Na foto, Arnold da Hot V2 posando para foto com o William Davidson,
membro da família que fundou a Harley Davidson
Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam
dois homens envolvidos em esquema de roubo e adulteração de motos de luxo em
São Paulo. O esquema, apelidado de "moto fantasma", foi descoberto por
agentes da 4ª Delegacia de Investigações Sobre Fraudes contra Seguros da
Divecar.
Após roubadas, as motos Harley Davidson tinham o chassi remarcado com
numeração inexistente e recebiam nova documentação. Durante as apurações, os
agentes detectaram cadastros suspeitos, com registros recentes para
motocicletas aparentemente antigas. Segundo o delegado Sérgio Alves, a
montadora informou não ter produzido motos com as numerações pesquisadas.
A fraude foi descoberta quando a equipe cruzou as informações de
ocorrências com essas motos e os registros de órgãos de trânsito. Alisson de
Melo Silvestre e Arnold Pereira dos Santos (proprietário da Loja HOT V2
Fabricante de artigos de couro para motociclistas), dois dos principais
responsáveis foram indiciados. A dupla, segundo a polícia, escolhia os alvos
durante encontros e eventos e era considerada referência em negócios com
essas motos.
A remarcação do chassi era feita para parecer original e a nova
documentação era confeccionada em órgãos de trânsito de cidades da Grande
São Paulo. Em alguns casos, o ano de fabricação era alterado para até uma
década antes, o que permitia a venda do veículo por valores baixos sem
chamar a atenção.
Nas investigações, que começaram em junho, os policiais recuperaram 31
veículos, todos da marca Harley Davidson, avaliados em R$ 2 milhões. Três
destas motos, uma com detalhes em ouro, foram achadas na última sexta-feira
(9), no Parque de Exposições Imigrantes, onde ocorre o Salão da Motocicleta.
Fonte: Publicado originalmente na Revista ISTO É, por Agência ESTADO.
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
De cada 10 indenizações do DPVAT, 7 são devido a acidentes com motos
Dados da Seguradora Líder, que opera o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais
Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat), revelam que
sete em cada dez indenizações foram pagas por acidente com moto nos últimos
três meses. Somente no primeiro semestre do ano, a indenização por causa de
acidentes com motociclistas representou 69% do total pago.
O diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder, Márcio Norton,
disse que o crescimento no número de motos no país contribui
significativamente para a quantidade de indenizações pagas. "A estrutura do
trânsito brasileiro não acompanha na mesma proporção o aumento da frota de
veículos. As ações de conscientização do governo acabam sendo neutralizadas
pelo volume."
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estima que o número de motos
saltou de 5 milhões para 16 milhões na última década, o que representa 27%
da frota nacional de veículos. Os acidentes consequentemente aumentaram. Em
junho deste ano, o Ministério da Saúde divulgou que 77.113 motociclistas
foram internados em 2011 e os custos chegaram a R$ 96 milhões.
Norton alerta que as campanhas de conscientização no trânsito não estão
surtindo o efeito esperado. "A consciência do motorista ainda não é a
melhor. Há ainda uma debilidade na conscientização dos motociclistas nos
perigos da pilotagem."
No primeiro semestre de 2012, foram 216.150 indenizações pagas por todos os
tipos de acidente de trânsito, aumento de 31% em relação ao mesmo período do
ano passado. Ao todo, foram empenhados nos pagamentos R$ 1,261 bilhão. O
cidadão pode solicitar o seguro Dpvat nos casos de morte, invalidez
permanente ou para reembolso de despesas médicas ou hospitalares decorrentes
de acidentes de trânsito.
Fonte: Canal Rio Claro.
Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat), revelam que
sete em cada dez indenizações foram pagas por acidente com moto nos últimos
três meses. Somente no primeiro semestre do ano, a indenização por causa de
acidentes com motociclistas representou 69% do total pago.
O diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder, Márcio Norton,
disse que o crescimento no número de motos no país contribui
significativamente para a quantidade de indenizações pagas. "A estrutura do
trânsito brasileiro não acompanha na mesma proporção o aumento da frota de
veículos. As ações de conscientização do governo acabam sendo neutralizadas
pelo volume."
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estima que o número de motos
saltou de 5 milhões para 16 milhões na última década, o que representa 27%
da frota nacional de veículos. Os acidentes consequentemente aumentaram. Em
junho deste ano, o Ministério da Saúde divulgou que 77.113 motociclistas
foram internados em 2011 e os custos chegaram a R$ 96 milhões.
Norton alerta que as campanhas de conscientização no trânsito não estão
surtindo o efeito esperado. "A consciência do motorista ainda não é a
melhor. Há ainda uma debilidade na conscientização dos motociclistas nos
perigos da pilotagem."
No primeiro semestre de 2012, foram 216.150 indenizações pagas por todos os
tipos de acidente de trânsito, aumento de 31% em relação ao mesmo período do
ano passado. Ao todo, foram empenhados nos pagamentos R$ 1,261 bilhão. O
cidadão pode solicitar o seguro Dpvat nos casos de morte, invalidez
permanente ou para reembolso de despesas médicas ou hospitalares decorrentes
de acidentes de trânsito.
Fonte: Canal Rio Claro.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Triciclo de 1898 é leiloado por mais de 45 mil dólares
A Bonhams, tradicional leiloeira da Inglaterra, vendeu um triciclo de 1898,
o "Phébus Motor Tricycle", por 28.750 libras, equivalentes 45.635 dólares ou
mais de 96 mil reais numa conversão direta.
O Phébus foi restaurado pelo colecionador Mick Penney. O motor é um "Aster"
de apenas 2,75 HP, mas podia levar o antigo veículo à velocidade máxima de
63 Km/h. Este triciclo foi produzido pela empresa franco-inglesa "Clément,
Gladiator and Humber".
Fonte: sobremotos.com.br
o "Phébus Motor Tricycle", por 28.750 libras, equivalentes 45.635 dólares ou
mais de 96 mil reais numa conversão direta.
O Phébus foi restaurado pelo colecionador Mick Penney. O motor é um "Aster"
de apenas 2,75 HP, mas podia levar o antigo veículo à velocidade máxima de
63 Km/h. Este triciclo foi produzido pela empresa franco-inglesa "Clément,
Gladiator and Humber".
Fonte: sobremotos.com.br
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Confirmação da situação da maçonaria perante a Igreja Católica
Declaração sobre a maçonaria – Congregação para a Doutrina da Fé
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé
26.11.1983
Íntegra da declaração sobre a Maçonaria dirigida aos fiéis católicos
em 26 de novembro de 1983 pelo cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (v. L'Osservatore Romano de
26.11.83):
Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria,
pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem
expressamente mencionada como no Código anterior.
Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida
a um critério redacional seguido também quanto às outras associações
igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em
categorias mais amplas.
Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito
das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre
considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso
permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às
associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem
aproximar-se da Sagrada Comunhão.
Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se
sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique
derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da
Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf.
AAS 73, 1981, p.240-241).
O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao
subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, e ordenou a
sua publicação.
Joseph Card. Ratzinger
Prefeito da Sagrada Congregação da Fé
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé
26.11.1983
Íntegra da declaração sobre a Maçonaria dirigida aos fiéis católicos
em 26 de novembro de 1983 pelo cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (v. L'Osservatore Romano de
26.11.83):
Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria,
pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem
expressamente mencionada como no Código anterior.
Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida
a um critério redacional seguido também quanto às outras associações
igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em
categorias mais amplas.
Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito
das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre
considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso
permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às
associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem
aproximar-se da Sagrada Comunhão.
Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se
sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique
derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da
Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf.
AAS 73, 1981, p.240-241).
O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao
subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, e ordenou a
sua publicação.
Joseph Card. Ratzinger
Prefeito da Sagrada Congregação da Fé
Joaquim Barbosa X Dilma - uma foto que fala que fala mais que. 10000 palavras...
A foto de Dida Sampaio é mais que o registro do momento em que Dilma
Rousseff, presidente da República há quase dois anos, cumprimentou o
ministro Joaquim Barbosa, que acabara de assumir a presidência do Supremo
Tribunal Federal. A imagem documenta a colisão frontal, consumada em
estridente silêncio, entre um homem e uma mulher assaltados por sentimentos
opostos e movidos por antagônicos estados de ânimo.
O chefe do Poder Judiciário está feliz, de bem com a vida. A chefe do Poder
Executivo está contrafeita, nas fímbrias da amargura. Joaquim Barbosa é o
anfitrião de uma festa. Dilma Rousseff é a convidada que nada tem a
festejar. Está lá por não ter conseguido livrar-se do convite.
Ele se sente em casa e pensa no que fará daqui por diante. Ela pensa no que
ele fez e anda fazendo. E se sente obrigada a enviar um recado fisionômico
ao padrinho e aos condenados no julgamento do mensalão: se pudesse, estaria
longe dali.
Só ele sorri. O sorriso contido informa que o ministro não é homem de
exuberâncias e derramamentos. Mas é um sorriso. Os músculos faciais se
distenderam, os dentes estão expostos, o movimento da pálpebra escavou rugas
nas cercanias do olho esquerdo.
A presidente não sorri. (O companheiro ministro Ricardo Lewandowski foi
premiado com sorriso e dois ósculos). Na foto, o que se vê no rosto da
presidente é um esgar. A musculatura contraída multiplica os vincos na face
direita, junta os lábios num bico pronunciado e assimétrico, faz o olhar
passar ao largo do homem à sua frente.
O descompasso das almas é sublinhado pelas mãos que não se apertam. A dele
ao menos se abre. A dela, nem isso. Dilma apenas toca Joaquim com a metade
dos quatro dedos. Ele a cumprimenta como quem acabou de chegar. Ela esboça
um cumprimento de quem não vê a hora de partir.
Conjugados, tais detalhes sugerem que, se Joaquim Barbosa sabe que chefia um
dos três Poderes independentes e soberanos, Dilma Rousseff imagina chefiar
um Poder que dá ordens aos outros. Ela já deveria ter aprendido com o
julgamento do mensalão que as coisas não são assim. A maioria dos ministros
é imune a esgares.
Ministros do STF que temem carrancas nem precisam vê-las para atender aos
interesses do governo. Não são juízes. São companheiros. Por enquanto, são
dois...
Fonte: Blog do Augusto Nunes...
Rousseff, presidente da República há quase dois anos, cumprimentou o
ministro Joaquim Barbosa, que acabara de assumir a presidência do Supremo
Tribunal Federal. A imagem documenta a colisão frontal, consumada em
estridente silêncio, entre um homem e uma mulher assaltados por sentimentos
opostos e movidos por antagônicos estados de ânimo.
O chefe do Poder Judiciário está feliz, de bem com a vida. A chefe do Poder
Executivo está contrafeita, nas fímbrias da amargura. Joaquim Barbosa é o
anfitrião de uma festa. Dilma Rousseff é a convidada que nada tem a
festejar. Está lá por não ter conseguido livrar-se do convite.
Ele se sente em casa e pensa no que fará daqui por diante. Ela pensa no que
ele fez e anda fazendo. E se sente obrigada a enviar um recado fisionômico
ao padrinho e aos condenados no julgamento do mensalão: se pudesse, estaria
longe dali.
Só ele sorri. O sorriso contido informa que o ministro não é homem de
exuberâncias e derramamentos. Mas é um sorriso. Os músculos faciais se
distenderam, os dentes estão expostos, o movimento da pálpebra escavou rugas
nas cercanias do olho esquerdo.
A presidente não sorri. (O companheiro ministro Ricardo Lewandowski foi
premiado com sorriso e dois ósculos). Na foto, o que se vê no rosto da
presidente é um esgar. A musculatura contraída multiplica os vincos na face
direita, junta os lábios num bico pronunciado e assimétrico, faz o olhar
passar ao largo do homem à sua frente.
O descompasso das almas é sublinhado pelas mãos que não se apertam. A dele
ao menos se abre. A dela, nem isso. Dilma apenas toca Joaquim com a metade
dos quatro dedos. Ele a cumprimenta como quem acabou de chegar. Ela esboça
um cumprimento de quem não vê a hora de partir.
Conjugados, tais detalhes sugerem que, se Joaquim Barbosa sabe que chefia um
dos três Poderes independentes e soberanos, Dilma Rousseff imagina chefiar
um Poder que dá ordens aos outros. Ela já deveria ter aprendido com o
julgamento do mensalão que as coisas não são assim. A maioria dos ministros
é imune a esgares.
Ministros do STF que temem carrancas nem precisam vê-las para atender aos
interesses do governo. Não são juízes. São companheiros. Por enquanto, são
dois...
Fonte: Blog do Augusto Nunes...
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Hoje é Aniversário de Moby Dick
Adoro este livro: Moby Dick!
Lindo o Doodle que o Google nos proporcionou!
A luta do capitão Acab para capturar a Baleia Branca que lhe arrancou
a perna, sua obstinação, o enredo todo, é um livro excelente e que
merece ter comemorado seu 161o aniversário!
FELIZ ANIVERSÁRIO MOBY DICK!!!
Lindo o Doodle que o Google nos proporcionou!
A luta do capitão Acab para capturar a Baleia Branca que lhe arrancou
a perna, sua obstinação, o enredo todo, é um livro excelente e que
merece ter comemorado seu 161o aniversário!
FELIZ ANIVERSÁRIO MOBY DICK!!!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Comparativo: Honda NC 700X vs Kawasaki Versys 650
por Arthur Caldeira/Aldo Tizzani
A nova Honda NC 700X e a já conhecida Kawasaki Versys 650 têm muitas
semelhanças: ambas têm motores de dois cilindros paralelos, suspensões de
longo curso e visual de aventureiro. Porém, gostam muito mais de asfalto do
que de terra, como evidenciam suas rodas dianteiras de 17 polegadas calçadas
com pneus esportivos sem câmara. Até mesmo seus preços são bastante
próximos: giram em torno de R$ 30.000. Mas antes de escolher entre as duas,
o consumidor deve conhecê-las bem, pois apesar das semelhanças técnicas, na
prática, os dois modelos se diferenciam e muito.
A Honda NC 700X é a mais "desconhecida". Recém-lançado, o modelo faz parte
de uma nova geração de motocicletas da marca que compartilha a mesma base
mecânica. Ainda única integrante da família NC - de New Concept, ou seja,
Novo Conceito – disponível no Brasil, a versão X conta com um motor que é
praticamente metade do propulsor de dois cilindros do automóvel Honda Fit.
Com coletores de admissão e escape fundidos no mesmo bloco dos cilindros, o
propulsor se caracteriza pela economia de combustível conseguida por meio de
muito torque em baixos giros e potência comedida, como mostram os números de
desempenho divulgados pela Honda. Produz 52,5 cv de potência máxima a 6.250
rpm e oferece torque máximo de 6,3 kgf.m a 4.750 rpm.
As primeiras marchas do câmbio de seis velocidades são bem curtas e o motor
corta os giros já a 6.500 rpm. Leva certo tempo até se acostumar com seu
estilo de pilotagem, mas na cidade roda com muita suavidade e o bicilíndrico
quase não vibra, garantindo conforto para o uso urbano.
Com um banco largo e baixo (a apenas 831 mm do solo), a NC 700X permite
apoiar bem os dois pés no chão e ainda conta com um pequeno para brisa que
ajuda a desviar o vento. Na cidade, o porta-capacete instalado no lugar do
tanque completa a praticidade. Tem capacidade para levar uma pequena mochila
e, na hora de estacionar, comporta luvas e um capacete integral.
Apesar de seu visual aventureiro, a NC 700X se sai bem mesmo é no uso
urbano. Trata-se de uma moto racional: seu motor não desperta grandes
emoções e nem altos giros, mas é econômico e seu comportamento, bastante
dócil. Assim como o conjunto ciclístico de concepção simples, oferece
estabilidade e bom controle, e seus freios a disco nas duas rodas
proporcionam frenagens com segurança, ainda mais na versão com sistema
combinado e ABS (C-ABS).
Potente e divertida
A Kawasaki Versys também nasceu com uma proposta multiuso. Traz no nome sua
versatilidade, mas também com rodas de liga leve e pneus esportivos gosta
mais do asfalto do que da terra. Entretanto, tem uma proposta mais
"esportiva" do que a Honda.
Seu motor é o mesmo da naked ER-6n e da Ninja 650. Os dois cilindros
paralelos com 649 cm³ de capacidade (não muito menos do que os 669,3 cm³ da
NC) tem quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote (DOHC),
enquanto a NC 700X conta com comando simples. Ambos são alimentados por
injeção eletrônica e contam com refrigeração líquida.
De projeto mais "esportivo", é também mais potente e gira mais: produz 64 cv
de potência máxima a 8.000 rpm e 6,2 kgf.m de torque máximo a 6.800 rpm.
Números bem mais generosos do que a Honda e um comportamento bem mais
"brusco". O motor tem um caráter divertido nas acelerações de 0 a 100 km/h.
Os giros e a velocidade sobem rapidamente e garantem uma pilotagem mais
prazerosa do que na NC 700X. Mas cobra o preço no consumo: rodamos em média
19 km/ por litro. Nessa situação surge o grande trunfo da NC que superou os
26 km/litro.
Também na ciclística, a Versys oferece mais ao motociclista. Na dianteira,
conta com garfo telescópico invertido com ajustes e 150 mm de curso – na
Honda o garfo é convencional e sem ajustes. Já na traseira, a Versys balança
assimétrica conta com um amortecedor posicionado na lateral direita da moto
que tem 145 mm de curso. Especificações suficientes para enfrentar os
obstáculos do dia a dia, como valetas, lombadas e buracos. Mas, assim como
na NC 700X, não são completamente adequadas para uma estrada de terra com
muitas imperfeições. No máximo, aquela estradinha de terra (bem) batida até
a chácara no final de semana.
Os dois discos dianteiros em forma de pétala têm 300 mm de diâmetro e pinças
de duplo pistão. Na traseira, disco simples de 220 mm de diâmetro mordido
por uma pinça simples. Também oferece a versão com sistema ABS. Apesar das
especificações serem tecnicamente melhores do que a Honda, na prática o
funcionamento de ambos é bastante semelhante.
Mais potente do que a NC 700X, a Versys é feita para pilotos mais
experientes e que buscam mais desempenho. No uso urbano, também se mostrou
ágil, porém mais "beberrona" e divertida de pilotar. Não conta com a
praticidade do porta-capacete no dia a dia, mas em compensação para viagens
sua bolha pode ser ajustada em três posições diferentes com o auxílio de uma
chave Allen – possibilidade inexistente na NC 700X.
Na estrada
Levamos as motos para uma viagem até o litoral norte com a intenção de
conferir a diferença de comportamento e consumo. Nosso roteiro, com destino
a Caraguatatuba (SP), se iniciou nas rodovias Carvalho Pinto e Ayrton Senna,
que oferecem ótimo asfalto e longas retas. Nesse trecho a diferença de
comportamento entre as motos se tornou ainda mais perceptível. Enquanto o
piloto da NC pode desfrutar da linearidade do motor que entrega potência
quase sem vibração nos pedais, punhos e retrovisores; na Kawasaki é possível
sentir a vibração, porém nada que incomode, a impressão é que o motor pede
mais velocidade a cada troca de marchas.
Nesse tipo de estrada a Kawasaki literalmente "despacha" a NC, sua
aceleração, retomada e velocidade final, que superou os 180 km/h, são mais
rápidas e despertam no piloto a vontade de rodar esportivamente. Já a NC
mostrou ser uma moto mais racional, ela pediu uma tocada mais regular,
embora consiga manter velocidade de cruzeiro de 140 km/h e chega a mais de
160 km/h de velocidade máxima.
Trecho sinuoso
Ao chegar na Rodovia dos Tamoios as motos mostraram mais um vez uma incrível
diferença. Enquanto a Versys permitia atacar as curvas com maior
esportividade – graças a sua suspensão – a NC superava os obstáculos com
respostas eficientes do conjunto quadro/suspensão. Resumindo: a Versys
instigava a deitar nas curvas e encher o motor nas retomadas, enquanto a NC
pedia uma tocada mais suave entrando na curva com o motor cheio e
contornando-a forma linear, sem sustos, com eficiência mas sem emoção. Porém
quando usada esportivamente, a NC deu contado do recado e acompanhou a
Kawasaki sem problemas. Ou seja, entre as existe uma grande diferença de
conceitos, porém a habilidade do piloto é mais exigida na Versys, enquanto
na NC praticamente se entrega ao piloto.
Por conta da menor vibração a Honda NC foi melhor no quesito conforto
enquanto o espaço para bagagens é um ótimo argumento a favor dessa Honda.
Falar de consumo e autonomia
No posto de gasolina encontramos a diferença entre os modelos já que a
Versys cobra em consumo sua esportividade pois fez a média de 22 km/litro
contra os 31 km/litro da NC 700. No momento de abastecer o piloto da NC tem
que obrigatoriamente cumprir o ritual de descer da moto e levantar o banco
do garupa para abrir o bocal do tanque de combustível. Na Versys basta abrir
o bocal (padrão aeronáutico) e abastecer de forma muito mais simples. Como
são estradeiras a autonomia pode ser um fator de decisão na compra, com 14
litros de capacidade a NC 700X pode percorrer mais de 430 enquanto a Versys
percorreria 418 com seu tanque de 19 litros. Enquanto abastecíamos foi
possível conferir algumas diferenças entre os modelos. Com seu escape
lateral a NC lembra modelos como as primeiras Hornet e mesmo as Suzuki
Bandit, já a Versys esbanja soluções ousadas em relação a ponteira do
escape, suspensões e farol. Visualmente, faltou ousadia a Honda.
Conclusão
Antes de decidir sobre qual moto, cabe ao comprador perguntar a si mesmo que
tipo de piloto ele é. Se for tranquilo na tocada, gostar de passeios e der
valor a praticidade e economia de combustível ficará satisfeito com a Honda
NC 700X. Se tiver espírito esportivo, curtir o motor subindo de giro e adora
contornar as curvas de forma radical a Kawa Versys é a sua moto.
FICHA TÉCNICA
Honda NC 700X C-ABS
Motor: Dois cilindros em linha, 669,3 cm³, SOHC, com refrigeração líquida.
Potência: 52,5 cv a 6.250 rpm
Torque: 6.4 kgf.m a 4.750 rpm
Câmbio: Seis marchas.
Transmissão final Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica.
Quadro: Estrutura tubular
Suspensão dianteira: garfo telescópico, com 153,5 mm de curso
Suspensão traseira: Monoamortecedor fixado por links com ajuste de pré-carga
da mola e 150 mm de curso
Freio dianteiro: Disco simples de 320 mm de diâmetro com pinça de dois
pistões (três na versão com ABS)
Freio traseiro: Disco simples de 240 mm com pistão único (traseiro).
Pneus: 120/70-ZR17 (dianteiro)/160/60-ZR17 (traseiro)
Dimensões: 2.209 mm x 831mm x 1.284 mm (C x L x A).
Distância entre eixos 1.538 mm
Distância do solo 164 mm
Altura do Assento 831 mm
Peso a seco: 206 kg versão com ABS
Tanque: 14,1 litros.
Cores: Vermelha e Branca
Preço: R$ 29.990 (C/ABS)
Kawasaki Versys 650 ABS
Motor Dois cilindros paralelos, 649 cm³, quatro válvulas por cilindro, duplo
comando de válvulas no cabeçote e refrigeração líquida
Potência máxima 64 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 6,2 kgf.m a 6.800 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Quadro Diamante em tubos de aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido de 41 mm de diâmetro
ajustável – com 150 mm de curso
Suspensão traseira Balança traseira monoamortecida regulável na précarga e
retorno com 145 mm de curso
Freio dianteiro Disco duplo de 300 mm de diâmetro em forma de pétala com
pinça de dois pistões
Freio traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de um pistão
Pneus 120/70-ZR17 (diant.)/ 160/60-ZR17 (tras.)
Dimensões : 2.125 mm x 840 mm x 1.330 mm (CxLxA)
Distância entre-eixos 1.415 mm
Distância do solo 180 mm
Altura do assento 845 mm
Peso em ordem de marcha 209 kg
Tanque de combustível 19 litros
Cores Metallic Spark Black / Pearl Solar Yellow
Preço sugerido R$ 30.990 (ABS)
Fonte: moto.com.br
A nova Honda NC 700X e a já conhecida Kawasaki Versys 650 têm muitas
semelhanças: ambas têm motores de dois cilindros paralelos, suspensões de
longo curso e visual de aventureiro. Porém, gostam muito mais de asfalto do
que de terra, como evidenciam suas rodas dianteiras de 17 polegadas calçadas
com pneus esportivos sem câmara. Até mesmo seus preços são bastante
próximos: giram em torno de R$ 30.000. Mas antes de escolher entre as duas,
o consumidor deve conhecê-las bem, pois apesar das semelhanças técnicas, na
prática, os dois modelos se diferenciam e muito.
A Honda NC 700X é a mais "desconhecida". Recém-lançado, o modelo faz parte
de uma nova geração de motocicletas da marca que compartilha a mesma base
mecânica. Ainda única integrante da família NC - de New Concept, ou seja,
Novo Conceito – disponível no Brasil, a versão X conta com um motor que é
praticamente metade do propulsor de dois cilindros do automóvel Honda Fit.
Com coletores de admissão e escape fundidos no mesmo bloco dos cilindros, o
propulsor se caracteriza pela economia de combustível conseguida por meio de
muito torque em baixos giros e potência comedida, como mostram os números de
desempenho divulgados pela Honda. Produz 52,5 cv de potência máxima a 6.250
rpm e oferece torque máximo de 6,3 kgf.m a 4.750 rpm.
As primeiras marchas do câmbio de seis velocidades são bem curtas e o motor
corta os giros já a 6.500 rpm. Leva certo tempo até se acostumar com seu
estilo de pilotagem, mas na cidade roda com muita suavidade e o bicilíndrico
quase não vibra, garantindo conforto para o uso urbano.
Com um banco largo e baixo (a apenas 831 mm do solo), a NC 700X permite
apoiar bem os dois pés no chão e ainda conta com um pequeno para brisa que
ajuda a desviar o vento. Na cidade, o porta-capacete instalado no lugar do
tanque completa a praticidade. Tem capacidade para levar uma pequena mochila
e, na hora de estacionar, comporta luvas e um capacete integral.
Apesar de seu visual aventureiro, a NC 700X se sai bem mesmo é no uso
urbano. Trata-se de uma moto racional: seu motor não desperta grandes
emoções e nem altos giros, mas é econômico e seu comportamento, bastante
dócil. Assim como o conjunto ciclístico de concepção simples, oferece
estabilidade e bom controle, e seus freios a disco nas duas rodas
proporcionam frenagens com segurança, ainda mais na versão com sistema
combinado e ABS (C-ABS).
Potente e divertida
A Kawasaki Versys também nasceu com uma proposta multiuso. Traz no nome sua
versatilidade, mas também com rodas de liga leve e pneus esportivos gosta
mais do asfalto do que da terra. Entretanto, tem uma proposta mais
"esportiva" do que a Honda.
Seu motor é o mesmo da naked ER-6n e da Ninja 650. Os dois cilindros
paralelos com 649 cm³ de capacidade (não muito menos do que os 669,3 cm³ da
NC) tem quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote (DOHC),
enquanto a NC 700X conta com comando simples. Ambos são alimentados por
injeção eletrônica e contam com refrigeração líquida.
De projeto mais "esportivo", é também mais potente e gira mais: produz 64 cv
de potência máxima a 8.000 rpm e 6,2 kgf.m de torque máximo a 6.800 rpm.
Números bem mais generosos do que a Honda e um comportamento bem mais
"brusco". O motor tem um caráter divertido nas acelerações de 0 a 100 km/h.
Os giros e a velocidade sobem rapidamente e garantem uma pilotagem mais
prazerosa do que na NC 700X. Mas cobra o preço no consumo: rodamos em média
19 km/ por litro. Nessa situação surge o grande trunfo da NC que superou os
26 km/litro.
Também na ciclística, a Versys oferece mais ao motociclista. Na dianteira,
conta com garfo telescópico invertido com ajustes e 150 mm de curso – na
Honda o garfo é convencional e sem ajustes. Já na traseira, a Versys balança
assimétrica conta com um amortecedor posicionado na lateral direita da moto
que tem 145 mm de curso. Especificações suficientes para enfrentar os
obstáculos do dia a dia, como valetas, lombadas e buracos. Mas, assim como
na NC 700X, não são completamente adequadas para uma estrada de terra com
muitas imperfeições. No máximo, aquela estradinha de terra (bem) batida até
a chácara no final de semana.
Os dois discos dianteiros em forma de pétala têm 300 mm de diâmetro e pinças
de duplo pistão. Na traseira, disco simples de 220 mm de diâmetro mordido
por uma pinça simples. Também oferece a versão com sistema ABS. Apesar das
especificações serem tecnicamente melhores do que a Honda, na prática o
funcionamento de ambos é bastante semelhante.
Mais potente do que a NC 700X, a Versys é feita para pilotos mais
experientes e que buscam mais desempenho. No uso urbano, também se mostrou
ágil, porém mais "beberrona" e divertida de pilotar. Não conta com a
praticidade do porta-capacete no dia a dia, mas em compensação para viagens
sua bolha pode ser ajustada em três posições diferentes com o auxílio de uma
chave Allen – possibilidade inexistente na NC 700X.
Na estrada
Levamos as motos para uma viagem até o litoral norte com a intenção de
conferir a diferença de comportamento e consumo. Nosso roteiro, com destino
a Caraguatatuba (SP), se iniciou nas rodovias Carvalho Pinto e Ayrton Senna,
que oferecem ótimo asfalto e longas retas. Nesse trecho a diferença de
comportamento entre as motos se tornou ainda mais perceptível. Enquanto o
piloto da NC pode desfrutar da linearidade do motor que entrega potência
quase sem vibração nos pedais, punhos e retrovisores; na Kawasaki é possível
sentir a vibração, porém nada que incomode, a impressão é que o motor pede
mais velocidade a cada troca de marchas.
Nesse tipo de estrada a Kawasaki literalmente "despacha" a NC, sua
aceleração, retomada e velocidade final, que superou os 180 km/h, são mais
rápidas e despertam no piloto a vontade de rodar esportivamente. Já a NC
mostrou ser uma moto mais racional, ela pediu uma tocada mais regular,
embora consiga manter velocidade de cruzeiro de 140 km/h e chega a mais de
160 km/h de velocidade máxima.
Trecho sinuoso
Ao chegar na Rodovia dos Tamoios as motos mostraram mais um vez uma incrível
diferença. Enquanto a Versys permitia atacar as curvas com maior
esportividade – graças a sua suspensão – a NC superava os obstáculos com
respostas eficientes do conjunto quadro/suspensão. Resumindo: a Versys
instigava a deitar nas curvas e encher o motor nas retomadas, enquanto a NC
pedia uma tocada mais suave entrando na curva com o motor cheio e
contornando-a forma linear, sem sustos, com eficiência mas sem emoção. Porém
quando usada esportivamente, a NC deu contado do recado e acompanhou a
Kawasaki sem problemas. Ou seja, entre as existe uma grande diferença de
conceitos, porém a habilidade do piloto é mais exigida na Versys, enquanto
na NC praticamente se entrega ao piloto.
Por conta da menor vibração a Honda NC foi melhor no quesito conforto
enquanto o espaço para bagagens é um ótimo argumento a favor dessa Honda.
Falar de consumo e autonomia
No posto de gasolina encontramos a diferença entre os modelos já que a
Versys cobra em consumo sua esportividade pois fez a média de 22 km/litro
contra os 31 km/litro da NC 700. No momento de abastecer o piloto da NC tem
que obrigatoriamente cumprir o ritual de descer da moto e levantar o banco
do garupa para abrir o bocal do tanque de combustível. Na Versys basta abrir
o bocal (padrão aeronáutico) e abastecer de forma muito mais simples. Como
são estradeiras a autonomia pode ser um fator de decisão na compra, com 14
litros de capacidade a NC 700X pode percorrer mais de 430 enquanto a Versys
percorreria 418 com seu tanque de 19 litros. Enquanto abastecíamos foi
possível conferir algumas diferenças entre os modelos. Com seu escape
lateral a NC lembra modelos como as primeiras Hornet e mesmo as Suzuki
Bandit, já a Versys esbanja soluções ousadas em relação a ponteira do
escape, suspensões e farol. Visualmente, faltou ousadia a Honda.
Conclusão
Antes de decidir sobre qual moto, cabe ao comprador perguntar a si mesmo que
tipo de piloto ele é. Se for tranquilo na tocada, gostar de passeios e der
valor a praticidade e economia de combustível ficará satisfeito com a Honda
NC 700X. Se tiver espírito esportivo, curtir o motor subindo de giro e adora
contornar as curvas de forma radical a Kawa Versys é a sua moto.
FICHA TÉCNICA
Honda NC 700X C-ABS
Motor: Dois cilindros em linha, 669,3 cm³, SOHC, com refrigeração líquida.
Potência: 52,5 cv a 6.250 rpm
Torque: 6.4 kgf.m a 4.750 rpm
Câmbio: Seis marchas.
Transmissão final Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica.
Quadro: Estrutura tubular
Suspensão dianteira: garfo telescópico, com 153,5 mm de curso
Suspensão traseira: Monoamortecedor fixado por links com ajuste de pré-carga
da mola e 150 mm de curso
Freio dianteiro: Disco simples de 320 mm de diâmetro com pinça de dois
pistões (três na versão com ABS)
Freio traseiro: Disco simples de 240 mm com pistão único (traseiro).
Pneus: 120/70-ZR17 (dianteiro)/160/60-ZR17 (traseiro)
Dimensões: 2.209 mm x 831mm x 1.284 mm (C x L x A).
Distância entre eixos 1.538 mm
Distância do solo 164 mm
Altura do Assento 831 mm
Peso a seco: 206 kg versão com ABS
Tanque: 14,1 litros.
Cores: Vermelha e Branca
Preço: R$ 29.990 (C/ABS)
Kawasaki Versys 650 ABS
Motor Dois cilindros paralelos, 649 cm³, quatro válvulas por cilindro, duplo
comando de válvulas no cabeçote e refrigeração líquida
Potência máxima 64 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 6,2 kgf.m a 6.800 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Quadro Diamante em tubos de aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido de 41 mm de diâmetro
ajustável – com 150 mm de curso
Suspensão traseira Balança traseira monoamortecida regulável na précarga e
retorno com 145 mm de curso
Freio dianteiro Disco duplo de 300 mm de diâmetro em forma de pétala com
pinça de dois pistões
Freio traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de um pistão
Pneus 120/70-ZR17 (diant.)/ 160/60-ZR17 (tras.)
Dimensões : 2.125 mm x 840 mm x 1.330 mm (CxLxA)
Distância entre-eixos 1.415 mm
Distância do solo 180 mm
Altura do assento 845 mm
Peso em ordem de marcha 209 kg
Tanque de combustível 19 litros
Cores Metallic Spark Black / Pearl Solar Yellow
Preço sugerido R$ 30.990 (ABS)
Fonte: moto.com.br
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Mais uma do Grupo IZZO
Chega a ser recursiva a dor de cabeça dos proprietários de produtos
vendidos pelo Grupo IZZO. Proprietário de KTM e Ducatti que não
conseguem emplacar as motos, problemas de documentação, falta de peças
e de atendimento. Na época da Harley era uma confusão, e a IZZO perdeu
a marca. Agora mais patuscadas e mais confusões.
Até quando a justiça brasileira vai deixar essa companhia funcionar impune?
Proprietário de KTM e Ducatti recebendo visita de oficiais de justiça
para apreensão das motos, já quitadas, problemas com os DETRAN, até
quando?????
vendidos pelo Grupo IZZO. Proprietário de KTM e Ducatti que não
conseguem emplacar as motos, problemas de documentação, falta de peças
e de atendimento. Na época da Harley era uma confusão, e a IZZO perdeu
a marca. Agora mais patuscadas e mais confusões.
Até quando a justiça brasileira vai deixar essa companhia funcionar impune?
Proprietário de KTM e Ducatti recebendo visita de oficiais de justiça
para apreensão das motos, já quitadas, problemas com os DETRAN, até
quando?????
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
A iniciação do Bode do Asfalto
Sr. Bode, é teu desejo sincero tornares um motociclista? Se a
resposta for afirmativa, previno-te que irás passar por provas, perigos e
dificuldades.
A primeira viagem será a da TERRA. Ao entrares em um carreador de cana,
ficarás atrás de um caminhão com 2 carretas carregadas que produzirão
tamanha poeira que te sentirás numa masmorra, entrará ciscos nos teus olhos,
teu cabelo ficará duro e vais derrapar e atolar na areia. O teu dia será
terrível, mas no final da tarde quando estiveres tomando umas latinhas
geladas e ouvindo o Raulzito, pensarás, VALEU.
Sr. Bode, persistes em ser motociclista?
A segunda viagem, Sr. Bode, é a do AR. Um vento forte no peito e tu, cego,
tens que seguir o líder ou piloto. Num bonde descobres que tendo alguém para
guiar-te, não precisas temer.
Mesmo assim, Sr. Bode, persistes em ser motociclista?
Estamos prontos para mais uma viagem, a da ÁGUA. Começa com um barulhinho,
parece inseto batendo no capacete, depois vem a certeza, é chuva seu Bode,
fiques esperto. Tua atenção ficará redobrada, teus pares, podes apostar,
estão adorando tudo isso. Passa a chuva e o vento vai te deixar congelado.
No final da tarde, fica melhor uma bebida mais quente ouvindo Led Zeppelin.
Ainda assim persistes em ser motociclista?
A última viagem é FOGO. A tarde cai, vem a noite, ai o polegar direito bate
na tecla e FIAT LUX (faz-se a luz). Recebeste a LUZ. Para os notívagos é
festa, acostuma-te pois teus IIr.: adoram isso.
Não acredito que ainda queiras tornar-te motociclista. Poeira, vento, chuva
e escuridão, sem contar com as dores nas costa, joelhos, bunda, punhos e
mãos dormentes. Sr Bode, não és mais criança.
Não seria melhor ficares em casa assistindo um bom filme na TV? Ou
melhor...todo domingo na hora em que estás na estrada, tem futebol ao vivo,
teu time pode estar jogando.
Tua mulher nem sempre faz cara boa para essas viagens.
Ela está certa, você vai chegar num bagaço só, teu ânimo não vai além de um
banho e cama.
Sr. Bode, se depois disso tudo ainda quiseres ser um motociclista, que seja
então um Bode do Asfalto.
Ir.: Fabio Tomazella
resposta for afirmativa, previno-te que irás passar por provas, perigos e
dificuldades.
A primeira viagem será a da TERRA. Ao entrares em um carreador de cana,
ficarás atrás de um caminhão com 2 carretas carregadas que produzirão
tamanha poeira que te sentirás numa masmorra, entrará ciscos nos teus olhos,
teu cabelo ficará duro e vais derrapar e atolar na areia. O teu dia será
terrível, mas no final da tarde quando estiveres tomando umas latinhas
geladas e ouvindo o Raulzito, pensarás, VALEU.
Sr. Bode, persistes em ser motociclista?
A segunda viagem, Sr. Bode, é a do AR. Um vento forte no peito e tu, cego,
tens que seguir o líder ou piloto. Num bonde descobres que tendo alguém para
guiar-te, não precisas temer.
Mesmo assim, Sr. Bode, persistes em ser motociclista?
Estamos prontos para mais uma viagem, a da ÁGUA. Começa com um barulhinho,
parece inseto batendo no capacete, depois vem a certeza, é chuva seu Bode,
fiques esperto. Tua atenção ficará redobrada, teus pares, podes apostar,
estão adorando tudo isso. Passa a chuva e o vento vai te deixar congelado.
No final da tarde, fica melhor uma bebida mais quente ouvindo Led Zeppelin.
Ainda assim persistes em ser motociclista?
A última viagem é FOGO. A tarde cai, vem a noite, ai o polegar direito bate
na tecla e FIAT LUX (faz-se a luz). Recebeste a LUZ. Para os notívagos é
festa, acostuma-te pois teus IIr.: adoram isso.
Não acredito que ainda queiras tornar-te motociclista. Poeira, vento, chuva
e escuridão, sem contar com as dores nas costa, joelhos, bunda, punhos e
mãos dormentes. Sr Bode, não és mais criança.
Não seria melhor ficares em casa assistindo um bom filme na TV? Ou
melhor...todo domingo na hora em que estás na estrada, tem futebol ao vivo,
teu time pode estar jogando.
Tua mulher nem sempre faz cara boa para essas viagens.
Ela está certa, você vai chegar num bagaço só, teu ânimo não vai além de um
banho e cama.
Sr. Bode, se depois disso tudo ainda quiseres ser um motociclista, que seja
então um Bode do Asfalto.
Ir.: Fabio Tomazella
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Harley-Davidson do Brasil faz campanha de recall
A Harley-Davidson do Brasil convoca os proprietários das motocicletas
Touring, modelo Street Glide®, anos de fabricação 2011 e 2012, e chassis
9321KBMJXCD618902 a 9321KBMJXCD664987 e 9321KBMJ0CD618908 a
9321KBMJ9CD676810, para uma campanha de recall. Essa ação ocorre somente no
Brasil e atinge 159 motocicletas em todo o território nacional.
O objetivo dessa iniciativa é solicitar o encaminhamento das motocicletas
envolvidas na campanha à rede de concessionários Harley-Davidson para a
inspeção e o reposicionamento, se necessário, do chicote elétrico, com
eventual substituição deste componente.
Tal medida se deve em razão da possibilidade de o chicote elétrico ter sido
instalado de maneira incorreta, em local que poderá permitir que o mesmo
encoste no pneu traseiro e/ou correia de transmissão. O contato com o pneu
traseiro e/ou correia de transmissão poderá danificar o chicote, resultando
no inadequado funcionamento da lanterna, luz de freio, piscas traseiros e/ou
luz da placa. A não conformidade detectada pode, eventualmente, comprometer
a segurança do motociclista e terceiros.
Para certificar se o veículo deve ser direcionado a um concessionário, a
Harley-Davidson disponibiliza informações aos seus clientes por meio do site
da empresa (www.harley-davidson.com.br), do Serviço de Atendimento ao
Consumidor - SAC (0800 724 1188), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
(exceto feriados) ou ainda do e-mail (sac@harley-davidson.com.br).
Os serviços serão realizados gratuitamente. Para comodidade dos clientes, a
Harley-Davidson recomenda ao consumidor que agende previamente o serviço por
meio do SAC. Para informações adicionais, basta consultar um concessionário
da marca, acessar a página eletrônica da empresa ou contatar o SAC.
Essa iniciativa visa manter o compromisso de respeito aos consumidores e o
foco da empresa em oferecer produtos com qualidade e segurança. A
Harley-Davidson esclarece que não tem conhecimento da ocorrência de
acidentes ou ferimentos, originados pela razão técnica relatada.
Fonte:
Equipe MOTO.com.br
Touring, modelo Street Glide®, anos de fabricação 2011 e 2012, e chassis
9321KBMJXCD618902 a 9321KBMJXCD664987 e 9321KBMJ0CD618908 a
9321KBMJ9CD676810, para uma campanha de recall. Essa ação ocorre somente no
Brasil e atinge 159 motocicletas em todo o território nacional.
O objetivo dessa iniciativa é solicitar o encaminhamento das motocicletas
envolvidas na campanha à rede de concessionários Harley-Davidson para a
inspeção e o reposicionamento, se necessário, do chicote elétrico, com
eventual substituição deste componente.
Tal medida se deve em razão da possibilidade de o chicote elétrico ter sido
instalado de maneira incorreta, em local que poderá permitir que o mesmo
encoste no pneu traseiro e/ou correia de transmissão. O contato com o pneu
traseiro e/ou correia de transmissão poderá danificar o chicote, resultando
no inadequado funcionamento da lanterna, luz de freio, piscas traseiros e/ou
luz da placa. A não conformidade detectada pode, eventualmente, comprometer
a segurança do motociclista e terceiros.
Para certificar se o veículo deve ser direcionado a um concessionário, a
Harley-Davidson disponibiliza informações aos seus clientes por meio do site
da empresa (www.harley-davidson.com.br), do Serviço de Atendimento ao
Consumidor - SAC (0800 724 1188), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
(exceto feriados) ou ainda do e-mail (sac@harley-davidson.com.br).
Os serviços serão realizados gratuitamente. Para comodidade dos clientes, a
Harley-Davidson recomenda ao consumidor que agende previamente o serviço por
meio do SAC. Para informações adicionais, basta consultar um concessionário
da marca, acessar a página eletrônica da empresa ou contatar o SAC.
Essa iniciativa visa manter o compromisso de respeito aos consumidores e o
foco da empresa em oferecer produtos com qualidade e segurança. A
Harley-Davidson esclarece que não tem conhecimento da ocorrência de
acidentes ou ferimentos, originados pela razão técnica relatada.
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