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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Quebrando a Egrégora

por Ir Ubyrajara de Souza Filho

Pertenço ao grupo de irmãos que citou várias vezes "egrégora" em suas
"Peças de Arquitetura", inclusive em livro editado: em um tópico sobre
a "Cadeia de União". Os depoimentos de vários irmãos e as leituras de
diversos textos destacando os benefícios daquela forma de energia e de
seus efeitos sobrenaturais marcaram um significativo período de minha
vida maçônica.

Entretanto, com o passar dos anos, persistindo em minha caminhada pela
"busca da verdade‟, depararei com diversos textos, estudos e opiniões
de outros pesquisadores maçônicos contestando o disseminado conceito
de "egrégora‟. Diante de minha inquietude, resolvi arregaçar as mangas
e realizar uma pesquisa pessoal sobre o tema.

Debrucei-me sobre vários textos: artigos, livros, citações etc.
(maçônicas e não maçônicas), e procurei o "confronto‟ entre os
pensadores. Em nome da verdade, devo admitir que não encontrei
absolutamente nada que comprove, justifique ou explique de forma
coerente e racional a existência das "egrégoras".

Inicialmente, vale o registro de que não encontrei o termo "egrégora"
em nenhuma passagem nas versões na língua portuguesa de alguns
principais Livros Sagrados que pesquisei: a Bíblia (católica e
protestante), o Torá, o Bhagavad-Gita e o Alcorão; e nem em livros
referentes ao kardecismo ("O Evangelho segundo Kardec") e budismo ("A
Bíblia do Budismo").

Nenhuma dessas obras relacionadas fazem qualquer citação ao termo
"egrégora". Da mesma forma, afirmo que nenhum dos rituais maçônicos
que tive acesso, nos três graus simbólicos: Schröder, REAA, YORK,
Brasileiro e Moderno, assim como os rituais dos Altos Graus do REAA e
do Brasileiro, em nenhum deles, aparece a citação do termo "egrégora‟,
muito menos de suas benesses.

Após complementar a pesquisa com diversas consultas à internet,
conclui que existe um consenso entre os irmãos que questionam o uso do
termo "egrégoras" na Maçonaria, de que o seu aparecimento no meio
esotérico remonta a 1824 com o ocultista Eliphas Levi que a definiu
como "capitães das almas", e que, posteriormente, teve o seu sentido
"adaptado‟ às diversas interpretações esotéricasmísticas-ocultistas
que foram agregadas à Maçonaria ao longo dos anos por autores
maçônicos franceses que, ao final do século XIX, insistiram em
transformar a Maçonaria em um braço esotérico do espiritismo, tal como
os seus antecessores ingleses insistiram em cristianizá-la.

As doutrinas que aceitam a existência das "egrégoras", de diferentes
formas, afirmam que elas estão presentes em todas as coletividades,
sejam nas mais simples associações, ou mesmo nas assembléias
religiosas,  "plasmada pelo  somatório de energias físicas, emocionais
e mentais dos membros do grupo, na forma de uma poderosa entidade
autônoma que adquire individualidade e interfere nas vidas e nos
destinos das pessoas, sendo capaz de realizar no mundo visível as suas
aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade
geradora".

Após ler e refletir bastante sobre o tema fiz algumas observações e
alguns questionamentos que divido com os irmãos. Não considero nenhum
absurdo aceitar que a reunião de várias pessoas, mentalizando e
direcionando os seus pensamentos para o alcance de um objetivo comum
possa gerar uma energia "positiva‟ que proporcionará "aos membros
desse grupo‟ uma sensação de bem estar, de alívio de tensão ou algo
similar; também aceito que o contato físico – como na Cadeia de União
– amplie essas sensações, pois serve para renovar e fortalecer o
companheirismo que deve existir entre os irmãos, relembrando-lhes
sempre que o objetivo primário da Maçonaria é nos unir de modo que
formemos um só corpo, uma só vontade e um só espírito.

Mas, como aceitar, ou crer, que a "energia‟ emanada de nossas mentes
possa plasmar uma "entidade‟ movida por vontade própria que irá
interferir – para o bem ou para o mal – nas vidas e nos destinos das
pessoas? Ou que seja capaz de realizar no mundo visível as suas
aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora.
Como isso poderia acontecer sem considerarmos o fator "sobrenatural‟?

Aceitar tal fato, sem questionamento, é fugir do racional. É mais
lógico fundamentar essa crença à interferências de conceitos
superficiais ou subjetivos ligados a superstição, que não necessitam
ser demonstrados, mas nos proporcionam uma falsa sensação de
segurança. A maçonaria nos orienta a não nos entregarmos às
superstições; logo, não podemos desprezar a lógica e a razão aceitando
passivamente ilusórias promessas de felicidade e proteção advindas de
"entidades‟ sobrenaturais plasmadas  em nossas sessões.

Concluindo, entendo que as chamadas "egrégoras" são quimeras
sustentadas por forças motivadoras da superstição, e como tal se deve
evitar a utilização dessa expressão na maçonaria, de modo a não
contribuirmos à perpetuação e validação de uma falsa "entidade
psíquica‟ gerada pela equivocada crença no desconhecido, que, na
verdade, camufla a necessidade de mantermos um controle racional sobre
os nossos temores. Mas essa decisão é pessoal e passa pela
conscientização de cada um.

O maçom deve ser livre para investigar a verdade, crer naquilo que
melhor lhe confortar, e deve utilizar as suas  "descobertas‟  para o
seu próprio crescimento pessoal. As palavras, e até mesmo os
equivocados conceitos por trás delas, se esvaecem ante o objetivo
maior da maçonaria de formar livres pensadores.

[1] Extraído do Informativo Maçônico "JB News nº 482".

Noite Feliz - origem da canção

Origem da canção "Noite Feliz" atrai turistas à Áustria:

(Folha de São Paulo)

Em 24 de dezembro, milhares de turistas irão mais uma vez para
Oberndorf, perto de Salzburgo (região central da Áustria), onde há 185
anos foi composta "Noite Feliz", uma das mais conhecidas canções
natalinas."Stille Nacht, Heilige Nacht" em alemão, "Noite Feliz" em
português, "Silent Night" em inglês, "Douce Nuit" em francês: hoje
traduzida para 330 idiomas, a canção de Natal austríaca foi criada por
acaso, quando quebrou o órgão da igreja do povoado de 6.000
habitantes.

Em 1818, dois dias antes do Natal, o antigo órgão da igreja de São
Nicolau, a paróquia do padre Joseph Mohr, parou de tocar. Para não
decepcionar os fiéis, o sacerdote pediu ao amigo Franz Xaver Gruber,
maestro e organista do vizinho povoado de Arnsdorf para compor uma
melodia para um texto de Natal que ele havia escrito dois anos antes.

Na Missa do Galo de 24 de dezembro, o padre Joseph Mohr, com sua bela
voz de tenor e que tocava violão, e Gruber, com sua bela voz de baixo,
interpretaram pela primeira vez, em alemão, a canção "Noite Feliz".

O fato era totalmente incomum na época, quando os textos religiosos
ainda eram escritos em latim. Mas Mohr achava que uma letra simples e
fácil de entender era o mais adequado para seus fiéis, na grande
maioria barqueiros e camponeses.

Em 1831, um coral que se dedicava a executar cantos populares
tiroleses incorporou a canção natalina do padre Mohr a seu repertório
durante uma viagem pela Rússia. Dali, a canção viajou para Nova York,
onde foi interpretada por um coral tirolês em 1839, mas onde seus
autores e sua origem permaneceram desconhecidos.

Trinta e seis anos depois, a corte prussiana, que procurava a
partitura original da canção, consultou o pároco de São Pedro de
Salzburgo que, para surpresa geral, disse que Mohr e Gruber, mortos no
anonimato em 1848 e 1863, respectivamente, eram os autores daquela
canção que tinha sido atribuída ao compositor austríaco Michael Haydn.

Hoje, Oberndorf vela para que os dois homens não sejam esquecidos. Em
1937 foi construída uma capela no mesmo local onde, no século
anterior, ficava a paróquia de São Nicolau, que foi destruída em 1913
por uma inundação. A ela foi dado o nome de "Noite Feliz" e em seus
vitrais aparecem os retratos de Mohr e Gruber.A capela é hoje uma
atração turística que recebe 150 mil visitantes por ano.

Mas, como a capela só tem capacidade para 20 pessoas, em 24 de
dezembro o padre Nikolaus Erber celebra a missa ao ar livre, visto que
tradicionalmente 7.000 pessoas acompanham a Missa do Galo em
Oberndorf.

Noite Feliz na 1º Guerra Mundial:

Finalmente parou de chover. A noite está clara, com céu limpo,
estrelado, como os soldados não viam há muito tempo. Ao contrário da
chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano.
O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de
morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos alemães e
britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo.

Entre eles está a terra de ninguém, assim chamada porque não se
sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os
lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de
árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas.

O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada.
Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por
socorro ou chamando pela mãe. Nada.

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se
alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez
centenas de vozes no escuro.

Cantam Stille Nacht, Heilige Nacht. Atônitos, os britânicos escutam a
melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo
quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz.
Em inglês, ela é conhecida como Silent Night; em português, foi
batizada de Noite Feliz. Quando a música acaba, o silêncio retorna.

Por pouco tempo.Good, old Fritz!, gritam os britânicos. Os Fritz
respondem com Merry Christmas, Englishmen!, seguido de palavras num
inglês arrastado: We not shoot, you not shoot!(Nós não atiramos, vocês
também não).

Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de dezembro de
1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e
esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações
entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a
frente ocidental que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços,
cruzando a França , soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias
as diferenças para trás.

A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu
ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo
igual antes. É o que diz o jornalista alemão Michael Jürgs em seu
livro Der Kleine Frieden im Grossen Krieg Westfront 1914: Als
Deutsche, Franzosen und Briten Gemeinsam Weihnachten Feierten (A
Pequena Paz na Grande Guerra Frente Ocidental 1914: Quando Alemães,
Franceses e Britânicos Celebraram Juntos o Natal, inédito no Brasil).

Quando chovia forte, a água batia na altura dos joelhos. Dormia-se em
buracos escavados na parede e era comum acordar assustado no meio da
noite, por causa das explosões ou de uma ratazana mordiscando seu
rosto. Durante o dia, quem levantasse a cabeça sobre o parapeito era
um homem morto. Os franco-atiradores estavam sempre à espreita (no
final da tarde, praticavam tiro ao alvo no inimigo e, quando
acertavam, diziam que era um beijo de boa-noite). O soldado
entrincheirado passava longos períodos sem ter o que fazer. Horas e
horas de tédio sentado no inferno. Só restava esperar e olhar para céu
onde não havia ratazanas nem cadáveres.

Ainda assim, era difícil imaginar o que estava por vir. Na noite do
dia 24, em Fleurbaix, na França, uma visão deixou os britânicos
intrigados: iluminadas por velas, pequenas árvores de Natal enfeitavam
as trincheiras inimigas. A surpresa aumentou quando um tenente alemão
gritou em inglês perfeito: Senhores, minha vida está em suas mãos.

Estou caminhando na direção de vocês. Algum oficial poderia me
encontrar no meio do caminho? Silêncio.

Seria uma armadilha? Ele prosseguiu: Estou sozinho e desarmado. Trinta
de seus homens estão mortos perto das nossas trincheiras.. Gostaria de
providenciar o enterro.

Dezenas de armas estavam apontadas para ele. Mas, antes que
disparassem, um sargento inglês, contrariando ordens, foi ao seu
encontro. Após minutos de conversa, combinaram de se reunir no dia
seguinte, às 9 horas da manhã.

No dia seguinte, 25 de dezembro, ao longo de toda a frente ocidental,
soldados armados apenas com pás escalaram suas trincheiras e
encontraram os inimigos no meio da terra de ninguém. Era hora de
enterrar os companheiros, mostrar respeito por eles ainda que a morte
ali fosse um acontecimento banal. O capelão escocês J. Esslemont Adams
organizou um funeral coletivo para mais de 100 vítimas. Os corpos
foram divididos por nacionalidade, mas a separação acabou aí: na hora
de cavar, todos se ajudaram.

O capelão abriu a cerimônia recitando o salmo 23. O senhor é meu
pastor, nada me faltará, disse. Depois, um soldado alemão,
ex-seminarista, repetiu tudo em seu idioma. No fim, acompanhado pelos
soldados dos dois países, Adams rezou o pai-nosso. Outros enterros
semelhantes foram realizados naquele dia, mas o de Fleurbaix foi o
maior de todos.

*(Este texto foi originalmente publicado na revista Aventuras na
História em março de 2004)

RITUAL: QUEM PRECISA DELE?

A resposta é curta: "nós precisamos."

Explicar porque, requer um pouquinho mais.

Em um sentido muito real, é o ritual da Maçonaria que faz o trabalho
da Maçonaria. Ritual é o canal através do qual a Maçonaria ensina.

Mas é mais que isto.

Porque o ritual é tão importante para a Maçonaria, é valioso tomar um
pequeno tempo para falar acerca da natureza do ritual em si mesmo e
porque é tão central para a vivência Maçônica.

Primeiro de tudo, ritual é uma virtual necessidade para todos os
humanos, de fato para quase todos os animais. Isto é tão verdadeiro
que todos cérebros humanos vem "equipados com circuitos" para
responder a ritual.

(Maravilhoso, ao seu próprio modo. Muito poucas coisas em seres
humanos são instintivas – quase tudo é comportamento aprendido. Mas a
resposta para ritual foi localizada por anatomistas na parte mais
antiga e primitiva do cérebro, bem acima da estrutura central do
cérebro, na mesma área que controla a atenção e as emoções. É tão
"natural" para nós como o amor, ou a agressão, ou a cooperação.)

Todos estamos engajados em ritual todo o tempo – nós somente não o
reconhecemos sempre. A maioria de nós tem uma rotina matinal, por
exemplo. Alguns de nós fazemos a barba antes do banho, alguns fazem a
barba após o banho e alguns se barbeiam enquanto se banham, mas,
qualquer que seja o modo, usualmente fazemos sempre do mesmo modo.

+ Ritual é uma ferramenta poderosa de ensinar

De fato, foi provavelmente a primeira ferramenta de ensinar. Sabemos
de rituais de caça entre algumas tribos, cujo propósito era ensinar os
jovens como caçar efetivamente. Mnemônicos (frases ou logos que nos
ajudam a lembrar coisas através de associações) são rituais, como é
aprender o alfabeto por cantar a canção do alfabeto. Os militares
desenvolvem muitos rituais (padrões de comportamento repetidos) para
ensinar os recrutas como manter armas.)

+ Ritual ajuda a nos dar um senso de identidade

Pode parecer estranho, mas pessoas freqüentemente definem a si mesmo
pelas suas ações (sou um vendedor, um mecânico, um professor,
projetista de moinhos, etc). Isto não é limitado ao que fazemos para
viver. Nossos rituais, nossas ações, dão um senso destacado de
realidade para nossas vidas. Nos sentimos "certos" ou "completos"
quando seguimos certos rituais.

+ Ritual ajuda o nosso preparo – nos ajuda a "entrar no clima" do que
vem a seguir

Se o evento é uma missa na igreja ou se é um jogo de futebol, a
maioria dos eventos repetitivos tem um ritual de algum tipo que ajuda
a dar o tom emocional.

E nos podemos ter um forte sendo de "erro" se estes foram violados –
se uma missa na igreja iniciou com uma banda de musica e dançarinas ou
se um jogo de futebol começou com uma procissão litúrgica, por
exemplo.

+ Ritual nos deixa condensar muito em pouco tempo

Ritual enriquece uma vivência por concentrá-la. Ao invés de envolver a
exposição completa, como uma palestra, ritual faz referencias a coisas
e nos deixa pensar acerca dela e preencher os detalhes por nós mesmos.
Para ilustrar com uma porção do ritual da igreja, considere última
linha da Doxologia – "Louvar o Pai, o Filho e o Espírito Santo."

O conceito de Trindade é um conceito muito difícil para a "fazer a
cabeça". Ao invés de dar muitas horas de discussão que seria
necessário para explorar este tópico, o ritual simplesmente o
menciona, e o deixa para nós elaborarmos o pensamento se estivermos
assim inclinados.

O ritual da Maçonaria envolve tudo isto e mais...

• O ritual da Maçonaria – a abertura e o fechamento, os Gráus, até o
ritual de votar – organiza os eventos e assegura que tudo aconteça
como deveria.

• Nos ajuda a definir nós mesmos como Maçons e estreita os laços
fraternais que nos unem como Irmãos. E este efeito é internacional e
trans-cultural. Sabemos que temos vivencias compartilhadas com Maçons
de todo o mundo.

• É uma ferramenta de ensinar – as lições e os valores da Maçonaria
são ensinados através do ritual e de símbolos.

• Ajuda a montar o tom e o clima da reunião – nos ajuda a remover da
mente as preocupações do mundo exterior e colocar foco nas grandes
verdades de natureza humana e espiritual.

• Ritual Maçônico obviamente condensa vivência. Contém elementos que
levantam questões importantes mas que deliberadamente são deixados
inexplorados porque quer que o Maçom pense sobre eles através de si
mesmo.

• Ritual Maçônico proporciona uma total extensão para os Maçons
explorarem os seus próprios interesses. Muitos dos meus melhores
amigos amam aprender e apresentar o ritual.

Eu mesmo me interesso em lidar com a interpretação do ritual e dos
símbolos que usa – e especialmente com os efeitos que o ritual é
projetado para produzir nas mentes dos iniciados e os modos nos quais
estes efeitos são produzidos.

Outros são especialmente interessados na história do ritual e os modos
que ele mudou e se desenvolveu através dos anos.

Um Maçom que conheço é interessado no ritual do ponto de vista de um
antropólogo cultural, e tem prazer em traçar os modos que o ritual se
relaciona com as grandes tradições iniciáticas da história.

E o ritual é grande o bastante e complexo o bastante para acomodar
todos estes interesses e muito mais.

Então, novamente, a resposta para a questão "De qualquer modo, quem
precisa de ritual?" é "Todos nós precisamos".

O ritual da Maçonaria atende muitas necessidades e muitos interesses.

Não é a mesma coisa que Maçonaria

- não mais quanto um sermão é a mesma coisa que uma igreja

- mas é um modo primário que nós ensinamos e aprendemos.

É a cola (cimento) que nos mantémos juntos. É importante. Nos faz sermos, nós.

W. Bro. Jim Tresner
[Extraido de "The Oklahoma Mason", Dezembro de 1997]

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Rumores de que a Harley Davidson fabricará motos menores e mais acessíveis

Será que é verdade?

Está rolando em alguns sites especializados em motocicletas, rumores
que a Harley Davidson está planejando fabricar motocicletas menores e
mais econômicas, do ponto de vista de preço do produto. A questão
começou a ser levantada após uma notícia publicada pela agência
internacional de notícias "Reuters".

A centenária marca americana já inova, produzindo modelos no Brasil e
na Índia, isso depois de mais de cem anos produzindo motocicletas
exclusivamente nos Estados Unidos, mas, segundo a marca, isso ocorre
devido aos altos impostos nesses dois países para se importar
motocicletas. Nada tem a ver com produção de motos mais baratas.


Na foto o modelo Sportster - atualmente a "porta de entrada" dos
consumidores para a marca. Mas pode ser que o modelo seja outro no
futuro...

Qualquer que sejam as novas decisões dos executivos da Harley Davidson
para o futuro da companhia, será interessante perceber como é que os
fãs da marca vão reagir a uma moto que poderá vir a ser bastante
diferente de tudo o que a HD disponibiliza atualmente aos seus
clientes. É esperar para ver...

Fonte: RockRiders.com.br

Deputado Jooji Hato quer derrubar veto à lei da garupa

Inacreditável o que esse deputado vem tentando fazer...

O deputado Jooji Hato do PMDB, foto ao lado, autor do projeto de lei
que proibiria o garupa em motos nos dias de semana, afirmou que vai
tentar derrubar o veto do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Conforme
o Metro adiantou ontem, Alkmin vetou integralmente o projeto, o que
enterrou também a possibilidade de que os motociclistas adotem coletes
e a inscrição das placas no capacete.

Segundo Hato, obter o apoio dos 48 deputados necessários para derrubar
o veto será a prioridade de sua agenda na Assembleia Legislativa em
2012.
Ontem, o governador ratificou o veto durante cerimônia de entrega de
320 motos para a PM. "A maneira de combater o crime é o reforço do
policiamento, que é o que nós estamos fazendo hoje", disse Alckmin.

Para Alckmin, não é correto punir a população que usa motos para se
locomover. Além disso, a assessoria jurídica do governo concluiu que a
proposta é inconstitucional, por tratar de assunto de competência do
governo federal.

Jooji Hato discorda. Segundo o deputado, a lei não é inconstitucional.
"Se fosse assim, as leis do cinto de segurança, rodízio e restrição à
circulação dos caminhões em horários de pico também deveriam ser
revogadas", afirmou.

O deputado também alega que o projeto já havia tido aprovação da
opinião pública, principalmente por questões de segurança. "A
população sabe que muitos assaltos a motoristas e em saída de banco
são praticados por garupas de moto, e por isso aprova a lei. O
governador deveria ter ouvido a sociedade", criticou.

Fonte: band.com.br e rockriders.com.br

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Erdinger Urweisse

ERDINGER Urweisse – um bom produto da Bavária

Aos fans de cerveja de trigo, ou Weiss podem comemorar!

Um cerveja particularmente forte, 5,2% ABV, de aroma pungente, um
distinto sabor de fermento, cravo e banana, característico das Weiss -
essas são as características da mais nova cerveja da família ERDINGER.

A receita da Urweisse data da fundação da cervejaria, há 120 anos, e
possui um distintivo sabor tradicional de cerveja Weiss, mais marcante
que sua irmã mais nova, a Erdinger Weiss, malte mais marcado e uma
lupulagem mais marcante, tendo sida fermentada apenas nos barris,
através de fermento especial Ale, de alta fermentação, diferentemente
da sua irmão, que também é refermentada na garrafa.

E sua aparência também é digna de importância, com um look especial,
mais dourado, com seu rótulo à antiga mostrando a bela torre de
Erding, garrafa tipo européia e seus copos que parecem ter sido feitos
à mão.

Uma boa escolha de cerveja, que encantará os que gostam de cerveja de
trigo, mostrando que existe cerveja além das do boteco...

Eu gostei...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Irregularidades fazem o valor do seguro obrigatório aumentar além do normal

O Poder público no Brasil parece piada!

O TCU (Tribunal de Contas da União) avaliou que o DPVAT, seguro
obrigatório pago por todos os proprietários de veículos do país, está
ficando mais caro ano a ano por causa de irregularidades e falta de
controle nos gastos das seguradoras que administram os recursos.

E que, se nada for feito, poderá aumentar em média 11% ao ano nos
próximos cinco anos para os veículos de passeio e até 21% para outras
categorias.

O seguro é usado para indenizar pessoas que sofreram acidentes de
automóvel em todo o país.

Desde 2007, o DPVAT é administrado por um "pool" de cerca de 70
seguradoras. Elas criaram uma empresa específica, de nome Consórcio
Seguradora Líder, que recebe os recursos pagos pelos proprietários dos
carros.

Quando há acidente, a Seguradora Líder repassa recursos para as
seguradoras, por sua vez, repassarem as indenizações aos acidentados.

A Líder é remunerada com 2% do faturamento do DPVAT, descontados os
repasses a órgãos públicos e suas despesas administrativas0. Em 2010,
o valor chegou a R$ 5,8 bilhões. Nos últimos 4 anos, o valor
arrecadado de DPVAT passou a ser o triplo do que é pago com
indenizações. Até 2005, a média é que o valor arrecadado era o dobro
do pago a acidentados.

Para o tribunal, a Líder está inflando as despesas para lucrar mais.
Uma das constatações é que o consórcio está pagando indenizações
antigas que deveriam ser assumidas pelas seguradoras.

A consequência do aumento das despesas do DPVAT é que o valor pago
pelos proprietários de veículos vem aumentando sucessivamente e a
tendência deverá ser a mesma nos próximos cinco anos. Em 2011, o valor
do DPVAT foi de R$ 96,63 por veículo de passeio mais custo bancário.

"O Seguro DPVAT sofreu reajuste em 7 dos 10 anos [2000 a 2010]",
informa o relatório prevendo mais aumentos. "A Susep (Superintendência
de Seguros Privados) tem levantamentos que apontam a necessidade de
reajuste sucessivos para amortização de déficit causado pela projeção
de aumento das ações judiciais para os próximos 5 anos".

O Tribunal deu 90 dias para a Susep fiscalizar a seguradora Líder.

Fonte: rockriders.com.br

Lei que proíbe garupa em moto deve ser vetada

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, diz que só lei federal pode
mudar regras de trânsito


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sinalizou que deve vetar o
projeto de lei que proíbe garupas em motos nos dias úteis. Após
reunião ontem com o sindicato dos motoboys e a associação dos
fabricantes, o governador afirmou que as pessoas que usam esses
veículos como meio de transporte não podem ser penalizadas.

"Precisamos ter cuidado para não punir a população que utiliza as
motos como meio de transporte ou de trabalho". Alckmin explicou ainda
que só leis federais podem alterar as regras de trânsito. "Essa é uma
questão constitucional que também será verificada pela Procuradoria
Geral do Estado".

Segundo Alckmin, projeto semelhante aprovado pela Câmara Municipal já
foi vetado por ser considerado inconstitucional. Ele ressaltou ainda
que em agosto de 2012 entra em vigor resolução do Contran que proibirá
motoboys de levarem garupas.

Aprovada no mês passado pela Assembleia Legislativa, a lei veta
garupas para motoboys e motociclistas. A multa é de R$ 130. O deputado
Jooji Hato (PMDB), autor do texto, diz que o objetivo da proposta é
reduzir a quantidade de acidentes e assaltos.

Segundo Hato, o número de motociclistas mortos na capital cresceu
11,7% em 2010. Foram 478 vítimas, em 2010, ante 429, no ano anterior.
Além disso, motoqueiros estão envolvidos em 61,5% dos crimes contra o
patrimônio.

Para o governador, a lei não vai reduzir os assaltos. "A maioria dos
crimes ocorre nos fins de semana". O prazo para sanção ou veto da lei
termina no próximo dia 18.

Fonte:

http://www.band.com.br/noticias/transito-sp/noticia/?id=100000473063

Motos mais vendidas por segmento

Faltando um mês para o término de 2011, reunimos todos os modelos mais
vendidos em suas respectivas categorias no acumulado do ano — ou seja,
até novembro. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de
Veículos Automotores (Fenabrave), que divide o setor de duas rodas em
oito segmentos, as motos mais comercializadas são:

Categoria City
Absoluta no segmento, a Honda CG 150 é o veículo mais vendido do
Brasil. Só neste ano foram emplacadas 412.001 unidades, deixando para
trás sua irmã Honda CG 125 (365.041) e a Yamaha YBR 125 (112.160), que
completa o pódio desta categoria.

Categoria Custom
O modelo mais comercializado nessa categoria é a Dafra Kansas 150.
Foram emplacadas 3.458 motos até novembro, deixando para trás a
Kasisnki Mirage 250 (1.975) e a Honda Shadow 750 (1.106).

Categoria Maxtrail
Neste segmento quem reina há anos é a Yamaha XT 660. Somente em 2011
foram emplacadas 1.828 unidades, fazendo dela a líder desta categoria
mais uma vez. Quem vem crescendo muito nas vendas é a BMW G 650 GS,
que já atingiu a segundo colocação com 1.796 motos vendidas até
novembro. Em terceiro ficou a recém lançada Honda XV 700V Transalp com
1.480 unidades comercializadas.

Categoria Naked
Um dos segmentos mais acirrados do mercado de duas rodas, o das motos
Naked, tem como líder de vendas a Honda CB 600F Hornet. Foram vendidas
5.250 unidades este ano, ante 3.126 da Yamaha XJ6 e 1.423 da Kawasaki
Er-6n.

Categoria Scooter/CUB
Embora scooter e CUB sejam duas categorias distintas, a Fenabrave
contabiliza suas vendas em um único grupo. Sendo assim, a primeira
colocada em número de emplacamentos desta categoria é a Honda Biz 125.
Foram comercializadas 199.631 unidades até novembro. Número muito
superior ao da Honda Pop 100 (79.713), que ficou em segundo lugar, e
da terceira colocada Yamaha Crypton (23.053).

Categoria Sport
Ao analisar os números deste segmento, ficamos surpresos. A líder de
vendas é a Kasinski Comet 250R, com 4.065 unidades emplacadas. Em
segundo aparece a Kawasaki Ninja 250, que vendeu 4.012 motos até
novembro. Reparem que há quase um empate técnico, podendo ser decidido
no último mês do ano, não contabilizado ainda pela Fenabrave. Quem
fecha o pódio deste segmento é a Honda CBR 1000RR, que comercializou
1.303 unidades este ano.

Categoria Touring
Na categoria touring quem domina é a Harley-Davidson, empresa
norte-americana que assumiu as operações no Brasil este ano. Com uma
redução nos seus preços desde que eliminou o importador e passou a
operar por conta própria, a HD tem os três modelos mais emplacados
neste segmento. São eles: Ultra Classic Electra Glide (227), Road king
Classic (195) e Heritage Softail Classic (174).

Categoria Trail
Fechando a lista, temos a Honda NXR 150 como a trail mais
comercializada em 2011 — até novembro. Foram 181.485 unidades
emplacadas, ficando a frente da Honda XRE 300 (30.429) e a Yamaha XTZ
125 (15.165).

Fonte: moto.com.br

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Abiauto elege BMW K 1600 GT a melhor moto de 2011

A Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – Abiauto – elegeu esta
semana as melhores motos de 2011. O júri, formado por 12 jornalistas
de mídia impressa, online, TV e rádio elegeu a BMW K 1600 GT como
grande vencedora.

Eleita a "Melhor Moto 2011 Imprensa Automotiva", ela também venceu a
categoria "Melhor Moto Estradeira", enquanto a F 800 R foi escolhida
como "Melhor Moto Urbana e Street".

Na categoria "Melhor Moto Esportiva", pela primeira vez houve um
empate, com a Honda CBR 1000RR e a Yamaha YZF R1 dividindo o prêmio.
Todas as motos foram testadas pelos jurados no ECPA autódromo da
cidade de Piracicaba.

Fonte:
www.moto.com.br

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