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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Como tirar pastilhas freio traseiro Transalp

Para os que me perguntaram, para sacar as pastilhas traseiras da Transalp, basta soltar os parafusos marcados na foto.

Dica, pressione a pinça de freio com força em direção ao eixo da moto, para que o pistão do freio volte para dentro - se não fizer isso, as pastilhas novas não vão caber...

E NUNCA PRESSIONE o pedal do freio sem as pastilhas - isso faz com que o pistão saia da pinça e o fluido vaze - uma caca geral...

Na segunda foto, as pastilhas novas montadas, notem como elas estão bem altas, novinhas.

Ah, a pastilha depois da troca demora um tempo para assentar - vai dar impressão que o freio está meio "borrachudo", mas é normal, com o tempo as pastilhas vão travar mais.

Pelicano

Pelicano é uma ave aquática, grande, palmípede de bico longo e chato, com largo "papo" abaixo da mandíbula inferior, com fácil regurgitar. Segundo Mestre Mackey, em sua Enciclopédia da Maçonaria, na antiga seita cristã, o Pelicano era considerado o símbolo do Salvador. Isso devido antiga lenda que relata que essa ave dilacerando o peito, derrama seu sangue para seus filhotes.

A Igreja fez dele um símbolo, no qual ele assemelhava-se ao Salvador, derramando seu sangue por Ela (Igreja) e pela humanidade. Por associação de ideias, a Maçonaria fez do Pelicano algo semelhante: simbolizou-o como sendo a Maçonaria que derrama seus conhecimentos para seus Obreiros.

Dessa interpretação teológica, segundo Mestre N. Aslan, os místicos aplicaram outro significado considerando o Pelicano como o símbolo do próprio sacrifício que, posteriormente, se reflete em boas ações, como bônus do realizado.

Não é de se estranhar, portanto, que a Maçonaria nos seus Altos Graus (REAA) tenha adotado o Pelicano como Símbolo para o Grau de Cavaleiro Rosa-Cruz, grau eminentemente cristão.

O Pelicano é sempre representado no momento em que abre suas entranhas para alimentar seus filhotes. Por isso, na 'joia" dos Cavaleiros Templários, ele é visto embaixo da Rosa-Cruz e do Compasso, que apoia as suas pontas sobre o quarto de círculo que sustenta seu ninho (Alec Mellor).

É considerado, também, o Símbolo da Caridade e do amor Materno (N.Aslan). Muitas outras interpretações simbólicas foram realizadas, principalmente pela Igreja católica, fazendo comparações com Jesus Cristo, mostrando mais uma vez que o pensamento do ser humano é livre e não tem limites.

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

Salmo 133 cilindradas

Salmo 133 cc dos Bodes do Asfalto, pelo irmão Paulo Henrique de Curitiba:

*Oh quão bom que quão suave é que os Pistões trabalhem em explosão!

*É como o óleo lubrificante derramado sobre o cabeçote, 

que desce pelos seus dutos e cilindros, 

fazendo a lubrificação, 

que lubrificam os metais e as engrenagens;


*É como o Combustível "Pódium" que é do Bom, 

que desce dos tanques pelos sistemas de alimentação 

para as câmaras de combustão, 

porque ali o piloto acelerou com a bênção e a vida para sempre!



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Excelente!!!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Profano

Como já foi mencionado em outra Pílula Maçônica (vide Pílula nº 53 –Colunas do Templo) o termo "Templo", que, entre outras definições, é o local onde as Lojas Maçônicas se reúnem, vem do Latim "templum", que significa horizonte. Como foi explicado, os augures contemplavam o horizonte (templum) para fazerem suas predições sobre o futuro, referente às condições climáticas, tempo de colher, templo de plantar, etc.

No local onde eles faziam essas predições, sempre no mesmo lugar e geralmente em cima de uma colina, foram erigidas paredes e teto, para protegê-los contra as intempéries. O interessante é que essa construção é que começou a ser chamada de "Templo", pois era dali que o horizonte (templum, em latim) era observado.

Referente ao "Profano", sabemos também que em latim, o termo "fanum" é que define a construção onde as religiões praticam seus cultos e é onde a Maçonaria reúne suas Lojas. É sinônimo de igreja, santuário, etc.

O termo "pro", tem o significado de "estar fora". Portanto, nas religiões, "profano" é a definição de quem não pertence à comunidade religiosa, de quem não foi Iniciado, batizado, etc.

Na nomenclatura Maçônica, um "profano" é a pessoa fora da Fraternidade; um não-Maçom. É dito também que, o mundo profano é o mundo fora das Lojas, ou seja, fora do ambiente Maçônico.

Recapitulando: na língua portuguesa o termo "Templo", que é a construção onde os Maçons se reúnem, vem da palavra "templum" que define o horizonte. E, em latim, para essa mesma construção, o termo que a define, é "fanum".Portanto, "pro-fanum" fora do templo, gerou "profano".

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

Conjunção Vênus e Júpiter

Ontem dia 1o de julho de 2015, a conjunção Vênus Júpiter estava convidativa para uma foto!

Mesmo não tendo um equipamento com zoom óptico decente, resolvi fazer com o zoom óptico/digital de 21x da câmera digital.

Melhor que nada.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Escultura de Moisés. Florença.

 

Em Florença existe uma escultura de "Moisés", feita por Michelangelo Buonarotti, o maior escultor em mármore até hoje conhecido.

Buonarotti era um gênio nas artes e essa escultura nos deixa curioso, pois a figura de Moisés ali representada mostra duas saliências na parte superior/posterior da cabeça, como se fossem dois chifres ou cornos.

Impossível Buonarotti ter errado!

Muitas explicações foram dadas para tal fato, mas a mais plausível é dada abaixo.

Quando São Jerônimo, a pedido do Papa Damaso, fez a tradução da Bíblia para o Latim (Vulgata), na passagem de um trecho do "Exôdo", o mesmo cometeu um erro na tradução de uma palavra. O correto seria: "a face irradiada de Luz" foi traduzida como "a face tinha dois chifres (cornos)".

Tudo indica que uma das palavras em hebraico tinha dois significados. Aparentemente, São Jerônimo pegou o significado errado para tal tradução.

Como na época, ninguém estava a "altura" para questionar São Jerônimo, ou seja, questionar a própria igreja Católica, o Moisés ganhou, nessa escultura, feita de acordo com a Sagrada Escritura, um par de chifres na cabeça.

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 30 de junho de 2015

Troca pastilhas freio Transalp





Com 18500 km rodados, achei que a Transalp tinha de trocar as pastilhas traseiras.

Pois bem, recuso-me a pagar 400 reais num jogo de pastilhas traseiro e comprei essas, por 78 reais.

Troquei as pastilhas agora na hora do almoço e comparem com estavam as velhas (com a ranhura indicadora de desgaste aparecendo no meio)












com essas novas:





Custei empurrar o cilindro para dentro para poder caber as pastilhas novas - achei que nem ia caber...

Agora, mais 18000 quilômetros.

Pistola Gamo P800


Da raiva que passei após ter lambuzado a pistola de graxa indevidamente, e nos tiros de precisão o chumbinho ir até de lado por estar lambusado em graxa, desmontei a gamo p800 novamente e limpei tudo, lavei até debaixo dágua. 

Agora vou remontar, depois de ter comprado a gaxeta quadrada do pistão de ar, que já estava bem ressecadinha, e vou montá-la de novo, lubrificando-a levemente somente com óleo de silicone.

Para quem nunca a viu desmontada, vai um relance.

Na principal foto as peças, na próxima, com legenda.



O Balandrau e o Terno Preto

O excelente texto a seguir mostra que muito se fala dos "ternos maçônicos", que nada mais são do que uma fanfarronice - o correto seria todos os irmãos vestidos da mesma maneira, todos de balandrau! Ternos não igualam ninguém, ainda mais de modelos diferentes e ainda por cima, de cores diferentes!


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O Balandrau é uma vestimenta com tecido na cor preta, com mangas, fechada até o pescoço e é talar, ou seja, cobre até o nível do tornozelo (calcanhar). É muito semelhante à "batina" dos eclesiásticos da Igreja Católica Romana.

A origem é muito antiga, pois há evidencias de uso pelos membros do "Collegia Fabrorum" que era um grupo de pessoas que acompanhavam as guarnições romanas, no século VI a.C. e que reparava e reconstruía o que era destruído e danificado nas conquistas. Posteriormente, foi usada pelos membros das "Associações Monásticas", possivelmente herdeira de muitos ensinamentos do "Collegia Fabrorum".

Segundo Mestre Nicola Aslan, nos parece que o uso do Balandrau é uma peculiaridade da Maçonaria brasileira, pois nenhum autor, fora do Brasil, se refere a ele como indumentária maçônica. Tudo indica que o uso do Balandrau remonta à ultima metade do século XIX, tendo sido introduzido na Maçonaria pelos Irmãos que faziam parte, ao mesmo tempo, de Lojas maçônicas e de Irmandades Católicas, Irmãos estes que foram o pivô da famigerada "Questão Religiosa", suscitada no Brasil em 1872.

Aparentemente, essa vestimenta foi adotada pelos maçons brasileiros como substituto barato e mais confortável do traje a rigor preto, sem objeção por parte das altas autoridades maçônicas. Assim, o uso do balandrau não foi aprovado nem desaprovado, foi simplesmente tolerado, não constituindo, portanto, um traje litúrgico (N. Aslan).

Entretanto, não podemos esquecer que, no REAA, o "Ir. Terrível" usa um Balandrau com um capuz, também preto, a fim de não ser reconhecido pelos Neófitos.

Referente ao Terno preto, camisa branca e gravata preta (REAA) vamos buscar as informações nos livros do Mestre Castellani: "na verdade é usado um "parelho" indumentária composta de duas peças (paletó e calças) e, não de um "terno" composta de três peças (paletó, calças e colete)".

Segundo ele, o uso dessa indumentária é devido, no Brasil, a majoritária formação católica dos maçons brasileiros, que não se desligaram, pelo menos até agora, do "traje de missa", transformando as reuniões em verdadeiras convenções de agentes funerários.

Lembra ele que, o traje Maçônico é o AVENTAL. Em outras partes do mundo, principalmente em regiões quentes, os maçons vão às sessões até em mangas de camisa, mas portando, evidentemente, o Avental. E trabalham muito bem, pois a consciência do maçom não está no seu traje. Como diz a velha sabedoria popular: "o hábito não faz o monge".

Discutir tipo de traje a ser usado (com exceção do Avental) é algo que não leva a nada, pois o traje masculino sofre variações através dos tempos e, inclusive, varia, de povo para povo, na mesma época.

A própria Igreja, que é bastante conservadora, já abandonou certas exigências. A Maçonaria, por ser evolutiva e progressista deveria ir pelo mesmo caminho. O balandrau, como roupa decente, poderia, se quisessem, uniformizar o traje, o que é, também, uma maneira de mostrar a igualdade maçônica (J. Castellani).

 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto


Nota: Concordo plenamente com o mestre Castellani - para igualar, o balandrau seria o ideal. E lembrem-se! O balandrau deve ser TALAR, ou seja, até os talões - os calcanhares, no caso de estar vestido, até os saltos dos sapatos. Não pode ser curto, como se diz em Minas Gerais, "pega-frango" - veste talar tem de quase tocar o chão.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Mi Band e Melatonina



A onda dos dispositivos wearables ("vestíveis") está chegando!

Estou usando a Mi Band da XiaoMi (pronuncia-se CHI-AO-MI), e estou ficando impressionado!

Ela avisa se chegou alguma notificação no seu celular, a que você escolher, vibra e pisca os led´s na cor que você escolher - assim, eu coloco o gmail em vermelho, o whatsup em verde, mensagens SMS em amarelo, todas nas cores originais dos aplicativos - assim fica fácil de saber o que está sendo avisado - ideal para quem anda de moto como eu! Chamadas no celular também a fazem vibrar, e então você pode colocar o celular em silencioso, e não perder nenhuma chamada.

Ah, e a bateria dura 30 dias!

Ainda ela monitora os passos que você dá por dia, mostra nos seus led´s o quanto você já andou de uma cota preestabelecida, quantas calorias você gastou e a função que eu mais estou maravilhado, o monitoramento do sono! Ela ainda sabe se você correu ou se ficou fazendo exercício no mesmo lugar, ou até se andou de bicicleta.

Tenho um problema horrível para dormir, durmo mal, com sono leve e acordo durante a noite.

A pulseira monitorou uma noite típica minha de sono, com acordar durante a noite e sono leve...


As barras laranja são acordado, as barras mais altas azuis são sono profundo, as mais baixas azuis são sono leve.

Aí fiquei sabendo que no Brasil conseguiria compara Melatonina, um hormônio que o corpo humano produz quando está com vontade de dormir, natural, que diminui com a idade.


A vantagem da Melatonina (eu já tinha tomado ela em Buenos Aires) é que ela é naturalmente produzida no corpo humano, não te dá aquela ressaca que medicamentos para dormir te dão no outro dia, não te deixa lesado, e o melhor, não precisa de receita!

Tomei a Melatonina e a pulseira mostrou-me uma noite de sono maravilhosa, com muito tempo de sono profundo.


Fiquei muito satisfeito com a pulseirinha, e olha que ela é baratinha, 15 dólares americanos, e ela é sua! E ainda é protegida nível IP67, o que te permite tomar banho e até nadar com ela!

E ainda é um produto em constante evolução, o que significa que ela irá ter cada vez mais programas para diversas ações e monitoramentos com ela.

Agora ela não sai do meu braço mais!!!!

Dá prá comprar na Internet em uma porção de lugares!

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