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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Não a Isenção de Pedágio de Motos

06/12/2010 09:55
Transportes rejeita isenção de pedágio para motos
Arquivo - Sônia Baiocchi
Chico da Princesa diz que motociclistas se beneficiam das obras em
rodovias.A Comissão de Viação e Transportes rejeitou na quarta-feira
(1º) o Projeto de Lei 6027/09, do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ),
que isenta as motos do pagamento de pedágio nas rodovias. A proposta
também proíbe o repasse de custos decorrentes dessa isenção ao preço
do pedágio.
O relator, deputado Chico da Princesa (PR-PR), propôs a rejeição por
discordar do principal argumento do autor, de que as motos, por terem
peso leve, não causam dano ao asfalto e despesas de manutenção à
empresa concessionária.
"Há outros fatores que precisam ser contabilizados, como os custos
gerados pelos acidentes, quando as concessionárias têm despesas com a
prestação de socorro e com a recomposição do patrimônio danificado,
como postes de iluminação, placas de sinalização e proteções
laterais", diz o relator.
Além disso, Chico da Princesa afirma que os motociclistas também se
beneficiam com a manutenção das rodovias e, por isso, devem participar
do rateio dos custos.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo [Rito de tramitação pelo
qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas
comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter
em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões
(rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou
rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado
por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará
ser votado pelo Plenário.], e segue para as comissões de Finanças e
Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-6027/2009
Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição - Daniella Cronemberger
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/151802-TRANSPORTES-REJEITA-ISENCAO-DE-PEDAGIO-PARA-MOTOS.html

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Seu 13º Mês Não Existe - FAÇA AS CONTAS

Gostei desse texto - realmente eu já tinha pensado nisso, mas achei
que era bobagem...

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E NÃO É QUE É VERDADE?

Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma
seca!

Mas ... diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem,
cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos
conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos
médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi
mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente
atenta e obrigada, come sem pensar!

Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus
técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com
as sua s brilhantes teorias...

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários
públicos o 13º mês. Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra
roubalheira. Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º mês não existe.

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do
sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais
acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil
enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha R$700,00 por mês. Multiplicando-se
esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$8.400,00 por um
ano de doze meses.

R$700 X 12 = R$8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o
conhecido 13º mês.

R$8.400,00 (Salário anual) + R$700,00 (13º mês) = R$ 9.100
(Salário anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe
a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe R$700,00 mês e o mês tem quatro semanas,
significa que ganha por semana R$175,00.

R$700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$175,00
(Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$175,00 (Salário
semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será
R$ 9.100,00.

R$175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes
nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lh e rouba uma parte do salário durante
todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias,
outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas)
o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com
um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função
pública, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes.
Não existe nenhum 13º mês. O patrão apenas devolve o que
sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não
um adicional.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dilma x Serra

Bom, podemos ver o perfil dos leitores desse Blog...

52% votaram em Serra, já que a Terrorista não tá com nada...

LULA por JABOR

Gosto do Jabor, ele é mordaz ao escrever...

Lula é um fenômeno religioso

Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo

Lula não é um político - é um fenômeno religioso. De fé. Como as igrejas que caem, matam os fiéis e os que sobram continuam acreditando. Com um povo de analfabetos manipuláveis, Lula está criando uma igreja para o PT dirigir, emparedando instituições democráticas e poderes moderadores.

Os fatos são desmontados, os escândalos desidratados para caber nos interesses políticos da igreja lulista e seus coroinhas. Lula nos roubou o assunto. Vejam os jornais; todos os assuntos são dele, tudo converge para a verdade oficial do poder. Lula muda os fatos em ficção. Só nos resta a humilhante esperança de que a democracia prevaleça.

Depois do derretimento do PSDB, o destino do País vai ser a maçaroca informe do PMDB agarrada aos soviéticos do PT, nossa direita contemporânea. Os comentaristas ficam desorientados diante do nada que os petistas criaram com o apoio do povo analfabeto. Os conceitos críticos, como "razão, democracia, respeito à lei, ética", ficaram ridículos, insuficientes raciocínios diante do cinismo impune.

Como analisar com a Razão essa insânia oficial? Como analisar o caso Erenice, por exemplo, com todas as provas na cara, com o Lula e seus áulicos dizendo que são mentiras inventadas pela mídia? Temos de criar novos instrumentos críticos para entender esta farsa. Novos termos.

Estamos vendo o início de um "chavismo light", cordial, para que a "massa atrasada" seja comandada pela "massa adiantada" (Dilma et PT). Os termos têm de ser mudados. Não há mais "propina"; agora o nome é "taxa de sucesso". A roubalheira se autonomeia "revolucionária" - assalto à coisa pública em nome do povo. O que se chamava "vítima" agora se chama "réu". Os escândalos agora são de governos inteiros roubando em cascata, como em Brasília, Rondônia e Amapá - são "girândolas de crimes". Os criminosos são culpados, mas sabem tramar a inocência. O "não" agora quer dizer "sim".

Antigamente, se mentia com bons álibis; hoje, as tramoias e as patranhas são deslavadas; não há mais respeito nem pela mentira. Está em andamento uma "revolução dentro da corrupção", invadindo o Estado em nossa cara, com o fito de nos acostumar ao horror. Gramsci foi transformado em chefe de quadrilha.

Nunca antes nossos vícios ficaram tão explícitos, nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Já sabemos que a corrupção no País não é um "desvio" da norma, não é um pecado ou crime; é a norma mesmo, entranhada nos códigos e nas almas. Nosso único consolo: estamos aprendemos muito sobre a dura verdade nacional neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Por exemplo: ganhamos mais cultura política com a visão da figura da Erenice, a burocrata felliniana, a "mãe coragem" com seus filhos lobistas, com o corpinho barbudo do Tuminha (lembram?), com o "make-over" da clone Dilma (que ama a ex-Erenice, seu braço direito há 15 anos), com o silêncio eufórico dos Sarneys, do Renan, do Jucá... Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!

Ao menos, estamos mais alertas sobre a técnica do desgoverno corrupto que faz pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, esgotos à flor da pele, tudo proclamado como plano de aceleração do crescimento popular.

Nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades imundas, mas fecundas como um adubo sagrado, belas como nossas matas, cachoeiras e flores.

Os canalhas são mais didáticos que os honestos. Temos assistido a um show de verdades mentirosas no chorrilho de negaças, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. Como é educativo vermos as falsas ostentações de pureza para encobrir a impudicícia, as mãos grandes nas cumbucas e os sombrios desejos das almas de rapina. Que emocionante este sarapatel entre o público e o privado: os súbitos aumentos de patrimônio, filhinhos ladrões, ditadura dos suplentes, cheques podres, piscinas em forma de vaginas, despachos de galinhas mortas na encruzilhada, o uísque caindo mal no Piantela, as flatulências fétidas no Senado, as negaças diante da evidência de crime, os gemidos proclamando "honradez" e "patriotismo".

Talvez esta vergonha seja boa para nos despertar da letargia de 400 anos. Através deste escracho, pode ser que entendamos a beleza do que poderíamos ser!

Já se nos entranhou na cabeça, confusamente ainda, que enquanto houver 20 mil cargos de confiança no País, haverá canalhas, enquanto houver estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse código penal, nunca haverá progresso.

Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas, sem saneamento, com o Lula brilhando na TV, xingando a mídia e com todos os mensaleiros, sanguessugas e aloprados felizes em seus empregos e dentro do ex-partido dos trabalhadores. E é espantoso que este óbvio fenômeno político, caudilhista, subperonista, patrimonialista, aí, na cara da gente, seja ignorado por quase toda a intelligentsia do País, que antes vivia escrevendo manifestos abstratos e agora se cala diante deste perigo concreto que nos ronda. No Brasil, a palavra "esquerda" ainda é o ópio dos intelectuais.

A única oposição que teremos é o da imprensa livre, que será o inimigo principal dos soviéticos ascendentes. O Brasil está evoluindo em marcha à ré! Só nos resta a praga: malditos sejais, ó mentirosos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas, que vossas línguas mentirosas se transformem em cobras peçonhentas que se enrosquem em vossos pescoços, e vos devorem a alma.

Os soviéticos que sobem já avisaram que revistas e jornais são o inimigo deles.

Por isso, "si vis pacem, para bellum", colegas jornalistas. Se quisermos a paz, preparemo-nos para a guerra.

A ESCOLHA DE SOFIA - DILMA E SERRA

Recebi esse email e assino embaixo das palavras de Rodrigo Constantino.

Estamos num impasse, mas devemos visar a redução de danos!


A ESCOLHA DE SOFIA -leia enquanto é tempo, IMPORTANTE!

"O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que
serão governados pelos que se interessam." (Arnold Toynbee)

"A escolha de Sofia" é a história que acontece no campo de concentração nazista de Auschwitz, vivida por uma mãe judia, que é forçada por um soldado alemão a escolher entre o filho e a filha - qual seria executado e qual seria poupado.

Se ela se recusasse a escolher, os dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele.

A questão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de "decisão quase impossível de ser tomada".

O artigo a seguir foi escrito no final de 2009, pelo economista

Rodrigo Constantino - autor de 5 livros.  

Ele assina a coluna "Eu e Investimentos", do jornal Valor Econômico; também é colunista do jornal O Globo; além de ser Membro-fundador do Instituto Millenium; e vencedor do prêmio Libertas em 2009, no XII Forum da Liberdade.

Seu curriculum vai muito além do que está listado acima,
é extenso e respeitável. Segue seu artigo:


" Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia."
(por Rodrigo Constantino )


"Tudo que é preciso para o triunfo do mal
é que as pessoas de bem nada façam." (Edmund Burke)

Agora, praticamente é oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.

Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?

Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável.

Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional - Socialista, em 1933, na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.

Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro
monopólio da esquerda na política nacional.
PT e PSDB cada vez mais se parecem.
Mas também existem algumas diferenças importantes.

O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios, os mais abjetos, para tal meta.
O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso.

O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente
grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista.
O PSDB não chega a tanto.

Além disso, há um fator relevante de curto prazo:
o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal,
ONGs, estatais, agências reguladoras, tudo!

O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez, na Venezuela; Evo Morales, na Bolívia; Rafael Correa, no Equador.
Enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo.
A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme.
O estrago será duradouro.
Mas quanto antes for abortado,
melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.

Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre
Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista
através de Dilma, é um tiro certo rumo ao pior.

Dilma é tão autoritária ou mais que Serra,
com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior,
aquela existente em Cuba ainda hoje.

Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos.

Como anular o voto
sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?!

 
Como virar a cara
sabendo que isso pode significar passos mais acelerados
em direção ao socialismo bolivariano?

Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia.
Mas anular o voto, desta vez, pode significar
o triunfo definitivo do mal.

Em vez de soco na cara ou no estômago,
podemos acabar com um tiro na nuca.

Dito isso, assumo que votarei em Serra.
Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa.
Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio à Dilma.
Meu voto não é a favor de Serra.

No dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro do
governo Serra, como sou hoje do governo Lula.
Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder.
Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília.

Só o desaparelhamento de petistas do Estado
já seria um ganho para a liberdade,
ainda que momentâneo.

Respeito meus colegas liberais, que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convicente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização - o que não é muito, mas é o que hoje devemos e podemos fazer!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Tiririca

Esse é o Brasil que temos...

O Deputado FEDERAL MAIS VOTADO do Brasil, com mais de 1 milhão de
votos, é ninguém menos que o TIRIRICA, que fez sua campanha dizendo
que não sabia o que fazia um deputado, mas que contaria se eleito.

Essa era a plataforma do cara, isso o elegeu!

Mas porquê? Votar num cara como esse, assim, em massa, no estado de
São Paulo, é no mínimo, desdenhar do sistema político.

Mas o tiro sai pela culatra - elegendo um protesto como esse, ele
passa a representá-lo na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Porque ao invés de desperdiçar o voto assim (e o dinheiro, já que
sustentar um Deputado Federal sai caro), porque não votar em branco,
ou nulo? E pensar também que a legendo da coligação que em que ele
estava também se beneficiou e elegeu vários outros candidatos, só
porque sua representação partidária se tornou maior.

Isso é ridículo, e quero ver o que de bom sairá disso.

QUE FIASCO É ESSE POVO!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Suzuki V-Strom 650

V-Strom 650 também encara grande viagem


por Lucas Rizzollo

Um dos maiores exemplos de paixão por motocicletas são as grandes
viagens. Conhecer novos lugares e até mesmo novos países a bordo de
uma motocicleta é uma experiência única. Em uma aventura sobre duas
rodas, até mesmo imprevistos e problemas viram histórias para contar
para os netos. Pouco tempo atrás quem queria desbravar o Brasil ou a
América do Sul tinha como opção somente motos caras e de grande
capacidade cúbica, como a BMW R 1200 GS, Suzuki DL1000 V-Strom e Honda
XL 1000 V Varadero.

Com a chegada da DL650 V-Strom um novo nicho de mercado ganhou espaço.
Hoje a V-Strom 650 vende mais que sua irmã maior, principalmente por
seu preço mais acessível – de janeiro a agosto de 2010 foram vendidas
669 unidades da V-Strom 650 e somente 87 da versão de 1.000cc. Suas
concorrentes diretas também são outras, a BMW F 650 GS e a Kawasaki
Versys, todas aventureiras, bicilíndricas e com motores de menor
capacidade.

Qualidades herdadas

A V-Strom 650 carrega grande parte das qualidades de sua "irmã" maior.
A principal delas é o conforto. O assento é largo e tem a espuma na
densidade ideal. Até mesmo o espaço para garupa, esquecido em muitas
motos, é conhecido como um dos melhores do mercado. A proteção
aerodinâmica também garante conforto extra para o piloto em longas
viagens. A altura do guidão e os comandos estão ali, sempre à mão. E
fechando o pacote as pedaleiras com proteções de borracha deixam as
pernas em uma posição agradável. O painel completo e de fácil
visualização perdeu o útil indicador de última marcha engatada e os
aros cromados – presentes na V-Strom 1000.

A autonomia também é outro trunfo para os aventureiros, o tanque da
650cc comporta 22 litros de combustível. E como durante muitas viagens
não é possível prever as condições da estrada o modelo tem suspensões
altas e com regulagens – garfo telescópico na dianteira e
monoamortecedor facilmente ajustável na traseira.

A V-Strom 650 só não se sai melhor no off-road por conta do seu peso
excessivo e dos pneus que privilegiam a pilotagem no asfalto. Mas ela
não nega fogo, com essa Suzuki 650cc é possível raspar as pedaleiras
no asfalto ou cruzar um riacho com facilidade.

Irmãs quase gêmeas

Lado a lado V-Strom 650 e V-Strom 1000 são muito parecidas. As
principais diferenças são o escapamento duplo, protetor de mão e
spoiler sob o motor da versão 1000. Na 650 o escapamento tem saída
única e o protetor de mão e spoiler não são itens de série.

Apesar de não ter o grande motor V2 de 1000cc, o modelo 650 tem
algumas vantagens. A primeira delas está no preço. Custando R$ 34.600,
a V-Strom caçula é quase R$ 10.000 mais barata que sua irmã maior.
Dinheiro suficiente para colocar todos os acessórios imagináveis. Além
disso, pesa 14 kg a menos e seu banco é 20 mm mais baixo. Vantagens
que tem atraído quem está entrando no mundo das grandes aventureiras.
No fim das contas é possível ver que em termos estéticos e ciclísticos
os modelos são muito similares. Diferença mesmo só na hora de acelerar
para valer.

V2 de 650cc

Conhecido na Europa por equipar a naked SV650, o propulsor de dois
cilindros em "V" e 645 cm³ de capacidade não tem a mesma resposta e a
velocidade final da sua irmã de 1000 cc, porém se encaixou
perfeitamente na proposta da moto. Com refrigeração líquida, quatro
válvulas por cilindro (DOHC), o motor oferece 67 cavalos de potência
máxima a 8.800 rpm – menos que os 98 cv do motor de 1.000 cc, mas o
suficiente para a 650cc.

Com a última marcha engatada e rodando a 120 km/h o motor tem baixa
vibração e pouco se esforça para impulsionar o conjunto; mesmo com
garupa e bagagens. É preciso ficar atento ao painel para não
ultrapassar os limites legais das rodovias, principalmente pela
confiança que as suspensões transmitem.

Fora de seu "habitat" natural e durante um passeio na cidade o modelo
se mostrou divertido, principalmente depois de passar a faixa dos
4.000 rpm. É claro que o seu porte avantajado não ajuda na hora de
enfrentar o trânsito no corredor. Mas os espelhos são altos e bem
posicionados. Os freios são adequados a proposta da moto, mas já
passou da hora do sistema de ABS (anti-bloqueio) ser oferecido como
opcional, o que já acontece na Europa. E nesse quesito a concorrência
está um passo a frente – tanto Kawasaki Versys como BMW F650GS
oferecem freios ABS.

Destinado aos viajantes que não querem escolher caminho e percorrer
longas distâncias com muito conforto a DL 650 V-Strom tem como
principal arma o seu custo benefício. Faça sua escolha e boa viagem.

Ficha Técnica:
Motor:  Dois cilindros em "V", oito válvulas, DOHC, com arrefecimento líquido
Capacidade cúbica: 645 cm³
Potência máxima: 67 cv a 8.800 rpm
Torque máximo: 6,12 kgf.m a 6.400 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica
Capacidade do tanque: 22 litros
Câmbio: Seis marchas
Transmissão final: Corrente
Suspensão dianteira: Telescópica com ajuste de pré-carga da mola
Suspensão traseira: Balança com monoamortecedor com ajustes de
pré-carga da mola e retorno
Freio dianteiro: Discos flutuantes de 310 mm com pinça de pistão duplo
Freio traseiro: Disco com pinça de um pistão
Quadro: Dupla trave
Dimensões (C x L x A): 2.290 mm x 840 mm x 1.390 mm
Altura do assento: 820 mm
Altura mínima do solo: 165 mm
Entre-eixos: 1.555 mm
Peso seco: 194 kg (a seco)
Cores:  Preta, laranja, branca e cinza
Preço público sugerido: R$ 34.594

FOTOS: Gustavo Epifanio

Fonte:
Agência Infomoto

Sem conhecer Lula

Como é atual, não?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

E ainda tem gente que quer votar nela...




Eu não voto nela de jeito nenhum!!! Sai fora Wanda!

Barca lotada


Hoje em dia, com essa era de hipocrisia na política, bem rente às eleições, Caronte devia era ficar com sua barca lotada, e dar nesse povo com o remo na cabeça, na porta do Inferno, para eles deixarem de falar mentira para nós... O projeto Ficha limpa, é claro, ficou nas águas do Aqueronte... Ou seja, foi pro Inferno. Claro, legislar contra eles próprios, contra a classe, só se fossem autófagos...

E ficamos, como sempre, a ver navios (ou quem sabe a Barca de Caronte...)

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