em Tupaciguara
Recentemente não só a Ordem Maçônica de Tupaciguara e também toda a
sociedade se viram surpresas com a mais recente medida tomada pelo
pároco da cidade, padre Joéds, ao excluir a participação dos maçons de
todas as ações da Igreja Católica, sejam elas religiosa ou
comunitária. A decisão, que foi tomada em reunião realizada com os
coordenadores da Pastoral Encontro de Casais em Cristo – ECC, também
foi surpresa para os participantes da reunião, mais ainda para os
maçons que lá estavam e que sempre estiveram à frente das ações da
igreja em Tupaciguara.
Essa medida, que segundo o padre, foi tomada com base no Código de
Direito Canônico – CDC que desde a sua elaboração em 1.783, incluindo
o código já revisado em 1983, pelo então Papa João Paulo II, é contra
a maçonaria e que a sua atitude não foi realizada em seu nome, mas em
nome da Igreja Católica. "O que fizemos foi fomentar a clareza da fé
na Igreja e na sua participação na vida da sua comunidade. Ninguém tem
o direito de representar uma instituição e falar contra ela. Desta
forma, o que fizemos foi colaborar para o bem da sociedade e de todas
as pessoas, não só de algumas que tenham interesse próprio". Neste
caso, o padre destaca a Maçonaria que, para ele, é uma ordem fechada e
individualista e, como mesmo disse,
"Direcionada a um grupo de pessoas e não como está escrito no CDC aos
católicos que devem viver em grande união e em comunhão com a igreja
católica e são orientados a não participar de grupos que têm
ideologias contrárias à fé batismal e nestes inclui-se a maçonaria".
"A igreja Católica, como diz o CDC, não admite que um cristão, que tem
em sua formação a fé católica, participe de grupos que vão contra essa
fé", disse o padre.
Ao ser indagado a destacar quais atividades os maçons estão proibidos
de participar, o padre destacou: "As indicações não são contra os
maçons, elas têm o sentido de orientar os seus fiéis, aqueles que de
fato são fiéis a Jesus Cristo, no segmento que ele deixou e na sua
igreja que ele mesmo fundou, conforme é lembrado no Evangelho. E as
orientações são para os seus fiéis, como está no artigo 1374 do CDC,
não participem de organizações que diferem da Igreja Católica", disse
o padre.
Como mesmo consta das declarações do Padre Joéds, que fala em nome da
Igreja Católica, não será permitido ao cidadão que pertença a
maçonaria, mesmo ele sendo católico batizado, crismado, que fez a
primeira comunhão, mesmo sendo fervoroso participante da vida da
igreja, a participar de quaisquer atividades oriundas da igreja, a não
ser que ele abdique, por completo, da sua participação na maçonaria,
já que, para o padre, não se admite que o cristão católico divida sua
fé com organizações ou grupos que estão contra a fé católica.
"Sou católico e maçom e nunca vou deixar de ser. Tenho minha fé
inabalável que nunca teve a mínima interferência da maçonaria no
sentido de que ela fosse diminuída ou maculada no mínimo que seja.
Sinto muito pela atitude radical e individualista da Igreja Católica
em Tupaciguara, já que o padre fala por ela e não pelos seus
pensamentos. Para mim, tenho a convicção de que estas ações radicais e
descabidas que estão sendo tomadas pelo pároco da cidade, não condizem
com o pensamento da grande maioria dos católicos de Tupaciguara, por
mais fervorosos que sejam. Nós, maçons, não temos como reverter e nem
lutar contra esse tipo de ação que está sendo praticada pela Igreja,
contra os maçons de Tupaciguara, já que isto não é novidade e vem de
muitos séculos atrás.
É do conhecimento de todos que isto vem desde a Inquisição quando se
perseguia, matava, mutilava e se fazia horrores com os seres humanos
que iam contra a imposição da Igreja Católica à época. Infelizmente,
hoje se vê na Igreja Católica a prática da pedofilia inaceitável, dos
estupros inconcebíveis e que no mundo maçônico é uma prática
inaceitável, sob pena de exclusão imediata do praticante. Pelo o que
foi dito pelo padre, o que está ameaçando a fé católica em Tupaciguara
é um grupo de pessoas que integra uma ordem que só é fechada para suas
ações e que sempre foi aberta e democrática para que seus integrantes
professem sua fé religiosa da maneira que melhor lhe convier",
desabafou um maçom que achou melhor não se identificar, mas que sentiu
na pele a decisão do padre Joéds.
--
:: Lista Sistemas: http://goo.gl/xnSog
"Contos de Fadas são a pura verdade: não porque nos contam que os
dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos.
(G. K. Chesterton)"
sociedade se viram surpresas com a mais recente medida tomada pelo
pároco da cidade, padre Joéds, ao excluir a participação dos maçons de
todas as ações da Igreja Católica, sejam elas religiosa ou
comunitária. A decisão, que foi tomada em reunião realizada com os
coordenadores da Pastoral Encontro de Casais em Cristo – ECC, também
foi surpresa para os participantes da reunião, mais ainda para os
maçons que lá estavam e que sempre estiveram à frente das ações da
igreja em Tupaciguara.
Essa medida, que segundo o padre, foi tomada com base no Código de
Direito Canônico – CDC que desde a sua elaboração em 1.783, incluindo
o código já revisado em 1983, pelo então Papa João Paulo II, é contra
a maçonaria e que a sua atitude não foi realizada em seu nome, mas em
nome da Igreja Católica. "O que fizemos foi fomentar a clareza da fé
na Igreja e na sua participação na vida da sua comunidade. Ninguém tem
o direito de representar uma instituição e falar contra ela. Desta
forma, o que fizemos foi colaborar para o bem da sociedade e de todas
as pessoas, não só de algumas que tenham interesse próprio". Neste
caso, o padre destaca a Maçonaria que, para ele, é uma ordem fechada e
individualista e, como mesmo disse,
"Direcionada a um grupo de pessoas e não como está escrito no CDC aos
católicos que devem viver em grande união e em comunhão com a igreja
católica e são orientados a não participar de grupos que têm
ideologias contrárias à fé batismal e nestes inclui-se a maçonaria".
"A igreja Católica, como diz o CDC, não admite que um cristão, que tem
em sua formação a fé católica, participe de grupos que vão contra essa
fé", disse o padre.
Ao ser indagado a destacar quais atividades os maçons estão proibidos
de participar, o padre destacou: "As indicações não são contra os
maçons, elas têm o sentido de orientar os seus fiéis, aqueles que de
fato são fiéis a Jesus Cristo, no segmento que ele deixou e na sua
igreja que ele mesmo fundou, conforme é lembrado no Evangelho. E as
orientações são para os seus fiéis, como está no artigo 1374 do CDC,
não participem de organizações que diferem da Igreja Católica", disse
o padre.
Como mesmo consta das declarações do Padre Joéds, que fala em nome da
Igreja Católica, não será permitido ao cidadão que pertença a
maçonaria, mesmo ele sendo católico batizado, crismado, que fez a
primeira comunhão, mesmo sendo fervoroso participante da vida da
igreja, a participar de quaisquer atividades oriundas da igreja, a não
ser que ele abdique, por completo, da sua participação na maçonaria,
já que, para o padre, não se admite que o cristão católico divida sua
fé com organizações ou grupos que estão contra a fé católica.
"Sou católico e maçom e nunca vou deixar de ser. Tenho minha fé
inabalável que nunca teve a mínima interferência da maçonaria no
sentido de que ela fosse diminuída ou maculada no mínimo que seja.
Sinto muito pela atitude radical e individualista da Igreja Católica
em Tupaciguara, já que o padre fala por ela e não pelos seus
pensamentos. Para mim, tenho a convicção de que estas ações radicais e
descabidas que estão sendo tomadas pelo pároco da cidade, não condizem
com o pensamento da grande maioria dos católicos de Tupaciguara, por
mais fervorosos que sejam. Nós, maçons, não temos como reverter e nem
lutar contra esse tipo de ação que está sendo praticada pela Igreja,
contra os maçons de Tupaciguara, já que isto não é novidade e vem de
muitos séculos atrás.
É do conhecimento de todos que isto vem desde a Inquisição quando se
perseguia, matava, mutilava e se fazia horrores com os seres humanos
que iam contra a imposição da Igreja Católica à época. Infelizmente,
hoje se vê na Igreja Católica a prática da pedofilia inaceitável, dos
estupros inconcebíveis e que no mundo maçônico é uma prática
inaceitável, sob pena de exclusão imediata do praticante. Pelo o que
foi dito pelo padre, o que está ameaçando a fé católica em Tupaciguara
é um grupo de pessoas que integra uma ordem que só é fechada para suas
ações e que sempre foi aberta e democrática para que seus integrantes
professem sua fé religiosa da maneira que melhor lhe convier",
desabafou um maçom que achou melhor não se identificar, mas que sentiu
na pele a decisão do padre Joéds.
--
:: Lista Sistemas: http://goo.gl/xnSog
"Contos de Fadas são a pura verdade: não porque nos contam que os
dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos.
(G. K. Chesterton)"
Nova V-Strom 650 vai decolar nas vendas?
A nova Suzuki V-Strom 650 está chegando no Brasil nesse mês de maio,
ainda não disponível em todas as concessionárias, as quais ainda estão
liquidando as vendas do modelo antigo, mas deverá estar até
junho/2013.
A moto foi lançada nos EUA e na Europa em 2011. Regiões onde não é
mais novidade e já foi testada e pauta de matérias de revistas e sites
especializados.
A Suzuki V-Strom construiu uma sólida reputação no segmento de motos
para o on-off road, com pretensão de ser melhor no on do que no off.
Milhares de motociclistas já empreenderam longas viagens utilizando o
modelo V-Strom (inclusive eu!), ao menos o antigo, já que a nova está
há apenas dois anos no mercado internacional e, como escrevi acima,
chegando agora no Brasil.
De forma resumida é o seguinte: a nova V-Strom é melhor que a antiga,
mas relativo as suas atuais concorrentes, perde no quesito; desempenho
no off-road e em outro que pesa bastante ao menos no Brasil, o status
da marca, nesse último, a Suzuki perde forte para a BMW e Triumph.
Pelo preço que será vendida, só o tempo dirá se ela vai ou não decolar
as vendas no Brasil.
A nova V-Strom 650 tem linhas do modelo Gladius, mas, infelizmente não
o quadro ultracompacto que teria melhorado a moto para o off-road.
Ainda assim, o quadro da V-Strom é agora 3 kg mais leve do que o
antigo, a moto ainda conta com um tanque de combustível mais
ergonômico e assento mais confortável. Mas, a capacidade de
armazenagem de combustível foi reduzida, na antiga era de 22 litros e
na nova são de 20 litros.
O painel de instrumentos redesenhado (derivado do Europeu da GSR750),
guidão com controles integrados e a nova frente dá a nova V-Strom um
ar mais moderno.
Semelhante a Gladius, a nova V-Strom 650 utiliza a mais recente
evolução do 90 º V-twin da SV 650. Este motor remonta ao ano de 2002,
recebe novas molas de válvulas, bem como mapas de injeção específicos
para aumentar a flexibilidade em rotações médias, resposta do
acelerador através de uma gama mais ampla, eficiência de combustão e
consumo de combustível. A Suzuki dual Throttle Valve (SDTV) foi
ligeiramente revista, juntamente com o sistema de escape. O último
agora incorpora um catalisador para atender às novas normas de
emissões de gases que ocorre em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Além disso, a nova Suzuki V-Strom 650 ganha uma nova tecnologia
patenteada chamada acelerador de corpo de Controle Integrado de Marcha
Lenta (TI-ISC). A transmissão de 6 velocidades oferece trocas mais
precisas e é um verdadeiro deleite para rodar.
A posição de pilotagem está diferente também, deixando os braços não
muito estendidos e as pernas em um ângulo confortável. Mas, conforme o
modelo anterior, sua posição de pilotagem é mais confortável para o on
do que o off-road. A instrumentação é extremamente amigável, você pode
alternar entre as várias leituras de LCD usando o interruptor montado
no guidão.
A proteção contra o vento do parabrisa com regulagem para 3 posições,
é um dos melhores dos modelos concorrentes, ao menos com o pabrasisa
que vem de fabrica. A moto, ao menos sem as malas laterais (na Europa
e EUA) esses acessórios vem de fabrica em alguns modelos, é
confortável para rodar em qualquer pavimento e condição climática
(chuva por exemlo), deixando a moto sempre confortável, sem afetar a
postura e estabilidade da moto, ao menos nos modelos equipados com
ABS.
Quem já pilotou a antiga V-Strom, na nova, sentirá o maior conforto do
assento e as nítidas vantagens de se usar freios ABS, ao menos na
pilotagem on-road.
A questão é que a nova V-Strom chegou tarde no Brasil e agora
enfrentará a forte concorrência com os modelos da BMW G 650 GS, F 800
GS e da inglesa Triumph, modelo Tiger 800, motos essas que custam
apenas um pouco mais que a nova V-Strom 650 (a GS 650 custa menos),
mas que levam os emblemas de marcas de motos que são sonhos de muitos
motociclistas, sem contar que no caso da GS 800 e Triumph 800, são
motos melhores no off-road e no geral.
Sem dúvida que a nova V-Strom 650 é uma moto e tanto, e conta com uma
rede de concessionárias no país de certa forma extensa, embora com
muitas reclamações por parte dos motociclistas, ao menos aqueles que
possuem motos da marca japonesa acima de 400cc. Para se viajar por
trajetos on-road com curtos trechos de off-road, é uma moto perfeita.
Nos EUA, a nova V-Strom 650 completa, com ABS, malas laterais e
traseira, protetor de motor, cárter, manoplas e outros acessórios, sai
por menos de 10 mil dólares. Se chorar, é capaz do motociclista ainda
ganhar um novo capacete, luvas, calça e jaqueta!
Mas, pelo preço que chegará no Brasil (aproximadamente R$ 35 mil para
o modelo apenas com ABS) e por ter demorado a ser lançada no país,
teremos que aguardar para saber se irá ser uma moto bem aceita e
comercializada, já que por pouco a mais, se adquire os modelos das
marcas alemã e inglesa.
Em todo caso, seja qual for a moto que você for rodar citada nessa
matéria, se a V-Strom antiga, a nova, ou os modelos da BMW e Triumph,
uma coisa é certa, com qualquer uma delas você terá ótimas emoções e
viagens!
Fonte: rockriders.com.br
ainda não disponível em todas as concessionárias, as quais ainda estão
liquidando as vendas do modelo antigo, mas deverá estar até
junho/2013.
A moto foi lançada nos EUA e na Europa em 2011. Regiões onde não é
mais novidade e já foi testada e pauta de matérias de revistas e sites
especializados.
A Suzuki V-Strom construiu uma sólida reputação no segmento de motos
para o on-off road, com pretensão de ser melhor no on do que no off.
Milhares de motociclistas já empreenderam longas viagens utilizando o
modelo V-Strom (inclusive eu!), ao menos o antigo, já que a nova está
há apenas dois anos no mercado internacional e, como escrevi acima,
chegando agora no Brasil.
De forma resumida é o seguinte: a nova V-Strom é melhor que a antiga,
mas relativo as suas atuais concorrentes, perde no quesito; desempenho
no off-road e em outro que pesa bastante ao menos no Brasil, o status
da marca, nesse último, a Suzuki perde forte para a BMW e Triumph.
Pelo preço que será vendida, só o tempo dirá se ela vai ou não decolar
as vendas no Brasil.
A nova V-Strom 650 tem linhas do modelo Gladius, mas, infelizmente não
o quadro ultracompacto que teria melhorado a moto para o off-road.
Ainda assim, o quadro da V-Strom é agora 3 kg mais leve do que o
antigo, a moto ainda conta com um tanque de combustível mais
ergonômico e assento mais confortável. Mas, a capacidade de
armazenagem de combustível foi reduzida, na antiga era de 22 litros e
na nova são de 20 litros.
O painel de instrumentos redesenhado (derivado do Europeu da GSR750),
guidão com controles integrados e a nova frente dá a nova V-Strom um
ar mais moderno.
Semelhante a Gladius, a nova V-Strom 650 utiliza a mais recente
evolução do 90 º V-twin da SV 650. Este motor remonta ao ano de 2002,
recebe novas molas de válvulas, bem como mapas de injeção específicos
para aumentar a flexibilidade em rotações médias, resposta do
acelerador através de uma gama mais ampla, eficiência de combustão e
consumo de combustível. A Suzuki dual Throttle Valve (SDTV) foi
ligeiramente revista, juntamente com o sistema de escape. O último
agora incorpora um catalisador para atender às novas normas de
emissões de gases que ocorre em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Além disso, a nova Suzuki V-Strom 650 ganha uma nova tecnologia
patenteada chamada acelerador de corpo de Controle Integrado de Marcha
Lenta (TI-ISC). A transmissão de 6 velocidades oferece trocas mais
precisas e é um verdadeiro deleite para rodar.
A posição de pilotagem está diferente também, deixando os braços não
muito estendidos e as pernas em um ângulo confortável. Mas, conforme o
modelo anterior, sua posição de pilotagem é mais confortável para o on
do que o off-road. A instrumentação é extremamente amigável, você pode
alternar entre as várias leituras de LCD usando o interruptor montado
no guidão.
A proteção contra o vento do parabrisa com regulagem para 3 posições,
é um dos melhores dos modelos concorrentes, ao menos com o pabrasisa
que vem de fabrica. A moto, ao menos sem as malas laterais (na Europa
e EUA) esses acessórios vem de fabrica em alguns modelos, é
confortável para rodar em qualquer pavimento e condição climática
(chuva por exemlo), deixando a moto sempre confortável, sem afetar a
postura e estabilidade da moto, ao menos nos modelos equipados com
ABS.
Quem já pilotou a antiga V-Strom, na nova, sentirá o maior conforto do
assento e as nítidas vantagens de se usar freios ABS, ao menos na
pilotagem on-road.
A questão é que a nova V-Strom chegou tarde no Brasil e agora
enfrentará a forte concorrência com os modelos da BMW G 650 GS, F 800
GS e da inglesa Triumph, modelo Tiger 800, motos essas que custam
apenas um pouco mais que a nova V-Strom 650 (a GS 650 custa menos),
mas que levam os emblemas de marcas de motos que são sonhos de muitos
motociclistas, sem contar que no caso da GS 800 e Triumph 800, são
motos melhores no off-road e no geral.
Sem dúvida que a nova V-Strom 650 é uma moto e tanto, e conta com uma
rede de concessionárias no país de certa forma extensa, embora com
muitas reclamações por parte dos motociclistas, ao menos aqueles que
possuem motos da marca japonesa acima de 400cc. Para se viajar por
trajetos on-road com curtos trechos de off-road, é uma moto perfeita.
Nos EUA, a nova V-Strom 650 completa, com ABS, malas laterais e
traseira, protetor de motor, cárter, manoplas e outros acessórios, sai
por menos de 10 mil dólares. Se chorar, é capaz do motociclista ainda
ganhar um novo capacete, luvas, calça e jaqueta!
Mas, pelo preço que chegará no Brasil (aproximadamente R$ 35 mil para
o modelo apenas com ABS) e por ter demorado a ser lançada no país,
teremos que aguardar para saber se irá ser uma moto bem aceita e
comercializada, já que por pouco a mais, se adquire os modelos das
marcas alemã e inglesa.
Em todo caso, seja qual for a moto que você for rodar citada nessa
matéria, se a V-Strom antiga, a nova, ou os modelos da BMW e Triumph,
uma coisa é certa, com qualquer uma delas você terá ótimas emoções e
viagens!
Fonte: rockriders.com.br
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Minibike Honda Grom 125 chega aos EUA
Apresentada no início do ano, herdeira da Monkey estará disponível no
mercado americano em agosto
A Honda anunciou o lançamento nos Estados Unidos da minibike Grom,
apresentada no início do ano como MSX 125 e voltada ao público jovem
urbano, que chegará às concessionárias do país em agosto junto com
outra novidade, o scooter Forza 300. Herdeira do legado da antiga
Monkey, chamada ST-70 no Brasil durante os anos 70, a Grom utiliza
motor de 125cc de 1 cilindro em posição horizontal – como na
antecessora –, refrigerado a ar e com 2 válvulas que rende 10 cv e
possui torque de 1,10 kgf.m. A transmissão é manual de 4 marchas, como
nas motos.
Mesmo com rodas aro 12 polegadas e dimensões encurtadas (entre-eixos
de 1.200 mm, sendo que o da Biz 125 é de 1.261 mm), a Grom é uma moto
para uso adulto, como prova a altura do banco de 765 mm (cerca de 1 cm
mais alto que na Biz). O projeto da minibike, que pesa 102 kg em ordem
de marcha, foca a agilidade em uso urbano: facilidade de
estacionamento, rodas pequenas e ângulo de cáster de 25° para ajudar
nas mudanças de direção, motor que prioriza o torque e relação de
marchas curta. O nome "Grom" faz alusão à gíria americana que define
um garoto habilidoso no surfe ou no skate, reforçando a intenção da
marca de se aproximar do público jovem.
A Honda anunciou o lançamento nos Estados Unidos da minibike Grom,
apresentada no início do ano como MSX 125 e voltada ao público jovem
urbano, que chegará às concessionárias do país em agosto junto com
outra novidade, o scooter Forza 300. Herdeira do legado da antiga
Monkey, chamada ST-70 no Brasil durante os anos 70, a Grom utiliza
motor de 125cc de 1 cilindro em posição horizontal – como na
antecessora –, refrigerado a ar e com 2 válvulas que rende 10 cv e
possui torque de 1,10 kgf.m. A transmissão é manual de 4 marchas, como
nas motos.
Mesmo com rodas aro 12 polegadas e dimensões encurtadas (entre-eixos
de 1.200 mm, sendo que o da Biz 125 é de 1.261 mm), a Grom é uma moto
para uso adulto, como prova a altura do banco de 765 mm (cerca de 1 cm
mais alto que na Biz). O projeto da minibike, que pesa 102 kg em ordem
de marcha, foca a agilidade em uso urbano: facilidade de
estacionamento, rodas pequenas e ângulo de cáster de 25° para ajudar
nas mudanças de direção, motor que prioriza o torque e relação de
marchas curta. O nome "Grom" faz alusão à gíria americana que define
um garoto habilidoso no surfe ou no skate, reforçando a intenção da
marca de se aproximar do público jovem.
Fonte: duasrodasonline.com.br
mercado americano em agosto
A Honda anunciou o lançamento nos Estados Unidos da minibike Grom,
apresentada no início do ano como MSX 125 e voltada ao público jovem
urbano, que chegará às concessionárias do país em agosto junto com
outra novidade, o scooter Forza 300. Herdeira do legado da antiga
Monkey, chamada ST-70 no Brasil durante os anos 70, a Grom utiliza
motor de 125cc de 1 cilindro em posição horizontal – como na
antecessora –, refrigerado a ar e com 2 válvulas que rende 10 cv e
possui torque de 1,10 kgf.m. A transmissão é manual de 4 marchas, como
nas motos.
Mesmo com rodas aro 12 polegadas e dimensões encurtadas (entre-eixos
de 1.200 mm, sendo que o da Biz 125 é de 1.261 mm), a Grom é uma moto
para uso adulto, como prova a altura do banco de 765 mm (cerca de 1 cm
mais alto que na Biz). O projeto da minibike, que pesa 102 kg em ordem
de marcha, foca a agilidade em uso urbano: facilidade de
estacionamento, rodas pequenas e ângulo de cáster de 25° para ajudar
nas mudanças de direção, motor que prioriza o torque e relação de
marchas curta. O nome "Grom" faz alusão à gíria americana que define
um garoto habilidoso no surfe ou no skate, reforçando a intenção da
marca de se aproximar do público jovem.
A Honda anunciou o lançamento nos Estados Unidos da minibike Grom,
apresentada no início do ano como MSX 125 e voltada ao público jovem
urbano, que chegará às concessionárias do país em agosto junto com
outra novidade, o scooter Forza 300. Herdeira do legado da antiga
Monkey, chamada ST-70 no Brasil durante os anos 70, a Grom utiliza
motor de 125cc de 1 cilindro em posição horizontal – como na
antecessora –, refrigerado a ar e com 2 válvulas que rende 10 cv e
possui torque de 1,10 kgf.m. A transmissão é manual de 4 marchas, como
nas motos.
Mesmo com rodas aro 12 polegadas e dimensões encurtadas (entre-eixos
de 1.200 mm, sendo que o da Biz 125 é de 1.261 mm), a Grom é uma moto
para uso adulto, como prova a altura do banco de 765 mm (cerca de 1 cm
mais alto que na Biz). O projeto da minibike, que pesa 102 kg em ordem
de marcha, foca a agilidade em uso urbano: facilidade de
estacionamento, rodas pequenas e ângulo de cáster de 25° para ajudar
nas mudanças de direção, motor que prioriza o torque e relação de
marchas curta. O nome "Grom" faz alusão à gíria americana que define
um garoto habilidoso no surfe ou no skate, reforçando a intenção da
marca de se aproximar do público jovem.
Fonte: duasrodasonline.com.br
terça-feira, 14 de maio de 2013
Zero Motorcycles oferece moto elétrica para o exército
Zero Motorcycles oferece moto elétrica para o exército
A fabricante americana de motocicletas elétricas Zero Motorcycles
desenvolveu o modelo MMX especialmente para atender às necessidades do
exército americano nas suas operações logísticas e estratégicas,
oferecendo com vantagem a ausência de ruído no funcionamento do
propulsor elétrico, permitindo um rodar quase que "invisível" durante
ações táticas e especiais, sobretudo nas operações noturnas.
Para a criação da moto militar MMX, a Zero Motorcycles usou como
referencial o modelo MX, incorporando novos acessórios e equipamentos
para uso das forças armadas. As primeiras motos já estão em fase de
testes pelo exército dos EUA. Antes da moto militar, a marca
californiana já havia desenvolvido uma versão da sua moto para uso das
forças policiais metropolitanas.
Dependendo da versão do motor elétrico, a MMX pode render uma potência
de 27 cavalos ou 54 cavalos. O sistema de baterias e carga foi
projetado para ampliar a sua capacidade de carga e tempo de
funcionamento. As inovações e tecnologias desenvolvidas para o setor
militar também deve se estender futuramente para as motos civis da
marca.
Fonte: moto.com.br
A fabricante americana de motocicletas elétricas Zero Motorcycles
desenvolveu o modelo MMX especialmente para atender às necessidades do
exército americano nas suas operações logísticas e estratégicas,
oferecendo com vantagem a ausência de ruído no funcionamento do
propulsor elétrico, permitindo um rodar quase que "invisível" durante
ações táticas e especiais, sobretudo nas operações noturnas.
Para a criação da moto militar MMX, a Zero Motorcycles usou como
referencial o modelo MX, incorporando novos acessórios e equipamentos
para uso das forças armadas. As primeiras motos já estão em fase de
testes pelo exército dos EUA. Antes da moto militar, a marca
californiana já havia desenvolvido uma versão da sua moto para uso das
forças policiais metropolitanas.
Dependendo da versão do motor elétrico, a MMX pode render uma potência
de 27 cavalos ou 54 cavalos. O sistema de baterias e carga foi
projetado para ampliar a sua capacidade de carga e tempo de
funcionamento. As inovações e tecnologias desenvolvidas para o setor
militar também deve se estender futuramente para as motos civis da
marca.
Fonte: moto.com.br
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Grade do Oriente
Grade do Oriente
As igrejas católicas foram, sem dúvidas, juntamente com o Parlamento
Inglês, os principais arquétipos dos Templos Maçônicos, sendo o
primeiro deles erigido na Inglaterra, em 1776.
Esses Templos tem a orientação dirigida do Ocidente para o Oriente,
tendo a direita, de quem entra, o Sul, e na esquerda, o Norte.
Normalmente, mas nem sempre é obedecido, o Ocidente é uma vez e meia
maior do que o Oriente, no comprimento. Nos Templos onde se praticam
alguns Ritos, como o R.:E.:A.:A.:, por exemplo, existe uma grade
baixa, conhecida como Balaustrada, ou Gradil, ou Grade do Oriente, com
uma passagem no meio dela, separando o Oriente do Ocidente (nos
templos onde se praticam os Ritos de York e Schroeder, ela não
existe).
Nesses Templos onde existe a Grade do Oriente, ela nada mais é, do que
uma separação física, delimitando as duas áreas citadas acima. Nas
Igrejas, existe algo semelhante, a qual separa o Presbitério da Nave,
e que a Maçonaria, sabiamente copiou.
Assim, o Oriente dos Templos Maçônicos onde ficam o Venerável Mestre,
autoridades Maçônicas, Mestres Instalados, etc, assemelha-se ao
Presbitério, onde ficam os Sacerdotes. O Ocidente, onde ficam os
demais Obreiros, assemelha-se à Nave, onde ficam os fiéis.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
As igrejas católicas foram, sem dúvidas, juntamente com o Parlamento
Inglês, os principais arquétipos dos Templos Maçônicos, sendo o
primeiro deles erigido na Inglaterra, em 1776.
Esses Templos tem a orientação dirigida do Ocidente para o Oriente,
tendo a direita, de quem entra, o Sul, e na esquerda, o Norte.
Normalmente, mas nem sempre é obedecido, o Ocidente é uma vez e meia
maior do que o Oriente, no comprimento. Nos Templos onde se praticam
alguns Ritos, como o R.:E.:A.:A.:, por exemplo, existe uma grade
baixa, conhecida como Balaustrada, ou Gradil, ou Grade do Oriente, com
uma passagem no meio dela, separando o Oriente do Ocidente (nos
templos onde se praticam os Ritos de York e Schroeder, ela não
existe).
Nesses Templos onde existe a Grade do Oriente, ela nada mais é, do que
uma separação física, delimitando as duas áreas citadas acima. Nas
Igrejas, existe algo semelhante, a qual separa o Presbitério da Nave,
e que a Maçonaria, sabiamente copiou.
Assim, o Oriente dos Templos Maçônicos onde ficam o Venerável Mestre,
autoridades Maçônicas, Mestres Instalados, etc, assemelha-se ao
Presbitério, onde ficam os Sacerdotes. O Ocidente, onde ficam os
demais Obreiros, assemelha-se à Nave, onde ficam os fiéis.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
terça-feira, 7 de maio de 2013
Maçons Aceitos
O termo "Aceito" aparece muitas vezes nos documentos atuais da
Maçonaria Simbólica e, obviamente, é de total interesse dos maçons.
Membros da "Companhia de Maçons de Londres" e da antiga "Companhia da
Cidade" foram "aceitos na Ordem" e considerados e mantidos como Maçons
nas Lojas. Após essa "Aceitação", homens se tornavam Maçons, conforme
anotações na seção de procedimentos das citadas companhias. Elias
Ashmole, por exemplo, foi um dos "Aceitos".
O Maçom Aceito do século XVII na Inglaterra, era essencialmente
diferente de um membro operativo, e talvez até, mais importante.
Nessas companhias de Maçons deveria ter, nessa época, maçons
operativos, juntamente com os "aceitos", que eram homens que nunca
haviam tocado numa ferramenta de trabalho em toda sua vida. Eram
aristocratas, cavalheiros, que foram admitidos devido seu patrimônio
ou pela gentileza dos demais sócios. Mas, o Maçom Aceito era,
originalmente, tanto em caráter, como para todos os propósitos
práticos, um Maçom como qualquer outro.
Dessa pratica em uso, cresceu ao longo do tempo, o uso das palavras
"Aceito" ou "Adotado" para indicar um homem que tinha sido admitido
dentro da irmandade dos maçons simbólicos. Existem poucas referencias
históricas, entretanto, não há nenhuma duvida que os maçons, mais
geralmente conhecidos como Maçons Aceitos, foram se tornando bem
conhecidos no ultimo quarto do século XVII.
Nas Lojas da Maçonaria Escocesa Operativa era comum o uso do termo
"Admitido" entre os seus membros. Aliás, na pequena nobreza e nas
famílias conceituadas, também era comum o uso desse termo.
Livre e Aceito.
Apesar do termo "Maçom" estar em uso nos dias da idade média e
candidatos serem "aceitos" na Francomaçonaria, na metade do século
XVII, a primeira vez que apareceu a frase "Maçom Livre e Aceito" foi
em 1722, cinco anos após a Primeira Grande Loja ter sido fundada. Isso
ocorreu no título de um panfleto, que hoje é conhecido como "Roberts´
Pamphlet", imprimido em Londres em 1722. O título era: "As Antigas
Constituições pertencentes a Antiga e Respeitável Sociedade dos Maçons
Livres e Aceitos ". Oficialmente, a frase foi usada pelo Dr.Anderson
na segunda edição das Constituições em 1738 e ao longo do tempo, foi
adotada pelas Grandes Lojas da Irlanda, Escócia e grande numero das
Grandes Lojas dos EUA.
A teoria admitida é que as duas palavras entraram em conjunção para um
objetivo comum, pois muitas antigas Lojas tinham entre seus membros,
"Maçons Aceitos" e outros que eles chamavam de "Freemasons – Maçons
Livres".
Isso, tanto na Maçonaria Operativa, como na Especulativa. Então, foi
razoável aceitar o termo "livre e aceito" para cobrir os dois grupos
que se expandiam rapidamente e que estavam em fusão.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Maçonaria Simbólica e, obviamente, é de total interesse dos maçons.
Membros da "Companhia de Maçons de Londres" e da antiga "Companhia da
Cidade" foram "aceitos na Ordem" e considerados e mantidos como Maçons
nas Lojas. Após essa "Aceitação", homens se tornavam Maçons, conforme
anotações na seção de procedimentos das citadas companhias. Elias
Ashmole, por exemplo, foi um dos "Aceitos".
O Maçom Aceito do século XVII na Inglaterra, era essencialmente
diferente de um membro operativo, e talvez até, mais importante.
Nessas companhias de Maçons deveria ter, nessa época, maçons
operativos, juntamente com os "aceitos", que eram homens que nunca
haviam tocado numa ferramenta de trabalho em toda sua vida. Eram
aristocratas, cavalheiros, que foram admitidos devido seu patrimônio
ou pela gentileza dos demais sócios. Mas, o Maçom Aceito era,
originalmente, tanto em caráter, como para todos os propósitos
práticos, um Maçom como qualquer outro.
Dessa pratica em uso, cresceu ao longo do tempo, o uso das palavras
"Aceito" ou "Adotado" para indicar um homem que tinha sido admitido
dentro da irmandade dos maçons simbólicos. Existem poucas referencias
históricas, entretanto, não há nenhuma duvida que os maçons, mais
geralmente conhecidos como Maçons Aceitos, foram se tornando bem
conhecidos no ultimo quarto do século XVII.
Nas Lojas da Maçonaria Escocesa Operativa era comum o uso do termo
"Admitido" entre os seus membros. Aliás, na pequena nobreza e nas
famílias conceituadas, também era comum o uso desse termo.
Livre e Aceito.
Apesar do termo "Maçom" estar em uso nos dias da idade média e
candidatos serem "aceitos" na Francomaçonaria, na metade do século
XVII, a primeira vez que apareceu a frase "Maçom Livre e Aceito" foi
em 1722, cinco anos após a Primeira Grande Loja ter sido fundada. Isso
ocorreu no título de um panfleto, que hoje é conhecido como "Roberts´
Pamphlet", imprimido em Londres em 1722. O título era: "As Antigas
Constituições pertencentes a Antiga e Respeitável Sociedade dos Maçons
Livres e Aceitos ". Oficialmente, a frase foi usada pelo Dr.Anderson
na segunda edição das Constituições em 1738 e ao longo do tempo, foi
adotada pelas Grandes Lojas da Irlanda, Escócia e grande numero das
Grandes Lojas dos EUA.
A teoria admitida é que as duas palavras entraram em conjunção para um
objetivo comum, pois muitas antigas Lojas tinham entre seus membros,
"Maçons Aceitos" e outros que eles chamavam de "Freemasons – Maçons
Livres".
Isso, tanto na Maçonaria Operativa, como na Especulativa. Então, foi
razoável aceitar o termo "livre e aceito" para cobrir os dois grupos
que se expandiam rapidamente e que estavam em fusão.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Cabaré processa IGREJA UNIVERSAL!!!!!!
Aquiraz - Ceará
O Prefeito de Aquiraz, Antonio Fernando Freitas Guimarães do PSB,
veterinário, disse que ficaria neutro...
Tarcilia Bezerra começou a construção de uma expansão de seu cabaré,
para aumentar suas "atividades" em constante crescimento, após a
criação de Seguro desemprego para pescadores e vários tipos de Bolsas.
Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para
bloquear a expansão - com sessões de oração em sua igreja de manhã, a
tarde e a noite.
O trabalho da ampliação e reforma progrediu célere até a semana antes
da grande reabertura, quando um raio atingiu o cabaré da Tarcilia,
queimando as instalações elétricas provocando um incêndio que destruiu
o telhado e grande parte da construção.
Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja ficaram
bastante presunçosos e se gabavam para todos "o grande poder da
oração."
Mas na semana passada, Tarcilia, processou a igreja, o pastor e toda
a congregação com o fundamento de que a Igreja "foi a responsável pelo
fim de seu prédio e seu negócio - seja através de intervenção divina,
direta ou indireta e ações ou meios. "
Na sua resposta a ação, a igreja, veementemente e vorazmente negou
toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do
edifício.
O juiz, leu a reclamação do autor e a resposta do réu, e na audiência
de abertura, ele comentou:
"Eu não sei como diabos eu vou decidir neste caso, mas parece que a
partir do que lí até agora temos ; Uma proprietária de puteiro que
firmemente acredita no poder das orações, e uma igreja inteira que
pensa que as orações não valem nada "
O Prefeito de Aquiraz, Antonio Fernando Freitas Guimarães do PSB,
veterinário, disse que ficaria neutro...
Tarcilia Bezerra começou a construção de uma expansão de seu cabaré,
para aumentar suas "atividades" em constante crescimento, após a
criação de Seguro desemprego para pescadores e vários tipos de Bolsas.
Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para
bloquear a expansão - com sessões de oração em sua igreja de manhã, a
tarde e a noite.
O trabalho da ampliação e reforma progrediu célere até a semana antes
da grande reabertura, quando um raio atingiu o cabaré da Tarcilia,
queimando as instalações elétricas provocando um incêndio que destruiu
o telhado e grande parte da construção.
Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja ficaram
bastante presunçosos e se gabavam para todos "o grande poder da
oração."
Mas na semana passada, Tarcilia, processou a igreja, o pastor e toda
a congregação com o fundamento de que a Igreja "foi a responsável pelo
fim de seu prédio e seu negócio - seja através de intervenção divina,
direta ou indireta e ações ou meios. "
Na sua resposta a ação, a igreja, veementemente e vorazmente negou
toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do
edifício.
O juiz, leu a reclamação do autor e a resposta do réu, e na audiência
de abertura, ele comentou:
"Eu não sei como diabos eu vou decidir neste caso, mas parece que a
partir do que lí até agora temos ; Uma proprietária de puteiro que
firmemente acredita no poder das orações, e uma igreja inteira que
pensa que as orações não valem nada "
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