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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Lojas Simbólicas e as Lojas do Supremo Conselho do REAA

 Esta Pílula é dirigida principalmente aos Aprendizes e Companheiros.


Pelo fato de estarem a pouco tempo na Maçonaria, é possível que este assunto não esteja perfeitamente esclarecido. Vamos começar definindo o que são Lojas Simbólicas e o que são Lojas do Supremo.


A Loja Simbólica é um corpo maçônico subordinado a uma Obediência Simbólica, como por exemplo, um Grande Oriente ou uma Grande Loja. No caso do Grande Oriente de São Paulo (GOSP), ele é jurisdicionado a uma Obediência central, que é o Grande Oriente do Brasil (GOB).


A Loja Simbólica só tem três Graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre, todos eles com seus paramentos próprios.


As Lojas Filosóficas ou Lojas dos Altos Graus (não confundir com "filosofismo" que tem outro significado) são corpos Maçônicos da jurisdição de uma Oficina Chefe de um Rito. No caso do Rito Escocês Antigo e Aceito, as Lojas de Perfeição, Capítulos, Conselhos Kadosh e Consistóriossão subordinadas ao "Supremo Conselho do R.E.A.A", que é a Oficina Chefe do desse Rito (Castellani).


São Obediências diferentes, apenas unidas por Tratados de Amizade e mútuo reconhecimento. Dito isso, vamos esclarecer mais alguns pontos:


- não é permitido, em hipótese alguma, colocar, nos Livros de Presença de Lojas Simbólicas, o Grau de Oficinas do Supremo Conselho.

- não é permitido usar paramentos dos Altos Graus nas Oficinas Simbólicas e vice versa.


- Maçons dos Altos Graus, inclusive, Grau 33, não são considerados Autoridades Maçônicas nas Lojas Simbólicas.


- Mestres Instalados nas Lojas Simbólicas, igualmente para ex- Venerável Mestre, Grandes Secretários, Garantes de Amizade, etc, das Lojas Simbólicas, não significam nada nos Altos Graus.


Percebemos, pois, que são coisas distintas, mas que se complementam.


As Lojas Simbólicas necessitam do aperfeiçoamento filosófico dado pelos Altos Graus. Os Altos Graus necessitam das Lojas Simbólicas, pois sem elas, não se tem motivos para se ter um Supremo Conselho. 

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 28 de julho de 2015

Quando o maçom é desnecessário


Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós Maçons, na nossa Instituição.

Os Maçons tornam-se desnecessários: Quando, decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas Sessões, faltando constantemente, demonstrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceitado a Iniciação e terem feito um juramento solene.

Quando, durante as Sessões, já "enturmados", ficam impacientes com as instruções, com as palestras ou com as palavras dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape e a esticada.

Quando, ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de Salário, não têm a mínima idéia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente "copiam" alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar.

Quando, ainda Companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegarem a Mestres, começarem a trabalhar para obter o " poder" na Loja.

Quando Mestres, não aceitarem que ainda não sabem nada a respeito da Ordem e acharem que estudar e comparecer ao máximo de Sessões do ano é coisa para a administração, para os Companheiros e Aprendizes.

Quando Mestres, ao participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, e não forem eleitos, sumirem ou filiarem-se a outra Loja onde poderão ter a "honra" de serem cingidos com o avental de M.'.I.'., que é muito mais vistoso do que o de um "simples" Mestre.

Quando já Mestres e até participando dos graus filosóficos não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro Maçom é o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes, e que, a política interna, a proteção mútua, principalmente na parte material, é importante mas não essencial.

Quando, como Aprendiz, Companheiro ou Mestre, não entenderem que a Loja necessita que suas mensalidades estejam rigorosamente em dia, para que possam fazer frente às despesas que são inevitáveis.

Quando como Venerável-Mestre, age de forma mesquinha, de forma a ocultar de todos os obreiros de sua Loja, fatos e eventos que tenha claramente interesses materiais particulares.

Quando, como Veneráveis Mestres deixa o caos se abater sobre a Loja, não sendo firmes o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo um calendário com programação pré-definida para um período; não cobrando de seus auxiliares a consecução das tarefas a eles determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos obreiros.

Quando, como Vigilantes, não entenderem que, juntamente com o Venerável Mestre, devem constituir uma unidade de pensamento, pois, em todas as Lojas nas quais um, ou os dois Vigilantes não se entendem entre si e, principalmente não se entendem com o Venerável, o resultado da gestão é catastrófico.

Quando, como Guarda da Lei, nada sabem das leis e regulamentos da Potência e de sua própria Loja, e usam o cargo apenas para discursos ocos e intermináveis.

Quando, como Secretários, sonegam à Loja as informações dos boletins quinzenais, as correspondências dos Ministérios e, principalmente, os materiais do departamento de cultura, que visam dotar as Lojas de instruções e conhecimentos que normalmente não constam dos rituais, e são importantes para a formação do Maçom.

Quando, como Tesoureiros, não se mostram diligentes com os metais da Loja, não se esforçam para manter as mensalidades dos Irmãos em dia e não se importam com os relatórios obrigatórios e as prestações de contas.

Quando, como Hospitaleiros, não estão atentos aos problemas de saúde e dificuldades dos Irmãos da Loja. Quando constatamos que em grande número de Lojas, com uma freqüência média de vinte Irmãos, se recolhe um tronco de beneficência de R$ 10,00 (dez reais) em média, todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do Maçom.

Quando, como Chanceleres, não dão importância aos natalícios dos Irmãos, cunhadas, sobrinhos e de outras Lojas. Quando, em desacordo com as leis, adulteram as presenças, beneficiam Irmãos que faltam e não merecem esse obséquio.

Quando a Instituição programa uma Sessão Magna Pública para homenagear alguém ou alguma entidade pública ou privada, constata-se a presença de um número irrisório de Irmãos, dando aos profanos uma visão negativa da Ordem, deixando constrangidos aqueles que se dedicaram e se esforçaram para realizar o evento à altura da Maçonaria. Todos esses Irmãos indiferentes, que não comparecem habitualmente a essas Sessões, são desnecessários à nossa Ordem.

Muito mais haveria para se dizer em relação aos Irmãos desinteressados da nossa Sublime Instituição.

Fiquemos por aqui e imploremos ao Grande Arquiteto do Universo que ilumine cada um de nós, para que possamos agir na Maçonaria com o verdadeiro Espírito Maçônico e não com o espírito profano, e roguemos ainda, que em nenhuma circunstância, seja na família, no trabalho, na sociedade ou na Arte Real, tornemo-nos desnecessários, pois deve ser muito triste e frustrante para qualquer um sentir-se sem importância e sem utilidade no meio em que se vive.

fonte: FILHOS DE HIRAM.'.

Maçom leva OURO no PAN do Canadá


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Absurdo Preço Brasil - Carabina Slavia 631


Cada vez que pesquiso mais nesse ramo de armas de ar, fico com mais raiva do preço Brasil! (Parei de olhar preço de moto, prá não chorar)

Uma vez li uma crítica no exterior que o repórter dizia que éramos ricos: nossos preços eram todos mais caros que todos os preços do mundo. Carros, armas, roupas, remédios...

Para quê? Sustentarmos nossa "monarquia do parlamento"? Para obras que não acabam? Para obra como a escola do interior de Minas, em Juatuba,  que custou 1 milhão, e por ter sido feita em cima de um lixão, se abateu e vai ser demolida? (http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/07/escola-que-custou-r-1-milhao-em-minas-pode-ser-demolida.html)

É para isso que nossos preços são mais caros? Para sustentar a sangria hemorrágica das contas nacionais?

Sinceramente não entendo!

Uma Carabina de Ar (espingarda de chumbinho), tcheca, a Slavia 631, que é reconhecidamente uma das melhores para competição de tiro Carabina de Ar 10 metros em papel, custa, em média no Brasil, 2500 a 2900 reais - UM ABSURDO! PREÇO FORA DA REALIDADE!

Pesquisando em Zagreb, Capital da Croácia (da qual sou cidadão), em plena Europa, uma Slavia sai por 1490 kunas (a moeda de lá) - Isso em Reais dá 700 mais ou menos!

AGORA ME EXPLICA, P&%¨%$%# - Como uma carabina que lá fora custa menos de 250 dólares, aqui sai por quase 1000 dólares?

QUE LUCRO É ESSE BRASIL! QUE CUSTO É ESSE!!!!!

Como diria o Casoy, ISSO, É UMA VERGONHA!



Esquadro


Qual o significado do instrumento "Esquadro" na Maçonaria?

O "Esquadro", além de ser a Joia do Venerável Mestre, é a segunda das "Três Grandes Luzes" que iluminam as Lojas. O primeiro é o "Livro da Lei", e a terceira, o "Compasso". Ele se associa com este último, suas partes entrecruzadas ou sobrepostas com as pernas do Compasso de maneira variável de acordo com o grau Simbólico em que funciona a Loja e com o Rito.

Simboliza a retidão moral, razão pela qual as suas partes são rígidas – daí a expressão "viver de acordo com o Esquadro".

Vejam abaixo o que nos diz o Mestre Allec Mellor:

"várias tumbas de arquitetos da idade Média representam o Esquadro e o Compasso associados, mas com um significado puramente operativo. É o caso de se perguntar, contudo, se um significado mais esotérico já não aparecia no célebre esquadro de metal descoberto na ponte de Limerick (Baal´s Bridge) na Irlanda, quando de sua reconstrução. "

Essa peça curiosa representa a data de 1517 e as seguintes palavras:

"Esforçar-me-ei para viver no amor e na solicitude. Na retidão, de acordo com o esquadro".

Nada permite afirmar que se trata de uma falsificação. Admitindo-se, contudo, que a data de 1517 seja autentica, é excepcional encontrar o simbolismo do Esquadro num sentido tão inusitado na época. 

Apesar que, fora da Maçonaria, encontra-se esse Símbolo em outros simbolismos, inclusive na filosofia chinesa, com a mesma significação.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

Bateria Transalp - Recuperação



Pensei em comprar uma bateria nova para a minha Transalp, e achei umas de lítio no MercadoLivre. 

Ver a bateria eu já vi, é até menor que as convencionais - mas é tecnologia nova, a mesma de bateria de celular, que tem um pequena característica que uncomoda - elas se derem defeito explodem e pegam fogo. as convencionais não pegam fogo...

Mas decidi tentar um SPPP na minha bateria - já tava ferrada, se desse m*&%¨&%$%$, aí eu comprava outra mesmo.

Serviço porco provisório permanente - e confesso que ela tá excelente.

O fato é que as baterias são seladas (mentira), prá gente não colocar água. Daí a minha estragou de vez e resolvi abrir a tampinha de cima prá olhar - serrei com micro retífica e TADAM!!! sem água. (da próxima vez abro com furadeira, nos lugares certos - dá menos trabalho e é mais rápido)



Veja no detalhe - seca, sequinha...



Look ma, no water!!!!


Comprei água destilada no posto de gasolina (igual antigamente), arrumei uma seringa e coloquei água na bateria.

Deixei ela na carga com aquelas lâmpadas na tomada (como vai ser quando não tiver mais lâmpada incandescente?) e VOILÁ!


A bateria tá melhor que antes!

Depois tampei os buraquinhos com silicone prá não vazar a água, depois que secou fiz um furinho com agulha prá escapar o gás e ta-da-da-dam!


A bateria tá ótima, já tem mais de 3 meses - e economizei dinheiro prá ir pro MotoCapital!!!

Gambiarra, diretamente de Belo Horizonte para o Brasil!

Vermelho é a Cor do REAA

As paredes vermelhas no Templo para R.E.A.A

Temos sido questionados o "por que" das paredes dos Templos da Associação Beneficente Barão de Mauá serem na cor vermelha.

Isso deve-se ao fato de que a maioria das Lojas que usam nossos Templos praticam o REAA e é considerado correto, por nós, o uso dessa cor para esse Rito.

O Mestre Castellani durante trinta anos tentou fazer com que as Lojas que praticam esse Rito mudassem de azul para vermelho, pois essa é a cor do Rito.

Para esclarecer, veremos um pequeno resumo do que ele escreveu em alguns de seus livros:

"Assim se verá, por exemplo, que, COMO OCORRE EM TODO O MUNDO, o Templo Escocês tem suas paredes púrpuras, porque a cor do REAA é a vermelha... 

Em termos de cor do Rito – e, portanto, das paredes do Templo e da orla do Avental do Mestre Maçom – a mesma é especifica vermelha. Quando fui exaltado a Mestre em 1966, recebi meu avental de orla vermelha.

Lamentável é que o Grande Oriente do Brasil, que seguia a orientação mundial, tenha,  posteriormente, seguido o erro das Grandes Lojas estaduais brasileiras (surgidas da cisão de 1927, no GOB) e "azulado" seus Templos Escoceses e seus Aventais.

Ocorre que as primeiras Grandes Lojas, surgidas naquele ano, tomaram, através de Mario Behring, como modelo, a Grande Loja de New York, onde, realmente , tudo é azul, esquecendo que lá funciona no Rito de York, QUE É REALMENTE AZUL.

Quem quiser comprovar o que digo, basta circular pelas Lojas da America do Sul, e irá ver as Lojas do Chile, Uruguai, Argentina, etc, na cor vermelha."

Devo lembrar , também, que a origem do REAA foi na França, com influencia direta do Colégio Clermont, comandado pelo Alto Clero, Nobreza e pelos Jesuítas, cuja cor predileta é a cor vermelha.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

ps: eu mesmo, Paulo Jurza, em visita aos Templos do Paraguai e Argentina, notei que trabalharm o REAA, e SÃO VERMELHOS...

terça-feira, 7 de julho de 2015

Sistema Político Brasileiro


fonte: Pelotas Oculta

Prumo

Qual o significado do instrumento "Prumo" na Maçonaria?

O "Prumo" também conhecido como "Fio de Prumo" ou "Perpendicular" é a Joia do Segundo Vigilante. Essa palavra foi extraída pela Maçonaria de diversas passagens da Bíblia. Inseparável do "Nível", que é a Joia do Primeiro Vigilante.

O primeiro representa a vertical hierárquica. O segundo, a igualdade. Os dois reúnem-se não "Esquadro", que é a Joia do Venerável Mestre.

Segundo Mestre Nicola Aslan, o Prumo, que é geralmente usado nas construções de alvenaria, é um pedaço de chumbo, devido sua alta densidade, suspenso por um cordel. Serve para comprovar se o que está sendo feito, está colocado ou não perpendicularmente ao horizonte.

Mestre Frau Abrines nos diz que: o Fio de Prumo, em Maçonaria, simboliza a atração e a Retidão que deve resplandecer em todos os juízos de um bom Maçom. É também o emblema da Justiça e da Equidade que devem ter todas as sentenças emanadas dos tribunais maçônicos.

De acordo com Ragon, o Prumo significa que o Maçom deve possuir tal Retidão de Julgamento que nenhum afeto, seja de interesse ou de família, deve desviar.

Para Mestre Gedalge, o Prumo é o emblema da pesquisa, em profundidade, da base e do equilíbrio. É também o Símbolo da profundeza do conhecimento e de uma retidão que previne todo desvio obliquo.

Desse modo, o Nível e o Prumo, nos permite a correta construção das muralhas do Templo simbólico, em que se emprega todo maçom, por isso o Prumo foi considerado o emblema da retidão da conduta.

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Nível

Qual é o significado do instrumento "Nível" na Maçonaria?

Como resposta, temos a dizer que o nível é o símbolo da igualdade, não somente entre os membros da Fraternidade, mas de toda a humanidade.

A Maçonaria ensina que o ser humano é fruto do Grande Arquiteto do Universo, que todos os homens foram criados por Ele na sua natureza, com certos direitos inalienáveis de vida, liberdade, e o direito de ser feliz.

Isto não significa, entretanto, a não consideração das distinções devido ao mérito, ou a graduação e posição pela virtude de dádiva especial ou treinamento ou perseverança.

Certamente, todos os homens são iguais na sua natureza, sujeito às mesmas enfermidades, tendo o mesmo amor divino, e como evento derradeiro, a morte, seguindo as imutáveis leis de Deus.

Mas alguns homens, pela disciplina, treinamento e o uso próprio de dons e inteligência, fornecidos pela natureza, escala um ou vários degraus acima do nível comum.

Desse modo, a esta igualdade maçônica está sujeito o personagem mais poderoso e elevado, como o mais humilde dos iniciados, que não se distingue por outro título senão o de "Irmão". Como foi dito, o que pode distinguir os Maçons e conduzi-los aos altos cargos é o mérito e também as virtudes e o talento, que é a base das democracias (N. Aslan).

O Nível lembra ao Maçom que todas as coisas devem ser consideradas com serenidade igual, e o seu simbolismo tem como corolário noções de medida, imparcialidade, tolerância e igualdade, como também o correto emprego dos conhecimentos (Ragon). 

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

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