-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Águia Bicéfala na Maçonaria
definida e projetada como símbolo pela Maçonaria, vamos esclarecer
algo sobre esse assunto, conforme relatado abaixo:
A águia, uma ave de rapina, pelas suas características físicas e
temperamento, tornou-se um símbolo adotado pela humanidade, desde a
mais alta antiguidade.
Os druidas a consideravam como emblema da Divindade Suprema. Era
símbolo no Egito, na Pérsia, Babilônia, Grécia, etc. É mencionada no
Antigo Testamento e serviu de insígnia de guerra aos antigos romanos.
É símbolo no Ocultismo e na Cabalá.
Na Maçonaria, por estar aliada à força, a decisão, a superioridade e a
inteligência, é tida como símbolo da grandeza, da sabedoria, da
liberdade e do poder (N. Aslan).
A cabeça da Águia representava, nos primórdios, o poder de um
Imperador sobre seu Império. Quando um Imperador tinha dois Impérios,
seu poder era representado por uma águia de duas cabeças. Foi o caso
do Imperador Romano que dividiu suas áreas dominadas em dois impérios:
o Império do Ocidente e o Império do Oriente.
O Império do Ocidente, baseado em Carlos Magno e seus descendentes,
foi chamado de "Santo Império Romano-Germânico" e o do Oriente, com a
fundação de Constantinopla, foi chamado de Bizantino.
Outros impérios que igualmente se duplicaram, também usavam a "Águia
Bicéfala" como símbolo ou emblema em seus brasões.
Na Maçonaria, essa "Águia Bicéfala" foi adotada no inicio da definição
do Rito Escocês Antigo e Aceito, na França, possivelmente em 1758. O
Corpo Maçônico que começou a desenvolver a base desse Rito, era
chamado de "Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente" e
adotou a "Águia Bicéfala" como Símbolo e, assim, ela continua sendo
usada no Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Esse sistema "escocês", conhecido como "Conselho dos Imperadores do
Oriente e do Ocidente", ou, também conhecido como "Soberana Loja
Escocesa de São João de Jerusalém" criou um Sistema de Altos Graus,
num total de 25 graus.
Em 1762, esse sistema foi oficializado e esses graus superiores foram
chamados de "Graus de Perfeição" e essa escala de 25 graus foi chamada
de "Rito de Perfeição" ou "Rito de Héredom" foi levado para a América
do Norte, onde se desenvolveu de modo totalmente desorganizado.
Conforme Mestre Castellani, temos: "Diante desse caos existente, um
grupo de Maçons, reunidos a 31 de maio de 1801, na cidade de
Charleston, no estado de Carolina do Sul, por onde passa o Paralelo 33
da Terra, resolveu acrescentar alguns graus e criar o "Supremo
Conselho do Grau 33" que, por ser o primeiro do mundo, denominou-se
"Mother Council of the World". "Marcando o inicio de uma fase de
organização e método de concessão dos Altos Graus. Esse primeiro
Conselho adotou a divisa "Ordo ab Chao", o caos em que havia se
transformado o emaranhado de Altos Graus, concedidos sem critério
lógico, e sem que houvesse um poder organizador e disciplinador".
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Estrelas (círios)
que é um tipo de castiçal com proteção contra o vento. Muitas vezes
chamadas de "círios", apesar de que círio, na verdade, é uma vela
grande.
Em alguns Cerimoniais, quando se pretende fazer honras no recebimento
de altos dignitários, usa-se uma série de espadas, normalmente
acompanhadas das estrelas.
Espadas na mão direita e estrelas na mão esquerda daqueles Obreiros
que farão a "Abobada de Aço" para os visitantes.
Hoje em dia esse comportamento está fora de uso, com raras exceções.
Há vinte anos atrás, era comum esse tipo de honraria e era comum,
também, existir um "porta espadas" e um "porta estrelas" no Átrio da
Loja, normalmente de madeira, para acondicioná-las.
Segundo Mestre Nicola Aslan esse costume é antiqüíssimo, já existente
entre os romanos e que a Igreja Cristã veio a adotar. É dito que o
Papa quando se dirige para o Altar, saindo da Sacristia, é precedido
por Diáconos portando estrelas (ou círios).
Para finalizar, uma frase sobre interessante costume francês do Mestre
Jules Boucher, simbolista:
"quando um visitante eminente, um dignitário, é introduzido no Templo,
é precedido pelo Mestre de Cerimônias portando uma "estrela". Trata-se
de uma tradição que pode ser encontrada numa era longínqua. Não é para
"iluminar" o visitante que o fazem preceder por uma tocha, é para
simbolizar a "luz" que ele representa."
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
O Livro da Lei
"Dicionário da |Franco Maçonaria", a conduta adotada por certa
Obediência constitui um critério que permite apreciar a regularidade
ou a irregularidade de seus princípios.
A Grande Loja Unida da Inglaterra, em 04 de setembro de 1929, lançou,
e foi aprovado pela Franco Maçonaria universal, os "Princípios de
Base" para o reconhecimento de regularidade de uma Grande Loja ou um
Grande Oriente:
Art. 06: - As três grandes Luzes da Franco Maçonaria, o Livro da Lei
Santa, o Esquadro e o Compasso, ficarão sempre expostos quando dos
trabalhos da Loja.
A mais importante das três é o Livro da Lei Santa (The Volume of Sacred Law).
Nos países da Europa, da América, da Oceania, o L.L.S. usado é a Santa
Bíblia, pois ela é o Livro Sagrado da grande maioria.
Segundo Mestre Castellani, a Bíblia só foi introduzida oficialmente
nos trabalhos maçônicos, por George Payne, em 1740, como bajulação à
Igreja Anglicana, e não a Católica, pois nessa época era a primeira
que predominava na Inglaterra.
É sabido que o Livro da Lei, não é obrigatoriamente a Bíblia. Deve
haver um Livro da Lei Sagrada que seja adotado por determinado povo
com sua respectiva crença religiosa. Desse modo, poderá ser a Torá –
Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio – para os judeus. O
Corãopara os muçulmanos, ou o Rig Veda para os hinduístas, e assim por
diante.
E, além disso tudo, ainda nos esclarece o Mestre Castellani, existem
os Ritos chamados racionalistas, como o Rito Moderno ou Francês, por
exemplo, que não usam nenhum Livro sagrado, mas, sim, o Livro da Lei
Maçônica – a Constituição de Anderson, de 1723, em respeito à absoluta
liberdade de consciência dos maçons, a qual não admite a imposição de
padrões religiosos, pois as concepções metafísicas de cada um são de
foro íntimo. Entretanto, tal atitude não permite o reconhecimento pela
Grande Loja Unida da Inglaterra, da Grande Loja ou Grande Oriente que
a pratica.
Na Maçonaria Operativa não há duvidas que a Bíblia era usada nos
juramentos da Ordem, devido a grande religiosidade reinante na época.
Isso é citado em diversos Manuscritos, alguns deles transcritos no
"Freemason´s Guide and Compendium" do Mestre Bernard Jones, do qual eu
tenho a honra de possuir um exemplar na minha biblioteca.
O Livro Sagrado da Lei deve ser solenemente aberto e solenemente
fechado no começo e no fim dos trabalhos. Sem a sua presença sobre o
altar, estes não podem ser realizados, e a Loja não pode nem mesmo ser
aberta.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Tabua de Esmeralda - Hermes Trimegistus
Tudo o que está aqui embaixo também está no alto;
também no alto está o que está embaixo,
pois tudo é obra de uma só coisa.
Todas as coisas vieram e vem de uma,
da qual tudo nasceu e à qual tudo se ajustou,
pois tudo se adaptou a ela, a Causa Ùnica.
O Pai de tudo, que é a realidade, que é o querer do universo,
Aqui está, com sua força total convertida em Terra.
Se quiserdes saber o segredo dessa força suprema,
deveis separar a terra do fogo,
o fino e sutil do espesso e grande,
Suavemente e com todo cuidado.
Sobe da terra ao céu e, dali, volte à terra,
para receber a força do que está em cima e
do que está embaixo.
Assim, receberás a luz de todo o mundo
e as trevas se afastarão de ti.
Esta é a força de todas as forças, que vencerá tudo o que é sutil,
como vencerá tudo quanto é grande,
e que penetrará em tudo o que é sólido e palpável.
Portanto, o mundo pequeno está feito,
à semelhança do mundo grande.
Assim e desse modo, ocorrerão mudanças prodigiosas.
Por isso me chamam Hermes Trimegisto,
Pois possuo as três partes da Sabedoria de todo o mundo.
Terminado está o que disse sobre a Obra do Sol.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Palavra final do Ir. Orador
Particular" ter percorrido as Colunas e o Oriente, a mesma é passada
ao Irmão Orador para apresentar suas conclusões no encerramento das
discussões e do decorrido da Loja, de modo geral, sob o ponto de vista
legal, qualquer que tenha sido a matéria. Confirmando que a Loja
transcorreu de modo justo e perfeito e, desse modo, estando tudo de
acordo com os princípios e leis da Maçonaria, obediente aos Rituais, a
Loja poderá ser fechada.
Infelizmente, é comum na ocasião descrita acima, no empenho de mostrar
sua competência, o Orador divagar sobre o tema apresentado no Tempo de
Estudos, ou tomar partido sobre o mesmo, ou, que é pior ainda,
apresentar um outro Trabalho sobre o mesmo tema.
Na minha opinião, isso ele pode fazer, quando a palavra estiver no
Oriente, e ele se comportar como um obreiro comum. Pedirá a palavra ao
Venerável Mestre, do mesmo modo que fazem os demais, e exporá sua
opinião, como obreiro da Loja.
Repetindo para ficar claro, ao Irmão Orador cabe, ao final da Loja,
dar as suas conclusões legais, ou seja, do ponto de vista legal, mesmo
porque ele é o digno representante do Ministério Público Maçônico.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Sagração do Templo Maçônico
anos de existência, aqui no Brasil. Antigamente, o termo usado era
"Inauguração", ocasião em que o Templo era reconhecido pelas
autoridades maçônicas e usado pela primeira vez. Inclusive,
autoridades da vida profana também eram convidadas para a festividade.
No Brasil existe uma série de Lojas com mais de 100 anos, cujos
Templos foram Inaugurados.
Hoje em dia nós "sagramos" o Templo. Entretanto, levando em
consideração que a Maçonaria não é uma religião, essa sagração não é
fazer com que o Templo se torne um local sagrado, santificado. É
simplesmente um reconhecimento Maçônico, por todos os maçons presentes
no ato de que, aquele local, tem a dignidade de um Templo Maçônico e
será sempre usado para as atividades Maçônicas..
Só isso! Sem qualquer sentido de "santificação" do local,
principalmente dentro do Templo. Pessoas não ligadas à Maçonaria,
profanos, podem visitar as instalações de Templo Maçônico, sem
problemas, desde que em ocasiões propícias.
Para finalizar, vejam o que foi escrito pelo Mestre José Castellani:
"A Sagração é um Cerimônia cuja finalidade é, simplesmente, conferir
ao local, a dignidade de Templo Maçônico, assim como a Sagração do
Aprendiz, do Companheiro, ou do Mestre tem a finalidade de lhes
conferir a dignidade do Grau, sem qualquer sentido de "santificação".
Muitos maçons, todavia, crêem que sagrar o Templo é torná-lo um local
santificado, sagrado, misturando Maçonaria com religião, o que, embora
esdrúxulo e absurdo, é mais comum do que se supõe."
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Atersata, palavra muitas vezes escrita de forma errada como
"artezata", ou "aterzata", é de dificil localização nos dicionários
maçônicos em geral (tanto nos nacionais como nos escritos na lingua
inglesa). Na língua inglesa é escrito como "athersada".
É uma palavra de origem Persa, com o significado de "mão forte, mão
poderosa". Obviamente, a tradução com significado mais objetivo é: "o
Governador que dirige com total poder, com mão forte!".
Na verdade, esse nome encontrado na Biblia (Septuaginta) é o nome dada
ao Governador Persa de Jerusalém que acompanhou Zorobabel e Nehemias
(vide "Esdras" II. 63; "Nehemias" VII. 65-70, descritos abaixo).
E o Atersata proibiu-os de comer coisas sagradas, até que conseguissem
encontrar um sacerdote.....
Por isto tudo, fizemos uma aliança sagrada....pelos nossos sacerdotes.
Estes foram os que assinaram: Neemias, o Atersata, filho de
Helquias....
Na Ordem de Heredom de Kilwinning, este era o nome do chefe supremo
dessa Ordem. E, na Maçonaria Francesa e na Brasileira, entre outras, é
o nome do presidente do "Sublime Capítulo Rosacruz" do Rito Escocês
Antigo e Aceito, na divisão que vai do 15º ao 18º Grau.
Em 586 a.C, Judá, a remanescente e importante cidade do grupo das 12
tribos dos Hebreus (cisma de 921 a.C.), foi conquistada e destruida
por Nabudonossor II, chefe dos Babilônios. Nessa época, o primeiro
Templo, o de Salomão, construido em 980 a.C, foi totalmente destruido
e todos os hebreus foram levados, cativos, para o exílio na Babilônia.
Posteriormente, em 538 a.C. a Babilônia foi conquistada por Ciro, o
Grande, que, diferente dos demais conquistadores, dava liberdade
religiosa e de costumes, aos povos conquistados. Dessa forma, os
hebreus tiveram permissão de retornarem a sua terra.
Depois disso é que todos os hebreus começaram a serem chamados de
'judeus", o que anteriormente, era usado somente para os pertencentes
aos nascidos em Judá.
O titulo de Atersata foi recebido por Neemias dado pelo Rei da Persia,
provavelmente Dario III, a quem servia, para ser o Governador da nova
Judéia.
Após o retorno dos judeus o segundo Templo foi construido, denominado
de templo de Zorobabel.
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
O Problema é que vejo muita gente brincando de ser motociclista
Esse texto que segue é de um irmão sensacional. Concordo com o irmão e o texto: quem anda com colete carrega o motoclube nas costas, anda com a responsabilidade de ser um modelo do motoclube, uma SINÉDOQUE (procurem no Google). Não andamos nós mesmos, andamos o NOSSO MOTOCLUBE, O NOSSO BRASÃO. Pensem nissi antes de fazer besteira, levantar o dedo ou se meter em confusão. Ninguém fala fulano entrou numa briga no encontro tal, falam: o motoclube tal fez a maior confusão no encontro tal. REFLITAM!
Parabéns mano, pela correta explanação dos termos, e pela sagaz visão do que é ser MOTOCICLISTA!
Paulo Jurza
100% Bodes do Asfalto - FBH
Segue o texto:
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Quando falo de "ser motociclista", está longe de me referir aos proprietários de motocicletas, mas sim me refiro ao homem ou mulher que monta em sua moto e vai curtir pelas estradas desse mundão. Em especial aos integrantes de Moto Clubes, os quais quando optaram por entrar para o "meio" (meio: como é definido o universo dos Moto Clubes), precisam entender que ele não está entrando para a "moda" por vestir um colete que possui um brasão como nos seriados de TV. O Brasão de seu clube é a mais alta honraria que um integrante pode ostentar, é necessário o entendimento de que quando ele ou sua garupa veste o Brasão ele deixou de ser ele e passou a ser o Moto Clube.
O meio irá enxergá-lo na estrada, como "fulano do Moto Clube tal", por isso sua conduta estará sempre a prova dos espíritos da estrada. Na estrada todos somos membros de uma só família, independente do Brasão ou das Cores que vestimos. O socorro a um Irmão motociclista deve ser a conduta esperada de qualquer um do meio, sem deixarmos de lembrar que há previsão penal em nossas leis para a omissão de socorro. Socorro este que deve ser prestado independente do Brasão de quem está ali acidentado necessitando de auxílio.
Quando digo que o problema é que vejo muita gente brincando de ser motociclista, digo isso pois, há atitudes que judiam deixam tristes aqueles que defendem o estilo "biker" de ser (estilo motociclista de ser). Ser motociclista é ter atitude, respeito e principalmente amor ao próximo. Aquele que gosta de andar somente com seu grupinho, que finge que não vê um irmão de estrada parado no acostamento e passa sem lhe prestar socorro, ou ainda descrimina na prestação do auxilio, como por exemplo parar para ajudar somente quem é de seu clube, está ferindo diretamente o código de conduta do verdadeiro motociclista.
Quem age olhando apenas seu próprio umbigo, não percebe que a motocicleta e o motociclista é a parte mais frágil na relação da estrada. Pois para o motociclista que sofre um acidente, a única certeza que lhe é reservada é que o "chão estará esperando-o".
Como disse e reforço, há muita gente brincando de ser motociclista ou melhor brincando de pertencer ao "meio", essa gente entra em um Moto Clube, adquire ou recebe seu Colete, se sente na moda e sai por aí, quando saem, pois alguns optam por manter suas motos enfeitando a garagem de casa, preferem ser motociclistas de Watzap. Estes que brincam de ser Motociclistas, nas estradas param para abastecer e deixam de cumprimentar irmãos de estrada que vestem outros Brasões e Coletes, talvez por se sentirem diferenciados, talvez por terem medo daquela gente esquisita, de atitude e que vestem o "preto", utilizam caveiras.
Sem saber que o preto é usado pois mascara a fuligem, a poeira, a sujeira da estrada, afinal colocar um terno branco para andar de moto não é uma atitude comum. É preciso lembrar também que as caveiras simbolizam a simples igualdade entre os Irmãos, sejam eles brancos, amarelos, vermelhos, negros ou pardos. A Caveira não simboliza raça ou desigualdade, mas sim afirma que todos somos iguais.
Por fim, para aqueles que começaram a rodar agora ou até mesmo que rodam há muitos anos e ainda não aprenderam o sentido de "ser motociclista" e que talvez nunca irão aprender, digo que observem melhor a sua volta, pois você esta sendo observado, há espíritos na estrada, o meio te observa e o avalia constantemente, lembre-se que você de colete não é você, você de colete é seu clube. E se de repente você usa um colete simplesmente pela moda, ou porque comprou sua motoca e quer se sentir incluído em algum grupo, digo que há outros locais, outros hobbies que exigiram muito menos de sua atitude.
Na estrada todo mundo é igual, não brinque de ser motociclista, honre seu colete e seu clube e seja um verdadeiro motociclista.
A Instalação – Mestre Instalado
R.E.A.A, o Primeiro Vigilante ser o substituto imediato do Venerável
Mestre, como dirigente administrativo da Loja. Muitas Lojas possuem
Regimento Interno, no qual esse item se torna obrigatório.
No caso de uma substituição, na ausência do Venerável Mestre em Loja,
o Primeiro Vigilante pode tomar as medidas necessárias ao bom
andamento da mesma, só não podendo Iniciar, Elevar ou Exaltar novos
Obreiros.
Ou seja, ele não pode proceder à sagração. Este termo, sagração, de
acordo com Mestre Castellani – "é conferir a dignidade do grau, dos
novos Aprendizes, Companheiros e Mestres". Esse ato é privativo do
Mestre Instalado!
A Instalação é simplesmente a tomada de posse do cargo de Venerável
Mestre de uma determinada Loja (ver também Pilula Maçônica nº73). Essa
tomada de posse pode, ou não, ser acompanhada de Cerimonial de
Instalação. Essa cerimônia é típica do 'Emulation Ritual", da
Inglaterra, e foi adotada em outros Ritos como o Escocês, o
Adoniramita, o Moderno e outros, no mundo todo.
Sobre esse assunto, Mestre Castellani publicou, em 1994, "O Mestre
Instalado" na revista a "A TROLHA" nº 94, pag 34, que deixa claro o
que segue abaixo:
"a Cerimônia de Instalação de Veneráveis Mestres, com uma ritualística
específica, é própria do Ritual de Emulação, sendo inexistente,
inicialmente, nos demais Ritos, embora acabasse sendo, posteriormente
imitada. Em nosso país, primeiro em 1928 – no âmbito das Grandes Lojas
brasileiras, oriundas da dissidência de 1927 – e, posteriormente no
Grande Oriente do Brasil (GOB). Neste, essa cerimônia surgiu com a
impressão de um Ritual de Instalação, em 1967, na gestão do Grão
Mestre Álvaro Palmeira. Esse Ritual seria herdado pelos Grandes
Orientes Autônomos, surgidos da dissidência de 1973, no Grande Oriente
do Brasil."
Hoje, essa cerimônia é adotada no mundo maçônico e, ser "Mestre
Instalado", deve ser o principal sonho de todo e qualquer Mestre.
Talvez seja, ao meu ver, mais importante que a obtenção dos Altos
Graus, pois este último é uma conquista enquanto ser Mestre Instalado
é uma realização!
Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.








