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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Meu livro Serapião


E tá quase - já tem ISBN, já tem capa e tô esperando para colocar a ficha catalográfica e vender na Amazon!

Segue a sinopse:

Serapião e Hermóge são dois vaqueiros da Caatinga brasileira, e depois de uma série de infortúnios, decidem partir em uma epopeia para descobrir o mar no oeste em que o Sol se põe. Nesse caminho enfrentarão seres sobrenaturais, cansaço, fome, seus próprios corpos e pessoas reais. E o que fazer quando se perde tudo de mais valioso na vida? Quando as paisagens familiares perdem a cor, talvez não haja muitas alternativas, além de seguir em frente - e é isso o que fazem nossos viajores favoritos, mesmo quando não têm ideia do que vão encontrar nas próximas paragens. E, chegar ao mar, depois de tanta secura, chão rachado, desorientação e falta de perspectivas passa a ser, também, nosso sonho e nossa sina. Demonstrar nossas vulnerabilidades é um tremendo sinal de força - e esta é mais uma lição deixada pelos companheiros que protagonizam as páginas deste livro. Quando um demonstra o medo, o outro oferece a fé – seja em Deus, nalguma outra entidade, no destino ou no próprio irmão de vida. E momentos mágicos transcorrerão nessa aventura, em que viajaremos juntos aos dois, sensíveis, simples, sábios e parvos ao mesmo tempo, mas simplesmente maravilhosos. E verdadeiramente humanos.

E eu concebi esse livro a partir de uma foto licenciada que eu vi na Wikicommons e toda uma epopeia de fatos e assuntos em volta dela.

Quando o livro for publicado, postarei aqui no blog o link!

Estou louco para pegar o produto físico nas mãos e ver a obra materializada!


Férias

E acabaram-se minhas férias. Durante uma semana, eu e o Tomislav, marido croata da minha prima que vive lá, derrubamos 137 cervejas.

Dava 10 da manhã e ele dizia que estávamos já atrasados, e que já podíamos abrir uma latinha. E descobri que em croata também tem a palavra saideira - e que dura igual a nossa (nunca acaba).

Conversávamos de tudo: da Guerra da Croácia, da Guerra na Síria, da Segunda Guerra, de carro velho, de moto, de Maçonaria na Croácia (que muitos lá acreditam não existir), de cerveja (óbvio) e do Brasil, capivaras, vacas e praias.

E a gente tinha a vista para uma várzea onde andavam umas capivaras que ele adorava ficar vigiando. Eu disse para ele que ia fazer uma carteira de "Capivara Watcher", já que ele dava notícia sempre que ocorria alguma movimentação dos roedores que ele seguia de "dalekozor" (binóculos)..

Foi uma semana legal, mas intensa, já que meu cérebro precisa de mais processamento para ficar falando em inglês, português e croata durante uma semana, e chavear para as línguas certas na hora certa.

Agora preciso de férias pra descansar das férias... hahahaha

Mas valeu a companhia. Valeu Tommy!

(agora preciso de um regime de detox e emagrecimento para jogar fora todo o resíduo dessa farra)

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