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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ducati inicia vendas no Brasil com a Diavel, já disponível a R$ 58.900

Loja Perfect Motors, em São Paulo, tem o modelo à venda desde o último fim
de semana


Versão Carbon, com algumas melhorias em relação à standard, custa R$ 69.900

A Ducati já iniciou as vendas de um modelo no seu retorno ao Brasil: é a
custom esportiva Diavel, que está disponível na loja Perfect Motors, no
Brooklyn, em São Paulo (SP), desde o último fim de semana. O modelo, montado
em Manaus (AM), possui duas versões: standard, com preço de R$ 58.900, e
Carbon, com algumas melhorias, a R$ 69.900 – os valores não incluem frete.

A custom esportiva da Ducati tem design inconfundível, assim como o
desempenho sem precedentes na categoria. O motor de 1.200cc gera 162 cv e
torque de 13 kgf.m, que podem ser "domados" através de três modos de
pilotagem. No modo Sport os 162 cv são despejados de forma instantânea para
o solo, permitindo uma pilotagem predominantemente esportiva; na posição
Touring a potência é entregue de forma progressiva e suave; e na Urban
somente 100 cv estão disponíveis. ABS e controle de tração serão itens de
série.

A versão Carbon tem suspensão dianteira com tratamento nas bengalas para
redução de atrito, carenagem em fibra de carbono e rodas Marchesini, além de
ser 5kg mais leve, com peso em ordem de marcha de 234 kg contra 239 kg da
standard. Os outros modelos que chegam em breve às lojas, e ainda não têm
preço definido, são as naked Monster 796 e Streetfighter 848, a big trail
Multistrada e as esportivas Superbike 848 e Panigale 1199.

A primeira concessionária da marca, da Perfect Motors, deverá ser inaugurada
em abril na região da avenida Faria Lima, no Jardim Paulistano, próximo à
avenida Cidade Jardim. Hoje, a loja opera na rua Álvaro Rodrigues, 375, no
Brooklyn, onde já possui um centro de assistência técnica oficial da marca
italiana. O telefone para contato é 11-5532-1880.

Fonte: duasrodasonline.com.br

Moto Clássica modelo Boneville - Edição especial 2013

Com cores diferenciadas...

A inglesa Triumph antecipou um de seus lançamentos para marcar sua
participação na feira italiana Motodays, que ocorrerá entre os dias 7 e 10
de março, será uma série especial da Bonneville.

Esta Bonneville SE 2013 traz como diferencial a pintura da moto em dois
tons, predominantemente em preto, incluindo o motor, quadro, paralama,
rabeta e tanque de combustível em preto, com detalhes em vermelho, como
mostra a foto.

Fonte: RockRiders.com.br

Atriz e motociclista há 23 anos, viaja de moto da Venezuela até Manaus

Suzane Carvalho participou de novelas como "Vereda Tropical"...

A motociclista Suzane Carvalho chegou em Manaus nesta semana após 12 dias
viajando de moto na BR-174. A viagem foi resultado de uma ideia que ela
mesma teve em uma visita à capital amazonense. "Vim para o lançamento da
fábrica da empresa Honda e, no caminho até a pista de teste, eu fiquei
fascinada com a floresta", revelou.

Essa não foi a primeira vez que Suzane emprendeu uma viagem de moto. No
entanto, ela ressaltou que o trajeto até Manaus – que teve origem na
Venezuela – foi bastante diferente de suas 'aventuras' em países como a
Itália, Inglaterra, México e Argentina. "Foram quase 5 mil km rodados,
sozinha. Os lugares que escolhi são dignos de parar e meditar, mas eu não
podia fazer isso, infelizmente. Era como um filme, cheio de lindas
paisagens", definiu.

Para ela, a principal dificuldade da viagem foi enfrentada ainda na
Venezuela. "As rajadas de vento atrapalhavam muito. Às vezes, eu tinha que
andar de lado com a moto, porque parecia um redemoinho! A estrada inteira é
de mão dupla, então, quando os caminhões pesados passavam em alta
velocidade, a moto mexia muito".

Antes de colocar o pé na estrada, Suzane mapeou as cidades onde pararia. A
cada 200 km, a piloto se preparava para interromper a viagem e abastecer, já
que a autonomia de sua moto, uma modelo NC-700x da Honda, era de 350 km.
"Também vi em que cidades poderia dormir. Uma vez me atrasei por conta do
abastecimento e acabei pilotando à noite, o que é muito perigoso", lembrou.

Das novelas para as pistas

Depois de mais de duas décadas trabalhando como atriz – com direito a
participação nas novelas "O Homem Proibido" (1982), "Champagne" (1983) e
"Vereda Tropical" (1984) -, Suzane Carvalho resolveu abandonar os holofotes
para realizar um sonho antigo. Em 1989, ela teve a chance de embarcar no
mundo da velocidade.

"Sempre fui apaixonada por carro, moto, motores, mecânica... Mas eu era uma
menina da Zona Sul, filha de atriz (Lia Farrel) e trabalhando a minha vida
inteira... Então nunca deu tempo de investir nesse outro lado", contou a
atriz. Já na primeira aula de kart, Suzane decidiu: iria deixar a carreira
de atriz para se dedicar à de piloto. "Eu não pensei duas vezes, foi
imediato. Na época, eu estava dando início em projetos no teatro e na
televisão e tive que 'liberá-los' para outras pessoas", acrescentou.

Fonte: Site G1, adaptado por RockRiders.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Blitz educativa para motofretista e mototaxista é rejeitada

Em reunião realizada na última quarta-feira (20), em Brasília, o Conselho
Nacional de Trânsito (Contran), ligado ao Departamento Nacional de Trânsito
(Denatran), do Ministério das Cidades, rejeitou a proposta de realizar ações
educativas para motofretistas e mototaxistas, em todo o país.

A sugestão havia sido feita pela Associação Nacional dos Detrans (AND), no
último dia 5. Pela proposta, cada Detran faria blitze educativas por um
período máximo de 12 meses, adaptável à realidade de cada Estado.

"Tínhamos boas expectativas com relação a essa reunião do Contran.
Infelizmente, a decisão tomada desconsidera a realidade dos Estados e as
dificuldades dos profissionais, com os quais somos solidários. Vamos nos
reunir, nos próximos dias, com outros órgãos do Governo do Estado para
discutir a situação", disse o diretor-presidente do Detran.SP, Daniel
Annenberg.

De acordo com a Resolução 410 do Contran, válida para todo o país, quem
utiliza motocicleta para fins profissionais deve adequar o veículo,
acrescentando equipamentos como antena corta-pipa, protetor de pernas e
motor, faixas refletivas no capacete, entre outros itens. Os condutores
também precisam usar colete com faixas refletivas e fazer curso
especializado.

Quando a fiscalização punitiva começar, os profissionais que não cumprirem
as novas regras estarão sujeitos às penalidades e às medidas administrativas
previstas nos artigos 230, 231, 232 e 244 do Código de Trânsito Brasileiro
(CTB), entre as quais multa no valor de R$ 191,54, apreensão da motocicleta
e até mesmo a suspensão da CNH, dependendo da infração cometida.

CAPACITAÇÃO – Para incentivar a regularização dos condutores, o Governo do
Estado de São Paulo, por meio do Detran.SP, disponibilizou 20 mil vagas
gratuitas para os cursos especializados de motofrete e mototáxi, no ano
passado. Neste mês, mais 5 mil vagas gratuitas foram oferecidas na rede
Sest/Senat. Outras 20 mil devem ser disponibilizadas em breve. No total,
mais de 23 mil motofretistas e 5,5 mil mototaxistas realizaram o curso no
Estado.

A capacitação para motofrete é oferecida no Estado por 24 unidades do
Sest/Senat, 21 Centros de Formação de Condutores (CFCs) e instituições,
credenciadas pelo Detran.SP, além das prefeituras de Franca e São Paulo.
Para mototaxista, são 11 unidades do Sest/Senat e 18 CFCs e instituições,
além da prefeitura de Franca. Os endereços dos estabelecimentos estão
disponíveis no portal www.detran.sp.gov.br , na área de Educação para o
Trânsito.

O curso tem duração de 30 horas, sendo 25 de aulas teóricas e 5 de
atividades práticas. A estrutura curricular abrange temas relacionados à
ética, cidadania, segurança, saúde, transporte de cargas e risco sobre duas
rodas, entre outros.

Foto: Moto.com.br

Pulga Voadora

A "Pulga Voadora" é um das motos mais "clássicas" especialmente desenvolvida
e empregada nas operações militares do exército britânico durante a Segunda
Guerra Mundial.

A "Flyng Flea" tinha como principais destaques a extrema leveza, pois tinha
peso (em ordem de marcha) de apenas 59 quilos, e manutenção simples e fácil.
O motor era um 2 tempos de 125 cilindradas de apenas 3,5 HP, mas capaz de
fazer a moto alcançar a velocidade máxima de 75 Km/h. O câmbio era de quatro
marchas sendo trocado manualmente por uma alavanca instalada no lado direito
do tanque de combustível. Tais características lhe fizeram ser muito útil
para uso de tropas aerotransportadas. Sua versatilidade proporcionou
diversos tipos de uso com muitas combinações de equipamentos e armas
agregadas. Sua maior utilidade era como veículo rápido para transporte de
mensagens e comunicações. Para ser arremessada dos aviões, a Flying Flea era
acondicionada em uma espécie de gaiola metálica ligada a um paraquedas. Essa
gaiola protegia a moto na aterrissagem e não era muito difícil de ser
desmontada por um soldado.

O começo de produção desta moto se deu em 1939 e, após o fim da grande
guerra, versões para uso civil foram desenvolvidas até 1953, quando
finalmente este modelo foi descontinuado.

Fonte: sobremotos.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A história secreta da renúncia de Bento XVI

Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do
banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita
renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de
complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de
tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem
terrível de seu processo de decomposição moral. O artigo é de Eduardo
Febbro, direto de Paris.

Eduardo Febbro

Paris - Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa
Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de
sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o
que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne),
Philippe Portier, chama "uma continuidade pesada" de seu predecessor,
João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de
cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído:
corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo
massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de
dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato
sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava
delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter
suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.

Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato
de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta.
Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos
padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas
vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um
continuador da obra de João Paulo II: "desde 1981 seguiu o reino de
seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a
condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o
Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os
temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a
quatro mãos com Wojtyla". Esses dois textos citados pelo especialista
francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre
as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.

O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde
2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo
de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz "dar testemunho da
verdade". Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois
do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do
papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como
faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos.
Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da
Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da
cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da
igreja. "Minha ideia é trazer luz", disse Burke ao assumir o posto.
Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.

A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo
mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi
uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo
misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio
Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em
seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e
a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de
limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com
anjos não é fácil de redesenhar.

Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou.
Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os
tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor
Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das
primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as
sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e
ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar
no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla,
apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.

Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se
empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a
respeito que o papa "se deixou engolir pela opacidade que se instalou
sob seu reinado". E a primeira delas não é doutrinária, mas sim
financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das
querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as
contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira
deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a
crise atual.

Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti
Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de
Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis,
representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi
participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in
veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica
exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o
sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as
turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um
labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais
conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana
emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul
Marcinkus, o chamado "banqueiro de Deus", presidente do IOR e máximo
responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano
para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois
devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro "não
contabilizado" do IOR para as contas do sindicato polonês
Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus
terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco
buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários
cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na
ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi,
presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa
trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja
maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio
Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só
permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma
fulminante em 2012 por supostas "irregularidades" em sua gestão.
Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do
Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado
por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na
verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra
entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou
a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo:
contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de "políticos,
intermediários, construtores e altos funcionários do Estado". Até
Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu
dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.

Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz
que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por
conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado,
Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela
comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua
destituição veio acompanhada pela difusão de um "documento" que o
vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.

Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do
banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita
renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de
complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de
tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem
terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente
do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de
privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não
é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do
sistema.


Tradução: Katarina Peixoto


Fotos: TV Vaticano

KTM planeja lançar esportiva de 250cc em 2014, diz jornal indiano

Modelo derivado da superbike RC8 seria fabricado no país asiático e
distribuído também em outros mercados


A superbike RC8, de 1195cc, que serviria como base para a miniesportiva

A KTM planeja para o começo de 2014 o lançamento de uma moto esportiva na
faixa de 250cc, de acordo com o jornal "Business Standard". O modelo
inteiramente carenado seria derivado da superbike bicilíndrica RC8, com o
nome de RC25, segundo fontes ligadas à Bajaj Auto - empresa indiana que
detém 47% das ações da KTM.

Com potência máxima de aproximadamente 30 cv, a RC25 seria lançada também em
outros mercados para concorrer com as Kawasaki Ninja 250 e 300 e com a
monocilíndrica Honda CBR 250R.

Recentemente, a KTM obteve sucesso na Índia com a naked Duke 200, produzida
desde o ano passado na fábrica da Bajaj em Mumbai e distribuída também na
Europa, e até o final do primeiro semestre levará às concessionárias do país
asiático a nova Duke 390. Assim como a pequena esportiva que deve ser
lançada em 2014, a naked de 390cc também será produzida na fábrica da Bajaj.

Fonte: duasrodasonline.com.br

Honda Gold Wing F6B tem proposta para o mercado jovem

A Honda ganha um reforço importante na disputa pelo mercado das motos
touring de luxo nos Estados Unidos com o lançamento da nova Gold Wing F6B,
uma aventureira com proposta mais básica para os viajantes e equipada com
motor seis cilindros.

Com para-brisa baixo, maleiros rígidos laterais, painel de instrumentos
analógico e digital com navegação 3D e sistema de som com quatro
alto-falantes e conexões para iPod e USB, a versão mais despojada da Gold
Wind mira o público mais jovem.

A nova versão de entrada da Gold Wing vem equipada com o mesmo motor boxer,
seis cilindros, 1.832 cm³, SOHC, de 118 cavalos de potência com torque de 17
kgf.m a baixos 4.000 rpm. A transmissão é de cinco velocidades, incluindo
Overdrive (sobremarcha).

O conjunto de suspensão conta com novo acerto nos garfos dianteiros e no
sistema Pro-Link mono-amortecido na traseira. As rodas de liga leve aro 18
contam com pneus 130/70 na frente e 180/60 atrás. O tanque de combustível
tem capacidade para até 25,5 litros.

A Gold Wing F6B tem preço sugerido nos Estados Unidos de US$ 20 mil (cerca
de R$ 40 mil), US$ 4 mil a menos que a versão tradicional. Não há
confirmação de que a moto possa ser lançada no Brasil, mas poderia ser uma
opção interessante para os viajantes brasileiros.

Fonte: moto.com.br

BMW Motorrad vende marca de motos e cancela operações no Brasil

A ação, na prática, mostra que a BMW concentrará seus recursos nas próprias
motocicletas...

A BMW anunciou a venda da marca Husqvarna para a empresa austríaca Pierer
Industrie AG dia 31/01/2013. De acordo com a marca alemã, ela "está
realinhando seus negócios referentes à BMW Motorrad (divisão de motocicletas
da empresa)" e que "expandirá sua oferta de produtos com o objetivo de
explorar um potencial de crescimento futuro, cujo foco será a mobilidade
urbana e a mobilidade elétrica (e-mobility)".

A ação, na prática, mostra que a BMW concentrará seus recursos nas próprias
motocicletas e scooters. Segundo a marca, as duas empresas decidiram por não
divulgar o valor da operação.

A BMW do Brasil destacou que todas as operações da Husqvarna no mercado
nacional foram canceladas. Antes, as concessionárias BMW Motorrad tinham
espaço exclusivo da Husqvarna, com identificação própria da marca sueca,
para a venda dos modelos TE 310R e TE 477, enquanto a Nuda 900 – que tem
como base a BMW F 800 R, seria montada em Manaus.

A nova empresa responsável pela Husqvarna, a Pierer Industrie AG, não
informou se manterá ou não as atividades no Brasil. Simples assim, os
clientes da marca Husqvarna que aguardem mais informações e até lá se virem,
é o tom da notícia.

Fonte: rockriders.com.br - Com informações do site Auto Esporte.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Abraciclo informa vendas e produção em baixa em janeiro

De acordo com dados da Abraciclo (associação dos fabricantes), o segmento de
motocicletas ainda registrou queda em produção e vendas, no fechamento do
primeiro mês deste ano. Foram produzidas 127.209 unidades contra 176.981 de
janeiro de 2012, correspondendo a uma redução de 28,1%. As vendas no atacado
ficaram 27,6% abaixo, na comparação entre os períodos, com 112.039 ante
154.776 unidades.

Quando comparado a dezembro de 2012, que incluiu período de férias coletivas
das indústrias do setor, o volume de produção de janeiro cresceu 92%,
passando de 66.226 para 127.209 motocicletas. Com relação às vendas no
atacado, houve incremento de 8%, subindo de 103.312 para 112.039 unidades.

Os emplacamentos em janeiro deste ano ficaram 11,1% abaixo do volume do
mesmo mês de 2012, com 126.423 contra 142.219 unidades. Na comparação com
dezembro, quando foram licenciadas 137.996 motocicletas, a queda foi de
8,4%. Com 22 dias úteis no primeiro mês de cada ano, a média diária de 2013
foi menor em 11,1%, com 5.747 unidades ante 6.465 unidades.

"O segmento de motocicletas não apresenta sinais de recuperação neste início
de ano, embora ainda conte com linhas de financiamento de bancos públicos,
que oferecem condições mais adequadas às necessidades dos consumidores. Para
superar esta situação, precisaremos buscar novas alternativas de crédito,
capazes de viabilizar o desejo de compra dos consumidores. Além disso, o
setor está na expectativa da ampliação da oferta de crédito pelos principais
bancos privados, pois as publicações recentes de seus balanços indicam uma
estabilização dos índices de inadimplência", analisa Marcos Fermanian,
presidente da Abraciclo.

As exportações de janeiro totalizaram 5.687 motocicletas, com uma queda de
15,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, com 6.758 motocicletas.

Categorias
As motocicletas entre 51 e 150 cm³ representaram 88,1% das vendas no
atacado, em janeiro, totalizando 98.762 unidades. Confira abaixo as
participações por faixa de cilindrada nas vendas realizadas aos
concessionários:

Janeiro 2012
Unidades / Participação
1º 51 a 150 cm³ 98.762 / 88,1%

2º 151 a 450 cm³ 7.120 / 6,4%

3º Até 50 cm³ 3.164 /2,8%

4º Acima de 450 cm³ 2.993 / 2,7%

Fonte: moto.com.br

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