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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fwd: [MCBDA] Mercado de motos tem segundo melhor janeiro

Segundo dados divulgados pela Fenabrave (federação das
concessionárias), a venda de motocicletas em janeiro atingiu a segunda
melhor marca da história no primeiro mês do ano – perdendo apenas para
janeiro de 2008, antes da crise financeira mundial.

Com 142.222 unidades emplacadas, o setor confirma a previsão dos
fabricantes de que o mercado deve voltar a crescer no mesmo ritmo pré
crise. A marca também mostra crescimento de 6,91% em relação a janeiro
de 2011, quando 133.024 unidades foram comercializadas – porém, se
comparado a dezembro passado (193.510 unidades) houve queda de 26,5%.

De acordo com a MB associados, empresa que presta consultoria para a
Fenabrave, o mercado de motos deve superar dois milhões de motos
emplacados em 2012.

Fonte: moto.com.br

Harley-Davidson lança nova moto da família Softail

A Harley-Davidson lançou nos Estados Unidos uma nova motocicleta na
família Softail, a Softail Slim. Com pneu traseiro discreto e poucos
elementos cromados, o nome Slim foi adotado para batizar um modelo
custom que promete discrição e bom gosto.


O assento é específico da Slim e fica apenas a 65 cm de altura em
relação ao solo para oferecer uma posição de condução característica
das motos bobbers. Já o motor é um Twin Cam 103B com 1.690 cm³ de
capacidade e refrigerado a ar.


Outras características do modelo são: câmbio de seis marchas,
escapamento shotgun, velocímetro eletrônico, detalhes por toda moto em
preto metálico e fosco, e ainda os freios ABS de série. O preço ainda
não foi divulgado.


Fonte: moto.com.br

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

GRUPOS MAÇÔNICOS NÃO RECONHECIDOS

Relação incompleta de grupos maçônicos no Brasil não reconhecidos pelo
Grande Oriente do Brasil - GOB, pela Confederação da Maçonaria
Simbólica do Brasil - CMSB (Grandes Lojas) e pela Confederação
Maçônica do Brasil - COMAB (Grandes Orientes estaduais):

1. Academia Maçônica do Estado de São Paulo
2. Academia Superior Maçônica do Brasil
3. Confederação da Maçonaria Universal Unida no Brasil - COMUB
4. Grande Loja Arquitetos de Aquário - GLADA
5. Grande Loja Brasileira - GLB
6. Grande Loja Carbonária do Brasil
7. Grande Loja da Maçonaria Egípcia - GLOMEB
8. Grande Loja do Brasil - GLOB
9. Grande Loja dos Maçons Antigos do Rito Schröder do Rio Grande do
Sul - GLOMARS
10. Grande Loja Feminina da Amazônia
11. Grande Loja Maçônica Feminina do Brasil
12. Grande Loja Maçônica Mista do Brasil
13. Grande Loja Maçônica Unida de São Paulo
14. Grande Loja Maçônica Unida do Piauí
15. Grande Loja Mista do Rito de Memphis-Misraim
16. Grande Loja Regular Brasileira
17. Grande Loja Regular de São Paulo
18. Grande Loja Regular do Paraná
19. Grande Loja Regular do Rio Grande do Sul
20. Grande Loja Simbólica Maçônica Brasileira - GLOSMAB
21. Grande Loja Simbólica Nacional Brasileira - GLSNB
22. Grande Loja Unida de Maçons Antigos, Livres e Aceitos do Estado do
Rio de Janeiro
23. Grande Loja Unida de Minas Gerais
24. Grande Loja Unida de Pernambuco
25. Grande Loja Unida de São Paulo (GLUSP)
26. Grande Loja Unida do Paraná
27. Grande Loja Unida Sul Americana - GLUSA
28. Grande Maçonaria Mista da Bahia - GMMB
29. Grande Oriente da Franco Maçonaria Mista do Estado do Rio Grande do Sul
30. Grande Oriente da Maçonaria do Espírito Santo
31. Grande Oriente do Rito Antigo e Primitivo de Memphis- Misrain
32. Grande Oriente Independente Misto do Rio Grande do Sul
33. Grande Oriente Lusitano no Brasil
34. Grande Oriente Maçônico Cristão do Brasil - GOMCB
35. Grande Oriente Maçônico do Brasil - GOMB
36. Grande Oriente Maçônico Pan-americano - GOMP
37. Grande Oriente Nacional "Glória Do Ocidente" do Brasil
38. Ordem Maçônica Mista Internacional "Le Droit Humain" (O Direito
Humano) – Federação Brasileira
39. Ordem Maçônica Mística e Esotérica do Brasil – OMMEB
40. Poderosas Lojas Maçônicas Independentes do Brasil
41. Supremo Conselho Independente da Maçonaria do Brasil
42. União Mineira de Lojas Maçônicas Independentes - UNILOJAS
*Lojas independentes, livres, etc., que não se congregam em
qualquer tipo de associação

(Pesquisa e compilação: Hideraldo A. Teodoro M.'.I.'.)


CRITÉRIOS DE REGULARIDADE MAÇÔNICA

Princípios Fundamentais para o Reconhecimento de Potências Maçônicas

1º – A Regularidade de origem: uma Grande Loja ou Grande Oriente
deverá ser regularmente fundado por uma Grande Loja ou Grande Oriente
devidamente reconhecido, ou por pelo menos três Lojas regularmente
constituídas;
2º – A crença no G.A.D.U. e em sua vontade revelada são condições
essenciais para a admissão de novos membros;
3º – Todos os iniciados devem prestar sua Obrigação sobre o Livro da
Lei Sagrada, ou com os olhos fixos sobre este Livro aberto, pelo qual
é expressa a revelação do Alto, pela qual a consciência do indivíduo
que se inicia está irrevogavelmente ligada;
4º – A Grande Loja e as Lojas, particularmente, serão compostas apenas
por homens; também não poderão manter relações com Lojas mistas ou
femininas;
5º – A Grande Loja exercerá o seu poder soberano sobre as Lojas de sua
jurisdição, possuindo autoridade incontestável sobre os três graus
simbólicos, sem qualquer subordinação a um Supremo Conselho ou a uma
Potência que reivindique um controle ou vigilância sobre esses graus,
nem repartirá sua autoridade com estes órgãos;
6º – As Três Grandes Luzes (Livro da Lei, Esquadro e Compasso) serão
sempre expostas nos trabalhos da Grande Loja e das Lojas de sua
jurisdição; a principal Luz é o Livro da Lei Sagrada;
7º – As discussões de ordem religiosa e política são interditadas nas Lojas;
8º – Os princípios dos Antigos Landmarks, costumes e usos da
Maçonaria, serão estritamente observados.
Outros critérios:

Regularidade de Origem

Um Grande Oriente ou Grande Loja necessita, para ser
regular, do reconhecimento e da transmissão da Tradição por outro
Grande Oriente ou Grande Loja previamente regular junto às outras
Potências, tendo assim uma Regularidade de Origem;

Respeito às antigas regras

A principal regra a ser seguida é a Constituição de
Anderson, de 1723, formulada por Anderson, Payne e Desagulliers, para
a recém-fundada Grande Loja de Londres. Pode-se, no entanto, levantar
cinco pontos fundamentais para Regras que devam ser respeitadas:

Absoluto respeito aos antigos deveres, que estão reunidos em forma de
Landmarks;
Só é possível aceitar homens livres, respeitáveis e de bons costumes
que se comprometam a por em prática um ideal de Liberdade, Igualdade e
Fraternidade;
Ter sempre como objetivo o aperfeiçoamento do Homem, e como
conseqüência, de toda a Humanidade;
A Maçonaria exige de todos os seus membros a prática escrupulosa dos
Rituais, como modo acesso ao Conhecimento, através de práticas
iniciáticas que lhe são próprias;
A Maçonaria impõe a todos os seus membros o mais absoluto respeito às
Opiniões e crenças de cada um, proibindo categoricamente toda
discussão, proselitismo ou controvérsia política ou religiosa em suas
Lojas.
Reconhecimento

Além das condições anteriores, para que uma Obediência seja
regular, ela deve ser reconhecida por outras, geralmente após um tempo
de observação. No entanto o reconhecimento não é incondicional, pois
caso o Grande Oriente ou Grande Loja desvie-se destes preceitos, ele
deixa de ser regular, perdendo o reconhecimento.

Algumas Potências Maçônicas foram interditadas por ferirem
alguns destes preceitos, tal qual o Grande Oriente da França por ser
político-partidário e retirar as menções ao Grande Arquiteto do
Universo de seu ritual, além de aceitar a iniciação de ateus.


Leia mais: http://arlspentalpha.webnode.com.br/pot%c3%aancias%20regulares%20e%20reconhecimento%20mutuo/

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A Lâmpada do Átrio

-- Venerável Mestre, peço a palavra!


-- Podeis falar, Irmão Cobridor.


-- Venerável Mestre, Irmão 1º Vigilante, Irmão 2º Vigilante, Irmão
etc., etc., etc., etc., etc.,...


-- Irmão Cobridor, podeis falar, por favor!


-- Venerável Mestre; há tempos notei, mais precisamente há um ano, que
uma das lâmpadas do Átrio está queimada. Peço a vossa sabedoria que
providencie a troca para que as luzes do Átrio não fiquem em
desarmonia, tendo uma de suas lâmpadas sem função.


-- Justificável a sua queixa e pedido, meu Irmão, mas, como o Irmão
sabe ao Venerável cabe a presidência da Oficina e qualquer coisa que
se faça, principalmente, envolvendo custos que onerem os Metais da
Loja, a assembléia tem que deliberar a respeito. Para isso concedo a
palavra aos Irmãos que queiram se manifestar sobre a proposta do
Irmão.


-- Venerável Mestre, peço a palavra!


-- Atenção, meus Irmãos o primeiro Obreiro se manifestará a respeito
da proposta do Irmão Cobridor para a troca da lâmpada queimada do
Átrio. Podeis falar, Irmão Orador.


-- Venerável Mestre Irmão 1º Vigilante, Irmão 2º Vigilante, Irmão
etc., etc., etc., etc., etc.,...


-- Meu Irmão, podeis falar, por favor; meus Irmãos, vamos dispensar
daqui em diante as fresc... desculpe, os tratamentos e citações de
praxe.


-- Venerável Mestre; a troca de uma lâmpada queimada no mundo profano
pode parecer uma coisa simples, mas não é em nossa Sacrossanta
Instituição, portanto, Venerável Mestre, peço a vossa sabedoria que
nomeie uma comissão especial para apresentar um parecer sobre a
substituição da lâmpada do Átrio, considerando; 1º - saber as causas
da queima da lâmpada; 2º - como retirar a lâmpada queimada sem perda
fluídica que a mesma gerou em toda sua existência; 3º - como instalar
a nova lâmpada sem que haja rejeição metafísica pelo desequilíbrio de
fótons no ambiente do Átrio; e, finalmente, que haja o máximo cuidado
com relação às origens da Lâmpada a ser adquirida.


-- Bem pensado, meu Irmão. O Irmão sempre nos brinda com seus
conhecimentos, vamos escolher os membros da comissão com o máximo
cuidado e informaremos sobre as suas recomendações.


-- Venerável Mestre, peço a palavra!


-- Ora! Muito bem. Vejo que mais um Irmão se dispõe a colaborar nesta
tarefa que engrandecerá o trabalho coletivo desta Oficina. Podeis
falar, Irmão Mestre Arquiteto.


-- Venerável Mestre; enalteço os cuidados do Irmão que solicitou a
Comissão Especial para a substituição da Lâmpada queimada do Átrio e,
ressalvo, que cuidados outros especiais também devemos ter nesta
tarefa técnico-mística, a saber: a logística. Temos um Irmão no quadro
da Oficina que exerce a profissão de engenheiro eletricista e que
poderá fornecer uma lista completa das ferramentas e outros
utensílios, bem como, materiais de consumo necessários a operação e o
tipo da escada, uns dos símbolos mais importantes de nossa Ordem.


-- Muito bem, meu Irmão. Com certeza nosso Irmão Engenheiro
eletricista aceitará de muito bom grado esta gloriosa oportunidade de
colaborar com seus préstimos. Só estou preocupado com esta escada.
Pode ser de 33 degraus?


-- Creio que não, Venerável Mestre, é muito longa. Pediremos uma,
emprestada, aos Irmãos do Rito Moderno, eles tinham uma escada de sete
degraus, agora tem uma de nove; mas, serve.


-- Hummm.. Sei não... Esse Rito é meio estranho.


-- É uma questão de raciocínio Venerável Mestre.


-- Tá bom! Tá bom... Deixa isso prá lá.


-- Venerável Mestre, peço a palavra.


-- Podeis falar, Irmão 1º Vigilante.


-- Venerável Mestre; vejo a grande importância em que está se tornando
o evento e, isso exige que sejam apresentadas Peças e Arquiteturas
antes de sua realização. Portanto, solicito aos nossos Irmãos
Aprendizes que façam uma pesquisa no Google sobre a iluminação do
Templo e suas nuances, influências psicossomáticas e espirituais.


-- Ora, muito bem Irmão 1º Vigilante. Irmãos Aprendizes; debrucem com
todas suas forças para copiar e colar o material pesquisado sobre este
magnífico tema apresentado pelo nosso Irmão 1º Vigilante e, que as
Peças de Arquitetura estejam prontas antes da data marcada para a
troca da lâmpada do Átrio.


-- Venerável Mestre, peço a palavra.


-- Podeis falar Irmão Mestre de Cerimônias.


-- Venerável mestre, estive certo dia em outra Loja de outra
Obediência e notei que havia no Átrio uma lâmpada colorida e se
colocássemos uma lâmpada desse tipo...


-- Venerável mestre o Irmão Mestre de Cerimônias está tentando
enxertar em nosso Templo uma lâmpada de outro Rito! Isso é um absurdo!
Irá macular o nosso sacrossanto Átrio!


-- Calma meu Irmão Past Master. O Irmão Mestre de Cerimônias está com
a palavra, deixemo-lo falar com a devida tolerância; podeis falar meu
Irmão.


-- Bem... Venerável Mestre, de fato a lâmpada é de outro Rito, mas, é
tão bonitinha imaginei que na hora que fizermos aquele quarto de hora
de preleções no átrio - que representa o purgatório de nossos pecados,
pois como todos dizem, lá deixamos tudo que é coisa ruim antes de
entrarmos no Templo, poderemos acender unicamente esta Lâmpada; nela
concentraremos todas as nossas paixões e vícios para lá fora as
deixarmos.


-- Veja, Irmão Past Master, a sugestão do Irmão Mestre de Cerimônias
se justifica. Entraremos no Templo puros e limpos. E, ao sairmos e
apagarmos aquela lâmpada, iremos recolher de volta tudo que lá
deixamos, percebeu? Os Irmãos que aprovam que a lâmpada substituta
seja... Que cor será a lâmpada, meu Irmão?


-- Vermelha, Venerável Mestre.


-- Os Irmãos que aprovam que a lâmpada substituta seja vermelha,
fiquem como estão. Aprovado, meus Irmãos.


-- Venerável Mestre, peço a palavra.


-- Podeis falar Irmão Hospitaleiro.


-- Venerável Mestre; como Vossa Sabedoria disse no início dos debates,
sobre a troca da Lâmpada queimada do Átrio, há custos. Sugiro,
portanto, que os Irmãos sejam mais bondosos em suas participações no
Tronco de Solidariedade, até o dia agendado para a realização do
evento para com isto obtermos a verba necessária para a realização do
evento. Sabemos que o produto do Tronco é para socorrer as Viúvas e
aqueles que batem em nossa porta em busca de auxílio, mas, sabemos
também, que sempre há e haverá exceções para outras necessidades que
se apresentam importantes como os ágapes, a aquisição de medalhas, a
confecção de diplomas e outros mimos. Por isso nada há de errado em
usarmos os metais do Tronco para o evento ora em planejamento.


-- Meus Irmãos; ouvistes as sábias palavras do Irmão Hospitaleiro.
Assim, peço aos Amados Irmãos que não colaboram apenas com os
costumeiros dois reais, lembrem que dependendo dos recursos obtidos
faremos uma plaqueta para colocar no Átrio com os nomes de todos
aqueles que participaram de memorável ato e, para fique registrado no
livro da história da Loja.

(Bateria incessante – Aplausos)


-- (Depois de simular lagrimas e grande pausa para aumentar os aplausos)


__ Oh... meus Irmãos; não sou merecedor de tamanho louvor. Muito
obrigado, falta-me as palavras... sniff.. (Mais aplausos)


Autor desconhecido!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Quebrando a Egrégora

por Ir Ubyrajara de Souza Filho

Pertenço ao grupo de irmãos que citou várias vezes "egrégora" em suas
"Peças de Arquitetura", inclusive em livro editado: em um tópico sobre
a "Cadeia de União". Os depoimentos de vários irmãos e as leituras de
diversos textos destacando os benefícios daquela forma de energia e de
seus efeitos sobrenaturais marcaram um significativo período de minha
vida maçônica.

Entretanto, com o passar dos anos, persistindo em minha caminhada pela
"busca da verdade‟, depararei com diversos textos, estudos e opiniões
de outros pesquisadores maçônicos contestando o disseminado conceito
de "egrégora‟. Diante de minha inquietude, resolvi arregaçar as mangas
e realizar uma pesquisa pessoal sobre o tema.

Debrucei-me sobre vários textos: artigos, livros, citações etc.
(maçônicas e não maçônicas), e procurei o "confronto‟ entre os
pensadores. Em nome da verdade, devo admitir que não encontrei
absolutamente nada que comprove, justifique ou explique de forma
coerente e racional a existência das "egrégoras".

Inicialmente, vale o registro de que não encontrei o termo "egrégora"
em nenhuma passagem nas versões na língua portuguesa de alguns
principais Livros Sagrados que pesquisei: a Bíblia (católica e
protestante), o Torá, o Bhagavad-Gita e o Alcorão; e nem em livros
referentes ao kardecismo ("O Evangelho segundo Kardec") e budismo ("A
Bíblia do Budismo").

Nenhuma dessas obras relacionadas fazem qualquer citação ao termo
"egrégora". Da mesma forma, afirmo que nenhum dos rituais maçônicos
que tive acesso, nos três graus simbólicos: Schröder, REAA, YORK,
Brasileiro e Moderno, assim como os rituais dos Altos Graus do REAA e
do Brasileiro, em nenhum deles, aparece a citação do termo "egrégora‟,
muito menos de suas benesses.

Após complementar a pesquisa com diversas consultas à internet,
conclui que existe um consenso entre os irmãos que questionam o uso do
termo "egrégoras" na Maçonaria, de que o seu aparecimento no meio
esotérico remonta a 1824 com o ocultista Eliphas Levi que a definiu
como "capitães das almas", e que, posteriormente, teve o seu sentido
"adaptado‟ às diversas interpretações esotéricasmísticas-ocultistas
que foram agregadas à Maçonaria ao longo dos anos por autores
maçônicos franceses que, ao final do século XIX, insistiram em
transformar a Maçonaria em um braço esotérico do espiritismo, tal como
os seus antecessores ingleses insistiram em cristianizá-la.

As doutrinas que aceitam a existência das "egrégoras", de diferentes
formas, afirmam que elas estão presentes em todas as coletividades,
sejam nas mais simples associações, ou mesmo nas assembléias
religiosas,  "plasmada pelo  somatório de energias físicas, emocionais
e mentais dos membros do grupo, na forma de uma poderosa entidade
autônoma que adquire individualidade e interfere nas vidas e nos
destinos das pessoas, sendo capaz de realizar no mundo visível as suas
aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade
geradora".

Após ler e refletir bastante sobre o tema fiz algumas observações e
alguns questionamentos que divido com os irmãos. Não considero nenhum
absurdo aceitar que a reunião de várias pessoas, mentalizando e
direcionando os seus pensamentos para o alcance de um objetivo comum
possa gerar uma energia "positiva‟ que proporcionará "aos membros
desse grupo‟ uma sensação de bem estar, de alívio de tensão ou algo
similar; também aceito que o contato físico – como na Cadeia de União
– amplie essas sensações, pois serve para renovar e fortalecer o
companheirismo que deve existir entre os irmãos, relembrando-lhes
sempre que o objetivo primário da Maçonaria é nos unir de modo que
formemos um só corpo, uma só vontade e um só espírito.

Mas, como aceitar, ou crer, que a "energia‟ emanada de nossas mentes
possa plasmar uma "entidade‟ movida por vontade própria que irá
interferir – para o bem ou para o mal – nas vidas e nos destinos das
pessoas? Ou que seja capaz de realizar no mundo visível as suas
aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora.
Como isso poderia acontecer sem considerarmos o fator "sobrenatural‟?

Aceitar tal fato, sem questionamento, é fugir do racional. É mais
lógico fundamentar essa crença à interferências de conceitos
superficiais ou subjetivos ligados a superstição, que não necessitam
ser demonstrados, mas nos proporcionam uma falsa sensação de
segurança. A maçonaria nos orienta a não nos entregarmos às
superstições; logo, não podemos desprezar a lógica e a razão aceitando
passivamente ilusórias promessas de felicidade e proteção advindas de
"entidades‟ sobrenaturais plasmadas  em nossas sessões.

Concluindo, entendo que as chamadas "egrégoras" são quimeras
sustentadas por forças motivadoras da superstição, e como tal se deve
evitar a utilização dessa expressão na maçonaria, de modo a não
contribuirmos à perpetuação e validação de uma falsa "entidade
psíquica‟ gerada pela equivocada crença no desconhecido, que, na
verdade, camufla a necessidade de mantermos um controle racional sobre
os nossos temores. Mas essa decisão é pessoal e passa pela
conscientização de cada um.

O maçom deve ser livre para investigar a verdade, crer naquilo que
melhor lhe confortar, e deve utilizar as suas  "descobertas‟  para o
seu próprio crescimento pessoal. As palavras, e até mesmo os
equivocados conceitos por trás delas, se esvaecem ante o objetivo
maior da maçonaria de formar livres pensadores.

[1] Extraído do Informativo Maçônico "JB News nº 482".

Noite Feliz - origem da canção

Origem da canção "Noite Feliz" atrai turistas à Áustria:

(Folha de São Paulo)

Em 24 de dezembro, milhares de turistas irão mais uma vez para
Oberndorf, perto de Salzburgo (região central da Áustria), onde há 185
anos foi composta "Noite Feliz", uma das mais conhecidas canções
natalinas."Stille Nacht, Heilige Nacht" em alemão, "Noite Feliz" em
português, "Silent Night" em inglês, "Douce Nuit" em francês: hoje
traduzida para 330 idiomas, a canção de Natal austríaca foi criada por
acaso, quando quebrou o órgão da igreja do povoado de 6.000
habitantes.

Em 1818, dois dias antes do Natal, o antigo órgão da igreja de São
Nicolau, a paróquia do padre Joseph Mohr, parou de tocar. Para não
decepcionar os fiéis, o sacerdote pediu ao amigo Franz Xaver Gruber,
maestro e organista do vizinho povoado de Arnsdorf para compor uma
melodia para um texto de Natal que ele havia escrito dois anos antes.

Na Missa do Galo de 24 de dezembro, o padre Joseph Mohr, com sua bela
voz de tenor e que tocava violão, e Gruber, com sua bela voz de baixo,
interpretaram pela primeira vez, em alemão, a canção "Noite Feliz".

O fato era totalmente incomum na época, quando os textos religiosos
ainda eram escritos em latim. Mas Mohr achava que uma letra simples e
fácil de entender era o mais adequado para seus fiéis, na grande
maioria barqueiros e camponeses.

Em 1831, um coral que se dedicava a executar cantos populares
tiroleses incorporou a canção natalina do padre Mohr a seu repertório
durante uma viagem pela Rússia. Dali, a canção viajou para Nova York,
onde foi interpretada por um coral tirolês em 1839, mas onde seus
autores e sua origem permaneceram desconhecidos.

Trinta e seis anos depois, a corte prussiana, que procurava a
partitura original da canção, consultou o pároco de São Pedro de
Salzburgo que, para surpresa geral, disse que Mohr e Gruber, mortos no
anonimato em 1848 e 1863, respectivamente, eram os autores daquela
canção que tinha sido atribuída ao compositor austríaco Michael Haydn.

Hoje, Oberndorf vela para que os dois homens não sejam esquecidos. Em
1937 foi construída uma capela no mesmo local onde, no século
anterior, ficava a paróquia de São Nicolau, que foi destruída em 1913
por uma inundação. A ela foi dado o nome de "Noite Feliz" e em seus
vitrais aparecem os retratos de Mohr e Gruber.A capela é hoje uma
atração turística que recebe 150 mil visitantes por ano.

Mas, como a capela só tem capacidade para 20 pessoas, em 24 de
dezembro o padre Nikolaus Erber celebra a missa ao ar livre, visto que
tradicionalmente 7.000 pessoas acompanham a Missa do Galo em
Oberndorf.

Noite Feliz na 1º Guerra Mundial:

Finalmente parou de chover. A noite está clara, com céu limpo,
estrelado, como os soldados não viam há muito tempo. Ao contrário da
chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano.
O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de
morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos alemães e
britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo.

Entre eles está a terra de ninguém, assim chamada porque não se
sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os
lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de
árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas.

O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada.
Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por
socorro ou chamando pela mãe. Nada.

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se
alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez
centenas de vozes no escuro.

Cantam Stille Nacht, Heilige Nacht. Atônitos, os britânicos escutam a
melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo
quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz.
Em inglês, ela é conhecida como Silent Night; em português, foi
batizada de Noite Feliz. Quando a música acaba, o silêncio retorna.

Por pouco tempo.Good, old Fritz!, gritam os britânicos. Os Fritz
respondem com Merry Christmas, Englishmen!, seguido de palavras num
inglês arrastado: We not shoot, you not shoot!(Nós não atiramos, vocês
também não).

Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de dezembro de
1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e
esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações
entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a
frente ocidental que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços,
cruzando a França , soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias
as diferenças para trás.

A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu
ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo
igual antes. É o que diz o jornalista alemão Michael Jürgs em seu
livro Der Kleine Frieden im Grossen Krieg Westfront 1914: Als
Deutsche, Franzosen und Briten Gemeinsam Weihnachten Feierten (A
Pequena Paz na Grande Guerra Frente Ocidental 1914: Quando Alemães,
Franceses e Britânicos Celebraram Juntos o Natal, inédito no Brasil).

Quando chovia forte, a água batia na altura dos joelhos. Dormia-se em
buracos escavados na parede e era comum acordar assustado no meio da
noite, por causa das explosões ou de uma ratazana mordiscando seu
rosto. Durante o dia, quem levantasse a cabeça sobre o parapeito era
um homem morto. Os franco-atiradores estavam sempre à espreita (no
final da tarde, praticavam tiro ao alvo no inimigo e, quando
acertavam, diziam que era um beijo de boa-noite). O soldado
entrincheirado passava longos períodos sem ter o que fazer. Horas e
horas de tédio sentado no inferno. Só restava esperar e olhar para céu
onde não havia ratazanas nem cadáveres.

Ainda assim, era difícil imaginar o que estava por vir. Na noite do
dia 24, em Fleurbaix, na França, uma visão deixou os britânicos
intrigados: iluminadas por velas, pequenas árvores de Natal enfeitavam
as trincheiras inimigas. A surpresa aumentou quando um tenente alemão
gritou em inglês perfeito: Senhores, minha vida está em suas mãos.

Estou caminhando na direção de vocês. Algum oficial poderia me
encontrar no meio do caminho? Silêncio.

Seria uma armadilha? Ele prosseguiu: Estou sozinho e desarmado. Trinta
de seus homens estão mortos perto das nossas trincheiras.. Gostaria de
providenciar o enterro.

Dezenas de armas estavam apontadas para ele. Mas, antes que
disparassem, um sargento inglês, contrariando ordens, foi ao seu
encontro. Após minutos de conversa, combinaram de se reunir no dia
seguinte, às 9 horas da manhã.

No dia seguinte, 25 de dezembro, ao longo de toda a frente ocidental,
soldados armados apenas com pás escalaram suas trincheiras e
encontraram os inimigos no meio da terra de ninguém. Era hora de
enterrar os companheiros, mostrar respeito por eles ainda que a morte
ali fosse um acontecimento banal. O capelão escocês J. Esslemont Adams
organizou um funeral coletivo para mais de 100 vítimas. Os corpos
foram divididos por nacionalidade, mas a separação acabou aí: na hora
de cavar, todos se ajudaram.

O capelão abriu a cerimônia recitando o salmo 23. O senhor é meu
pastor, nada me faltará, disse. Depois, um soldado alemão,
ex-seminarista, repetiu tudo em seu idioma. No fim, acompanhado pelos
soldados dos dois países, Adams rezou o pai-nosso. Outros enterros
semelhantes foram realizados naquele dia, mas o de Fleurbaix foi o
maior de todos.

*(Este texto foi originalmente publicado na revista Aventuras na
História em março de 2004)

RITUAL: QUEM PRECISA DELE?

A resposta é curta: "nós precisamos."

Explicar porque, requer um pouquinho mais.

Em um sentido muito real, é o ritual da Maçonaria que faz o trabalho
da Maçonaria. Ritual é o canal através do qual a Maçonaria ensina.

Mas é mais que isto.

Porque o ritual é tão importante para a Maçonaria, é valioso tomar um
pequeno tempo para falar acerca da natureza do ritual em si mesmo e
porque é tão central para a vivência Maçônica.

Primeiro de tudo, ritual é uma virtual necessidade para todos os
humanos, de fato para quase todos os animais. Isto é tão verdadeiro
que todos cérebros humanos vem "equipados com circuitos" para
responder a ritual.

(Maravilhoso, ao seu próprio modo. Muito poucas coisas em seres
humanos são instintivas – quase tudo é comportamento aprendido. Mas a
resposta para ritual foi localizada por anatomistas na parte mais
antiga e primitiva do cérebro, bem acima da estrutura central do
cérebro, na mesma área que controla a atenção e as emoções. É tão
"natural" para nós como o amor, ou a agressão, ou a cooperação.)

Todos estamos engajados em ritual todo o tempo – nós somente não o
reconhecemos sempre. A maioria de nós tem uma rotina matinal, por
exemplo. Alguns de nós fazemos a barba antes do banho, alguns fazem a
barba após o banho e alguns se barbeiam enquanto se banham, mas,
qualquer que seja o modo, usualmente fazemos sempre do mesmo modo.

+ Ritual é uma ferramenta poderosa de ensinar

De fato, foi provavelmente a primeira ferramenta de ensinar. Sabemos
de rituais de caça entre algumas tribos, cujo propósito era ensinar os
jovens como caçar efetivamente. Mnemônicos (frases ou logos que nos
ajudam a lembrar coisas através de associações) são rituais, como é
aprender o alfabeto por cantar a canção do alfabeto. Os militares
desenvolvem muitos rituais (padrões de comportamento repetidos) para
ensinar os recrutas como manter armas.)

+ Ritual ajuda a nos dar um senso de identidade

Pode parecer estranho, mas pessoas freqüentemente definem a si mesmo
pelas suas ações (sou um vendedor, um mecânico, um professor,
projetista de moinhos, etc). Isto não é limitado ao que fazemos para
viver. Nossos rituais, nossas ações, dão um senso destacado de
realidade para nossas vidas. Nos sentimos "certos" ou "completos"
quando seguimos certos rituais.

+ Ritual ajuda o nosso preparo – nos ajuda a "entrar no clima" do que
vem a seguir

Se o evento é uma missa na igreja ou se é um jogo de futebol, a
maioria dos eventos repetitivos tem um ritual de algum tipo que ajuda
a dar o tom emocional.

E nos podemos ter um forte sendo de "erro" se estes foram violados –
se uma missa na igreja iniciou com uma banda de musica e dançarinas ou
se um jogo de futebol começou com uma procissão litúrgica, por
exemplo.

+ Ritual nos deixa condensar muito em pouco tempo

Ritual enriquece uma vivência por concentrá-la. Ao invés de envolver a
exposição completa, como uma palestra, ritual faz referencias a coisas
e nos deixa pensar acerca dela e preencher os detalhes por nós mesmos.
Para ilustrar com uma porção do ritual da igreja, considere última
linha da Doxologia – "Louvar o Pai, o Filho e o Espírito Santo."

O conceito de Trindade é um conceito muito difícil para a "fazer a
cabeça". Ao invés de dar muitas horas de discussão que seria
necessário para explorar este tópico, o ritual simplesmente o
menciona, e o deixa para nós elaborarmos o pensamento se estivermos
assim inclinados.

O ritual da Maçonaria envolve tudo isto e mais...

• O ritual da Maçonaria – a abertura e o fechamento, os Gráus, até o
ritual de votar – organiza os eventos e assegura que tudo aconteça
como deveria.

• Nos ajuda a definir nós mesmos como Maçons e estreita os laços
fraternais que nos unem como Irmãos. E este efeito é internacional e
trans-cultural. Sabemos que temos vivencias compartilhadas com Maçons
de todo o mundo.

• É uma ferramenta de ensinar – as lições e os valores da Maçonaria
são ensinados através do ritual e de símbolos.

• Ajuda a montar o tom e o clima da reunião – nos ajuda a remover da
mente as preocupações do mundo exterior e colocar foco nas grandes
verdades de natureza humana e espiritual.

• Ritual Maçônico obviamente condensa vivência. Contém elementos que
levantam questões importantes mas que deliberadamente são deixados
inexplorados porque quer que o Maçom pense sobre eles através de si
mesmo.

• Ritual Maçônico proporciona uma total extensão para os Maçons
explorarem os seus próprios interesses. Muitos dos meus melhores
amigos amam aprender e apresentar o ritual.

Eu mesmo me interesso em lidar com a interpretação do ritual e dos
símbolos que usa – e especialmente com os efeitos que o ritual é
projetado para produzir nas mentes dos iniciados e os modos nos quais
estes efeitos são produzidos.

Outros são especialmente interessados na história do ritual e os modos
que ele mudou e se desenvolveu através dos anos.

Um Maçom que conheço é interessado no ritual do ponto de vista de um
antropólogo cultural, e tem prazer em traçar os modos que o ritual se
relaciona com as grandes tradições iniciáticas da história.

E o ritual é grande o bastante e complexo o bastante para acomodar
todos estes interesses e muito mais.

Então, novamente, a resposta para a questão "De qualquer modo, quem
precisa de ritual?" é "Todos nós precisamos".

O ritual da Maçonaria atende muitas necessidades e muitos interesses.

Não é a mesma coisa que Maçonaria

- não mais quanto um sermão é a mesma coisa que uma igreja

- mas é um modo primário que nós ensinamos e aprendemos.

É a cola (cimento) que nos mantémos juntos. É importante. Nos faz sermos, nós.

W. Bro. Jim Tresner
[Extraido de "The Oklahoma Mason", Dezembro de 1997]

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Rumores de que a Harley Davidson fabricará motos menores e mais acessíveis

Será que é verdade?

Está rolando em alguns sites especializados em motocicletas, rumores
que a Harley Davidson está planejando fabricar motocicletas menores e
mais econômicas, do ponto de vista de preço do produto. A questão
começou a ser levantada após uma notícia publicada pela agência
internacional de notícias "Reuters".

A centenária marca americana já inova, produzindo modelos no Brasil e
na Índia, isso depois de mais de cem anos produzindo motocicletas
exclusivamente nos Estados Unidos, mas, segundo a marca, isso ocorre
devido aos altos impostos nesses dois países para se importar
motocicletas. Nada tem a ver com produção de motos mais baratas.


Na foto o modelo Sportster - atualmente a "porta de entrada" dos
consumidores para a marca. Mas pode ser que o modelo seja outro no
futuro...

Qualquer que sejam as novas decisões dos executivos da Harley Davidson
para o futuro da companhia, será interessante perceber como é que os
fãs da marca vão reagir a uma moto que poderá vir a ser bastante
diferente de tudo o que a HD disponibiliza atualmente aos seus
clientes. É esperar para ver...

Fonte: RockRiders.com.br

Deputado Jooji Hato quer derrubar veto à lei da garupa

Inacreditável o que esse deputado vem tentando fazer...

O deputado Jooji Hato do PMDB, foto ao lado, autor do projeto de lei
que proibiria o garupa em motos nos dias de semana, afirmou que vai
tentar derrubar o veto do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Conforme
o Metro adiantou ontem, Alkmin vetou integralmente o projeto, o que
enterrou também a possibilidade de que os motociclistas adotem coletes
e a inscrição das placas no capacete.

Segundo Hato, obter o apoio dos 48 deputados necessários para derrubar
o veto será a prioridade de sua agenda na Assembleia Legislativa em
2012.
Ontem, o governador ratificou o veto durante cerimônia de entrega de
320 motos para a PM. "A maneira de combater o crime é o reforço do
policiamento, que é o que nós estamos fazendo hoje", disse Alckmin.

Para Alckmin, não é correto punir a população que usa motos para se
locomover. Além disso, a assessoria jurídica do governo concluiu que a
proposta é inconstitucional, por tratar de assunto de competência do
governo federal.

Jooji Hato discorda. Segundo o deputado, a lei não é inconstitucional.
"Se fosse assim, as leis do cinto de segurança, rodízio e restrição à
circulação dos caminhões em horários de pico também deveriam ser
revogadas", afirmou.

O deputado também alega que o projeto já havia tido aprovação da
opinião pública, principalmente por questões de segurança. "A
população sabe que muitos assaltos a motoristas e em saída de banco
são praticados por garupas de moto, e por isso aprova a lei. O
governador deveria ter ouvido a sociedade", criticou.

Fonte: band.com.br e rockriders.com.br

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Erdinger Urweisse

ERDINGER Urweisse – um bom produto da Bavária

Aos fans de cerveja de trigo, ou Weiss podem comemorar!

Um cerveja particularmente forte, 5,2% ABV, de aroma pungente, um
distinto sabor de fermento, cravo e banana, característico das Weiss -
essas são as características da mais nova cerveja da família ERDINGER.

A receita da Urweisse data da fundação da cervejaria, há 120 anos, e
possui um distintivo sabor tradicional de cerveja Weiss, mais marcante
que sua irmã mais nova, a Erdinger Weiss, malte mais marcado e uma
lupulagem mais marcante, tendo sida fermentada apenas nos barris,
através de fermento especial Ale, de alta fermentação, diferentemente
da sua irmão, que também é refermentada na garrafa.

E sua aparência também é digna de importância, com um look especial,
mais dourado, com seu rótulo à antiga mostrando a bela torre de
Erding, garrafa tipo européia e seus copos que parecem ter sido feitos
à mão.

Uma boa escolha de cerveja, que encantará os que gostam de cerveja de
trigo, mostrando que existe cerveja além das do boteco...

Eu gostei...

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