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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Documentos Maçônicos históricos deixados em sacos de lixo são restaurados em SP

Documentos que contam sobre a Maçonaria foram destruídos por traças,
cupins e pela má conservação (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)

ÊÊÊÊ... Brasil - Não se dá a devida atenção à história desse País... Lamentável!


Especialistas tentam recuperar parte do acervo do Museu Maçônico, do Rio.
Acervo conta a história da Ordem e também do Brasil Império.

Carolina Iskandarian Do G1 SP


Há um ano, quando pisou no Museu Maçônico do Palácio do Lavradio, no
Centro do Rio, com a incumbência de recuperar o acervo, o restaurador
Tércio Gaudêncio não tinha ideia de que seu trabalho seria muito
maior. Até hoje, ele revira os sacos de lixo onde foram despejados
livros e documentos históricos. A maioria traz informações sobre a
Maçonaria e o Brasil Império. Gaudêncio conta que, se não tivesse
passado pelo depósito do prédio, não teria esbarrado naquele
"tesouro", que agora passa por restauro em São Paulo.

"Estava tudo em 251 sacos pretos de lixo de cem litros. Sem saber o
que tinha dentro, fomos abrindo documento por documento e começamos a
descobrir coisas fantásticas", diz o restaurador em sua oficina, na
Zona Sul da capital paulista. Entre os documentos recolhidos, o
especialista, dono de uma empresa de restauração, aponta raridades.
Ele calcula que trouxe em três caminhões para São Paulo cerca de 17
mil documentos, sete mil livros, 30 gravuras e 13 quadros.

Uma das raridades é um decreto do rei português D. João VI, datado de
junho de 1823, com, entre outras, a seguinte ordem contra os maçons:
"todas as sociedades secretas ficam suprimidas (...) e nunca mais
poderão ser instauradas". No acervo, há ainda atas de reuniões da
Maçonaria no século 19 e documentos sobre a proclamação da
independência do Brasil.

Agora bem guardada em uma caixa está uma Bíblia, que, segundo
Gaudêncio, é de 1555 e foi escrita em aramaico, grego antigo e latim
medieval. "D. Pedro I ganhou quando se casou. Só existem três edições
desta no mundo", afirma ele sobre a raridade. A publicação ficava
exposta aos visitantes em uma vitrine, o que não impediu o estrago.
"Jogaram a capa original fora e colocaram outra com uma cola muito
ruim", conta Ruth Sprung Tarasan, uma das coordenadoras do trabalho de
restauro.

Irregularidades

Marcos José da Silva, o grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil
(ao qual estão subordinadas muitas lojas maçônicas no país), admitiu
ao G1 que o prédio onde fica o museu não está em boas condições e
sofre com infiltrações, cupim e mofo, entre outros problemas. Ele
disse não saber por que parte do acervo estava em sacos de lixo e
atribuiu à "falta de uma pessoa habilitada" o fato de o material ter
sido acondicionado daquela maneira.

"É desconhecimento, falta de uma pessoa habilitada. Durante muitos
anos o acervo não teve a manutenção devida, verificamos em que estado
ele estava e resolvemos enfrentar o desafio", contou ele, sem revelar
quem cuidava do museu e quanto custará o trabalho de restauro das
peças e de reforma do prédio. A organização, que tem sede em Brasília,
assumiu a direção do local em setembro de 2009.

Silva disse preferir acreditar que os livros e documentos históricos
não iriam para o lixo. "Acredito que estavam ali para futura
apreciação." As obras começaram em março de 2010 e ele não deu
previsão de término.

Da Maçonaria

Por ser maçom e ter muita experiência no ramo, Gaudêncio assumiu a
restauração de parte do acervo do Museu Maçônico, o primeiro da
categoria na América do Sul. Enquanto ele se debruça sobre livros e
papéis destruídos por traças, cupins e mofo, o prédio do museu na
capital fluminense passa por reformas.

Parte do material que está sendo recuperada estava nos sacos plásticos
pretos. "Ia tudo para o lixo. Dá para imaginar quanta pesquisa a gente
podia fazer com isso?", questiona Ruth, que também é historiadora.
"Sou obrigado a ler os documentos e começo a cair de costas porque a
história dos livros não é a mesma. Aqui, tenho os originais dos
grandes maçons da época. E só quem é da Maçonaria pode mexer nisso",
ressalta Gaudêncio, entusiasmado com o trabalho que teve início em
2010 e que pretende entregar no segundo semestre deste ano.

O processo de restauração inclui encadernar os livros, recuperar o
papel destruído e retocar a tinta das palavras. Para garantir a
perpetuação do material, Gaudêncio e sua equipe digitalizam o que
conseguem salvar. "Já temos 14 mil documentos digitalizados", diz ele.
O G1 esteve no escritório de Gaudêncio e viu quando a restauradora Ana
Maria do Prado tentava recuperar a cor original de dois quadros: o do
general Osório e do visconde de Sapucaí.

"O desenho tem muito retoque. Muita gente mexeu; o verniz está
oxidado", revela Ana Maria, que põe na ponta do pincel uma tinta
especial para restauradores. "Ela é reversível. Sai com qualquer
solvente e não ataca a pintura original", explica. "Hoje em dia, tudo
tem que ser reversível. Não se sabe o que vamos achar daqui a 20
anos", completa Ruth.

De acordo com Luiz Alberto Chaves, integrante do Grande Oriente do
Brasil em Brasília, o prédio do museu na Rua do Lavradio foi comprado
em 1840 e passou por dois anos de reformas. Foi sede da Maçonaria até
1978, quando houve a transferência para Brasília.

Maçonaria e a Independência

Apesar de o imperador D. Pedro I ser da Maçonaria, para a professora
de história Miriam Dolhnikoff, da Universidade de São Paulo (USP), ele
não foi tão influenciado pelos maçons quando declarou a independência
do Brasil em 1822. "A Maçonaria não teve toda essa importância no
processo de independência. Ela era um espaço de debate político entre
outros espaços", explica Miriam.

"Ele (D. Pedro I) foi maçom porque na época todos da elite eram",
completa a professora. Segundo ela, a Maçonaria defendia que o Brasil
deixasse de ser colônia portuguesa, por isso, as críticas do rei D.
João VI ao movimento.

Fonte:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/documentos-historicos-deixados-em-sacos-de-lixo-sao-restaurados-em-sp.html

New Grocery Store Concept

The scent of freshness.

A new supermarket opened in Phoenix, AZ. It has an automatic water
mister to keep the produce fresh. Just before it goes on, you hear the
distant sound of thunder and the smell of fresh rain.

When you pass the milk cases, you hear cows mooing and you experience
the scent of fresh cut hay.

In the meat department there is the aroma of charcoal grilled steaks
and brats...

In the liquor department, the fresh, clean, crisp smell of tapped Miller Lite.

When you  approach the egg case, you hear hens cluck and cackle and
the air is filled with the pleasing aroma bacon and eggs frying.

The bread department features the tantalizing smell of fresh baked
bread & cookies.

I don't buy toilet paper there anymore.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Maçonaria - Band News



Teaser sobre a Maçonaria, veiculado pela Band News, apresentando um pouco sobre a secular Ordem Maçônica e seus ideais filosóficos.

Visita de Dilma a BH ontem e tudo parou...



O trânsito de Belo Horizonte não aguenta essas interdições de vias para autoridades passarem - vejam só o que a visita da Dilma fez no horário de 9:00 da manhã em Belo Horizonte, no dia de ontem... Um caos total, a cidade inteira parou, fiquei parado no bairro quase uma hora para levar meu filho na escola - detalhe, a 4 km do centro...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Caronte - Carnaval 2011 - Brasil - Unidos da Tijuca



Fiquei super feliz - a Barca de Caronte foi belissimamente representada no Carnaval do Rio 2011 pelo Carro Abre Alas da Unidos da Tijuca!

Obrigado por lembrar do meu blog, hehehe!

Belíssimo carro, muito bem representado!

Fila na Barca de Caronte

O Inferno anda tão lotado, que tá dando fila na Barca de Caronte - o
problema é que ela ainda é movida a bastão, e com todas as moedas que
o Caronte já pegou do povo, devia comprar um motor de popa...

Tem de investir no negócio!

Acarmô agora ?



Numa estradinha, o mineiro dono de um alambique, com um fusca velho
bate na traseira de uma BMW novinha em folha.

O dono da BMW, um paulista por sinal ( kkkkkkkkk), sai do carro uma
fera, em cima do mineiro, que então diz:

'Carma moço tudo se resorve.....'

'Resolve nada" seu'&*¨%$#@*&¨&*$!!!!'

'Carma...toma uma aqui que é da minha fazenda...e é da boa e o sinhô
vai si acarmá...'

O cara toma uma.

'Acarmô?'

'Acalmei nada,seu #$%¨&*&¨*%$#!!!'

Então toma mais uma...que vai se acarmá e meiorá....

E assim foi......... depois de uma meia dúzia o mineiro diz:

'Meiorô e 'Acarmô?'

'Sim...... agora sim!'

'Intão agora nóis vamu sentá aqui i chamá a puliça pra fazê o tar di
bafômetro i vê quem tá errado!'

Multa de Avanço de Sinal - mais uma pegadinha



Você já levou multa por avançar um sinal vermelho?

Se já levou e foi fotografado, provavelmente foi enganado pelo órgão
de trânsito emitente da infração.

Se nunca foi, um dia será enganado também.

Não acredita? Então veja o que lhe espera:

Você sabia que na multa, além de aparecer o seu veículo, a foto tem
que mostrar também o sinal vermelho aceso e o seu carro sobre a faixa
de pedestres ou, na inexistência da faixa, o seu veículo deve aparecer
além da faixa de retenção?

Não sabia né? Então se liga!

A lei determina que a imagem detectada pelo sistema automático não
metrológico de fiscalização (pardal ou furão) deve permitir a
identificação do veículo e, no mínimo:

Deve Registrar

- A placa do veículo, o dia e horário da infração;

Deve Conter

- O local da infração identificado de forma descritiva ou codificado;

- A identificação do sistema automático não metrológico de
fiscalização utilizado, mediante numeração estabelecida pelo órgão ou
entidade de trânsito com circunscrição sobre a via;

- O foco vermelho do semáforo fiscalizado;

- A faixa de travessia de pedestres, mesmo que parcial, ou na sua
inexistência, a linha de retenção da aproximação fiscalizada.

Assim está determinado na Resolução 165/2004 do CONSELHO NACIONAL DE
TRÂNSITO (CONTRAN), e Portaria 16/2004 do DEPARTAMENTO NACIONAL DE
TRÂNSITO (DENATRAN), que seguem anexas.

Sabe por que os órgãos de trânsito não colocam a imagem completa?

- Ou porque não existe qualquer sinalização no asfalto que indique que
você está além de onde deveria estar (a responsabilidade de pintar as
faixas é deles, mas eles não pintam. Só se preocupam em cobrar
multas);

- Ou, pior ainda, na maior roubalheira institucionalizada, eles
fotografam o seu veículo em um pardal de velocidade (R$ 127,69) e
utilizam essa imagem como se você estivesse avançando um sinal
vermelho (R$ 574,62).

Você leva 7 pontos na carteira, em vez de 5, e eles passam a mão no
seu dinheiro como se estivessem na maior legalidade.

Fazendo a continha dá pra entender fácil, fácil, porque eles não
mostram tudo. R$ 574,62 é quatro vezes e meia os R$ 127,69. Mesmo que
alguns poucos condutores entrem com recurso e ganhem, os que não
recorrem pagam várias vezes mais do que órgão de trânsito deixa de
receber dos mais esclarecidos.

Percebeu o porquê de não mostrarem tudo na foto?

Resumindo:

As infrações que não contiverem todas as exigências da lei não têm
qualquer validade, sendo facilmente invalidadas se o cidadão entrar
com recurso argumentando que o auto de infração, por não conter
(colocar as informações que faltam), está em desacordo com o parágrafo
4º da Resolução 165/2004 do CONTRAN e Artigo 6º, da Portaria 16/2004
do DENATRAN.

Motocicletas terão placas maiores. Nova lei começa a valer em 2012



23 de Marco de 2011

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou no Diário Oficial
da União desta quarta-feira (23) algumas mudanças na Resolução 231,
que estabelece o sistema de placas de identificação de veículos. Além
de tornar obrigatório o uso de placas refletivas nos emplacamentos
feitos a partir de 1º de janeiro de 2012, o órgão estipula novas
dimensões para as placas de motocicletas, motonetas, ciclomotores e
triciclos motorizados.

Segundo as novas regras, as atuais placas de 136 mm de altura por 187
mm de comprimento passarão para 170 mm de altura por 200 mm de
comprimento. Dessa forma, os atuais caracteres de 42 mm de altura
passam para 53 mm.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o
aumento do tamanho das placas facilitará a visualização, enquanto a
obrigatoriedade de serem refletivas visa aumentar a segurança no
trânsito. Isso porque em casos de visibilidade comprometida, como em
situações de chuva, neblina ou mesmo à noite, elas possibilitam a
melhor visualização da distância do veículo em relação a outro. O
órgão ressalta que quem fizer o emplacamento antes de 1º de janeiro de
2012 não será obrigado a mudar a placa quando as novas regras entrarem
em vigor.

Leia a resolução na íntegra em:
http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=95&data=23/03/2011

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