Na maioria dos livros maçônicos nós temos uma série de afirmativas
dizendo o que é a Maçonaria. Vamos fazer um caminho paralelo e fazer
algumas afirmativas para esclarecer o que a Maçonaria não é ( extraído
de livros Neo Zelandeses).
1) A Maçonaria não é uma Instituição de Caridade,
apesar de que ela realmente pratica Caridade. Devemos deixar claro que
"Caridade" não consiste necessariamente somente de doação em dinheiro.
2) A Maçonaria não se ocupa somente de
providenciar benefícios por doença ou morte de seus Obreiros. Isso é
uma função especifica da área "fraternal" da nossa Ordem. Igualmente,
a Maçonaria, como regra geral, não providencia assistência para maçons
idosos ou maçons enfermos. Nada impede que ela o faça, inclusive, que
dê assistência em causas meritórias na comunidade, como um todo.
3) A Maçonaria não é uma religião. Ela tem uma
filosofia própria, a qual está em harmonia com todas as crenças, e que
transcende a fé sectária. Cada Irmão deverá venerar conforme sua
própria opinião e devoção.
4) A Maçonaria não existe, nem deve ser usada,
para promover os Obreiros em si, muito menos para promover interesses
de negócios ou atividades comerciais.
5) A Maçonaria não é um "Clube Social", apesar de
ter uma vida social entre seus membros. Alguns Irmãos tendem,
realmente, a fazer disso a maior parte de suas vidas Maçônicas. É um
erro que deve ser corrigido, quando ocorre.
Enfim, a Maçonaria é um peculiar Sistema de Moralidade velada em
Alegorias e ilustrada por Símbolos.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Renascimento - Buda
Esse texto me tocou, já que várias vezes passei por várias vidas
dentro dessa vida.
O movimento é necessário, a estagnação leva à inação e depressão.
Por isso, cada vez mais penso, que a vida também necessita, vez por
outra, de um CTRL+ALT+DEL...
Leiam o texto e reflitam...
------------------------------------------------
Por: Chuck Lorre - Vanity Card 472
Acredito em reencarnação. Não no senso comum, tradicional. O que sinto
é que vivi muitas vidas diferentes durante essa vida presente.
Tenho observado que cada novo encarnaçãa vem depois de um período de
dor física ou emocional intensa.
Em outras palavras, como num nascimento, dói nascer. Ou renascer.
Muito choro acontece, morte, doença, pobreza, divórcio, desistência de
sonhos, acordar de sonhos, ser despedido, divorciar-se novamente,
abusar de bebidas ou drogas, ser ridicularizado em público por um
ex-amigo; todas essas coisas levam a um renascimento.
Para novas vidas.
Buda nos ensinou que a mudança e a impermanência são fundamentais
fatos de nossa existência.
Ele ressaltou também que esse fato traz inevitável o sofrer.
Mas ele não mencionou que algumas vezes, depois de que a dor vai
embora, você abre seus olhos para uma vida além dos seus sonhos mais
loucos.
Foi o que aconteceu comigo.
Mas sei que isso também passará.
Há um útero cósmico à frente, mas eu ainda não o vejo...
dentro dessa vida.
O movimento é necessário, a estagnação leva à inação e depressão.
Por isso, cada vez mais penso, que a vida também necessita, vez por
outra, de um CTRL+ALT+DEL...
Leiam o texto e reflitam...
------------------------------------------------
Por: Chuck Lorre - Vanity Card 472
Acredito em reencarnação. Não no senso comum, tradicional. O que sinto
é que vivi muitas vidas diferentes durante essa vida presente.
Tenho observado que cada novo encarnaçãa vem depois de um período de
dor física ou emocional intensa.
Em outras palavras, como num nascimento, dói nascer. Ou renascer.
Muito choro acontece, morte, doença, pobreza, divórcio, desistência de
sonhos, acordar de sonhos, ser despedido, divorciar-se novamente,
abusar de bebidas ou drogas, ser ridicularizado em público por um
ex-amigo; todas essas coisas levam a um renascimento.
Para novas vidas.
Buda nos ensinou que a mudança e a impermanência são fundamentais
fatos de nossa existência.
Ele ressaltou também que esse fato traz inevitável o sofrer.
Mas ele não mencionou que algumas vezes, depois de que a dor vai
embora, você abre seus olhos para uma vida além dos seus sonhos mais
loucos.
Foi o que aconteceu comigo.
Mas sei que isso também passará.
Há um útero cósmico à frente, mas eu ainda não o vejo...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
MOOG
Dos instrumentos que o Rick Wakemann usa, o que é típico de seu som é o MOOG.
São aqueles tecladinhos pequenos que ficam mais alto nos seus shows,
com as laterais de madeira.
São osciladores programáveis, monofônicos (só tocam uma nota), mas que
possibilitam váááários ajustes.
A figura que está aqui, é uma reprodução dos minimoogs da época, feita
por uma empresa que comercializa uma aplicação que se parece com os
moogs.
Uma coisa interessante é que a pronúncia correta é mÓg, pois o criador
é alemão, e não mUg, como se fosse lido em inglês.
Existem poucos minimoogs originais no mundo, da década de 70 - mas o
som é inconfundível!
São aqueles tecladinhos pequenos que ficam mais alto nos seus shows,
com as laterais de madeira.
São osciladores programáveis, monofônicos (só tocam uma nota), mas que
possibilitam váááários ajustes.
A figura que está aqui, é uma reprodução dos minimoogs da época, feita
por uma empresa que comercializa uma aplicação que se parece com os
moogs.
Uma coisa interessante é que a pronúncia correta é mÓg, pois o criador
é alemão, e não mUg, como se fosse lido em inglês.
Existem poucos minimoogs originais no mundo, da década de 70 - mas o
som é inconfundível!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Rick Wakeman Belo Horizonte 11-2014
Absolutamente fantástico! 1o de Novembro de 2014 - um show memorável!
Começou com Viagem ao Centro da Terra, as Esposas de Henrique VIII e
algumas do Rei Arthur.
Guinevere foi maravilhoso!
E descobri uma coisa mais interessante. O Rick Wakeman é o Venerável
da Chelsea Lodge #3098 em Londres!!!!

Já gostava do cara, agora fiquei mais fã ainda!!!
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Eleitor cola urna
Até onde chega a inventividade desse povo!!!!
----------------------------------------------------------------------
Eleitor põe cola em tecla e estraga urna eletrônica em Formosa, GO
Ele já foi identificado e está sendo procurado pela Polícia Federal.
No total, 31 urnas foram substituídas durante a manhã no estado.
Uma urna eletrônica teve de ser trocada neste domingo (26) porque um
eleitor colou a tecla "3", impedindo os votos dos demais cidadãos da
seção 11 da zona eleitoral de Formosa, cidade goiana do Entorno do
Distrito Federal.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO), a Polícia Federal
procura pelo eleitor que estragou o equipamento, pois ele já foi
identificado.
O TRE-GO explicou que a pessoa que foi votar após o suspeito encontrou
a cola instantânea escorrendo. Ele denunciou a situação ao presidente
da seção. Quando o problema foi constatado, o suspeito já não estava
mais nas dependências do local de votação.
fonte: Paula Resende G1 GO
----------------------------------------------------------------------
Eleitor põe cola em tecla e estraga urna eletrônica em Formosa, GO
Ele já foi identificado e está sendo procurado pela Polícia Federal.
No total, 31 urnas foram substituídas durante a manhã no estado.
Uma urna eletrônica teve de ser trocada neste domingo (26) porque um
eleitor colou a tecla "3", impedindo os votos dos demais cidadãos da
seção 11 da zona eleitoral de Formosa, cidade goiana do Entorno do
Distrito Federal.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO), a Polícia Federal
procura pelo eleitor que estragou o equipamento, pois ele já foi
identificado.
O TRE-GO explicou que a pessoa que foi votar após o suspeito encontrou
a cola instantânea escorrendo. Ele denunciou a situação ao presidente
da seção. Quando o problema foi constatado, o suspeito já não estava
mais nas dependências do local de votação.
fonte: Paula Resende G1 GO
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
BOOZ ou BOAZ???
O termo correto é BOAZ. Simplesmente não existe a palavra BOOZ
em hebraico ou mesmo aramaico, mas existe BOAZ em ambas as línguas que
serviram de base para as sagradas escrituras.
Conforme excelente trabalho do Irmão William Almeida de Carvalho, o
termo BOOZ surgiu quando da tradução de São Jerônimo da bíblia para o
latim, em 405 d.C., o qual cometeu o equívoco de registrar como BOOZ
em vez de BOAZ (entre vários outros equívocos).
Já a famosa tradução de Lutero para o alemão foi correta: BOAZ. A
famosa versão original da Bíblia de Rei James mantém o BOAZ, e a
própria versão em português de João Ferreira de Almeida consta como
BOAZ.
No Ritual de Emulação, adotado por grande parte das Lojas da Grande
Loja Unida da Inglaterra, o termo adotado é BOAZ. Assim também consta
no Monitor de Webb, que é o ritual dos graus simbólicos do Rito de
York, adotado pela quase totalidade das Lojas dos EUA. No próprio
REAA, o termo correto é BOAZ, como se pode ver no livro "Morals and
Dogma" do célebre Irmão Albert Pike, 33º.
Mackey, outro célebre autor maçônico, também registrou BOAZ em suas
obras, assim como outros grandes historiadores, pesquisadores e
autores maçons na França e Inglaterra.
Enfim, não existe BOOZ. O correto é BOAZ.
Postado por Kennyo Ismail (um dos maiores pesquisadores atuais em maçonaria!)
em hebraico ou mesmo aramaico, mas existe BOAZ em ambas as línguas que
serviram de base para as sagradas escrituras.
Conforme excelente trabalho do Irmão William Almeida de Carvalho, o
termo BOOZ surgiu quando da tradução de São Jerônimo da bíblia para o
latim, em 405 d.C., o qual cometeu o equívoco de registrar como BOOZ
em vez de BOAZ (entre vários outros equívocos).
Já a famosa tradução de Lutero para o alemão foi correta: BOAZ. A
famosa versão original da Bíblia de Rei James mantém o BOAZ, e a
própria versão em português de João Ferreira de Almeida consta como
BOAZ.
No Ritual de Emulação, adotado por grande parte das Lojas da Grande
Loja Unida da Inglaterra, o termo adotado é BOAZ. Assim também consta
no Monitor de Webb, que é o ritual dos graus simbólicos do Rito de
York, adotado pela quase totalidade das Lojas dos EUA. No próprio
REAA, o termo correto é BOAZ, como se pode ver no livro "Morals and
Dogma" do célebre Irmão Albert Pike, 33º.
Mackey, outro célebre autor maçônico, também registrou BOAZ em suas
obras, assim como outros grandes historiadores, pesquisadores e
autores maçons na França e Inglaterra.
Enfim, não existe BOOZ. O correto é BOAZ.
Postado por Kennyo Ismail (um dos maiores pesquisadores atuais em maçonaria!)
Collegia Fabrorum e as Guildas
O Collegia Fabrorum era uma Associação romana na época (iniciada em
500a.C.) das grandes conquistas de cidades pelos romanos, até o ano
aproximadamente 400 d.C. Os guerreiros destruíam as construções de
todos os tipos, na subjugação dos povos e devido a selvageria das
batalhas, e esse grupo de construtores, talhadores de pedras,
artistas, carpinteiros, etc, iam atrás reconstruindo o que era de
interesse para as tropas e aos comandantes de Roma.
Tinha um caráter religioso, politeísta, adorando e oferecendo seus
trabalhos, aos seus deuses protetores e benfeitores. É possível que,
com a aceitação do Cristianismo pelos romanos, essa associação tenha
se tornado monoteísta.
As Guildas eram Associações corporativistas, auto protetivas, que
apareceram, na Idade Média, depois de 800 d.C. Eram grupos de
operários, negociantes e outras classes. Existiram, com o passar do
tempo, diversos tipos de "Guildas": religiosas, de ofício, etc, entre
outras.
No caso das de oficio, se auto protegiam, e protegiam seus membros e,
muito importante, protegiam seus conhecimentos técnicos, adquiridos
pelos membros mais velhos e experientes, e os transmitiam, oralmente,
em segredo, emlocais afastados e adequados, longe de pessoas estranhas
ao grupo formado.
Como eram grandes, precisavam de sinais de reconhecimento, palavras de
passe, etc. E, obviamente, de pessoas que coordenassem, que vigiassem
tudo isso. Também é obvio, que para que a Guilda tivesse continuidade,
precisavam de jovens, que seriam por um determinado tempo,
aprendizesdesses conhecimentos. Na festa de confraternização, comiam
juntos, dividiam o mesmo pão entre eles ( do latim "cum panis",
gerando, talvez, a palavra "Companheiro"). Etc, etc, etc. O leitor
Maçom , já entendeu aonde eu quero chegar.
A que mais se destacou e evolui grandemente, foi a Guilda dos
Construtores em alvenaria, principalmente de igrejas e palácios. Como
a Igreja Católica Apostólica Romana, na época, dominava tudo, e os
padres, por dever de ofício, eram os únicos letrados, nada mais
natural que os mestres (de maneira bem ampla) fossem eles. Como
sacerdotes, eram venerados, e porque ensinavam, eram mestres.
Há uma teoria, e é a minha também, que "Venerável Mestre" derivou
disso aí explicado: Venerável por ser sacerdote e Mestre porque
ensinava!
Posteriormente, essas confrarias perderam essa predominância da
Igreja, apesar de não deixarem de serem altamente religiosas, e
geraram os Ofícios Francos (ou Francomaçonaria) formados por artesões
com privilégios ofertados pelo Feudo e pelo Clero.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
500a.C.) das grandes conquistas de cidades pelos romanos, até o ano
aproximadamente 400 d.C. Os guerreiros destruíam as construções de
todos os tipos, na subjugação dos povos e devido a selvageria das
batalhas, e esse grupo de construtores, talhadores de pedras,
artistas, carpinteiros, etc, iam atrás reconstruindo o que era de
interesse para as tropas e aos comandantes de Roma.
Tinha um caráter religioso, politeísta, adorando e oferecendo seus
trabalhos, aos seus deuses protetores e benfeitores. É possível que,
com a aceitação do Cristianismo pelos romanos, essa associação tenha
se tornado monoteísta.
As Guildas eram Associações corporativistas, auto protetivas, que
apareceram, na Idade Média, depois de 800 d.C. Eram grupos de
operários, negociantes e outras classes. Existiram, com o passar do
tempo, diversos tipos de "Guildas": religiosas, de ofício, etc, entre
outras.
No caso das de oficio, se auto protegiam, e protegiam seus membros e,
muito importante, protegiam seus conhecimentos técnicos, adquiridos
pelos membros mais velhos e experientes, e os transmitiam, oralmente,
em segredo, emlocais afastados e adequados, longe de pessoas estranhas
ao grupo formado.
Como eram grandes, precisavam de sinais de reconhecimento, palavras de
passe, etc. E, obviamente, de pessoas que coordenassem, que vigiassem
tudo isso. Também é obvio, que para que a Guilda tivesse continuidade,
precisavam de jovens, que seriam por um determinado tempo,
aprendizesdesses conhecimentos. Na festa de confraternização, comiam
juntos, dividiam o mesmo pão entre eles ( do latim "cum panis",
gerando, talvez, a palavra "Companheiro"). Etc, etc, etc. O leitor
Maçom , já entendeu aonde eu quero chegar.
A que mais se destacou e evolui grandemente, foi a Guilda dos
Construtores em alvenaria, principalmente de igrejas e palácios. Como
a Igreja Católica Apostólica Romana, na época, dominava tudo, e os
padres, por dever de ofício, eram os únicos letrados, nada mais
natural que os mestres (de maneira bem ampla) fossem eles. Como
sacerdotes, eram venerados, e porque ensinavam, eram mestres.
Há uma teoria, e é a minha também, que "Venerável Mestre" derivou
disso aí explicado: Venerável por ser sacerdote e Mestre porque
ensinava!
Posteriormente, essas confrarias perderam essa predominância da
Igreja, apesar de não deixarem de serem altamente religiosas, e
geraram os Ofícios Francos (ou Francomaçonaria) formados por artesões
com privilégios ofertados pelo Feudo e pelo Clero.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Birthday of the Duke of Kent, Grão Mestre da Grande Loja da Inglateraa
Edward Windsor. Nascido em 9 de outubro de 1935, em Londres.
Seu pai era o príncipe George, duque de Kent, e sua mãe era a princesa
Marina da Grécia e Dinamarca. Seus padrinhos foram: Rei George V e da
Rainha Mary, o príncipe de Gales, a Princesa Real, Condessa de
Harewood, o duque de Connaught, a duquesa de Argyll e Príncipe Nicolau
da Grécia e Dinamarca. Eduardo começou seus estudos na Ludgrove, uma
escola preparatória em Berkshire, antes de ir para Eton College e, em
seguida, no Le Rosey, na Suíça.
Mais tarde, ele entrou na Real Academia Militar de Sandhurst, onde
ganhou o Prêmio Sir James Moncrieff Grierson para as Línguas. A 25 de
agosto de 1942, seu pai morreu quando seu avião caiu no mau tempo em
Caithness. Edward sucedeu seu pai como duque de Kent, conde de St.
Andrews e Barão Downpatrick. Mais tarde, ele tomou o seu lugar na
Câmara dos Lordes em 1959 como um duque real, ele estava destinado a
deveres reais em uma idade precoce. Na idade de 16 anos, andou atrás
do caixão de seu tio, George VI, em seu funeral de Estado em 1952 Em
1953, ele participou da coroação de sua prima Elizabeth II.
O duque de Kent se formou na Royal Military Academy Sandhurst, em 29
de julho de 1955 como um segundo tenente no Royal Scots Greys,
iniciando uma carreira militar que duraria 20 anos. Ele foi promovido
a capitão em 29 de julho de 1961, foi promovido a comandante em 31 de
dezembro de 1967, foi promovido a tenente-coronel em 30 de junho de
1973.
O Duque se aposentou do exército em 15 de abril de 1976, foi promovido
mais tarde Major-General, em 11 de Junho de 1983 e quarterback em 11
de junho de 1993 o duque de Kent casou com Katharine Worsley em York
Minster, em 8 de junho de 1961 Katharine é a única filha de Sir
William Worsley Arthrington , e sua esposa, Joyce Morgan Brunner.
Depois do casamento, ela foi criada HRH a duquesa de Kent.
O casal tem três filhos: George, Conde de St Andrews casado com
Sylvana Tomaselli; Lady Helen Taylor casada com Timothy Taylor; e Lord
Nicholas Windsor, casado com Paola Frankopan Doimi de Lupis, na Cidade
do Vaticano, tornando-se o primeiro membro da real britânica na
história a fazê-lo. O casal também teve um filho que nasceu morto em
05 de outubro de 1977.
A duquesa de Kent mais tarde se converteu ao catolicismo em 1994
Apesar disso, o duque de Kent não perdeu o seu lugar na linha de
sucessão, porque a Lei Sucessão 1701, como o duque se casou com um
membro da Igreja da Inglaterra em 1961, que só mais tarde se converteu
ao catolicismo.
O duque ea duquesa de Kent residir no Wren House, Palácio de
Kensington, em Londres. O duque de Kent executou deveres reais em nome
de seu primo, Rainha, há mais de 50 anos. El Duque representou a
rainha durante as comemorações da independência das antigas colônias
britânicas de Serra Leoa, Uganda, Guiana, Gâmbia e Gana.
Ele também atuou como consultor de declarar durante os períodos de
ausência da rainha no exterior. Um dos principais papéis do público
Duke durante muitos anos foi vice-presidente da British Comércio
Internacional, em seguida, como o Reino Unido Representante Especial
para Comércio Internacional e Investimento.
Seus outros interesses incluem o presidente do Wimbledon Tennis and
Croquet Club, uma posição que ele recebeu de sua falecida mãe, a
princesa Marina, duquesa de Kent. Seus outros papéis incluem
presidente da Comissão Commonwealth War Graves, o Fundo Benevolente
RAF, a Royal National Lifeboat Institution, a Stroke Association,
RUSI, a Royal Institution e é um administrador de St. Mungo.
Ele também faz com que a decisão final sobre a concessão da Medalha de
Mountbatten. Eduardo é presidente da Associação de Escoteiros, e,
junto com o príncipe William, visitou o Mundial do Escutismo
Centenário Jamboree em Hylands Park, Chelmsford em julho de 2007
Atualmente tem 79 anos de idade.
Seu pai era o príncipe George, duque de Kent, e sua mãe era a princesa
Marina da Grécia e Dinamarca. Seus padrinhos foram: Rei George V e da
Rainha Mary, o príncipe de Gales, a Princesa Real, Condessa de
Harewood, o duque de Connaught, a duquesa de Argyll e Príncipe Nicolau
da Grécia e Dinamarca. Eduardo começou seus estudos na Ludgrove, uma
escola preparatória em Berkshire, antes de ir para Eton College e, em
seguida, no Le Rosey, na Suíça.
Mais tarde, ele entrou na Real Academia Militar de Sandhurst, onde
ganhou o Prêmio Sir James Moncrieff Grierson para as Línguas. A 25 de
agosto de 1942, seu pai morreu quando seu avião caiu no mau tempo em
Caithness. Edward sucedeu seu pai como duque de Kent, conde de St.
Andrews e Barão Downpatrick. Mais tarde, ele tomou o seu lugar na
Câmara dos Lordes em 1959 como um duque real, ele estava destinado a
deveres reais em uma idade precoce. Na idade de 16 anos, andou atrás
do caixão de seu tio, George VI, em seu funeral de Estado em 1952 Em
1953, ele participou da coroação de sua prima Elizabeth II.
O duque de Kent se formou na Royal Military Academy Sandhurst, em 29
de julho de 1955 como um segundo tenente no Royal Scots Greys,
iniciando uma carreira militar que duraria 20 anos. Ele foi promovido
a capitão em 29 de julho de 1961, foi promovido a comandante em 31 de
dezembro de 1967, foi promovido a tenente-coronel em 30 de junho de
1973.
O Duque se aposentou do exército em 15 de abril de 1976, foi promovido
mais tarde Major-General, em 11 de Junho de 1983 e quarterback em 11
de junho de 1993 o duque de Kent casou com Katharine Worsley em York
Minster, em 8 de junho de 1961 Katharine é a única filha de Sir
William Worsley Arthrington , e sua esposa, Joyce Morgan Brunner.
Depois do casamento, ela foi criada HRH a duquesa de Kent.
O casal tem três filhos: George, Conde de St Andrews casado com
Sylvana Tomaselli; Lady Helen Taylor casada com Timothy Taylor; e Lord
Nicholas Windsor, casado com Paola Frankopan Doimi de Lupis, na Cidade
do Vaticano, tornando-se o primeiro membro da real britânica na
história a fazê-lo. O casal também teve um filho que nasceu morto em
05 de outubro de 1977.
A duquesa de Kent mais tarde se converteu ao catolicismo em 1994
Apesar disso, o duque de Kent não perdeu o seu lugar na linha de
sucessão, porque a Lei Sucessão 1701, como o duque se casou com um
membro da Igreja da Inglaterra em 1961, que só mais tarde se converteu
ao catolicismo.
O duque ea duquesa de Kent residir no Wren House, Palácio de
Kensington, em Londres. O duque de Kent executou deveres reais em nome
de seu primo, Rainha, há mais de 50 anos. El Duque representou a
rainha durante as comemorações da independência das antigas colônias
britânicas de Serra Leoa, Uganda, Guiana, Gâmbia e Gana.
Ele também atuou como consultor de declarar durante os períodos de
ausência da rainha no exterior. Um dos principais papéis do público
Duke durante muitos anos foi vice-presidente da British Comércio
Internacional, em seguida, como o Reino Unido Representante Especial
para Comércio Internacional e Investimento.
Seus outros interesses incluem o presidente do Wimbledon Tennis and
Croquet Club, uma posição que ele recebeu de sua falecida mãe, a
princesa Marina, duquesa de Kent. Seus outros papéis incluem
presidente da Comissão Commonwealth War Graves, o Fundo Benevolente
RAF, a Royal National Lifeboat Institution, a Stroke Association,
RUSI, a Royal Institution e é um administrador de St. Mungo.
Ele também faz com que a decisão final sobre a concessão da Medalha de
Mountbatten. Eduardo é presidente da Associação de Escoteiros, e,
junto com o príncipe William, visitou o Mundial do Escutismo
Centenário Jamboree em Hylands Park, Chelmsford em julho de 2007
Atualmente tem 79 anos de idade.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Graus Aliados/Adicionais/Laterais
A maioria dos graus adicionais praticados na Inglaterra no princípio
do século dezenove estava originalmente sob a égide de Cartas
Constitutivas emitidas pelos Antigos, cujas lojas praticavam qualquer
grau maçônico de que tivessem conhecimento.
Após a formação da Grande Loja Unida da Inglaterra em 1813, vários
graus praticados até então foram sendo gradualmente organizados em
Ordens separadas, cada uma com o seu corpo diretivo próprio.
Para dar certa coesão a esses "filhos órfãos" e assegurar trabalhos
com rituais padronizados, ao final dos anos 1870 ficou decidido
estabelecer um "Grande Conselho dos Graus Maçônicos Aliados da
Inglaterra, País de Gales e das Colônias e Dependências da Coroa
Britânica", com sede em Mark Masons' Hall.
A partir de 2001 passou a ser "O Grande Conselho da Ordem dos Graus
Maçônicos Aliados da Inglaterra, País de Gales e Distritos e Conselhos
Ultramarinos".
Nos Estados Unidos da América do Norte houve em 1892 um objetivo
similar de reunir um número de graus até então sob nenhum controle
naquele país, entre os quais estavam o grau de Grandes Guardiões de
Salomão e o de Monitor Secreto.
Na Inglaterra, mediante um acordo com o Soberano Colégio, em 1893 o
grau de Grandes Guardiões de Salomão passou a ser conferido aos
Grão-Mestres e outros membros proeminentes do Grande Conselho, sendo
adicionado aos primeiros quatro graus autorizados e praticados até
então.
Em virtude de regulamentação do Grande Conselho, os Conselhos
subordinados estão atualmente autorizados a trabalhar apenas com os
seguintes cinco graus, salvo consentimento especial do Grande
Conselho:
São Lourenço o Mártir
Cavaleiro de Constantinopla
Grandes Guardiões de Salomão
Cruz Vermelha da Babilônia
Grande Sumo Sacerdote
O trabalho administrativo de um Conselho da Ordem é procedido no Grau
de São Lourenço o Mártir. O Mestre de um Conselho é eleito como tal
numa Loja de São Lourenço o Mártir.
A única cerimônia de instalação atualmente praticada na Ordem é a de
Mestre de uma Loja de São Lourenço o Mártir, o qual se torna
constitucionalmente o Mestre do Conselho, nomeando os Oficiais não
eletivos da Loja de São Lourenço o Mártir. Toda reunião do Conselho
deve ser aberta pela Loja de São Lourenço o Mártir. As Lojas ou
Conselhos de qualquer outro dos quatro graus são abertas somente
quando houver uma cerimônia de admissão para o grau.
Os candidatos para admissão na Ordem dos Graus Maçônicos Aliados
deverão ser Mestres Maçons da Marca e Companheiros do Sagrado Arco
Real.
fonte: Rede Colméia
do século dezenove estava originalmente sob a égide de Cartas
Constitutivas emitidas pelos Antigos, cujas lojas praticavam qualquer
grau maçônico de que tivessem conhecimento.
Após a formação da Grande Loja Unida da Inglaterra em 1813, vários
graus praticados até então foram sendo gradualmente organizados em
Ordens separadas, cada uma com o seu corpo diretivo próprio.
Para dar certa coesão a esses "filhos órfãos" e assegurar trabalhos
com rituais padronizados, ao final dos anos 1870 ficou decidido
estabelecer um "Grande Conselho dos Graus Maçônicos Aliados da
Inglaterra, País de Gales e das Colônias e Dependências da Coroa
Britânica", com sede em Mark Masons' Hall.
A partir de 2001 passou a ser "O Grande Conselho da Ordem dos Graus
Maçônicos Aliados da Inglaterra, País de Gales e Distritos e Conselhos
Ultramarinos".
Nos Estados Unidos da América do Norte houve em 1892 um objetivo
similar de reunir um número de graus até então sob nenhum controle
naquele país, entre os quais estavam o grau de Grandes Guardiões de
Salomão e o de Monitor Secreto.
Na Inglaterra, mediante um acordo com o Soberano Colégio, em 1893 o
grau de Grandes Guardiões de Salomão passou a ser conferido aos
Grão-Mestres e outros membros proeminentes do Grande Conselho, sendo
adicionado aos primeiros quatro graus autorizados e praticados até
então.
Em virtude de regulamentação do Grande Conselho, os Conselhos
subordinados estão atualmente autorizados a trabalhar apenas com os
seguintes cinco graus, salvo consentimento especial do Grande
Conselho:
São Lourenço o Mártir
Cavaleiro de Constantinopla
Grandes Guardiões de Salomão
Cruz Vermelha da Babilônia
Grande Sumo Sacerdote
O trabalho administrativo de um Conselho da Ordem é procedido no Grau
de São Lourenço o Mártir. O Mestre de um Conselho é eleito como tal
numa Loja de São Lourenço o Mártir.
A única cerimônia de instalação atualmente praticada na Ordem é a de
Mestre de uma Loja de São Lourenço o Mártir, o qual se torna
constitucionalmente o Mestre do Conselho, nomeando os Oficiais não
eletivos da Loja de São Lourenço o Mártir. Toda reunião do Conselho
deve ser aberta pela Loja de São Lourenço o Mártir. As Lojas ou
Conselhos de qualquer outro dos quatro graus são abertas somente
quando houver uma cerimônia de admissão para o grau.
Os candidatos para admissão na Ordem dos Graus Maçônicos Aliados
deverão ser Mestres Maçons da Marca e Companheiros do Sagrado Arco
Real.
fonte: Rede Colméia
Assinar:
Postagens (Atom)









