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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mortalidade de motociclistas em acidentes

A mortalidade de motociclistas em acidentes passa pela primeira vez a de
motoristas e pedestres no Brasil

Nós que somos motociclistas costumamos diferenciar "motociclistas de
motoqueiros".

Para as estatísticas do governo, todos que usam uma moto são
"motociclistas". Bom, sabemos que a grande maioria dos acidentes, arriscaria
dizer que acima de 95% ocorrem com pessoas que estão despreparadas para
pilotarem uma moto, não tem educação e respeito por si mesmo e pelas demais
pessoas, não utilizam equipamentos de segurança, enfim..

O governo sim tem culpa nisso também, se fosse um governo responsável
investiria corretamente em educação, reduziria os impostos de produtos que
utilizamos e faria uma política de informar através da conscientização. Mas
o poder público não está nem ai, só se importa quando atinge o seu bolso,
afinal, assim sobra menos dinheiro para a corrupção. É o que está ocorrendo
agora.

Estudo revela que o custo de internações por acidentes com motociclistas
pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em 2011, foi 113% maior do que em
2008, passando de R$ 45 milhões para R$ 96 milhões. O crescimento dos gastos
acompanha o aumento das internações que passou de 39.480 para 77.113
hospitalizados no período. Somente entre 2008 e 2010, o número de mortes por
este tipo de acidente, de acordo com o levantamento, aumentou 21% - de 8.898
motociclistas para 10.825 óbitos. Com isso, a taxa de mortalidade cresceu de
4,8 óbitos por 100 mil habitantes para 5,7 por 100 mil no período.

Segundo o Ministério, a elevação do número de acidentes envolvendo
motociclistas fez com que, pela primeira vez na história, a taxa de
mortalidade deste grupo superasse a de pedestres (5,1/100 mil) e a de outros
motoristas de veículos automotores (5,4/100 mil), como carros, ônibus e
caminhões.

Os dados levantados apontam que os jovens são as principais vítimas: cerca
de 40% dos óbitos estão entre a faixa etária de 20 a 29 anos. O porcentual
cresce para 62% entre 20 a 39 anos e chega a 88% na faixa etária de 15 a 49
anos. Os homens representaram 89% das mortes de motociclistas (9.651 óbitos)
em 2010.

Além do crescimento de fatores de risco importantes como excesso de
velocidade e consumo de bebida alcoólica antes de dirigir, o incremento na
frota de veículos também é motivo para o aumento do número de acidentes,
segundo o Ministério. A frota de motocicletas foi ampliada em 27% - de
13.079.701 para 16.622.937 -, o que elevou a proporção destas, diante do
total de veículos, de 24% para 25,5%, informa o ministério.

Não precisa ser nenhum profeta Nostradamus para saber que se continuar NADA
sendo feito com relação a valorização e INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO, numa
estratégia planejada e de longo prazo, em 2013 aumentará os acidentes/mortes
de "condutores de motocicletas" em 2014 também 2015, 2016, 2017...
Tenho asco da política corrupta brasileira e da falta de planejamento
público de infraestrutura e educacional do Brasil.

Fonte: Policarpo Jr - RockRiders.com.br com informações do portal IG.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Acordemos Irmãos

O silêncio sepulcral na sala dos passos perdidos intriga o Mestre de
Cerimônias:
- Já é meio dia em ponto. É hora de iniciarmos nossos trabalhos. Onde
estarão os irmãos? Talvez seja meia noite, vou bater maçonicamente à porta
do templo…
Ao levantar a espada para dar as pancadas na porta, de súbito começam a cair
os quadros da galeria de ex-veneráveis, o chão treme, os lustres balançam,
as luzes piscam e a porta do templo se abre num rangido.
Assustado, o Mestre de Cerimônias olha o interior do templo e, incrédulo, vê
o pavimento mosaico com uma enorme rachadura. Através dela brota um homem
magro, bigode retorcido, nariz adunco, olhar brilhante, face pálida e lábios
arroxeados: sintomas típicos da anóxia crônica provocada pela tísica que lhe
consumia os pulmões.
O Mestre de Cerimônias reconhece o grande poeta, mas antes que pudesse
pedir-lhe um autógrafo para seus filhos, é interrompido por ele. O baiano
Castro Alves, poeta dos escravos, o mais entusiasta dos abolicionistas,
estudante da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, amante
apaixonado da atriz Eugênia Câmara, coloca-se à ordem (apesar das
dificuldades pela falta de seu pé direito amputado) e brada:
- GADU! ó GADU! onde estás que não respondes?
Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes?
Embuçado nos céus?
Mas não consegue concluir a declamação do seu tão famoso poema "Vozes
D´África" porque surge das entranhas do templo D. Pedro I, interrompendo o
poeta aos gritos:
- Se a Maçonaria quer que eu fique, diga a todos que FICO.. Fico e grito:
"Independência ou morte!!". E agora que sou defensor perpétuo e Imperador do
Brasil, quero ser eleito Grão Mestre da Ordem e compor o hino da Maçonaria.
Onde o estão o Ledo e o Bonifácio?
- O Irmão Gonçalves Ledo está na Primeira Vigilância e o Irmão José
Bonifácio, no Oriente, na cadeira do Venerável ; diz o Mestre de Cerimônias.
- Chame os irmãos! Revista-os com suas insígnias, pois vou iniciar os
trabalhos. E seja rápido, senão eu fecho essa bodega e a transformo num
palácio para minha marquesa; ordena o Imperador, dirigindo-se ao trono de
Salomão enquanto os irmãos Ledo e Bonifácio se agridem em defesa,
respectivamente, da República e da Monarquia.
Já assustado, e temente que o Grão Mestre-Venerável- Imperador-Compositor
cumpra a promessa, o Mestre de Cerimônias olha através da rachadura no
pavimento mosaico e grita aos irmãos. Logo sobe, cambaleante, o Irmão Jânio
Quadros.
Cabelos em desalinho, óculos de tartaruga em assimetria, coloca-se à ordem
com os pés trocados e pergunta:
- Quando começa o Copo D'água?
- Calma, Jânio… Por que você bebe tanto?
- Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia.
- Você precisa renunciar a este vício, Irmão Jânio…. E, por falar em
renunciar, por que você renunciou?
- Fi–lo porque qui-lo e também por conta das forças ocultas.
!!!!!! Malheta o Imperador.
- Componha rápido esta Loja, Irmão Mestre de Cerimônias. Chame o Rui para a
oratória.
- Já estou aqui, Venerável Mestre. Acabei de chegar da Holanda. O irmão
Paranhos Jr., "Barão do Rio Branco", enviou-me para representar o Brasil na
Conferência de Haia. Fiz sucesso. Estão até me chamando de "O Águia de
Haia". Mas não é a nossa "Águia bicéfala", é "Águia macrocéfala".
- E viva a República!!
- Viva a Monarquia!!
- Cale a boca, Bonifácio, senão eu lhe deporto!; ameaça D. Pedro.
- Isto aqui está muito bagunçado. Coloquem uma música na harmonia!
- Estamos aguardando o irmão Carlos Gomes. Ele está tocando "O Guarani" no
Repórter Esso, Venerável Mestre.
- Venham todos assinar o livro de presença, grita o irmão Dib, batendo com a
palma da mão no trono da chancelaria . Frequência, presença e
comparecimento: estes são os deveres do maçom. E tem mais, irmão Guatimosin,
este templo tem o meu nome e não vou permitir que seja transformado num
palácio para Dona Domitila. Eu e mais dezesseis irmãos (dezesseis ou
dezessete, já nem tenho mais certeza porque fizeram uma confusão danada com
essa história) fundamos a Loja, construímos o templo e não vamos permitir
que ele seja profanado.
- Se for pra competir, eu também quero dizer que tenho um Kadosch que é só
meu, diz o Irmão Ledo.
- !!!!! Silêncio!! Silêncio!! Suspendam os sinais maçônicos! Temos um
goteira entre nós! Irmão Guarda Interno, quem é esse cabeludo com uma corda
no pescoço?
- É o Tiradentes, o Mártir da Independência, Venerável Mestre
- Tiradentes uma ova! Agora sou um dos 200 mil dentistas deste país, com
diploma na parede e anel no dedo.
- Irmão Mestre de Cerimônias: coloque o Tiradentes, ou melhor, nosso mártir
dentista, entre colunas para o telhamento.
-Sois maçom?
- Iniciei-me por correspondência, Venerável Mestre.
- Ah, eu pensei que o Irmão fosse membro da nossa primeira Loja brasileira,
a "Areópago de Itambé", do Irmão Arruda Câmara. E o Irmão sabe a palavra
senha?
- Sei, sim, Venerável Mestre: "Tal dia é o batizado".
- Tá bom. Então, pode assumir um lugar entre nós. Afinal, você merece pois
foi o único enforcado dos 11.
- E viva a República!!
- Cale a boca, Ledo!
- Não sou o Ledo, Venerável Mestre. Sou o gaúcho Bento Gonçalves, e estou
dando vivas à "República do Piratini".
- E o Ledo, por que está tão calado?
- Estou confuso, Venerável Mestre. Não sei se hoje é 20 de Agosto ou 09 de
Setembro, se estamos na Era Vulgar ou no Ano da Verdadeira Luz, e preciso
fazer meu discurso na loja Comércio e Artes do Rio de Janeiro.
E, novamente, outro bate boca:
- A República é o melhor para o Brasil!!
- Não é!!! É preciso fazer uma mudança gradual, mas não temos sequer um nome
para assumir a presidência.
- Chame o Deodoro para assumir o governo provisório. Irmão Mestre de
Cerimônias, grite pelo Deodoro!
Chega o Deodoro, doente, fragilizado, desencantado e diz:
- Tô fora. Já dei a minha contribuição: já assumi, já fechei o Congresso, já
renunciei ao governo, ao Grão Mestrado. Quero que me esqueçam. Vocês se
resolvam com o Floriano, o "Marechal de Ferro".
- Calma Deodoro. Quem disse isto foi outro presidente.
Nesse ponto a confusão torna-se muito grande, já virando caso de policia, ou
melhor, de exército. Chamam o Caxias.
Montado num enorme cavalo, brandindo sua espada, sai das profundezas o nosso
Duque Patrono do Exército brasileiro:
- Sigam-me os que forem brasileiros!
- Para onde, Caxias?
- Para qualquer lugar, desde que estejamos "ombro a ombro" e não "peito a
peito".
- Obrigado por ter vindo, mas tire esse cavalo do templo e resolva essa
querela o mais diplomaticamente possível.
- Eu só sei resolver na espada. Diplomacia é la com o Barão, o do Rio
Branco.
- Irmão Guarda Interno, controle a entrada dos irmãos. Quem é esse aprendiz
no topo da coluna do Norte?
- É o Euclides da Cunha, Venerável Mestre.
- O jornalista do Estadão? O autor de "Os Sertões"? Aquele que disse que "o
sertanejo é um forte"?
- Não, Venerável Mestre. Este não é aquele que disse. Esse é o próprio
sertanejo forte do sertão baiano.
- Tá bom.. Então deixa ele aí, quietinho, na coluna do Norte. Meus irmãos:
estando a Loja dos Espíritos composta, vamos iniciar nossos trabalhos.
Irmão Guarda Interno: verifique se estamos a coberto.
O Irmão Guarda Interno sai do templo e, após alguns minutos de longa espera,
retorna e diz:
- Venerável Mestre: é com profunda tristeza que vos informo o que vi.
- E o que vistes, Irmão Guarda Interno?
- Venerável Mestre, na Sala dos Passos Perdidos amontoam-se milhares de
irmãos deitados na cama da fama. Dormem um sono profundo. Alguns até roncam;
outros sonham com a Maçonaria do passado. No salão de festas, outro tanto se
repasta com gordurosos bolinhos, pastéis e canapés. Bebem refrigerantes,
cerveja e até aguardente. Algumas conversas, felizmente a minoria, vão do
mesquinho ao ridículo. Pequenos grupos fazem pequenos negócios. Alguns, mais
preocupados com os grandes problemas da Ordem e da sociedade, parecem sonhar
acordados quando falam de seus utópicos projetos, e outros, talvez por não
entenderem a real dimensão dos problemas, tentam resolvê-los com pequenas
soluções, fazendo jantares beneficentes, bazares e vendendo até rifas.
- Não é possível!!!!! Não acredito no que ouço! Abandonaram a liberdade de
pensar! Não se fomentam mais as grandes ideias! Perderam os nossos ideais!
Interromperam as nossas conquistas e agora interrompem o nosso merecido
descanso. Por que nos incomodam???? !!!! De pé e à ordem. Irmão Mestre de
Cerimônias: abra as portas do templo. Meus irmãos: enchamos de ar os nossos
pulmões e gritemos em uníssono:
- ACORDEM, MEUS IRMÃOS!!!!!!!!!!
"ACORDEM, MEUS IRMÃOS ! ! ! "

terça-feira, 19 de junho de 2012

Garrafas PET Que Viram Bike

Pensando em comprar uma bike novinha?
Saiu agorinha a primeiríssima bicicleta feita de material reciclado,  parte
confeccionada de garrafas PET, embalagens de shampoo e outros.
E a parte mais legal: é criação do Brasil !

O artista plástico Juan Muzzi passou anos estudando a fabricação do modelo,
bancando tudo do próprio bolso. Resultado: o cara tem a primeira patente de
bike reciclável do mundo!

Ele conta que "a bicicleta é mais resistente, flexível e barata porque o
plástico não enferruja e a fabricação transforma resíduos em um novo
produto".
Ele ainda diz que leva 2 minutos pra fazer uma peça, e 200 garrafas pet.
Ano que vem, Juan pretende lançar uma cadeira de rodas feita da mesma
maneira, que vai ser doada pra quem levar o material.
Bacana demais!

Pra conseguir uma é só entrar no site da Muzzi Cycles e encomendar!

Versys 1000: a nova Kawasaki

Versys 1000: nova Kawasaki alia conforto de suspensões elevadas e
esportividade de motor 4 cilindros

A nova Kawasaki Versys 1000 não é uma moto aventureira, nem os pneus são de
uso misto. Com suspensões de longo curso, pneus para asfalto e rodas de 17
polegadas a Versys é uma espécie de supermotard de grande porte, só que
confortável o suficiente para longas viagens.

O tanque prova isso, com capacidade para 21 litros.

Diferentemente da maioria das concorrentes a Versys 1000 conta com o
malcriado motor de 4 cilindros em linha da Z1000, que perdeu 20 cv para se
tornar mais linear na subida de giros, passando a gerar até 118 cv.

Para o comprador deste tipo de moto, mais acostumado a opções com motores V2
ou de 2 cilindros em linha, não farão falta.

Segundo medições realizadas no exterior, ela acelera de 0 a 100 km/h em
menos de 4 segundos e atinge 230 km/h.

Há ajustes de modo de potência (plena ou 75%) e controle de tração (três
níveis, ou desligado).

Está disponível apenas na cor branco perolado, com freios ABS, por R$ 49.990
(sem frete).

Fonte: Duarodasonline

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Entenda porque os produtos importados para motociclistas são caros no Brasil

Os impostos brasileiros e o frete internacional são os maiores
responsáveis...


Existem uma infinidade de produtos importados para motociclistas sendo
comercializados no Brasil; capacetes, jaquetas, calças, luvas, vestuário em
geral, protetores de motor, gps, acessórios diversos para motos custom, big
trail e outras, enfim, são milhares de produtos.


A maioria dos produtos importados são trazidos para o Brasil por empresas
que representam a marca, como por exemplo, a Touratech, que representa a
empresa que faz diversos acessórios de qualidade para motos Big Trails da
BMW, Suzuki, KTM e outras marcas, sediada na Alemanha. Outro exemplo, é a
Shoei, que importa capacetes do Japão, consagrados como um dos melhores do
mundo.


Todos sabemos o quanto é complexo a política tributária brasileira, produtos
importados legalmente não fogem a regra. Logo de cara são cobrados 60% de
imposto de importação, depois mais o ICMS do estado (que varia entre 18 e
20%), tem também o PIS/Cofins que gira em torno de 8%, isto é, só com esses
impostos (ainda tem outros como o IOF) o valor do produto encarece no mínimo
85% do seu valor original comercializado no exterior. Ai incide ainda os
custos de transporte internacional do produto, o que também não é barato
para grandes volumes, sem contar com problemas de greves em portos, demora
na liberação da carga e custos com profissionais aduaneiros. Somado a tudo
isso temos o lucro do representante da marca e do lojista e acredite, esses
lucros não são grandes como muitos imaginam.


Manter uma loja séria para motociclistas (que só comercializa produtos de
forma legal) no Brasil não é simples, quanto menos barato. Paga-se o
aluguel, funcionários, luz, água, telefone, Internet e tudo mais que envolve
o negócio, e para manter os preços competitivos, os lojistas trabalham com
seu spread pequeno(diferença entre o valor de compra do produto e o de
venda), a margem de lucro varia entre 15/20%, porcentagem variável conforme
a estrutura do lojista e produtos comercializados.


Já os produtos nacionais, embora tenhamos toda a absurda carga tributária
brasileira, os lucros dos lojistas são maiores. Mas, infelizmente, existem
vários produtos específicos que simplesmente não têm produção brasileira,
sendo de origem estrangeira.


Mesmo para os produtos nacionais, temos ainda a questão da demanda. No
mercado brasileiro de motocicletas, apenas 2% delas (segundo a Abraciclo),
são acima de 400cc, isso significa que fabricar produtos para essas
motocicletas custa caro, pois, a demanda é pequena e ai, os preços das
matérias primas, peças e tudo mais, ficam mais altos.


Outro fator que encarece os produtos é o financiamento, normalmente, através
do pagamento em parcelas no Cartão de Crédito, se o motociclista puder
esperar para reunir o dinheiro e fazer o pagamento à vista, conseguirá um
desconto expressivo.


O brasileiro ao invés de se organizar, gerar manifestações e cobrar
políticas tributárias e outros direitos dos governantes, prefere dar o seu
"jeitinho" e burlar a lei. Achando que está fazendo um bom negócio, compra
produtos de origem ilegal (contrabando), sem nota fiscal ou garantia e à
margem da ética moral. Não podemos generalizar e certamente muitos que têm
esse tipo de prática, a fazem na ingenuidade de "economizar seu dinheiro",
não sabem que assim ajudam a manter o "sistema caótico" de corrupção,
descaminho e política tributária surreal do país e geram uma concorrência
desleal entre o contrabando (crime) e as empresas que atuam de forma legal.


A política pessoal do "eu ganho, todos perdem e não estou nem ai" é
vantajosa momentaneamente, mas a médio e longo prazo, tornam o Brasil o país
com os problemas que todos sabemos que existem.


Como no país reina absoluta a impunidade, importadores representantes das
marcas e lojistas sérios precisam se "virar nos 30" para manterem seus
negócios. Triste realidade.


Fonte: Policarpo Jr - RockRiders.com.br

Suzuki faz recall do modelo GSX-R1000 ano 2010 a 2012

A J Toledo Suzuki convoca os proprietários da motocicleta GSX-R1000 ano
modelo 2010 a 2012, com chassi final JAM104637 até JCM105906 a atenderem a
campanha de substituição dos parafusos de fixação do corpo do interruptor do
cavalete lateral, sem custo, visando evitar a parada indesejada e súbita do
motor, aumentando o risco de um acidente. Solicitamos que seja agendado o
atendimento em uma Concessionária ou Assistência Técnica Autorizada mais
próxima.

Para maiores esclarecimentos consulte o site www.suzukimotos.com.br ou
através do telefone 0800 707 8020.

Fonte: MOTO.com.br

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Maçonaria contra Aumento dos Vereadores

É um exemplo a ser seguido...

Grupo Izzo continua com problemas de pós-vendas

Representante da Ducati e KTM passa por problemas no Brasil

Grupo Izzo continua com problemas de pós-vendas e dificuldades...

Essa matéria foi feita pelo jornalista da Revista Isto É Dinheiro Edição 766
(junho/2012) da Editora Três e publicada no site da revista.

Depois de perder a representação da Harley-Davidson no Brasil, o Grupo Izzo
continua sofrendo com problemas de pós-venda e dificuldades para manter sua
estrutura.

Os dias já foram muito melhores para o empresário Paulo Izzo,
presidente do Grupo Izzo, de São Paulo, até pouco tempo atrás conhecido como
uma das maiores importadoras independentes de motocicletas de luxo do
Brasil. Por suas concessionárias já passaram marcas como Buell, Triumph,
Husqvarna, Polaris, Malaguti, MV Agusta, Benelli e Harley-Davidson. Para os
não aficionados do mundo das duas rodas, basta dizer que todas elas têm
preços que começam a partir de R$ 20 mil e podem ultrapassar a casa dos R$
100 mil. Hoje, no entanto, o grupo está longe de seus dias de glória, que
duraram do início dos anos 2000 até 2008. Agora, Izzo representa apenas duas
marcas: a italiana Ducati e a austríaca KTM.

Com esse portfólio, emplacou menos de mil motos em 2011, um quinto do
resultado de 2008, quando era líder do segmento de alta cilindrada,
representando a Harley-Davidson, da qual era importador desde 1993. Sua
parceria com a montadora contava até com uma fábrica em Manaus, a única
unidade produtiva fora dos Estados Unidos. Os problemas do grupo Izzo
começaram depois que a Harley-Davidson, por meio de uma ação na Justiça,
quebrou o contrato com a empresa brasileira, em 2011. Uma de suas alegações
era de que o importador havia rompido uma das cláusulas do contrato ao
vender motos de concorrentes nas lojas exclusivas da Harley-Davidson.

"Outra prática espúria é que a empresa demorava para emplacar e entregar as
motocicletas, na medida em que empenhava tais veículos a alguns bancos,
dentre eles o Banco Cacique e o Cruzeiro do Sul", registrou o juiz Carlos
Eduardo Borges Fantacini, em sentença proferida em junho de 2010. Uma busca
pelo site Reclame Aqui demonstra que o grupo Izzo ainda enfrenta problemas
com alguns de seus clientes. Em 2010, quando vendeu mais de três mil motos,
foram registradas 12 reclamações. Nos últimos 12 meses, até junho deste ano,
teve mais de 90 queixas. No ano passado, foram vendidas aproximadamente 800
motocicletas. Esse tipo de conduta fez com que o Ministério Público do Rio
Grande do Sul reabrisse um inquérito para apurar "eventuais práticas
comerciais abusivas" do grupo.

De acordo com o promotor Rossano Biazus, da Promotoria de Justiça
Especializada de Porto Alegre, o inquérito havia sido arquivado em 2010,
pois a empresa, por meio de um compromisso de ajustamento, tinha prometido
mudar sua postura. Por conta de novas reclamações, o inquérito voltou a
tramitar em janeiro deste ano. "A maioria das denúncias está ligada à
dificuldade de emplacar as motos", diz Biazus. Esse é o caso do advogado
Marcel de Melo Santos, 39 anos, que comprou uma motocicleta Ducati, em
setembro do ano passado. O pagamento de R$ 34.900, segundo ele, foi feito em
duas vezes. A nota fiscal foi emitida em seu nome. Mesmo assim, até hoje ele
não conseguiu fazer a transferência da moto, pois ela está alienada ao banco
Cruzeiro do Sul.

"O meu sonho de ter uma Ducati virou um pesadelo", diz Santos. Depois de
muitos contatos com o grupo, especialmente com o diretor-comercial Alvaro
Sandre, a empresa emplacou a moto em novembro de 2011, mas a colocou em nome
do próprio Grupo Izzo. "Eles me venderam a moto, não quitaram a alienação
com o banco e ainda continuam como proprietários", afirma Santos, que se
prepara para entrar com uma ação na Justiça pedindo a devolução do dinheiro.
O processo de Santos aumentará uma lista de 17 ações registradas nos últimos
quatro anos contra o Grupo Izzo, no Estado de São Paulo. A mais recente é a
da administradora de imóveis Omar Macksoud.

Em 29 de maio, ela deu entrada no Foro Regional de Santo Amaro a uma ação de
despejo por falta de pagamento de aluguel do prédio em que está instalada a
sede da empresa, na avenida Bandeirantes, zona sul de São Paulo. O valor da
ação é de R$ 1,7 milhão, correspondente a um ano de aluguel. "Eles já estão
negociando para desocupar o imóvel", disse um advogado envolvido nas
tratativas.

Fonte: Site da Revista Isto É Dinheiro (www.istoedinheiro.com.br). Escrita
por Rafael Freire.

STUDENT WHO OBTAINED 0% ON AN EXAM ( but deserves 100)

I think this student should get 100%

STUDENT WHO OBTAINED 0% ON AN EXAM

Q1. In which battle did Napoleon die?
* his last battle

Q2. Where was the Declaration of Independence signed?
* at the bottom of the page

Q3. River Ravi flows in which state?
* liquid

Q4. What is the main reason for divorce?
* marriage

Q5. What is the main reason for failure?
* exams

Q6. What can you never eat for breakfast?
* Lunch & dinner

Q7. What looks like half an apple?
* The other half

Q8. If you throw a red stone into the blue sea what will it become?
* It will simply become wet

Q9. How can a man go eight days without sleeping ?
* No problem, he sleeps at night.

Q10. How can you lift an elephant with one hand?
* You will never find an elephant that has one hand..

Q11. If you had three apples and four oranges in one hand and four apples
and three oranges in other hand, what would you have ?
* Very large hands

Q12. If it took eight men ten hours to build a wall, how long would it take
four men to build it?
* No time at all, the wall is already built.

Q13. How can you drop a raw egg onto a concrete floor without cracking it?
*Any way you want, concrete floors are very hard to crack.

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