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terça-feira, 24 de abril de 2012

Lenda do Chimarrão / Oração do Chimarrão

Uma lenda indígena, descrita por Alcides Gatto, da Universidade
Federal de Santa Maria, indica como começou o uso da erva mate. A mais
antiga aponta para a trajetória de uma tribo nômade de índios guarany.

Um dia, um velho índio, cansado das andanças, recusou-se a seguir
adiante, preferindo ficar na tapera.

A mais jovem de suas filhas, apesar do coração partido, preferiu ficar
com o pai, amparando-o até que a morte o levasse à paz do Yvi-Marai, a
seguir adiante, com os moços de sua tribo.

Essa atitude de amor rendeu-lhe uma recompensa.

Um dia um pajé desconhecido encontrou-os e perguntou à filha Jary o
que é ela queria para ser feliz.

A moça nada pediu, mas o velho pediu 'renovadas forças para poder
seguir adiante e levar Jary ao encontro da tribo'.

O pajé entregou-lhe uma planta muito verde, perfumada de bondade, e o
ensinou que, plantando e colhendo as folhas, secando-as ao fogo e as
triturando, devia colocá-las num porongo e acrescentar água quente ou
fria.

'Sorvendo essa infusão, terás nessa nova bebida uma nova companhia
saudável mesmo nas horas tristonhas da mais cruel solidão'.

O ancião se recuperou, ganhou forças e viajou até o reencontro de sua tribo.

Assim nasceu e cresceu a caá-mini, que dela resultou a bebida caá-y,
que os brancos mais tarde chamaram de chimarrão.

A origem do nome mate vem do povo espanhol, que preferiu usar a
palavra 'mati' (cuia), da língua quíchua, para se ajustar melhor à
modalidade grave do idioma.

No entanto, logo foi substituída por uma palavra guarany – caiguá –
nome composto por caá (erva), i (água) e guá (recipiente).

Mandamentos do Chimarrão

O Chimarrão é uma bebida sagrada, e tem 10 mandamentos que devem ser
seguidos por todos que tomem a erva.

Deve ser decorado pelos iniciantes, para que os mesmos não cometam o
pecado de transgressão de nenhum deles!

Os dez mandamentos do chimarrão

1) Não peças açúcar no mate

2) Não digas que o chimarrão é anti-higiênico

3) Não digas que o mate está quente demais

4) Não deixes um mate pela metade

5) Não te envergonhes do "ronco" no fim do mate

6) NÃO MEXAS NA BOMBA!

7) Não alteres a ordem em que o mate é servido

8) Não "durmas" com a cuia na mão

9) Não condenes o dono da casa por tomar o 1º mate

10) Não digas que chimarrão dá câncer na garganta


São interessantes também os procedimentos ritualísticos a serem
seguidos pelos bebedores de mate, e que se feridos, podem gerar
incidentes diplomáticos... :-)


A mão direita – A entrega da cuia e o recebimento do mate deve ser
feito com a mão direita.

Enchendo o mate - Pega-se a cuia com a mão esquerda e o recipiente com
a direita. Após, acomoda-se o recipiente e se troca a cuia de mão para
matear ou oferecer o mate. seguindo-se, sempre, pelo lado direito, o
lado de laçar. O sentido da volta na roda de mate deverá partir pela
direita do cevador ou enchedor de mate.

A água para preparar o mate - A temperatura nunca deve estar muito
quente, pois pode queimar a erva, dando um gosto desagradável ao mate
e lavando-o rapidamente.

O pialador de mate - É o indivíduo que, chegando numa roda de mate,
posiciona-se à frente da pessoa que está mateando e à esquerda na mão
da roda. O correto é ficar antes do mateador, sempre a sua direita.

A água do mate - A água nuncadeverá ser fervida, pela perda de
oxigênio, transmitindo um sabor diferente ao mateador. O ideal é
quando a água apenas chia.

Cevar com cachaça - Quando as pessoas fecham um mate (ato de
prepará-lo), costumam, em lugar de água para inchar a erva, colocar
cachaça, pois ela fixa por mais tempo a fortidão da erva-mate, sem
deixar o gosto do álcool. Uma vez inchada a erva, cospe-se fora a
infusão até roncar bem a cuia, esgotando-se completamente o líquido.

Só o cevador pode mexer no mate - A menos que se obtenha licença, só o
cevador deve arrumar o mate, considerando-se falta de respeito mexer
sem permissão. Podemos, isto sim, ao devolver a cuia, avisá-lo do
problema.

Em roda de mate - É comum, após o primeiro mate, que sempre é do
iniciar a rodaa pelo mais velho ou por alguém a quem se queira
homenagear.

O primeiro mate - Todo aquele que fecha um mate deve tomá-lo primeiro
em presença do parceiro ou na roda de mate. Este fato se tornou
tradicional devido a épocas em que o mate serviu de veículo para
envenenamentos. Por isso, o ato do mateador tomar o primeiro indica
que o mate está em condições de ser tomado. Há a lenda jesuíta, que
atribuía valores afrodisíacos ao mate. Para evitar que os índios
passassem a maior parte do dia mateando, tentando afastá-los do
hábito, criaram o mito entre os silvícolas cristianizados que Anhangá
Pitã (diabo) estava dentro do mate.

Roncar a cuia - Uma vez servido o mate, deve ser tomado todo, até
esgotá-lo, fazendo roncar a cuia.


Enfim, o mate é toda uma cultura, uma bebida bonita, e deve ter sua
ritualística respeitada, para que todos continuem desfrutando dessa
bebida maravilhosa!

E o ditado "chimarrão tem de estar tão quente que se cuspir no
cachorro cai o pelo", de acordo com o declarado acima, não é
verdade... hehehe

Conheça a Harley-Davidson que será usada pelo Batalhão de Choque de SP

Road King Classic vem de fábrica com sirene e sistema luminoso.
Saiba as diferenças desse tipo de moto para as comuns.

Rafael Miotto Do G1, em São Paulo

A Harley-Davidson passará a equipar o Batalhão de Choque de São Paulo com a
linha Police 2012, de motocicletas destinadas a atividades militares e
policiais. Além da Road King Police, que será usada no estado, a marca
também importa a Electra Glide Police. Apesar de compartilharem a base com
modelos da linha tradicional, estas motocicletas são construídas
especificamente para exercer este trabalho, por isso são mais pesadas e
contam com acessórios que o consumidor comum não pode ter: sirene, megafone
e giroflex.

"O nosso diferencial é que a moto é pensada do zero para exercer a atividade
policial. Não há adaptações, é tudo original, o que traz mais robustez ao
conjunto", explica Rodrigo Moutinho, gerente de vendas especiais da
Harley-Davidson Brasil. O principal diferencial das motos policiais da marca
é uma bateria extra destinada ao sistema de alerta de sirenes e luzes. "Isto
evita que a bateria principal da moto descarregue e, além disso, o policial
pode deixar os dispositivos funcionando mesmo com o motor da moto
desligado", acrescenta Moutinho.

Além dessas mudanças, em relação ao modelo original, a marca deixou a moto
mais confortável, com assento mais elevado e amortecimento do banco a gás, o
que permite ao policial ou ao militar ficar muitas horas em cima da
motocicleta. O sistema de amortecimento também tem outra calibração e ajuste
a ar -as motos comuns nem costumam ter ajuste. E, mesmo não divulgando
detalhes específicos da ficha técnica, a marca afirma que as motocicletas
policiais têm motor mais forte.

"A moto possui mais potência e torque", diz Moutinho. Esta robustez maior,
segundo a marca, também está presente nos pneus, que são reforçados e podem
rodar alguns quilômetros mesmo furados. Outro artifício empregado pela
fabricante é a tecnologia que desativa o cilindro traseiro da motocicleta
durante longas paradas, o que ajuda na refrigeração do motor.

Entrando em ação

Ainda não há data para as primeiras 10 Road King começarem a rodar por São
Paulo, com o 2º Batalhão de Choque da Polícia Militar. Em geral, as motos
desse porte são usadas para escolta. O Exército brasileiro já utiliza a Road
King Police, de versão anterior. "Fizemos a escolta do presidente americano,
Barack Obama, durante sua visita ao Brasil no ano passado", lembra o capitão
Fernando César Tanure. Ele é um dos batedores, nome dado aos motociclistas
que fazem as este trabalho.

Segundo Tanure, é preciso ter muita habilidade para conduzir com agilidade e
precisão essas motos, que podem pesar mais de 300 kg. A Road King usada pelo
Exécito tem peso seco declarado de 358,8 kg. "Os iniciantes passam por 8
semanas de treinamento e nosso corpo de instrutores já foi até Milwaukee
(Estados Unidos) para fazer cursos", acrescenta Tanure.

"A vantagem da moto é que ela consegue se infiltrar e chegar na frente,
assim, podemos fazer os bloqueios para que as autoridades passem", explica o
Tanure. "Apesar de ser mais pesada que as motocicletas pequenas, a Road King
dá visibilidade e imponência ao comboio. Algo que não ocorre com as motos
menores", completa.

O Exército possui 193 Harley-Davidson Road King na frota e esta é a mesma
motocicleta utilizada por diversas policias por todo o Brasil, como os
batedores da PM do Estado de São Paulo e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo a Harley-Davidson, existem mais de 1.000 motocicletas da marca norte
americana realizando este tipo de atividade pelo país. A marca tem longa
tradição em motos policiais no mundo inteiro e fornece seus produtos à
polícia norte-americana há mais de 100 anos.

Frota brasileira

De acordo com o Exército Brasileiro, a frota atual da organização é de 699
motocicletas, entre elas, as 193 Road King Police mencionadas e os restante
são motos menores, como 307 Honda e 168 Yamaha. O restante do efetivo do
exército são de motos mais antiga e marcas que nem existem mais, como, por
exemplo, a Agrale. Já a PRF, informa que possui 309 H-D Road King e 62
Yamaha XT 660.

"Enquanto as Harley-Davidson, mais imponentes e fortes, são utilizadas nas
escoltas. As XT 660 são ideais para o patrulhamento. Com sua configuração, a
Yamaha pode superar obstáculos e chegar a locais de difícil acesso", explica
o inspetor Rodrigo Suman, integrante do Corpo de Motociclistas da PRF. A
Polícia Rodoviária Federal é responsável, assim como o exército, pelas
principais escoltas do país. "Já estamos preparando para operações como a
visita do Papa, a Copa do Mundo e as Olimpíadas", informa Suman.

Modelos mais leves

A exemplo das XT 660 utilizadas pela PRF, existem modelo menores que estão
na frota de diversas policias espalhadas pelo país. Desde mais antigas como
a Falcon 400, até mais modernos como a Honda XRE 300 e Yamaha Lander 250.
"Nosso trabalho está focado na escolta de autoridades, equipamentos
eletrônicos e armamentos", explica Daniela Lopes Cordeiro, da Guarda Civil
Metropolitana de São Paulo (GCM)."O grande benefício da moto é a agilidade",
acrescenta. A GCM utiliza motos Honda Tornado em sua frota para fazer as
escoltas e rondas.

Ao contrário dos modelos H-D, estas motos são adaptadas e receberam sistema
de sirenes e baú traseiro. As motos de 150 a 600 cm³ são mais leves e ágeis
e ideais para deslocamentos em trechos urbanos e de bastante tráfego. Além
disso, o segmento trail é o mais indicado para incursões em trechos de terra
e mesmo nos locais de difícil acesso nas favelas. Apesar do foco principal
deste tipo de motocicleta ser o patrulhamento, também pode ser utilizada por
escoltas, como no caso da GCM de São Paulo.

Diácono - Humor

Bob e Bill, IIr.'. Maçons, eram grandes amigos, passavam a maior parte do
dia juntos. Eles combinaram que, quando um dia um deles passasse para o
Oriente Eterno, retornaria para contar para o outro como era a Maçonaria no
céu.

Infelizmente, por um motivo súbito, Bill partiu primeiro.

Uma noite Bob estava dormindo em sua cama, quando ouve a voz de Bill
chamando.

Bob respondeu:

- Bill!? É você? Bill...

- Siiimmm, Bob... Vim cumprir com o nosso acordo.

- Ohhh, meu Deus... E como é lá? Perguntou Bob.

- Como você nunca poderia imaginar. O Oriente Eterno é
  fantástico, a Loja Maçônica é muito melhor do que nós pensamos aí na
Terra. Nas reuniões somos sempre bem recebidos, a ritualística é perfeita.
As reuniões são sempre lotadas, todos os dias tem iniciações. O espírito de
comunhão e fraternidade está por todo lugar. Existe egrégora, é lindo.

Bob olhava para cima, com lágrimas nos olhos, dizendo:
"Oh, meu Deus, é exatamente como gostaríamos que fosse aqui em baixo. Estou
tão feliz por você Bill. Mas tenho que perguntar, com tudo isso, você não
parece estar muito animado. Qual é o Problema?"

- Além de boas notícias, tenho também más notícias. A boa é que nós estamos
para elevar um Ir.'. ao terceiro grau, agora na próxima quarta-feira.

- Mas isso é ótimo! E qual é a má notícia?

- O Segundo Diácono será você!!!

Bagagens sob o ponto de vista feminino

Sob o ponto de vista feminino

As bagagens e equipamentos para mulheres que irão andar de moto
Quem foi que disse que nós mulheres precisamos andar desajeitadas ou
sem os nossos mimos só porque vamos viajar de moto?
É fato que realmente não teremos, nem mesmo, 10% do espaço que
teríamos para levar nossas coisas em um carro, porém, vejamos por
outro lado:

Viajando de moto poderemos exercitar nosso desprendimento.

Quantas roupas e sapatos você realmente usa de todas que leva na
bagagem? Opte por levar um jeans básico, blusinhas de cores básicas e
abuse dos acessórios como colares, lenços e brincos que cabem dentro
dos calçados por exemplo.

Faça uma pilha com tudo, absolutamente tudo que você realmente
gostaria de levar. Depois reveja o roteiro da sua viagem, os passeios
que irá fazer e comece a selecionar as roupas e calçados que melhor se
adequam.

Não esqueça que a maior parte do tempo você vai passar na moto, então
não precisa de muita roupa extra. Quanto a roupa de viagem é
extramente necessário que você opte por equipamentos confortáveis e a
ajustáveis ao seu corpo. Nada de pegar aquela calça ou jaqueta que o
seu parceiro não usa mais, só porque você não vai pilotar. Você também
precisa de conforto e, mais do que isso, proteção.

A escolha da roupa adequada para o seu tamanho é essencial e acredite,
você vai comprovar isso na estrada. Um exemplo típico é o vento, tem
algo pior que ficar sentindo aquele ar gelado passeando pela sua roupa
e entrando por lugares indesejados como as suas costas? E a chuva?
tira a vontade de qualquer um andar de moto néh!

Desprendimento tudo bem, agora falta de conforto e proteção, nem pensar.
Sinceramente, muitas mulheres querem andar de moto como se estivessem
indo ao shopping, me desculpem o comparativo, mas é preciso colocar na
cabeça que não dá para andar de moto toda apertada, é extremamente
desconfortável. Escolha calça com elásticos laterais, elas cedem mais
e se ajustam melhor ao seu corpo, cós mais alto também faz a
diferença.

Escolha uma jaqueta/parca que caiba uma segunda pele embaixo do forro
e que permita você movimentar os braços e mexer-se. O comprimento
também é importante para impedir a entrada da chuva e do vento.
Roupas curtas sobem com o seu movimento e forçam você a ficar
´puxando-as´ para ajustá-las. Isso tira a sua concentração, seu
equilíbrio e faz com que se preocupe com um incômodo que poderia ser
evitado.

Claro que não podemos esquecer do capacete e, cá para nós, hoje em dia
os grafismos são um show não é mesmo?

Escolha um bom capacete e prefira aqueles feitos com materiais mais
leves, eles são mais confortáveis. Atente para o tamanho certo também.
Capacetes largos, com a ação do vento, ficam ´sambando´ na cabeça,
além do perigo de poderem sair na hora de um tombo.

Capacetes apertados dão ´dor de cabeça´.Procure um especialista e
informe-se bem, antes de adquirir um capacete.

Luvas são necessárias, escolha o modelo que mais lhe agrade avaliando
a temperatura em que vai ser usada. Neste caso, procure forros
isotérmicos, eles manterão a temperatura de seu corpo, isolando a
temperatura externa (meio ambiente). Avalie também a necessidade de
ser impermeável e (principalmente se você vai pilotar) a tatilidade do
material. Há luvas que são tão grossas, ou feitas com materiais tão
duros, que fazem você perder o tato. Pode parecer um detalhe, mas para
quem pilota atrapalha muito.

Uma dica que deixamos aqui é que as luvas usadas tenham protetores
externos por cima das articulações. No caso de acidente elas serão
muito úteis, visto que os tecidos que revestem as articulações são os
que tem maior dificuldade de cicatrização. Esta atenção serve para
TODAS articulações do corpo (Joelhos, Cotovelos, Ombros e Bacia). Há
alguns modelos que também têm um protetor para o escafóide (osso na
base das mãos), isso faz muita diferença no item segurança.

Nada impede que você leve/tenha mais de um tipo de luvas na sua
bagagem, você não vai se arrepender.

Botas, também são um problema para a maioria das mulheres na hora de
escolher. Por natureza nós já nascemos no salto, é nato. Porém, mais
uma vez é preciso lembrar a finalidade deste ítem durante a viagem:
proteção. Prefira as impermeáveis, dessa maneira você não precisa
ficar preocupada na hora em que pegar aquela pancada de chuva
inesperada.

Outro detalhe é a facilidade para serem calçadas. Não esqueça de
prever que devem ser usadas com meias ´grossas´, isso pode alterar o
tamanho escolhido.

Escrevi esse texto baseado na minha experiência como garupa.
Inicialmente fiz como a moça aí da charge, separei um monteeeeee de
roupas, calçados e acessórios para levar e sim, eu também achava
estranhas "aquelas" roupas para andar de moto.

Porém, nada como a prática pra você ir aprendendo qual o melhor
equipamento a ser utilizado.

Hoje, eu uso roupas, botas e luvas impermeáveis e superconfortáveis,
que me permitem prestar atenção nas paisagens por onde passamos. Curto
ao máximo nossas viagens com toda a proteção necessária.

Optei por usar parca ao invés de jaqueta, achei que vestia melhor e me
protegia mais.

Não saio sem a balaclava, acho que ela protege melhor meus cabelos, me
livrando dos nós e também deixando meu capacete limpo por mais tempo.
Você pode utilizar lenços também, ficam lindos.

Não abro mão do meu batom, rímel, protetor solar, sombra, perfume. É
só lembrar que as embalagens precisam ser menores do que as
convencionais, para alguns produtos, de sua preferência.

Enfim, levo tudo o que acho necessário e acredite, ainda volto com
roupas sem usar. Abuso dos colares principalmente, adoro e dão um
toque diferente nas suas fotos.

Use a sua criatividade, leve tudo o que achar necessário e viaje
muito, nada melhor que a experiência não é mesmo?

Afinal, ninguém nasce sabendo e as dicas estão aí para que você
aproveite da melhor maneira possível o seu passeio. Mostre ao seu
companheiro que você é capaz de usar o alforge que lhe pertence da
maneira mais otimizada possível. Ele vai acabar pedindo para que você
arrume o dele também.

Fonte: Confraria dos Lobos, Edna - A Garupa - http://www.confrariadoslobos.com.br/

Motociclista alemão viaja de moto pelo mundo e passa pelo Brasil

Sua moto é uma honda de 125cc...

O alemão Tobias Dreissig, de 29 anos, natural de Stuttgart, escolheu parar
em Manaus em sua longa jornada ao redor do mundo em cima de uma motocicleta.
Ele começou a viajar em novembro de 2011, já passou por Ásia, África e
Europa, e está pela primeira vez no Brasil. Na América do Sul já passou por
Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colombia e Venezuela. Ele tem um
próprio blog contando suas experiências durante a viagem.

Tobias sempre viaja com pouco dinheiro e leva consigo roupas e uma barraca,
onde dorme na estrada. Ele conta que ao longo do caminho, muitas pessoas o
ajudam com comida e estadia, mas na maioria do percurso, se vira como pode.
"Encontrei gente que me ajudou muito, mas na maior parte do caminho, tive
que procurar lugares mais isolados para acampar e contar com um pouco de
sorte para comer", conta o alemão.


O aventureiro diz que gostou muito de Manaus, tanto que ficou na cidade mais
que o planejado. "Queria passar uma noite aqui e acabei ficando uma semana
inteira, apesar do calor é uma terra muito agradável", disse Tobias.

O motociclista segue rumo a Belém, no Pará, e de lá pretende ir até São
Paulo.

Tobi, como gosta de ser chamado, diz que viajar pela América do Sul está
sendo a parte mais emocionante e desafiadora de sua trajetória. "Quando
disse aos meus amigos que iria passar por aqui eles acharam que eu estava
louco, me contaram histórias horríveis, disseram que eu seria assaltado e
poderia ser morto. Quando passei pela Venezuela, e agora no Brasil, que
foram os lugares sobre os quais mais me contaram coisas horríveis, fiquei
agradavelmente surpreso, pois encontrei gente hospitaleira, sempre disposta
a ajudar e fiz muitos amigos", disse o aventureiro.


Tobias afirma que a busca pelo conhecimento o motivou a iniciar a viagem ao
redor do mundo. "É impressionante o conhecimento que se adquire viajando
assim, conhecendo pessoas, culturas, costumes, e povos completamente
diferentes uns dos outros. Esse tipo de conhecimento não se aprende na
faculdade", enfatiza o motociclista.

Dreissig pretende terminar sua jornada em setembro deste ano, com cerca de
28 mil quilômetros rodados, e voltar a sua vida normal, como funcionário de
uma fábrica automotiva na Alemanha. "Preciso juntar dinheiro para fazer mais
viagens como esta, por isso, quando voltar para a Alemanha vou voltar a
minha vida normal, trabalhando e agora também escrevendo sobre minhas
aventuras para uma revista", afirma Tobi.

O Blog do motociclista é (em inglês):

http://www.adventure-travel-experience.de/index.php?report=en_suedamerika

Fonte: G1, adaptado por RockRiders.com.br

Escotismo e Maçonaria - dia do escoteiro 23/04/2012

Baden Powell foi maçom?

Qual a relação Escotismo e a Maçonaria?

"Os escoteiros surgiram da maçonaria, porque Baden Powell eram maçon.
Sonhou, segundo ele, fazer com harmonia a convivência entre os filhos de
duques e filhos de empregados".Por certo, "a Igreja antes de apoderar-se do
escotismo se opôs a ele duramente".

"No século XX, os maçons apoiaram importantes organizações esportivas,
pacifistas ou direcionadas a internacionalizar os países e o mundo inteiro
sob a bandeira da paz. Não era uma globalização desagregadora e destrutiva
da pessoa humana destinada aos indivíduos e as sociedades por trás de
valores éticos e humanistas.

O maçom suíço Henry Dunant, criou a Cruz Vermelha Internacional (…), Robert
Baden Powell fundou o Movimento Escoteiro, visionário e pioneiro, tal como
outro maçom, Pierre de Coubertin refundo os Jogos Olímpicos.

Se tantos investigadores citam a Baden Powell, como franco-maçom, por que no
Movimento Escoteiro ocultam esse importante dado?
Dezenas de lojas maçônicas no mundo levam o nome "Baden-Powell'.

O Duque de Connaught

Dentro da família real britânica, o duque de Connaught foi quem mais
influenciou na personalidade do fundador do escotismo. Este príncipe era o
terceiro filho da Rainha Victória (Príncipe Arthur) e conheceu Baden Powell
em 1883 na Índia, onde praticaram juntos a caça ao javali com lança. Poucos
anos mais tarde, Baden Powell, dedicaria seu "Pigsticking or hoghunting" ao
duque, o "primeiro príncipe de sangue real que havia recebido uma primeira
lança". Em 1906, o duque de Connaught era inspetor Geral do Exército inglês
e neste posto nomeou Baden Powell como Inspetor Geral da Cavalaria na África
do Sul.

A amizade de ambos aumentou depois da criação do Movimento Escoteiro, Baden
Powell nomeia em 1913 o duque como Presidente da Associação Escoteira da
Grã-Bretanha. É conhecida a fotografia destes velhos amigos dando início ao
terceiro Jamboree Escoteiro Mundial, em Arrowe Park (1929).

A amizade de Baden Powell ao duque foi tal, que colocou o nome de seu
primeiro filho Arthur Robert Peter (Arthur pelo duque, Robert pelo seu pai e
Peter pelo personagem infantil "Peter Pan").

Supõem que foi o duque de Connaught quem iniciou Baden Powell nos mistérios
da Irmandade maçônica, já que ele era Grão Mestre da Grande Loja Unida da
Inglaterra. Havia sido iniciado em 1874 na Loja "Príncipe de Gales" nº 259 e
em 1886 se converteu no Grão Mestre provincial de Sussez.

É muito significativo que a mesma pessoa foi Presidente dos escoteiros da
Inglaterra e ao mesmo tempo Grão Mestre dos Maçons desse país.

Os reis Ingleses

Um dos principais impulsores do escotismo foi o Rei da Inglaterra, Eduardo
VII. Ele havia sido iniciado na Maçonaria de Estolcomo pelo Rei da Suécia,
Carlos XV, em 1868. Na Inglaterra, atuou como Venerável na Loja "Príncipe de
Gales" nº 259, onde iniciou a seu irmão, o duque de Connaught.

O Rei Jorge VI por sua parte, foi iniciado maçonicamente em dezembro de 1919
dentro de uma loja de oficiais da marinha. Após quatro anos de sua
iniciação, ocupou o cargo de Venerável Mestre.

Em 25 de abril de 1925 o duque de Connaught o designa "Grão Primeiro
Vigilante" da Loja Unida da Inglaterra.
Fruto da estreita relação de Baden Powell com este monarca, foi a
condecoração de Baden Powell com a Ordem do Mérito de 1937.

Rudyard Kipling

Baden Powell conheceu Rudyard Kipling na África do Sul, em 1906. Dois anos
mais tarde, quando Baden Powell escreveu sua obra "Escotismo para Rapazes"
dedicou um bom espaço ao personagem de Kipling conhecido como "Kim". Kimbal
O'Hara era um jovem órfão que vivia na India e que era filho de um maçom
inglês, segundo revela a própria obra de Kipling em seu primeiro capítulo.

Em 1914, quando Baden Powell tentava criar uma unidade para os irmãos
menores dos escoteiros, decidiu utilizar o livro de kipling "Jungle Books"
(O livro da selva) para modelar uma nova mística inspirada em Mowgli. Pediu
autorização ao autor e diz Baden Powell que este "era um bom amigo do
escotismo desde seus primórdios, autor da canção oficial dos escoteiros e
pai de um escoteiro.

É interessante o nome eleito para estas crianças: "lobinhos", sendo
conhecido o nome que os maçons dão às crianças "adotadas" pela Irmandade.

Esta designação é muito antiga e revela que no antigo Egito os iniciados nos
mistérios de Isis colocavam uma máscara com a efígie de um lobo dourado. Os
iniciados de Isis recebiam o nome de "chacais" ou "lobos".

Se lermos atentamente "O Livro das Terras Virgens", não nos será difícil
encontrar o paralelismo entre a ideologia maçônica e a "roca do conselho"
com sua denominação de "Povo Livre" que dá a matilha de lobos, tendo em
conta que o termo inglês "Free-mason" significa "construtor livre" e a
primeira condição para todo maçom é que este seja "livre e de bons
costumes".

Maçonicamente, Kipling foi iniciado na loja "Hope and Perseverance" Nº 782
de Lahore, Punjab (India) e em seu retorno a Inglaterra trabalhou na "Mother
Lodge Nº 3861″ de Londres.

Estas três pessoas, de notável influência em Baden Powell pertenciam a Ordem
Maçônica. Em alguns o impulso na fundação do escotismo esteve dirigido por
maçons.

Na França, o barão Pierre de Coubertin foi um dos principais gestores dos
"Eclaireurs", enquanto em nos EUA existiram dois grandes homens que
colaboraram na criação dos "Boy Scouts of America": Ernest Thompson Seton
(Escoteiro Chefe Nacional) e Daniel Carver Beard (Comisionado Escoteiro
Nacional), este último reconhecido franco-maçom.

Segundo William Hillcourt, dois presidentes norte-americanos colaboraram
ativamente com a obra de Baden Powell. Um deles, Theodore Roosevelt, é
citado no livro "Escotismo para Rapazes".

Roosevelt foi nomeado vice presidente honorário dos "Boy Scouts of América"
ao ser fundada a instituição. Em sua agitada vida maçônica, foi iniciado na
Loja "Matinecock Nº 806″ de Oyster Bay (Nova York), sendo um porta-voz
maçônico em todo o mundo.

O outro presidente que lutou pela causa escoteira foi William Taft, que se
encontrou com o Escoteiro Chefe Mundial em 1912, prometendo-lhe total apoio
na difusão da organização nos Estados Unidos. Taft foi iniciado em 1909 na
cidade de Cincinnati (Ohio) e foi fotografado em várias oportunidades com o
malhete maçônico que pertenceu a George Washington.

Baden Powell foi maçom?

Lady Olave – esposa de Baden Powell- afirmou em uma oportunidade que Baden
Powell nunca foi maçom, porém isto é verdade?

Primeiramente dizemos que não convém para os interesses da Igreja Católica
que Baden Powell seja maçom e é justamente esta Igreja que tem tentado
monopolizar o escotismo em muitos países.

Se fosse revelada a participação de Baden Powell na antiga Irmandade, o que
aconteceria?

O catolicismo tem sido o inimigo mais duro da maçonaria e ainda hoje "não
mudou o juízo negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas,
porque seus princípios têm sido considerados inconciliáveis com a doutrina
da Igreja, e os fiéis que pertencem a ela arrecadam pecado grave e não podem
chegar-se perto da santa comunhão", segundo uma declaração da Congregação
para a Doutrina da Fé em novembro de 198.

O certo é que ante a falta de documentação que valide o espírito maçônico de
Baden Powell, devemos analisar a similaridade entre o escotismo e a
maçonaria.

Alguns pontos de contato entre ambas as instituições que podemos enumerar
são as seguintes:

a) A promessa escoteira como uma iniciação do aspirante (profano) em
iniciado.

b) Uso e reiteração do número 3. No escotismo existem três princípios e três
virtudes, enquanto que na maçonaria se fala das três luzes e das três luzes
menores. Os escoteiros basicamente têm três graus de adestramento (Noviço,
Segunda e Primeira Classe), enquanto que na maçonaria existem os três graus
simbólicos: aprendiz, companheiro e mestre.

c) Os escoteiros e os maçons apertam a mão de uma maneira especial e
simbólica

d) É significativo o uso do termo "lobinhos" (como já dissemos) e toda uma
mística inspirada no livro de conteúdo maçônico, igual que "Kim".

e) A ajuda ao próximo é uma particularidade de ambas as instituições.

f) Se utiliza o termo "Irmão Escoteiro" ou "Irmão Maçom", dando a entender a
existência de uma Irmandade Mundial.

g) A cadeira da fraternidade (as mãos apertadas) existe nas duas
organizações em alguns momentos transcendentes.

Para finalizar, disse Baden Powell em um Congresso de Escotistas celebrado
em Paris em 1922: "O Movimento Escoteiro representa uma união mundial de
socorro fraternal, uma associação universal de amizade que não tem
fronteiras.

Educados na compreensão e que as nações são irmãs, de que formam
parte de uma grande família humana cujos membros devem ajudar-se e
compreender-se mutuamente, os jovens cidadãos e cidadãs de todas as nações
cessarão de olharem-se como rivais e não alimentarão mais que pensamentos de
amizade e de estima mútuas".

Não existe qualquer prova de que o Major-General Lord Robert StephensonSmyth
Baden-Powell tenha sido um maçom, seja da Obediência inglesa, seja da
irlandesa, seja da escocesa.

É remotamente possível, mas improvável, que tenha sido iniciado em outra
jurisdição. George Kendall na, "Maçonaria durante a Guerra Anglo-Boer,
1899-1902″ não faz qualquer menção a ele.

Na obra de Paul Butterfield "Centenário: os primeiros cem anos da
Maçonaria Inglesa no Transvaal" similarmente não existe também
qualquer referência. Se Baden Powell tivesse sido um membro da Ordem,
tal teria seguramente vindo a lume durante a guerra
na África do Sul, no decorrer da qual a atividade maçônica está bem
documentada".

O criador do Movimento Escotista Baden-Powell, referenciei a existência de
diversas Lojas Maçônicas que adotaram como sua designação o nome desse
profano ilustre.

No entanto, em Ars Quatuor Coronatorum: Transactions of Quatuor Coronati
Lodge No. 2076 se esclarece que Lord Baden Powell claramente que aprovou a
Maçonaria, pois entregou à primeira Loja identificada com o seu nome (n.º
488,Victoria) o Volume do Livro da Lei que nela ainda hoje é utilizado.

Segundo George W. Kerr "A Maçonaria e o Movimento Escotista", existem por
todo o Mundo Lojas maioritamente formadas por antigos e atuais escoteiros,
agrupadas numa associação denominada Kindred Lodges Association, que promove
reuniões bianuais.

Esta associação de Lojas de dupla filiação maçons /escoteiros compreende 28
lojas em Inglaterra, 1 na Escócia, 1 na Irlanda, 2 no País de Gales, 10 na
Austrália, 1 na Nova Zelândia e 1 na Alemanha.

Existem seis Lojas maçônicas com o nome de Baden-Powell na Austrália.
Destas, o sítio da n.º 488, de Victoria é referenciada no texto e citações a
Loja n.º 505, que publicou em 1982 o opúsculo intitulado A Maçonaria e o
Movimento Escotista. A Loja n.º 222 atribui anualmente o prêmio Ted
Whitworth, integrado no sistema de prêmios dos South Australian Rovers, uma
organização escotista.

Existem Sítios de Lojas com o nome de Baden Powell na Irlanda, na Argentina
e na África do Sul; ainda referenciada a Loja Baden Powell n.º 381, na Nova
Zelândia.

Tambem a Respeitável Loja Baden Powell, n.º 185 da Grande Loja Maçônica do
Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, fundada em 4 de Novembro de 2004 e com
sede no Oriente de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

No Brasil existem ainda mais duas Lojas com o nome Baden Powell, uma no Rio
de Janeiro e outra em São Paulo.

Esta velha idéia de cosmopolitismo é notadamente maçônica. Boucher afirmava
que "A pátria do maçom é a Terra inteira e não só o lugar de onde nasceu ou
se desenvolveu"...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Projeto cria três categorias para habilitação de motociclistas

É o que era antes... Não sei porque tiraram as categorias!

Eu fiz prova prá A3. Hoje minha carteira é A.

Acho que tem de ter tempo mínimo em cada categoria prá poder acostumar
andar de moto, incluindo idade mínima também!

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Brizza Cavalcante

Roberto de Lucena: regras atuais facilitam habilitação de motociclistas
inexperientes.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3240/12, do deputado Roberto de Lucena
(PV-SP), que cria três subcategorias para a habilitação de motociclistas -
as subcategorias A1, para motos de até 150cc; A2, para motos de até 400cc; e
A3, para todas as motos, sem restrição de cilindrada. Atualmente existe
apenas a categoria A.

O autor ressalta que o objetivo de sua proposta é aperfeiçoar o processo de
habilitação de motociclistas e, consequentemente, reduzir os acidentes de
trânsito, envolvendo motociletas e similares.

"É inadmissível que um jovem de 18 anos, com apenas 20 horas-aula de prática
de direção realizadas fora das vias de tráfego normal, possa conduzir uma
motocicleta com motor de mil cilindradas", argumenta o deputado.

O autor cita dados do Ministério da Saúde para mostrar que os gastos com o
atendimento de acidentados de motos e similares dobraram entre 2007 e 2010,
alcançando R$ 180 milhões com 150 mil internações. A conta da Previdência
com gastos de auxílio nesses casos chegou a R$ 8 bilhões, segundo ele.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas
comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/413841-PROJETO-CRIA-TRES-CATEGORIAS-PARA-HABILITACAO-DE-MOTOCICLISTAS.html

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