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quarta-feira, 4 de julho de 2012

BMW lança F 700GS e atualiza a campeã de vendas F 800GS

Para acabar com a confusão, a BMW decidiu aprimorar e renomear a F 650GS
como F 700GS. O modelo com motor de 2 cilindros paralelos fica assim
claramente em posição diferenciada em relação à G 650GS (motor de 1
cilindro, menos potente), além de ter recebido melhorias. O motor de 798cc
passa a entregar 75 cv em vez de 71 cv e torque de 77 em vez de 75 nm.
Freios ABS de série e 2 discos dianteiros em vez de 1, como na F 800GS,
também foram modificações importantes. A F 700GS também pode contar com o
controle de tração ASC e o sistema de ajuste eletrônico das suspensões ESA.

Esteticamente também há mudanças concentradas na parte dianteira, nas lentes
fumê de piscas e lanterna, e no painel, que facilitou a leitura de
velocidade e rotações do motor, além de passar a incluir o nível de gasolina
no tanque e da temperatura (antes só disponíveis no painel completo
opcional, chamado pela BMW de "computador de bordo"). A F 700GS continua
usando roda de liga leve de 19 polegadas na dianteira, reforçando seu
caráter on-road e a agilidade nos usos urbano e rodoviário.

Já a F 800GS segue sendo a autêntica todo-terreno da marca, com rodas
raiadas e aro dianteiro de 21". Além da atualização estética e dos opcionais
ASC e ESA comuns à 700, passa a oferecer a opção de redução de altura de
suspensão juntamente com o assento rebaixado, bem-vinda para uma moto tão
alta. A BMW do Brasil ainda não confirma a data de lançamento dos novos
modelos no país, o que provavelmente ocorrerá como linha 2013.

Fonte:
duasrodasonline.com.br

terça-feira, 3 de julho de 2012

Maçonaria de Marca

Sexta passada fui ao avançamento da Maçonaria da Marca - uma Ordem
interessantíssima, que muito me fez pensar na minha vida e nos
acontecimentos que se passaram comigo desde que me entendo por
gente...

Vale a pena ser avançado na Maçonaria da Marca...

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Há evidências da existência do Grau da Marca na Escócia em 1599, mas,
conforme os antigos registros ingleses, a Maçonaria da Marca foi
introduzida em 1º de setembro de 1769, no Royal Arch Chapter nº 257,
em Portsmouth, quando Thomas Dunckerley avançou certos Irmãos como
Homens e Mestres da Marca, com cada um escolhendo sua própria marca.

Esse Grau foi trabalhado em muitas Lojas simbólicas, inclusive sob a
autoridade da Antiga Grande Loja de York, mas, com o evento da União
entre os Antigos e os Modernos em 1813, o Grau da Marca foi excluído
completamente, com o reconhecimento somente dos três Graus simbólicos,
incluindo-se o Santo Arco Real.

Porém, muitas Lojas continuaram a trabalhar esse Grau na Inglaterra, e
vários Irmãos de Londres obtiveram uma Carta Constitutiva do Bon
Accord Chapter de Aberdeen autorizando-os a conferir o Grau da Marca.

Isso criava consideráveis dificuldades administrativas para as Lojas
da Marca em Londres, já que as autoridades soberanas estavam na
Escócia; e para legitimar a sua causa, muitos dos antigos maçons da
Marca que estavam preocupados com o problema formaram a sua própria
Grande Loja em junho de 1856, indicando o lorde Leigh como o seu
primeiro Grão-Mestre.

Sucedeu-se um período de desconforto e desarmonia, mas felizmente, em
torno de 1860, um "acordo" foi realizado, estabelecendo um cerimonial
comum entre a Grande Loja da Marca Inglesa e o Grande Capítulo da
Escócia; e vagarosamente esse Grau cresceu em popularidade,
tornando-se, com o Arco Real, um dos mais bem-sucedidos e defendidos
Graus na Maçonaria.

Atualmente existem mais de 1,5 mil Lojas da Marca sob a Constituição
inglesa, como também seis Grandes Lojas "filhas", derivadas, sendo
interessante notar que um grande número de Irmãos que alcançaram
proeminência na Maçonaria Simbólica não foram menos proeminentes na
Marca.

O GRAU

A cerimônia de admissão é chamada de "Avançamento", e cronologicamente
o Grau segue o de Companheiro (tal como se faz na Escócia), embora,
como já foi dito, o candidato deva ser um Mestre Maçom. É um dos mais
antigos e interessantes Graus da Maçonaria, incorporando atualmente
dois Graus: o candidato é primeiro reconhecido como um Homem da Marca
e posteriormente avançado como um Mestre Maçom da Marca na mesma
cerimônia.

Dessa forma, mostra-se que o Grau cresce de uma antiga cerimônia, na
qual cada artesão selecionava para si mesmo uma marca particular com a
qual podia designar seu trabalho, sendo que essa marca era devidamente
registrada com a autoridade constituída. A lenda do Grau é
singularmente instrutiva e bem fundamentada nas declarações das
Sagradas Escrituras, relacionando-se com o período da construção do
Templo, antes da morte do arquiteto-chefe; o Grau da Marca nos ensina
que "a educação é o prêmio do trabalho e contém uma mensagem
dramática, de que a fraude nunca poderá ser bem-sucedida".

Autor Ir.'.Wagner Veneziani Costa (Grão Mestre Assistente da Grande
Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil)

'A-HAM' ou 'HUM-HUM'

Tarde da noite, já estavam deitados, quando...

MULHER : Se eu morresse você casava outra vez?
MARIDO: Claro que não!
MULHER : Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
MARIDO: Claro que gosto!
MULHER: Então por que é que não casava de novo?
MARIDO: Está bem, casava...
MULHER: (com um olhar magoado) Casava?
MARIDO: Casava. Só porque foi bom com você...
MULHER : E dormiria com ela na nossa cama?
MARIDO: Onde é que você queria que nós dormíssemos?
MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
MARIDO : É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
MARIDO: Não. Ela não dirige...
MULHER: !!!! (silêncio)
MARIDO : ( em pensamento ) Fudeu !!!

MORAL DA HISTÓRIA:
JAMAIS prolongue um assunto com uma mulher...
apenas abane a cabeça ou diga 'A-HAM' ou 'HUM-HUM'.

Kawasaki Versys 1000

Motor: A gasolina, quatro tempos, refrigeração líquida, 1.043 cm³,
quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, injeção
eletrônica e ignição digital.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente selada.
Potência máxima: 118 cv a 9.000 rpm.
Torque máximo: 10,4 kgfm a 7.700 rpm
Diâmetro e curso: 77 mm X 56 mm.
Taxa de compressão: 10,3:1.
Suspensão: Garfo telescópico invertido de 43 mm com retorno e
pré-carga da mola ajustáveis. Monoamortecedor com retorno e pré-carga
da mola ajustáveis.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 180/55 R17 atrás.
Freios: Disco duplo de 300 mm em formato margarida, pinça com pistão
duplo na frente e Disco simples de 250 mm em formato margarida, pinça
com pistão simples
Dimensões: 2,23 metros de comprimento total, 0,90 m de largura, 1,40 m
de altura, 1,52 m de distância entre-eixos e 0,84 m de altura do
assento.
Peso em ordem de marcha: 239 kg.
Tanque do combustível: 21 litros.
Produção: Manaus, Brasil.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2012.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Veiculo Novo

Alguém conhece a marca desse veículo?

Tentamos saber, procuramos com nossos amigos mecânicos, mas ninguém
identificou!!!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Leaving Facebookistan

Leaving Facebookistan
Posted by Steve Coll


I established a Facebook account in 2008. My motivation was ignoble: I
wanted to distribute my journalism more widely. I have acquired since
then just over four thousand "friends"—in Afghanistan, Pakistan,
India, the Middle East, and of course, closer to home. I have
discovered the appeal of Facebook's community—for example, the
extraordinary emotional support that swells in virtual space when
people come together online around a friend's illness or life
celebrations.

Through its bedrock appeals to friendship, community, public identity,
and activism—and its commercial exploitation of these values—Facebook
is an unprecedented synthesis of corporate and public spaces. The
corporation's social contract with users is ambitious, yet neither its
governance system nor its young ruler seem trustworthy. Then came this
month's initial public offering of stock—a chaotic and revealing
event—which promises to put the whole enterprise under even greater
pressure.

There are many reasons to be skeptical about Facebook's I.P.O., which
raised $16 billion for the company. For investors, as my colleague
John Cassidy has pointed out, the company's founders and early
investors are likely to do better with this much-hyped event than
individual investors. The offering itself was as visible a disaster as
a lead underwriting bank (in this case, Morgan Stanley) has turned in
for some time: Facebook shares have fallen by more than ten per cent;
there were trading screwups by Nasdaq; and lawsuits and regulatory
investigations into whether Morgan and Facebook properly shared
information with investors have already started.

This launch-pad explosion is also one more reason to be wary of what
my colleague James Surowiecki has analyzed: Facebook's two-tiered
corporate-governance system, which ensures that founder Mark
Zuckerberg retains firm control, and can't be easily challenged by
dissident shareholders, even if he steers badly off course, as highly
self-confident men in their late twenties sometimes do.

Those are reasons for investors to be doubtful; at least as worrying
is what the I.P.O.-palooza signals about Facebook's sovereignty over
citizens, here and abroad. Facebook has become a public square of
global importance. By the end of the summer, it may have more than a
billion users, or about fifteen per cent of the world's population.
Some of these people are restive and see Facebook as a substitute
public space for speech and dissent that their own authoritarian
regimes don't provide. Facebook users have already helped to foment
revolution in some places (Egypt and Tunisia) and are still trying, at
great cost, to overthrow one of the Middle East's most brutal regimes.

Within the United States, Facebook is a venue for all sorts of issue
and political campaigns. And yet, on the site, as a practical matter,
what speech is permitted or banned is determined largely by Facebook's
terms of service. The terms function as a corporate constitution
binding users to the provider's conception of what speech is
acceptable. My colleague at the New America Foundation, Rebecca
MacKinnnon, in her recent book "Consent of the Networked," calls this
realm "Facebookistan." Once Facebook users sign on and accept the
terms of service, their postings are subordinate to the corporation's
rules, for as long as they choose to stay. In a place like Syria, the
Facebook rules users encounter are much more permissive than local
laws; in the United States, that is not so clear.

You might expect dense legalese, but the terms' language is clear and
soaring, echoing the tones of constitutional documents. Some of the
declaratory sentences lay out the commitments by Facebook's royal
"We." Others describe the obligations of the subject "You." The terms
are organized into sections, like articles. One entitled "Safety"
seems to self-consciously echo the Ten Commandments: "You will not
bully, intimidate, or harass any user…. You will not post content
that: is hateful, threatening or pornographic; incites violence; or
contains nudity or graphic or gratuitous violence." And there is this
hint of Facebook's expansive authority: "You will not encourage or
facilitate any violations of this Statement."

The terms obfuscate Facebook's business strategies in such simple
language that the deception—the sense of what is being left out—is
almost poetic: "Sometimes we get data from our advertising partners,
customers, and other third parties that helps us (or them) deliver
ads, understand online activity, and generally make Facebook better."

Facebook has made jarring mistakes as its leaders have learned what it
means to run a profit-motivated political and public forum. In 2009,
for example, the corporation exposed Iranian dissidents to danger by
unilaterally changing privacy rules that allowed the Iranian
authorities to see the identities of activists' online friends. The
error was corrected quickly, but in general, Facebook has encouraged
its users to accept greater and greater losses of privacy. Zuckerberg
believes the world will be better off if it adopts "radical
transparency," as the journalist David Kirkpatrick put it in his book,
"The Facebook Effect."

Zuckerberg's business model requires the trust and loyalty of his
users so that he can make money from their participation, yet he must
simultaneously stretch that trust by driving the site to maximize
profits, including by selling users' personal information. The I.P.O.
last week will exacerbate this tension: Facebook's huge valuation now
puts pressure on the company's strategists to increase its
revenue-per-user. That means more ads, more data mining, and more
creative thinking about new ways to commercialize the personal,
cultural, political, and even revolutionary activity of users.

There is something vaguely dystopian about oppressed peoples in Syria
or Iran seeking dignity and liberation inside a corporate sovereign
that is, for its part, creating great wealth for its founders and
asserting control over its users.

Facebook is hardly the only corporation managing these sorts of
dilemmas—Google is a target of investigations seeking greater
information about how it manages customer information it collects,
about which it has sometimes been opaque, and it too has broken trust
with users. Facebook points out that it has been responsive to revolts
and protests from within. Zuckerberg proudly told Kirkpatrick that he
revelled in the ways Facebook's users had forced him to become more
democratic: "History tells us that systems are most fairly governed
when there is an open and transparent dialogue between the people who
make decisions and those who are affected by them. We believe history
will one day show that this principle holds true for companies as
well."

That is a laudable conception. Yet for now, at least, Facebook
concedes to its users only when it judges that it is in the
corporation's interest to do so; what user votes and consultations
there may be are purely advisory. As MacKinnon observes, this system
suggests the political control strategies of the Chinese Communist
Party: periodic campaigns of state-managed openness and managed local
democracy.

While talking to varied audiences recently about my new book (warning:
marketing ahead), "Private Empire: ExxonMobil and American Power," I
have been reminded how uneasy Americans from of all ideological
orientations are about corporate power and sovereignty these days.
They believe in capitalism and market efficiencies, to be sure, but
they fear heavily concentrated private power, especially where it
encroaches on their economic and personal choices. They ask, "What
should we do?"

Perhaps it starts with exercising citizenship. I have decided to
exercise mine—in Facebookistan, that is. This seems the right time to
leave such a crowded and volatile public square.

It takes a while to find it, but if you are a Facebook user, there is
a small settings button entitled "deactivate account." If you click,
Facebook displays the faces of people "who will miss you." If you are
determined nonetheless to depart, and scroll further down, you are
required to choose a "reason for leaving" before you are permitted to
go. Unfortunately, "inadequate citizen rule" or "doubts about
corporate governance" are not among the choices. From the available
list, I went with "I don't feel safe on Facebook."

Farewell, Facebook friends. May you enjoy everywhere the full rights
of free citizens.

Illustration by Kate Prior.
.

Read more http://www.newyorker.com/online/blogs/comment/2012/05/leaving-facebookistan.html#ixzz1yokdefoj

Polícia de Berlim recebe nova frota de modelos exclusivos de motos da BMW

Há poucas semanas a BMW Motorrad entregou 20 novos modelos de motos BMW
R900RT "autoridade" motocicletas para a Polícia de Berlim.

Este modelo não está disponível para civis, foi especialmente concebido para
o uso por autoridades. Tem uma potência de 83hp e inclui várias instalações
personalizadas solicitada pela polícia de Berlim, incluindo a tecnologia de
rádio digital especial.

Os titânio de prata metálica da cor das motos são marcadas com azul e alta
fita refletora para lhes permitir serem vistos de longe na estrada. A
colaboração entre a Polícia de Berlim e a BMW Motorrad tem uma longa
tradição.

Polícia e outras autoridades em todo o mundo, usam produtos da BMW, em
média, 3.500 veículos BMW são fornecidos a cada ano para as autoridades em
mais de 150 países.

"A fábrica da BMW em Berlim constrói motos especificamente para a polícia,
alinhando às necessidades especiais de policiais mobilizados", disse o
gerente da fábrica Hermann Bohrer.

No Brasil não temos informações sobre uso de motos ou carros especiais e
exclusivos BMW para autoridades, você já viu algum nas ruas do país? Da
Harley Davidson temos motos rodoviárias e de escolta... Mas, quem sabe em
breve as máquinas bavárias aparecem por ai sendo pilotadas por policiais...

Foto:
http://www.rockriders.com.br/arquivos/Image/noticias7/policia_berlim.jpg

Fonte: Policarpo Jr - RockRiders.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Kawasaki Ninja 650R 2013 completamente renovada

por Daniel Ribeiro em 20/06/2012 03:20

A Kawasaki apresentou no Brasil a nova versão da Ninja 650R, completamente
renovada na versão 2013.

Com novo chassi, novas suspensões, novas carenagens, novo painel e motor
modificado, a Ninja 650R é uma sport-turing completíssima. Muito versátil,
pode ser usada tanto no dia-a-dia quanto quanto passeios de final de semana
e viagens mais longas.

Nesta versão 2013, a Moto foi completamente renovada. Tal qual a sua irmã
pelada, a ER-6n 2013, a Ninja 650R 2013 ganhou um novo chassi de treliça,
tendo ficado um pouco mais curto, abaixado um pouco a altura do assento e
ganhado rigidez, para garantir movimentos precisos em qualquer situação.

O quadro elástico (balança) é feito dos mesmos tubos que o quadro, e
alinhado perfeitamente a coluna principal, conferindo um visual único para a
moto, que só é interrompido pelo amortecedor traseiro praticamente
horizontal, localizado na lateral direita da moto.

A suspensão dianteira continua convencional com tubos de 41mm de diâmetro,
assim como o amortecedor traseiro, de montagem quase-horizontal. Mas o curso
foi ligeiramente aumentado, privilegiando o conforto.

O motor bicilíndrico de 649cc refrigerado a líquido continua privilegiando o
torque em média rotação, mas agora apresenta uma curva de torque maior
ainda, que faz o torque aparecer ainda mais, graças ao novo sistema de
exaustão, que privilegia grande vazão em alta rotação mantendo boa
compressão em baixa rotação.

O motor é o mais compacto da categoria, e aliado ao novo quadro, faz da
Ninja 650R uma moto bem estreita, tornando-a a mais versátil também.

Também são novidades as novas carenagens, com formas mais pontiagudas e
aerodinâmicas e o novo tanque de combustível ligeiramente maior. O painel
também é novo, com um grande mostrador digital para o velocímetro e com
tacômetro analógico logo acima.

O preço da Ninja 650R 2013 é de R$ 27.990,00 na versão sem ABS, e R$
29.990,00 na versão com ABS.

Ficha técnica

Motor
Tipo4 tempos, 2 cilindros paralelos, 8 válvulas, DOHC, refrigerado a líquido
e cárter seco.
Cilindrada649 cc
Diâmetro x Curso83,0 x 60,0 mm
Taxa de compressão10,8:1
Potência máxima72,1 cv @ 8.500 RPM
Torque máximo6,7 kgf.m @ 7.000 RPM
Marcha Lenta1.100 RPM +/- 100
Capacidade de óleo2,4 litros
Combustível
AlimentaçãoInjeção Eletrônica
Tanque de combustível16 litros
Eletrônica
IgniçãoECU/CDI
PartidaElétrica
Bateria12V 10Ah selada
Farois12V 55W H11 x2
Transmissão
EmbreagemMultidisco banhada a óleo
CâmbioManual sequencial de 6 marchas
Redução final15/46
Transmissão finalCorrente com o-ring
Quadro
TipoPerímetro em aço de alta rigidez
Dimensões
Comprimento2.100 mm
Largura770 mm
Altura1.180 mm
Distância mínima do solo130 mm
Distância entre eixos1.410 mm
Caster25°
Trail106 mm
Altura do assento805 mm
Peso em ordem de marcha209 kg (211 kg ABS)
Suspensão
DianteiraGarfo telescópico de 41mm de diâmetro, 120mm de curso.
TraseiraBraço oscilante monoamortecido, pré-carga da mola ajustável, 125mm
de curso.
Roda dianteiraDe liga leve, de 17 polegadas.
Roda traseiraDe liga leve, de 17 polegadas.
Pneu dianteiro120/70 ZR17 58W (sem câmara)
Pneu traseiro160/60 ZR17 69W (sem câmara)
Freio dianteiroDois discos flutuantes em formato de pétala e ventilados, de
300 mm, mordido por duas pinças flutuantes de 2 pistões cada. Com ABS
opcional.
Freio traseiroDisco único ventilado em formato de pétala, de 220 mm, mordido
por pinça de 1 pistão, com ABS opcional.
Preço sugerido (2013)R$ 27.000,00 Standard, R$ 29.000,00 ABS.
Cores (2013)Verde, Vermelha ou Preta

Fonte:
Motoblog.com.br

Hayabusa ultrapassa 400 Km/h na Inglaterra

O piloto Mike Grainger, 51 anos, quebrou um novo recorde de velocidade com
uma Suzuki GSX-R 1300 Hayabusa, 401 Km/h!

A moto, originalmente fabricada em 2000, foi calçada com pneus especiais
Avon Storm 2 Ultra e teve motor preparado e equipado com um turbo compressor
para chegar a mais de 500 CV na roda traseira.

"Foi impressionante!", comentou Mike Grainger, "Não se sente tanto a
velocidade, mas a aceleração. A roda dianteira fica praticamente o tempo
todo sem tocar o chão quando a moto acelera".

Fonte: sobremotos.com.br

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