Maçom Aceito
O termo "Aceito" aparece muitas vezes nos documentos atuais da
Maçonaria Simbólica e, obviamente, é de total interesse dos maçons.
Membros da "Companhia de Maçons de Londres" e da antiga "Companhia da
Cidade" foram "aceitos na Ordem" e considerados e mantidos como Maçons
nas Lojas. Após essa "Aceitação", homens se tornavam Maçons, conforme
anotações na seção de procedimentos das citadas companhias. Elias
Ashmole, por exemplo, foi um dos "Aceitos".
O Maçom Aceito do século XVII na Inglaterra, era essencialmente
diferente de um membro operativo, e talvez até, mais importante.
Nessas companhias de Maçons deveria ter, nessa época, maçons
operativos, juntamente com os "aceitos", que eram homens que nunca
haviam tocado numa ferramenta de trabalho em toda sua vida. Eram
aristocratas, cavalheiros, que foram admitidos devido seu patrimônio
ou pela gentileza dos demais sócios. Mas, o Maçom Aceito era,
originalmente, tanto em caráter, como para todos os propósitos
práticos, um Maçom como qualquer outro.
Dessa pratica em uso, cresceu ao longo do tempo, o uso das palavras
"Aceito" ou "Adotado" para indicar um homem que tinha sido admitido
dentro da irmandade dos maçons simbólicos. Existem poucas referencias
históricas, entretanto, não há nenhuma duvida que os maçons, mais
geralmente conhecidos como Maçons Aceitos, foram se tornando bem
conhecidos no ultimo quarto do século XVII.
Nas Lojas da Maçonaria Escocesa Operativa era comum o uso do termo
"Admitido" entre os seus membros. Aliás, na pequena nobreza e nas
famílias conceituadas, também era comum o uso desse termo.
Livre e Aceito.
Apesar do termo "Maçom" estar em uso nos dias da idade média e
candidatos serem "aceitos" na Francomaçonaria, na metade do século
XVII, a primeira vez que apareceu a frase "Maçom Livre e Aceito" foi
em 1722, cinco anos após a Primeira Grande Loja ter sido fundada. Isso
ocorreu no título de um panfleto, que hoje é conhecido como "Roberts´
Pamphlet", imprimido em Londres em 1722. O título era: "As Antigas
Constituições pertencentes a Antiga e Respeitável Sociedade dos Maçons
Livres e Aceitos ". Oficialmente, a frase foi usada pelo Dr.Anderson
na segunda edição das Constituições em 1738 e ao longo do tempo, foi
adotada pelas Grandes Lojas da Irlanda, Escócia e grande numero das
Grandes Lojas dos EUA.
A teoria admitida é que as duas palavras entraram em conjunção para um
objetivo comum, pois muitas antigas Lojas tinham entre seus membros,
"Maçons Aceitos" e outros que eles chamavam de "Freemasons – Maçons
Livres".
Isso, tanto na Maçonaria Operativa, como na Especulativa. Então, foi
razoável aceitar o termo "livre e aceito" para cobrir os dois grupos
que se expandiam rapidamente e que estavam em fusão.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
-> Patuscadas, nonsenses, lugares comuns (e incomuns) e outras bazófias... Antes de morrer, lembre-se de levar uma moeda para pagar Caronte e cruzar para o outro lado do Estige...
terça-feira, 7 de abril de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
1o de abril - As 30 mentiras mais contadas
Para comemorar o dia da mentira, o parceiro Flávio do Copi Cola,
enviou essa lista engraçadíssima com as trinta mentiras mais contadas.
1. ADVOGADO: – Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: – Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: – Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: – Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: – Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: – Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: – Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: – Tomaremos providências.
9. DENTISTA: – Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: – Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: – Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: – É muita pressão que vem da rua.
13. MAÇONARIA: – Adão é maçom.
14. FILHO DE 18 ANOS: – Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: – Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: – Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: – Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: – Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: – É o carburador.
20. MUAMBEIRO: – Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: – Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: – Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: – Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: – Apenas duas palavras…
25. POBRE: – Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: – Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: – Depois alarga no pé.
28. SOGRA: – Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: – Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: – Essa vai ser a última.
enviou essa lista engraçadíssima com as trinta mentiras mais contadas.
1. ADVOGADO: – Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: – Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: – Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: – Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: – Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: – Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: – Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: – Tomaremos providências.
9. DENTISTA: – Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: – Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: – Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: – É muita pressão que vem da rua.
13. MAÇONARIA: – Adão é maçom.
14. FILHO DE 18 ANOS: – Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: – Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: – Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: – Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: – Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: – É o carburador.
20. MUAMBEIRO: – Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: – Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: – Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: – Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: – Apenas duas palavras…
25. POBRE: – Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: – Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: – Depois alarga no pé.
28. SOGRA: – Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: – Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: – Essa vai ser a última.
terça-feira, 31 de março de 2015
Trolhar e Telhar
É interessante, na Maçonaria, como certas coisas realizadas,
praticadas, ou palavras ditas ou interpretadas erradamente por
Veneráveis Mestres, se espalham numa velocidade vertiginosa e tendem a
se tornarem verídicas. Desse modo, é muito comum, Veneráveis e
Vigilantes saudarem Obreiros, cruzando o Malhete no peito. Ou então,
em Lojas no R.:E.:A.:A.:, o Mestre de Cerimônia andar em esquadria,
parecendo "robot", devido "achismo" do Venerável que confundiu os
Ritos.
Nesta Pílula, vamos aprofundar nosso estudo nas palavras TELHAR e
TROLHAR, que tendo significados, na Maçonaria, totalmente diferentes,
na maioria das vezes, são ditas uma substituindo a outra, como se
fossem iguais.
Nos Dicionários, temos que o substantivo "trolha" é definido como uma
"colher de pedreiro", que é usada para colocar e/ou alisar a argamassa
que está sendo usada. É utilizada para estender a argamassa e cobrir
todas as irregularidades, fazendo que o edifício construído fique
parecido como se formado por um único bloco.
O substantivo "telha" é definido como peça, geralmente de barro
cozido, usada na cobertura de edifícios. A palavra telha vem do latim:
"tegula". Daí temos "telha" em português; "tuille" em francês; "tyle"
em inglês. Temos em inglês, "tyler" como cobridor. Temos em francês,
"tuileur" como cobridor. Em português, apesar de existir a palavra
"telhador" o mais comum foi não usar a raiz da palavra e ficou
"cobridor", denominação para aquele que coloca telhas, cobre, oculta,
protege uma área de um edifício.
Entretanto, na Maçonaria, os verbos derivados dessas duas palavras,
têm os significados dados abaixo.
Trolhar: é esquecer as injúrias, as desavenças entre os Irmãos. É
perdoar um agravo, dissimular um ressentimento, perdoar uma falta de
outro Obreiro. É reforçar os sentimentos de fraternidade, de bondade e
de afeto, que unem todos os membros da família maçônica. Esses
sentimentos devem ser contínuos, sem falhas, sem asperezas e sem
rugosidades. Se isso ocorre em uma Loja, o Venerável Mestre deve se
inteirar do que está ocorrendo e "trolhar" os envolvidos. Por isso
que, na Inglaterra, o Símbolo com o formato de uma "colher de
pedreiro" é usada pelos Mestres Instalados.
Telhar: é verificar, através de perguntas, se uma pessoa é realmente
Maçom e se está no Grau requerido. Ou para verificar se um Maçom está
inteirado de conhecimentos num determinado Grau. Visitantes são
"telhados" pelo Cobridor, com essa finalidade. Cobrir o Templo é
protegê-lo de tal forma que, pessoas que estão fora não saibam o que
está ocorrendo dentro dele. É um erro crasso pedir aos Aprendizes, ou
Companheiros, ou Mestres, cobrirem o templo temporariamente, em
Colação de Grau ou Instalação. O Templo é que será coberto para eles.
Ou seja, eles não saberão o que ocorrerá dentro desse Templo, num
determinado período de tempo.
Quem cobre o Templo é o Cobridor Externo, não o Aprendiz ou o
Companheiro ou o Mestre.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto e M\I\Fernando Túllio Colacioppo Sobrinho
praticadas, ou palavras ditas ou interpretadas erradamente por
Veneráveis Mestres, se espalham numa velocidade vertiginosa e tendem a
se tornarem verídicas. Desse modo, é muito comum, Veneráveis e
Vigilantes saudarem Obreiros, cruzando o Malhete no peito. Ou então,
em Lojas no R.:E.:A.:A.:, o Mestre de Cerimônia andar em esquadria,
parecendo "robot", devido "achismo" do Venerável que confundiu os
Ritos.
Nesta Pílula, vamos aprofundar nosso estudo nas palavras TELHAR e
TROLHAR, que tendo significados, na Maçonaria, totalmente diferentes,
na maioria das vezes, são ditas uma substituindo a outra, como se
fossem iguais.
Nos Dicionários, temos que o substantivo "trolha" é definido como uma
"colher de pedreiro", que é usada para colocar e/ou alisar a argamassa
que está sendo usada. É utilizada para estender a argamassa e cobrir
todas as irregularidades, fazendo que o edifício construído fique
parecido como se formado por um único bloco.
O substantivo "telha" é definido como peça, geralmente de barro
cozido, usada na cobertura de edifícios. A palavra telha vem do latim:
"tegula". Daí temos "telha" em português; "tuille" em francês; "tyle"
em inglês. Temos em inglês, "tyler" como cobridor. Temos em francês,
"tuileur" como cobridor. Em português, apesar de existir a palavra
"telhador" o mais comum foi não usar a raiz da palavra e ficou
"cobridor", denominação para aquele que coloca telhas, cobre, oculta,
protege uma área de um edifício.
Entretanto, na Maçonaria, os verbos derivados dessas duas palavras,
têm os significados dados abaixo.
Trolhar: é esquecer as injúrias, as desavenças entre os Irmãos. É
perdoar um agravo, dissimular um ressentimento, perdoar uma falta de
outro Obreiro. É reforçar os sentimentos de fraternidade, de bondade e
de afeto, que unem todos os membros da família maçônica. Esses
sentimentos devem ser contínuos, sem falhas, sem asperezas e sem
rugosidades. Se isso ocorre em uma Loja, o Venerável Mestre deve se
inteirar do que está ocorrendo e "trolhar" os envolvidos. Por isso
que, na Inglaterra, o Símbolo com o formato de uma "colher de
pedreiro" é usada pelos Mestres Instalados.
Telhar: é verificar, através de perguntas, se uma pessoa é realmente
Maçom e se está no Grau requerido. Ou para verificar se um Maçom está
inteirado de conhecimentos num determinado Grau. Visitantes são
"telhados" pelo Cobridor, com essa finalidade. Cobrir o Templo é
protegê-lo de tal forma que, pessoas que estão fora não saibam o que
está ocorrendo dentro dele. É um erro crasso pedir aos Aprendizes, ou
Companheiros, ou Mestres, cobrirem o templo temporariamente, em
Colação de Grau ou Instalação. O Templo é que será coberto para eles.
Ou seja, eles não saberão o que ocorrerá dentro desse Templo, num
determinado período de tempo.
Quem cobre o Templo é o Cobridor Externo, não o Aprendiz ou o
Companheiro ou o Mestre.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto e M\I\Fernando Túllio Colacioppo Sobrinho
sexta-feira, 27 de março de 2015
TERIA SIDO JESUS, UM ESSÊNIO?
Teria, realmente, Jesus pertencido à seita judaica dos Essênios?
Aparentemente, de acordo com as opiniões, dadas abaixo, de alguns
escritores famosos sobre o fato, escritores historiadores, que são os
que se aplicam neste caso, tudo nos leva a crer que, não. Em caso
afirmativo, a conclusão mais razoável é que se Jesus conviveu com os
Essênios, tendo assimilado algumas de suas figuras e idéias, deles se
afastou, divergindo em pontos fundamentais.
Vamos abrir parênteses para dar uma excelente definição de
"historiador", de Cervantes: "Os historiadores devem ser precisos,
verídicos e totalmente imparciais; nem o interesse, nem o medo, o ódio
ou a afeição poderiam afastá-los da senda da verdade, da qual a
história é a mãe, a conservadora das grandes ações, o testemunho do
passado, o exemplo e o ensinamento para o presente e a advertência
para o futuro".
Deste modo, vejam a opinião de Eleutério Nicolau da Conceição, no
livro "Maçonaria – Raízes Históricas e Filosóficas", pg 177 : "Certos
livros afirmam que Jesus e Batista tinham sido Essênios, mas que Jesus
era um grau superior ao de João. Por ocasião de seu batismo, Jesus se
teria dado a conhecer por sinal, toque e palavra....etc. Parece
incrível que histórias desse tipo sejam repetidas sem que aqueles que
o fazem, tenham levantado perguntas óbvias: como aquela informação
teria chegado ao escritor? Os autores desses artigos não exercitaram
seu pensamento critico para perguntar como o autor original teria
acesso a essas informações desconhecidas de todos os estudiosos do
tema, que buscam avidamente referencias palpáveis, verificáveis na
arqueologia e documentos antigos, da passagem pela Terra do Jesus
histórico"
Continuemos obtendo mais depoimentos de escritores, como, por exemplo,
James H. Charleswort – no livro "Jesus dentro do Judaísmo", pg 74 :
"....Assim como não existem dados sustentando a idéia de Jesus ter
sido Essênio, já que não há qualquer referencia a ele nos documentos
conhecidos, não se pode tampouco afirmar que nunca houve contato entre
ambos os grupos, cristãos e Essênios. Existem, contudo, oposições
evidentes nos ensinamentos e praticas de Jesus comparados com os da
seita zadokita: os Essênios eram rigorosos cumpridores da lei,
guardando o sábado com maior rigor até do que os fariseus. Jesus
ensinava: "o sábado foi feito por causa do homem, não o homem por
causa do sábado". Em certas ocasiões mandou seus discípulos que
colhessem espigas (trabalhassem) para se alimentar no sábado.Os
Essênios superiores praticavam todo um ritual, mantendo rigor ainda
maior em relação a estranhos, e o compartilhar de refeições era para
eles um ato sagrado, apenas com os membros de seu grupo; Jesus era
acusado pelos fariseus de comer com publicanos e pecadores, a ralé da
época, o que, se feito por um Essênio, provocaria sua expulsão da
Ordem.Por último, os Essênios tinham uma cerimônia na qual
amaldiçoavam seus inimigos; enquanto Jesus ensinava: "Amai vossos
inimigos e orai por aqueles que vos perseguem".
Igualmente, o historiador John P. Meir – no livro "Um Judeu Marginal",
Imago, 1993, pg 100, nos relata, com muita sabedoria: "Seja como for
(e não há como verificar tal afirmação), não existem indicações de que
Jesus tenha tido contato direto com a comunidade de Qumrãn, em
qualquer tempo. Ele não é mencionado nos documentos encontrados em
Qumrãn, ou próximo a ele, e sua atitude independente com relação à
interpretação estrita da Lei Mosaica é a própria antítese dos
rigorosos membros da seita Qumrãn, que consideravam até os fariseus
muito indulgentes. Tudo isso não evitou que alguns escritores
imaginosos vissem Jesus e Batista em alguns textos de Qumrãn, o que
apenas mostra que a fantasia intelectual não conhece limites!"
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Aparentemente, de acordo com as opiniões, dadas abaixo, de alguns
escritores famosos sobre o fato, escritores historiadores, que são os
que se aplicam neste caso, tudo nos leva a crer que, não. Em caso
afirmativo, a conclusão mais razoável é que se Jesus conviveu com os
Essênios, tendo assimilado algumas de suas figuras e idéias, deles se
afastou, divergindo em pontos fundamentais.
Vamos abrir parênteses para dar uma excelente definição de
"historiador", de Cervantes: "Os historiadores devem ser precisos,
verídicos e totalmente imparciais; nem o interesse, nem o medo, o ódio
ou a afeição poderiam afastá-los da senda da verdade, da qual a
história é a mãe, a conservadora das grandes ações, o testemunho do
passado, o exemplo e o ensinamento para o presente e a advertência
para o futuro".
Deste modo, vejam a opinião de Eleutério Nicolau da Conceição, no
livro "Maçonaria – Raízes Históricas e Filosóficas", pg 177 : "Certos
livros afirmam que Jesus e Batista tinham sido Essênios, mas que Jesus
era um grau superior ao de João. Por ocasião de seu batismo, Jesus se
teria dado a conhecer por sinal, toque e palavra....etc. Parece
incrível que histórias desse tipo sejam repetidas sem que aqueles que
o fazem, tenham levantado perguntas óbvias: como aquela informação
teria chegado ao escritor? Os autores desses artigos não exercitaram
seu pensamento critico para perguntar como o autor original teria
acesso a essas informações desconhecidas de todos os estudiosos do
tema, que buscam avidamente referencias palpáveis, verificáveis na
arqueologia e documentos antigos, da passagem pela Terra do Jesus
histórico"
Continuemos obtendo mais depoimentos de escritores, como, por exemplo,
James H. Charleswort – no livro "Jesus dentro do Judaísmo", pg 74 :
"....Assim como não existem dados sustentando a idéia de Jesus ter
sido Essênio, já que não há qualquer referencia a ele nos documentos
conhecidos, não se pode tampouco afirmar que nunca houve contato entre
ambos os grupos, cristãos e Essênios. Existem, contudo, oposições
evidentes nos ensinamentos e praticas de Jesus comparados com os da
seita zadokita: os Essênios eram rigorosos cumpridores da lei,
guardando o sábado com maior rigor até do que os fariseus. Jesus
ensinava: "o sábado foi feito por causa do homem, não o homem por
causa do sábado". Em certas ocasiões mandou seus discípulos que
colhessem espigas (trabalhassem) para se alimentar no sábado.Os
Essênios superiores praticavam todo um ritual, mantendo rigor ainda
maior em relação a estranhos, e o compartilhar de refeições era para
eles um ato sagrado, apenas com os membros de seu grupo; Jesus era
acusado pelos fariseus de comer com publicanos e pecadores, a ralé da
época, o que, se feito por um Essênio, provocaria sua expulsão da
Ordem.Por último, os Essênios tinham uma cerimônia na qual
amaldiçoavam seus inimigos; enquanto Jesus ensinava: "Amai vossos
inimigos e orai por aqueles que vos perseguem".
Igualmente, o historiador John P. Meir – no livro "Um Judeu Marginal",
Imago, 1993, pg 100, nos relata, com muita sabedoria: "Seja como for
(e não há como verificar tal afirmação), não existem indicações de que
Jesus tenha tido contato direto com a comunidade de Qumrãn, em
qualquer tempo. Ele não é mencionado nos documentos encontrados em
Qumrãn, ou próximo a ele, e sua atitude independente com relação à
interpretação estrita da Lei Mosaica é a própria antítese dos
rigorosos membros da seita Qumrãn, que consideravam até os fariseus
muito indulgentes. Tudo isso não evitou que alguns escritores
imaginosos vissem Jesus e Batista em alguns textos de Qumrãn, o que
apenas mostra que a fantasia intelectual não conhece limites!"
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
quinta-feira, 26 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Solsticios e Equinócios
Solstícios e Equinócios
A Astronomia e a Astrologia são ciências extremamente importantes, mas
não é de nosso interesse, e nem tenho capacidade de fazer um tratado
sobre os Solstícios e os Equinócios.
Vou simplesmente dar algumas definições e conclusões, da maneira mais
pratica possível e, no final, fazer uma observação, que ao meu ver é
de extrema importância pois definiu eventos religiosos importantes.
É sabido que a Terra tem movimento de rotação em torno de seu próprio
eixo e gira em torno do Sol num trajeto com formato de uma elipse.
Entretanto, se tomarmos um ponto da Terra como "referência",
aparentemente, o Sol nasce no Leste e se põe no Oeste. Só que não
nasce sempre no mesmo local. Ele caminha num sentido (para a direita,
por exemplo), permanece parado por um período, e volta no sentido
contrário até atingir o outro extremo. Permanece parado por um período
e recomeça tudo outra vez. Leva seis meses para ir de um extremo a
outro e, portanto, um ano para voltar ao mesmo extremo.
Essas aparentes "paradas", que são as posições da Terra nos extremos
mais longos da elipse, são chamados de "Solstícios" de Verão e de
Inverno. Abaixo da Linha do Equador ocorrem em 24 de dezembro e em 24
de junho, aproximadamente. Acima da Linha do Equador, as datas são as
mesmas, e onde é Verão é Inverno e vice-versa.
O "Equinócio" é quando o Sol encontra-se no meio dos dois extremos. E,
obviamente, temos também dois: o de Outono e da Primavera.
O mais interessante de tudo que foi escrito é que, nos Solstícios, a
quantidade de horas de sol (claridade) e de escuridão varia durante o
período de 24h do dia , e se alterna.
Desse modo, no Solstício de Verão a quantidade de horas de claridade é
muito maior que a escuridão, durante as 24h de um dia. E ao contrário
no Solstício de Inverno.
Como o Sol, nas religiões das civilizações antigas era considerado
como um dos "deuses", essa variação crescente da sua presença durante
seis meses nos dias, foi base de uma religião muito antiga chamada
"Solis Invictus" (e também do Mitraismo).
Recapitulando, o Solstício de Inverno, acima da Linha do Equador, que
foi onde as civilizações mais se desenvolveram, no dia 24 de dezembro
tinha uma quantidade maior de horas de escuridão do que as de
claridade. E, a partir desse dia, essa religião comemorava sua festa
máxima que era o "Natalis Solis Invictus" que era quando o Sol
começava a aumentar sua presença ao longo dos dias, até o próximo
Equinócio quando as horas de escuridão e claridade seriam iguais. Esse
dia era de extrema importância para os adeptos dessa religião: era
quando o "Sol nascia e crescia em força e vigor".
O cristianismo, na época de Constantino, o Grande, foi alçada à
condição de religião de Estado, apesar de que ele próprio, até próximo
a sua morte, pertenceu a religião "Solis Invistus". A festa máxima era
o nascimento de Jesus Cristo, que era comemorada em 06 de janeiro.
Entretanto, como foi uma religião "imposta" pelos governantes, as
convicções antigas permaneceram e eram também comemoradas. Para
resolver esse problema, as festas católicas tiveram as datas trocadas,
coincidindo com as antigas festas do "Solis Invictus".
Inclusive, a data de nascimento de Jesus que era comemorada em 06 de
janeiro, foi trocada para a data de 24 de dezembro, por Constantino em
521 d.C.
Desse modo, a atitude de um déspota daquela época, que por interesses
político e temporal, influenciou, e continua a influenciar, no
comportamento de milhares de pessoas, no tocante as suas convicções
religiosas.
P.S.: de um lugar fixo do meu quintal, desde 12/05/2009, venho obtendo
fotos, duas vezes ao mês, do "pôr" do Sol para registrar essa
caminhada aparente do mesmo. É muito interessante, pois é algo que
ocorre continuadamente e não nos damos conta.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
A Astronomia e a Astrologia são ciências extremamente importantes, mas
não é de nosso interesse, e nem tenho capacidade de fazer um tratado
sobre os Solstícios e os Equinócios.
Vou simplesmente dar algumas definições e conclusões, da maneira mais
pratica possível e, no final, fazer uma observação, que ao meu ver é
de extrema importância pois definiu eventos religiosos importantes.
É sabido que a Terra tem movimento de rotação em torno de seu próprio
eixo e gira em torno do Sol num trajeto com formato de uma elipse.
Entretanto, se tomarmos um ponto da Terra como "referência",
aparentemente, o Sol nasce no Leste e se põe no Oeste. Só que não
nasce sempre no mesmo local. Ele caminha num sentido (para a direita,
por exemplo), permanece parado por um período, e volta no sentido
contrário até atingir o outro extremo. Permanece parado por um período
e recomeça tudo outra vez. Leva seis meses para ir de um extremo a
outro e, portanto, um ano para voltar ao mesmo extremo.
Essas aparentes "paradas", que são as posições da Terra nos extremos
mais longos da elipse, são chamados de "Solstícios" de Verão e de
Inverno. Abaixo da Linha do Equador ocorrem em 24 de dezembro e em 24
de junho, aproximadamente. Acima da Linha do Equador, as datas são as
mesmas, e onde é Verão é Inverno e vice-versa.
O "Equinócio" é quando o Sol encontra-se no meio dos dois extremos. E,
obviamente, temos também dois: o de Outono e da Primavera.
O mais interessante de tudo que foi escrito é que, nos Solstícios, a
quantidade de horas de sol (claridade) e de escuridão varia durante o
período de 24h do dia , e se alterna.
Desse modo, no Solstício de Verão a quantidade de horas de claridade é
muito maior que a escuridão, durante as 24h de um dia. E ao contrário
no Solstício de Inverno.
Como o Sol, nas religiões das civilizações antigas era considerado
como um dos "deuses", essa variação crescente da sua presença durante
seis meses nos dias, foi base de uma religião muito antiga chamada
"Solis Invictus" (e também do Mitraismo).
Recapitulando, o Solstício de Inverno, acima da Linha do Equador, que
foi onde as civilizações mais se desenvolveram, no dia 24 de dezembro
tinha uma quantidade maior de horas de escuridão do que as de
claridade. E, a partir desse dia, essa religião comemorava sua festa
máxima que era o "Natalis Solis Invictus" que era quando o Sol
começava a aumentar sua presença ao longo dos dias, até o próximo
Equinócio quando as horas de escuridão e claridade seriam iguais. Esse
dia era de extrema importância para os adeptos dessa religião: era
quando o "Sol nascia e crescia em força e vigor".
O cristianismo, na época de Constantino, o Grande, foi alçada à
condição de religião de Estado, apesar de que ele próprio, até próximo
a sua morte, pertenceu a religião "Solis Invistus". A festa máxima era
o nascimento de Jesus Cristo, que era comemorada em 06 de janeiro.
Entretanto, como foi uma religião "imposta" pelos governantes, as
convicções antigas permaneceram e eram também comemoradas. Para
resolver esse problema, as festas católicas tiveram as datas trocadas,
coincidindo com as antigas festas do "Solis Invictus".
Inclusive, a data de nascimento de Jesus que era comemorada em 06 de
janeiro, foi trocada para a data de 24 de dezembro, por Constantino em
521 d.C.
Desse modo, a atitude de um déspota daquela época, que por interesses
político e temporal, influenciou, e continua a influenciar, no
comportamento de milhares de pessoas, no tocante as suas convicções
religiosas.
P.S.: de um lugar fixo do meu quintal, desde 12/05/2009, venho obtendo
fotos, duas vezes ao mês, do "pôr" do Sol para registrar essa
caminhada aparente do mesmo. É muito interessante, pois é algo que
ocorre continuadamente e não nos damos conta.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
quinta-feira, 19 de março de 2015
Ordem DeMolay
A Ordem DeMolay é uma sociedade discreta de princípios filosóficos,
fraternais, iniciáticos e filantrópicos, para jovens do sexo masculino
com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. É uma organização
neo-templária fundada nos Estados Unidos, em 17 de Março de 1919, pelo
maçom Frank Sherman Land patrocinada e mantida pela Maçonaria[carece
de fontes], oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede
espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolays e Priorados da Ordem da
Cavalaria - denominações das células da organização.
A Ordem é inspirada na vida e morte do nobre francês Jacques de Molay,
23º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, morto em 18 de março
de 1314 junto ao Preceptor da Normandia, Geoffroi de Charney por
contestar as falsas acusações de prática de diversas heresias como
infidelidade à Igreja, sodomia, adoração de ídolos etc. Pode-se
acreditar que o motivo de tais acusações fosse a ambição do Rei Filipe
IV, o Belo e o Papa Clemente V, pelas posses da Ordem dos Templários,
pois em caso de prisão, os bens do acusado passariam a pertencer ao
Estado francês.
A Ordem Demolay possui cerca de 8 milhões de membros em todo o mundo e
mais de 200 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade, é
denominado Sênior DeMolay, perde seu direito a voto e o de ocupar
cargos efetivo e passa a poder acompanhar os trabalhos do Capítulo
através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, a Ordem é
distribuída em mais de setecentos e noventa capítulos, sendo que os
milhares de DeMolays regulares de todos os Estados da federação se
reúnem frequentemente.
No mundo, a Ordem DeMolay pode ser encontrada em vários países como
Argentina, Aruba (Países Baixos), Alemanha, Austrália, Bolívia,
Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Filipinas, França, Guam
(Estados Unidos), Itália, Japão, México, Panamá, Paraguai, Peru e
Uruguai.
No dia 8 de abril de 2008, o Estado de São Paulo estabeleceu o Dia do
DeMolay, através da Lei Estadual nº 12.905, a ser comemorado
anualmente no dia 18 de março. Em 19 de janeiro de 2010, foi
promulgada a Lei Federal nº 12.208 que instituiu o dia 18 de março
como o Dia Nacional do DeMolay, seguindo o exemplo paulista, sendo que
a escolha da data marca o falecimento de Jacques de Molay, herói e
mártir que inspirou o nome da Ordem.
Os princípios da Ordem são baseados em 7 virtudes, consideradas
cardeais (1. Amor Filial, 2. Reverência pelas Coisas Sagradas, 3.
Cortesia, 4. Companheirismo, 5. Fidelidade, 6. Pureza e 7.
Patriotismo), incentivando cada membro a trilhar seu caminho seguindo
esses preceitos, que são considerados pela Ordem como diferenciais na
vida de um líder e de um Homem de Bem, também como determinantes para
seu destino. DeMolay SCODB
Os baluartes da Ordem são a defesa das Liberdades:
"Religiosa" representada pelo Livro Sagrado. (No Brasil, país de
maioria cristã, uma Bíblia Sagrada).
"Civil", representada pela Bandeira Nacional.
"Intelectual", representada pelos Livros Escolares.
Assim prescreve a ética de um DeMolay:
Um DeMolay respeita Deus acima de tudo;
Um DeMolay honra todas as mulheres;
Um DeMolay ama e honra seus pais;
Um DeMolay é honesto;
Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
Um DeMolay executa trabalhos honestos;
Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança.
Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay[editar | editar código-fonte]
A Ordem DeMolay invoca sete luzes, simbolizando as sete virtudes
cardeais de um DeMolay, que iluminam seus caminhos conforme passam
pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, a base de
suas vidas.
Amor Filial: é o amor e carinho que devemos ter por nossos pais, que
nos semearam, geraram, nos ensinaram as primeiras lições de nossas
vidas e se sacrificaram por nós. Através deles nós tivemos as
primeiras lições de educação, respeito e na crença em Deus.
Reverência pelas Coisas Sagradas: significa a crença em Deus, não
importando a sua religião. Para ser um DeMolay o jovem tem que ter fé
Nele.
Cortesia: educação, respeito e solidariedade são princípios que um
DeMolay procura por em prática usando a filantropia, mas somente
válida quando é feita com sentimento, colocando o coração naquilo que
faz. Os DeMolays possuem o seguinte pensamento:
"Para ser útil à sociedade não é necessário ser um DeMolay, mas para
ser um DeMolay é necessário ser útil à sociedade".
Companheirismo: é ser um amigo leal, tanto nas horas boas quanto nas
ruins. O verdadeiro companheiro e amigo é aquele que estende a mão
para um Irmão em momentos de dificuldade. Companheirismo é levar uma
chama de amizade no coração, para que, quando um amigo estiver no meio
do túnel, ela possa iluminar e mostrar onde está a saída.
Fidelidade: é sempre acreditar em seus ideais e virtudes, mantendo em
segredo tudo aquilo que lhe for confiado. É ser fiel a Deus, à sua
Pátria e a seus amigos, seguindo o exemplo de fidelidade de Jacques
DeMolay, que preferiu morrer a trair seus Irmãos ou faltar com seu
juramento.
Pureza: é ser um cidadão idôneo, puro de alma e de coração; é sempre
estar de bem com a própria consciência. É manter a mente longe de tudo
que vá contra os princípios de um bom cidadão.
Patriotismo: é respeitar e defender a nossa Pátria, nosso Estado e
nossa Cidade e, além disso, conservar tudo que diz respeito ao
patrimônio público, como escolas, asilos, orfanatos e hospitais, que
prestam ajuda às pessoas mais carentes de nossa sociedade.
fonte: Rede Colméia
fraternais, iniciáticos e filantrópicos, para jovens do sexo masculino
com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. É uma organização
neo-templária fundada nos Estados Unidos, em 17 de Março de 1919, pelo
maçom Frank Sherman Land patrocinada e mantida pela Maçonaria[carece
de fontes], oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede
espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolays e Priorados da Ordem da
Cavalaria - denominações das células da organização.
A Ordem é inspirada na vida e morte do nobre francês Jacques de Molay,
23º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, morto em 18 de março
de 1314 junto ao Preceptor da Normandia, Geoffroi de Charney por
contestar as falsas acusações de prática de diversas heresias como
infidelidade à Igreja, sodomia, adoração de ídolos etc. Pode-se
acreditar que o motivo de tais acusações fosse a ambição do Rei Filipe
IV, o Belo e o Papa Clemente V, pelas posses da Ordem dos Templários,
pois em caso de prisão, os bens do acusado passariam a pertencer ao
Estado francês.
A Ordem Demolay possui cerca de 8 milhões de membros em todo o mundo e
mais de 200 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade, é
denominado Sênior DeMolay, perde seu direito a voto e o de ocupar
cargos efetivo e passa a poder acompanhar os trabalhos do Capítulo
através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, a Ordem é
distribuída em mais de setecentos e noventa capítulos, sendo que os
milhares de DeMolays regulares de todos os Estados da federação se
reúnem frequentemente.
No mundo, a Ordem DeMolay pode ser encontrada em vários países como
Argentina, Aruba (Países Baixos), Alemanha, Austrália, Bolívia,
Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Filipinas, França, Guam
(Estados Unidos), Itália, Japão, México, Panamá, Paraguai, Peru e
Uruguai.
No dia 8 de abril de 2008, o Estado de São Paulo estabeleceu o Dia do
DeMolay, através da Lei Estadual nº 12.905, a ser comemorado
anualmente no dia 18 de março. Em 19 de janeiro de 2010, foi
promulgada a Lei Federal nº 12.208 que instituiu o dia 18 de março
como o Dia Nacional do DeMolay, seguindo o exemplo paulista, sendo que
a escolha da data marca o falecimento de Jacques de Molay, herói e
mártir que inspirou o nome da Ordem.
Os princípios da Ordem são baseados em 7 virtudes, consideradas
cardeais (1. Amor Filial, 2. Reverência pelas Coisas Sagradas, 3.
Cortesia, 4. Companheirismo, 5. Fidelidade, 6. Pureza e 7.
Patriotismo), incentivando cada membro a trilhar seu caminho seguindo
esses preceitos, que são considerados pela Ordem como diferenciais na
vida de um líder e de um Homem de Bem, também como determinantes para
seu destino. DeMolay SCODB
Os baluartes da Ordem são a defesa das Liberdades:
"Religiosa" representada pelo Livro Sagrado. (No Brasil, país de
maioria cristã, uma Bíblia Sagrada).
"Civil", representada pela Bandeira Nacional.
"Intelectual", representada pelos Livros Escolares.
Assim prescreve a ética de um DeMolay:
Um DeMolay respeita Deus acima de tudo;
Um DeMolay honra todas as mulheres;
Um DeMolay ama e honra seus pais;
Um DeMolay é honesto;
Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
Um DeMolay executa trabalhos honestos;
Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança.
Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay[editar | editar código-fonte]
A Ordem DeMolay invoca sete luzes, simbolizando as sete virtudes
cardeais de um DeMolay, que iluminam seus caminhos conforme passam
pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, a base de
suas vidas.
Amor Filial: é o amor e carinho que devemos ter por nossos pais, que
nos semearam, geraram, nos ensinaram as primeiras lições de nossas
vidas e se sacrificaram por nós. Através deles nós tivemos as
primeiras lições de educação, respeito e na crença em Deus.
Reverência pelas Coisas Sagradas: significa a crença em Deus, não
importando a sua religião. Para ser um DeMolay o jovem tem que ter fé
Nele.
Cortesia: educação, respeito e solidariedade são princípios que um
DeMolay procura por em prática usando a filantropia, mas somente
válida quando é feita com sentimento, colocando o coração naquilo que
faz. Os DeMolays possuem o seguinte pensamento:
"Para ser útil à sociedade não é necessário ser um DeMolay, mas para
ser um DeMolay é necessário ser útil à sociedade".
Companheirismo: é ser um amigo leal, tanto nas horas boas quanto nas
ruins. O verdadeiro companheiro e amigo é aquele que estende a mão
para um Irmão em momentos de dificuldade. Companheirismo é levar uma
chama de amizade no coração, para que, quando um amigo estiver no meio
do túnel, ela possa iluminar e mostrar onde está a saída.
Fidelidade: é sempre acreditar em seus ideais e virtudes, mantendo em
segredo tudo aquilo que lhe for confiado. É ser fiel a Deus, à sua
Pátria e a seus amigos, seguindo o exemplo de fidelidade de Jacques
DeMolay, que preferiu morrer a trair seus Irmãos ou faltar com seu
juramento.
Pureza: é ser um cidadão idôneo, puro de alma e de coração; é sempre
estar de bem com a própria consciência. É manter a mente longe de tudo
que vá contra os princípios de um bom cidadão.
Patriotismo: é respeitar e defender a nossa Pátria, nosso Estado e
nossa Cidade e, além disso, conservar tudo que diz respeito ao
patrimônio público, como escolas, asilos, orfanatos e hospitais, que
prestam ajuda às pessoas mais carentes de nossa sociedade.
fonte: Rede Colméia
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