Os impostos brasileiros e o frete internacional são os maiores
responsáveis...
Existem uma infinidade de produtos importados para motociclistas sendo
comercializados no Brasil; capacetes, jaquetas, calças, luvas, vestuário em
geral, protetores de motor, gps, acessórios diversos para motos custom, big
trail e outras, enfim, são milhares de produtos.
A maioria dos produtos importados são trazidos para o Brasil por empresas
que representam a marca, como por exemplo, a Touratech, que representa a
empresa que faz diversos acessórios de qualidade para motos Big Trails da
BMW, Suzuki, KTM e outras marcas, sediada na Alemanha. Outro exemplo, é a
Shoei, que importa capacetes do Japão, consagrados como um dos melhores do
mundo.
Todos sabemos o quanto é complexo a política tributária brasileira, produtos
importados legalmente não fogem a regra. Logo de cara são cobrados 60% de
imposto de importação, depois mais o ICMS do estado (que varia entre 18 e
20%), tem também o PIS/Cofins que gira em torno de 8%, isto é, só com esses
impostos (ainda tem outros como o IOF) o valor do produto encarece no mínimo
85% do seu valor original comercializado no exterior. Ai incide ainda os
custos de transporte internacional do produto, o que também não é barato
para grandes volumes, sem contar com problemas de greves em portos, demora
na liberação da carga e custos com profissionais aduaneiros. Somado a tudo
isso temos o lucro do representante da marca e do lojista e acredite, esses
lucros não são grandes como muitos imaginam.
Manter uma loja séria para motociclistas (que só comercializa produtos de
forma legal) no Brasil não é simples, quanto menos barato. Paga-se o
aluguel, funcionários, luz, água, telefone, Internet e tudo mais que envolve
o negócio, e para manter os preços competitivos, os lojistas trabalham com
seu spread pequeno(diferença entre o valor de compra do produto e o de
venda), a margem de lucro varia entre 15/20%, porcentagem variável conforme
a estrutura do lojista e produtos comercializados.
Já os produtos nacionais, embora tenhamos toda a absurda carga tributária
brasileira, os lucros dos lojistas são maiores. Mas, infelizmente, existem
vários produtos específicos que simplesmente não têm produção brasileira,
sendo de origem estrangeira.
Mesmo para os produtos nacionais, temos ainda a questão da demanda. No
mercado brasileiro de motocicletas, apenas 2% delas (segundo a Abraciclo),
são acima de 400cc, isso significa que fabricar produtos para essas
motocicletas custa caro, pois, a demanda é pequena e ai, os preços das
matérias primas, peças e tudo mais, ficam mais altos.
Outro fator que encarece os produtos é o financiamento, normalmente, através
do pagamento em parcelas no Cartão de Crédito, se o motociclista puder
esperar para reunir o dinheiro e fazer o pagamento à vista, conseguirá um
desconto expressivo.
O brasileiro ao invés de se organizar, gerar manifestações e cobrar
políticas tributárias e outros direitos dos governantes, prefere dar o seu
"jeitinho" e burlar a lei. Achando que está fazendo um bom negócio, compra
produtos de origem ilegal (contrabando), sem nota fiscal ou garantia e à
margem da ética moral. Não podemos generalizar e certamente muitos que têm
esse tipo de prática, a fazem na ingenuidade de "economizar seu dinheiro",
não sabem que assim ajudam a manter o "sistema caótico" de corrupção,
descaminho e política tributária surreal do país e geram uma concorrência
desleal entre o contrabando (crime) e as empresas que atuam de forma legal.
A política pessoal do "eu ganho, todos perdem e não estou nem ai" é
vantajosa momentaneamente, mas a médio e longo prazo, tornam o Brasil o país
com os problemas que todos sabemos que existem.
Como no país reina absoluta a impunidade, importadores representantes das
marcas e lojistas sérios precisam se "virar nos 30" para manterem seus
negócios. Triste realidade.
Fonte: Policarpo Jr - RockRiders.com.br
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Suzuki faz recall do modelo GSX-R1000 ano 2010 a 2012
A J Toledo Suzuki convoca os proprietários da motocicleta GSX-R1000 ano
modelo 2010 a 2012, com chassi final JAM104637 até JCM105906 a atenderem a
campanha de substituição dos parafusos de fixação do corpo do interruptor do
cavalete lateral, sem custo, visando evitar a parada indesejada e súbita do
motor, aumentando o risco de um acidente. Solicitamos que seja agendado o
atendimento em uma Concessionária ou Assistência Técnica Autorizada mais
próxima.
Para maiores esclarecimentos consulte o site www.suzukimotos.com.br ou
através do telefone 0800 707 8020.
Fonte: MOTO.com.br
modelo 2010 a 2012, com chassi final JAM104637 até JCM105906 a atenderem a
campanha de substituição dos parafusos de fixação do corpo do interruptor do
cavalete lateral, sem custo, visando evitar a parada indesejada e súbita do
motor, aumentando o risco de um acidente. Solicitamos que seja agendado o
atendimento em uma Concessionária ou Assistência Técnica Autorizada mais
próxima.
Para maiores esclarecimentos consulte o site www.suzukimotos.com.br ou
através do telefone 0800 707 8020.
Fonte: MOTO.com.br
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Grupo Izzo continua com problemas de pós-vendas
Representante da Ducati e KTM passa por problemas no Brasil
Grupo Izzo continua com problemas de pós-vendas e dificuldades...
Essa matéria foi feita pelo jornalista da Revista Isto É Dinheiro Edição 766
(junho/2012) da Editora Três e publicada no site da revista.
Depois de perder a representação da Harley-Davidson no Brasil, o Grupo Izzo
continua sofrendo com problemas de pós-venda e dificuldades para manter sua
estrutura.
Os dias já foram muito melhores para o empresário Paulo Izzo,
presidente do Grupo Izzo, de São Paulo, até pouco tempo atrás conhecido como
uma das maiores importadoras independentes de motocicletas de luxo do
Brasil. Por suas concessionárias já passaram marcas como Buell, Triumph,
Husqvarna, Polaris, Malaguti, MV Agusta, Benelli e Harley-Davidson. Para os
não aficionados do mundo das duas rodas, basta dizer que todas elas têm
preços que começam a partir de R$ 20 mil e podem ultrapassar a casa dos R$
100 mil. Hoje, no entanto, o grupo está longe de seus dias de glória, que
duraram do início dos anos 2000 até 2008. Agora, Izzo representa apenas duas
marcas: a italiana Ducati e a austríaca KTM.
Com esse portfólio, emplacou menos de mil motos em 2011, um quinto do
resultado de 2008, quando era líder do segmento de alta cilindrada,
representando a Harley-Davidson, da qual era importador desde 1993. Sua
parceria com a montadora contava até com uma fábrica em Manaus, a única
unidade produtiva fora dos Estados Unidos. Os problemas do grupo Izzo
começaram depois que a Harley-Davidson, por meio de uma ação na Justiça,
quebrou o contrato com a empresa brasileira, em 2011. Uma de suas alegações
era de que o importador havia rompido uma das cláusulas do contrato ao
vender motos de concorrentes nas lojas exclusivas da Harley-Davidson.
"Outra prática espúria é que a empresa demorava para emplacar e entregar as
motocicletas, na medida em que empenhava tais veículos a alguns bancos,
dentre eles o Banco Cacique e o Cruzeiro do Sul", registrou o juiz Carlos
Eduardo Borges Fantacini, em sentença proferida em junho de 2010. Uma busca
pelo site Reclame Aqui demonstra que o grupo Izzo ainda enfrenta problemas
com alguns de seus clientes. Em 2010, quando vendeu mais de três mil motos,
foram registradas 12 reclamações. Nos últimos 12 meses, até junho deste ano,
teve mais de 90 queixas. No ano passado, foram vendidas aproximadamente 800
motocicletas. Esse tipo de conduta fez com que o Ministério Público do Rio
Grande do Sul reabrisse um inquérito para apurar "eventuais práticas
comerciais abusivas" do grupo.
De acordo com o promotor Rossano Biazus, da Promotoria de Justiça
Especializada de Porto Alegre, o inquérito havia sido arquivado em 2010,
pois a empresa, por meio de um compromisso de ajustamento, tinha prometido
mudar sua postura. Por conta de novas reclamações, o inquérito voltou a
tramitar em janeiro deste ano. "A maioria das denúncias está ligada à
dificuldade de emplacar as motos", diz Biazus. Esse é o caso do advogado
Marcel de Melo Santos, 39 anos, que comprou uma motocicleta Ducati, em
setembro do ano passado. O pagamento de R$ 34.900, segundo ele, foi feito em
duas vezes. A nota fiscal foi emitida em seu nome. Mesmo assim, até hoje ele
não conseguiu fazer a transferência da moto, pois ela está alienada ao banco
Cruzeiro do Sul.
"O meu sonho de ter uma Ducati virou um pesadelo", diz Santos. Depois de
muitos contatos com o grupo, especialmente com o diretor-comercial Alvaro
Sandre, a empresa emplacou a moto em novembro de 2011, mas a colocou em nome
do próprio Grupo Izzo. "Eles me venderam a moto, não quitaram a alienação
com o banco e ainda continuam como proprietários", afirma Santos, que se
prepara para entrar com uma ação na Justiça pedindo a devolução do dinheiro.
O processo de Santos aumentará uma lista de 17 ações registradas nos últimos
quatro anos contra o Grupo Izzo, no Estado de São Paulo. A mais recente é a
da administradora de imóveis Omar Macksoud.
Em 29 de maio, ela deu entrada no Foro Regional de Santo Amaro a uma ação de
despejo por falta de pagamento de aluguel do prédio em que está instalada a
sede da empresa, na avenida Bandeirantes, zona sul de São Paulo. O valor da
ação é de R$ 1,7 milhão, correspondente a um ano de aluguel. "Eles já estão
negociando para desocupar o imóvel", disse um advogado envolvido nas
tratativas.
Fonte: Site da Revista Isto É Dinheiro (www.istoedinheiro.com.br). Escrita
por Rafael Freire.
Grupo Izzo continua com problemas de pós-vendas e dificuldades...
Essa matéria foi feita pelo jornalista da Revista Isto É Dinheiro Edição 766
(junho/2012) da Editora Três e publicada no site da revista.
Depois de perder a representação da Harley-Davidson no Brasil, o Grupo Izzo
continua sofrendo com problemas de pós-venda e dificuldades para manter sua
estrutura.
Os dias já foram muito melhores para o empresário Paulo Izzo,
presidente do Grupo Izzo, de São Paulo, até pouco tempo atrás conhecido como
uma das maiores importadoras independentes de motocicletas de luxo do
Brasil. Por suas concessionárias já passaram marcas como Buell, Triumph,
Husqvarna, Polaris, Malaguti, MV Agusta, Benelli e Harley-Davidson. Para os
não aficionados do mundo das duas rodas, basta dizer que todas elas têm
preços que começam a partir de R$ 20 mil e podem ultrapassar a casa dos R$
100 mil. Hoje, no entanto, o grupo está longe de seus dias de glória, que
duraram do início dos anos 2000 até 2008. Agora, Izzo representa apenas duas
marcas: a italiana Ducati e a austríaca KTM.
Com esse portfólio, emplacou menos de mil motos em 2011, um quinto do
resultado de 2008, quando era líder do segmento de alta cilindrada,
representando a Harley-Davidson, da qual era importador desde 1993. Sua
parceria com a montadora contava até com uma fábrica em Manaus, a única
unidade produtiva fora dos Estados Unidos. Os problemas do grupo Izzo
começaram depois que a Harley-Davidson, por meio de uma ação na Justiça,
quebrou o contrato com a empresa brasileira, em 2011. Uma de suas alegações
era de que o importador havia rompido uma das cláusulas do contrato ao
vender motos de concorrentes nas lojas exclusivas da Harley-Davidson.
"Outra prática espúria é que a empresa demorava para emplacar e entregar as
motocicletas, na medida em que empenhava tais veículos a alguns bancos,
dentre eles o Banco Cacique e o Cruzeiro do Sul", registrou o juiz Carlos
Eduardo Borges Fantacini, em sentença proferida em junho de 2010. Uma busca
pelo site Reclame Aqui demonstra que o grupo Izzo ainda enfrenta problemas
com alguns de seus clientes. Em 2010, quando vendeu mais de três mil motos,
foram registradas 12 reclamações. Nos últimos 12 meses, até junho deste ano,
teve mais de 90 queixas. No ano passado, foram vendidas aproximadamente 800
motocicletas. Esse tipo de conduta fez com que o Ministério Público do Rio
Grande do Sul reabrisse um inquérito para apurar "eventuais práticas
comerciais abusivas" do grupo.
De acordo com o promotor Rossano Biazus, da Promotoria de Justiça
Especializada de Porto Alegre, o inquérito havia sido arquivado em 2010,
pois a empresa, por meio de um compromisso de ajustamento, tinha prometido
mudar sua postura. Por conta de novas reclamações, o inquérito voltou a
tramitar em janeiro deste ano. "A maioria das denúncias está ligada à
dificuldade de emplacar as motos", diz Biazus. Esse é o caso do advogado
Marcel de Melo Santos, 39 anos, que comprou uma motocicleta Ducati, em
setembro do ano passado. O pagamento de R$ 34.900, segundo ele, foi feito em
duas vezes. A nota fiscal foi emitida em seu nome. Mesmo assim, até hoje ele
não conseguiu fazer a transferência da moto, pois ela está alienada ao banco
Cruzeiro do Sul.
"O meu sonho de ter uma Ducati virou um pesadelo", diz Santos. Depois de
muitos contatos com o grupo, especialmente com o diretor-comercial Alvaro
Sandre, a empresa emplacou a moto em novembro de 2011, mas a colocou em nome
do próprio Grupo Izzo. "Eles me venderam a moto, não quitaram a alienação
com o banco e ainda continuam como proprietários", afirma Santos, que se
prepara para entrar com uma ação na Justiça pedindo a devolução do dinheiro.
O processo de Santos aumentará uma lista de 17 ações registradas nos últimos
quatro anos contra o Grupo Izzo, no Estado de São Paulo. A mais recente é a
da administradora de imóveis Omar Macksoud.
Em 29 de maio, ela deu entrada no Foro Regional de Santo Amaro a uma ação de
despejo por falta de pagamento de aluguel do prédio em que está instalada a
sede da empresa, na avenida Bandeirantes, zona sul de São Paulo. O valor da
ação é de R$ 1,7 milhão, correspondente a um ano de aluguel. "Eles já estão
negociando para desocupar o imóvel", disse um advogado envolvido nas
tratativas.
Fonte: Site da Revista Isto É Dinheiro (www.istoedinheiro.com.br). Escrita
por Rafael Freire.
STUDENT WHO OBTAINED 0% ON AN EXAM ( but deserves 100)
I think this student should get 100%
STUDENT WHO OBTAINED 0% ON AN EXAM
Q1. In which battle did Napoleon die?
* his last battle
Q2. Where was the Declaration of Independence signed?
* at the bottom of the page
Q3. River Ravi flows in which state?
* liquid
Q4. What is the main reason for divorce?
* marriage
Q5. What is the main reason for failure?
* exams
Q6. What can you never eat for breakfast?
* Lunch & dinner
Q7. What looks like half an apple?
* The other half
Q8. If you throw a red stone into the blue sea what will it become?
* It will simply become wet
Q9. How can a man go eight days without sleeping ?
* No problem, he sleeps at night.
Q10. How can you lift an elephant with one hand?
* You will never find an elephant that has one hand..
Q11. If you had three apples and four oranges in one hand and four apples
and three oranges in other hand, what would you have ?
* Very large hands
Q12. If it took eight men ten hours to build a wall, how long would it take
four men to build it?
* No time at all, the wall is already built.
Q13. How can you drop a raw egg onto a concrete floor without cracking it?
*Any way you want, concrete floors are very hard to crack.
STUDENT WHO OBTAINED 0% ON AN EXAM
Q1. In which battle did Napoleon die?
* his last battle
Q2. Where was the Declaration of Independence signed?
* at the bottom of the page
Q3. River Ravi flows in which state?
* liquid
Q4. What is the main reason for divorce?
* marriage
Q5. What is the main reason for failure?
* exams
Q6. What can you never eat for breakfast?
* Lunch & dinner
Q7. What looks like half an apple?
* The other half
Q8. If you throw a red stone into the blue sea what will it become?
* It will simply become wet
Q9. How can a man go eight days without sleeping ?
* No problem, he sleeps at night.
Q10. How can you lift an elephant with one hand?
* You will never find an elephant that has one hand..
Q11. If you had three apples and four oranges in one hand and four apples
and three oranges in other hand, what would you have ?
* Very large hands
Q12. If it took eight men ten hours to build a wall, how long would it take
four men to build it?
* No time at all, the wall is already built.
Q13. How can you drop a raw egg onto a concrete floor without cracking it?
*Any way you want, concrete floors are very hard to crack.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Teneré 600 versus BMW GS650
21/05/2012 - Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO (Fotos: Doni Castilho/Agência
INFOMOTO) / Fonte: iCarros
De um lado um nome de respeito entre os fãs de off-road. Do outro, o apelo
de uma motocicleta que carrega uma marca premium, porém por um preço
acessível. Ambas apostando no torque de motores monocilíndricos e na
versatilidade ciclística para conquistar o consumidor. Assim pode ser
definido o duelo entre a Yamaha XT 660Z Ténéré e a BMW G 650 GS. Para
apimentar ainda mais a disputa, as duas têm preços bastante próximos: a
lendária Ténéré 660 está cotada a R$ 31.110, enquanto a motocicleta alemã,
montada em Manaus (AM), sai por R$ 29.800.
Apesar da proposta semelhante, há mais diferenças entre elas do que os R$
1.310. Diferenças importantes que o consumidor deve considerar. A começar
pelo uso que fará da moto: será seu veículo de uso diário ou a moto vai
ficar reservada para as viagens de fim de semana ou para aquela aventura até
a Patagônia com os amigos?
Conforto e versatilidade
A BMW G 650 GS ganhou novos ares com a reformulação visual do modelo 2012,
ficou mais moderna e atraente. Mas por baixo continua exatamente com as
características que fizeram dela um sucesso até hoje.
Na motorização, o mesmo monocilíndrico com 652 cm³ de capacidade. Com
comando duplo no cabeçote (DOHC), quatro válvulas e refrigeração líquida, o
propulsor produz 50 cv de potência máxima a 6.500 rpm. Mas sua qualidade são
os 6,1 kgf.m de torque máximo já a 4.800 rpm. Na parte ciclística,
suspensões de longo curso: 170 mm na dianteira com ajuste na précarga e
retorno; e 165 mm na balança monoamortecida com ajuste na précarga da mola.
Calçada com pneus de uso misto – Metzeler Tourance – seu desempenho no fora
de estrada é razoável. Só não é melhor em função da roda de liga leve de 19
polegadas na frente – atrás roda de 17 polegadas.
Somando essas características à boa posição de pilotagem – ereta, típica das
trails – e à generosa espuma do banco, o resultado é uma moto bastante
confortável e ainda assim versátil para encarar uma estrada de terra. Mas
nada muito radical que arrisque amassar as rodas de liga-leve ou muita lama
que vá grudar no pneu.
Com um consumo que variou entre 19 e 21,5 km/litro, a G 650 GS ainda oferece
boa autonomia (tanque com 14 litros de capacidade) e conforto para viagens.
Em resumo, a G 650 GS seria a opção ideal para o motociclista que quer uma
trail para rodar no dia-a-dia e também para uma viagem (um pouco)
aventureira.
Sem falar na sua desenvoltura para rodar no trânsito urbano. Mesmo com seu
guidão largo, a BMW G 650 GS "costura" com facilidade os carros engarrafados
nas ruas e avenidas da capital paulista. Para tanto, o piloto conta com o
auxílio do banco a apenas 78 cm do solo, permitindo que um piloto de
estatura média (1,71 m) apóie os pés no chão com facilidade.
Robustez no off-road
A Yamaha XT 660Z Ténéré, mostrada no Salão Duas Rodas 2011, em outubro
passado, ainda carrega ares de novidade. Em nossa viagem com as duas
motocicletas pelo interior de São Paulo – mesclando rodovias, estradas
sinuosas e caminhos de terra – não era raro encontrar alguém que perguntasse
qual moto era aquela.
Imponente com seu tanque de 23 litros e o pequeno para brisa, a Ténéré 660
transpira o espírito aventureiro, reforçado pelos protetores de mão e de
motor em alumínio (ambos opcionais e montados na unidade testada). Dotada de
uma roda de 21 polegadas na dianteira e suspensões com cursos bem longos -
garfo telescópico convencional com 210 mm de curso, na frente, e balança em
alumínio monoamortecida com curso de 200 mm, ajustável em cinco posições,
atrás – a Ténéré parece pronta a encarar qualquer tipo de estrada. E está
mesmo.
Rodamos cerca de 30 km com ambas as motos por uma complicada trilha de terra
entre Araçariguama e Pirapora do Bom Jesus, no interior paulista. Enquanto a
Ténéré ignorava as pedras soltas e os buracos, o bom senso exigia que o
piloto da G 650 GS agisse com cautela para não danificar a moto. Mas aqui
vale ressaltar que a trail alemã não se intimidou: mesmo com roda 19 na
dianteira e com pneus mais on do que off-road enfrentou bem os obstáculos.
Mas a Ténéré levou vantagem nessa situação.
A Ténéré 660 compartilha o mesmo motor da XT 660R. O monocilíndrico equipado
com sistema de injeção eletrônica e arrefecimento líquido produz 48 cv de
potência máxima a 6000 rpm e torque máximo de 5,95 kgf.m a 5.500 rpm. Mas na
Ténéré, foi otimizado para garantir mais torque em médias rotações, o que
favorece ainda mais a tocada off-road. Outro detalhe faz toda a diferença:
as pedaleiras mais largas da Yamaha Ténéré 600 são ideais para se pilotar em
pé, facilitando e muito acelerar na terra.
Desempenho no asfalto
Enquanto nos trechos fora-de-estrada a Ténéré levava vantagem, no asfalto
foi a vez de a BMW G 650 GS dar o troco. Com mais de 300 km rodados,
principalmente nas curvas da sinuosa e bela estrada dos Romeiros, que liga
Pirapora do Bom Jesus a Itu, no Estado de São Paulo. A roda de 19 polegadas
na dianteira e o menor curso das suspensões permitem deitar nas curvas com
mais segurança, enquanto o piloto da Ténéré ficava para trás. Novamente
ressalto que isso não significa que a Yamaha seja ruim de curva,
simplesmente não tem o mesmo desempenho dinâmico da BMW.
Outra situação em que a G 650 GS se sai melhor é no trânsito urbano. Mais
baixa e leve (10 kg a menos do que a Ténéré), além de ter um motor de
comportamento mais suave, o piloto sente mais segurança para trafegar entre
os carros. Já a Ténéré é mais bruta, tem uma arrancada mais forte e
pilotá-la na cidade exige mais do piloto. Além disso, a Ténéré é mais
"beberrona": fez entre 18 e 20 km/litro.
Outro ponto positivo fica por conta dos freios ABS – podem ser desligados no
off-road – que são item de série na 650cc da BMW. Em frenagens de emergência
funcionam muito bem. Já a Yamaha não oferece o sistema anti-travamento no
Brasil, porém o freio de disco duplo na dianteira que equipa a 660Z são
excelentes e também param os 186 kg a seco com segurança.
Para usos distintos
Embora os dois modelos comparados sejam versáteis, ou seja, vão bem em
variadas situações, o que deve nortear a escolha final é realmente o uso que
se dará a cada uma delas.
Respondendo à pergunta inicial, se você procura uma moto para uso diário e
também para viagens sem muita aventura, a BMW G 650 GS é uma boa opção. Mas
se no seu caso o uso for principalmente para aventuras com uma boa dose de
terra no caminho, a Yamaha XT 660Z Ténéré foi feita para você – ou ainda a G
650 GS Sertão (leia box).
Claro que você pode ignorar todas essas considerações e optar pela que mais
lhe agrade. Quem sempre sonhou em ter uma BMW não terá grandes problemas
para encarar uma estrada de terra, assim como os fãs do nome Ténéré acharão
bastante divertido rodar na cidade com essa nova versão XT 660Z.
G 650 GS Sertão: mais off-road
Caso você se enquadre no perfil de consumidor que quer uma moto mais
aventureira e é fã da BMW, pode optar pela recém-lançada G 650 GS Sertão.
Com preço sugerido de R$ 32.800, a "Sertão" tem outro conjunto de suspensões
com curso mais longo. O garfo telescópico dianteiro tem 210 mm de curso e
trabalha em conjunto com o braço oscilante traseiro de mesmo curso, que
conta com amortecedor a gás. Estas especificações somadas às rodas raiadas
de 21 polegadas na frente (na standard na frente a roda tem 19 polegadas e é
de liga leve) e 17 atrás credenciam a moto para enfrentar qualquer
irregularidade existente no caminho de terra.
FICHAS TÉCNICAS:
Yamaha XT 660Z Ténéré
Motor OHC, monocilíndrico, 4 tempos, 4 válvulas e refrigeração líquida,
Capacidade cúbica 660cc
Diâmetro x curso 100 x 84 mm
Taxa de compressão 10.0:1
Potência máxima 48 cv a 6.000 rpm
Torque máximo 5,95 kgf.m a 5.500 rpm
Sistema de combustível Injeção de eletrônica
Tipo de embreagem multidisco banhado a óleo
Sistema de ignição Elétrica
Sistema de transmissão Permanentemente engrenada, 5 velocidades
Transmissão final Corrente
Chassis Tipo Diamante, em aço
Suspensão
Dianteira: Garfo telescópico com 210 mm de curso
Traseira: Monoamortecedor, ajustável para pré-carga e retorno e 200 mm de
curso
Freio dianteiro discos duplos: De acionamento hidráulico e de 298 mm de
diâmetro
Freio traseiro: Disco simples de 245 mm
Pneu dianteiro: 90/90R 21M/C 54S
Pneu traseiro: 130/80R17M/C 65S
Comprimento total: 2.246 mm
Largura total: 865 mm
Altura total: 1.477 mm
Altura do assento: Ajustável 896 mm
Distância entre eixos: 1.500 mm
Distância mínima do solo: 260 mm
Peso total (a seco): 186 kg
Capacidade do tanque de comb.: 23 litros
Quantidade de óleo: 2,9 litros
Cor: Azul
Preço: R$ 31.110,00
BMW G 650 GS
Motor Monocilíndrico, (DOHC), 4 válvulas por cilindro, e refrigeração
líquida
Capacidade cúbica 652 cm³
Potência máxima 50 cv a 6.500 rpm
Torque máximo 6,1 kgf.m a 4.800 rpm
Câmbio Cinco marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Tipo diamante
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41mm de diâmetro com ajuste de
pré-carga e retorno – 170 mm de curso
Suspensão traseira Balança traseira de alumínio com amortecedor centralizado
– 165mm de curso
Freio dianteiro Disco simples de 300 mm de diâmetro com ABS
Freio traseiro Disco simples de 240 mm de diâmetro com ABS
Pneus 100/90-19 (diant.)/ 130/80-17 (tras.)
Comprimento 2.185 mm
Largura 905 mm
Altura 1.160 mm
Distância entre-eixos Não disponível
Distância do solo Não disponível
Altura do assento 780 mm
Peso em ordem de marcha 192 kg
Peso a seco 175 kg
Tanque de combustível 17,3 litros
Cores Branca e Vermelha
Preço sugerido R$ 29.800,00
INFOMOTO) / Fonte: iCarros
De um lado um nome de respeito entre os fãs de off-road. Do outro, o apelo
de uma motocicleta que carrega uma marca premium, porém por um preço
acessível. Ambas apostando no torque de motores monocilíndricos e na
versatilidade ciclística para conquistar o consumidor. Assim pode ser
definido o duelo entre a Yamaha XT 660Z Ténéré e a BMW G 650 GS. Para
apimentar ainda mais a disputa, as duas têm preços bastante próximos: a
lendária Ténéré 660 está cotada a R$ 31.110, enquanto a motocicleta alemã,
montada em Manaus (AM), sai por R$ 29.800.
Apesar da proposta semelhante, há mais diferenças entre elas do que os R$
1.310. Diferenças importantes que o consumidor deve considerar. A começar
pelo uso que fará da moto: será seu veículo de uso diário ou a moto vai
ficar reservada para as viagens de fim de semana ou para aquela aventura até
a Patagônia com os amigos?
Conforto e versatilidade
A BMW G 650 GS ganhou novos ares com a reformulação visual do modelo 2012,
ficou mais moderna e atraente. Mas por baixo continua exatamente com as
características que fizeram dela um sucesso até hoje.
Na motorização, o mesmo monocilíndrico com 652 cm³ de capacidade. Com
comando duplo no cabeçote (DOHC), quatro válvulas e refrigeração líquida, o
propulsor produz 50 cv de potência máxima a 6.500 rpm. Mas sua qualidade são
os 6,1 kgf.m de torque máximo já a 4.800 rpm. Na parte ciclística,
suspensões de longo curso: 170 mm na dianteira com ajuste na précarga e
retorno; e 165 mm na balança monoamortecida com ajuste na précarga da mola.
Calçada com pneus de uso misto – Metzeler Tourance – seu desempenho no fora
de estrada é razoável. Só não é melhor em função da roda de liga leve de 19
polegadas na frente – atrás roda de 17 polegadas.
Somando essas características à boa posição de pilotagem – ereta, típica das
trails – e à generosa espuma do banco, o resultado é uma moto bastante
confortável e ainda assim versátil para encarar uma estrada de terra. Mas
nada muito radical que arrisque amassar as rodas de liga-leve ou muita lama
que vá grudar no pneu.
Com um consumo que variou entre 19 e 21,5 km/litro, a G 650 GS ainda oferece
boa autonomia (tanque com 14 litros de capacidade) e conforto para viagens.
Em resumo, a G 650 GS seria a opção ideal para o motociclista que quer uma
trail para rodar no dia-a-dia e também para uma viagem (um pouco)
aventureira.
Sem falar na sua desenvoltura para rodar no trânsito urbano. Mesmo com seu
guidão largo, a BMW G 650 GS "costura" com facilidade os carros engarrafados
nas ruas e avenidas da capital paulista. Para tanto, o piloto conta com o
auxílio do banco a apenas 78 cm do solo, permitindo que um piloto de
estatura média (1,71 m) apóie os pés no chão com facilidade.
Robustez no off-road
A Yamaha XT 660Z Ténéré, mostrada no Salão Duas Rodas 2011, em outubro
passado, ainda carrega ares de novidade. Em nossa viagem com as duas
motocicletas pelo interior de São Paulo – mesclando rodovias, estradas
sinuosas e caminhos de terra – não era raro encontrar alguém que perguntasse
qual moto era aquela.
Imponente com seu tanque de 23 litros e o pequeno para brisa, a Ténéré 660
transpira o espírito aventureiro, reforçado pelos protetores de mão e de
motor em alumínio (ambos opcionais e montados na unidade testada). Dotada de
uma roda de 21 polegadas na dianteira e suspensões com cursos bem longos -
garfo telescópico convencional com 210 mm de curso, na frente, e balança em
alumínio monoamortecida com curso de 200 mm, ajustável em cinco posições,
atrás – a Ténéré parece pronta a encarar qualquer tipo de estrada. E está
mesmo.
Rodamos cerca de 30 km com ambas as motos por uma complicada trilha de terra
entre Araçariguama e Pirapora do Bom Jesus, no interior paulista. Enquanto a
Ténéré ignorava as pedras soltas e os buracos, o bom senso exigia que o
piloto da G 650 GS agisse com cautela para não danificar a moto. Mas aqui
vale ressaltar que a trail alemã não se intimidou: mesmo com roda 19 na
dianteira e com pneus mais on do que off-road enfrentou bem os obstáculos.
Mas a Ténéré levou vantagem nessa situação.
A Ténéré 660 compartilha o mesmo motor da XT 660R. O monocilíndrico equipado
com sistema de injeção eletrônica e arrefecimento líquido produz 48 cv de
potência máxima a 6000 rpm e torque máximo de 5,95 kgf.m a 5.500 rpm. Mas na
Ténéré, foi otimizado para garantir mais torque em médias rotações, o que
favorece ainda mais a tocada off-road. Outro detalhe faz toda a diferença:
as pedaleiras mais largas da Yamaha Ténéré 600 são ideais para se pilotar em
pé, facilitando e muito acelerar na terra.
Desempenho no asfalto
Enquanto nos trechos fora-de-estrada a Ténéré levava vantagem, no asfalto
foi a vez de a BMW G 650 GS dar o troco. Com mais de 300 km rodados,
principalmente nas curvas da sinuosa e bela estrada dos Romeiros, que liga
Pirapora do Bom Jesus a Itu, no Estado de São Paulo. A roda de 19 polegadas
na dianteira e o menor curso das suspensões permitem deitar nas curvas com
mais segurança, enquanto o piloto da Ténéré ficava para trás. Novamente
ressalto que isso não significa que a Yamaha seja ruim de curva,
simplesmente não tem o mesmo desempenho dinâmico da BMW.
Outra situação em que a G 650 GS se sai melhor é no trânsito urbano. Mais
baixa e leve (10 kg a menos do que a Ténéré), além de ter um motor de
comportamento mais suave, o piloto sente mais segurança para trafegar entre
os carros. Já a Ténéré é mais bruta, tem uma arrancada mais forte e
pilotá-la na cidade exige mais do piloto. Além disso, a Ténéré é mais
"beberrona": fez entre 18 e 20 km/litro.
Outro ponto positivo fica por conta dos freios ABS – podem ser desligados no
off-road – que são item de série na 650cc da BMW. Em frenagens de emergência
funcionam muito bem. Já a Yamaha não oferece o sistema anti-travamento no
Brasil, porém o freio de disco duplo na dianteira que equipa a 660Z são
excelentes e também param os 186 kg a seco com segurança.
Para usos distintos
Embora os dois modelos comparados sejam versáteis, ou seja, vão bem em
variadas situações, o que deve nortear a escolha final é realmente o uso que
se dará a cada uma delas.
Respondendo à pergunta inicial, se você procura uma moto para uso diário e
também para viagens sem muita aventura, a BMW G 650 GS é uma boa opção. Mas
se no seu caso o uso for principalmente para aventuras com uma boa dose de
terra no caminho, a Yamaha XT 660Z Ténéré foi feita para você – ou ainda a G
650 GS Sertão (leia box).
Claro que você pode ignorar todas essas considerações e optar pela que mais
lhe agrade. Quem sempre sonhou em ter uma BMW não terá grandes problemas
para encarar uma estrada de terra, assim como os fãs do nome Ténéré acharão
bastante divertido rodar na cidade com essa nova versão XT 660Z.
G 650 GS Sertão: mais off-road
Caso você se enquadre no perfil de consumidor que quer uma moto mais
aventureira e é fã da BMW, pode optar pela recém-lançada G 650 GS Sertão.
Com preço sugerido de R$ 32.800, a "Sertão" tem outro conjunto de suspensões
com curso mais longo. O garfo telescópico dianteiro tem 210 mm de curso e
trabalha em conjunto com o braço oscilante traseiro de mesmo curso, que
conta com amortecedor a gás. Estas especificações somadas às rodas raiadas
de 21 polegadas na frente (na standard na frente a roda tem 19 polegadas e é
de liga leve) e 17 atrás credenciam a moto para enfrentar qualquer
irregularidade existente no caminho de terra.
FICHAS TÉCNICAS:
Yamaha XT 660Z Ténéré
Motor OHC, monocilíndrico, 4 tempos, 4 válvulas e refrigeração líquida,
Capacidade cúbica 660cc
Diâmetro x curso 100 x 84 mm
Taxa de compressão 10.0:1
Potência máxima 48 cv a 6.000 rpm
Torque máximo 5,95 kgf.m a 5.500 rpm
Sistema de combustível Injeção de eletrônica
Tipo de embreagem multidisco banhado a óleo
Sistema de ignição Elétrica
Sistema de transmissão Permanentemente engrenada, 5 velocidades
Transmissão final Corrente
Chassis Tipo Diamante, em aço
Suspensão
Dianteira: Garfo telescópico com 210 mm de curso
Traseira: Monoamortecedor, ajustável para pré-carga e retorno e 200 mm de
curso
Freio dianteiro discos duplos: De acionamento hidráulico e de 298 mm de
diâmetro
Freio traseiro: Disco simples de 245 mm
Pneu dianteiro: 90/90R 21M/C 54S
Pneu traseiro: 130/80R17M/C 65S
Comprimento total: 2.246 mm
Largura total: 865 mm
Altura total: 1.477 mm
Altura do assento: Ajustável 896 mm
Distância entre eixos: 1.500 mm
Distância mínima do solo: 260 mm
Peso total (a seco): 186 kg
Capacidade do tanque de comb.: 23 litros
Quantidade de óleo: 2,9 litros
Cor: Azul
Preço: R$ 31.110,00
BMW G 650 GS
Motor Monocilíndrico, (DOHC), 4 válvulas por cilindro, e refrigeração
líquida
Capacidade cúbica 652 cm³
Potência máxima 50 cv a 6.500 rpm
Torque máximo 6,1 kgf.m a 4.800 rpm
Câmbio Cinco marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Tipo diamante
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41mm de diâmetro com ajuste de
pré-carga e retorno – 170 mm de curso
Suspensão traseira Balança traseira de alumínio com amortecedor centralizado
– 165mm de curso
Freio dianteiro Disco simples de 300 mm de diâmetro com ABS
Freio traseiro Disco simples de 240 mm de diâmetro com ABS
Pneus 100/90-19 (diant.)/ 130/80-17 (tras.)
Comprimento 2.185 mm
Largura 905 mm
Altura 1.160 mm
Distância entre-eixos Não disponível
Distância do solo Não disponível
Altura do assento 780 mm
Peso em ordem de marcha 192 kg
Peso a seco 175 kg
Tanque de combustível 17,3 litros
Cores Branca e Vermelha
Preço sugerido R$ 29.800,00
Motociclista da comitiva presidencial que se acidentou na Capital desperta do coma e apresenta quadro estável
William Pereira Bragança Mello deve ser transferido para o Hospital Geral
Militar
Na segunda-feira, batedor se envolveu em colisão durante passagem da
comitiva presidencial pela Avenida Castelo Branco
O batedor da comitiva da presidente Dilma Rousseff que se feriu gravemente
em acidente na Capital na segunda-feira apresenta quadro estável e deve ser
transferido para o Hospital Geral Militar ainda na manhã desta terça.
De acordo com a assessoria do Hospital Mãe de Deus, William Pereira Bragança
Mello, internado na UTI da instituição, acordou do coma no começo da manhã.
O militar, que pertence à Polícia do Exército, colidiu a moto que pilotava
contra um automóvel na Avenida Castelo Branco, na entrada da Capital.
Militar
Na segunda-feira, batedor se envolveu em colisão durante passagem da
comitiva presidencial pela Avenida Castelo Branco
O batedor da comitiva da presidente Dilma Rousseff que se feriu gravemente
em acidente na Capital na segunda-feira apresenta quadro estável e deve ser
transferido para o Hospital Geral Militar ainda na manhã desta terça.
De acordo com a assessoria do Hospital Mãe de Deus, William Pereira Bragança
Mello, internado na UTI da instituição, acordou do coma no começo da manhã.
O militar, que pertence à Polícia do Exército, colidiu a moto que pilotava
contra um automóvel na Avenida Castelo Branco, na entrada da Capital.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O Lewis ou Lowton
A maioria dos Painéis da Loja em uso atualmente, esta baseada nos
desenhos do Irmão John Harris que datam de 1845. Pelas constantes alterações
dos Rituais, onde se estampam estes painéis, mesmo sem a intenção,
indiretamente, alteram-se também as figuras e suas representações, e, assim
vem ocorrendo. Podemos notar que no Painel Alegórico da Loja de Aprendiz
Maçom no Ritual atual, bem como no anterior, o desenho do "Lewis", artefato
encravado na parte superior da Pedra Cúbica, está irreconhecível,
permitindo opiniões das mais diversas, quanto inexatas. Já lemos em livro de
autor maçônico, inclusive, que a peça é um candeeiro.
Lewis significa "Luva" e, é um símbolo da força. Trata-se de um antigo
instrumento de ferro, feito em seções, composto de uma trípode de cunhas e
uma manilha. Foi projetado para elevar blocos de pedras de grandes
proporções e colocá-las nos lugares que lhe eram destinados. O processo
consistia em abrir uma cavidade de forma piramidal no bloco de pedra,
proporcional às dimensões das cunhas unidas; uma cavidade com sua parte
interior (fundo) maior que a superior (boca). Assim as cunhas, uma a uma, ao
serem introduzidas, se expandiam pela introdução da terceira, a cunha reta,
como mostra a figura acima.
A palavra Lewis designa, também, o filho do Maçom, por origem
britânica, cujo dever, em relação aos pais, quando já idosos, é ser a força
que os sustenta, satisfazendo as suas necessidades e tornando confortável a
sua velhice. Toda uma vida dedicada a família, todo trabalho em função de
buscar recursos para o sustento e a educação dos filhos, devem ser
recompensados, não por compaixão ou piedade, mas, pelo amor fraterno e
reconhecimento do porto seguro que o pai representa para o filho; o beijo, o
abraço e o ombro paterno, mais que amigo, nos difíceis momentos do caminhar
na senda do progresso moral, espiritual e intelectual.
desenhos do Irmão John Harris que datam de 1845. Pelas constantes alterações
dos Rituais, onde se estampam estes painéis, mesmo sem a intenção,
indiretamente, alteram-se também as figuras e suas representações, e, assim
vem ocorrendo. Podemos notar que no Painel Alegórico da Loja de Aprendiz
Maçom no Ritual atual, bem como no anterior, o desenho do "Lewis", artefato
encravado na parte superior da Pedra Cúbica, está irreconhecível,
permitindo opiniões das mais diversas, quanto inexatas. Já lemos em livro de
autor maçônico, inclusive, que a peça é um candeeiro.
Lewis significa "Luva" e, é um símbolo da força. Trata-se de um antigo
instrumento de ferro, feito em seções, composto de uma trípode de cunhas e
uma manilha. Foi projetado para elevar blocos de pedras de grandes
proporções e colocá-las nos lugares que lhe eram destinados. O processo
consistia em abrir uma cavidade de forma piramidal no bloco de pedra,
proporcional às dimensões das cunhas unidas; uma cavidade com sua parte
interior (fundo) maior que a superior (boca). Assim as cunhas, uma a uma, ao
serem introduzidas, se expandiam pela introdução da terceira, a cunha reta,
como mostra a figura acima.
A palavra Lewis designa, também, o filho do Maçom, por origem
britânica, cujo dever, em relação aos pais, quando já idosos, é ser a força
que os sustenta, satisfazendo as suas necessidades e tornando confortável a
sua velhice. Toda uma vida dedicada a família, todo trabalho em função de
buscar recursos para o sustento e a educação dos filhos, devem ser
recompensados, não por compaixão ou piedade, mas, pelo amor fraterno e
reconhecimento do porto seguro que o pai representa para o filho; o beijo, o
abraço e o ombro paterno, mais que amigo, nos difíceis momentos do caminhar
na senda do progresso moral, espiritual e intelectual.
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