-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero... Pra quê?
Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é
agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação
infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam
índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem
pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a
mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para
ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será
excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições,
o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei
Maior.
Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito
às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei
infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no
passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os
argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser
beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território
nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas
de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os
brasileiros não-índios foram discriminados.
Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos
participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que
vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada,
também, parcela de território consideravelmente maior do que a
Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão
que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma
Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público,
para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais
conseguiria!
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição,
vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o
governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente
em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao
cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque
cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado,
participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas
indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em
torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos
para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o
governo militar ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o
inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e
cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
( *Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das
universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do
Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do
Comércio do Estado de São Paulo ).
INCISO IV DO Art. 3º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL A QUE SE REFERE O DR.
IVES GRANDA, NA ÍNTEGRA:
"promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor,
idade e quaisquer outras formas de discriminação."
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Lei Seca em BHte vai começar pra valer no dia 13
começam a funcionar na quinta-feira em BH
e prometem tolerância zero contra quem dirigir alcoolizado
Policiais testaram funcionamento da nova blitz no Bairro de Lourdes há
quatro meses: ação integrada contra bebida ao volante
Copo vazio não combina com a capital dos botecos, mas a partir da
próxima semana quem se arriscar a dirigir depois de beber em Belo
Horizonte correrá mais riscos de ser pego em blitzes. Mais de três
anos depois da implantação da Lei Seca, com resultados tímidos em
Minas, o governo do estado marcou para quinta-feira o início de uma
campanha permanente que promete seguir o rigoroso modelo adotado no
Rio de Janeiro. O motorista que apresentar sinais de embriaguez terá a
carteira de habilitação cassada por um ano e poderá responder a
processo criminal.
As blitzes da campanha, batizada de "Sou pela vida, dirijo sem
bebida", vão ocorrer sempre de quinta a sábado em pontos "surpresa"
que tenham grande concentração de bares, boates e restaurantes, como
os bairros de Lourdes e Sion, na Região Centro-Sul da capital, e a
Avenida Raja Gabaglia. As entradas da cidade, corredores viários e
pontos com grande ocorrência de acidentes e mortes no trânsito também
vão receber as equipes da Lei Seca, que vão se movimentar e trocar de
ruas durante a noite e a madrugada. As equipes serão compostas por
policiais civis do Detran, policiais militares, bombeiros e guardas
municipais. Integrados, os agentes terão acesso ao banco de dados dos
seus respectivos órgãos para verificar outras infrações, como situação
do veículo, pagamento de IPVA e habilitação. Dois cadeirantes –
vítimas de acidentes de trânsito – também participarão da abordagem
aos motoristas.
Um dos desafios da nova campanha é resgatar a credibilidade da Lei
Seca, que em três anos apresentou resultados pouco expressivos em
Minas. O estado ocupava até o ano passado uma das últimas posições no
ranking do Ministério da Saúde de redução de mortes no trânsito.
Segundo o relatório, divulgado em 2010, houve redução de 4,2% das
vítimas de trânsito no estado mineiro – de 3.781, antes da lei, para
3.621 depois que ela entrou em vigor. Minas atingiu índice 7,7 vezes
menor que o do primeiro colocado, o Rio de Janeiro, que registrou
queda de 32%.
"Minas tem mais mortos por acidentes de trânsito do que por homicídio,
e na raiz destes acidentes está a embriaguez. O que se esperava da lei
ainda não tinha acontecido e vamos usar a multa com caráter
pedagógico", disse o secretário de Defesa Social, Lafayette Andrada.
Diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas
Gerais, Paulo Nonaca diz que o setor vai participar da divulgação. A
partir da próxima sexta-feira, as "bolachas" de chope, papel bandeja e
espelhos dos banheiros de bares e restaurantes vão exibir a marca da
campanha. A exemplo do que costuma ocorrer no Rio, o coordenador de
Operações Especiais do Detran-MG, delegado Ramon Sandoli, garante que
não haverá favorecimento nas blitzes na Grande BH. "Não vamos
prejudicar nem favorecer ninguém. O procedimento adotado será o mesmo
para todos", disse.
Nas blitzes da nova campanha, todo condutor abordado deverá descer do
carro e será convidado a soprar o bafômetro. Os que apresentarem
sinais de embriaguez, como desalinho nas roupas, fala desconexa e
desequilíbrio, ainda que se recusem a fazer o teste do bafômetro,
terão a carteira apreendida e serão multados em R$ 957,70. Se não
houver outra pessoa apta a dirigir o carro, o veículo será rebocado. O
motorista infrator responderá a um processo administrativo no Detran e
perderá o direito de dirigir por um ano.
Ao se submeter ao teste do bafômetro, o motorista será liberado se o
resultado for até 0,11 mg/l (veja quadro). De 0,12 mg/l até 0,29 mg/l,
o condutor recebe a multa e tem sua carteira apreendida. Se o
resultado for superior a 0,30 mg/l, o motorista fica sujeito às mesmas
penalidades e é encaminhado à delegacia, onde responderá criminalmente
por embriaguez, direção perigosa ou homicídio culposo, dependendo da
situação.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A importância do cafezinho
diferente. Um dos leões foi para as matas e o outro foi para o centro
da cidade.
Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou.
Depois de um mês, para surpresa geral, o leão que voltou foi
justamente o que fugira para as matas. Voltou magro e faminto. Assim,
o leão foi reconduzido à sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira
para o centro da cidade, quando um dia, o bicho foi recapturado.
E voltou ao Jardim Zoológico, gordo, sadio, vendendo saúde.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para a floresta
perguntou ao colega:
- Como é que conseguiste ficar na cidade esse tempo todo e ainda
voltar com saúde? Eu, que fugi para a mata, tive que voltar, porque
quase não encontrava o que comer...
O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me numa repartição pública. Cada
dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.
- E por que voltaste então para cá? Tinham-se acabado os funcionários?
- Nada disso. Funcionário público é coisa que nunca se acaba. É que eu
cometi um erro gravíssimo. Já tinha comido o diretor geral, dois
superintendentes, cinco adjuntos, três coordenadores, dez assessores,
doze chefes de seção, quinze chefes de divisão, várias secretárias,
dezenas de funcionários e ninguém deu por falta deles! Mas, no dia em
que comi o infeliz que servia o cafezinho...
Estraguei tudo!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV
Agosto de 1619 - Paris, 06 de Setembro de 1683)
Jules Mazarino - nascido na Itália, foi cardeal e primeiro ministro da
França (Pescina, 14 de julho de 1602 - 9 de março de 1661)
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Colbert:
- Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte)
já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse
como é que é possível continuar a gastar, quando já se está endividado até
ao pescoço...
Mazarino:
- Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas,
vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse é diferente! Não se
pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...
Todos os Estados o fazem!
Colbert:
- Ah, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro.
E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino:
- Criam-se outros.
Colbert:
- Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino:
- Sim, é impossível.
Colbert:
- E, então, os ricos?
Mazarino:
- Os ricos também não. Eles não gastariam mais.
Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert:
- Então, como havemos de fazer?
Mazarino:
- Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente!
Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres:
os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres.
É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais!
Esses, quanto mais lhes tirarmos, mais eles trabalharão para compensarem
o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Fatos sobre acidentes de moto
gente se torna vítima de acidentes porque, antes, caiu numa cilada.
Sem perceber, algumas pessoas passam a confiar naquele sofisma segundo
o qual "se até ontem não me aconteceu nada, não será hoje que vai
acontecer…"
Mais curioso é o caso dos que unem a inexperiência àquelas fantasias
inspiradas em filmes de super-heróis. Acham que os acidentes mais
sérios ou resultam em morte instantânea ou em algum tipo de lesão que
logo se resolve, com um gesso charmoso e divertidas sessões de
fisioterapia.
Por incrível que pareça, poucas pessoas têm consciência das outras
hipóteses, principalmente das lesões que deixam a vítima incapaz para
uma vida normal. Quem duvidar disso, faça uma visita à Rede Sarah de
Hospitais do Aparelho Locomotor, que é referência internacional nessa
área médica.
Há algum tempo eu conversei longamente com Eduardo Biavati,
pesquisador do Centro de Pesquisas em Educação e Prevenção do Sarah.
Ele me disse que o desconhecimento sobre as reais conseqüências de um
acidente fica claro sempre que os funcionários conversam com os alunos
nas palestras que fazem em escolas e também quando levam os jovens
para conhecer os centros de reabilitação do hospital. Os visitantes
ficam chocados ao descobrirem como são as seqüelas.
O QUE MOSTRAM AS PESQUISAS
Na ocasião, o Eduardo mostrou-me uma pesquisa realizada em 1999 sobre
morbidade das causas externas de internações. É uma das poucas no
mundo que se aprofundam nos acidentes com moto, pois a maioria se
limita à questão do uso do capacete.
Vale lembrar que não são abrangidos os casos fatais, porque a Rede
Sarah não atua com foco no atendimento de emergência, mas sim no
trabalho de reabilitação. Eis o que mostra a pesquisa sobre os
motociclistas internados nesses hospitais:
Capacete – entre as vítimas com lesão cerebral, quase metade (46%)
usava capacete no momento do acidente. Traduzindo: com ou sem
capacete, a partir de certos níveis de impacto é praticamente
impossível evitar lesões cerebrais. Uma verdade tão clara entre
especialistas quanto subestimada entre leigos.
Mas desde já, vai aqui um esclarecimento: ninguém está concluindo ou
insinuando que esse equipamento é inútil ou dispensável. Nada disso. O
capacete protege, minimiza conseqüências de acidentes e deve ser usado
sempre. O que o estudo sugere é que, nos impactos muito fortes, nem o
capacete garante que o piloto está livre de lesões cerebrais, ainda
que em menores proporções. Mas lesão cerebral, por menor que seja,
sempre é coisa séria.
Lazer – a maior parte (59%) das internações de acidentados com moto na
rede Sarah é de pessoas que utilizavam a moto no lazer quando ocorreu
o acidente. Apenas 28% dos casos dizem respeito a pessoas que estavam
trabalhando. Esses números mostram que, apesar da grande expansão dos
serviços de motofrete, em que milhares de pilotos se expõem
diariamente à correria pelas mais perigosas ruas e avenidas, o maior
número de vítimas com seqüelas está em outro grupo: os motociclistas
que saem apenas para passear e se divertir.
Áreas urbanas – ao contrário do que se observa nas internações
relacionadas a acidentes de automóveis, no caso de motos a maioria dos
acidentes ocorre em áreas urbanas (57%). Aí está mais um ensinamento:
quem usa equipamento completo somente para pegar a estrada talvez não
saiba dos riscos que corre na cidade.
Lesões típicas – além daquelas já citadas, existe um padrão de lesão
que, estatisticamente, também está associado a acidentes de moto.
Trata-se da chamada lesão do plexo braquial. Trocando em miúdos, são
aquelas que afetam a região do pescoço e ombros. A conseqüência é que
muitas delas reduzem ou simplesmente eliminam os movimentos dos
braços. Entendeu agora porque existem aqueles macacões com grossa
proteção na região dos ombros e até nas costas?
VOCÊ É O VEÍCULO
Conheço um médico que nunca trabalhou na Rede Sarah, mas tem no
currículo as experiências de médico-cirurgião, motociclista apaixonado
e ex-vítima de acidente de moto. O nome dele é Max Carlos Braga Antão.
Segundo o Max, a melhor maneira de compreender o que ocorre em um
acidente com colisão é imaginar-se caindo do 2o ou 3o andar de um
prédio. "Aí então, considere que as lesões resultantes de um acidente
de moto podem ser bem piores do que a queda dessa altura." Sua
explicação sobre os equipamentos de segurança também bate na mesma
tecla. O equipamento é indispensável, pode minimizar muito as
conseqüências do acidente, mas não faz milagre! Mesmo que você esteja
com capacete, botas e macacão, imagine o que pode acontecer se cair do
3º ou 4º andar…
Max observa que, ao contrário do motorista, que está protegido dentro
de uma caixa de metal, o motociclista é, na verdade, o próprio
veículo. "Temos apenas um motor no meio das pernas, que nos leva aonde
queremos. Por isso, qualquer parte de nosso corpo está sujeita a
lesões de todo tipo, seja uma pequena abrasão ou fratura, até algo
mais sério, como hemorragia interna, desfiguração da face ou as
deficiências neurológicas e suas temidas seqüelas incapacitantes."
Depois de ouvir o Max, conversei com um médico ortopedista do Corpo de
Bombeiros, o capitão Aloisio Gonçalves de Souza Jr. Com a experiência
de quem acompanha atendimentos de emergência a vítimas do trânsito,
ele usou conceitos de física para explicar que corpos em sentidos
opostos somam suas velocidades. Numa colisão, a força cinética do
impacto é proporcional ao quadrado da velocidade. Para simplificar, o
ortopedista também utiliza a comparação com a queda de um edifício. E
cita o exemplo de um motorista dentro do carro. Numa colisão a apenas
48 km/h, o motorista sem cinto de segurança se chocará com o parabrisa
com a mesma energia decorrente de uma queda do 3º andar. Se estiver um
pouco mais veloz, a 56 km/h, a pressão será superior a sete toneladas…
Por todas essas razões, prevenir é fundamental. A conclusão do Dr. Max
é taxativa: "pense duas, três, quatro vezes antes de dizer que o sol
está muito quente para você usar o equipamento! Capacete, jaqueta,
botas e luvas não foram feitos para se usar só no frio. Para quem quer
vento na pele e sol na cabeça, recomendo trocar a moto por um carro
conversível!" Mandou bem, Max…
REALIDADE QUE DÓI
Não é para chocar ninguém, mas trata-se de uma realidade que dói
mesmo: entre os tipos de lesões que levam motociclistas à Rede Sarah,
a maior causa é o comprometimento da medula. Obviamente, estão fora
desses registros as lesões cerebrais com morte, já que casos dessa
natureza não chegam ao Sarah. Na grande maioria (74%) trata-se de
lesões completas, ou seja, com perda do movimento e da sensibilidade.
Já nas lesões ortopédicas, que constituem a segunda maior causa de
internação, 80% delas afetam os membros inferiores, nas seguintes
proporções: perna (50%), fêmur (30,6%), joelho (13,9%), tornozelos e
extremidades (5,6%). Depois de ler tudo isso, você ainda tem dúvida
sobre a necessidade de usar botas e outras proteções para essas
regiões do corpo?
COMO FICA O NOSSO PRAZER DE PILOTAR?
Agora, você deve estar-se perguntando: "diante desse quadro, como fica
o nosso prazer de pilotar?"
Bem, quer saber mesmo? O prazer de pilotar pode tornar-se ainda maior,
desde que se aprenda a lição a tempo. Isso é o que conta numa conversa
sobre segurança.
O que vale, aqui, é ajudar o motociclista a aprofundar o nível de
consciência sobre os riscos à sua volta e os meios de se proteger.
Vale até estimular sua capacidade de concentração e autocontrole
naqueles momentos de excitação com o coice da cavalaria a um leve
toque no acelerador. O que não vale é distanciar o motociclista do
sagrado prazer de pilotar. Nem há motivos para tal. Afinal, a emoção
de pilotar pode ser tanto maior e mais legítima quanto mais clara a
consciência dos seus riscos e limites.
Texto: José Ricardo Zanni / fonte: http://www.sobresites.com/
OS SOLSTÍCIOS E A MAÇONARIA
SOLSTÍCIO - do Latim 'Solstitium', 'Sol' (o astro) e 'Stitium' (Parada).
Dicionário Larrouse – Tempo em que o sol de acha mais longe do Equador
e em que parece ficar estacionado alguns dias. O solstício de verão
ocorre entre 21 e 22 de dezembro e o de inverno, entre 21 e 22 de
junho;
Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa – Época do ano em que o sol
se acha em um dos Trópicos e parece estar estacionário alguns dias,
antes de começar a aproximar-se novamente do Equador;
A Parada do Sol que marca o tempo em que este se encontra mais longe
do Equador e parece ficar parado no céu do por alguns dias, ou seja, é
período em que está estacionado em frente a um dos Trópicos e seus
raios incidem perpendicularmente ao Paralelo mais distante da Linha do
Equador. A partir deste momento voltam os raios solares em seu caminho
ao Paralelo oposto do outro Hemisfério.
Tal viajem dura em torno de 182,5 dias; já que nosso planeta cumpre
uma órbita elíptica em volta do Sol, durante um ano. A inclinação de
23,5 graus faz com que se produzam, com seu movimento de translação,
os Solstícios e os Equinócios, etapas que se notam mais nos
hemisférios que apresentam maior superfície exposta à luz solar. Assim
em poucas palavras, astronomicamente os solstícios ocorrem quando o
sol se encontra cruzando o Trópico de Capricórnio fazendo com que os
dias sejam maiores no hemisfério sul (verão) e, no hemisfério norte
justamente o contrário (inverno).
Os solstícios representam a harmonia cósmica que permite observar ano
após ano como se sucedem com total regularidade e, de acordo com as
leis físicas de sua relação com a Terra, prolonga os dias os dias ou
as noites, fazendo com que a natureza cumpra seus ciclos astronômicos.
O Solstício de Inverno ocorre entre os dias 21 e 22 de junho e o de
Verão entre 21 e 22 de dezembro.
Com ele, o mistério dos céus, a magnitude dos espaços cósmicos que
nunca deixam de ser fonte de curiosidade para os homens, toma corpo em
um dia que não é como os demais. Um dia onde a natureza, o homem e as
estrelas se dispõem a celebrar uma festa cheia de poder e de magia.
Em nosso continente as civilizações incaicas têm, desde tempos
imemoráveis, celebrações justamente nos solstícios de inverno e de
verão. Celebram ente 21 e 22 de junho de cada ano o ano novo da
mitologia incaica, e com cantos, danças e fartura de comida pedem a
Mãe-Terra que os prodigalizem em frutos, multiplique o gado, evite
pragas e lhes de sorte na caça. Esta é para eles a Mãe dos seres
humanos e os montes são seus templos, e com pedras nas laterais dos
caminhos e em suas encruzilhadas, depositam como oferendas folhas de
coca e bebidas fermentadas.
A Maçonaria, desde seus primórdios, tem dado grande importância à
nossa localização no planeta, à harmonia universal e da estreita
relação que existe entre ela e o progresso da humanidade. È por isso
que nossa augusta Ordem pretende deixar a cada Irmão um ensinamento
moral através das alegorias e símbolos que utiliza em seu processo
educacional, e o solstício é mais um destes símbolos educativos que
devemos interpretar lógica e racionalmente para que nos guie em nosso
aprimoramento pessoal.
O Sol é um símbolo maçônico de maior importância. A Loja que, entre
outras interpretações, simboliza o Universo, com seu piso na terra e
sua abobada no céu. O VM que ilumina simbolicamente com sua sabedoria
toda a Oficina, representa o Sol ao seu nascer, ele dirige a Loja de
seu lugar no Oriente, fonte da Luz, como o Sol que começa sua
trajetória esplendorosa a partir do Oriente; o PV simboliza o Sol em
seu ocaso no Ocidente e o SV simboliza o Sol ao Meio-dia. No interior
do Templo os Solstícios estão representados pelas Colunas J e B.
O Solstício de Inverno, chamado ainda de Solstício de São João
Batista, em comemoração ao seu nascimento em 24 de junho, que era
chamado de Batista por haver dado o batismo ao Mestre dos Mestres; o
Solstício de Verão conhecido como Solstício de São João Evangelista
que escreveu um Evangelho e nasceu em 27 de dezembro.
Na noite de São João Evangelista, a noite, pelo impacto da
obscuridade, pela morte. E por sua vez nos garante que sempre ocorrerá
a ressurreição.
O ciclo constante dos Solstícios representa os maiores mistérios da
metafísica: A Vida e a Morte.
Os solstícios representam à dualidade, o eterno contraste da luz e da
obscuridade, da vida e da morte (assim como o Pavimento de Mosaicos) e
o eterno renascer da criação, onde nada é destruído, apenas
transformado nos três estados naturais, sólido, líquido e gasoso, ou
ainda como uma Fênix, renascendo de suas cinzas.
Assim como o ciclo evolutivo dos Solstícios representam a vida e a
morte, A Maçonaria recebe ao homem tosco e impuro para dar-lhe os
instrumentos que o transformarão em sua personalidade com realizações
que resultem em uma constante busca da perfeição, identificados
simbolicamente pelos Solstícios que encerram grandes ensinamentos e
princípios morais.
Destas concepções emana a importância dos festejos maçônicos dos
Solstícios, que no meu modo de ver me recordam minha própria
Iniciação, a Câmara de Reflexões, a obscuridade. Para o Sol justamente
por seu aprisionamento no Solstício de Inverno, é simbolicamente sua
própria Câmara de Reflexões, sua Câmara de Obscuridade Invernal que,
igualmente a nós, a partir desta obscuridade para chegar à Verdadeira
Luz.
Fernando José Milliet Martins - M.'.M.'.
Cadastro 4040
GLMEES
YULE - Solsticio de Inverno - Intihuatana
O solstício de inverno é a noite mais longa do ano. No entanto, a
partir deste dia, o Sol volta cada vez mais forte, para chegar ao seu
ápice no solstício de verão.
A palavra Yule (pronuncia-se "iúle") provavelmente vem da palavra
escandinava "iul", que significa "roda". Sua data não é fixa, pois
depende das correspondências astrológicas e climáticas de cada ano. No
hemisfério sul, ocorre sempre por volta de 21 de junho, e no
hemisfério norte por volta de 21 de dezembro.
Este dia marca a morte e o renascimento do Deus-Sol; marca também a
derrota do Rei Azevinho, Deus do Ano Minguante, pelo Rei Carvalho,
Deus do Ano Crescente. A Deusa, que era morte-em-vida no solstício de
verão, exibe agora o seu aspecto de vida-em-morte, pois ela é a Rainha
da Escuridão neste sabbat, mas também é a mãe que dá à luz a criança
da promessa, que irá fertilizá-la mais tarde e trazer de volta luz e
calor ao seu reino.
Apesar de no Brasil termos o costume de dizer que trata-se do
"primeiro dia de inverno", a data por volta de 21 de junho simboliza o
meio do inverno, ou seja, quando o inverno está no ápice. Tanto é que,
originalmente, o nome é "middle-winter" (em inglês, meio do inverno).
Fonte: Bruxaria.net.
A figura acima é a INTIHUATANA, pedra onde se amarra o Sol em Machu Pichu.
Inti significa o Sol dos Incas. Huatana provém da palavra huata, que
significa amarrar, prender mediante cordas. A Intihuatana é por isso O
LUGAR ONDE SE AMARRA O SOL.
A Terra possui um eixo de rotação inclinado em relação ao Sol
aproximadamente 27 graus. Os Incas, através da Intihuatana, conseguiam
identificar as estações do ano porque a Intihuatana está posicionada
perfeitamente em função dos pontos cardeais.
Esses pontos não são os determinados pela bússola, já que esta apenas
mostra o Norte e o Sul magnético e não o geográfico.
Os Incas percebiam isto. Em virtude da inclinação do eixo da Terra,
aparentemente, o Sol parece viajar ora para o hemisfério Norte ora
para o hemisfério Sul. Quando o sol se declina para Norte, no Sul
nasce a estação do Inverno, já que a maior concentração de calor e luz
sucede a Norte.
Seis meses depois, as posições invertem-se: devido ao movimento de
rotação da Terra, o Sol, aparentemente, viaja para o Sul trazendo o
calor e a luz ao Império Inca. Os Incas não conheciam a razão desses
movimentos, motivo pelo qual tiveram a idéia de amarrarem o Sol para
que, quando o mesmo resolvesse afastar-se da Terra pudessem, "mediante
cordas", trazê-lo de volta. Daí a pedra de Intihuatana. Nela, o Sol
permaneceria amarrado através de ocultas forças, e poderia mais tarde
ser "puxado" para que sempre regressasse o Verão.
Fonte: afixe.weblog.pt
FELIZ SOLSTICIO DE INVERNO!!!!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Radar Surpresa em BH
fotografa placas de infratores em BH
Os motoristas de Belo Horizonte vão precisar de uma dose a mais de
atenção, a partir de hoje. A BHTrans anunciou ontem o início do
funcionamento de um novo modelo de radar. Chamado pela empresa de
"estático", o "radar-surpresa", que começa a ser operado a partir das
9h de hoje, na avenida Cristiano Machado, na região Nordeste da
capital, opera dentro de um veículo utilitário, de onde emite ondas
eletromagnéticas e fotografa a placa dos carros que estiverem acima do
limite de velocidade permitido.
Apesar do nome, o aparelho é móvel e pode ser levado de um local ao
outro ao longo do dia. A BHTrans garante que o "radar-surpresa" só
será usado em locais onde já funcionam outros equipamentos de controle
de velocidade, devidamente sinalizados. Pelo menos 18 avenidas e ruas
da capital contam com equipamentos de controle de velocidade
atualmente.
O primeiro equipamento do tipo estático ficará em um veículo Doblô,
devidamente identificado. O aparelho também poderá ser usado fora do
veículo.
A nova arma da BHTrans contra os apressadinhos será inaugurada na
altura do número 2.040, da Cristiano Machado, no sentido
centro/bairro, em frente à Feira dos Produtores. Quem passar hoje pelo
trecho acima dos 60 km/h permitidos pode se considerar multado.
Em princípio, apenas um equipamento será usado, mas o contrato firmado
com a empresa Splice Indústria, Comércio e Serviços, vencedora da
licitação, prevê a inclusão de mais dois aparelhos do tipo no pacote
de 50 controladores eletrônicos de velocidade espalhados pela capital
atualmente. A data para início da operação dos outros dois radares
estáticos não foi informada.
A intenção da medida, informou a empresa, em nota, é "permitir a
fiscalização de trechos críticos da capital, garantindo maior respeito
por parte dos condutores às velocidades regulamentadas".
Leia mais em: http://www.otempo.com.br
BR-381 terá novo traçado
passará a se chamar 262
REPRODUÇÃO
A duplicação vai eliminar várias curvas acentuadas com construção de
viadutos, como este em Caeté
Os municípios de São Gonçalo do Rio Abaixo, João Monlevade, Rio
Piracicaba e Bela Vista de Minas, localizados na Região Central do
Estado, vão ficar fora do traçado da BR-381 após a duplicação da
rodovia. O projeto elaborado pelo Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transportes (Dnit) prevê uma nova rota do Rio Una, em
Barão de Cocais, até Nova Era.
Ainda não há uma previsão de quando as intervenções nesse lote - chamado
de 9 - começam. Já nos lotes 7 e 8 os trabalhos devem começar em
setembro. Estes dois englobam o trecho do Anel rodoviário, a partir da
Avenida Cristiano Machado, em Belo Horizonte, até Barão de Cocais. O
custo será de R$ 770 milhões já liberados pela mineira presidenta Dilma
Rousseff com a verba do PAC.3 duplicação da BR381, investimento de R$ 2
Bilhões. Os detalhes do projeto foram apresentados em uma audiência
pública realizada na quinta-feira (5), na sede do Dnit.
São 69 quilômetros a serem duplicados entre Belo Horizonte e Barão de
Cocais. Neste trecho serão construídas 64 pontes, viadutos, passarelas
de pedestres e trincheiras. A maior obra de arte, como são chamadas este
tipo de construção, será um viaduto de 600 metros de extensão. Ele será
erguido após o trevo de Caeté e eliminará uma das curvas mais perigosas
da BR-381.
O engenheiro do Dnit Carlos Rogério Caldeira, que apresentou o projeto
de duplicação, informou que após a conclusão da obra a velocidade média
dos veículos, que hoje é de 60 quilômetros por hora, passará para 80
quilômetros por hora. Além disso, as curvas acentuadas serão
praticamente eliminadas, permitindo que o veículo trafegue com mais
segurança a essa velocidade.
Edital da licitação será publicado até junho
O superintendente do Dnit em Minas Gerais, Sebastião Donizete de Souza,
informou que até o início de junho será publicado o edital para a
licitação que vai escolher as empresas que vão executar as obras. Depois
desta etapa, serão iniciados contatos com proprietários de casas,
comércio e de terreno para a desapropriação. Segundo ele, a previsão de
conclusão das obras nestes lotes é de três anos.
O lote 7 vai do Anel Rodoviário até o trevo de Caeté. Nos acessos aos
bairros São Gabriel, Nazaré e Eymard, em Belo Horizonte, serão
construídas trincheiras que vão desviar o trânsito de veículos do Anel
Rodoviário. O lote 8 vai do trevo de Caeté até o Rio Una, pouco antes de
São Gonçalo do Rio Abaixo.
Segundo o Dnit, a partir deste ponto até João Monlevade, a BR-381 vai
voltar a se chamar BR-262, antigo nome da rodovia. Este trecho vai ser
revitalizado e em alguns pontos a pista será duplicada. "O prejuízo para
João Monlevade será muito grande. Os postos de gasolina, hotéis e
restaurantes, principalmente os que funcionam como paradas de ônibus,
vão sofrer com o desvio da BR-381 para Nova Era", afirma o presidente do
Instituto Solar, Clésio Gonçalves, que participou da audiência. O
Instituto Solar é uma organização não-governamental que trabalha na
prevenção de acidentes na BR-381. De acordo ele, em João Monlevade os
comerciantes estão preocupados com os prejuízos que podem ser provocados
com a mudança do traçado.
A ponte do Rio das Velhas, interditada no dia 20 de abril, terá sua
construção adaptada para receber o novo traçado de duplicação da BR-381.




















