-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
terça-feira, 7 de julho de 2015
Prumo
Qual o significado do instrumento "Prumo" na Maçonaria?
O "Prumo" também conhecido como "Fio de Prumo" ou "Perpendicular" é a Joia do Segundo Vigilante. Essa palavra foi extraída pela Maçonaria de diversas passagens da Bíblia. Inseparável do "Nível", que é a Joia do Primeiro Vigilante.
O primeiro representa a vertical hierárquica. O segundo, a igualdade. Os dois reúnem-se não "Esquadro", que é a Joia do Venerável Mestre.
Segundo Mestre Nicola Aslan, o Prumo, que é geralmente usado nas construções de alvenaria, é um pedaço de chumbo, devido sua alta densidade, suspenso por um cordel. Serve para comprovar se o que está sendo feito, está colocado ou não perpendicularmente ao horizonte.
Mestre Frau Abrines nos diz que: o Fio de Prumo, em Maçonaria, simboliza a atração e a Retidão que deve resplandecer em todos os juízos de um bom Maçom. É também o emblema da Justiça e da Equidade que devem ter todas as sentenças emanadas dos tribunais maçônicos.
De acordo com Ragon, o Prumo significa que o Maçom deve possuir tal Retidão de Julgamento que nenhum afeto, seja de interesse ou de família, deve desviar.
Para Mestre Gedalge, o Prumo é o emblema da pesquisa, em profundidade, da base e do equilíbrio. É também o Símbolo da profundeza do conhecimento e de uma retidão que previne todo desvio obliquo.
Desse modo, o Nível e o Prumo, nos permite a correta construção das muralhas do Templo simbólico, em que se emprega todo maçom, por isso o Prumo foi considerado o emblema da retidão da conduta.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Nível
Qual é o significado do instrumento "Nível" na Maçonaria?
Como resposta, temos a dizer que o nível é o símbolo da igualdade, não somente entre os membros da Fraternidade, mas de toda a humanidade.
A Maçonaria ensina que o ser humano é fruto do Grande Arquiteto do Universo, que todos os homens foram criados por Ele na sua natureza, com certos direitos inalienáveis de vida, liberdade, e o direito de ser feliz.
Isto não significa, entretanto, a não consideração das distinções devido ao mérito, ou a graduação e posição pela virtude de dádiva especial ou treinamento ou perseverança.
Certamente, todos os homens são iguais na sua natureza, sujeito às mesmas enfermidades, tendo o mesmo amor divino, e como evento derradeiro, a morte, seguindo as imutáveis leis de Deus.
Mas alguns homens, pela disciplina, treinamento e o uso próprio de dons e inteligência, fornecidos pela natureza, escala um ou vários degraus acima do nível comum.
Desse modo, a esta igualdade maçônica está sujeito o personagem mais poderoso e elevado, como o mais humilde dos iniciados, que não se distingue por outro título senão o de "Irmão". Como foi dito, o que pode distinguir os Maçons e conduzi-los aos altos cargos é o mérito e também as virtudes e o talento, que é a base das democracias (N. Aslan).
O Nível lembra ao Maçom que todas as coisas devem ser consideradas com serenidade igual, e o seu simbolismo tem como corolário noções de medida, imparcialidade, tolerância e igualdade, como também o correto emprego dos conhecimentos (Ragon).
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Como tirar pastilhas freio traseiro Transalp
Pelicano
Pelicano é uma ave aquática, grande, palmípede de bico longo e chato, com largo "papo" abaixo da mandíbula inferior, com fácil regurgitar. Segundo Mestre Mackey, em sua Enciclopédia da Maçonaria, na antiga seita cristã, o Pelicano era considerado o símbolo do Salvador. Isso devido antiga lenda que relata que essa ave dilacerando o peito, derrama seu sangue para seus filhotes.
A Igreja fez dele um símbolo, no qual ele assemelhava-se ao Salvador, derramando seu sangue por Ela (Igreja) e pela humanidade. Por associação de ideias, a Maçonaria fez do Pelicano algo semelhante: simbolizou-o como sendo a Maçonaria que derrama seus conhecimentos para seus Obreiros.
Dessa interpretação teológica, segundo Mestre N. Aslan, os místicos aplicaram outro significado considerando o Pelicano como o símbolo do próprio sacrifício que, posteriormente, se reflete em boas ações, como bônus do realizado.
Não é de se estranhar, portanto, que a Maçonaria nos seus Altos Graus (REAA) tenha adotado o Pelicano como Símbolo para o Grau de Cavaleiro Rosa-Cruz, grau eminentemente cristão.
O Pelicano é sempre representado no momento em que abre suas entranhas para alimentar seus filhotes. Por isso, na 'joia" dos Cavaleiros Templários, ele é visto embaixo da Rosa-Cruz e do Compasso, que apoia as suas pontas sobre o quarto de círculo que sustenta seu ninho (Alec Mellor).
É considerado, também, o Símbolo da Caridade e do amor Materno (N.Aslan). Muitas outras interpretações simbólicas foram realizadas, principalmente pela Igreja católica, fazendo comparações com Jesus Cristo, mostrando mais uma vez que o pensamento do ser humano é livre e não tem limites.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Salmo 133 cilindradas
*É como o óleo lubrificante derramado sobre o cabeçote,
que desce pelos seus dutos e cilindros,
fazendo a lubrificação,
que lubrificam os metais e as engrenagens;
*É como o Combustível "Pódium" que é do Bom,
que desce dos tanques pelos sistemas de alimentação
para as câmaras de combustão,
porque ali o piloto acelerou com a bênção e a vida para sempre!
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Excelente!!!
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Profano
Como já foi mencionado em outra Pílula Maçônica (vide Pílula nº 53 –Colunas do Templo) o termo "Templo", que, entre outras definições, é o local onde as Lojas Maçônicas se reúnem, vem do Latim "templum", que significa horizonte. Como foi explicado, os augures contemplavam o horizonte (templum) para fazerem suas predições sobre o futuro, referente às condições climáticas, tempo de colher, templo de plantar, etc.
No local onde eles faziam essas predições, sempre no mesmo lugar e geralmente em cima de uma colina, foram erigidas paredes e teto, para protegê-los contra as intempéries. O interessante é que essa construção é que começou a ser chamada de "Templo", pois era dali que o horizonte (templum, em latim) era observado.
Referente ao "Profano", sabemos também que em latim, o termo "fanum" é que define a construção onde as religiões praticam seus cultos e é onde a Maçonaria reúne suas Lojas. É sinônimo de igreja, santuário, etc.
O termo "pro", tem o significado de "estar fora". Portanto, nas religiões, "profano" é a definição de quem não pertence à comunidade religiosa, de quem não foi Iniciado, batizado, etc.
Na nomenclatura Maçônica, um "profano" é a pessoa fora da Fraternidade; um não-Maçom. É dito também que, o mundo profano é o mundo fora das Lojas, ou seja, fora do ambiente Maçônico.
Recapitulando: na língua portuguesa o termo "Templo", que é a construção onde os Maçons se reúnem, vem da palavra "templum" que define o horizonte. E, em latim, para essa mesma construção, o termo que a define, é "fanum".Portanto, "pro-fanum" fora do templo, gerou "profano".
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Conjunção Vênus e Júpiter
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Escultura de Moisés. Florença.
Em Florença existe uma escultura de "Moisés", feita por Michelangelo Buonarotti, o maior escultor em mármore até hoje conhecido.
Buonarotti era um gênio nas artes e essa escultura nos deixa curioso, pois a figura de Moisés ali representada mostra duas saliências na parte superior/posterior da cabeça, como se fossem dois chifres ou cornos.
Impossível Buonarotti ter errado!
Muitas explicações foram dadas para tal fato, mas a mais plausível é dada abaixo.
Quando São Jerônimo, a pedido do Papa Damaso, fez a tradução da Bíblia para o Latim (Vulgata), na passagem de um trecho do "Exôdo", o mesmo cometeu um erro na tradução de uma palavra. O correto seria: "a face irradiada de Luz" foi traduzida como "a face tinha dois chifres (cornos)".
Tudo indica que uma das palavras em hebraico tinha dois significados. Aparentemente, São Jerônimo pegou o significado errado para tal tradução.
Como na época, ninguém estava a "altura" para questionar São Jerônimo, ou seja, questionar a própria igreja Católica, o Moisés ganhou, nessa escultura, feita de acordo com a Sagrada Escritura, um par de chifres na cabeça.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
terça-feira, 30 de junho de 2015
Troca pastilhas freio Transalp

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